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Grupo 14 ladrilhos, paver, lajotas e revestimento word
 

Grupo 14 ladrilhos, paver, lajotas e revestimento word

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    Grupo 14 ladrilhos, paver, lajotas e revestimento word Grupo 14 ladrilhos, paver, lajotas e revestimento word Document Transcript

    • UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA REGIONAL DE CHAPECÓUNOCHAPECÓLADRILHOS HIDRÁULICOS, PISOS INTERTRAVADOS DE CONCRETO,LAJOTAS DE CONCRETO E REVESTIMENTOS TEXTURADOS.Ederson PezenattoRafael C. AgostiniEngenharia CivilTécnicas Construtivas 2Chapecó- SC, Maio de 2013.
    • Universidade Comunitária Regional de Chapecó (UNOCHAPECÓ)ACEA – Área das Ciências Exatas e AmbientaisCurso: Engenharia Civil – 7º PeríodoDisciplina: Técnicas Construtivas 2Professor: Marcelo Fabiano CostelaLADRILHOS HIDRÁULICOS, PISOS INTERTRAVADOS DE CONCRETO,LAJOTAS DE CONCRETO E REVESTIMENTOS TEXTURADOS.Ederson PezenattoRafael C. AgostiniEngenharia CivilTécnicas Construtivas 2Chapecó- SC, Maio de 2013.
    • LISTA DE FIGURASFigura 1a: ladrilhos lisos 20x20cm................................................................................04Figura 2a: ladrilho floral de 20x20cm............................................................................04Figura 3a: ladrilho central..............................................................................................04Figura 4a: ladrilho contínuo...........................................................................................05Figura 5a: ladrilho forma geométrica.............................................................................05Figura 6a: ladrilho antiderrapante...................................................................................05Figura 7a: ladrilho rodapé 10x20cm...............................................................................05Figura 8a: ladrilho faixa 10x20cm. ................................................................................05Figura 9a: ladrilho tozeto 10x10cm. ..............................................................................05Figura 10a: ladrilho que imita madeira de demolição. ..................................................06Figura 11a: Ladrilho dunas maranhenses. .....................................................................06Figura 12a: ferramentas utilizadas na produção de ladrilho hidráulico..........................07Figura 13a: Prensa manual para ladrilho hidráulico. ......................................................07Figura 14a: paver sextavado...........................................................................................10Figura 15a: paver 16 faces..............................................................................................10Figura 16a: paver 6 faces................................................................................................10Figura17a: paver H ou I..................................................................................................11Figura 18a: paver raquete................................................................................................11Figura 19a: paver retangular...........................................................................................11Figura 20a: Processo de fabricação dos pisos intertravados...........................................12Figura 21a: corte transversal de pavimento intertravado................................................13Figura 22a: compactação do sub-leito.............................................................................14Figura 23a: camada sub-base...........................................................................................14Figura 24a: compactação sub-base..................................................................................14Figura 25a: espalhamento do pedrisco............................................................................15Figura 26a: compactação da base....................................................................................15Figura 27a: contenção lateral...........................................................................................15Figura 28a: sarrafeamento da areia..................................................................................16Figura 29a: colocação das peças......................................................................................16Figura 30a: pré-compactação...........................................................................................16Figura 31a: espalhamento da areia natural......................................................................16
    • LISTA DE FIGURASFigura 32a: compactação final........................................................................................17Figura 33a: auxílio na compactação final.......................................................................17Figura 1b. Quebra e remoção da calçada velha...............................................................19Figura 2b. Colocação de sub-base em (pedra e pó de pedra)..........................................19Figura 3b. Aplicação de argamassa tipo ‘’farofa’’ regularizar a superfície.................19Figura 4b.Assentamento de placas sobre ‘’farofa’’.........................................................19Figura 5b. Assentamento de placas sobre ‘’farofa’’........................................................20Figura 6b. Aplicar uma argamassa entre as placas..........................................................20Figura 7b. Calçada concluída..........................................................................................20Figura 8b.Compactação e nivelamento do terreno..........................................................22Figura 9b. Lançamento, adensamento e acabamento da base de concreto magro..........22Figura 10b. Aplicação da argamassa de assentamento....................................................22Figura 11b. Assentamento das peças e rejuntamento com nata de cimento....................23Figura 12b. Limpeza e abertura ao tráfego......................................................................23Figura 13b Tipo de lajotas...............................................................................................23Figura 14 b piso tátil........................................................................................................24Figura 15b piso tátil direcional........................................................................................25Figura 16b.revestimento..................................................................................................26Figura 17b. Limpeza do local de aplicação ates de iniciar a aplicação...........................27Figura 20b. Utilizar rolo próprio para textura alveolar baixo..........................................28Figura 21b. Aplicar uma demão de selador acrílico no mesmo tom da textura..............28Figura 22b.Após 4 horas, aplicar uma demão de textura acrílica média.........................29Figura 23b. Revestimento texturados..............................................................................29Figura 24b.Edifícios revestido pro reboco de monocamada...........................................30Figura 25b.aplicação do revestimento monocapa............................................................31
    • LISTA DE TABELASTabela 1 Piso Tátil...........................................................................................................25Tabela 2: dimensões placa tátil........................................................................................26
    • LISTA DE SIGLASABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas.NBR: Norma BrasileiraABCP: Associação Brasileira de Cimento PortlandLH : ladrilho hidráulico
    • SUMÁRIOINTRODUÇÃO...........................................................................................................011 LADRILHOS HIDRÁULICOS.................................................................................021.1 Norma Técnica de regulamentação.........................................................................021.2 Definições e Especificações Técnicas.....................................................................021.3 História.....................................................................................................................031.4 Modelos de Ladrilhos...............................................................................................031.5 Processo de fabricação..............................................................................................061.6 Assentamento do ladrilho hidráulico.........................................................................071.7 Manutenção do ladrilho hidráulico............................................................................082 PISOS INTERTRAVADOS DE CONCRETO............................................................092.1 Norma Técnica de regulamentação ..........................................................................092.2 Definições e Especificações......................................................................................092.3 História......................................................................................................................102.4 Modelos de Pavers.....................................................................................................102.5 Processo de fabricação...............................................................................................112.6 Assentamento dos pavers...........................................................................................123 Placas Pré-Moldadas de Concreto................................................................................173.1 Especificação.............................................................................................................173.2 Características de Manutenção..................................................................................183.3 Desempenho..............................................................................................................183.4 Execução Passo-a-Passo (placa fixa).........................................................................193.5 Execução Passo-a-Passo (placa removível)...............................................................203.6 Especificação.............................................................................................................213.7 Características de Manutenção..................................................................................213.8 Desempenho..............................................................................................................213.9 Execução Passo-a-Passo............................................................................................223.10 Piso Tátil..................................................................................................................233.11 Indicações para aplicação do PISO TÁTIL.............................................................253.12 Especificações.........................................................................................................254 Revestimento texturizado.............................................................................................264.1 APLICAÇÃO E ACABAMENTO............................................................................274.2 Revestimento monocamada.......................................................................................284.3 Caracterização...........................................................................................................294.4 Aplicação de revestimento monocapa.......................................................................30CONCLUSÃO.................................................................................................................31REFERÊNCIAS..............................................................................................................32
    • 1INTRODUÇÃONeste trabalho falaremos sobre ladrilhos hidráulicos, pisos intertravados deconcreto, revestimentos texturados e lajotas de concreto buscando conhecer a história, aespecificação técnica e a aplicação desses materiais e técnicas.
    • 21 LADRILHOS HIDRÁULICOS1.1 Norma Técnica de regulamentaçãoOs ladrilhos hidráulicos apresentam-se regulamentados pelas normas:NBR 9457 - ladrilho hidráulico – produção de ladrilhos hidráulicosNBR 9458/86 - ladrilho hidráulico - assentamentoNBR 9459 - ladrilho hidráulico – formatos e dimensões1.2 Definições e Especificações TécnicasSão placas cimentícias de alta resistência destinadas ao revestimento de paredese pisos externos e internos, que possuem inúmeras possibilidades de combinações dedimensões e cores, as dimensões padrão comercializadas são: 20 x 20, 15 x 15, 10 x 10,5 x 5, 10 x 20 centímetros e a dimensão mais comum é a de 20 cm x 20 cm e aespessura varia de 2 cm à 3 cm.São 50 tonalidades de cores e os motivos mais utilizadas são as formasgeométricas e os florais.É composto de cimento A.R.I., de alta resistência inicial, cimento brancoestrutural CPB 40, agregantes de quartzo e pigmentos, pó de pedra, diabásio, areia,água, cimento Portland comum, pó de mármore, granito e os pigmentos e ou óxidos deferro dão a tonalidade a argamassa que será utilizada na primeira camada do ladrilho.Possuem notável autenticidade, beleza da combinação das cores, criatividade dosmosaicos que podem ser formados e por se tratar de um processo de fabricação manuale ecológico, pois não gera queima de gases, nem consumo de energia elétrica para suafabricação, pois a prensa é manual, além disso as peças descartadas, ou o entulho geradopode ser reaproveitado gerando areia artificial.É considerado um produto centenário, muito resistente a abrasão, ideal paralocais de tráfego intenso, está sempre bonito porque as cores não são uma fina camadade pintura, elas estão presentes na argamassa formando uma camada deaproximadamente 5 mm que compõe a primeira camada do ladrilho.
    • 3Resistência à tração na flexão: valor individual maior que 4,6 MPa e médiamaior que 5,0 MPa. Espessura da placa tráfego de pedestres: 20 mm.No ensaio de desgaste por abrasão para um percurso de 1000m o valor dodesgaste deve ser menor ou igual à 3 mm. No ensaio de absorção de água o valor deveráser menor ou igual à 8%.1.3 HistóriaInspirados nos mosaicos bizantinos os ladrilhos hidráulicos foram criados paradecorar pisos e paredes e expressar arte e religiosidade.Nos mosaicos bizantinos a combinação da imagem era composta de fragmentosde pedra como mármore e granito, pedras semipreciosas, pastilhas de vidros, seixos eoutros, já nos ladrilhos hidráulicos essa combinação se dá por meio das divisões dogabarito que recebe a argamassa colorida da primeira camada.No Século XIX foi amplamente utilizado pela nobreza nas mansões Européias.Chegou no Brasil em 1920, na época da imigração italiana e rapidamente tornou-sepresente nos locais mais nobres.Nesse período haviam mais de 100 fábricas de ladrilho hidráulico em São Paulo,foi muito utilizado até a década de 50. Na década de 60 iniciou-se a produção do pisocerâmico, fazendo com que o ladrilho não fosse mais a primeira opção, e com issomuitas fábricas faliram.Na década de 80 muitos Arquitetos resgataram o uso do ladrilho em seusprojetos, e hoje se tornaram tendência ao compor com outros materiais nobres como porexemplo porcelanatos.O LH conseguiu resistir a revolução industrial, pois quem fabrica LH executa oprocesso do começo ao fim. O ladrilho hidráulico é um dos mais antigos objetospadronizados para construção.1.4 Modelos de LadrilhosAs dimensões podem ser conforme o cliente desejar, os motivos também, mas opreço e o prazo de entrega aumenta se for personalizado.
    • 4O valor do m² de um ladrilho disponível em catálogo pode chegar àaproximadamente R$ 200,00 variando de acordo com o pedido e com o grau dedificuldade de executar o ladrilho.Enquanto numa fábrica de cerâmica a média diária de produção por pessoa é de10 mil m², em empresas de ladrilhos não passa de 20 m², isso se deve a mão de obraartesanal. Com isso, seu preço tem que ser elevado: peças de 20 x 20 cm por exemplocustam entre R$ 1,50 e R$ 8,00 a unidade, enquanto que alguns pisos cerâmicos maissimples custam R$ 8,00 o metro quadrado.Figura 1a: ladrilhos lisos 20x20cm.Figura 2a: ladrilho floral de 20x20cm. Figura 3a: ladrilho central.
    • 5Figura 4a: ladrilho contínuo. Figura 5a: ladrilho forma geométrica.Figura 6a: ladrilho antiderrapante. Figura 7a: ladrilho rodapé 10x20cm.Figura 8a: ladrilho faixa 10x20cm. Figura 9a: ladrilho tozeto 10x10cm.
    • 6Figura 10a: ladrilho que imita madeira Figura 11a: Ladrilho dunas maranhenses.de demolição.1.5 Processo de fabricaçãoInicia-se o processo untando a forma com óleo desmoldante para a 1ª camadanão grudar, coloca-se o molde de latão com a figura desejada e com o auxílio docachalote ou concha deposita-se a argamassa de cimento branco com a tonalidade emconformidade com a figura conferindo uma camada de 5 mm. Essa tonalidade é obtidacom o uso de óxido de ferro, conforme a quantia obtem-se determinada tonalidade.Para a 2ª camada retira-se o molde com uma puxada contínua e rapidamentepolvilha-se uma camada seca de cimento portland e pó de pedra para que o excesso deágua seja absorvido e para impedir que a peça seja borrada estabilizando a 1ª camada.A 3ª camada é composta de argamassa onde usa-se areia, cimento portland,água, com teor de umidade baixo, o suficiente para não interferir nas outras camadas enão se desmanchar.Coloca-se o tampo e leva-se para a prensa conforme (Figura 13a: Prensa manualpara ladrilho hidráulico), que exerce uma pressão de 15 toneladas sobre a placa, após amesma fica em repouso em prateleiras durante um período de 12 horas, após esseperíodo a peça fica imersa em água de 8 à 12 horas para hidratar a 2ª camadaprocessando todas as reações químicas e adquirindo resistência.Daí vem o nome ladrilho hidráulico, não somente pelo processo de imersão naágua, mas pela reação química que ocorre quando o cimento Portland entra em contatocom a água e a reação química inicia a formação da cadeia celular.
    • 7Figura 12a: ferramentas utilizadas na produção de ladrilho hidráulico.Figura 13a: Prensa manual para ladrilho hidráulico.Existem prensas hidráulicas para comprimir o ladrilho, mas a tradicional é aprensa manual, que mantém o processo produtivo inalterado e torna o ladrilho umproduto ecologicamente correto, pois não utiliza energia, nem queima de gases para suaprodução.1.6 Assentamento do ladrilho hidráulicoO ideal é que seja realizado o assentamento no final da obra para evitar ficarpassando por cima dos ladrilhos sujando-os, pode ser feito com junta seca, que é a
    • 8forma mais usual ou rejuntado com espaçamento ou fuga de 1 à 2 mm com pó derejunte.Com o local de assentamento livre de poeiras aplica-se uma camada uniforme deargamassa no contrapiso e uma camada de argamassa na peça para corrigir a variação naespessura que o ladrilho hidráulico apresenta por ter um processo de produção manualonde essa variação pode atingir 2 mm aceitáveis por norma.Deve-se certificar que a argamassa tenha sido aplicada em toda a superfície doladrilho para que os cantos não quebrem ou trinquem depois de assentado.Se o ladrilho for de cor clara é melhor usar argamassa clara para evitar manchara peça, e se enquanto estiver sendo assentado cair argamassa encima das peças, essadeve ser removida imediatamente com um pano úmido, pois o ladrilho é muito poroso epode absorver essa argamassa manchando a peça.Devem ser assentados pressionando apenas com as mãos, sem o uso do martelode borracha, pois esse danifica o ladrilho provendo-lhe fissuras e trincas.Deve-se proteger os ladrilhos assentados com um plástico bolha, nunca papelão,pois esse mancha as peças. Liberar o trânsito no local do assentamento 12 horas após aaplicação.1.7 Manutenção do ladrilho hidráulicoApós assentado deve ser feita uma limpeza com pano úmido e sabão neutro paraeliminar a poeira, deixar secar, pois se impermeabilizar a peça molhada ela poderá ficarmanchada, passar uma resina impermeabilizante ou selador acrílico à base de água ecera acrílica com características antiderrapante já que o ladrilho é poroso e absorvepartículas que o deixam encardido.Deve ser usado rolo de lã curta para aplicar o impermeabilizante, pois o rolo deespuma reage com o impermeabilizante e solta pedaços ou “fiapos”, e o sentido deve ser‘’vai e vem’’ sempre o mesmo em cada demão, o ideal é passar 3 demãos e mudarperpendicularmente o sentido a cada demão para que se tenha uma completaabrangência da peça.Se o ladrilho for receber rejuntamento o ideal é impermeabilizar com umademão, deixar secar e depois rejuntar, após impermeabilizar a segunda demão e por fima terceira demão.
    • 9Nunca deve ser lavado com ácido muriático, cândida, produtos químicos em geral,somente com água e sabão neutro.Caso o ladrilho não tenha sido impermeabilizado e fique encardido após anossem manutenção, pode ser lixado com lixa nº 100 e sua cor voltará viva.Para a manutenção é recomendado passar cera acrílica incolor com umaperiodicidade de 15 dias ou conforme as peças forem ficando sem brilho.2 PISOS INTERTRAVADOS DE CONCRETO2.1 Norma Técnica de regulamentaçãoOs pisos intertravados de concreto apresentam-se regulamentados pelas normas:NBR 9780 – Resistência a compressãoNBR 9781 - fabricaçãoNBR 15953/2011 da execução ou assentamentoAs empresas que produzem pisos intertravados em conformidade com aadequação (peças de concreto para pavimentação) da ABNT recebem o Selo deQualidade da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), esse piso deveapresentar dimensões regulares, boa aparência, maior durabilidade e resistência.Esse selo é mantido para as empresas após avaliação periódica de seis meses, oque faz com que a busca por melhoria dos produtos seja constante.2.2 Definições e EspecificaçõesSão blocos de concreto maçicos pré-moldados mais usuais nas dimensões 10 cmlargura x 20 cm de comprimento x 4, 6, 8, 10 ou 12 cm de espessura, conforme o fckque se deseja utilizar.Os pavers são uma ótima alternativa em relação ao meio ambiente pois podemutilizar na sua composição uma porcentagem de pneu moído, por se tratar de ummaterial inerte, além de outros materiais alternativos que contribuem para um equilíbrioeconômico e ambiental.
    • 10Sua capacidade de suporte não tem limite, pode ser projetado inclusive paraportos, aeroportos, praças, parques, jardins, estacionamentos, vias urbanas,acostamentos, calçadas entre outros. São inúmeras as opções de formatos e cores.Outro aspecto muito importante é o fato da deformação vertical do paver serbem inferior à do pavimento flexível ou pavimento asfáltico de mesma espessura.2.3 HistóriaO Paver chegou no Brasil na década de 1970. A pavimentação com blocos pré-moldados vem crescendo continuamente em todo mundo, e isso é extremamentenecessário para garantirmos o escoamento das águas das chuvas, já que o paver oferecemaior infiltração que os pavimentos existentes.2.4 Modelos de PaversAs dimensões e formas variam e a espessura varia conforme a exigência dotráfego e o fck, abaixo pode observar conforme as (figuras 14a até a figura 19a), osmodelos mais usados:Figura 14a: paver sextavadoFigura 15a: paver 16 facesFigura 16a: paver 6 faces
    • 11Figura17a: paver H ou IFigura 18a: paver raqueteFigura 19a: paver retangular2.5 Processo de fabricaçãoIniciou-se no Brasil de forma artesanal e depois começaram a ser utilizadasmáquinas de produção em série, vibro prensas, capazes de desenformar o bloco assimque prensado agilizando o processo produtivo.Trata-se de um traço de argamassa que atinja o fck estipulado pela norma NBR9780, composto de areia, água, cimento Portland, areia artificial com módulo de finuraque mais se adapte ao fck solicitado. O teor de umidade é bem baixo, pois a argamassaserá submetida a vibração enérgica, o que lhe confere alta resistência à compressão ediminuição do índice de vazios, além da desforma imediata.Na (Figura 20a: Processo de fabricação dos pisos intertravados), pode-seobservar a fabricação com vibro-prensa automatizada:A)Início do processo, o operador coloca um tampo de madeira que servirá após aprensagem para servir de apoio para o piso intertravado enquanto aguarda o tempo desecagem e cura.B)A fôrma desce para esperar a argamassa.
    • C)A argamassa é depositada na fôrma.D)A argamassa é vibro-prensada.12E) A prensa sobe.F)O operador retira o paver e inicia o processo novamente, a desforma é imediata.Figura 20a: Processo de fabricação dos pisos intertravados2.6 Assentamento dos paversO tráfego vai determinar a resistência necessária para o piso intertravado e suaespessura.Para tráfego de pedestres: espessura de 4 cm e resistência de 35 mpa, acima dosub leito e sub-base compactado que é o solo deve ser realizada uma camada de 3 à 5cm de areia natural, artificial ou pedrisco.Para tráfego leve: espessura de 6 cm e resistência de 35 mpa, acima do sub leitoe sub-base compactado que é o solo deve ser realizada uma camada de 3 à 5 cm de areianatural, artificial ou pedrisco.Para tráfego médio: espessura de 8 cm e resistência de 35 à 50 mpa, acima dosub leito e sub-base compactado que é o solo deve ser realizada uma camada chamadabase com 10 cm, com brita graduada ou pedrisco, acima uma camada de 3 à 5 cm deareia natural, artificial ou pedrisco.
    • Para tráfego pesado: espessura de 10 cm e resistência de 35 à 50 mpa, acimado sub leito compactado que é o solo deve ser realizada uma camada de sub-base oureforço da base com 30 cm de brita graduada (pedra gráuda), acima dessa deve ser feitauma camada chamada base com 15 cm de brita zero ou pedrisco e acima da base 3 à 513cm de areia natural ou artificial que será o colchão para as peças de concreto ou camadade assentamento.Cada camada deve ser compactada respeitando a NBR 15953/2011 da execuçãoou assentamento de pisos intertravados de concreto, antes dessa norma o fabricante eraresponsabilizado pela má execução do serviço de assentamento.Etapas do assentamento de piso intertravado devem respeitar a sequência docroqui da (Figura 21a: corte transversal de pavimento intertravado).Figura 21a: corte transversal de pavimento intertravado.As etapas de assentamento de pisos intertravados seguem a ordem: subleito, sub-base, base, confinamentos externo e interno, camada de assentamento, camada derolamento, rejuntamento, primeira compactação, novo rejuntamento e compactaçãofinal.Etapas para assentamento de piso intertravado para pavimento com tráfegopesado:1ª etapa (subleito): O subleito poderá ser constituído pelo terreno natural ou serformado por um pavimento já existente, ficando o pavimento em ambos os casos nacota determinada pelo projeto.
    • A execução do subleito deve ser iniciada com a topografia que determinará anecessidade de se executar cortes ou aterros, além de indicar as que serão adotadas. Emseguida, deverão ser retirados os objetos estranhos à construção da via, excetopavimentos antigos que sejam utilizados como fundação do novo.14Deve-se retirar toda camada superficial vegetal e de natureza orgânica. Verifica-se também, se a área permanece úmida ou se há risco de alagamento no período deinverno. Em locais com essas características pode ser necessário construir camadas dedrenagem que permitam o escoamento da água.Após o subleito estar limpo de corpos estranhos, material orgânico e estar nacota de projeto deve-se compactar o subleito conforme (Figura 22a: compactação dosub-leito), com rolo compactador.Figura 22a: compactação do sub-leito.2ª etapa (sub-base): espalhar material granular pedra graúda, rachão em uma camadade 30 cm conforme (Figura 23a: camada sub-base), e deve-se compactar a sub-base comrolo compressor vibratório ou placa vibratória com o objetivo de prover o rearranjo daspartículas conforme (Figura 24a: compactação sub-base), mantendo um índice de vazioscapaz de suportar e descarregar as cargas pontuais e também servir para a água percolarde forma eficiente através desses vazios.
    • Figura 23a: camada sub-base. Figura 24a: compactação sub-base.153ª etapa (base): após a sub-base estar compactada deve-se espalhar conforme (Figura25a: espalhamento do pedrisco), uma camada de 15 cm de brita zero ou pedrisco ecompactar a base garantindo o travamento do material granular graúdo da sub-baseconforme (Figura 26a: compactação da base).Figura 25a: espalhamento do pedrisco. Figura 26a: compactação da base.4ª etapa (contenções laterias): caso não exista, deve-se instalar as contenções lateraisque são os meio fios com o objetivo de delimitar a rua e a calçada e garantir oalinhamento das peças conforme (Figura 27a: contenção lateral).
    • Figura 27a: contenção lateral.5ª etapa (camada de assentamento): encima da camada da base compactada sãocolocadas duas guias para nivelar ou sarrafear a camada de areia natural ou artificialconforme (Figura 28a: sarrafeamento da areia), que servirá para assentar as peças deconcreto. Deve manter o alinhamento horizontal através de linha de nylon conforme(Figura 29a: colocação das peças).16Figura 28a: sarrafeamento da areia. Figura 29a: colocação das peças.Essas peças tem o modelo de 16 faces, dimensões de 24,5 cm x 12,5 cm eespessura de 10cm destinada ao tráfego pesado com resistência de até 50 mpa. Estãodispostas na combinação espinha de peixe, que garante um bom travamento das peças eé ideal para pavimento porque resiste à tração em todas as direções ou de formaconjunta, diferente da combinação em paralelo ou da combinação trama.6ª etapa (compactação): com as peças todas assentadas deve-se fazer a précompactação conforme (Figura 30a: pré-compactação), com placa vibratória e apósdeve-se aplicar uma camada de areia natural fina conforme (Figura 31a: espalhamentoda areia natural), e espalhar com vassoura preenchendo as juntas das peças, onde obtem-se o intertravamento das peças propriamente dito, então com a placa vibratória faz-se acompactação final conforme (Figura 32a: compactação final) acompanhado de auxílioconforme (Figura 33a: auxílio na compactação final).Após a etapa compactação final o pavimento está livre para uso.
    • Figura 30a: pré-compactação. Figura 31a: espalhamento da areia natural.17Figura 32a: compactação final. Figura 33a: auxílio na compactação final.3 Placas Pré-Moldadas de ConcretoPlacas pré-fabricadas de concreto de alto desempenho, fixas ou removíveis, parapiso elevado ou assentamento diretamente sobre a base.3.1 Especificação• Resistência à compressão do concreto: 35 Mpa• Resistência à abrasão: Classe A e B , conforme NBR 12042 da
    • ABNT• Espessura mínima das placas: 30 mm• Modulação das placas: 40x40 mm até 100x100 mm• Acabamento superficial: diversidade de texturas e cores• Tipo de Base - para pedestres: concreto magro com espessura de 5cm sobre solocompactado para placas fixas ou brita N°2 sobre solo compactado para placas18removíveis; para veículos leves (entrada de carros): concreto traço 1:3:4 com 5 cm deespessura, armado com tela de aço CA 60 de 4,2 mm e malha 100x100 mm e curamínima de 3 dias; para veículos pesados (caminhões, carro-forte): sob consulta aofabricante.• Tipo de assentamento - placas fixas: argamassa levemente úmida (farofa) traço1:6(cimento : areia), com cura mínima de 2 dias; placas removíveis: sobre leito de pó-de-pedra.3.2 Características de Manutenção• Limpeza; jato de água e sabão neutro.• Intervenção: executada pontualmente. As placas fixas poderão ser danificadas naretirada, sendo necessária a sua substituição. As placas removíveis são retiradas comsaca-placas, sendo totalmente reaproveitadas.3.3 Desempenho• Durabilidade: elevada, desde que respeitadas as características do produto, deinstalação, de uso e de manutenção.
    • • Conforto de rolamento: superfície sem ressaltos ou relevos irregulares, segura aotráfego.• Antiderrapante: acabamento superficial adequado.• Drenagem: pode ser projetado para essa finalidade, sob consulta ao fabricante. Nasplacas removíveis, a calçada é permeável.• Tempo para liberação ao tráfego: após a cura de assentamento nas placas fixas eimediata nas placas removíveis.193.4 Execução Passo-a-Passo (placa fixa)1b. Quebra e remoção da calçada velha.2b. Colocação de sub-base em (pedra e pó de pedra).
    • 3b. Aplicação de argamassa tipo ‘’farofa’’ regularizar a superfície.4b.Assentamento de placas sobre ‘’farofa’’.205b. Assentamento de placas sobre ‘’farofa’’6b. Aplicar uma argamassa entre as placas
    • 7b. Calçada concluída.3.5 Execução Passo-a-Passo (placa removível)Placa de concreto de alta resistência ao desgaste para acabamentode pisos, assentada com argamassa sobre base de concreto.213.6 Especificação• Resistência à tração na flexão: valor individual ≥ 4,6 MPa e média ≥ 5,0 MPa.• Espessura mínima: 20 mm (verificar formato da peça).• Acabamento superficial: diversidade de texturas e cores.• Tipo de base: tráfego de pedestres: concreto magro com espessura de 3 cm a 5 cm.Cura mínima de 3 dias.• Tipo de assentamento: com argamassa mista tradicional ou argamassa colante. Curamínima de 2 dias.• Armadura: somente para tráfego de veículos – CA-60 (4,2 mm malha 10x10 cm).3.7 Características de Manutenção
    • • Limpeza: jato de água e sabão neutro.• Consertos: executados pontualmente, podendo ser necessária a substituição da peça.3.8 Desempenho• Durabilidade: Elevada, desde que respeitadas as características do produto, modo deinstalação e de manutenção.• Conforto de Rolamento: Adequado.• Antiderrapante: Adequado.• Drenagem: Não.22• Tempo para liberação ao tráfego: após cura da base e da argamassa de assentamento.3.9 Execução Passo-a-Passo8b.Compactação e nivelamento do terreno.
    • 9b. Lançamento, adensamento e acabamento da base de concreto magro.10b. Aplicação da argamassa de assentamento (tradicional ou argamassa colante).23111b. Assentamento das peças e rejuntamento com nata de cimento.
    • 12b. Limpeza e abertura ao tráfego.TIPO DE LAJOTAS 13b3.10 Piso TátilPiso Tátil é o piso diferenciado com textura e cor sempre em destaque com o piso queestiver ao redor. Deve ser perceptível por pessoas com deficiência visual e baixa visão.É importante saber que o piso tátil tem a função de orientar pessoas com deficiênciavisual ou com baixa visão.24Pode parecer abstrato para as pessoas que enxergam, mas para o deficiente visual e apessoa com baixa visão este piso é fundamental para dar autonomia e segurança no dia adia!Existem dois tipos de piso tátil: piso tátil de alerta e piso tátil direcional.O piso tátil de alerta é conhecido popularmente como “piso de bolinha”.
    • Sua função, como o próprio nome já diz, é alertar. Por isso é instalado em início etérmino de escadas e rampas; em frente à porta de elevadores; em rampas de acesso àscalçadas ou mesmo para alertar quanto a um obstáculo que o deficiente visual nãoconsiga rastrear com a bengala.14 b piso tátilA cor contrastante serve para auxiliar a pessoa que tem baixa visão.A função do piso tátil direcional é direcionar e orientar o trajeto.25Em locais amplos onde não tem ponto de referência que seja detectado com a bengala, opiso tátil direcional serve como guia direcional, como mostra a foto abaixo.O excesso deste piso ou a colocação em locais inadequados pode confundir e atrapalhara locomoção.
    • 15b piso tátil direcionalNão há necessidade que todos saibam as características técnicas dos pisos táteis, porémé importante que todos saibam as suas funções básicas e a sua importância.Quem quiser saber mais, basta consultar a Norma de Acessibilidade NBR 9050/2004 oumesmo ficar mais atento quando caminhar pela cidade.3.11 Indicações para aplicação do PISO TÁTIL3.12 EspecificaçõesA construtora deve ter condições de avaliar as condições do piso, avaliar o fluxode pessoas que transitam no local, verificar se o piso será instalado em área interna ouexterna. Saber diferenciar o tipo de piso para cada área atendendo a real necessidade doconsumidor e sempre respeitar as recomendações de aplicação e limpeza do fabricantepara que o produto tenha o desempenho esperado.Tabela 1 Piso Tátil – Conforme NBR 9050 temos 3 opções de piso a seguir:26Tabela 2: dimensões placa tátilDimensões ( mm)*Opção Modelos Comprimento Largura Espessura Fixação1 Placa Tátil 250 250 5 Colado
    • Direcional(Caminhamento)7 e 15 Argamassa2 Placa Tátil de Alerta 250 2505 Colado7 e 15 Argamassa4 Revestimento texturizado16b.revestimento27Existe no mercado grande variedade de opções de revestimento texturizado,proporcionando diferentes formas de decorar um ambiente, este revestimentoproporcionando ao seu ambiente, elegância, requinte e conforto.Para um bom revestimento texturizado: é necessário que a superfície deva estar limpa,firme, estável, seca, sem poeira, gordura ou sujidade. No caso das partes soltas ou mal
    • aderidas deverão ser raspadas e no caso de pinturas com brilho devem ser lixadas, atéficar totalmente fosca. Respeitando a Norma da ABNT NBR 13.245 de 02/95.O revestimento texturizado é indicado para a aplicação diretamente em superfícieinterna e externa, concreto aparente, em reboco, muros, blocos, tijolos, paredes pintadascom PVA ou acrílico. O revestimento preenche fissuras e proporcionando um excelenteacabamento. Além de o ser repelente a água e evita a proliferação de mofo e fungos.COMPOSIÇÃO QUÍMICA:Dispersão acrílico-estireno, cargas minerais inertes, hidrocarbonetos alifáticos, glicóis,tenso ativos etoxilados.4.1 APLICAÇÃO E ACABAMENTO:17b. Limpeza do local de aplicação ates de iniciar a aplicação.28
    • 20b. Utilizar rolo próprio para textura alveolar baixo.21b. Aplicar uma demão de selador acrílico no mesmo tom da textura.22b.Após 4 horas, aplicar uma demão de textura acrílica média.23b. Revestimento texturados.29RECOMENDAÇÕES:Evitar aplicar em dias chuvosos com ventos e temperaturas abaixo de 10°C. Ascondições acima citadas podem acarretar retardamento da secagem e afetar a cura doproduto.
    • PRECAUÇÕES:Manter a embalagem fechada. Não reutilizar a embalagem. Manter longe de crianças.Armazenar em local limpo, fresco e ventilado. Em caso de contato com a pele e olhos,lavar com água em abundância. No caso de ingestão, não provocar vômitos e procurarauxílio médico, levando a embalagem. Em caso de inalação, sair para local arejado.4.2 Revestimento monocamadaO revestimento tipo monocamada, conhecido correntemente por Monomassa, tem tidoaplicação como revestimento exterior de paredes, em alternativa ao reboco tradicionalpintado. Por definição, trata-se de uma argamassa concebida para revestimento, aplicadanuma só camada, que cumpre todas as funções de proteção e decoração conseguidas porum sistema multicamada.A facilidade de aplicação, desde que executada por equipas especializadas, que conduza bons rendimentos da mão-de-obra, é uma das vantagens que torna este revestimentouma alternativa interessante para os intervenientes na construção. Contudo, os rebocosnão-tradicionais, para poderem contribuir eficazmente para a satisfação das exigênciasfuncionais das paredes em que são aplicados, devem manter, durante um período devida comparável ao dos rebocos tradicionais, uma boa aderência ao suporte, boacapacidade de impermeabilização, elevada permeabilidade ao vapor de água e aspectoestético aceitável.304.3 CaracterizaçãoO revestimento exterior de paredes de ligantes minerais tipo monocamada éclassificado em termos funcionais como um revestimento de impermeabilização, sendo
    • a sua principal função contribuir para a estanquidade do conjunto tosco da parede-revestimento, isto é, limitar a quantidade de água que atinge o suporte, de modo a que aparede na sua globalidade seja estanque. Devido à sua espessura de aplicação estesrevestimentos asseguram o acabamento da parede e por serem pigmentados conseguemsatisfazer as exigências de conforto visual sendo dispensável a pintura do paramento.Em síntese, pode dizer-se que as monomassas são revestimentos de impermeabilização,que conseguem garantir, em simultâneo, o acabamento e decoração da parede,proporcionando proteção contra os agentes mecânicos e climáticos e um aspectocompatível com as exigências de conforto visual.24b.Edifícios revestido pro reboco de monocamada.314.4 Aplicação de revestimento monocapa
    • 25b.aplicação do revestimentomonocapa.1) Limpeza da superfície - As sobras de concreto da alvenaria são retiradas com umamarreta e talhadeira, para manter a superfície plana. Eventuais falhas nas bases dealvenaria superiores a 2 cm de altura, largura ou profundidade, devem ser preenchidascom argamassa compatível com a monocapa.2) Lixamento e lavagem - A viga deve ser lixada com uma escova de aço e lavada paraassegurar boa aderência à monocapa. Em superfícies muito lisas como o concreto, oideal é lavar a base para a retirada de todos os resíduos de desmoldante das vigas. Aárea de aplicação deverá ser umedecida para aplicação do chapisco com rolo de textura.3) Aplicação - A primeira camada, de 1 cm, deve ser aplicada com a desempenadeira enivelada com o pente. A segunda camada será assentada com 2 cm de espessura. Opasso seguinte é fazer a raspagem com perfil e limpeza com vassoura.4) Cantos e frisos - Realizados entre as divisas de laje e nos cantos, os frisos serãoformados com o uso de réguas metálicas durante o revestimento com a argamassa.Recomenda-se a utilização de um friso horizontal a cada pavimento, coincidindo com aemenda das aplicações.32
    • CONCLUSÃOPode-se concluir com esse trabalho que devemos verificar exatamente asespecificações dos materiais antes de executar uma obra e seguir as normasregulamentadoras.33
    • REFERÊNCIASPORTLAND, Associação Brasileira de Cimento.Manual de Ladrilho Hidráulico: Passeio Público. Associação Brasileirade Cimento Portland – ABCP, São Paulo, 2010. 28p.HOMEM DE MELO, Chico. Crônica de um ícone paulista. Minha Cidade, São Paulo, 07.075, Vitruvius,out 2006http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/07.075/1937ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9457: Ladrilhoshidráulicos; Especificação. Rio de Janeiro: 2007.