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Plano de Aula do professor Rafael Sommerfeld, na cadeira "Avaliação de Desempenho" no curso de Pós-Graduação em Gestão da TI - Univ. Castelo Branco - CEF - 2005 - Baseado na obra "Planejamento de …

Plano de Aula do professor Rafael Sommerfeld, na cadeira "Avaliação de Desempenho" no curso de Pós-Graduação em Gestão da TI - Univ. Castelo Branco - CEF - 2005 - Baseado na obra "Planejamento de Capacidade para Serviços na Web" (Daniel A.Menascé
Virgilio A.F. Almeida)

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  • 1. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 2. APRESENTAÇÃO Rafael Sommerfeld Consultor : 25 anos em Tecnologia da Informação Formação em Gestão de Ambientes Internet MBA de Marketing pela FGV Experiência : Ambev, Animus, Dominal, Dedalus, Metrored, Ibam, Skol, ... Treinamentos : Bndes, Embratel, FGV, Unesa, etc. Publicação de livros e artigos especializados rafasommer@hotmail.com PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 3. E VOCES ?? APRESENTEM-SE Nome Área / Função Expectativas com o curso Hobby PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 4. BIBLIOGRAFIA PLANEJAMENTO DE CAPACIDADE PARA SERVIÇOS NA WEB Métricas, Modelos e Métodos Daniel A.Menascé Virgilio A.F. Almeida Editora Campus, 2003 PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 5. NOSSO OBJETIVO PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 6. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Plano de Aula - SLA - Protocolos e modelos de interação para serviços na Web - Quando o desempenho da Web é um problema - Conceitos Básicos de Desempenho - Aspectos do desempenho de serviços na Web - Planejando a Capacidade dos Serviços na Web - Modelo de Carga - Modelo de Desempenho - Modelo de Custo - Benchmarks e testes de desempenho - Disponibilidade dos serviços na Web - Medição do Desempenho - Conclusão PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 7. SLA SERVICE LEVEL AGREEMENT PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 8. SLA SERVICE LEVEL AGREEMENT O QUE É Este “Acordo do nível de serviço” é um contrato entre duas partes que especifica performance e qualidade de um serviço. Determina o que acontece quando as métricas não são atendidas. É o instrumento formal para cobrança/prestação de contas dos níveis de serviços contratados. SLA não é somente externo. Várias empresas atualmente utilizam SLA interno. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 9. SLA SERVICE LEVEL AGREEMENT Quem Precisa Análise de Risco Avaliação de custo de indisponibilidade em relação ao negócio Definir claramente os limites suportados com relação aos serviços necessários Deve ser definido na fase do projeto Considerar processos e responsabilidade da própria empresa Melhor SLA = Maior custo Maior SLA = Maior comprometimento das partes PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 10. SLA SERVICE LEVEL AGREEMENT Definindo o tipo de serviço Web Site E-mail / workflow Banco de Dados ERP Rede Infra-Estrutura Backup-Restore Comunicação Administração Operação Suporte PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 11. SLA SERVICE LEVEL AGREEMENT Detalhando o Serviço Arquitetura de Software e Hardware para suportar o serviço : Redundância Replicação / Duplicação Homologação Arquitetura de redes Lan e Wan Índices de desempenho PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 12. SLA SERVICE LEVEL AGREEMENT Definindo o Escopo Identificar dependências externas Aplicação Acessos a sistemas externos Comunicação SLA de terceiros Fatores não controláveis Taxa de transferência / latência via internet Erro na aplicação Outros ... Definindo acordo operacional (responsabilidades, quem faz o que quando) PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 13. SLA SERVICE LEVEL AGREEMENT Definindo o acesso ao serviço Via Internet Sem garantia de desempenho Insegura SLA de terceiros Via linha privada Com garantia de desempenho “segura” Via VPN / Internet Sem garantia de desempenho “segura” PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 14. SLA SERVICE LEVEL AGREEMENT Definindo as Métricas O que medir ? Definir acessos/transações de referência Definir métricas Tempo de resposta (segundos) Disponibilidade (percentual) Taxa de backup/recovery (GB/s) Tempo de atendimento (minutos) Taxa de transferência (Kbps) Como Medir ? Através de acesso externo Logs de aplicações Ferramentas de gerenciamento PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 15. SLA SERVICE LEVEL AGREEMENT Definindo os níveis de Serviço Baseados nas métricas estabelecidas Separação por serviço/sub-serviço Indicar máximo total e por ocorrência Exemplo : Disponibilidade Número máximo de paradas x tempo por parada Max. De indisponibilidade no período de referência PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 16. SLA SERVICE LEVEL AGREEMENT Condições Gerais Penalidades em caso de não cumprimento Definir faixas de desconto/penalidade por quebra de SLA Definir condições especiais. Ex.: Lucros cessantes Prazo de referência e medição (mês, ano, etc.) Disponibilidades diferentes para prazos diferentes 4 horas/mês = 99,44% 4 horas/ano = 99,95% Definir condições para serviços/níveis adicionais Período de correção/observação após mudança (reenquadramento) PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 17. SLA SERVICE LEVEL AGREEMENT Contrapartida do Cliente Seguir procedimentos Respeitar prazos Respeitar limites dos processos Contribuir para a segurança Programar e informar alterações de sistemas Contribuir para a estabilidade do ambiente PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 18. SLA SERVICE LEVEL AGREEMENT SLM – Service Level Management É todo o processo de gerenciamento do acordo definido no SLA. É a definição de procedimentos, ações e procedimentos para garantia da execução do SLA PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 19. PROTOCOLOS E MODELOS DE INTERAÇÃO PARA SERVIÇOS NA WEB PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 20. PROTOCOLOS E MODELOS DE INTERAÇÃO PARA SERVIÇOS NA WEB Redes A evolução dos ambientes em TI O paradigma Cliente-Servidor LAN (local) e WAN (wide) Arpanet, originada em 1970 A origem da Internet (1983) divisão da Arpanet e Milnet (militar). PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld !
  • 21. PROTOCOLOS E MODELOS DE INTERAÇÃO PARA SERVIÇOS NA WEB Protocolos A comunicação entre 2 computadores ou 2 processos por uma rede de computadores é controlada por um conjunto de regras, chamado PROTOCOLO. Suas principais funções são : endereçamento, roteamento, detecção e recuperação de erro, controle de sequência e controle do fluxo. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 22. PROTOCOLOS E MODELOS DE INTERAÇÃO PARA SERVIÇOS NA WEB Protocolos Camada de NFS Sessão HTTP FTP SMTP TELNET DNS SNMP RPC Camada de TCP UDP transporte Camada de IP Rede PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 23. PROTOCOLOS E MODELOS DE INTERAÇÃO PARA SERVIÇOS NA WEB Protocolo cliente servidor Processo Cliente Processo Servidor Requisição Resposta TCP TCP IP IP Camada de Camada de Link de dados Link de dados - Estações - Servidor (++) - Faz requisições - Executa funcionalidades - Executa parte da - Não iniciam uma transação, aplicação aguardando requisições PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 24. PROTOCOLOS E MODELOS DE INTERAÇÃO PARA SERVIÇOS NA WEB Servidores e Processos 1 1 1 2 2 2 Fila Servidor Fila N N de N de Requisições Requisições threads do clientes clientes servidor Servidor com Único Processo Servidor com Diversos Processos PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 25. PROTOCOLOS E MODELOS DE INTERAÇÃO PARA SERVIÇOS NA WEB Estudo de caso 1 - Bits, Bytes e Tempos... 1 Byte = Código de 0 a 255, representado por 8 bits 1 Kbyte = 1.024 bytes 1 KByte x 1.024 = 1 MByte x 1.024 = 1 GByte Links de conexão, normalmente se medem em kbps ou mbps (kilobits e megabits) por segundo Para achar as taxas a partir de conversão de bytes, deve-se sempre multiplicar por 8 (byte -> bit) Quantos segundos consumirá a transferência de 50 figuras de 10 Kb em um link de 128kbps ? PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 26. PROTOCOLOS E MODELOS DE INTERAÇÃO PARA SERVIÇOS NA WEB Estudo de caso 1 - Bits, Bytes e Tempos... 1 Byte = Código de 0 a 255, representado por 8 bits 1 Kbyte = 1.024 bytes 1 KByte x 1.024 = 1 MByte x 1.024 = 1 GByte Links de conexão, normalmente se medem em kbps ou mbps (kilobits e megabits) por segundo Para achar as taxas a partir de conversão de bytes, deve-se sempre multiplicar por 8 (byte -> bit) Quantos segundos consumirá a transferência de 50 figuras de 10 Kb em um link de 128kbps ? = 31,25 segundos (50 x 10 x 8) / 128 PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld !
  • 27. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 28. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA Cenário A web é um organismo vivo, em constante expansão Principais fatores para crescimento dos serviços web : Migração de serviços tradicionais para Internet Criação de novos serviços virtuais Benefícios de escala e custo Acessibilidade Categorias : Colaboração Informativas Comunidades on Line Interativas Portais Transacional Fluxo de Trabalho PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 29. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA Estudo de Caso 2 – Revenda de Carro Planejamento de aumento progressivo de carga 10, 20 e 30% Consulta é a transação crítica 4 a 6 segundos perda de 60% transações Mais de 6 segundos perda de 95% transações Comissão por transação = R$ 360 Atual + Atual + Atual + Planejamento de Capacidade Atual 10% 20% 30% Consultas por dia 92.448 101.693 110.938 120.182 Tempo de Resposta (s) 2,9 3,8 5,7 11,3 Perda nas vendas (%) 0 0 Vendas por dia (afetada) 4.622 5.084 Receita diária não afetada (em R$ 1.000) 1.664 1.830 Receitas diárias afetadas (em R$ 1.000) 1.664 1.830 Receita diária perdida (em R$ 1.000) - - PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 30. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA Estudo de Caso 2 – Revenda de Carro O web site suportará o aumento de carga e preservará o tempo de resposta abaixo dos quatro segundos ? Se não suportar, em que ponto sua capacidade estará saturada e por que ? Quantos reais podem ser perdidos diariamente se o web site saturar quando a carga aumentar ? PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 31. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA Estudo de Caso 2 – Revenda de Carro Planejamento de aumento progressivo de carga 10, 20 e 30% Consulta é a transação crítica 4 a 6 segundos perda de 60% transações Mais de 6 segundos perda de 95% transações Comissão por transação = R$ 360 Atual + Atual + Atual + Planejamento de Capacidade Atual 10% 20% 30% Consultas por dia 92.448 101.693 110.938 120.182 Tempo de Resposta (s) 2,9 3,8 5,7 11,3 Perda nas vendas (%) 0 0 60 95 Vendas por dia (afetada) 4.622 5.084 2.219 300 Receita diária não afetada (em R$ 1.000) 1.664 1.830 1.997 2.163 Receitas diárias afetadas (em R$ 1.000) 1.664 1.830 799 108 Receita diária perdida (em R$ 1.000) - - 1.198 2.055 PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld !
  • 32. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA Estudo de Caso 2 – Revenda de Carro O web site suportará o aumento de carga e preservará o tempo de resposta abaixo dos quatro segundos ? Não Se não suportar, em que ponto sua capacidade estará saturada e por que ? Com 20% de aumento da carga. Pois a consulta ultrapassa 4 segundos e provoca desistência dos clientes. Quantos reais podem ser perdidos diariamente se o web site saturar quando a carga aumentar ? Após 30% de crescimento haverá perdas de mais de R$ 2 milhões PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld !
  • 33. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA Estudo de Caso 3 – Locadora de Veículos Migração de Mainframe para ambiente cliente servidor 500.000 veículos disponíveis 3.500 lojas espalhadas pelo território nacional 360.000 reservas/dia 60% das reservas ocorrem em um período de pico de 12 horas (216.000 reservas) Reservas por hora no pico = 18.000 Reservas por segundo no pico = 5 PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 34. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA Estudo de Caso 3 – Locadora de Veículos Motivos para a migração : Redução de custos de manutenção do mainframe Criar uma aplicação mais fácil para o usuário Inserção de interface gráfica para aumento da produtividade Melhorar a satisfação do cliente. Expectativas Os projetistas do novo ambiente precisam garantir no mínimo o mesmo desempenho da plataforma anterior... PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 35. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA Estudo de Caso 3 – Locadora de Veículos Que perguntas responder ? Que tipo de servidores devem ser usados nas lojas ? Número e tipo de processador, número e tipo de disco, sistema operacional, etc. Deve ser utilizado um software de monitoramento de transações ? Que tipo de servidores e sistemas de armazenamento serão usados na central de reservas ? Tipo e numero de processadores, quantidade de memória, número e tipo de discos, banco de dados, sistema operacional. Quais tecnologias de rede contemplarão o projeto ? Quais os tamanhos necessários ? Cuidados com as “simpatias” pessoais... PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 36. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA Estudo de Caso 3 – Locadora de Veículos Ambiente desejado Lojas de entrega de carros Loja Loja Estações Estações de de trabalho trabalho dos dos atendentes atendentes Servidor Servidor Central de Reserva Estações de Carros de trabalho dos REDE agentes de reserva REMOTA (WAN) Servidor de BD PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 37. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA Estudo de Caso 3 – Locadora de Veículos A Central de Reservas lida com 2 tipos de transações : Reservas e Pedidos de Assistência Tempo médio não deve exceder a 2 e 3 segundos Nas lojas, as 2 transações não devem exceder 3 segundos Com base na distribuição abaixo, identifique os componentes na estrutura : Desmembramento do tempo de resposta para transações de reserva enviadas pelas lojas Porcentagem Componente do tempo de resposta do total (%) Estação de trabalho do cliente nas lojas de aluguel de carro 5 LAN nas lojas de aluguel de carros 5 Servidor de aplicação na loja de aluguel de carros 25 Rede Remota 10 LAN na central de reservas 4 Servidor de banco de dados na central de reservas 51 PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 38. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA Estudo de Caso 3 – Locadora de Veículos Distribuição do tempo de resposta por recurso na transação Lojas de entrega de carros 5% Loja Loja Estações Estações de trabalho 5% de trabalho dos dos atendentes atendentes 25%Servidor Servidor Central de Reserva Estações de Carros de trabalho dos 4% GARGALO REDE agentes de reserva 10% é o componente REMOTA 51% onde a transação (WAN) Servidor de BD gasta a maior parte do seu tempo. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld !
  • 39. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA GARGALO É o componente onde a transação gasta a maior parte do seu tempo. As melhorias no tempo de resposta são limitadas pelo tempo gasto no gargalo. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 40. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA Estudo de Caso 3 – Locadora de Veículos O aumento no tempo de resposta não é linear com o aumento de carga Quando qualquer dos níveis de serviço for violado diz-se que a capacidade do sistema atingiu o ponto de Saturação. Ao identificar que haverá saturação, deve-se justificar em que componente ela ocorre e que ação deve ser tomada Tempos de resposta(s) para diversos valores de carga Carga Carga Carga Carga Transação atual atual + 5% atual + 10% atual + 15% Reserva na loja 1,28 1,67 2,45 5,06 Assistência na estrada 0,64 0,87 1,37 3,20 Entrega de carro 0,64 0,76 0,94 1,23 Reserva por telefone 0,85 1,16 1,82 4,24 Carga = taxa média de chegada da transação em tps (transações p/segundo) PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 41. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA Tempo de resposta Versus Carga 6,00 5,00 Tempo de Resposta (s) 4,00 3,00 2,00 1,00 0,00 Carga atual Carga atual + 5% Carga atual + 10% Carga atual + 15% Carga (tps) Reserva na loja Assistência na estrada Entrega de carro Reserva por telefone PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 42. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA Conceito de Planejamento de Capacidade Processo de prever quando os níveis futuros de carga saturarão o sistema e determinar o modo mais econômico de adiar a saturação do sistema ao máximo possível A previsão precisa considerar a evolução da carga de trabalho, devido às aplicações existentes e novas, e os níveis de serviços desejados PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 43. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA O que pode ocasionar a falta do Planejamento de Capacidade Indisponibilidade do serviço Desempenho abaixo do necessário para operar Perdas financeiras (Ex. Us$ 6,5 milhões por hora nas transações em cartões de crédito) Insatisfação dos clientes Atinge a imagem da empresa Demora para recuperação. Os procedimentos de expansão nem sempre são rápidos. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 44. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA Estudo de Caso 4 – Intranet de uma empresa 60.000 funcionários, interligados pela intranet, que permite treinamento, rh, despesas de viagem, help desk (atendimento de dúvidas) e notícias. Help Desk é a principal aplicação 10% dos funcionários enviam uma requisição ao Help Desk, em média, todos os dias. 70% das requisições entre 10 e 12:00 hs e de 14:00 as 16:00 hs. A empresa deseja mudar o SO dos desktops e isso deve dobrar o tempo de resposta. (60.000 x 10% x 70%) = 4.200 requisições durante 4 horas de pico Qual número de requisições/segundo atual no pico ? Quais possíveis alternativas de upgrade do ambiente ? PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 45. QUANDO O DESEMPENHO DA WEB É UM PROBLEMA Estudo de Caso 4 – Intranet de uma empresa 60.000 funcionários, interligados pela intranet, que permite treinamento, rh, despesas de viagem, help desk (atendimento de dúvidas) e notícias. Help Desk é a principal aplicação 10% dos funcionários enviam uma requisição ao Help Desk, em média, todos os dias. 70% das requisições entre 10 e 12:00 hs e de 14:00 as 16:00 hs. A empresa deseja mudar o SO dos desktops e isso deve dobrar o tempo de resposta. (60.000 x 10% x 70%) = 4.200 requisições durante 4 horas de pico Qual número de requisições/segundo atual no pico ? (4.200 / 4 / 3.600) = 0,29 requisições/segundo Quais possíveis alternativas de upgrade do ambiente ? Troca de CPU, Inclusão de mais CPU´s, colocação de mais discos, divisão de carga de trabalho, entre outras. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld !
  • 46. CONCEITOS BÁSICOS DE DESEMPENHO PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 47. CONCEITOS BÁSICOS DE DESEMPENHO Introdução A Infraestrutura que suporta a Internet se compõe de diferentes tipos de hardware : servidores, estações, dispositivos de armazenamento, Lans, Wans, balanceadores de carga e roteadores. Os vários tipos de processos de software compartilham esses recursos, gerando filas. Uma requisição na web gasta parte de seu tempo recebendo serviços dos recursos e outra parte nestas filas. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 48. CONCEITOS BÁSICOS DE DESEMPENHO Filas e Disputa A representação a seguir mostra um recurso enfileirando pedidos. O circulo representa um recurso (disco, rede, roteador, processador, etc) Fila de Recurso Espera Fila de Ao lado, um exemplo de Espera fila para recursos múltiplos. N recursos PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 49. CONCEITOS BÁSICOS DE DESEMPENHO Desmembramento do tempo de resposta Tempo de Resposta Tempo de Rede Tempo do Web Site Tempo de Latência Transmissão Tempo de Serviço Tempo de Fila CPU Discos LANs CPU Discos LANs PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 50. CONCEITOS BÁSICOS DE DESEMPENHO A idéia geral do tempo de resposta Tempo de resposta é todo o tempo da transação web. Se compõe de tempo de rede e tempo no web site. Tempo de transmissão é o total do tempo de transferência dos bytes trocados entre o navegador e o web site. O tempo gasto por um pedido aguardando para ter acesso a um recurso é tempo de espera. Tempo de serviço é o período de tempo durante o qual um pedido está recebendo serviço de um recurso. Um mesmo pedido pode visitar um recurso várias vezes (ex. I/O de disco, acesso a CPU). PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 51. CONCEITOS BÁSICOS DE DESEMPENHO Comparando tempos de Serviços por recurso Discos – tempo relativamente alto comparado à memória real. Sistemas de armazenamento replicáveis. Processadores – Grande desempenho, porém elevado nível de requisição. Redes – a composição das diferentes topologias e tecnologias utilizadas irão determinar a flutuação do desempenho (vide quadro seguinte). PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 52. CONCEITOS BÁSICOS DE DESEMPENHO Diferentes Tempos de redes envolvidos Lan 3 : Token Ring Cliente 16 Mbps Roteador 1 Roteador 2 Lan 2 : FDDI 100 Mbps Lan 2 : Ethernet 10 Mbps Servidor Web PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 53. CONCEITOS BÁSICOS DE DESEMPENHO Medidas de desempenho nos sistemas Web Tempo de Resposta – medida de desempenho de interesse para o usuário. Taxa de Processamento – mais interessante aos administradores de sistemas, reflete o número de transações realizadas por unidade de tempo (em servidores web, normalmente é HTTPos/s). Disponibilidade – reflete a fração de tempo que um site está em operação (manutenções programadas, paradas por falha,etc.). Custo – reflete custos envolvidos por unidade de processamento (ex. TPC-C). PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 54. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 55. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Fatores de impacto no desempenho Imprevisibilidade no crescimento de determinados recursos. Variação do tamanho (e carga) dos objetos utilizados em diferentes páginas/sites. Existência de grande número de robôs de coleta e teste na rede. Seis tópicos a examinar analisando desempenho : conteúdo, software do servidor, hardware, aplicação, largura de banda da rede e infra- estrutura. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 56. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Servidores Web Os servidores são a peça principal no cenário da Internet. Servidor de web Servidor de transação Servidor proxy Servidor de cache Servidor de gateway sem fio Servidores espelhados Servidores de e-mail PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 57. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Elementos de um servidor Web Servidor HTTP (sessão) Conteúdo : Conteúdo : - HTML TCP (transp) / - Gráficos IP (rede) • HTML - Áudio • Gráficos Sistema - Vídeo • Áudio Operacional - Outros • Vídeo • Outros HARDWARE PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 58. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB De Servidores a Serviços Os usuários não enxergam servidores, e sim serviços na Internet Os serviços podem ser ativados através de um requerimento de um browser, ou mesmo de uma aplicação específica Um serviço pode ser composto de diferentes tarefas executadas em diversos servidores O conjunto de servidores relacionados a um serviço estará diretamente relacionado ao desempenho daquele serviço. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 59. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Percepção do Desempenho (lembrando) Usuário : Tempo de resposta Rápido ! Gerente : Alta capacidade de processamento e Disponibilidade PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 60. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Mais Medições Tempo de Resposta Taxa de Processamento Disponibilidade Custo Erros por segundo Visitantes por dia Visitantes exclusivos Hits PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 61. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Qualidade de Serviço Gargalos de tráfego Performance de servidores Largura de banda Conexão entre redes Performance do armazenamento ... O usuário não enxerga nada disso Ele apenas quer o serviço RÁPIDO E DISPONÍVEL 7 x 24 PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 62. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Onde a qualidade está ameaçada ? Obtendo Endereço Apanhar Endereço Conectando Conectar Pedido Web Processando Processar Transmitindo Transmissão/Latência Componentes do atraso da Web PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 63. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Anatomia de uma transação Web Navegador Usuário Final Cliente Rede Servidor Clique Tempo de residência no servidor Retorno do cache Dados Exibição PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 64. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Gargalos À Medida que o número de clientes e servidores aumenta, o desempenho total é restrito pelo desempenho de alguns componentes, entre o cliente e servidor. Os componentes que limitam o desempenho do sistema são chamados de Gargalos. Identificar logo o gargalo é uma etapa importante da análise de desempenho. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 65. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Estudo de Caso 5 – Treinamento On line Uma indústria de produtos químicos dissemina imagens de estruturas moleculares via intranet. Cada classe tem 100 funcionários e 80% estão ativos simultaneamente. Realiza-se uma média de 100 transações por hora, com uma média de 5 imagens por transação. Cada imagem tem tamanho médio de 25.600 bytes. Uma banda de 1 Mb atenderia ? PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 66. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Estudo de Caso 5 – Treinamento On line Uma indústria de produtos químicos dissemina imagens de estruturas moleculares via intranet. Cada classe tem 100 funcionários e 80% estão ativos simultaneamente. Realiza-se uma média de 100 transações por hora, com uma média de 5 imagens por transação. Cada imagem tem tamanho médio de 25.600 bytes. Uma banda de 1 Mb atenderia ? Não (100 x 0,80) x 100/3600 x (5 x 25.600 x 8) = 2,28 Mbps PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld !
  • 67. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Infra-Estrutura da Web Usuário BACKBONE Servidores final ISP WEB Última Provedores de backbone, milha Caching, Redes de distribuição de Telefone, Balanceamento de Carga, conteúdo, DSL, Gerenciamento de MAEs e NAPs, Cabo largura de banda Proxy de Caching, Satélite Casa e Trabalho PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 68. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Arquiteturas de Servidor Servidor Web (http) Servidor de Aplicação Servidor de Banco de Dados Servidor de Streaming ... Servidores específicos (proprietários/appliances) PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 69. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Arquitetura de Servidor Simples Internet Roteador Firewall Servidor Web PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 70. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Arquitetura de Servidores em Múltiplas camadas REDE 1 REDE 2 REDE 3 REDE 4 Zona Desmilitarizada (DMZ) Internet Balanceador Servidores de Carga Servidores Servidores de Banco de Dados Web de Aplicação Ex. Mainframes PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 71. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Balanceamento de Carga Permite escalabilidade progressiva Permitem crescimento horizontal Normalmente menor custo de expansão Disponibilizam redundância Diminuem percepção de falhas PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 72. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Largura de Banda e Latência Largura de Banda ou taxa de transferência : é a taxa na qual os dados são transferidos através da rede (tamanho do cano !) Latência ou Retardo : tempo de transferência do dado (bit), do cliente até o servidor. Uma lan típica, dentro de um prédio tem latência de 1 ms. A latência aumenta com o maior número de pontos a trafegar na web e com a distância. Quanto mais perto o acesso, menor latência. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 73. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Estudo de Caso 6 – Web Site Publicações Um web site de publicações eletrônicas está dimensionando a capacidade do link Com base nos logs de acesso, observou-se que a média diária era de 1.000.000 de operações HTTP por dia. O tamanho médio de cada foi de 10.000 bytes. Qual largura de banda é necessária ? Se durante 2 horas, no horário de pico o volume dobrar ? PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 74. ASPECTOS DO DESEMPENHO DE SERVIÇOS NA WEB Estudo de Caso 6 – Web Site Publicações Um web site de publicações eletrônicas está dimensionando a capacidade do link Com base nos logs de acesso, observou-se que a média diária era de 1.000.000 de operações HTTP por dia. O tamanho médio de cada foi de 10.000 bytes. Qual largura de banda é necessária ? 1.000.000 / (24x60x60) x (10.000x8) = 926 Kbps segundos do dia tamanho em bits Se durante 2 horas, no horário de pico o volume dobrar ? 926 x 2 = 1.852 Kbps (não se dilui o máximo ao longo do dia) PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld !
  • 75. PLANEJANDO A CAPACIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 76. PLANEJANDO A CAPACIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB Capacidade Adequada Acordos de por exemplo, tempo de resposta <8s Clientes nível de serviço (SLA) por exemplo, servidor Tecnologias NT, BD Oracle Capacidade Gerência e padrões adequada especificados Restrições de custo por exemplo, custo inicial < $ 5,5 milhões custo manutenção < $ 1,6 milhão/ano PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 77. PLANEJANDO A CAPACIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB Capacidade Adequada Dizemos que um sistema Web possui capacidade adequada se os SLAs forem continuamente atendidos para uma tecnologia e padrões especificados, e se os serviços forem fornecidos dentro das restrições de custos. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 78. PLANEJANDO A CAPACIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB Uma metodologia de planejamento de capacidade Conhecimento do ambiente Desenvolvimento Caracterização de um da carga de trabalho modelo de custo Validação & Calibragem Modelo de carga do modelo de carga de trabalho de trabalho Previsão da carga de trabalho Modelo de custo Desenvolvimento do modelo de desempenho/disponibilidade Modelo de Calibragem do modelo Previsão Desempenho e de desempenho/disponibilidade disponibilidade de Custo Previsão de desempenho & disponibilidade Análise de custo/ Desempenho & Disponibilidade Plano de Configuração Plano de Pessoal Plano de Investimento PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 79. PLANEJANDO A CAPACIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB Conhecimento do Ambiente Descobrir que tipo de Hardware (cliente e servidores), Software (sistemas operacionais, aplicações e interfaces), conectividade de rede e protocolos de rede estão presentes no ambiente. Identificar períodos de pico de uso, estruturas de gerenciamento e SLA´s. Se realizará através de reuniões com usuários, auditorias, questionários, help-desk, documentos de planejamento, entrevistas e demais técnicas de levantamento. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 80. PLANEJANDO A CAPACIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB Elementos do Conhecimento do Ambiente Elemento Descrição Plataforma do Cliente Quantidade e tipo Plataforma do Servidor Quantidade, tipo, configuração e função Middleware Tipo (por exemplo, monitores de TP) SGBD Tipos Serviços/Aplicações Principais serviços na Web e aplicações aceitos Conectividade de rede Diagrama de conectividade da rede, mostrando todas as LAN´s, WAN´s, tecnologias de rede, roteadores, servidores, balanceadores de carga, firewalls e número de clientes por segmento de LAN Protocolos de rede Lista de protocolos utilizados Padrões de uso Períodos de pico (por exemplo, hora do dia, dia da semana, semana do mês, mês do ano) Acordos de nível de serviço SLA´s existentes para serviços na Web (quando não existirem SLA´s formais, os padrões do setor podem ser usados) Gerência e suporte da LAN Estrutura de suporte da gerência da LAN, tamanho, habilidade e atendimento aos usuários Procedimentos de aquisição Elementos do processo de aquisição, mecanismos de justificativa para aquisições, limites de gastos, mecanismos de autorização e duração do ciclo de aquisição. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 81. PLANEJANDO A CAPACIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB Carga de Trabalho Descrever com precisão a carga de trabalho global do sistema, em termos de seus componentes principais. Os componentes principais se decompõe em componentes básicos, que se caracterizam pela intensidade da carga (IC) ou demanda de serviço (DS). Carga de Trabalho Global Componente 1 da carga de trabalho Componente N da carga de trabalho (por exemplo, transações C/S) (por exemplo, acesso à Web) Componente Componente Componente Componente básico 1.1 básico 1.m básico n.1 básico n.k (por exemplo, (por exemplo, (por exemplo, (por exemplo, Transações Transações Treinamento Uso de motores de pessoal) de vendas) corporativo) de busca) PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 82. PLANEJANDO A CAPACIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB Exemplos de componentes de carga de trabalho Tipo de Componente básico e parâmetros parâmetro Transação de Vendas Número de transações enviadas por cliente IC Número de clientes IC Número total de I/Os ao BD de vendas DS Utilização de CPU no servidor de BD DS IC = Tamanho médio da mensagem enviada/recebida pelo servidor de BD DS Intensidade Treinamento Baseado na Web de carga Número médio de sessões de treinamento/dia IC Tamanho médio do arquivo de vídeo por sessão DS Tamanho médio dos documentos HTTP obtidos DS Tamanho médio dos arquivos de imagem obtidos/sessão DS Número médio de documentos obtidos/sessão DS DS = Utilização média de CPU do servidor Web DS Demanda Processamento de Correio de serviço Número de mensagens recebidas por dia por cliente IC Número de mensagens enviadas por dia por cliente IC Número de clientes IC Tamanho médio da mensagem DS Utilização de CPU pelo Mail Server DS PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 83. PLANEJANDO A CAPACIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB Validando modelos de carga de trabalho Ao construir um modelo são feitas abstrações. Deve-se realizar uma execução de carga de trabalho sintética, que permita identificar se o modelo está com distorção aceitável. Caso a margem não esteja de 10 a 30% deve- se submeter o modelo a um ajuste (ou calibragem) visando a validação do modelo. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 84. PLANEJANDO A CAPACIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB Modelos de Desempenho A previsão do desempenho é o processo de estimar as medições de desempenho de um sistema de computador para determinado conjunto de parâmetros : Parâmetros do sistema : Características que impactam no desempenho (balanceamento de carga, protocolos, numero de conexões simultaneas, capacidades do BD) Parâmetros do recurso : Caracteristicas próprias do recurso, que afetam o desempenho (tempo de disco, latência de rede, performance de CPU) Parâmetros da carga de trabalho IC (Intensidade da Carga) – carga imposta em unidades de trabalho que disputam recursos do sistema DS (Demanda de serviço) – tempo de serviço exigido por cada componente em cada recurso. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 85. PLANEJANDO A CAPACIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB Modelos de Desempenho A previsão do desempenho exige o uso de modelos, que podem ser : Simulação : programas de computador que imitam o comportamento de um sistema à medida que as transações fluem pelos diversos recursos simulados. Analítico : conjunto de fórmulas e/ou algoritmos de cálculo usados para gerar medições de desempenho a partir de parâmetros do modelo. À medida que mais elementos do modelo são representados com maiores detalhes, a precisão do modelo aumenta. Modelo aproximado : Modelo detalhado : Pouco esforço na Precisão do modelo de desempenho grande esforço na coleta de dados coleta de dados Baixa Precisão Alta Precisão PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 86. PLANEJANDO A CAPACIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB Estudo de Caso 7 – Precisão de Modelos de Desempenho Qual dos 2 apresenta maior precisão ? Rede de Filas Rede de Filas Servidor Web Corporativo de alto nível detalhada Discos Servidor Web Corporativo CPU´s Internet Internet Servidor de Servidor de e-mail E-mail Discos CPU´s PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 87. PLANEJANDO A CAPACIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB Validando um Modelo de Desempenho Um modelo será válido se as medições apresentadas pelo modelo se aproximarem das medições realizadas em tempo real. Modelo Sistema de Real desempenho Medições Cálculos Valores MEDIDOS para tempos Valores CALCULADOS para tempos de respostas, taxa de de respostas, taxa de processamento, utilizações, etc. processamento, utilizações, etc. Aceitável ? Calibragem do modelo PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 88. PLANEJANDO A CAPACIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB Modelo de Disponibilidade Os modelos de disponibilidade oferecem um meio de previsão da disponibilidade de um serviço na Web, com base na configuração de infra-estrutura utilizada e considerando a confiabilidade intrínseca dos componentes utilizados. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 89. PLANEJANDO A CAPACIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB Modelo de Custo Uma metodologia de planejamento de capacidade deve sempre considerar as principais origens do custo. Ao analisar os custos envolvidos em serviços Web, deve-se considerar também a possibilidade de aumento de tráfego em canais existentes, como suporte telefônico. Custos iniciais serão provenientes da montagem inicial da estrutura. Custos operacionais estão associados a manutenção e ampliação da base de hardware, software, links de comunicação, pessoal, treinamento, consultoria e outros. As medições de custo relativas se dão em moeda por alguma medida de capacidade do sistema (ex. reais por navegação por minuto, dólares/consulta/segundo.) PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 90. PLANEJANDO A CAPACIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB Análise de Custo/Desempenho Os modelos de custos e desempenho podem ser usados para avaliar diversos cenários e configurações : Deveríamos espelhar o web site para balancear a carga, reduzir o tráfego na rede e melhorar o desempenho ? Deveríamos substituir os servidores web existentes por outros mais rápidos ? Deveríamos usar uma rede de distribuição de conteúdo para oferecer imagens ? Deveríamos usar serviços de hospedagem de terceiros ? Para cada cenário, podemos prever qual será o desempenho de cada componente básico da carga de trabalho global e quais são os custos para o cenário. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 91. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 92. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO INTRODUÇÃO A melhor maneira de estudar desempenho é executar a carga de trabalho real e medir os resultados. Benchmarking é o principal método para medir o desempenho de uma máquina física real. É a execução de um conjunto de programas representativos em diferentes computadores e redes, medindo seus resultados. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 93. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO NATUREZA DOS BENCHMARKS Tempo e Velocidade são as medidas básicas de desempenho. O que um determinado benchmark está realmente testando ? Até que ponto o benchmark é semelhante à carga de trabalho do ambiente do usuário ? O que o benchmark está realmente medindo ? Benchmarks são boas ferramentas para comparação de sistemas, ao invés de ferramentas precisas para dimensionar ou planejar a capacidade de determinado serviço. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 94. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO HIERARQUIA DE BENCHMARKS Dividem-se em 2 categorias : Granularidade grande (ex. Medição de e- commerce) Benchmarks detalhados (ex. Velocidade de CPU) Hierarquias : Operações Básicas (+ - x / ) Benchmark de “brinquedo” (hanói, etc) Kernels (operações de cpu, parte de código real) Programas reais (pacotes de benchmark – SPEC e TPC) PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 95. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO HIERARQUIA DE BENCHMARKS Sistemas Programas Benchmark de Operações Kernels “brinquedo” básicas de reais computador Medições de Desempenho PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 96. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO BENCHMARKS COMUNS Grupos de usuários e pesquisas na web são boas fontes de informação atualizadas sobre vários tipos de benchmarks Para ser útil, um benchmark precisa ser : Relevante : ofereça medidas de desempenho significativas no domínio de problema específico Inteligível : simples e fáceis de entender Escalável : aplicáveis a grande variedade de sistemas, em custo, desempenho e configuração Aceitável : resultados imparciais, reconhecidos por usuários e fornecedores. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 97. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO SPEC (www.spec.org) SYSTEM PERFORMANCE EVALUATION CORPORATION Organização de fornecedores da indústria de informática, que desenvolve testes de desempenho padronizados (benchmarks) e publica resultados das análises. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 98. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO Membros (SPEC) 3DLabs * Advanced Micro Devices * Apple Computer, Inc. * ATI Research * Azul Systems, Inc. * BEA Systems * Borland * Bull S.A. * Dell * EMC * Exanet * Freescale Semiconductor, Inc. * Fujitsu Limited * Fujitsu Siemens * Hewlett-Packard * Hitachi Data Systems * Hitachi Ltd. * IBM * Intel * ION Computer Systems * Johnson & Johnson * Microsoft * Mirapoint * NEC - Japan * Network Appliance * Novell * NVIDIA * Openwave Systems * Oracle * Panasas * PathScale * The Portland Group * S3 Graphics Co., Ltd. * SAP AG * ServerWorks * SGI * Sun Microsystems * Super Micro Computer, Inc. * Sybase * Unisys * Verisign * Veritas Software * Zeus Technology * PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 99. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO TPC (www.tpc.org) TRANSACTION PROCESSING PERFORMANCE COUNCIL Corporação não-lucrativa, fundada para definir benchmarks de processamento de transações, banco de dados e comércio eletrônico. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 100. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 101. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO BENCHMARK DE CPU SPEC Projetado para medições de desempenho com cargas, em diferentes sistemas SPECxxxx, onde xxxx = geração 2 pacotes : int (calculos c/inteiros) e fp (ponto flutuante) Concentra-se em desempenho do processador e arquitetura de memória. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 102. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO CARGA DE TRABALHO P/SPECint Compactação Roteamento de circuito FPGA (Field Programmable Gate Array( Compilador C Otimização combinatória Jogo : xadrez Processamento de textos Visualização do computador Linguagem PERL Teoria de grupo, interpretador Banco de dados orientado a objeto Compactação Simulador de lugar e rota PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 103. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO ESTUDO DE CASO 7 : USANDO SPECint Um fornecedor anuncia um novo servidor web com processador e memória mais eficiente Afirma que com o novo servidor teremos melhora de 60% na performance Avaliando os resultados SPECint publicados, temos respectivamente 363 e 489 SPECint para o antigo e novo servidor Qual o ganho de performance SPECint ? PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 104. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO ESTUDO DE CASO 7 : USANDO SPECint Um fornecedor anuncia um novo servidor web com processador e memória mais eficiente Afirma que com o novo servidor teremos melhora de 60% na performance Avaliando os resultados SPECint publicados, temos respectivamente 363 e 489 SPECint para o antigo e novo servidor Qual o ganho de performance SPECint ? 489 / 363 = 1,35 ou 35% PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld !
  • 105. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO BENCHMARKS DE SERVIDORES WEB 3 mais utilizados : Webstone SPEC-Web SURGE (Scalable URL Reference Generator) Simulam clientes web. Geram requisições ao servidor de acordo com carga de trabalho especificada, recebem respostas e coletam as medições Importante lembrar que os benchmarks web apresentados utilizam ambiente de rede interna, diferente do mundo real na internet PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 106. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO SPECWEB99 Projetado para medir capacidade de um sistema de atuar como servidor Web Mede o número máximo de conexões simultäneas Carga de trabalho padrão inclui HTML estática e dinâmica, e suporte para HTTP 1.1 Para Unix ou NT Executa em vários clientes enviando requisições http e armazenando respostas Consolida respostas em cliente principal PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 107. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO SPECWEB99 – Carga de Trabalho Distribuição de requisições da carga Requisição % GET estático 70,00 GET dinâmico padrão 12,45 GET dinâmico padrão (CGI) 0,15 GET dinâmico personalizado 12,60 POST dinâmico 4,80 Tamanho de arquivo por classe e frequencia Classe Tam.Arquivo (KB) % de acesso 0 0-1 35 1 1-10 50 2 10-100 14 3 100-1.000 1 PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 108. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO ESTUDO DE CASO 8 – EMPRESA DE MÍDIA Empresa de mídia planeja reformular portal Administrador do sistema pretende utilizar SPECweb para estimar sistema que atenda carga inicial prevista Imagina-se como número de usuários simultaneos 10.000 Cada usuário (cliente) oscila entre 2 estados : apresentando resultados (pensando) e esperando pela resposta (execução da requisição) Aceitaram 4 segundos como tempo de resposta e 3 segundos como tempo de reflexão QUAL TAXA DE PROCESSAMENTO REQUERIDA ? PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 109. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO ESTUDO DE CASO 8 – EMPRESA DE MÍDIA Empresa de mídia planeja reformular portal Administrador do sistema pretende utilizar SPECweb para estimar sistema que atenda carga inicial prevista Imagina-se como número de usuários simultaneos 10.000 Cada usuário (cliente) oscila entre 2 estados : apresentando resultados (pensando) e esperando pela resposta (execução da requisição) Aceitaram 4 segundos como tempo de resposta e 3 segundos como tempo de reflexão QUAL TAXA DE PROCESSAMENTO REQUERIDA ? Taxa de Processamento = Clientes Simultaneos / (Tempo Resposta + Tempo de Reflexão) Taxa de Processamento = 10.000 / (4 + 3) = 1.429 reqs./segundo PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld !
  • 110. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO ESTUDO DE CASO 9 – EMPRESA DE MÍDIA (2) Agora deseja-se estimar o número médio de conexões simultâneas geradas pelos 10.000 clientes simultâneos. Considera-se que o tempo de resposta é = tempo de rede + tempo no website. Estima-se o tempo de rede em 1,2s. O tempo de website não deve ultrapassar 2,8 (4 – 1,2). Qual o número médio de conexões simultâneas? PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 111. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO ESTUDO DE CASO 9 – EMPRESA DE MÍDIA (2) Agora deseja-se estimar o número médio de conexões simultâneas geradas pelos 10.000 clientes simultâneos. Considera-se que o tempo de resposta é = tempo de rede + tempo no website. Estima-se o tempo de rede em 1,2s. O tempo de website não deve ultrapassar 2,8 (4 – 1,2). Qual o número médio de conexões simultâneas? Conexões Simultâneas = Requisições por Segundo x (Tempo de Resposta – Tempo de Rede) 1.429 x (4 – 1,2) = 1.429 x 2,8 = 4.001 PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld !
  • 112. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO ANALISANDO O ESTUDO DE CASO Examinando os resultados do benchmark SPECweb, pode-se encontrar um sistema que atenda aos requisitos de carga, ou seja : Número de conexões maior que 4.001 Taxa de Processamento maior que 1.429 requisições por segundo PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld !
  • 113. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO WEBSTONE Benchmark Cliente-Servidor configurável para HTTP. Usa parâmetros de carga e processa clientes, gerando tráfego HTTP. Projetado para medir a taxa de processamento máxima do servidor e o tempo de resposta médio para conexão com o servidor. Um processo mestre gera uma série de processos cliente, que geram as requisições HTTP. Ao término, o processo mestre consolida as informações de resumo de desempenho. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 114. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO WEBSTONE – Carga de Trabalho 4 Conjuntos de cargas sintéticas modelam as cargas de trabalhos reais. Parametros são : Número de clientes que solicitam páginas : A velocidade de solicitação de páginas no tempo que o servidor retorna (tempo de pensar = zero). Tipo de Página : tamanho de arquivo e frequência de acesso. Composição que indica probabilidade de acesso. Número de páginas disponíveis no servidor teste Número de máquinas cliente. Principais resultados : Taxa de processamento e latência PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 115. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO WEBSTONE – Resultados Típicos Métrica Valor Número Webstone 456 Número total de clientes 24 Número total de páginas recuperadas do servidor 4.567 Número total de erros 0 Número total de conexões com o servidor 12.099 Tempo médio por conexão (s) 0,0039 Tempo máximo por conexão (s) 0,0370 Quantidade total de bytes movidos 129.108.600 Taxa de processamento médio (bytes/s) 215.181 Tempo médio de resposta (s) 1,181 Tempo máximo de resposta (s) 18,488 PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 116. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO SURGE Um componente-chave de benchmark é a carga de trabalho. 2 técnicas são utilizadas : carga de trabalho real (amostragem) modelos matemáticos para representar características de carga SURGE se baseia nas 2 técnicas Um usuário é definido como um processo em loop que alterna entre fazer requisição HTTP e permanecer ocioso. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 117. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO SURGE (Características da carga de trabalho) Tamanhos de arquivo : distribuição de tamanho da coleção de arquivos armazenados no servidor Tamanhos de requisição : podem ser diferentes dos tamanhos de arquivo, devido à diferente popularidade Popularidade : distribuição das requisições baseadas em cada arquivo Referências embutidas : um objeto web é normalmente composto por diversos outros Localidade Temporal : probabilidade de novo acesso a um determinado objeto acessado anteriormente Tempos OFF : tempos ociosos, entre requisições. Pensar do usuário e análise e formatação do browser. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 118. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO BENCHMARKS DO SISTEMA Medem o sistema inteiro : processador, I/O, redes, banco de dados, compilador, sistema operacional Exemplo : Família TPC TPC divide-se em : TPC-C : OLTP (on line transaction processing) TPC-W : E-commerce TPC-H e TPC-R : simulam um sistema de suporte à decisão com grandes volumes de dados, sincronizado com bancos de dados de produção on-line. Utilizam consultas aleatórias, altamente complexas, projetadas para responder a algumas questões de negócios do mundo real, incluindo perguntas sobre preços e promoções, oferta e demanda, lucro e receita e participação de mercado. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 119. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO TPC-C Benchmark padrão do setor de processamento de transação on-line Modela uma aplicação que gerencia requisições para um fornecedor de atacado Carga de trabalho divide-se em : Nova requisição (45%) Pagamento (43%) Remessa (4%) Estado da Requisição (4%) Nível de estoque (4%) PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 120. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO Exemplo de Resultados do TPC-C Informação do Sistema Resultado Empresa X Sistema Y Processadores 4 Armazenamento total 2,61 Terabytes SGBD Microsoft SQL Sistema operacional Windows NT Monitor de Transação Microsoft COM + Custo total do sistema US$ 445.747 Taxa de processamento do TPC-C (tpmC) 34.600 Preço/desempenho $ 12,89 PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 121. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO TPC-C PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 122. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO TPC-C PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 123. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO ESTUDO DE CASO 10 – Companhia de Seguros Um gestor de TI de uma cia. de seguros quer fazer upgrade no software de banco de dados, visando atingir melhoria de performance de 30%. Buscanco nos benchmark TPC encontra que as taxas TPC-C dos softwares novo e antigo são, respectivamente 30.000 e 36.000. Haverá ganho desejado de 30% na migração ? PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 124. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO ESTUDO DE CASO 10 – Companhia de Seguros Um gestor de TI de uma cia. de seguros quer fazer upgrade no software de banco de dados, visando atingir melhoria de performance de 30%. Buscanco nos benchmark TPC encontra que as taxas TPC-C dos softwares novo e antigo são, respectivamente 30.000 e 36.000. Haverá ganho desejado de 30% na migração ? Percentual melhoria = Taxa novo software / taxa software antigo 30.000 / 36.000 = 1,2 ou seja 20% de melhoria PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld !
  • 125. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO TPC-W Trata da avaliação de sites que oferecem suporte a atividades de e-business Modelo de uma loja que vende produtos e serviços pela internet A métrica de performance é expressa em Interações da Web por segundo (WIPS – Web interactions per second) Número de itens no catalogo define escala: 10.000, 100.000, 1.000.000 e 10.000.000 itens. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 126. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO TPC-W Classifica as interações web em 2 categorias : Navegar (navegação e pesquisa) : home, navegar, selecionar, detalhe do produto e pesquisar. Pedir (pedido de produto) : carrinho, login, pedido de compra, confirmação de compra, pesquisa de pedido e exibição de pedido. Especifica 3 diferentes perfis de sessão : Mistura de navegação : 95 % Navegar e 5% Pedir Mistura de compra : 80% Navegar e 20% Pedir Mistura de requisição : 50% Navegar e 50% Pedir PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 127. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO Resultados do TPC-W Informação do Sistema Resultado Empresa X Sistema Y Escala 10.000 Processadores 4 SGBD Microsoft SQL Sistema operacional Windows NT Servidor HTTP Microsoft IIS Balanceador de Carga MS Windows DNS Server Motor de busca MS SQL Server FT Search Custo total do sistema US$ 211.214 Desempenho do TPC-W 3.130 Preço/desempenho US$ 67,50 PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 128. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO TPC-W (Resultados) Existem 2 tipos de métricas de desempenho Métrica de Taxa de Processamento WIPS : número médio de interações web por segundo em sessões do tipo Compra. wips@scale_factor (onde fator de escala é o número de itens no catálogo) WIPSb : número médio de interações nas sessões do tipo Navegar. WIPSo : número médio de interações nas sessões do tipo Pedir. Métrica de custo/taxa de processamento ($Wips) : Razão entre o Custo total do sistema em teste e o número de wips medido durante um intervalo de compra. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 129. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO TPC-W PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 130. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO TPC-W PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 131. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO TESTE DE DESEMPENHO Finalidade principal : entender o desempenho do serviço sob condições de determinada carga de trabalho Podem ser usados em todos estágios de desenvolvimento de serviços web, antes de entrar em operação Chave é simular o ambiente de produção e cenários de carga de trabalho, o mais próximo do mundo real. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 132. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO TIPOS DE TESTES DE DESEMPENHO Teste de CARGA : cria-se uma carga de trabalho simulada, imitando a operação normal estimada Teste de ESFORÇO : focaliza os cenários do pior caso e utiliza uma carga mais pesada do que o esperado Teste de PICO : teste sob condições muito específicas, quando a carga é muitas vezes maior que a média. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 133. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO METODOLOGIA PARA O TESTE Definir objetivos do teste DE DESEMPENHO Entender o Definir objetivos do teste : Grande influência em custos e ambiente esforço no projeto de teste. Exemplos : Especificar Determinar capacidade do servidor web o plano de teste Descobrir número máximo de usuários simultâneos em Definir a carga de um serviço web aceita Trabalho do teste Determinar a capacidade da aplicação Configurar o Identificar engarrafamentos na infra-estrutura ambiente de teste Identificar impacto da rede sobre tempo percebido pelo Executar os testes usuário final Descobrir capacidade do servidor de BD Analisar os Identificar as funções Web mais caras resultados do teste PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 134. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO METODOLOGIA PARA O TESTE Definir objetivos do teste DE DESEMPENHO Entender o Entender o ambiente : Descobrir o que compõe o cenário : ambiente Tipo de infra-estrutura (servidores e serviços de Especificar terceiros) o plano de teste Software (sistema operacional middleware e Definir a carga de aplicações) Trabalho do teste Conectividade de rede e protocolos estão presentes no Configurar o ambiente ambiente de teste Períodos de picos e SLA´s Executar os testes Entender a natureza da carga de trabalho e dos serviços oferecidos pelo sistema em teste Analisar os resultados do teste PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 135. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO METODOLOGIA PARA O TESTE Definir objetivos do teste DE DESEMPENHO Entender o Especificar o plano de teste : Identificar quais serviços na ambiente Web e funções devem ser testadas. Deve conter : Especificar Expectativas da equipe o plano de teste Cenários de carga de trabalho (otimista, pessimista) Definir a carga de Verificação de SLA Trabalho do teste Garantir o uso da mesma infra-estrutura do ambiente Configurar o de produção ambiente de teste Determinar como as variáveis de entrada são Executar os testes controladas ou alteradas Determinar o grau desejado de confiança nas Analisar os medições resultados do teste PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 136. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO METODOLOGIA PARA O TESTE Definir objetivos do teste DE DESEMPENHO Entender o Especificando a carga de trabalho do teste : planejar um ambiente cenário de aplicação que sejam típicas do serviço na web. Especificar Ex. Comportamento dos usuários. Geração de scripts o plano de teste com perfis diferentes por grupo Definir a carga de Compradores ocasionais e frequentes Trabalho do teste O primeiro grupo representa clientes que Configurar o usam lojas web para pesquisa de novos ambiente de teste produtos e tarifas, mas na maioria das vezes não compram pela web Executar os testes O segundo grupo com clientes com grande Analisar os probabilidade de comprar se achar produto resultados que lhes interesse. do teste PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 137. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO METODOLOGIA PARA O TESTE Definir objetivos do teste DE DESEMPENHO Entender o Configurar o ambiente de teste : uma instalação de teste foi ambiente disponibilizada, para permitir a execução dos testes, antes Especificar da distribuição. Uma ferramenta de teste de esforço foi o plano de teste selecionada para permitir a simulação de usuários. Entre Definir a carga de os requisitos para teste do sistema é preciso verificar o Trabalho do teste seguinte : Licença do fornecedor de teste de carga para o Configurar o ambiente de teste número de usuarios simultaneos a serem testados Ferramentas de monitoração de desempenho para Executar os testes servidores web, servidores de aplicação, sistema de banco de dados e redes. Analisar os resultados do teste PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 138. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO METODOLOGIA PARA O TESTE Definir objetivos do teste DE DESEMPENHO Entender o Executar os testes : ambiente Executar o plano de teste especificado Especificar Submeter os scripts de teste pré-definidos o plano de teste Ajustar os testes com base nos resultados da última Definir a carga de rodada de testes realizados (calibragem do teste) Trabalho do teste Configurar o ambiente de teste Executar os testes Analisar os resultados do teste PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 139. BENCHMARKS E TESTES DE DESEMPENHO METODOLOGIA PARA O TESTE Definir objetivos do teste DE DESEMPENHO Entender o Analisar os resultados do teste : ambiente Examinar tendências versus objetivo do teste Especificar Relacionar medições de desempenho o plano de teste Desenvolver recomendações à gerência Definir a carga de Avaliar tempos de respostas, buscando identificar Trabalho do teste problemas de desempenho específicos Configurar o ambiente de teste Executar os testes Analisar os resultados do teste PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 140. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 141. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB INTRODUÇÃO A instalação de serviços na web tem se tornado rotina e muitas vezes realiza-se em tempo abaixo do necessário. A grande agilidade de implantação pode levar os projetos a serem executados sem todos os cuidados e testes necessários, levando a vulnerabilidades no desempenho, segurança e disponibilidade do site. Vários são os motivos que levam sites a se tornarem indisponíveis, incluindo falhas de hardware e software, conectividade de redes e até mesmo ataques de negação de serviço (Dos – Denial of Service) ou DDos. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 142. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB PORQUE E COMO OS SISTEMAS FALHAM Existem muitos motivos para um sistema de computador falhar É importante categorizar os diferentes tipos de falhas Analisaremos as falhas sob as seguintes dimensões : Duração Efeito Escopo PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 143. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB DURAÇÃO DA FALHA Falhas Permanentes : Sistema que falha sem possibilidade de reparos. Ex. Aeronave não tripulada Falhas Recuperáveis : Existe a possibilidade de reativação, após recuperação da falha. Ex. site que sai do ar por conta do link. Falhas Transientes : Caracterizadas por ter duração curta e não exigir grande reparo. Ex. Roteadores ou servidores que retornam ao ser reinicializados. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 144. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB EFEITO DA FALHA Falhas Funcionais : Sistema que não opera de acordo suas especificações. Ex. Livraria on-line, que não apresenta descrição de um livro. Falhas de desempenho : Ainda que o sistema execute suas funções, não são executadas a tempo. Ex. site de busca que detalha demasiadamente uma pesquisa, retornando alguns minutos depois. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 145. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB ESCOPO DA FALHA Falha Parcial : Alguns serviços oferecidos se tornam indisponíveis, enquanto outros ainda podem ser usados. Falha Total : Rompimento total de todos os serviços oferecidos pelo sistema. Interrupções de energia poderiam fazer um web site ficar completamente parado. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 146. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB CONFIABILIDADE E DISPONIBILIDADE Confiabilidade : É a probabilidade de que o sistema esteja funcionando correta e constantemente por um período de tempo determinado. Disponibilidade : Baseia-se na noção de que um componente (ou sistema) alterna por períodos em que está operacional (ou períodos ativos) e períodos em que está parado (ou período inativo). PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 147. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB TEMPOS E FALHAS MTTF – Mean Time to Failure (Tempo médio para falha) MTTR – Mean Time to Recover (Tempo médio p/recuperação) MTBF – Mean Time Between Failures (Tempo médio entre falhas) MTTF MTTR ativo inativo ativo MTBF Falha n Falha n +1 PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 148. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB 9´s NA DISPONIBILIDADE Os sistemas se classificam baseados no número de 9´s que apresentam como disponibilidade : Classe de Indisponível disponibilidade Disponibilidade (min/ano) Tipo de Sistema 1 90,0% 52.560 Não controlado 2 99,0% 5.256 Controlado 3 99,9% 526 Bem controlado 4 99,99% 52,6 Tolerante a falhas 5 99,999% 5,3 Altamente disponível 6 99,9999% 0,53 Muito altamente disponível 7 99,99999% 0,053 Ultradisponível PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 149. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB MELHORANDO OS TEMPOS Existem duas maneiras de melhorar a disponibilidade : Reduzindo a frequência de falhas (+MTTF) Reduzindo o tempo de recuperação (- MTTR) Tempo para detectar a falha Tempo para diagnosticar a causa da falha Tempo para determinar possíveis soluções Tempo para corrigir o problema (Log - Histórico de recuperações passadas auxiliam na diminuição do MTTR) PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 150. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB ESTUDO DE CASO : WEB SRV (APP + BD) Considere um web site composto de dois servidores web : um de aplicação e um de banco de dados Supondo que os dados históricos mostrem que o servidor de aplicação é reinicializado a cada 20 dias em média, ficando por um período de 10 minutos indisponível. Qual a disponibilidade do servidor de aplicação ? PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 151. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB ESTUDO DE CASO : WEB SRV (APP + BD) Considere um web site composto de dois servidores web : um de aplicação e um de banco de dados Supondo que os dados históricos mostrem que o servidor de aplicação é reinicializado a cada 20 dias em média, ficando por um período de 10 minutos indisponível. Qual a disponibilidade do servidor de aplicação ? MTTF = 20x24x60 = 28.800 Disponibilidade = MTTF / ( MTTF + MTTR) Disponibilidade = 28.800 / ( 28.800 + 10) = 0,99965 PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld !
  • 152. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB CONFIABILIDADE E DISPONIBILIDADE (II) Confiabilidade : É a probabilidade de que o sistema esteja funcionando correta e constantemente por um período de tempo determinado. Disponibilidade : Baseia-se na noção de que um componente (ou sistema) alterna por períodos em que está operacional (ou períodos ativos) e períodos em que está parado (ou período inativo). “Quando a operação de determinado sistema exige que o período de tempo com bom funcionamento aproxime-se de infinito, a confiabilidade torna-se disponibilidade.” PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 153. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB CONFIABILIDADE EM SISTEMAS DE COMPONENTES Um sistema baseado em componentes apresentará a confiabilidade produto de seus itens Ex : um web site composto por : Servidor Web : 0,9 Servidor de aplicação : 0,95 Servidor de banco de dados : 0,99 0,9 x 0,95 x 0,99 = 0,84645 “A probabilidade de um evento expresso como a interseção dos eventos independentes é o produto das probabilidades dos eventos independentes” (teoria da probabilidade) PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 154. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB ESTUDO DE CASO : Aumentando Disponibilidade Considerando o exemplo anterior, determine o aumento da disponibilidade no site melhorando 0,05 no componente de maior impacto na disponibilidade geral Lembrando : 0,9 x 0,95 x 0,99 = 0,84645 Servidor Web : 0,9 Servidor de aplicação : 0,95 Servidor de banco de dados : 0,99 PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 155. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB ESTUDO DE CASO : Aumentando Disponibilidade Considerando o exemplo anterior, determine o aumento da disponibilidade no site melhorando 0,05 no componente de maior impacto na disponibilidade geral Lembrando : 0,9 x 0,95 x 0,99 = 0,84645 Servidor Web : 0,9 Servidor de aplicação : 0,95 Servidor de banco de dados : 0,99 SERVIDOR WEB PASSA PARA 0,95 0,95 x 0,95 x 0,99 = 0,89348 PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld !
  • 156. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB REDUNDANDO COMPONENTES A medida que mais componentes são acrescentados ao sistema, mais cai a confiabilidade total do sistema O uso de componentes em paralelo é uma das formas mais comuns de usar a redundância para melhorar a confiabilidade PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 157. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB ESTUDO DE CASO : SIMULANDO AMBIENTE Basic Data Number Reliability Load Balancer 1 0,9999 0,999900 Web server 5 0,85 0,999924 DB Server 2 0,99 0,999900 Site Avail. 0,999724 PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 158. DISPONIBILIDADE DOS SERVIÇOS NA WEB DESEMPENHO E DISPONIBILIDADE O desempenho, medido como tempo de resposta, está bastante relacionado à disponibilidade Sistemas que utilizem vários servidores distribuindo carga para aumentar a disponibilidade afetarão no desempenho, a medida que parte dos recursos se tornem indisponíveis. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 159. MEDIÇÃO DO DESEMPENHO PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 160. MEDIÇÃO DO DESEMPENHO INTRODUÇÃO A Medição de desempenho é um aspecto fundamental no processo de garantia dos SLA´s Medindo desempenho reune-se dados para análise e modelagem de desempenho Ao iniciar a medição, refletir : Quais fontes dos dados de desempenho ? Quais ferramentas disponíveis ? Quais técnicas para cálculo dos parâmetros de entrada do modelo ? PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 161. MEDIÇÃO DO DESEMPENHO ESTRUTURA DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO A estrutura deverá oferecer uma série de dados de medição, exigidos pelas 3 funções de gerenciamento de desempenho : Detecção de problemas operacionais Ajuste de desempenho Planejamento de capacidade Observar : Medição de Infraestrutura (partes) Medição de Aplicação (todo o ciclo) PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 162. MEDIÇÃO DO DESEMPENHO ARQUITETURA DE MEDIÇÃO Banco Servidor de dados Web Internet Rede Corporativa G F E H Infra-estrutura de serviço na web Backbone ISP´s D Usuário Usuário B Backbone Aplicação A Usuário A e B = medições percebidas pelos usuários Ponto de teste Local onde a D = Inspeção de tráfego na rede medição é realizada E = S.O. medindo performance dos servidores F = API monitorando tempo de resposta da Aplicação Agente de Medição G = Análise de todo fluxo da rede Quem realiza a medição H = Wan ou coleta de dados. Pode ser ativo ou passivo. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 163. MEDIÇÃO DO DESEMPENHO PROCESSO DE MEDIÇÃO Quais recursos mais usados em um sistema ? Qual a largura de banda usada na rede ? Que tempo consumiu a CPU das estações clientes ? Qual tempo médio de uma transação, de ponta a ponta ? Quanto tempo o servidor de e-mail consome diariamente ? Quanto da largura de banda da rede está sendo consumida por acesso a internet ? MEDIÇÃO : OBSERVAR A OPERAÇÃO DE UM SISTEMA POR UM PERÍODO DE TEMPO, REGISTRANDO VARIÁVEIS RELEVANTES PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 164. MEDIÇÃO DO DESEMPENHO REPRESENTAÇÃO DO PROCESSO DE MEDIÇÃO Especificar Medições Especificar Medições : Decidir sobre as variáveis a serem medidas. Especificar pontos de teste Exemplo 1 : Rede Ethernet. Medições de pacotes e colisões por segundo Instrumentar Exemplo 2 : Aplicação de Streaming. e coletar dados Qual a qualidade do sinal desejada na mídia ? Analisar e transformar dados PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 165. MEDIÇÃO DO DESEMPENHO REPRESENTAÇÃO DO PROCESSO DE MEDIÇÃO Especificar Medições Especificar Pontos de teste : Determinar onde os dados de desempenho serão Especificar coletados. pontos de teste Como exemplo, é possível determinar que o ponto de partida deve coletar Instrumentar e coletar dados dados sobre o tráfego que atravessa a LAN onde os servidores Web estão Analisar localizados. e transformar dados PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 166. MEDIÇÃO DO DESEMPENHO REPRESENTAÇÃO DO PROCESSO DE MEDIÇÃO Especificar Medições Instrumentar a coleta de dados : Depois de selecionar as variáveis a serem observadas, Especificar deve-se distribuir ferramentas de medição pontos de teste para monitorar o sistema. Dependendo das medições definidas, Instrumentar e coletar dados pode-se ter de instalar várias ferramentas de medição, por diferentes Analisar pontos da web. e transformar dados PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 167. MEDIÇÃO DO DESEMPENHO REPRESENTAÇÃO DO PROCESSO DE MEDIÇÃO Especificar Medições Analisar e transformar dados : As ferramentas de medição normalmente Especificar reúnem quantidades muito grandes de pontos de teste dados brutos, que correspondem a uma observação detalhada do sistema. Esses Instrumentar e coletar dados dados precisam ser analisados e transformados em informações Analisar significativas. Exs.tamanhos médios, e transformar numero de acessos, popularidade de dados arquivos, etc. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 168. MEDIÇÃO DO DESEMPENHO MEDIÇÃO POR EVENTO Monitores orientados a evento geram um registro toda vez que ocorre um evento dentro de um conjunto de tipos determinados Um evento normalmente muda o estado do sistema, que é especificado por um conjunto de variáveis Ao ser detectado determinado evento um código especial chama uma rotina que gera informações como data, hora, tipo de evento, etc PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 169. MEDIÇÃO DO DESEMPENHO MEDIÇÃO POR RASTREAMENTO Semelhante a “Medição por evento”, só que gera um registro do evento ocorrido e do estado do sistema no momento. Exemplo : Ao invés de só contar erros de transmissão, o rastreamento registraria o estado do sistema com as causas do erro. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 170. MEDIÇÃO DO DESEMPENHO MEDIÇÃO POR AMOSTRAGEM As informações dos sistemas são coletadas em instantes predefinidos Ao invés de ocorrer por evento, ocorrem em instante pré-determinado, especificado no início da sessão de monitoração Provoca impacto no resultado da medição (overhead). Se as amostragens forem maiores, maior overhead e menor precisão Quanto maior a precisão, maior o overhead Normalmente utilizam-se monitores (Hw/Sw) e logs PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 171. CONCLUSÃO PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 172. CONCLUSÃO CENÁRIO Maturidade no nível de utilização da web Cada vêz mais a previsibilidade de crescimento é necessária Desafio de atender a crescente demanda de ambientes cada vez mais solicitados pela sociedade, contemplando : Disponibilidade Segurança Confiabilidade PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 173. CONCLUSÃO CARACTERÍSTICAS DOS SERVIÇOS WEB Os serviços web apresentam hoje : Larga escala e complexidade Heterogeneidade Operação e gerenciamento distribuído Propriedades a considerar nos projetos : Confiança e segurança (missão crítica) Escalabilidade (poder crescer quando precisa) Disponibilidade e Confiabilidade (on-line sempre) PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 174. CONCLUSÃO TÉCNICAS BASEADAS EM MODELOS O trabalho de avaliação de desempenho pode ser distribuído em modelos : Carga de trabalho Desempenho Disponibilidade Teoria das filas, análise operacional e probabilidades Tempos de serviço e tempos de espera Importante modelo de Custos ... PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 175. CONCLUSÃO PESQUISA Os problemas de desempenho vividos pelo gestor de hoje podem ser parecidos com o gestor de outra organização Vários modelos e trabalhos de pesquisa disponíveis em livros e Internet Não existe um modelo de desempenho personalizado. PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld
  • 176. OBRIGADO ! PÓS EM GESTÃO DA TI - AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO – C.E.F. – 2005 – Rafael Sommerfeld

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