Pop Art - A arte do mundo consumista do pós-guerra

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    Pop Art - A arte do mundo consumista do pós-guerra - Presentation Transcript

    1. Pop mundo consumista do pós-guerra A arte no Art terça-feira, 25 de novembro de 2008 1
    2. O QUE FOI A POP ART? Movimento artístico do pós-guerra Emergiu entre as décadas de 50 e 60 Nasceu na Inglaterra mas popularizou-se nos EUA Independent Group terça-feira, 25 de novembro de 2008 2
    3. INDEPENDENT GROUP Precursor do movimento de arte Pop, em 1952 Pintores, escultores, arquitetos, críticos e escritores Promoção de novas maneiras de pensar a arte moderna terça-feira, 25 de novembro de 2008 3
    4. ARTE MODERNA “popular, transitória, consumível, de baixo custo, produzida em massa, jovem, espirituosa, sexy, chamativa, glamurosa e um grande negócio” Steven Henry Madoff, 1997 terça-feira, 25 de novembro de 2008 4
    5. CONTEXTO HISTÓRICO Fim da Segunda Guerra Mundial Restruturação das indústrias norte-americanas Incentivo do governo para aumentar o poder de compra Suporte aos outros países, investindo em sua reconstrução terça-feira, 25 de novembro de 2008 5
    6. CONSEQÜÊNCIAS SOBERANIA dos Estados Unidos perante os outros países CONSUMISMO exagerado incentivado pelo governo terça-feira, 25 de novembro de 2008 6
    7. PUBLICIDADE Mulheres ocupando postos antes masculinos durante a guerra Retorno aos afazeres domésticos Aparecimento de eletrodomésticos e campanhas publicitárias para o público consumidor feminino terça-feira, 25 de novembro de 2008 7
    8. MÍDIAS SOCIAIS Aumento do potencial econômico da indústria do entretenimento Expansão e consolidação dos meios Rádio Televisão Cinema terça-feira, 25 de novembro de 2008 8
    9. CULTURA DE MASSAS Produção industrializada Fim da unidade do objeto Objetos produzidos em série terça-feira, 25 de novembro de 2008 9
    10. CULTURA AMERICANA CONSUMISMO INDUSTRIALIZAÇÃO CULTURA DE MASSAS MÍDIAS SOCIAIS terça-feira, 25 de novembro de 2008 10
    11. POP ART Discussão das implicações da publicidade, cinema, desenho industrial, quadrinhos, cinema, ficção científica e tecnologias na cultura popular. terça-feira, 25 de novembro de 2008 11
    12. POP ART Signos estéticos massificados como forma de expressão artística Remoção de um material de seu contexto tradicional, isolamento ou união com outros materiais com fins meramente contemplativos terça-feira, 25 de novembro de 2008 12
    13. POP ART Recortes de recursos e técnicas já existentes na cultura de massas Publicidade impressa Histórias em quadrinhos Outros objetos culturais terça-feira, 25 de novembro de 2008 13
    14. POP ART ≠ DADÁ “Quando descobri os ‘ready-mades’ pensei estar desencorajando a estética. No neo- Dadá, eles tomaram os meus ‘ready-mades’ e recuperaram a beleza estética neles. Joguei-lhes o porta-garrafas e o mictório na cara como um desafio… e agora eles os admiram por sua beleza estética!” Marcel Duchamp terça-feira, 25 de novembro de 2008 14
    15. ALGUNS ARTISTAS Billy Apple Allen Jones Sigmar Polke Sir Peter Blake Alex Katz Hariton Pushwagner Derek Boshier Corita Kent Mel Ramos Patrick Caulfield Nicholas Krushenick Robert Rauschenberg Alan D’Arcangelo Yayoi Kusama Larry Rivers Jim Dine Roy Lichtenstein James Rosenquist William Eggleston Richard Lindner Ed Ruscha Erró John McHale George Segal Marisol Escobar Peter Max Colin Self Red Grooms Takashi Murakami Aya Takano Richard Hamilton Yoshitomo Nara Wayne Thiebaud Keith Haring Claes Oldenburg Andy Warhol David Hockney Julian Opie John Wesley Robert Indiana Eduardo Paolozzi Tom Wesselmann Jasper Johns Peter Phillips terça-feira, 25 de novembro de 2008 15
    16. CULTURA POP Produto da Revolução Industrial e de suas revoluções tecnológicas MODA, DEMOCRACIA, MÁQUINA Cultura de massas Objetos produzidos em série terça-feira, 25 de novembro de 2008 16
    17. James Rosenquist Untitled (Joan Crawford says…) 1964 Óleo sobre tela 92×78cm Colônia, Museum Ludwig terça-feira, 25 de novembro de 2008 17
    18. Eduardo Paolozzi I was a rich man’s plaything 1947 Colagem sobre papel 35,5×23,5cm Londres, The Tate Gallery terça-feira, 25 de novembro de 2008 18
    19. Richard Hamilton O que exatamente torna os lares de hoje tão diferentes, tão atraentes? 1956 Colagem sobre papel 26×25cm Kunsthalle Tübingen, Coleção Prof. Dr. Georg Zundel terça-feira, 25 de novembro de 2008 19
    20. NOVA FIGURAÇÃO A Pop Art brasileira terça-feira, 25 de novembro de 2008 20
    21. NOVA FIGURAÇÃO Retomada da figura e da iconografia urbana Usava-se de criticas e de paixão explicita e pessoal Cores inflamadas terça-feira, 25 de novembro de 2008 21
    22. NOVA FIGURAÇÃO Repetições Não se detia aos questionamentos e a ética do movimento Principal artista: Rubens Gerchman Opinião 65 terça-feira, 25 de novembro de 2008 22
    23. terça-feira, 25 de novembro de 2008 23
    24. ROY LICHTENSTEIN terça-feira, 25 de novembro de 2008 24
    25. ROY LICHTENSTEIN Roy Lichtenstein nasceu em 27 de outubro de 1923 na cidade de Nova Iorque. ! terça-feira, 25 de novembro de 2008 25
    26. ROY LICHTENSTEIN ! No verão de 1939, freqüenta aulas de arte no Art Students League (Liga dos Estudantes de Arte). Em 1940 ingressa na School of Fine Arts da Ohio State University. Em 1943 ingressa no Exército. Presta serviço a Inglaterra, França, Bélgica e Alemanha. Em 1949, casa com Isabel Wilson, mas divorcia-se em 1965. terça-feira, 25 de novembro de 2008 26
    27. ROY LICHTENSTEIN ! É nomeado professor assistente, em 1960, do Douglass College, Rutgers University, Nova Jersey. Muda-se para Highland Park, Nova Jersey. Em 1961, começa as primeiras pinturas Pop: imagens e técnicas inspiradas na aparência de impressão comercial. No ano de 1962 seus trabalhos são inspirados nos de Picasso e de Piet Mondrian. terça-feira, 25 de novembro de 2008 27
    28. ROY LICHTENSTEIN ! Em 1963 demite-se da Universidade de Rutgers para se dedicar exclusivamente à pintura. Em 1970, muda-se para Long Island. Pinta quatro grandes murais com pinceladas para a Faculdade de Medicina da Universidade de Dusseldórfia. É eleito em 1979 membro da Academia Americana e Instituto das Artes e Letras. Roy Lichtenstein morre a 29 de setembro de 1997, em Nova Iorque. terça-feira, 25 de novembro de 2008 28
    29. Roy Lichtenstein Whaam! 1963 Óleo e magna sobre tela 172,7×406,4cm Tate Gallery terça-feira, 25 de novembro de 2008 29
    30. Roy Lichtenstein Popeye 1961 Óleo sobre tela 106,7×142,2cm Coleção de David Lichtenstein terça-feira, 25 de novembro de 2008 30
    31. Roy Lichtenstein Pincelada 1965 Serigrafia sobre papel 56,5×72,4cm Tate Gallery terça-feira, 25 de novembro de 2008 31
    32. Roy Lichtenstein Masterpiece 1962 Óleo sobre tela 137,2×137,2cm Beverly Hills (CA), Coleção de Mr. e Mrs. Melvin Hirsch terça-feira, 25 de novembro de 2008 32
    33. Roy Lichtenstein Explosão Número 1 1965 Metal lacado 251×160cm Colônia, Museu Ludwig terça-feira, 25 de novembro de 2008 33
    34. TOM WESSELMANN terça-feira, 25 de novembro de 2008 34
    35. TOM WESSELMANN Nasceu em 1931, na cidade de Cincinnati, Estados Unidos. É conhecido pelos seus nus femininos. Casou-se com Dot Irish. terça-feira, 25 de novembro de 2008 35
    36. TOM WESSELMANN Realizou principalmente dois tipos de obras: naturezas mortas e nus femininos. Cursou psicologia na Universidade de Cincinnati. Foi convocado pelo exército em 1952. Estudou na Academia das Belas Artes de Cincinnati. Vendeu suas HQs para diversos jornais. terça-feira, 25 de novembro de 2008 36
    37. TOM WESSELMANN Teve grande influência de Willem de Kooning, artista do expressionismo abstrato. Inscreveu-se na Cooper Union School – Nova York. Ao terminar os estudos, começou a produzir colagens, deixando as HQs. Separou-se de Dot, e em 1963 casou com Claire Selly. Morreu em 2004, em Nova York. terça-feira, 25 de novembro de 2008 37
    38. Tom Wesselmann Grande nu americano num. 26 1962 Técnica mista sobre madeira 148,6×118,1cm Chicago, Coleção da família de Robert B. Mayer terça-feira, 25 de novembro de 2008 38
    39. Tom Wesselmann Landscape no. 2 1964 Papel, fotografia, óleo e relevo sobre tela 193×239cm Colônia, Museum Ludwig terça-feira, 25 de novembro de 2008 39
    40. Tom Wesselmann Natureza-morta no. 24 1962 Tinta acrílica polimerizada sobre madeira 122×152,1×20cm Nelson-Atkins Museum of Art, Kansas City, Missouri terça-feira, 25 de novembro de 2008 40
    41. Tom Wesselmann Natureza-morta no. 20 1962 Colagem e assemblage com pintura, papel, madeira, ampola, interruptor, etc. 104,14×121,92×13,97cm Buffalo (NY), Albright-Knox Art Gallery terça-feira, 25 de novembro de 2008 41
    42. Tom Wesselmann Natureza-morta no. 30 1963 Óleo, verniz e tinta polimerizada sintética. 122×167,5×10cm Coleção de Philip Johnson terça-feira, 25 de novembro de 2008 42
    43. ANDY WARHOL terça-feira, 25 de novembro de 2008 43
    44. ANDY WARHOL Nascido em 6 de Agosto de 1928, Andrew Warhola era o terceiro e último filho de um mineiro checo que veio aos EUA para não ser recrutado pelo exército austro- húngaro ao fim da Primeira Guerra Mundial. terça-feira, 25 de novembro de 2008 44
    45. ANDY WARHOL Moravam em Pittsburgh, na Pensilvânia. Na infância Andy foi atacado por uma doença do sistema nervoso central, e isso o deixou muito tímido. Freqüentou as aulas de arte do Liceu de Schenley e as aulas no Museu Carnegie Com a poupança da família entrou no Carnegie Institute of Technology (atual Carnegie Melon University) onde estudou de 1945 a 1949 e se graduou em design. terça-feira, 25 de novembro de 2008 45
    46. ANDY WARHOL Também em 1949, começou a ilustrar anúncios para revistas famosas como Glamour,Vogue, Harper's Bazaar e The New Yorker. Também fazia anúncios públicitarios, vitrines de lojas, capas de livros e cartões de agradecimento. Em 1952 tem sua primeira exposição individual na Hugo Gallery: 15 desenhos baseados num romance de Trumam Capote. Um sucesso, a exposição passou por vários lugares, como o Museu de Arte Moderna em 1956. terça-feira, 25 de novembro de 2008 46
    47. ANDY WARHOL Começa a usar ícones famosas em suas obras como Elvis Presley, Marilyn Monroe, Mona Lisa e até Che Guevara e Mao Tse. Suas obras são produzidas e repetidas em massa, o mais industrial possível. Em 1963 abre seu estúdio The Factory. Também começa a fazer filmes experimentais como Sleep e Empire. Eles vão ficando mais sofisticados como em Chelsea Girls. Vira produtor e patrocinador do grupo de rock The Velvet Underground. terça-feira, 25 de novembro de 2008 47
    48. ANDY WARHOL Em 1968, freqüentadora da Factory e fundadora e única membro do SCUM (Society for Cutting Up Men), invade o estúdio e atira em Warhol, quase o ferindo mortalmente. Andy se recupera depois de cinco horas de cirurgia. Depois de dois meses, perdeu um pouco da popularidade e dedicou-se a fazer a revista Interview, no qual incentivava jovens artistas no início de suas carreiras. terça-feira, 25 de novembro de 2008 48
    49. ANDY WARHOL Em 1987 é operado na vesícula biliar, a operação correu bem mas Andy Warhol morreu no dia seguinte. Sua frase ficou conhecida “In the future everyone will be famous for fifteen minutes. terça-feira, 25 de novembro de 2008 49
    50. Andy Warhol Brillo 1964 Serigrafia sobre madeira 44×43×35,5cm 33×41×30cm 24×41×30cm 21×40×26cm Bruxelas, coleção particular terça-feira, 25 de novembro de 2008 50
    51. Andy Warhol Lata de sopa Campbell’s 1 1968 Acrílico e Liquitex, serigrafia sobre tela 91×51cm Aquisgrano, Neue Gallerie – Sammlung Ludwig terça-feira, 25 de novembro de 2008 51
    52. Andy Warhol Elvis I 1964 Serigrafia sobre acrílico 208,3×208,3cm Art Gallery of Ontario, Toronto terça-feira, 25 de novembro de 2008 52
    53. Andy Warhol Garrafas de Coca-Cola verdes 1962 Óleo sobre tela 208,9×144,8cm Nova Iorque, Coleção de Whitney Museum of American Art terça-feira, 25 de novembro de 2008 53
    54. Andy Warhol As vinte e cinco Marilyns 1962 Serigrafia sobre acrílico sobre tela 205,7×169,5cm Estocolmo, Moderna Museet terça-feira, 25 de novembro de 2008 54
    55. Andy Warhol Notas de Dois Dólares (Frente e verso) 1962 Serigrafia sobre tela 210×96cm Colônia, Museum Ludwig terça-feira, 25 de novembro de 2008 55
    56. Andy Warhol Díptico de Marilyn 1962 Tinta de serigrafia sobre tinta polimerizada sintética sobre tela 208,3×289,6cm Tate Gallery terça-feira, 25 de novembro de 2008 56
    57. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MCCARTHY, David. Arte Pop/David McCarthy. Tradução: Otacílio Nunes - São Paulo: Cosac & Naify, 2002 OSTERWOLD, Tilman. Pop Art. - Köln: Taschen, 1999. STANGOS, Nikos. Conceitos da arte moderna. Tradução: Álvaro Cabral - Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000 CARVA, Tiago. Adeus ao homem que deu tons verde-amarelos à pop art. Disponível em <http://puc-riodigital.com.puc-rio.br/cgi/ cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=753&sid=55>. Acesso em 24 de novembro de 2008. CANONGIA, Ligia. O Legado dos Anos 60 e 70 - Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2005 terça-feira, 25 de novembro de 2008 57
    58. OBRIGADO Petronio Fachin Rafael Marin Bortolotto Ramon Eli Zim Vicente Spiandorello Rover Vinicius Valentini Fedrizzi Universidade de Caxias do Sul Curso de Bacharelado em Tecnologias Digitais História da Arte II - 2008/4 Profa. Silvana Boone terça-feira, 25 de novembro de 2008 58

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