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Scrum no contexto de processos de desenvolvimento

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Apresentação sobre o framework SCRUM no contexto de metodologias para processos de desenvolvimento de software

Apresentação sobre o framework SCRUM no contexto de metodologias para processos de desenvolvimento de software

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  • 1. SCRUM
    Ralph J. R. Filho
  • 2. Agenda
    Contextualização
    Anatomia do SCRUM
    Considerações finais
  • 3. Agenda
    Contextualização
    Histórico
    Motivação
  • 4. Contextualização
    Anos 60
    Fase embrionária e artesanal do sw
    Crise do sw: 1965 a 1985
    Orçamentos estourados
    Danos à propriedades (crackers)
    Vidas humanas (radioterapia)
  • 5. Contextualização
    Ferramentas e métodos passaram a ser adotados para recuperar a reputação do sw
    Programação estruturada, padrões
  • 6. Contextualização
    Anos 80
    Massificação da produção de sw e popularização dos modelos de processo de desenvolvimento
    Gerenciamento de Projetos
    Modelo Cascata e Espiral
  • 7. Contextualização
    Anos 90
    Popularização da web
    Cresce o número de pequenas empresas produzindo software
    Um grupo de engenheiros de software chama a atenção para a produção artesanal de sw mudando os princípios aboradados pelos grupos de estudo no decorrer da crise do sw
  • 8. Contextualização
    Anos 2000
    Diversificação de plataformas de hardware (gadgets) aonde os software são embarcados
    Era da computação ubíqua
    Cloudcomputing
    Offshoring
  • 9. Contextualização
  • 10. Contextualização
    Modelo Espiral
    1986
    Java
    1994
    UML e RUP
    1996
    HTML 5
    2008
    FORTRAN / COBOL
    1957 / 1959
    Modelo Cascata
    1970
    C
    1972
    Modelo ER
    1976
  • 11. Contextualização
    A tecnologia avança rapidamente
    Para acompanhar as mudanças é preciso ter a mente aberta e trabalhar com melhoria contínua
    Velhos hábitos podem estancar a evolução de uma empresa
    “A MS está sempre a 18 meses de falir”
    Bill Gates
  • 12. Contextualização
    Pra quê um modelo/processo?
    Aplicação de melhores práticas para aumentar a precisão de orçamento e prazos
    Definição de escopo
    Facilitar a evolução/manutenção do software considerando:
    Rotatividade de recursos humanos (padrões)
    Complexidade inerente ao tamanho (rastreabilidade)
    Pontos de integração (regras de negócio)
  • 13. Contextualização
    Por quê eu devo me importar com isso?
    Empresas maduras de desenvolvimento de software exigem conhecimento em metodologias de desenvolvimento
    Principalmente multinacionais
    Se você não sabe, vai ter que aprender
  • 14. Contextualização
    Equipe: 05 pessoas
    Sistema: web-site da TAM
    Prazo: 03 meses
    ... como fazer?
    Opção 01: iniciar a codificação (go-horse)
    Opção 02: seguir um modelo “tradicional”
    Opção 03: ?
    Opção “n”: ?
  • 15. Contextualização
    Opção 01: iniciar a codificação
    Qual é o escopo?
    Quais são as regras de negócio?
    Qual o planejamento para um ciclo?
    Qual a noção de prazo?
    Qual é a integração entre as telas?
    ..............
  • 16. Contextualização
    Opção 02: seguir um modelo tradicional
    Quantos papéis cada membro da equipe terá que desempenhar?
    O tempo é suficiente para manter todos os documentos, seguir todas as fases?
    Todos os documentos são realmente necessários?
    E se o cliente solicitar uma mudança no fim do prazo?
  • 17. Contextualização
  • 18. Contextualização
  • 19. Contextualização
  • 20. Contextualização
  • 21. Contextualização
  • 22. Contextualização
    • Checkpoint
  • Manifesto Ágil
  • 23. Manifesto Ágil
    Conceito introduzido em 2001 por 17 desenvolvedores de software
    Conjunto de princípios em comum dos métodos ágeis
    A motivação foi a formalização de métodos em projetos com alto nível de mudanças, requisitos desconhecidos e equipes pequenas
  • 24. Manifesto Ágil
  • 25. Métodos Ágeis - MITOS
    Método ágil não precisa documentar
    Método ágil não precisa planejar
    Método ágil é bom/ruim
    Se eu usar ágeis não posso ter CMMI ou outras certificações
  • 26. SCRUM
  • 27. SCRUM
    Método para Gerenciamento de Projetos
    Harvard Business Review 1986 (Toyota)
    Proposta inicial em 1995 por Ken Schwaber e Jeff Sutherlan
    Formalizado em 2001
  • 28. Princípios do SCRUM
    Equipes multifuncionais
    Equipes auto-organizáveis
    Iterações curtas
    Papéis, cerimônias e artefatos em número reduzido
  • 29. Anatomia do SCRUM
  • 30. Anatomia do SCRUM
  • 31. Anatomia do SCRUM
    O SCRUM pode ser analisado como um conjunto de
    Papéis
    Cerimônias
    Artefatos
  • 32. Anatomia do SCRUM
    Papéis
    Cada papel tem seus artefatos associados e atividades pré-definidas
  • 44. Anatomia do SCRUM
    No SCRUM os papéis são
    Dono do Produto
    SCRUM Master
    Equipe
  • 45. Anatomia do SCRUM
    Dono do Produto
    Define e prioriza as funcionalidades
    Decide as datas de lançamento
    Aceita ou rejeita os trabalhos
    Normalmente é um representante do cliente
  • 46. Anatomia do SCRUM
    SCRUM Master
    Responsável por garantir que as práticas do SCRUM sejam seguidas por todos
    Responsável por resolver impedimentos
    Deve garantir máxima produtividade da equipe e promover a colaboração entre os mesmos
    Protege a equipe de interferências externas
  • 47. Anatomia do SCRUM
    Equipe
    Recomenda-se de 05 a 09 pessoas
    Multifuncional
    Dedicação integral
  • 48. Anatomia do SCRUM
    Artefatos
    • Análise e projeto de software
    • 49. Desenvolvimento de software
    • 50. Gerência de Configuração
    • 51. Gerência de Requisitos
    • 52. Gerência de Projetos
    • 53. Implantação
    • 54. Modelagem de Negócios
    • 55. Teste de Software
    Documento ou elemento pertencente a este, que deve ser criado ou alterado
  • 56. Anatomia do SCRUM
    No SCRUM os artefatos são
    ProductBacklog
    Sprint Backlog
    Gráfico Burndown
  • 57. Anatomia do SCRUM
    ProductBacklog
  • 58. Anatomia do SCRUM
    Sprint Backlog
    Lista de funcionalidades do productbacklog que será feito em um ciclo (iteração)
    Como os itens do productbacklog são priorizados, este parâmetro é utilizado para selecioná-los
    A prioridade pode ser Alta, média, baixa; EDI; etc.
  • 59. Anatomia do SCRUM
    Sprint Backlog
  • 60. Anatomia do SCRUM
    Sprint Backlog
    Trabalhos não são atribuídos, cada um escolhe o que vai fazer
    Todos podem mexer no escopo da sprint
    Estimativa de esforço atualizado diariamente
    Trabalhos complexos são definidos como um item com uma grande quantidade de tempo e detalhados quando ficam mais conhecidos
  • 61. Anatomia do SCRUM
    Checkpoint
    Parece simples?
    Mas não é!
  • 62. Anatomia do SCRUM
    Gráfico Burndown
    Acompanhamento das tarefas executadas
    Atualizado diariamente
    Permite uma visualização simples e clara sobre atrasos e adiantamentos no projeto
  • 63. Anatomia do SCRUM
    Burndown
  • 64. Anatomia do SCRUM
    Burndown
  • 65. Anatomia do SCRUM
    Burndown
  • 66. Anatomia do SCRUM
    Burndown
  • 67. Anatomia do SCRUM
    E o controle de tarefas?
  • 68. Anatomia do SCRUM
  • 69. Anatomia do SCRUM
  • 70. Anatomia do SCRUM
    Cerimônias
    Evento planejado e organizado aonde a equipe participa
  • 76. Anatomia do SCRUM
    As cerimônias do SCRUM são
    Sprint planning
    Reunião diária
    Sprint retrospective
    Sprint review
  • 77. Anatomia do SCRUM
  • 78. Anatomia do SCRUM
    Sprint planning
    Quebra os itens do productbacklog em tarefas
    Bom senso ao determinar a granularidade
    Depende do tamanho da sprint e da capacidade das pessoas envolvidas
    Estima a duração das tarefas em horas
  • 79. Anatomia do SCRUM
    Sprint planning
  • 80. Anatomia do SCRUM
    Reunião Diária
    Todos em pé
    Horário fixo
    Duração de 30 minutos, em média
    Toda a equipe participa e respondem a três perguntas
  • 81. Anatomia do SCRUM
    Reunião Diária
    O que você fez ontem?
    O que vai fazer hoje?
    Tem algo impedindo o seu trabalho?
  • 82. Anatomia do SCRUM
    Reunião Diária
  • 83. Anatomia do SCRUM
    Sprint review
    Demonstração das funcionalidades desenvolvidas durante a sprint
    Todos participam, inclusive o Dono do Produto
  • 84. Anatomia do SCRUM
    Sprint retrospective
    Reunião da equipe para ver o que está funcionando e o que não está
    Feita após cada sprint
  • 85. Anatomia do SCRUM
    Checkpoint
  • 86. Considerações Finais
    SCRUM é um modelo ágil, o fato da sua empresa ser pequena, ou os projetos serem de curta duração por si só não significa que ele é o modelo ideal para você
    Deve-se considerar uma série de fatores em conjunto
  • 87. Considerações Finais
    Cultura e política da empresa
    Cultura da região
    Experiência da equipe
    Maturidade da equipe
    Tamanho da equipe
    Natureza dos projetos
    Proximidade com o cliente
  • 88. Considerações Finais
    O bom senso aplicado sobre todos estes fatores somado ao conhecimento nos modelos disponíveis do mercado e no know-how da empresa serão os maiores subsídios para definir qual modelo será utilizado
    Pode-se personalizar os modelos
  • 89. Considerações Finais
    Pode-se obter bons resultados usando qualquer cada um dos modelos
    Muda a forma de gerenciamentoe as técnicas utilizadas
  • 90. Considerações Finais
  • 91. Considerações Finais
  • 92. Considerações Finais
  • 93. Considerações Finais
  • 94. Considerações Finais
    Indícios para usar ágeis
    Equipe sênior
    Baixa criticidade
    Requisitos que mudam com frequência
    Equipe pequena
    Pessoas capazes de se auto-organizar
  • 95. Considerações Finais
    Indícios para usar tradicionais
    Equipe júnior
    Alta criticidade
    Requisitos que não mudam com frequência
    Equipe grande
    Pessoas não são capazes de se auto-organizar
  • 96. Considerações Finais
    Independente do formato, é preciso adaptar e usar um processo
    Processos são a base para a obtenção de indicadores de qualidade e base de conhecimento, que ajudam a empresa a aprender e a evoluir
    Também passa confiança ao cliente
  • 97. Dúvidas?

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