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Osso e fraturas Presentation Transcript

  • 1. Semiologia Radiológica dos Ossos
    Dr. Leonardo Bernardo
  • 2. Semiologia Radiológica Óssea
    Definição
    Tecido conjuntivo especializado com elevado componente de cálcio.
    Cerca de 206 ossos no corpo
    Aproximadamente 20 % da massa corporal
    Constituição:
    Carbonato de cálcio, fosfato de cálcio e minerais (60-70%)
    Colágeno e água (25-30%)
    Tecido de metabolismo dinâmico
    O OSSO É UM TECIDO DINÂMICO QUE CRESCE ATÉ A IDADE ADULTA.
    APÓS A IDADE ADULTA, ESTÁ SOB CONSTANTE REMODELAMENTO
    SOFREM MODELAMENTO DADO UM ESTÍMULO APROPRIADO
  • 3. Semiologia Radiológica Óssea
    Formação e Crescimento Ósseo
    Ossificação:
    Endocondral
    Ossos longos e planos
    Vertebras
    Cresc. longitudinal
  • 4. Semiologia Radiológica Óssea
    Formação e Crescimento Ósseo
    Ossificação:
    Intramembranosa
    Osso do crânio
    Espess. ósseo
  • 5. Semiologia Radiológica Óssea
    Funções mecânicas e fisiológicas dos ossos
    Mecânicas
    Suporte para o corpo contra forças externas
    Age como um sistema de alavanca para transferir força
    Proteção para os órgãos internos
    Fisiológicas:
    Formar células sanguíneas (hemopoiese)
    Armazenar cálcio (homeostase mineral)
  • 6. Semiologia Radiológica Óssea
    Tipos:
    Osso compacto
    Osso esponjoso
    Componentes:
    Cortical
    Medula
    Periósteo
    Endósteo
  • 7. Semiologia Radiológica Óssea
    Partes
    Epifise
    Diáfise
    Metáfise
  • 8. Semiologia Radiológica Óssea
    Osso
    Arquitetura óssea
    Associação de osso esponjoso e compacto
    Ossos longos
    Ossos curtos ou chatos
    Periósteo
  • 9. Semiologia Radiológica Óssea
  • 10. Semiologia Radiológica Óssea
  • 11. Semiologia Radiológica Óssea
  • 12. Semiologia Radiológica Óssea
  • 13. Semiologia Radiológica Óssea
  • 14. Semiologia Radiológica Óssea
    Semiologia Radiológica das Lesões Óssea
    Densidade
    Estrutura
    Forma
  • 15. Semiologia Radiológica Óssea
    Densidade
    CARGA CÁLCICA
    Redução (Radiotransparência)
    Visualizado com perdas de 30% do cálcio contido no osso
    a) Difusa Osteomalacia
    Osteoporose
    b) Local – infecção, tumor, trauma, etc
    Aumento – raro
    Difuso – Intoxicação por metais, afecções sangüíneas, câncer, sífilis, lesões congênitas
    Localizado – Tumores osteoblasticos e reações de contato com pressão
  • 16. Osteoporose
  • 17. Osteoporose
  • 18. Osteoporose
  • 19. Osteomalácia
  • 20. Hemangioma
  • 21. Intoxicação por Chumbo
  • 22. Osteoma Osteosarcoma
  • 23. Artropatias
  • 24. Semiologia Radiológica Óssea
    Estrutural
    1. Destrutivo
    Imagem elementar = LACUNA
    a)Localização
    Diafisária – infecção, doença hematológica, metastáses
    Epifisária – Infecção, Tu de cels. gigantes
    Cartilagem
    b) Forma
    Ovalada
    Arredondada
    Arciforme
  • 25. Osteomielite Aguda
    7 dias depois
  • 26. Metástases líticas
  • 27. Semiologia Radiológica Óssea
    Estrutural
    1. Destrutivo
    Imagem elementar = LACUNA
    c)Contornos
    O aspecto é função da velocidade de crescimento
    Condensado  evolução lenta – infecção crônica
    – Tu benigno
    – Defeitos ósseos corticais
    Nítidos  “saca-bocado” sem reação periosteal (ev. lenta)
    Descontinuo  Evolução rápida – inf. aguda
    – Câncer
  • 28. Osteomielite crônica – Abscesso de Brodie
  • 29. Saca-bocado
  • 30. Descontinuo
  • 31. Semiologia Radiológica Óssea
    Estrutural
    2. Construtivo
    a) Reacional
    Neosteogênese a partir das traves ósseas, levando a espessamento e deformidade óssea
    b) Periosteal
    Aposição periosteal – compressão pela leão extrínseca
    Infecção
    Tumor
    Obs: o aspecto espicular ocorre quando o periosteo é destruído e ocorre aposição perpendicular (raios de sol)
  • 32. Semiologia Radiológica Óssea
    Construtiva reacional
  • 33. Semiologia Radiológica Óssea
    Construtiva periosteal
  • 34. Semiologia Radiológica Óssea
    Construtiva periosteal
  • 35. Semiologia Radiológica Óssea
    Construtiva periosteal
  • 36. Semiologia Radiológica Óssea
    Estrutural
    3. Mistas
    4. Número
    distinguir processo sistêmico de localizada
  • 37. Semiologia Radiológica Óssea
    Mista
  • 38. Semiologia Radiológica Óssea
    Duvidas?
  • 39. Semiologia Radiológica das Fraturas
  • 40. Fratura
    Definicação:
    Perda da contiguidade óssea
    Função do radiologista:
    Avaliar o tipo de fratura
    Monitorizar o resultado do tratamento
    Pesquisar possíveis complicações
  • 41. Tipos de solicitacões mecânicas
  • 42. Avaliação Radiológica das fraturas
    Local e extensão -
    Tipo
    Completa
    Incompleta - crianças
    Alinhamento dos fragmentos
    Direção da linha de fratura
    Transversa, obliqua, espiral, longitudinal
    Características especiais
    Impactação, depressão, compressão
    Anormalidades associadas (luxação, aberta, fechada)
  • 43. Métodos de Avaliação do osso:
    Radiografia simples e digital
    Tomografia Computadorizada
    Artrografia
    Angiografia
    Cintilografia
    Ressonância Magnética
  • 44. Radiografia Simples
  • 45. Radiografia
    Modalidade mais usada para avaliara distúrbios ósseos e articulares
    Utilizar sempre duas incidências que incluam as articulações
    Crianças obter membro normal para comparação
    Incidências padrões:
    Antero-posterior
    Lateral
    Obliquas
    Especiais
  • 46. Radiografia
    Utilizar mais de um plano
  • 47. Fratura Completa e Incompleta
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
  • 48. Fratura em espiral
    Direção da linha de fratura
  • 49. Fratura
    Alinhamento
    Angulação
  • 50. Fraturas cominutivas
    N de fragmentos
    Alinhamento
  • 51. Classificação da extensão metafisária
    Salter-Harris
  • 52. Fratura Aberta ou Fechada
  • 53. Características Especiais
    Fraturas com Impactação e Compressão
  • 54. Lesões associadas
    Incidência com carga – lesões ligamentares
  • 55. Lesões associadas
    Luxações
  • 56. Métodos de Avaliação do osso:
    Radiografia simples e digital
    Tomografia Computadorizada
    Ressonância Magnética
    Cintilografia
  • 57. Tomografia Computadorizada
    • Essencial na avaliação de fraturas complexas
    Principalmente na coluna e bacia
    • Monitorização do processo de consolidação
  • Métodos de Avaliação do osso:
    Radiografia simples e digital
    Tomografia Computadorizada
    Ressonância Magnética
    Cintilografia
  • 58. Ressonância Magnética
    • Tem alta resolução de contraste
    • 59. Avalia conjuntamente osso e partes moles
    Lesões ligamentares
    • Demonstra contusões ósseas
    Conjunto de Hemorragia, edema e lesão microtrabecular
    • Avaliar a presença de derrame articular
  • Métodos de Avaliação do osso:
    Radiografia simples e digital
    Tomografia Computadorizada
    Ressonância Magnética
    Cintilografia
  • 60. Cintilografia
    • Identificar fraturas pequenas
    • 61. Averiguar a presença de infecção ou não
    – Utiliza leucócitos marcados
    • Diferenciar fraturas antigas e recentes soprepostas
  • Formação do Calo Ósseo
    Fases:
    • Inflamatória – 10%
    • 62. Reparativa – 30%
    • 63. Remodelação – 60%
    Fatores:
    • Idade
    • 64. Local e tipo de fratura
    • 65. Posição dos fragmentos e grau de imobilização
    • 66. Presença de infecção
  • Formação do Calo Ósseo
  • 67. Formação do Calo Ósseo
  • 68. Formação do Calo Ósseo
    Complicações:
    Não-união
    Pseudoartrose
  • 69. Formação do Calo Ósseo
    Complicações:
    Não-união
    Pseudoartrose
  • 70. Obrigado