AS CIDADES E A URBANIZAÇÃO BRASILEIRA Prof. Felippe Viêtas Rodrigues
O QUE CONSIDERAMOS CIDADE? <ul><li>Na maioria dos países, sejam subdesenvolvidos </li></ul><ul><li>ou não, a classificação...
<ul><li>Segundo o IBGE, a população urbana é a considerada residente no interior do perímetro urbano e, por exclusão, a ru...
XERÉM – DUQUE DE CAXIAS: ZONA URBANA OU RURAL?
POPULAÇÃO URBANA, RURAL E AGRÍCOLA <ul><li>Embora possam ocorrer distorções resultantes dos métodos empregados na análise ...
IBGE.  Tipologia dos Municípios Brasileiros 2000  (Atlas Escolar 2003)
A REDE URBANA BRASILEIRA – PROCESSO DE URBANIZAÇÃO E ESTRUTURAÇÃO  <ul><li>Até 1930  – Migrações e o processo de urbanizaç...
Concentração Urbana Nacional – 2001 . Atlas Escolar  2003, IBGE
RESULTADO DA MUDANÇA DE DIREÇÃO DE FLUXOS MIGRATÓRIOS E ESTRUTURAÇÃO DA REDE URBANA <ul><li>Contínua reestruturação e inte...
AS METRÓPOLES BRASILEIRAS <ul><li>As regiões metropolitanas brasileiras foram criadas por  </li></ul><ul><li>lei aprovada ...
EMPLASA  –  Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano. Dispon í vel em: <emplasa.sp.gov.br.   Acesso em 24/02/2004. 1...
<ul><li>Conurbação  – Fenômeno que compreende a expansão  </li></ul><ul><li>horizontal das cidades, de forma contígua e in...
PLANO DIRETOR E O ESTATUTO DA CIDADE <ul><li>Estatuto da Cidade  é a denominação oficial e  </li></ul><ul><li>consagrada d...
<ul><li>O Estatuto atribuiu aos municípios a implementação de planos diretores participativos, definindo uma série de inst...
<ul><li>Segundo a Constituição, o Plano Diretor é  obrigatório para cidades que apresentam uma ou mais das seguintes carac...
Zoneamento Municipal – Plano Diretor de Palmas ( TO). Prefeitura de Palmas (<palmas.to.gov.br> Acessado em 27/07/09)
Mapa da Estratégia de  Estruturação, Ordenamento e Qualificação Territorial.  Plano Diretor Participativo do Município de ...
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Cidades e Urbanização

1,239

Published on

0 Comments
1 Like
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
1,239
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
41
Comments
0
Likes
1
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Cidades e Urbanização

  1. 1. AS CIDADES E A URBANIZAÇÃO BRASILEIRA Prof. Felippe Viêtas Rodrigues
  2. 2. O QUE CONSIDERAMOS CIDADE? <ul><li>Na maioria dos países, sejam subdesenvolvidos </li></ul><ul><li>ou não, a classificação de uma aglomeração humana </li></ul><ul><li>como cidade leva em consideração algumas variáveis </li></ul><ul><li>básicas: </li></ul><ul><li>Densidade demográfica; </li></ul><ul><li>Número de Habitantes; </li></ul><ul><li>Localização e presença de Equipamentos Urbanos; </li></ul><ul><li>Serviços de comunicação,educação e saúde. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Segundo o IBGE, a população urbana é a considerada residente no interior do perímetro urbano e, por exclusão, a rural é a residente fora deste perímetro. Isso implica na ampliação do perímetro urbano e a arrecadação crescente do IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) em detrimento do ITR (Imposto Territorial Rural), de menor valor. </li></ul>
  4. 4. XERÉM – DUQUE DE CAXIAS: ZONA URBANA OU RURAL?
  5. 5. POPULAÇÃO URBANA, RURAL E AGRÍCOLA <ul><li>Embora possam ocorrer distorções resultantes dos métodos empregados na análise censitária, é inegável que, nas últimas décadas, o Brasil vem passando por um intenso processo de urbanização. </li></ul>
  6. 6. IBGE. Tipologia dos Municípios Brasileiros 2000 (Atlas Escolar 2003)
  7. 7. A REDE URBANA BRASILEIRA – PROCESSO DE URBANIZAÇÃO E ESTRUTURAÇÃO <ul><li>Até 1930 – Migrações e o processo de urbanização organizados em escala regional, onde as metrópoles atuavam como pólos de atividades secundárias e terciárias. Integração econômica entre São Paulo (cafeicultora), Zona da Mata nordestina (canavieira e cacaueira), Meio-Norte (algodoeira e pecuária) e região Sul (pecuária e policultora); </li></ul><ul><li>Após 1930 – A unificação do mercado se deu pela expansão nacional da infra-estrutura de transporte e telecomunicações, porém a tendência de concentração de atividades urbano industriais no Sudeste fez com que o atrativo populacional extrapolasse a escala regional e se estabelecesse como nacional. </li></ul><ul><li>Entre 1950 e 1980 – Intenso êxodo rural e migração inter-regional, com forte aumento populacional metropolitano no Sudeste, Nordeste e Sul. Nesse período ,o aspecto mai marcante foi a concentração populacional progressiva e acentuada em cidades que cresciam velozmente </li></ul><ul><li>De 1980 aos dias atuais – Desmetropolização e migração urbana-urbana (população de cidades pequenas para cidades médias e metrópoles nacionais para cidades médias) </li></ul>
  8. 8. Concentração Urbana Nacional – 2001 . Atlas Escolar 2003, IBGE
  9. 9. RESULTADO DA MUDANÇA DE DIREÇÃO DE FLUXOS MIGRATÓRIOS E ESTRUTURAÇÃO DA REDE URBANA <ul><li>Contínua reestruturação e integração entre os espaços rural e urbano que, por sua vez, resulta da dispersão espacial intensa das atividades econômicas a partir dos anos 1980. </li></ul><ul><li>Formação de novos centro regionais, alterando o padrão hegemônico metropolitano na rede urbana nacional. </li></ul><ul><li>Embora haja uma alteração na dinâmica metropolitana no Brasil, com o advento da globalização há um reforço do papel de comando de cidades globais na rede urbana mundial (como é o caso de São Paulo , por exemplo). </li></ul>Fonte: São Paulo hoje - Revista Eletrônica de Ciências (Centro de Divulgação Científica e Cultural – USP)
  10. 10. AS METRÓPOLES BRASILEIRAS <ul><li>As regiões metropolitanas brasileiras foram criadas por </li></ul><ul><li>lei aprovada no Congresso Nacional em 1973, que as </li></ul><ul><li>definiu como um conjunto de municípios contíguos e </li></ul><ul><li>integrados socioeconomicamente a uma cidade central , </li></ul><ul><li>com serviços públicos e infra-estrutura comum , que </li></ul><ul><li>deveriam ser reconhecidos pelo IBGE. </li></ul><ul><li>Os Estados poderão, mediante lei complementar, instituir regiões </li></ul><ul><li>metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões, constituídas por </li></ul><ul><li>agrupamentos de municípios limítrofes, para integrar a organização, o </li></ul><ul><li>planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum. </li></ul><ul><li>(Artigo 25, parágrafo 3º da Constituinte de 1988) </li></ul>
  11. 11. EMPLASA – Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano. Dispon í vel em: <emplasa.sp.gov.br. Acesso em 24/02/2004. 1 As 9 primeiras regiões metropolitanas institu í das no pa í s, em 1973 e 1974. 2 A Ride é composta por munic í pios dos estados de Minas Gerais e Goi á s e pelo Distrito Federal. 3 Não incluem o “ Colar metropolitano da região metropolitana de Belo Horizonte ” , institu í do pela Lei Complementar Estadual 56, de 12/01/2000, e o “ Colar metropolitano da região Metropolitana do Vale do A ç o ” , criado pela Lei Complementar Estadual 51, de 30/12/1998. 4 Inclui o n ú cleo metropolitano e a á rea de expansão metropolitana .
  12. 12. <ul><li>Conurbação – Fenômeno que compreende a expansão </li></ul><ul><li>horizontal das cidades, de forma contígua e integrada. </li></ul><ul><li>Mesmo que uma cidade se destaque no conjunto de municípios </li></ul><ul><li>conurbados, seu poder de polarização se estabelece apenas em </li></ul><ul><li>escala local. </li></ul><ul><li>Ex.: Ipatinga–Santana do Paraíso–Coronel Fabriciano–Timóteo (R.M. do Vale do Aço - MG) </li></ul><ul><li>Blumenau–Gaspar–Timbó–Indaial </li></ul><ul><li>(R.M. do Vale do Itajaí – SC) </li></ul>
  13. 13. PLANO DIRETOR E O ESTATUTO DA CIDADE <ul><li>Estatuto da Cidade é a denominação oficial e </li></ul><ul><li>consagrada da lei 10.257 de 10 de julho de 2001, </li></ul><ul><li>que regulamenta o capítulo &quot;Política Urbana&quot; da </li></ul><ul><li>Constituição Brasileira, sendo dividido em cinco </li></ul><ul><li>capítulos: </li></ul><ul><li>Diretrizes Gerais (capítulo I, artigos 1º a 3º); </li></ul><ul><li>Dos Instrumentos da Política Urbana (capítulo II, artigos 4º a 38); </li></ul><ul><li>Do Plano Diretor (capítulo III, artigos 39 a 42); </li></ul><ul><li>Da Gestão Democrática da Cidade (capítulo IV, artigos 43 a 45); e </li></ul><ul><li>Disposições Gerais (capítulo V, artigos 46 a 58). </li></ul>
  14. 14. <ul><li>O Estatuto atribuiu aos municípios a implementação de planos diretores participativos, definindo uma série de instrumentos urbanísticos contidos no combate à especulação imobiliária e na regularização fundiária dos imóveis urbanos e de seus principais objetivos. </li></ul><ul><li>Plano Diretor – conjunto de leis que estabelece as </li></ul><ul><li>diretrizes para o desenvolvimento socioeconômico e a </li></ul><ul><li>preservação ambiental dos municípios regulamentando </li></ul><ul><li>o uso e a ocupação do território municipal. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Segundo a Constituição, o Plano Diretor é obrigatório para cidades que apresentam uma ou mais das seguintes características: </li></ul><ul><li>Abriga mais de 20 mil habitantes; </li></ul><ul><li>Integra regiões metropolitanas e aglomerações urbanas; </li></ul><ul><li>Integra áreas de especial interesse turístico; </li></ul><ul><li>Insere-se na área de influência de empreendimentos ou atividades com significativo impacto ambiental de âmbito regional ou nacional. </li></ul><ul><li>Como o caráter é complexo e dinâmico, o planejamento municipal envolve profissionais de várias áreas (geógrafos, engenheiros, advogados, economistas, etc.) De acordo com resolução do Ministério das Cidades, a presença da comunidade neste planejamento não é uma concessão, e sim um direito. </li></ul>
  16. 16. Zoneamento Municipal – Plano Diretor de Palmas ( TO). Prefeitura de Palmas (<palmas.to.gov.br> Acessado em 27/07/09)
  17. 17. Mapa da Estratégia de Estruturação, Ordenamento e Qualificação Territorial. Plano Diretor Participativo do Município de Urussanga/SC - 2007 – Prefeitura de Urussanga ( www.urussanga.sc.gov.br. Acessado em 27/07/09)
  1. A particular slide catching your eye?

    Clipping is a handy way to collect important slides you want to go back to later.

×