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MONOGRAFIA LEITURA

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  • 1. Elaine Azevedo Pinto
  • 2. O sentido da leitura: quando a leitura transcende a decodificaçãoPONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULOCOGEAE – ESPECIALIZAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA SÃO PAULO – 2008
  • 3. Elaine Azevedo Pinto
  • 4. O sentido da leitura: quando a leitura transcende a decodificação ... apresentado ao Curso de Especialização em Língua Portuguesa como instrumento de avaliação da disciplina Metodologia do Trabalho Científico, sob orientação da Profa. Dra. Lílian Maria Ghiuro Passarelli. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO COGEAE – ESPECIALIZAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA SÂO PAULO – 2008SUMÀRIO
  • 5. 1. Considerações iniciais2. O que é leitura................................2.1. Definições de leitura..................3. O processo de formação do leitor4. O processo de ensino-aprendizagem da leitura4.1. A importância do hábito da leitura5. Considerações finais6. Bibliografia
  • 6. 1. Considerações iniciais
  • 7. 2. O que é leituraHá muito tempo está na moda dizer que o brasileiro não lê, não freqüenta bibliotecas e que a televisão é umaameaça à leitura. Fala-se também que a escola não está ensinando o aluno a ler e, mesmo na era dainformática, com tantos recursos para ensinar de uma forma menos cansativa, o livro continua sendo oinstrumento mais utilizado em sala de aula. Não que o livro seja algo cansativo e ultrapassado, porém, é oconceito que tem sido atribuído a ele nos últimos tempos. O que falta, na verdade, é uma maior coerência sobreo sentido dado ao ensino da leitura por parte dos envolvidos nesse processo e, principalmente, sobre asresponsabilidades que isso implica. É preciso sair do lugar-comum.Muitos tivemos, felizmente, um livro que marcou momentos de nossa infância. A história, contada e recontadapor alguém importante para nós, alguma ilustração, que durante certo tempo ficou gravada em nossa memória.Somos capazes de nos lembrar da sensação de descobrir as palavras identificando letra por letra, soletrandosílabas, ou até mesmo de escrevermos nosso nome e identificá-lo perante os outros na lista de chamada daturma.Nossa aprendizagem passou por vários estágios: o contorno das formas, depois partes específicas, maisadiante as imagens auditivas até chegar ao surgimento do significado. A descoberta da leitura deixava aimaginação tomar conta dos nossos momentos de lazer: construíamos castelos, escrevíamos na areia,brincávamos com as palavras, criávamos nossa própria história... às vezes até sem “começo, meio e fim”. Masera a nossa história e podíamos recriá-la, reinventá-la. E, mesmo não dominando a leitura e a escrita, podíamoscontar histórias e recriá-las apenas “lendo” as figuras ou soletrando algumas palavras. Interpretávamos essashistórias segundo os nossos sentimentos, sem nos preocuparmos com a “verdade absoluta” do autor. Dávamoso final de acordo com nossos princípios e, a cada minuto, inventávamos o nosso próprio texto.Então começamos a ler. Líamos qualquer coisa que encontrávamos, até o ilegível. Inventávamos, fazíamos deconta que estávamos lendo. E assim, aos poucos, ampliamos o nosso vocabulário, formando frases maisextensas e redigindo com maior coerência o nosso texto. O que será que aconteceu de errado durante essepercurso? Por que essa motivação parece ter se estagnado?
  • 8. Para responder a essa perguntas, é preciso, antes, compreender uma questão de grande relevância, pois, apartir dela, é que a interpretação se torna possível. Afinal, o que é ler? Em que consiste a leitura? Por queprecisamos aprender a ler?O ato de ler é um processo de elaboração de significados ou de pensamentos diante de símbolos, sejam elesescritos ou não. “Lemos” facilmente os sinais de trânsito, as sirenes (das ambulâncias, das patrulhas policiais,dos bombeiros, das fábricas), ouvimos rádio e assistimos à televisão recebendo e decodificando mensagens atodo momento. Ou seja, ler “um texto” é também ler o que a sociedade produziu. Segundo Martins (1994:9)“Com freqüência nos contentamos, por economia ou preguiça, em ler superficialmente, ‘passar os olhos’, comose diz. Não acrescentamos ao ato de ler algo mais de nós além do gesto mecânico de decifrar os sinais”.O ato de compreender não está, portanto, diretamente ligado a um ato racional: está também vinculado aoemocional do ser humano. Tudo tem significado, sentido próprio: uma palavra, um silêncio, um gesto; e apenassão notados por meio da compreensão.Mas ler não é, pois, traduzir, repetir sentidos dados como prontos. É construir uma cadeia de sentidos a partirdo texto, do seu conteúdo. É ir além do óbvio. A atividade de leitura pressupõe a interação entre sujeitos esupõe muito mais que a simples decodificação de sinais gráficos. O leitor atua participativamente, buscandointerpretar e compreender o conteúdo e as intenções pretendidos pelo autor.Muitas vezes nos esquecemos de que, muito além do que simples palavras, para apreender o texto precisamosfazer uso do nosso conhecimento prévio, ou seja, de algo que é anterior ao que está lá. Isso quer dizer que ainterpretação de um texto depende de outros conhecimentos além do conhecimento da língua. As palavras,portanto, não são os únicos elementos necessários para sua compreensão.Essas inúmeras “definições” nos permitem perceber que, no início de nossa aprendizagem, nosso processo deleitura baseava-se na decodificação, um processo diferente da leitura, embora necessário para que ela ocorra.Enquanto adultos, percebemos as palavras globalmente e adivinhamos muitas outras guiados peloconhecimento prévio e pelas hipóteses de leitura.Assim, o contexto sociocultural, os conhecimentos de mundo, as experiências e as crenças individuaisinfluenciam na organização das inferências durante a leitura, ou seja, os conhecimentos individuais afetamdecisivamente a compreensão, de modo que o sentido não reside no texto, ele só se tornará uma unidade desentido na integração com o leitor.
  • 9. 2.1 Definições de leituraMuitos autores dedicaram-se ao estudo desse tema tão abrangente, como forma de resgatar o sentido e aimportância desse ato em nossas vidas. Pretende-se, aqui, apresentar parte dessa rica contribuição.De acordo com o Minidicionário Aurélio da Língua Portuguesa, ler é “Percorrer com a vista (o que está escrito),proferindo ou não as palavras, mas conhecendo-as”; “Decifrar e interpretar o sentido de”; e, ainda, “Ver as letrasdo alfabeto e juntá-las em palavras” (1989:332).Segundo Martins (1994:31), as inúmeras concepções de leitura podem ser sintetizadas em dois tipos: comodecodificação mecânica de signos lingüísticos, e como processo de compreensão abrangente, “cuja dinâmicaenvolve componentes sensoriais, emocionais, intelectuais, fisiológicos, neurológicos, tanto quanto culturais,econômicos e políticos”.A partir dessa concepção, temos pelo menos dois tipos de leitura: aquela em que apenas decodificamosmecanicamente os sentidos do texto, e aquela em que adquirimos uma compreensão ampla, indo além dopróprio texto.Geraldi (2006) integra o trabalho com a leitura à produção em dois sentidos: de um lado sobre “o que se tem adizer” e, do outro, sobre “as estratégias do dizer”. O produto é oferecido ao leitor e nele se realiza a cada leitura:“São mãos carregadas de fios (...) e é o encontro destes fios que produz a cadeia de leituras construindo ossentidos de um texto” (2006:166); evidenciando que o sentido se dá pela interação entre texto e leitor, ou,ainda, entre autor e leitor. “O texto é, pois, o lugar onde o encontro se dá” (2006:167).A leitura é interpretada de modo diferente por cada indivíduo, isso porque se trata de uma experiênciaindividual, mais ligada à vivência de cada um do que ao conhecimento sistemático da língua. O leitor participadesse processo com uma aptidão que não depende de sua capacidade de decifrar sinais, mas sim de suacapacidade de dar sentido a eles, de compreendê-los. Dar sentido a um texto implica levar em conta a situaçãodesse texto e de seu leitor: a noção de texto não fica restrita ao que está escrito, mas abre-se para englobardiferentes linguagens. A leitura precisa ser vista como um instrumento possível de ser usufruído por todos, nãoapenas pelos letrados.Ainda segundo Martins (1994:37), a leitura apresenta três níveis básicos: sensorial, emocional e racional. Cadaum desses três níveis corresponde a um modo de aproximação do objeto lido. O sensorial dá ao leitor conhecero que gosta ou não, mesmo inconscientemente, sem a necessidade de justificativas e, quando nos faz ficaralegres e provoca descobertas, deixamos de ler com os sentidos para entrar em contato com o emocional.Quando a compreensão torna-se abrangente, com participação do leitor com todas as suas capacidades para
  • 10. apreender as diversas formas de expressão, a competência para criar ou ler se concretiza tanto por meio detextos escritos quanto de expressão oral: é a leitura racional.Kleiman (2000:65) define a leitura como “uma interação a distância entre leitor e autor via texto”, em que o leitorconstrói, e não apenas recebe, um significado global para o texto; ele procura pistas formais, formula ereformula hipóteses, aceita ou rejeita conclusões.Para Antunes (2006:66), a leitura é “parte da interação verbal escrita, enquanto implica a participaçãocooperativa do leitor na interpretação e na reconstrução do sentido e das intenções pretendidos pelo autor”, ouseja, os elementos gráficos funcionam como verdadeiras instruções do autor, que não podem ser desprezadas,para que o leitor descubra significações, elabore hipóteses e tire suas conclusões. Todo o esforço feito paraentender essas instruções só se justifica pelo que elas representam para a compreensão global do atocomunicativo feito por meio do texto.Dessa forma, todo texto tem um percentual maior ou menor da dependência de conhecimentos que sãoanteriores a ele, ou seja, o que está no texto e o que é conhecimento prévio do leitor se unem, se completam,para reconstruir o sentido e as intenções pretendidos pelo texto.O ato de ler também está relacionado à leitura do mundo, pois está vinculado ao nosso cotidiano e àsexperiências que temos a todo o momento. A leitura vai além,(...) não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa ou sealonga na inteligência do mundo. A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leituradesta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele (Freire, 2001:11).A leitura é considerada, ainda, o momento crítico de produção do texto, pois é o momento em que ocorre oprocesso da interação verbal: aquele em que os interlocutores desencadeiam o processo de significação.Porém, o texto não resulta da soma de frases nem da soma de interlocutores, mas seus sentidos resultam deuma situação discursiva, com enunciados efetivamente realizados. Considerar as condições em que a leitura éproduzida é trabalhar, também, com a incompletude do texto, pois ele é resultado de sua relação com ascondições de produção e com os interlocutores.É sabido que há grande diversidade entre as compreensões apresentadas nas versões de um mesmo texto.Isso nos mostra que a leitura não é um processo preciso que envolve uma percepção exata, detalhada eseqüencial, com a identificação de todos os componentes. A leitura não é feita linearmente, mas progride empequenos blocos ou fatias e não produz compreensões definitivas. É um ato de interação comunicativa, do qualnão se pode prever com segurança os resultados.
  • 11. 3. O processo de formação do leitorA leitura ocupa, sem dúvida, um espaço privilegiado não apenas no ensino de línguaportuguesa, mas também no de todas as disciplinas acadêmicas que têm por objetivo atransmissão de cultura e de valores para as novas gerações.Sabemos que a compreensão de um texto só seria possível por meio de uma leitura crítica, utilizando ossentidos e criando relações entre o texto e o contexto das coisas. Assim, procuramos penetrar no significado dotexto que nos é proposto, exercitar-se na arte de pensar, captar as idéias dos autores, permitindo-nos criarnossas próprias.A aprendizagem da leitura deve ser a tentativa de dar sentido ao que se lê. Esperar que as crianças aprendama ler por intermédio de textos “sem sentido” para elas é o método mais seguro de se tornar impossível aaprendizagem da leitura. Conforme Lajolo (1999:15), “ou o texto dá um sentido ao mundo, ou ele não temsentido nenhum”. A pergunta que se faz, então, é: como ensinar a ler? É fato que não há uma maneira oumétodo cem por cento eficaz. Porém, cabe ao professor decidir a maneira mais coesa de ensinar a sua turma.Cada criança é única e o professor tem a responsabilidade de ensinar a leitura e seu verdadeiro significado, queé “sempre ir além” para ler de forma crítica e sábia. É ensiná-la a extrair dos textos recursos necessários parauma nova produção, reflexão ou aplicação.É preciso ter conhecimento, mesmo tendo pouca intimidade para se ler, e interesse para interagir com o texto.Não basta somente vê-lo ou decifrá-lo. Muitas vezes, a preocupação do aluno e até do próprio mestre está emdecifrar o texto, esquecendo-se de se importar com o seu significado ou seu conteúdo.A interpretação de um texto varia de acordo com cada indivíduo. Para muitos ele pode emocionar e, paraoutros, pode ser considerado dramático, entediante e vice-versa.De que maneira devemos, então, encarar otexto lido? Como aplicá-lo em nossas vidas com experiências vividas e diferentes? Tornar essa atividade ummeio crítico e muito eficaz e até mesmo desenvolvendo a democracia e a cidadania entre os alunos. Não seriamais atrativo para eles expor suas próprias interpretações? O professor, nesse caso, tem o papel de mediador eorientador.Aprendemos a ler por meio da leitura, mas podemos aprender a viver quando interpretamos o que está além dotexto. Apesar da crença largamente aceita de que os leitores precisam reconhecer as letras para poderidentificar as palavras – e as palavras para compreender o significado – a leitura realmente funciona na direçãocontrária. Precisamos compreender significados para identificar palavras, e palavras para identificar letras.Para que isso aconteça, a leitura tem de ser estimulada como uma atividade que proporcione prazer, que estejadireta ou indiretamente ligada a algum contexto do indivíduo e que possibilite a ele uma identificação ouesclarecimento de um assunto que domine ou que, de alguma maneira, ele tenha interesse em conhecer.Estamos falando de estratégias de leitura para se abordar um texto. Resumos, identificação de paráfrases, amaneira como o leitor se “comporta” ao manusear esse texto são algumas das formas de se obter intimidadecom o texto. Induzi-lo a folhear, sublinhar uma frase que considerou importante durante a leitura faz com queele comece a perceber que o texto não é algo sagrado, mas que ele pode perfeitamente se identificar e criarvínculos com ele e com os próximos. Fazer com que a criança, o jovem ou adulto procure saber mais sobre oautor e o momento que ele estava passando ao escrever sobre determinado assunto, pode fazer com que oleitor se aproxime mais com aquele texto, criando possibilidades cada vez maiores com o significado eampliando horizontes na busca incansável de se ler cada vez mais com maior qualidade.Muitas vezes a leitura torna-se uma tarefa angustiante para os alunos por apresentar falhasna compreensão. Se essas dúvidas não forem esclarecidas, isso acarretará em uma falta demotivação e conseqüente falta de interesse pela leitura.
  • 12. Caberá ao professor orientar o aluno para que não dê continuidade à leitura em caso de dúvidas. Recomenda-se a pausa, voltando ao texto, relendo o conteúdo, procurando o significado de palavras-chave, resumindo otexto até aquele momento ou, até mesmo, procurando em outros textos o significado de um conceito ali citado.Estar ciente de sua falha na compreensão é também uma maneira de resolver o problema.A leitura deve ser uma atividade consciente (o porquê de ler, ter um objetivo ao ler), reflexivae intencional, pois ele deverá compreender o que lê recorrendo aos diversos procedimentospara tornar o texto inteligível.Ler um texto é interagir. Há uma relação entre autor e leitor. O domínio de cada um dos interlocutores é parciale só tem em comum a unidade do texto. Porém, a unidade do texto não se faz pela soma dos interlocutores,nem pela soma das frases. O seu sentido está no espaço discursivo criado por ambos. Um texto está emrelação com outros textos, com as condições de produção.A legibilidade de um texto não é questão exclusiva de elementos lingüísticos (como boa formação de frases,coesão textual e coerência), mas uma questão também de relação do leitor com o texto e com o autor, ou seja,a relação de interação que a leitura envolve. A leitura é o momento crítico de constituição do texto, é o momentoprivilegiado de interação, aquele em que os interlocutores se identificam desencadeando o processo designificação do texto.O leitor também tem a sua história de leitura, o seu conhecimento de mundo, que o permite alargar ou restringira sua compreensão. Isso, muitas vezes, não é levado em conta no processo de leitura.Dessa forma, a leitura não é um produto acabado, mas algo que se constrói, que se constituina interlocução e seus significados não se restringem somente ao texto, mas criam novaspossibilidades a partir das idéias dos autores.É o texto que une autor e leitor, colocando-os em contato e formando o elo que os une. Aspectos comointertextualidade e contexto sócio-histórico são abordados e têm sua importância, mas nada é tão importantecomo o modo de relação que construímos em cada texto que chega a nossas mãos.O texto é uma espécie de estímulo intermediário entre o autor e o leitor, ambos comconhecimentos de mundo e sistemas de referência próprios. Resultado de estratégias eoperações que controlam e regulam unidades morfológicas, lexicais, sintáticas e sentidosnuma ocorrência comunicativa, o texto submete-se a estabilizadores internos e externos paraformar uma unidade de sentido.Num texto, há muito mais de implícito, de modo que um leitor competente deverá, em primeira instância, asintenções do autorVer Estado de leitura (p99)
  • 13. 4. O processo de ensino-aprendizagem da leitura4.1. A importância do hábito da leitura
  • 14. 7. Procedimentos metodológicosA fim de alcançar os objetivos propostos nesta pesquisa, serão necessários:- Levantamento bibliográfico para fundamentação teórica;- Leitura e confecção de fichamentos e resenhas da bibliografia escolhida;- Busca de respostas para os questionamentos levantados na bibliografia por meio da releitura e das resenhas /fichamentos da bibliografia proposta;- Redação das etapas da monografia, com respectiva separação em capítulos;- Escritura da monografia;- Revisão.8. CronogramaA organização temporal desta pesquisa divide-se em:
  • 15. - outubro/2007 a junho/2008: leitura / resenha / resumo da bibliografia selecionada; - março/2008: apresentação do projeto de pesquisa; - março/2008 a maio/2008: leitura / resenha / resumos da bibliografia selecionada; - junho/2008: apresentação final do projeto de pesquisa com possíveis alterações sugeridas pelo orientador; - julho/2008: apresentação da documentação de leitura bibliográfica para o orientador da pesquisa (data prevista); - agosto/2008: apresentação da primeira parte do trabalho (data prevista); - setembro/2008: apresentação da segunda parte do trabalho para apreciação do orientador e da primeira parte corrigida segundo as sugestões do orientador (data prevista); - outubro/2008: apresentação da segunda parte do trabalho corrigida (data prevista); - novembro/2008: redação da introdução e considerações finais; - dezembro/2008: revisão; - fevereiro/2009: apresentação da versão completa da monografia para o orientador e entrega da versão final da monografia (data prevista).6. BibliografiaANTUNES, Irandé. Aula de Português: encontro & interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2006.BARZOTTO, Valdir Heitor (Org.). Estado de leitura. Campinas, São Paulo: Mercado de Letras, 1999.FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler em três artigos que se completam. São Paulo: Cortez, 2001. GERALDI, J. Wanderley. Portos de passagem. São Paulo: Martins Fontes, 2006.________. Prática da leitura de textos na escola. In: GERALDI, J.W. (Org.) O texto na sala de aula – leitura eprodução. Cascavel: Assoeste, 1984. p. 77-88.KATO , Mary. O aprendizado da leitura. São Paulo: Martins Fontes, 1999.KLEIMAN, Ângela. Texto e leitor - aspectos cognitivos da leitura. Campinas, São Paulo: Pontes, 2000.
  • 16. LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática, 1999.MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 1994, 19ª edição.ORLANDI, Eni. Discurso e leitura. Campinas: Cortez, 1988.SILVA, Ezequiel Theodoro. A produção da leitura na escola. São Paulo: Ática, 2003. SMITH, Frank. Leitura significativa. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.

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