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  • 1. 1 Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 2. 2 Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011
  • 3. 3 Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 4. Editorial 4 Expediente: Conselho Editorial: Antonio Eduardo Tonielo Augusto César Strini Paixão Clóvis Aparecido Vanzella Manoel Carlos de Azevedo Ortolan Manoel Sérgio Sicchieri Oscar Bisson Editora: Cristiane Barão – MTb 31.814 Jornalista Responsável: Carla Rossini - MTb 39.788 Projeto gráfico e Diagramação: Rafael H. Mermejo Equipe de redação e fotos: Carla Rodrigues - MTb 55.115 Marília F. Palaveri Rafael H. Mermejo Comercial e Publicidade: (16) 3946-3311 - Ramal: 2008 comercial@revistacanavieiros.com.br atendimento@revistacanavieiros.com.br Impressão: São Francisco Gráfica e Editora Ltda Tiragem: 11.000 exemplares ISSN: 1982-1530 A Revista Canavieiros é distribuída gratuitamente aos cooperados, associados e fornecedores do Sistema Copercana, Canaoeste e Cocred. As matérias assinadas são de responsabilidade dos autores. A reprodução parcial desta revista é autorizada, desde que citada a fonte. Endereço da Redação: A/C Revista Canavieiros Rua Dr. Pio Dufles, 532 Sertãozinho – SP - CEP:- 14.170-680 Fone: (16) 3946 3311 - (ramal 2190) www.revistacanavieiros.com.br Mudanças a vista I nício de ano, de safra, de um novo governo: são sinônimos de mudanças. Mudanças que todos os brasileiros e produtores esperam. O deputado federal, Duarte Nogueira, que é o novo líder do PSDB da oposição ao governo de Dilma Rousseff, é o entrevistado deste mês, ele falou sobre promover debates em favor de reformas estruturantes, as mudanças do Código Florestal, os gargalos do agronegócios e a transformação do etanol em uma commodity. Nogueira ainda afirmou que o Custo Brasil é o grande entrave do produto brasileiro e criticou o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). A reportagem de capa traz a inauguração da nova agência da Sicoob Cocred de Sertãozinho, que agora está localizada na Rua Expedicionário Lellis, nº 1142, no Centro da cidade e conta com uma estrutura completamente adequada para atender todas as necessidades dos cooperados. Um café da manhã e as bênçãos do padre Sérgio Carmona deram as boas vindas aos cooperados que prestigiaram as novas instalações da cooperativa de crédito. armazenadoras, e a Uname foi aprovada em todos os requisitos técnicos e operacionais exigidos pela legislação imposta pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Ainda em Notícias Copercana é possível conferir os resultados obtidos na gestão pós-consumo de embalagens vazias de agrotóxicos, a importância do trabalho realizado pelos cooperados do Sistema Copercana, Canaoeste e Sicoob Cocred, já que apenas em 2010, foram recolhidas 71 toneladas de embalagens. As Notícias Canaoeste deste mês mostram a dinâmica de Campo realizada na Fazenda Santa Rita em parceria com a Basf. O objetivo do evento foi apresentar aos associados da Canaoeste da região de Bebedouro, Viradouro e Severínia, novas variedades de cana-de-açúcar. Durante o encontro, os produtores puderam tirar dúvidas e conversar com os agrônomos da equipe Canaoeste, IAC, CTC e Basf. Em Notícias Copercana o leitor conhecerá o novo centro de distribuição da cooperativa, que está em operação desde setembro de 2010 com o objetivo de melhorar o armazenamento e distribuição dos produtos. O Ponto de Vista deste mês é assinado pelo deputado federal Aldo Rebelo, e recebeu o título “A verdade morro abaixo, o Código Florestal e as enchentes no Rio de Janeiro”. Rebelo faz uma crítica a matéria publicada pelo jornal Folha de São Paulo, edição de 16 de janeiro (Revisão do Código Florestal pode legalizar área de risco e ampliar chance de tragédia). A Uname (Unidade de Grãos da Copercana) comemora o recebimento do Certificado de Unidades Armazenadoras, em janeiro deste ano. A certificação é obrigatória para as unidades O leitor também pode conferir as Informações Setoriais, os Assuntos Legais, as exportações do agronegócio paulista e brasileiro, eventos e o classificados. RC www.twitter.com/canavieiros Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011 redacao@revistacanavieiros.com.br Boa leitura! Conselho Editorial
  • 5. 5 Ano V - Edição 56 - Fevereiro de 2011 Índice: Capa - 22 Agência da Sicoob Cocred de Sertãozinho de “Casa Nova” A mudança de endereço vai melhorar toda a estrutura de atendimento aos cooperados E mais: Exportações .................página 08 06 - Entrevista Duarte Nogueira Deputado Federal e novo líder do PSDB Provocar debates e cobrar compromissos Circular Consecana .................página 16 30 - Ponto de Vista Informações Setoriais .................página 26 Aldo Rebelo Deputado Federal O Código Florestal e as enchentes no Rio de Janeiro 10 - Notícias Copercana Assuntos Legais - Uname recebe certificado de unidades armazenadoras - Novo Centro de Distribuição - Embalagens vazias de agrotóxicos: consciência dos envolvidos é referência mundial 18 - Notícias Canaoeste .................página 28 Cultura - Canaoeste realiza dinâmica de Campo na Fazenda Santa Rita - Canaoeste realiza Assembleia Geral Ordinária .................página 32 24 - Notícias Sicoob Cocred - Balancete Mensal Agende-se 19 - Novas Tecnologias .................página 33 Digilab é a nova tecnologia que está disponível aos associados Microscópio digital, capaz de aumentar a imagem em até 200 vezes, o equipamento traz um software com um vasto banco de dados e imagens das principais doenças. Classificados .................página 34 Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 6. 6 Entrevista com: Duarte Nogueira Carla Rossini Em seu segundo mandato como Deputado Federal, Duarte Nogueira é o novo líder do PSDB da oposição ao governo de Dilma Rousseff. A Revista Canavieiros entrevistou por e-mail o deputado, que falou sobre promover debates em favor de reformas estruturantes, as mudanças do Código Florestal, os gargalos do agronegócios e a transformação do etanol em uma commodity. Nogueira ainda afirmou que o Custo Brasil é o grande entrave do produto brasileiro e criticou o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o qual considera “uma peça de propaganda, sem resultados práticos”. Confira a íntegra da entrevista. Provocar debates e cobrar compromissos Revista Canavieiros: Deputado, como será o seu trabalho, agora como novo líder do PSDB, nesse segundo mandato na Câmara Federal? Duarte Nogueira: Nossa tarefa será orientar a bancada, composta por 53 parlamentares, e fazer uma oposição responsável, porém combativa. Costumo dizer que é tão patriótico ser oposição como estar no governo e o nosso papel será o de fiscalizar as ações do Executivo, cobrar o cumprimento dos compromissos assumidos durante a campanha eleitoral e provocar o debate dos temas importantes para o país. “...é tão patriótico ser oposição como estar no governo e o nosso papel será o de fiscalizar as ações do Executivo, cobrar o cumprimento dos compromissos assumidos em campanha...” já deu, neste início de governo, sinal de desânimo em relação às reformas. No entanto, entendemos que elas são Revista Canavieiros: Como líder da oposição ao governo de Dilma Rousseff, quais serão os desafios que devem ser enfrentados? Nogueira: Nós, da oposição, vamos provocar o debate das reformas estruturantes – tributária, política, previdenciária, trabalhista, que caminhem na direção da redução da carga tributária. O cidadão não aguenta mais pagar tanto imposto e não receber nada em troca. A presidente Dilma Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011 fundamentais para o desenvolvimento sustentável do país e vamos cobrar sua discussão. Também defendemos o salário mínimo de R$ 600,00 e o reajuste da tabela do imposto de renda de 5,9%, equivalente à inflação do ano passado. Esses foram os primeiros pontos que defendemos no início dos trabalhos do Congresso Nacional. Revista Canavieiros: O senhor é membro da Comissão Especial do Código Florestal, que continua sendo o motivo de discussões entre agricultores e ambientalistas. Nogueira foi um dos deputados presente na Audiência Pública de Ribeirão Preto, em fevereiro de 2010, para discutir as mudanças do Código Florestal
  • 7. 7 Como estão sendo conduzidos os trabalhos em relação as mudanças no Código Florestal? Nogueira: Sim. Nós fizemos parte da Comissão Especial e até tivemos a oportunidade de promover uma audiência pública para discutir o assunto em Ribeirão Preto, em fevereiro do ano passado. Foi, sem dúvida, uma das mais importantes audiências públicas realizadas tanto pela qualidade do debate e das sugestões apresentadas como pela participação de todos os setores envolvidos. A nossa expectativa é que o relatório aprovado pela Comissão Especial entre em votação no plenário da Câmara na segunda quinzena de março. Mesmo porque no dia 11 de junho vence o prazo para a averbação da reserva legal. Por isso, a discussão precisa ser célere para não prejudicar o produtor e a produção agropecuária brasileira. “... o mais interessante é que, ao fazer um balanço das reivindicações feitas na campanha eleitoral de 2006, quase nada do que havia sido proposto pelo então candidato à reeleição Lula, tinha sido feito.” Paulo, ouviu as propostas de todos os candidatos. E o mais interessante é que, ao fazer um balanço das reivindicações feitas na campanha eleitoral de 2006, quase nada do que havia sido proposto pelo então candidato à reeleição Lula, tinha sido feito. Revista Canavieiros: Existe um desafio de transferir para o campo, as tecnologias geradas em laboratórios. Isso prejudica a expansão do setor? Como resolver? Nogueira: O investimento em pesquisa é um item de primeira grandeza para a competitividade do agronegócio. O Brasil tem importantes centros de pesquisa, mas deveria investir mais. Revista Canavieiros: Como tornar os produtos gerados pela agricultura brasileira mais competitivos no exterior? Nogueira: Resolvendo os gargalos que subtraem competitividade dos produtores brasileiros e que abordamos há pouco – reduzir a carga tributária, melhorar a infraestrutura, investir em pesquisa agropecuária, modernizar a política de crédito rural, expandir o seguro rural. O chamado Custo Brasil é o grande entrave do produto brasileiro. Revista Canavieiros: Segundo a CNA, o PIB do agronegócios deve crescer entre 3,5 e 4% em 2011. Isso é uma demonstração de que a crise foi superada e o setor está recuperado? Nogueira: Sem dúvida. O agronegócio continua sendo o fiel da balança comercial brasileira apesar de todos os gargalos que enfrenta – alta carga tributária, infraestrutura precária, falta de uma política de garantia de preços e renda, de uma política agrícola moderna, além da insegurança jurídica no campo. O produtor está fazendo a sua parte, apesar do imobilismo do governo. E os horizontes são positivos em termos de demanda por alimentos e preços. Revista Canavieiros: O agricultor brasileiro sofre com a falta de políticas públicas que lhe assegurem uma produção rentável. Como o senhor pretende trabalhar essa questão? Nogueira: Provocando o debate com o governo e cobrando que os compromissos de campanha sejam cumpridos. Ainda durante a campanha eleitoral, a Abag, em seu congresso anual em São entanto, se observarmos o desempenho do programa desde 2007, quando ele foi implantado, muito pouco dos investimentos anunciados são efetivamente utilizados. Isso mostra uma incapacidade gerencial do governo e que o PAC, na verdade, nada mais é do que uma peça de propaganda, sem resultados práticos. Revista Canavieiros: Um dos maiores gargalos do agronegócios nacional é a logística para escoamento dos produtos. O que o governo deve fazer para solucionar este problema? Nogueira: Primeiro é elencar os investimentos em infraestrutura como prioritário. O governo usa o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) como muleta para essa questão. No Revista Canavieiros: O etanol produzido a partir da canade-açúcar está consolidado no mercado interno. Porém, enfrenta inúmeras barreiras para conquistar o mercado externo. O que é preciso ser feito para internacionalizá-lo? Nogueira: Transformar o etanol em uma commodity é um processo muito mais lento do que gostaríamos. Envolve negociação de políticas protecionistas, expansão da produção em outros países, investimento em marketing, busca de competitividade. O setor tem feito sua parte e está investindo. O governo também deve fazer o seu, abrindo caminhos para a exportação. É um processo que exige paciência e estratégia. RC Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 8. 8 Exportações Exportações crescem 26,3% em janeiro Embarques dos produtos do agronegócio brasileiro totalizaram US$ 5,1 bilhões - US$ 1,1 bilhão a mais que o registrado no mesmo período de 2010. Destaques para complexo soja, carne de frango e café O primeiro mês de 2011 manteve a tendência positiva no comércio internacional dos produtos do agronegócio brasileiro. As exportações em janeiro somaram US$ 5,1 bilhões, resultado 26,3% superior ao registrado no mesmo período de 2010. Esse é o melhor desempenho para o mês de janeiro desde 1989, quando teve início a série histórica. O saldo da balança comercial do setor agropecuário teve acréscimo de US$ 800 milhões, comparando com janeiro de 2010, e alcançou US$ 3,9 bilhões. Nos últimos 12 meses, os embarques chegaram a US$ 77,5 bilhões, valor recorde para o período. Complexo soja (óleo, farelo e grão) foi o item com maior crescimento no mês em valor e volume exportado, seguido do café e da carne de frango in natura. A receita com a soja em grãos subiu 136,3% e a quantidade embarcada aumentou 123,7%. Os resultados do óleo foram ainda mais expressivos. O volume exportado saltou 377,8% e o valor foi 531% maior que o verificado em janeiro de 2010. No total, as exportações do complexo soja totalizaram US$ 598,6 milhões, aumento de 89,3% no período. Os embarques de café também foram destaque, com receita 65,9% maior que o valor obtido no primeiro mês do ano passado, alcançando US$ 595,4 milhões. A quantidade embarcada do café em grãos subiu 23,9% (155 mil toneladas ou 2,58 mil sacas de 60 kg). O frango in natura foi responsável pelo bom desempenho das exportações de carnes (frango, bovino e suíno) que somaram US$ 1 bilhão e superaram em quase 20% os números de janeiro de 2010. O produto rendeu US$ 505 milhões, 51,4% a mais que o valor registrado em janeiro de 2010. O volume exportado subiu 28%, resultando em 268 mil toneladas comercializadas. 2011, as exportações cresceram 19,8% na comparação com o período de fevereiro de 2009 a janeiro de 2010, quando a receita fechou em US$ 64,7 bilhões. Os setores que mais contribuíram para esse desempenho foram: complexo sucroalcooleiro (38,5%), produtos florestais (29,5%) e carnes (16,3%). Destinos Os países em desenvolvimento são os que mais têm ampliado as importações dos produtos agropecuários do Brasil. Destaque para China (94,3%), Argé- lia (126,7%), Marrocos (108%), Egito (83,6%) e Rússia (44,9%). Espanha (84,3%), França (46,5%), Itália (42,2%) e Bélgica (40,9%) também aumentaram as aquisições do Brasil. Nos últimos 12 meses, as importações chinesas passaram de US$ 8,8 bilhões para US$ 11,1 bilhões, uma variação de 25,5%. O país asiático é o principal comprador de produtos do agronegócio brasileiro, com participação de 14%. Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Exportações do agronegócio paulista crescem 27%, para US$ 20 bi, em 2010 As exportações do agronegócio paulista aumentaram 27,02%, para US$ 20,20 bilhões, em 2010, quando comparadas às do ano anterior. É o que informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado (Apta/SAA). Os produtos semimanufaturados apresentaram o maior crescimento (+50,40%), para US$ 6,93 bilhões, seguidos dos básicos (+25,75%), para US$ 3,58 bilhões, e dos manufaturados (+ 14,68%), para US$ 9,69 bilhões. O resultado final da balança comercial do agronegócio paulista em 2010 foi um saldo positivo (superávit) de US$ 12,14 bilhões, (acréscimo de 26,5% em relação ao ano anterior). Ele surge da diferença entre exportações de US$ 20,20 bilhões (mais 27%) e importações de US$ 8,06 bilhões (aumento de 27,9%). RC De fevereiro de 2010 a janeiro de Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011 Fonte: Assessoria de Comunicação da Apta
  • 9. 9 Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 10. 10 Notícias Copercana Uname recebe certificado de unidades armazenadoras Carla Rossini P A certificação é obrigatória e foi expedida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ara se adequar às exigências de comercialização de produtos agropecuários, o Brasil teve que buscar a regulamentação das atividades da cadeia produtiva. Um dos segmentos que apresenta fragilidades é a armazenagem da produção. Assim, foi instituída a Lei nº 9.973, de 10/05/2000, regulamentada pelo Decreto nº 3.855, de 03/07/2001. Dentre as inovações introduzidas na legislação, está o Sistema Nacional de Certificação de Unidades Armazenadoras, que é coordenado pelo Mapa - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e funciona como um indicador de que as atividades desenvolvidas por um prestador de serviços atendem a um padrão mínimo de qualidade e que possuem os requisitos técnicos mínimos estabelecidos no regulamento de avaliação da conformidade. A certificação é obrigatória para todas as unidades armazenadoras que prestam serviços remunerados de armazenagem de produtos de terceiros, inclusive estoques públicos. A Uname (Unidade de Grãos da Copercana) recebeu no mês de janeiro, o Certificado de Unidades Armazenadoras, após passar por uma auditoria de um Organismo de Certificação de Produto, creditado pelo Inmetro, agência executiva do Governo Federal, que é responsável pela gestão do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade. de conformidade, propiciando um adequado grau de confiança aos consumidores dos produtos armazenados. A unidade de grãos da Copercana atendeu todos os requisitos técnicos e operacionais exigidos pela legislação. Foram auditadas também a capacidade da mão-de-obra que trabalha nos armazéns e a documentação que comprova o manejo do produto. Para o gerente da Uname, Augusto César Strini Paixão, a certificação é o reconhecimento de que a cooperativa está apta a prestar todos os serviços que envolvem a armazenagem de grãos. “O Certificado é um indicador para os nossos cooperados e também para os nossos compradores, de que todas as nossas atividades atendem a um padrão de qualidade que garante um excelente produto. Isso fortalece as nossas comercializações”, afirmou Paixão. A Uname possui três grandes galpões de armazenagem de amendoim, soja e milho. Todos foram auditados e atendem todas as normas de avaliação Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011
  • 11. 11 Os objetivos da Certificação Fortalecer a relação do setor armazenador com o setor produtivo e a sociedade, aumentando o profissionalismo e, sobretudo, reduzindo as perdas que ocorrem durante o processo de armazenamento. Benefícios da certificação para as unidades armazenadoras • Qualidade e segurança do produto armazenado • Redução de perdas • Melhoria nas relações comerciais • Melhoria da imagem da empresa • Maior facilidade de acesso ao mercado externo • Diminuição dos controles e avaliações por parte dos clientes • Redução dos custos operacionais • Possibilidade de praticar o comércio de produtos similares aos recebidos em depósito • Autorização para emissão dos títulos lastreados por produtos depositados RC Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 12. 12 Notícias Copercana Novo Centro de Distribuição Carla Rossini P A Copercana, desde setembro de 2010, mudou a logística de distribuição de produtos ara armazenar e depois distribuir de forma mais eficaz as mercadorias dos supermercados, lojas de ferragens, magazines e automotivos, a Copercana conta com um novo Centro de Distribuição, que está em operação desde setembro de 2010. As instalações, que ficam em Sertãozinho, foram construídas para facilitar a logística de distribuição dos produtos comercializados pela cooperativa. Para o gerente comercial da Copercana, Luís Ricardo Meloni, “com as novas instalações, as operações se tornaram mais rápidas, o que possibilita um atendimento melhor ao cliente”, disse Ricardo. O Centro de Distribuição conta com vários galpões e os produtos são armazenados separadamente, de acordo com o tipo de mercadoria. A unidade está localizada próxima a rodovia, o que facilita o transporte e a distribuição de materiais para as filiais.RC Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011
  • 13. 13 Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 14. 14 Notícias Copercana Embalagens vazias de agrotóxicos: consciência dos envolvidos é referência mundial Carla Rossini Os cooperados do Sistema Copercana, Canaoeste e Sicoob Cocred também fazem a sua parte O Brasil já é considerado referência mundial na gestão pós-consumo de embalagens vazias de agrotóxicos. Em 2010 foram destinadas 31.266 toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos. Deste total, 92% foi encaminhado para reciclagem, segundo análise do inpEV - instituto que representa as indústrias fabricantes de defensivos agrícolas para a destinação das embalagens vazias de seus produtos. Esse resultado representa um aumento de 9% na destinação desse material se comparado ao ano anterior, quando o país destinou 28.771 toneladas. A Copercana recebeu em 2010, 71 toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos. Destas, 52 toneladas são de embalagens laváveis e 19 toneladas de embalagens não laváveis. Segundo o encarregado de comércio de defensivos e fertilizantes da Copercana, Altair Luiz Porcionato, “os cooperados do sistema Copercana, Canaoeste e Sicoob Cocred estão conscientes da importância de devolverem as embalagens”, disse Altair. A cooperativa funciona como uma central de recebimento. Os materiais re- cebidos são armazenados e depois enviados para o local onde serão processados ou incinerados. e Minas Gerais (2.605t), que juntos respondem por cerca de 80 % do volume total destinado em todo o país. Os estudos apontam que 16 Estados apresentaram crescimento no volume destinado. Desses, os que tiveram maior destaque foram o Mato Grosso (7.103t), Paraná (4.716t), São Paulo (3.612t), Goiás (3.313t), Rio Grande do Sul (2.839t) Outro dado relevante diz respeito aos percentuais de crescimento no período analisado. Rondônia registrou aumento de 154%. Piauí obteve aumento de 67%, seguido pelo Pará e Espírito Santo, ambos com 53%, e Tocantins, com 48%.RC Comparativo de embalagens destinadas Janeiro a Dezembro 2009 x 2010 Fonte: InpEV – Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011
  • 15. 15 Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 16. 16 Notícias Canaoeste Consecana A CIRCULAR Nº 15/10 DATA: 31 de janeiro de 2011 Conselho dos Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo seguir, informamos o preço médio do kg do ATR para efeito de emissão da Nota de Entrada de cana entregue durante o mês de JANEIRO de 2011 e ajuste parcial da safra 2010/2011. O preço médio do kg de ATR para o mês de JANEIRO, referente à Safra 2010/2011, é de R$ 0,3842. O preço de faturamento do açúcar no mercado interno e externo e os preços do etanol anidro e hidratado, destinados aos mercados interno e externo, levantados pela ESALQ/CEPEA, nos meses de abril de 2010 a janeiro de 2011 e acumulados até JANEIRO, são apresentados a seguir: Os preços do Açúcar de Mercado Interno (ABMI) incluem impostos, enquanto que os preços do açúcar de mercado externo (ABME e AVHP) e do etanol anidro e hidratado, carburante (EAC e EHC), destinados à indústria (EAI e EHI) e ao mercado externo (EAE e EHE), são líquidos (PVU/PVD). Os preços líquidos médios do kg do ATR, em R$/kg, por produto, obtidos nos meses de abril de 2010 a janeiro/2011 e acumulados até JANEIRO, calculados com base nas informações contidas na Circular 01/10, são os seguintes: Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011
  • 17. 17 Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 18. 18 Notícias Canaoeste Canaoeste realiza dinâmica de Campo na Fazenda Santa Rita Carla Rossini O encontro reuniu associados, agrônomos e técnicos da equipe Canaoeste, do IAC, CTC e Basf C om o objetivo de apresentar novas variedades de cana-de-açúcar aos associados da Canaoeste das regiões de Bebedouro, Viradouro e Severínia, o departamento técnico da associação, organizou uma dinâmica de campo na Fazenda Santa Rita em Terra Roxa, no último dia 4. Aproximadamente 50 produtores participaram da programação que foi totalmente elaborada para que os associados interagissem com os orientadores. O gerente do departamento técnico, Gustavo Nogueira, elaborou uma planilha para que os associados pudessem fazer avaliações pessoais de cada variedade disponível na fazenda. “Nossa metodologia consistia em dar notas às variedades, levando em consideração características como stand, vigor, diâmetro e conjunto, que é a soma de todos os itens”, disse Nogueira. Após percorrerem as plantações e fazerem suas considerações, os participantes receberam um gabarito com todas as informações reais das variedades avaliadas anteriormente. Nesta etapa, foram Gustavo Nogueira coordenou os trabalhos apresentadas e discutidas as características dos materiais e os associados puderam esclarecer suas dúvidas. Além dos técnicos e agrônomos da Canaoeste, também estavam presentes representantes do IAC (Instituto Agronômico) e do CTC (Centro de Tecnologia Canavieira). Gustavo explicou que novos eventos como a dinâmica serão realizados para os associados de outras regiões de Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011 abrangência da Canaoeste. Ele também lembrou que a Fazenda Santa Rita está de “portas abertas” para receber os produtores. “Todos os associados que desejam visitar o nosso viveiro de mudas e conhecer de perto as variedades disponíveis devem procurar os escritórios da associação e agendarem visitas a fazenda. Estamos à disposição para recebê-los”, disse o gerente. A dinâmica terminou com uma confraternização entre os participantes.
  • 19. 19 Parceria com a Basf A dinâmica de campo foi organizada pela Canaoeste e contou com uma parceria com a empresa Basf. Uma equipe de agrônomos estava presente no evento e apresentou uma nova tecnologia que está disponível aos associados: o Digilab, um sistema que auxilia na identificação dos sintomas das principais doenças em diferentes tipos de plantações e auxilia o produtor a escolher o procedimento correto de controle e prevenção. Com um microscópio digital, capaz de aumentar a imagem em até 200 vezes, o equipamento traz um software exclusivo da Basf com um vasto banco de dados e imagens das principais doenças. Com algumas amostras de parte das plantas, como folhas e caules, em poucos segundos é possível obter o diagnóstico da lavoura. Além de identificar a doença, o Digilab irá auxiliar na indicação do melhor tratamento e o momento certo de efetuar a aplicação, evitando despesas desnecessárias que interferem no resultado final do produtor. A equipe de agrônomos da Copercana e Canaoeste conta com vários aparelhos Digilab que podem auxiliar os associados. Para conseguir esse benefício, o produtor deve procurar o agrônomo que presta assistência à sua propriedade. RC Canaoeste realiza Assembleia Geral Ordinária Diretores e associados discutiram e votaram o balanço de 2010 A Canaoeste realizou no dia 11 de fevereiro a sua Assembleia Geral Ordinária. Associados e diretores se reuniram no auditório da associação para discussão e votação do balanço, relatório da diretoria e parecer do Conselho Fiscal, referentes ao exercício de 2010. Após encerrarem os assuntos em pauta da Assembleia, os presentes também conversaram sobre a safra 2011/12 e suas perspectivas. O presidente da Canaoeste, Manoel Ortolan, conduziu os trabalhos.RC Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 20. 20 Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011
  • 21. 21 Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 22. 22 Reportagem de Capa Agência da Sicoob Cocred de Sertãozinho de “Casa Nova” Carla Rossini A mudança de endereço vai melhorar toda a estrutura de atendimento aos cooperados U m novo endereço e uma estrutura completamente adequada para atender todas as necessidades dos cooperados. Assim foi inaugurada a nova agência da Sicoob Cocred de Sertãozinho, que agora está localizada na Rua Expedicionário Lellis, nº 1142, no Centro da Cidade. Na quarta-feira, 2 de fevereiro, um café da manhã e as bênçãos do padre Sérgio Carmona deram as boas vindas aos cooperados que prestigiaram as novas instalações da cooperativa de crédito. O presidente da Sicoob Cocred, Antonio Eduardo Tonielo, falou em nome de toda a diretoria e agradeceu a confiança dos cooperados. Tonielo ressaltou a diferença entre a cooperativa de crédito e os bancos convencionais. “Aqui (na Sicoob Cocred) o dinheiro volta para o nosso município e para os cooperados, que são os donos do negócio”, disse. Ele também lembrou que neste ano, a Sicoob Cocred estará oferecendo à disposição da Assembleia Geral Ordinária, R$ 20 milhões em sobras. Além do presidente, também estiveram presentes os diretores Manoel Ortolan, Pedro Esrael Bighetti e Francisco César Urenha. Nova agência da Sicoob Cocred localizada na esquina das Ruas Expedicionário Lellis e Sebastião Sampaio Para o cooperado Valter Magro, a Sicoob Cocred está cada vez melhor. “Além de todas as vantagens que a cooperativa nos oferece nas operações financeiras, a diretoria também está preocupada em atender o cooperado da melhor forma possível, sempre melhorando as estruturas de atendimento. Além do conforto e se“Estou muito satisfeito com a minha cooperativa de crédito”, disse o cooperado Valter Magro. Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011 gurança, esse atendimento personalizado faz toda a diferença. Estou muito satisfeito com a minha cooperativa de crédito”, disse Magro. Paulo Henrique Andrucioli, cooperado desde 2004, disse que a oportunidade de ficar cooperado da Sicoob Cocred foi excelente para os empresários e comerPaulo Henrique Andrucioli, cooperado desde 2004
  • 23. 23 ciantes de Sertãozinho. “Temos inúmeras vantagens nas operações financeiras, além da segurança que a cooperativa de crédito nos oferece. Me sinto tranquilo como cooperado porque todas as vezes que precisei pude contar com a cooperativa”, disse Andrucioli. A Sicoob Cocred ampliou sua área de atuação e hoje está presente em 23 cidades do Estado de São Paulo. Juntos, são mais de 15 mil cooperados. RC Gerência e colaboradores que atenderão os cooperados na nova agência Os cooperados foram recebidos na nova agência com um café da manhã especial Francisco Urenha, Antonio Eduardo Tonielo, Pedro Esrael Bighetti, Manoel Ortolan, Marcio Meloni e Manoel Sérgio Sicchieri. Novos terminais de atendimento eletrônico ajudam a dar segurança e conforto aos usuários Cooperados de Sertãozinho prestigiaram o início dos trabalhos na “casa nova” Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 24. 24 Notícias Sicoob Cocred Balancete Mensal COOP.CRÉDITO PRODUTORES RURAIS E EMPRESÁRIOS DO INTERIOR PAULISTA - BALANCETE - JANEIRO/2011 Valores em Reais Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011
  • 25. 25 Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 26. 26 Informações Setoriais CHUV AS DE Janeiro e Prognósticos Climáticos As chuvas do mês de JANEIRO de 2011 são mostradas no quadro a seguir. Engº Agrônomo Oswaldo Alonso Assessor Técnico Canaoeste A média das observações do mês de JANEIRO (272mm) “ficaram” abaixo da média das normais climáticas (310mm). Chuvas superiores às normais ocorreram apenas na FCAV Unesp Jaboticabal, C.E.Moreno, Usina da Pedra, Usina Ibirá e São Simão. O Mapa 1, mostra que em meados de JANEIRO (13 a 16) as condições hídricas do solo ainda se mostravam desfavoráveis no extremo Sudoeste do estado de São Paulo. As chuvas, na área sucroenergética do estado de São Paulo, apresentaramse com interessante semelhança dos índices de Água Disponível no Solo em Mapa 1:- Água Disponível no Solo entre 13 a 16 de JANEIRO de 2011. Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011 Janeiro de 2010 e 2011 (Vide mapas 2 e 3), quando diferiu apenas na região Nordeste do estado (polígono BarretosFranca-Ribeirão Preto) que, em janeiro de 2010 foi registrado muita umidade Mapa 2:- Água Disponível no So
  • 27. 27 no solo e bem inverso em janeiro de 2011. O Mapa 3 - janeiro de 2011 – mostra, também, que os índices de umidade do solo estão menos favoráveis na faixa Centro-Norte do Estado. Mapa 4:- Prognóstico de Consenso entre INMET e INPE para a Região Centro Sul durante o trimestre fevereiro a abril de 2011. Adaptado pela CANAOESTE Para subsidiar planejamentos de atividades futuras, a CANAOESTE resume abaixo o prognóstico climático de consenso entre INMET-Instituto Nacional de Meteorologia e INPE-Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais para os meses de fevereiro a abril de 2011: • Prevê-se que as temperaturas médias serão acima das normais climáticas em toda Região Centro Sul do Brasil; • Como ilustrada no Mapa 4, a previsão de chuvas para os meses de fevereiro a abril serão próximas às normais climáticas em toda área sucroenergética da Região Centro Sul do Brasil e caracterizadas por pancadas esparsas. Exceto para as Unidades do Rio Grande do Sul, onde as olo ao final de JANEIRO de 2010. chuvas poderão “ficar” abaixo das respectivas médias históricas; • Como referência, as médias históricas para Ribeirão Preto e municípios vizinhos, pelo Centro Cana e AptaIAC, são de 220mm em fevereiro, 165mm em março e 70mm em abril. As previsões pela SOMAR Meteorologia mostram que, em toda região de abrangência CANAOESTE, as chuvas de fevereiro (sem invernar, isto é, serão isoladas) e em março (invernando nos primeiros dez dias do mês) serão próximas das respectivas normais climáticas. Entretanto, prevê também que poderá ocorrer “veranico” entre meados de março a meados de abril. Quanto aos impactos das condições climáticas previstas para estes meses, a CANAOESTE propõe aos produtores que continuem efetuando monitoramentos das infestações de broca da cana e atentos aos indispensáveis controles das cigarrinhas quando recomendados, com objetivo de evitar significativas perdas de produtividade/qualidade da cana e com “os olhos” voltados às certas e crescentes demandas na(s) próxima(s) safra(s). Persistindo dúvidas, consultem os técnicos mais próximos ou através do Fale Conosco CANAOESTE. RC Mapa 3:- Água Disponível no Solo, 50cm de profundidade, ao final de JANEIRO de 2011 RC Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 28. 28 Assuntos Legais Queima de palha de cana-de-açúcar – obrigatoriedade de autorização para a safra 2010/2011 M ais uma vez estamos prestes a iniciar outra safra canavieira, razão pela qual novamente vimos alertar aos fornecedores de cana-de-açúcar e unidades produtoras sobre a obrigatoriedade de obter a autorização do órgão ambiental (Secretaria Estadual do Meio Ambiente) para se efetuar a queima de palha de cana-de-açúcar, procedimento obrigatório àqueles que não queiram responder administrativamente e judicialmente (cível e criminal) por esta omissão, inclusive com pesadíssimas multas. As indústrias já fazem o seu licenciamento e, para evitar as penalidades retro citadas, devem os fornecedores de cana-de-açúcar procurar a sua associação de classe para que esta realize adequadamente o procedimento visando a obtenção da autorização. A CANAOESTE – Associação dos Plantadores de Cana do Oeste do Estado de São Paulo, novamente este ano, irá proceder a orientação, elaboração, confecção e envio da documentação necessária à obtenção da Autorização de Queima Controlada de Palha de Cana-de-açúcar para os seus associados, cujo prazo para protocolo no órgão ambiental expirará em 02 de abril. Para tanto, pois sem autorização não se poderá queimar, a entidade afirma que seus associados procurem os Técnicos, Agrônomos ou as Secretárias dos respectivos escritórios regionais ou da matriz da CANAOESTE, a partir de 01 de fevereiro de 2011, para realizar o Requerimento de Autorização de Queima de Palha de Cana-de-açúcar. Os fornecedores(as) que tiveram expansões em seus canaviais, aquisições de propriedades por compra ou arrendamento, dentre outras situações, nas quais a área total ou soma das áreas contíguas à serem colhidas na Safra 2011/2012 sejam iguais ou superiores a 150 ha cultivadas com cana-de-açúcar, deverão procurar os escritórios da Canaoeste até a data limite de 07 de março de 2011, para possibilitar o levantamento topográfico prévio de sua Juliano Bortoloti Advogado da Canaoeste lavoura, sem custo algum, necessário ao devido licenciamento. O prazo para se indicar, no mapa, as áreas que serão colhidas sem a queima expira em 18 de março de 2011. Tudo isto se torna necessário porque, na safra anterior, inúmeros fornecedores de cana não obtiveram a autorização de queima, tendo que proceder ao corte manual sem o uso do fogo e/ou de forma mecanizada, mesmo em áreas não adaptadas para isso. Tudo para evitar o descumprimento ao que dispõe o Decreto Estadual nº 47.700/2003, regulamentador da Lei Estadual nº 11.241/2002, que diz que o produtor de cana-de-açúcar pode ser autuado pela Polícia Ambiental em 30 (trinta) UFESPs (Unidade Fiscal do Estado de São Paulo), aproximadamente R$-492,60 por hectare queimado sem as observâncias legais, além de poder, ainda, ser autuado pelos agentes fiscalizadores da CETESB (Companhia de Tecnologia e de Saneamento Ambiental) em valores que variam de 5.001 a 10.000 UFESPs, aproximadamente R$-87.267,45 a R$-174.500,00, independentemente do tamanho da área queimada. Alheio a estas penalidades administrativas, o produtor de cana-de-açúcar que não observar o prescrito na legislação poderá responder, ainda, uma ação Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011
  • 29. 29 cível, visando outra indenização e a suspensão da queima em sua propriedade, além de uma ação penal, que visa restringir o seu direito de liberdade (pena de detenção). Fica registrado, então, que para aquele produtor de cana-de-açúcar que não cumprir os requisitos prescritos na legislação de queima ou, mais gravemente, efetuar a queima sem a devida autorização, fica evidente que não lhe restará quase nenhuma possibilidade de defesa, tanto administrativa (auto de infração) como judicial (cível e penal). Neste ano, como ocorrido nos anos anteriores, a Secretaria do Meio Ambiente está exigindo a adesão do fornecedor/unidade industrial ao Protocolo de Cooperação Agroambiental, entabulado entre as entidades de classe dos fornecedores de cana e unidades industriais para com o Governo Estadual, que estabelece diversas metas ambientais, principalmente a antecipação dos prazos das queimadas, em áreas de produtores independentes de cana-de-açúcar de 2021 para 2014 nas áreas mecanizáveis e, de 2031 para 2017, nas áreas não mecanizáveis, além de determinar outras providências, todas já previstas em leis, como a proibição da queima da palha pós colheita, conservação do solo, conservação da água, proteção de matas ciliares e nascentes e descarte adequado de embalagens de agrotóxicos. Apesar de ser uma adesão voluntária, os produtores que não a fizerem poderão enfrentar grandes dificuldades com os órgãos de fiscalização ambiental, inclusive com a possibilidade de recusa e/ou corte da autorização de queima e, também, quando da venda de seus produtos (cana-de-açúcar) junto às usinas/destilarias, pois estas estão passando por processo de renovação de licença, auditoria e certificação ambiental/social para viabilizar a comercialização do etanol e do açúcar que produzem. Logo, se torna evidente a necessidade do fornecedor de cana-de-açúcar em buscar a devida autorização dentro do prazo legal (até 02 de abril), para poder utilizar-se do fogo como método despalhador da cana-de-açúcar durante a safra 2011/2012, bastando, somente, que procure o mais rapidamente possível a sua associação de classe, no caso da macro região de Ribeirão Preto-SP., a CANAOESTE para a sua devida orientação e, se porventura, persistir dúvidas a respeito do assunto, os Departamentos Jurídico, Técnico e de Planejamento estarão à inteira disposição dos associados para esclarecê-las. Importante salientar, segundo informações da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, que o prazo para protocolo não será prorrogado, razão pela qual deve o associado procurar a CANAOESTE o mais rápido possível, ressaltando que esta realizará o plano de queima gratuitamente até o dia 07.03.2011, para aqueles que não tenham realizado o levantamento topográfico da propriedade e/ou precisam alterá-lo e, 18.03.2011, para aqueles que já fizeram o referido mapeamento RC Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 30. 30 Ponto de Vista Aldo Rebelo A verdade morro abaixo O Código Florestal e as enchentes no Rio de Janeiro N ão é o Código Florestal Brasileiro que guarda relação com os fatos ocorridos na Região Serrana do Rio de Janeiro, como faz acreditar a matéria publicada pelo jornal Folha de São Paulo, edição de 16 de janeiro (Revisão do Código Florestal pode legalizar área de risco e ampliar chance de tragédia). A Lei Federal nº 6.766/79, que dispõe sobre o parcelamento do solo urbano - e que sequer foi mencionada na matéria - é o marco legal ao qual a matéria deveria se reportar. É preciso deixar claro que o Código Florestal vigente no País e as mudanças em andamento na Câmara dos Deputados tratam apenas da ocupação de módulos rurais, deixando a questão urbana para a legislação específica. Tanto o atual Código Florestal quanto o projeto por mim relatado apenas reproduzem dispositivos que destacam a diferença entre áreas destinadas à atividade rural daquelas indicadas para uso urbano, ou daquelas caracterizadas por uso urbano. ENCOSTAS - A Lei Federal estabelece que são os planos diretores municipais ou leis municipais que indicam as áreas destinadas a loteamentos e ocupações. A norma também proíbe o parcelamento do solo em regiões que ofereçam algum risco às atividades humanas, como “terrenos com declividade igual ou superior a 30% (trinta por cento), salvo se atendidas exigências específicas das autoridades competentes” (art 3o). Ilustração 1: O erro da Folha: o Código Florestal não trata das áreas citadas na matéria. E o projeto de lei que tramita na Câmara não altera esse dispositivo, conforme o quadro abaixo demonstra: Código atual Art. 10. Não é permitida a derrubada de florestas, situadas em áreas de inclinação entre 25 a 45 graus, só sendo nelas tolerada a extração de toros, quando em regime de utilização racional, que vise a rendimentos permanentes. Projeto de Lei Art. 12. Não é permitida a conversão de floresta nativa situada em áreas de inclinação entre 25º (vinte e cinco graus) e 45º (quarenta e cinco graus) para uso alternativo do solo, sendo permitido o manejo florestal sustentável. Os autores da matéria deixaram de notar, por desleixo intelectual ou má-fé, que muitos pontos criticados em meu projeto de lei foram copiados literalmente da versão atual do Código. Os fraudadores haverão de explicar porque não os criticam na lei em vigor. A explicação é simples, embora humilhante: não leem, não pesquisam, portanto não sabem o que dizem. Não é verdade, portanto, que “o novo código libera” construções acima de 45° (ilustração 2). O atual Código Florestal, que considera como Áreas de Preservação Permanente as encostas acima de 45º de declividade, não abrange as áreas indicadas na matéria (ilustração 1). Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011 Ilustração 2: Mais um erro da Folha: o Código Florestal e o projeto de lei consideram como áreas de preservação permanente as encostas acima de 45º de declividade e não “liberam”, como quer o jornal, a ocupação dessas áreas.
  • 31. 31 E mais. Tanto o atual Código Florestal como o projeto de lei que o altera especificam que, na inclinação acima de 25º e até 45º (quando começa a Área de Preservação Permanente), a única atividade permitida é o manejo florestal. O uso do solo para fins agrícolas nessas áreas relaciona-se apenas com a silvicultura, nada mais. TOPOS DE MORROS - No caso dos topos de morros, a matéria também veicula informações erradas. O jornal não informa que a Lei Federal nº 6.766/79 não permite o parcelamento do solo em "terrenos onde as condições geológicas não aconselham a edificação" (art. 3). A legislação florestal também não permite e, tanto o Código Florestal atual quanto o projeto de lei são idênticos nesse aspecto: Código atual Art. 2º. Consideram-se de preservação permanente, pelo só efeito desta Lei, as florestas e demais formas de vegetação natural situadas: e) nas encostas ou partes destas, com declividade superior a 45º, equivalente a 100% na linha de maior declive; Projeto de Lei Art. 4.º Considera-se Área de Preservação Permanente, em zonas rurais ou urbanas, pelo só efeito desta Lei: V – as encostas ou partes destas, com declividade superior a 45°, equivalente a 100% na linha de maior declive; A ilustração da Folha sobre esse tema também é simplista e equivocada (ilustrações 3 e 4). A casa idealizada pela Folha não seria permitida nem pelo atual Código, nem pelo projeto de lei em tramitação. Ilustração 4: Exemplo de formação em tabuleiro com base plana, área protegida pelo Código e pelo projeto de lei. ser inserida na zona urbana, e caso se pretendesse lotear e edificar a mesma, isso não seria permitido. Para atividade rural, sim, mas para fins urbanos, há proibição expressa, o que demonstra a impossibilidade de ocupação humana dessa área. Ainda assim, houvesse qualquer dúvida de que as metragens e salvaguardas não fossem suficientes, tanto o atual Código Florestal quanto o projeto de alteração do mesmo permitem que o Presidente da República, o governador ou o prefeito, por simples decreto, transformem qualquer área em Área de Preservação Permanente. Compare-se: Código atual Art. 3º. Consideram-se, ainda, de preservação permanentes, quando assim declaradas por ato do Poder Público, as florestas e demais formas de vegetação natural destinadas: a) a atenuar a erosão das terras; h) a assegurar condições de bemestar público. Há duas falhas no desenho: parte da casa está numa encosta com mais de 45º; e, por estar numa formação de tabuleiro, a mesma só poderia ser construída no limite de 100 metros antes da linha de ruptura. Projeto de Lei Art. 6º Consideram-se, ainda, de preservação permanente, quando assim declaradas pelo Poder Público em decreto que delimite a sua abrangência, por interesse social, as áreas cobertas com florestas ou outras formas de vegetação destinada a uma ou mais das seguintes finalidades: Se, dentro de uma estreita possibilidade de se explorar o topo de morro para fins agrícolas, viesse tal área a I – conter a erosão do solo; III – proteger várzeas; VII – assegurar condições de bem-estar público; Ilustração 3: A casa da ilustração da Folha é ilegal hoje e permanece ilegal no projeto de lei do Código Florestal Lamentavelmente, a matéria se aproveita da tragédia para tentar criar dificuldades no aperfeiçoamento de uma legislação anacrônica, que coloca hoje na ilegalidade quase 100% das propriedades rurais do País, principalmente as pequenas, onde vivem e trabalham milhões de brasileiros. O tipo de denúncia promovido por certos consultores e organizações não governamentais e acolhidos por jornalistas desavisados transforma-se em macarthismo ambiental, à semelhança da campanha contra os comunistas promovida pelo senador Joseph McCarthy nos anos 50, nos Estados Unidos, cuja ação dispensava qualquer tipo de prova ou verificação. RC Fonte: www.aldorebelo.com.br Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 32. 32 32 “General Álvaro Tavares Carmo” Do álcool ao etanol: trajetória única Cultivando a Língua Portuguesa Esta coluna tem a intenção de maneira didática, esclarecer algumas dúvidas a respeito do português. “ Não é livre quem não obteve domínio sobre si” Pitágoras 1) Pedro aguardava seu amigo da “CORÉIA”... ...continuará aguardando-o com a escrita incorreta. Prezado amigo leitor, segundo o Novo Acordo Ortográfico o correto é COREIA(sem acento). Regra Nova: os ditongos “ éi” e “ói” das palavras paroxítonas (quando a sílaba tônica é a penúltima) não receberão mais acento (mas a pronúncia aberta ou fechada será mantida). No caso COREIA pronúncia aberta e escrita sem acento. Veja: CO-REI-A - “ei”ditongo, usar sem acento. 2) ... a família orgulha-se do ato “HERÓICO” de Pedro. Tirando o mérito do ato escrito com acento... Prezado amigo leitor, agora, ato HEROICO é sem acento. Segundo o Novo Acordo Ortográfico, regra nova: os ditongos “éi” e “ói” das palavras paroxítonas (quando a sílaba tônica é a penúltima) não receberão mais acento (mas a pronúncia aberta ou fechada será mantida). Veja: HE-ROI-CO - “oi” ditongo, usar a escrita sem acento, pronúncia aberta. 3) O famoso churrasco, aos domingos, na casa de Pedro... Sempre farto: várias carnes e “LINGUIÇAS” saborosas... ...sem trema, as LINGUIÇAS são saborosas! Segundo o Novo Acordo Ortográfico, o trema não existirá mais (regra geral). História da cana-de-açúcar tem o desafio de revelar aos leitores um pouco mais sobre o universo dessa planta tão enraizada na cultura brasileira. Com toda sua generosidade, ela foi sempre reinventada e ganhou diferentes formatos como fermento, garapa, açúcar, aguardente, rum, herbicida e fungicida biodegradáveis, papel, biocombustível e plástico degradável. Pelo seu potencial, ela foi alvo de muitas pesquisas e garantiu ao Brasil a liderança na produção e exportação. *sinopse retirada do livro. Os interessados em conhecer as sugestões de leitura da Revista Canavieiros podem procurar a Biblioteca da Canaoeste, na Rua Augusto Zanini, nº1461 em Sertãozinho, ou pelo telefone : (16)3946-3300 - Ramal 2016 PARA VOCÊ PENSAR: “ A tristeza Pode ser intensa, Mas jamais eterna. A felicidade Pode demorar a chegar, Mas o importante É que ela venha para ficar E não esteja apenas De passagem.” Luiz Fernando Verissimo “A conquista da liberdade é Algo que faz tanta poeira que, Por medo da bagunça, em geral, Preferimos optar pela arrumação” Carlos Drummond de Andrade Dicas e sugestões, entre em contato: renatacs@convex.com.br * Advogada,Profa. de Português, Consultora e Revisora, Mestra USP/RP, Especialista em Língua Portuguesa, Pós-Graduada pela FGV/RJ, com MBA em Direito e Gestão Educacional, autora de vários livros como a Gramática Português Sem Segredos (Ed. Madras), em co-autoria. Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011
  • 33. 33 Eventos em Março 2011 13º Seminário de Mecanização e Produção de Cana-de-açúcar Data: 30 e 31 de março de 2011 Realização: Grupo Idea Informações e inscrições: (16) 3514-0631 / (16) 3514-0632 e-mail: eventos@ideaonline.com.br Fim do Evento: 16/03/2011 Estado: SP Cidade: Ribeirão Preto Localização do Evento: centro de convenções do centro de cana IAC Site: http://www.stab.org.br/ E-mail: stab@stab.org.br Encontro de Usuários de Variedades de Cana-de-açúcar Data: 16 de março de 2011 Local: Centro de Convenções do Centro de Cana do IAC – Ribeirão Preto Realização: STAB Apoio: IAC e UDOP Informações e inscrições: stab@stab.com.br ou secretaria@stab.com.br Curso de Especialização em Manejo do Solo Empresa Promotora: FEALQ (Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz Tipo de Evento: Curso / Treinamento Início do Evento: 11/03/2011 Fim do Evento: 28/02/2013 Estado: SP Cidade: Piracicaba Localização do Evento: Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” Informações com: FEALQ Site: www.fealq.org.br Telefone: (19) 3417-6604 E-mail: cdt@fealq.org.br Projetos de Licenciamento Ambiental Empresa Promotora: InfoAgro Comércio, Administração e Gerenciamento Agropecuário Ltda-ME Tipo de Evento: Curso / Treinamento Início do Evento: 11/03/2011 Fim do Evento: 15/05/2011 Estado: SP Cidade: São Paulo Localização do Evento: São Paulo Informações com: Camila/Ernesto Site: www.infoagro.com.br Telefone: (11) 5533 0330 E-mail: infoagrovendas@terra.com.br Expodireto Cotrijal 2011 Empresa Promotora: Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial Tipo de Evento: Exposição / Feira Início do Evento: 14/03/2011 Fim do Evento: 18/03/2011 Estado: RS Cidade: Não-Me-Toque Localização do Evento: Parque da Expodireto Cotrijal Informações com: Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial Site: www.expodireto.cotrijal.com.br Telefone: (54) 3332-2215 E-mail: expodireto@cotrijal.com.br Encontro de usuários de variedade de cana-de-açúcar Empresa Promotora: STAB Tipo de Evento: Encontro / Simpósio Início do Evento: 16/03/2011 FEINCO 2011 - 8ª Feira Internacional de Caprinos e Ovinos Empresa Promotora: Agrocentro Feiras e Exposições Tipo de Evento: Exposição / Feira Início do Evento: 21/03/2011 Fim do Evento: 25/03/2011 Estado: SP Cidade: São Paulo Localização do Evento: Centro de Exposições Imigrantes - Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 Informações com: Secretaria do Evento - Agrocentro Site: www.feinco.com.br Telefone: (11) 5067-6767 E-mail: feinco@agrocentro.com.br Sugar and Ethanol Brazil 2011 Empresa Promotora: F. O. Lichts, IBC e AGRA Tipo de Evento: Conferência / Palestra Início do Evento: 28/03/2011 Fim do Evento: 30/03/2011 Estado: SP Cidade: São Paulo Localização do Evento: Hotel Renaissance - Alameda Santos, 2233 Informações com: Central de Atendimento Site: http://www.ethanolbrazil.agraevents.com Telefone: (11) 30176808 E-mail: imprensa@informagroup.com.br Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 34. 34 VENDE-SE Caminhão Mercedes Benz 2831, ano 2006 Tratar com Alexandre pelo telefone (16) 9254 7879 Vende-se Colhedora de soja SLC 6200, ano 1990, com cabine e ar condicionado. Tratar com Julio Cesar Lovato pelo telefone (16) 9196 5852 Vendem-se • 2 cabeçotes semi novos; • 2 virabrequin estander; • 1 comando de válvula; • 11 bielas • 2 Carter Peças parciais do trator MF 680 HD ano 2006. • 2 BH 180, ano 2007 cabinado fábrica, kit pneumático - R$ 110.000,00 - cada um • 3 carregadeiras John Deere, cabinada de fabrica, sendo duas ano 2009 e uma 2008. • 3 conjuntos de transbordo Sermag, ano 2009, com três meses de uso - R$ 95.000,00 - cada conjunto Tratar com Junio Balieiro pelo telefone (16) 9158 0303 ou pelo e-mail juniobalieiro@yahoo.com.br Vende-se Varredura de adubo, ótima qualidade. Eficiência comprovada! Tratar com Valter pelo telefone (16) 9184-3385 Vende-se MB 2635, ano 97 de procedência, segundo dono, plataforma, série chassi preto, motor com apenas duas safras, trabalhou sempre com o mesmo motorista, 02 pneus radiais semi-novos na dianteira e em bom estado na traseira, top brake R$ 155.000,00. Tratar com Jerry (19) 3583 1011 - fax (19) 3583 1019 ou pelo e-mail diretor@ cirelli.com.br Vendem-se • Ônibus MB ano 95 - Caio Vitoria 55 lugares no documento - Com 3 gavetas de Ferramentas - Geladeira 250 litros Elétrica - Toldo fixo • S10 Dupla Advantage - Flex Modelo 2006 - Banco de couro - Roda liga leve Tratar com Luiz pelos telefones (16) 9163-2196 ou (16) 3952-2362 Vende-se Fazenda no Estado do Tocantins, com 1.175 hectares. Tratar pelos telefones (16) 3851 1849 ou (16) 9968 8231 Vende-se F1000 turbo 86 preta, carroceria de madeira, com 2 pneus novos R$ 22.00,00 Falar com Eduardo pelos telefones (16) 3942-2895 ou (16) 8136 6830 Compra-se Tubos de irrigação de todos os diâmetros, motobombas, rolão autopropelido, pivot, etc; Tratar com Carlos pelo telefone (19) 9166 1710 ou e-mail cyutakam@hotmail.com Vende-se ou troca-se Casa (590m²) em terreno de 1300m², em frente à Praça Renato Checchia, Jardim Guedala em São Paulo Tratar com Luiz Carlos pelos telefones (16) 3851-1370 ou (16) 9133-1012 ou pelo e-mail lizca@carol.com.br Vende-se Strada Treking complet,a cabine simples, ano 2009/2009, cor prata, com rodas de liga leve. Tratar com Pedro Luiz Sanches pelo telefone (16) 9148 8306 Vendem-se • 01 caixa d’água modelo australiana para 50.000 lts • 01 caixa d’água modelo australiana para 5.000 lts Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011 • 01 transformador de 15 KVA • 01 transformador de 45 KVA • 01 transformador de 75 KVA • lascas e mourões de aroeira • coxos de cimento • porteiras • 01 repetidora com 10 rádios-amadores e 3 HT Tratar com Wilson pelo telefone (17) 9739 2000 Vendem-se • Colhedeira Massey Ferguson 5650 ano 2000 • Colhedeira Jonh Deere 6200 ano 1985 • 01 grade niveladora • 01 plantadeira Jumil pd 2880 ano 1999 • 01 plantadeira Jumil pd 2880 • 01 plataforma Massey Ferguson 4 linhas • 01 plataforma traseira • 01 pulverizador jacto Vortex • 01 trator Jonh Deere 5705 ano 2000 • 01 Massey Ferguson 296 ano 1982 • 01 Massey Ferguson 35 x • 01 Massey Ferguson 5285ano 2000 • Valtra 785 ano 2003 • valtra BH 180 ano 2004 Tratar com Luizinho ou Suelen pelo telefone (16) 3839 7411 Vende-se 15 hectares de terra, sendo 10 hectares de área de reserva e 5 hectares de área cultivável. Contém 300 m de córrego ao fundo. Localiza-se a 10km da cidade de Batatais. Tratar pelo telefone (16) 99665527 ou pelo e-mail: agabrieln@yahoo.com.br Vendem-se • 1 esteira para colhedeira, ano 2004, de 7 roletes, estado de zero • 1 grupo gerador marca Yanmar, trifásico, com motor de 3 cilindros, gerador de 20 kva original de fabrica, ano 2005 • 1 tríplice marca DMB, lata, bom estado, feito as buchas Tratar pelo telefone (16) 3726 4499
  • 35. 35 Revista Canavieiros - Fevereiro 2011
  • 36. 36 Revista Canavieiros - Fevereiro de 2011