Coluna Vertebral

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  • A avaliação radiológica da coluna vertebral inclue vários métodos de imagem, estando sua indicação na dependência do tipo de patologia, tempo de origem e mecanismo de formação existe ainda grupos de patologias que só pode ter um diagnóstico efetivo com a complemetação dos métodos.
  • A radiografia da coluna vertebral é sempre o primeiro método a ser solicitado para avaliação de dor. Alguns casos podem ser diretamente solucionados com a tomografia, todavia o raio_x é sempre um complemento importante A ressonância magnética é multiplanar e consegue delimitar e distinguir os diferentes tecidos, bem como suas alterações(sangue, ruptura, edema). Medicina nuclear tem baixa resolução espacial
  • Complexo de Holdsworth – ligamento amarelo, inter-espinhoso e supra-espinhoso. Ligamento amarelo tem sua origem na extremidade antero-inferior de uma lâmina e insere-se na superfícia posterior da lâmina logo abaixo. Articulação interapofisária tem uma cápsula fibrosa lateralmente e anteriormente ela só é recoberta pelo liagamento amarelo e membrana sinovial.
  • C1 – anel ósseo sendo os pilares articulares suas principais estruturas C2 – processo odontóide Uncovertebrais ou articulações de Luschka
  • Incidência de Fuchs em boca aberta mostra C1 e C2. Intervalo atlas-odontóide adulto = 3mm criança = 4 mm (ate 8 anos) C7 – processo espinhoso e tranverso longos
  • A incidência cervical lateral fornece as informações necessárias para avaliação do trauma Espaço retrofaringeo até 7 mm Espaço retrotraqueal ate 22 mm adulto ate 14 mm criança
  • Aspectos a TC e RM cervical
  • RM cervical Sagital
  • Representação dos cortes de TC da coluna lombar – identificar estruturas.
  • Vértebra Limbo Estimula a formação de osteofitos
  • A coluna anterior colaba, mas a média permanece intacta. Fratura osteopênica
  • Lesões por cinto de segurança de duas pontas
  • Fraturas de Chance com dois e um nível de acometimento, respectivamente. Geralmente associadas a traumatismos com importante energia cinética, estão associadas em ate 50% doa casos a lesões intra-peritoneais.
  • Fratura que acomete as três colunas. Associa mecanismos de compressão e rotação.
  • Origina-se por lesões em flexão Tipo II é instável Alguns autores não reconhecem as lesões tipo I por acharem ser um núcleo de ossificação (Ossículo de Bergman).
  • Caracterizada por golpe no vértice da cabeça Fratura bilateral e simétrica dos arcos de C1.
  • Acontece também em acidentes automobilísticos como sendo uma espondilolistese traumática Face bate no pára-brisa antes do vértice da cabeça
  • Fratura mais grave e instável da coluna cervical ACIDENTES MOTOCICLISTICOS Caracteriza-se por: deslocamento posterior da vértebra acometida fratura dos elementos posteriores ruptura dos tecidos moles Mecanismo = compressão do vértice com hiperflexão
  • Displásica e caracterizada pelo alteração congenita do arco posterior de L5 e da borda superior do sacro.
  • Degeneativa ou pseudo-espondilolistese Traumática ou ístmica ou verdadeira
  • Coluna Vertebral

    1. 1. Coluna vertebral
    2. 2. Coluna vertebral <ul><li>Métodos de Avaliação </li></ul><ul><ul><li>Radiografia </li></ul></ul><ul><ul><li>Tomografia Computadorizada </li></ul></ul><ul><ul><li>Ressonância Magnética </li></ul></ul><ul><ul><li>Medicina Nuclear </li></ul></ul><ul><ul><li>Discografia </li></ul></ul>Objetivos: Conhecer os métodos de avaliação da coluna vertebral e suas principais patologias.
    3. 3. Modic, MT: Disco Intervertebral: alterações na intensidade de sinal na MR dos discos normais. Radiology. 166:332-334, 1990 “ 35 % dos pacientes entre 20 – 29 anos e 100% dos pacientes acima de 60 anos apresentam protusão discal em pelo menos um espaço intervertebral” Coluna vertebral
    4. 4. Coluna vertebral Considerações anatomoradiológicas <ul><li>Colunas: </li></ul><ul><ul><li>Anterior </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Corpos vertebrais, lig anterior </li></ul></ul></ul><ul><li>Discos intervertebrais </li></ul><ul><ul><li>Média </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Corpos vertebrais, lig posterior </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Posterior </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Compl. Holdswoth </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Tecidos neurais (cone medular, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>cauda eqüina, plexo) </li></ul></ul></ul>
    5. 5. Coluna Cervical Coluna vertebral
    6. 6. Coluna vertebral Coluna Cervical
    7. 7. Coluna Cervical Coluna vertebral
    8. 8. Coluna Cervical Coluna vertebral Tomografia axial Ressonância Magnética T2
    9. 9. Coluna Cervical
    10. 10. Coluna Dorsal Coluna vertebral
    11. 11. Coluna Lombar Coluna vertebral
    12. 12. Coluna vertebral Obliqua da coluna Lombar Sinal do Cão Holandês
    13. 13. Coluna vertebral
    14. 14. Coluna vertebral
    15. 15. Coluna vertebral Discos intervertebrais Núcleo pulposo Matriz Gelatinosa Anulo Fibroso Anulo interno – Conjutivo fibroso Anulo externo – Fibrocartilaginoso Denso Disco Intervertebral
    16. 16. Coluna vertebral Disco Intervertebral Tomografia axial Ressonância Magnética T2
    17. 17. Coluna vertebral DISCOPATIAS
    18. 18. Coluna vertebral <ul><li>Discopatias </li></ul><ul><ul><li>Desidratação </li></ul></ul><ul><ul><li>Herniação </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Anterior </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Intravertebral </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Posterior e postero-lateral </li></ul></ul></ul>
    19. 19. Desidratação Envelhecimento normal x Degeneração Discal Alterações macroscópicas anatômicas Alterações bioquímicas  Capacidade de ligação com a água Desintegração dos grandes proteoglicans moleculares  Conteúdo de Colágeno Coluna vertebral Discopatias
    20. 20. Coluna vertebral <ul><li>Discopatias </li></ul><ul><ul><li>Desidratação </li></ul></ul>
    21. 21. Coluna vertebral <ul><li>Discopatias </li></ul><ul><ul><li>Herniação Intravertebral </li></ul></ul>Schmorl
    22. 22. Coluna vertebral <ul><li>Discopatias </li></ul><ul><ul><li>Herniação Intravertebral </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ventrocefálica (rara) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ventrocaudal </li></ul></ul></ul>
    23. 23. Coluna vertebral <ul><li>Discopatias </li></ul><ul><ul><li>Herniação Posterior </li></ul></ul>
    24. 24. Coluna vertebral <ul><li>Discopatias </li></ul><ul><ul><li>Herniação Posterior </li></ul></ul><ul><ul><li>Migração </li></ul></ul>
    25. 25. Coluna vertebral <ul><li>Discopatias </li></ul><ul><ul><li>Ruptura do anulo </li></ul></ul><ul><ul><li>Sequestro </li></ul></ul>
    26. 26. Coluna vertebral Espondilose
    27. 27. Coluna vertebral Alterações degenerativas MODIC I = agua
    28. 28. Coluna vertebral Alterações degenerativas MODIC II (GORDULRA)
    29. 29. Coluna vertebral Alterações degenerativas MODIC III =FIBROSE
    30. 30. Coluna vertebral Trauma
    31. 31. Coluna vertebral <ul><li>Corresponde de 6 a 8% de todas as fraturas </li></ul><ul><li>80% ocorrem em homens de 20 a 50 anos </li></ul><ul><li>Lesões torácicas altas são raras </li></ul><ul><li>Mais comum ao nível toraco-lombar e cervical </li></ul>“ A maioria das fraturas vertebrais ocorrem aos níveis torácicos e lombares, todavia as lesões cervicais oferecem mais risco de lesões medulares associadas”
    32. 32. Coluna vertebral <ul><li>Fraturas uma coluna são estáveis, enquanto de 3 são sempre instáveis. </li></ul><ul><li>Estabilidade depende da integridade de: </li></ul><ul><ul><li>Componentes esqueléticos </li></ul></ul><ul><ul><li>Discos inter-vertebrais </li></ul></ul><ul><ul><li>Articulações inter-apofisárias </li></ul></ul><ul><ul><li>Estruturas ligamentares </li></ul></ul>“ Fraturas vertebrais estão associadas a traumas indiretos e sua importância reside na presença ou não de estabilidade.”
    33. 33. Coluna vertebral <ul><li>Sinais de Instabilidade </li></ul><ul><ul><li>Deslocamento das vertebrais </li></ul></ul><ul><ul><li>Alargamento dos espaços inter-espinhosos </li></ul></ul><ul><ul><li>Alargamento das articulações interapofisárias </li></ul></ul><ul><ul><li>Alargamento do canal raquiano </li></ul></ul><ul><ul><li>Ruptura da linha do corpo vertebral posterior </li></ul></ul>
    34. 34. Coluna vertebral <ul><li>Tipos de fraturas </li></ul><ul><ul><li>Compressão </li></ul></ul><ul><ul><li>Explosivas </li></ul></ul><ul><ul><li>Afastamento </li></ul></ul><ul><ul><li>Fraturas-luxações </li></ul></ul>“ A movimentação para a realização de procedimentos em pacientes com lesão vertebral pode ocasionar lesões medulares”
    35. 35. Coluna vertebral Fratura por Compressão Relacionada a mecanismo de flexão anterior, e acomete a coluna anterior.
    36. 36. Coluna vertebral Fratura Explosivas Relacionada a compressão axial, acometendo as colunas anterior e média ( Cominutiva ). Aumento da distância interpeduncular
    37. 37. Coluna vertebral Fratura Explosivas
    38. 38. Coluna vertebral Fratura por Afastamento Tipos de fratura de Chance Estável
    39. 39. Coluna vertebral Fratura de Chance Instável Estável
    40. 40. Coluna vertebral Fraturas-Luxações Cisalhamento
    41. 41. Coluna vertebral Fraturas-Luxações Cisalhamento Acomete as três colunas Associadas a lesões neurológicas graves
    42. 42. C2 C3 C4 C5 C6 C7
    43. 43. Coluna vertebral Fratura do Odontóide I II III
    44. 44. Coluna vertebral Na tomografia realizar reconstruções multiplanares
    45. 45. Coluna vertebral Fratura de Jefersom Resultante de golpe no vértice da cabeça Fratura bilateral e simétrica dos arcos de C1
    46. 46. Coluna vertebral Fratura de Jefersom
    47. 47. Coluna vertebral Fratura do Enforcado Mecanismo = hiperextensão e afastamento resultando em fraturas bilaterais dos pedículos do axis
    48. 48. Coluna vertebral Fratura em lágrima Fratura mais grave e instável da coluna cervical Caracteriza-se por: Deslocamento posterior da vértebra acometida Fratura dos elementos posteriores Ruptura dos tecidos moles Mecanismo = compressão do vértice com hiperflexão Compressão aguda da medula com quadriplegia, associada a permanência da percepção do movimento, vibração e posição. ( Síndrome da coluna anterior )
    49. 49. Coluna vertebral Fratura em lágrima
    50. 50. Coluna vertebral Espondilolise & Espondilolistese
    51. 51. Coluna vertebral Espondilolise Espondilolise é uma interrupção na “pars” interarticular da vértebra (ou istmo), podendo ser uni ou bilateral
    52. 52. Espondilolise Coluna vertebral <ul><li>Etiologia: </li></ul><ul><ul><li>Congênita – esquimós </li></ul></ul><ul><ul><li>Fratura por estresse </li></ul></ul>
    53. 53. Coluna vertebral Espondilolise
    54. 54. Coluna vertebral Espondilolistese é o deslizamento anterior de um corpo vertebral em relação ao segmento imediatamente abaixo, podendo estar ou não associado à espondilólise. Espondilolistese L5 – 90% L4 – 5% L1 L2 L3 – 3% C5 C6 C7 – 2%
    55. 55. Coluna vertebral Espondilolistese <ul><li>Etiologia </li></ul><ul><ul><li>Traumática ( com espondilolise) </li></ul></ul><ul><ul><li>Degenerativa </li></ul></ul><ul><ul><li>Displásica </li></ul></ul>Displásica Degenerativa
    56. 56. Coluna vertebral Espondilolistese Traumática Degenerativa
    57. 57. Coluna vertebral Espondilolistese
    58. 58. Coluna vertebral Classificação da espondilolistese Classificação de Meyerding
    59. 59. Coluna vertebral Espondilolistese Sinal do Chapéu de Napoleão invertido
    60. 60. Coluna vertebral Escoliose
    61. 61. Coluna vertebral Escolioses Definição – é uma curvatura lateral da coluna vertebral no plano coronal Etiologia Congêntita – Marfan, diastematomielia Idiopática Neuromuscular - poliomielite Outras – fraturas e infeccões
    62. 62. Coluna vertebral
    63. 63. Coluna vertebral Escolioses
    64. 64. Coluna vertebral Método de Lippman - Cobb
    65. 65. Coluna vertebral FIM

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