OFICINAS IX
Resumo: TP5 – Unidades 17 e 18
Unidade 17 – Estilística <ul><li>Seção 1: A noção de estilo e o objetivo da Estilística </li></ul><ul><li>Estilística    ...
Trem de ferro  (Manoel Bandeira)  Café com pão Café com pão Café com pão Virgem Maria que  foi isto maquinista? Agora sim ...
Unidade 17 – Estilística <ul><li>Seção 2: A Estilística do som e da palavra </li></ul>Três pratos de trigo para três trist...
<ul><li>Aliteração:  é a repetição dos mesmos sons consonantais. </li></ul><ul><li>Assonância:  é a repetição de vogais na...
Unidade 17 – Estilística <ul><li>Seção 3: A Estilística da frase e da enunciação </li></ul>FRASE:  é a unidade do texto qu...
<ul><li>Nesta unidade, trabalhamos com estilo. A língua portuguesa é riquíssima em expressividade, e os recursos são numer...
Unidade 18 – Coerência textual <ul><li>Seção 1: Continuidade de sentidos </li></ul>Nosso conhecimento de mundo nos diz que...
<ul><li>Todos os textos abaixo apresentam coerência? </li></ul>A coerência de um texto não está propriamente no texto, ou ...
<ul><li>Seção 2: A construção da coerência textual </li></ul>Unidade 18 – Coerência textual A que conclusão a charge nos f...
<ul><li>A que “casa” corresponde: </li></ul><ul><li>O texto verbal no pé da página. </li></ul><ul><li>O texto visual. </li...
<ul><li>Seção 3: As partes do todo </li></ul>Unidade 18 – Coerência textual A “leitura” dessas duas figuras segue uma orde...
Isto É, 10/07/2003. Como o título, Clima, contribui para o estabelecimento da coerência do texto? Que pistas contextuais t...
<ul><li>No nível dos elementos lingüísticos, a coerência textual também depende da cooperação do leitor para estabelecer a...
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Resumo Tp5 Unid 17 18

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Resumo Tp5 Unid 17 18

  1. 1. OFICINAS IX
  2. 2. Resumo: TP5 – Unidades 17 e 18
  3. 3. Unidade 17 – Estilística <ul><li>Seção 1: A noção de estilo e o objetivo da Estilística </li></ul><ul><li>Estilística  Linguística </li></ul><ul><li>O que é ESTILO? </li></ul><ul><li>Gramática X Estilística </li></ul>Vamos ler o texto “ Cada um é cada um” (p. 15) Dialeto X Idioleto Estilo X variante linguística Variações peculiares aos grupos que as usem Forma particular do uso da língua
  4. 4. Trem de ferro (Manoel Bandeira) Café com pão Café com pão Café com pão Virgem Maria que foi isto maquinista? Agora sim Café com pão Agora sim Café com pão Voa, fumaça Corre, cerca Ai seu foguista Bota fogo Na fornalha Que eu preciso Muita força Muita força Muita força Oô.. Foge, bicho Foge, povo Passa ponte Passa poste Passa pato Passa boi Passa boiada Passa galho De ingazeira Debruçada Que vontade De cantar! Oô... Quando me prendero No canaviá Cada pé de cana Era um oficia Ôo... Menina bonita Do vestido verde Me dá tua boca Pra matá minha sede Ôo... Vou mimbora voou mimbora Não gosto daqui Nasci no sertão Sou de Ouricuri Ôo... Vou depressa Vou correndo Vou na toda Que só levo Pouca gente Pouca gente Pouca gente... Qual o dialeto? Quais a marcas linguísticas? O poeta trabalhou a língua, desviou-se do plano meramente gramatical, fez escolhas inesperadas para obter o efeito desejado. Esse afastamento voluntário da organização convencional da língua coincide com o conceito de estilo enquanto desvio da norma.
  5. 5. Unidade 17 – Estilística <ul><li>Seção 2: A Estilística do som e da palavra </li></ul>Três pratos de trigo para três tristes pobres tigres. Num ninho de mafagafos, Seis mafagafinhos há; Quem os desmafagafizar Bom desmafagafizador será Os sons da língua podem provocar sensações ou sugerir impressões.
  6. 6. <ul><li>Aliteração: é a repetição dos mesmos sons consonantais. </li></ul><ul><li>Assonância: é a repetição de vogais nas sílabas tônicas. </li></ul><ul><li>Rima: é o jogo sonoro que se constrói com os sons das palavras ao final de cada verso. </li></ul><ul><li>Métrica: jogo entre o número de sílabas que constituem os versos. </li></ul><ul><li>Ritmo: composto pela rima e a métrica. </li></ul><ul><li>Onomatopéia: tentativa de imitação de um ruído por um grupo de sons da linguagem. </li></ul><ul><li>7. Metáfora: por meio de uma comparação “abreviada”, substituir uma palavra por outra que tem com ela um nível de semelhança. </li></ul><ul><li>8. Metonímia: consiste na substituição de uma palavra por outra com a qual estabelece uma relação lógica, de proximidade, ou parentesco </li></ul>
  7. 7. Unidade 17 – Estilística <ul><li>Seção 3: A Estilística da frase e da enunciação </li></ul>FRASE: é a unidade do texto que, no contexto em que aparece, apresenta uma unidade de sentido. Na linguagem oral, a entoação permite transformar uma palavra em frase. Na escrita, a pontuação indica as pausas, a entoação, a melodia da frase, assim como a sua expressividade. O discurso direto e o discurso indireto não existem somente na modalidade escrita; podem ocorrer também na oral. DISCURSO DIRETO X DISCURSO INDIRETO
  8. 8. <ul><li>Nesta unidade, trabalhamos com estilo. A língua portuguesa é riquíssima em expressividade, e os recursos são numerosos. Vimos apenas alguns, ligados a quatro aspectos: som, palavra, frase e enunciação. </li></ul><ul><li>Embora seja comum vincular as questões de estilo ao texto literário, é preciso não esquecer que elas estão presentes em todas as variedades lingüísticas e em todos os gêneros. É certo que exemplos de alguns fatos estilísticos são mais facilmente encontrados no texto literário, como a harmonia imitativa, que é peculiar ao texto poético. Mas o desejo de expressar-se vivamente e evidenciar a afetividade é inerente ao ser humano, portanto, os elementos lógicos da linguagem sempre serão catalisados pelo sentimento do falante. </li></ul><ul><li>É justamente pelo caráter humano e universal das manifestações estilísticas na linguagem que uma das definições de estilo mais citadas diz que “o estilo é o homem.” </li></ul>Resumindo
  9. 9. Unidade 18 – Coerência textual <ul><li>Seção 1: Continuidade de sentidos </li></ul>Nosso conhecimento de mundo nos diz que as partes dessa imagem estão em conflito, não estão em harmonia, Por que você percebe tratar-se de uma montagem? Você conhece alguém que se apresente dessa maneira? O que é isso?
  10. 10. <ul><li>Todos os textos abaixo apresentam coerência? </li></ul>A coerência de um texto não está propriamente no texto, ou na simples organização lingüística: é uma qualidade que se constrói na leitura e interpretação dos textos, sejam eles verbais ou não verbais. Maurício – Que horas são? Daniel – Calma! O ônibus ainda não passou. Maurício – Mas o céu parece estrelado... Daniel – É assim toda sexta-feira!
  11. 11. <ul><li>Seção 2: A construção da coerência textual </li></ul>Unidade 18 – Coerência textual A que conclusão a charge nos faz chegar? Por quê? A coerência textual tem a ver com a “boa” formação de um texto, ou seja, com a possibilidade de articular as informações trazidas pelo texto com o conhecimento que os interlocutores já têm da situação e do assunto. Se essa articulação for muito difícil ou mesmo impossível, a coerência fica prejudicada ou não se estabelece.
  12. 12. <ul><li>A que “casa” corresponde: </li></ul><ul><li>O texto verbal no pé da página. </li></ul><ul><li>O texto visual. </li></ul><ul><li>O texto como um todo. </li></ul>Cada um deles toma a palavra “tomar” na acepção que lhe convém e o mal-entendido é estabelecido.
  13. 13. <ul><li>Seção 3: As partes do todo </li></ul>Unidade 18 – Coerência textual A “leitura” dessas duas figuras segue uma ordem necessariamente linear ou não? Por quê? Pelas estratégias de leitura que você desenvolveu nessa atividade, para construir a coerência de um texto – de qualquer texto, seja verbal ou não verbal – o leitor faz um trabalho de “detetive” que interpreta pistas, juntando todas as informações que considera relevantes para articular os sentidos do texto.
  14. 14. Isto É, 10/07/2003. Como o título, Clima, contribui para o estabelecimento da coerência do texto? Que pistas contextuais temos para identificar esse texto como pertencente ao gênero carta? Mais especificamente, que tipo de carta?
  15. 15. <ul><li>No nível dos elementos lingüísticos, a coerência textual também depende da cooperação do leitor para estabelecer a solidariedade significativa entre as partes de um texto. Muitos subentendidos precisam ser “completados”, muitos “fios condutores” dos raciocínios precisam ser identificados. </li></ul><ul><li>A partir de conhecimentos e experiências prévias também vão os elementos lingüísticos se organizando em continuidades de sentidos. Esses elementos funcionam como pistas para a construção de um mundo textual, no qual a coerência se apóia. O nível de habilidade para detectar e compreender essas pistas pode variar de leitor para leitor, de ouvinte para ouvinte; por isso, coerência não é uma questão de tudo ou nada, mas de gradação de possibilidades. </li></ul><ul><li>Com o domínio de habilidades de leitura desenvolve-se a consciência para as estratégias que utilizamos na apreensão dessas pistas textuais. </li></ul><ul><li>Nesse processo, torna-se importante o equilíbrio entre as informações que já são de conhecimento prévio do leitor e as informações novas que o texto pretende trazer. </li></ul><ul><li>Outro fator importante é a contextualização de informações, pois pela contextualização é possível perceber como as informações podem ser interpretadas na construção </li></ul><ul><li>da coerência. Em suma, é pela coerência textual que se vê – e se faz – a diferença entre um mero amontoado de palavras e um texto. </li></ul>Resumindo

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