Your SlideShare is downloading. ×
0
Seminário: VESÍCULA BILIAR       19/05/2011  MR2 ROBERTO CORRÊA
Vesícula Biliar A vesícula biliar(VB) é uma bolsa em fundo cego       encontrada na face inferior do fígado. A fossa da VB...
Vesícula Biliar O realce da parede da VB é normal após o uso de              contraste na TC ou RM.   A densidade do lúmen...
Variantes e anomalias congênitas      Agenesia da Vesícula Biliar;     Duplicação da Vesícula Biliar;           Capa de Ph...
Agenesia da Vesícula BiliarResulta da falha no desenvolvimento da divisão caudal do divertículo hepático primitivo ou de f...
Agenesia da Vesícula Biliar A TC e a RM pode sugerir o diagnóstico, mas odiagnóstico pré-operatório da agenesia da VB é   ...
Rev. esp. enferm. dig. v.98 n.1 Madrid ene. 2006
Rev. esp. enferm. dig. v.98 n.12 Madrid dic. 2006
Duplicação da Vesícula Biliar         Ocorre em 0,025% da população;    Causada pela revacuolização incompleta da      ves...
Duplicação da Vesícula Biliar  Exemplos: VB dobrada, VB bilobada, cisto decolédoco, líquido perivesicular, divertículo da ...
http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
Rev. Col. Bras. Cir. vol.30 no.6 Rio de Janeiro Nov./Dec. 2003
. Col. Bras. Cir. vol.30 no.6 Rio de Janeiro Nov./Dec. 2003
Capa de Phrygian A anomalia mais comum de toda a árvore biliarconsiste na septação da porção distal do fundo daVB, que res...
Vesícula Biliar Multisseptada Septações podem ocorrer em qualquer parte da                  vesícula biliar;  A VBM é uma ...
DivertículosDivertículos podem ocorrer em qualquer parte da                  vesícula biliar;São geralmente únicos e seu t...
Vesícula Biliar ErranteA vesícula biliar pode ter um mesentério longo que   lhe permite migrar até uma posição anômala,   ...
Vesícula Biliar Ectópica    A VB pode ser encontrada em vários locais; A VB intra-hepática está totalmente rodeada por  pa...
Colecistomegalia e Microvesícula             Aumento da VB:               1. Diabetes;            2. Pós vagotomia;       ...
Condições Patológicas   Em pacientes com disfunção renal, a excreção   hepatobiliar do agente de contraste pode sersignifi...
Cálculos Biliares Vários fatores afetam a aparência dos cálculos na   TC, mas o mais importante é sua composição:        p...
Cálculos BiliaresO conhecido sinal da Mercedes-Benz, sinal do pé          de galinha ou sinal da gaivota;A fenda com gás p...
http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
Colecistite agudaCausada por obstrução do ducto cístico ou do coloda vesícula biliar, que leva à inflamação da parede   da...
Colecistite aguda    US é a modalidade de imagem de escolha; Em geral, a TC é realizada para avaliar pacientes   com suspe...
http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
Colecistite Enfisematosa   Variante pouco comum da colecistite aguda; Acredita-se que o comprometimento vascular da    art...
Colecistite EnfisematosaDifere muito da colecistite aguda comum, o que        sugere uma patogênese diferente. As diferenç...
Colecistite EnfisematosaNa revisão da patologia dessa doença, as vesículasbiliares com colecistite enfisematosa apresentar...
Complicações da colecistite aguda  Colecistite Hemorrágica  Colecistite GangrenosaPerfuração da Vesícula Biliar
Colecistite Hemorrágica Complicação pouco comum da colecistite aguda;Quando há cálculos, presume-se que a hemorragia    re...
Colecistite HemorrágicaAlém dos achado relativos à colecistite aguda, a TCpode mostrar hematoma intraluminal ou bile comde...
Colecistite Gangrenosa    Incidência: 2 a 29,6% em séries cirúrgicas; Mas comum em homens, em idosos e naqueles     com do...
Colecistite Gangrenosa      Achados na TC: Membranas intraluminais; Hemorragia para o lúmen;Parede irregular ou ausente;  ...
Perfuração  A gangrena da VB pode levar à perfuração, com  incidência de 8,3 a 11,9%; mortalidade 6-70%; Outras causas de ...
Perfuração                   Achados na TC 1. Interrupção da parede da vesícula biliar ou a          presença de um defeit...
Colecistite acalculosa  Condição pouco frequente, mas clinicamente   grave, encontrada em cerca de 5% de todospacientes qu...
Colecistite acalculosaEm muitos casos, a US é inconclusiva porque essespacientes tem vesículas distendidas e espessadas,  ...
Colecistite crônicaQuase sempre associada a cálculos biliares, porém       a patogênese dessa doença é pouco              ...
Colecistite crônicaOs achados relativos à colecistite crônica vistos naTC e na RM podem ser similiares aos da colecistite ...
http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
Colecistite Xantogranulomatosa   Forma pouco comum de colecistite crônica;   Quase sempre associada a cálculos e a graus  ...
Colecistite Xantogranulomatosa                       Na TC: Os cálculos biliares e o espessamento irregularsemelhante a um...
Colecistite XantogranulomatosaO radiologista deve distinguir entre a colecistite xantogranulomatosa e o carcinoma da vesíc...
http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
Complicações da Colecistite Crônica         1. Síndrome de Mirizzi;              2. Íleo Biliar;     3. Vesícula Biliar em...
http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
Neoplasias da Vesícula BiliarCom exceção dos adenomas, as neoplasia benignas da VB são raras, embora já tenham sido relata...
Carcinoma da Vesícula Biliar   O adenocarcinoma é o tipo histológico mais                 comum(85-90%);O pico da incidênc...
Carcinoma da Vesícula Biliar Os achados típicos na TC incluem três padrões:  1. Uma massa que substitui o órgão e ocupa a ...
Carcinoma da Vesícula Biliar  A TC tem um papel chave no estadiamento do               carcinoma da VB;Acurácia global rel...
http://www.pres2.com/gallbladder-cancer/
http://www.medicalecho.net/IMAGES/1JHvesneo.htm
http://www.hpblondon.com/gall-bladder-cancer/
http://www.ajronline.org/cgi/content/full/191/3/765/FIG6
Metástases para a vesícula biliar         Mestástases para a VB são raras;      Pode ser originadas de qualquer local;    ...
http://www.ispub.com/journal/the_internet_journal_of_urology/volume_6_number_1_37/article/unsual-gallbladder-metastasis-of...
http://www.misodor.com/calculosebiliar.php
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Tc vesícula biliar
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Tc vesícula biliar

7,232

Published on

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
7,232
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
60
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Transcript of "Tc vesícula biliar"

  1. 1. Seminário: VESÍCULA BILIAR 19/05/2011 MR2 ROBERTO CORRÊA
  2. 2. Vesícula Biliar A vesícula biliar(VB) é uma bolsa em fundo cego encontrada na face inferior do fígado. A fossa da VB está no plano da fissura interlobar. Nas TCs axiais a VB aparece com uma estruturaarredondada, com diâmetro máximo de 4-5 cm no estado distendido. Quando contraída, a VB aparece com uma estrutura tubular de tamanho menor. A espessura normal da parede é de 1 a 3,5 mm.
  3. 3. Vesícula Biliar O realce da parede da VB é normal após o uso de contraste na TC ou RM. A densidade do lúmen da VB geralmente é a mesma da água(0 a 20 HU); depois daadministração EV do meio de contraste, observa-se aumento da densidade na TC.
  4. 4. Variantes e anomalias congênitas Agenesia da Vesícula Biliar; Duplicação da Vesícula Biliar; Capa de Phrygian; Vesícula Biliar Multisseptada; Divertículos; Vesícula Biliar Errante; Vesícula Biliar Ectópica; Colecistomegalia e microvesícula.
  5. 5. Agenesia da Vesícula BiliarResulta da falha no desenvolvimento da divisão caudal do divertículo hepático primitivo ou de falha na vacuolização depois da fase sólida do desenvolvimento embrionário; A atresia e a hipoplasia correspondem a uma interrupção do desenvolvimento do órgão; Agenesia: incidência de 0,02%; Quase 2/3 dos pacientes com agenesia temsintomas relacionados às vias biliares e 25-50% tem cálculos nas vias extra-hepáticas.
  6. 6. Agenesia da Vesícula Biliar A TC e a RM pode sugerir o diagnóstico, mas odiagnóstico pré-operatório da agenesia da VB é difícil.A confirmação do distúrbio geralmente é através de colangiografia intraoperatória.
  7. 7. Rev. esp. enferm. dig. v.98 n.1 Madrid ene. 2006
  8. 8. Rev. esp. enferm. dig. v.98 n.12 Madrid dic. 2006
  9. 9. Duplicação da Vesícula Biliar Ocorre em 0,025% da população; Causada pela revacuolização incompleta da vesícula biliar primitiva, que resulta na persistência de um septo longitudinal.A cavidade de cada vesícula precisa ter seu próprio ducto cístico.A maioria dos casos de duplicação relatados inclui um quadro de colecistite com cálculos. Várias condições podem simular vesícula duplicada.
  10. 10. Duplicação da Vesícula Biliar Exemplos: VB dobrada, VB bilobada, cisto decolédoco, líquido perivesicular, divertículo da VB, VB atravessada por feixe vascular e adenomiomatose focal; Complicações: torção, papiloma, carcinoma, obstrução do ducto comum e cirrose biliar;Foram relatadas vesículas triplas e quádruplas!!!
  11. 11. http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
  12. 12. http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
  13. 13. Rev. Col. Bras. Cir. vol.30 no.6 Rio de Janeiro Nov./Dec. 2003
  14. 14. . Col. Bras. Cir. vol.30 no.6 Rio de Janeiro Nov./Dec. 2003
  15. 15. Capa de Phrygian A anomalia mais comum de toda a árvore biliarconsiste na septação da porção distal do fundo daVB, que resulta em uma forma denominada Capa de Phrygian; Ocorre em 1 a 6 % da população; Caracteriza-se pela presença de uma prega ou septo entre o corpo e o fundo da VB; Existem dois tipos: Retrosseroso ou oculto Seroso ou visível
  16. 16. Vesícula Biliar Multisseptada Septações podem ocorrer em qualquer parte da vesícula biliar; A VBM é uma VB única com múltiplos septos internos de tamanhos variados; O tamanho e a posição da VB são geralmentenormais e as câmaras comunicam-se por oriíficios do fundo até o cístico;As septações levam a estase da bile e à formação de cálculos.
  17. 17. DivertículosDivertículos podem ocorrer em qualquer parte da vesícula biliar;São geralmente únicos e seu tamanho pode variar muito;Os congênitos são os verdadeiros e contém todas as camadas musculares; Em contraposição, os pseudodivertículos da adenomiose tem pouca quantidade(ou nada) de músculo liso.
  18. 18. Vesícula Biliar ErranteA vesícula biliar pode ter um mesentério longo que lhe permite migrar até uma posição anômala, como a pelve é a chamada vesícula biliar flutuante ou errante; Pode migrar para a frente da coluna vertebral ou para a esquerda do abdômen e, em raros casos, herniar para a bolsa omental; Estão sujeitas a torção e volvo.
  19. 19. Vesícula Biliar Ectópica A VB pode ser encontrada em vários locais; A VB intra-hepática está totalmente rodeada por parênquima hepático e geralmente ocupa umalocalização subcapsular na face anteroinferior do lobo direito;Pode complicar o diagnóstico clínico de colecistiteaguda porque provoca poucos sinais peritoneais.
  20. 20. Colecistomegalia e Microvesícula Aumento da VB: 1. Diabetes; 2. Pós vagotomia; 3. Gravidez; 4. Anemia falciforme; 5. Obesidade Mórbida.Pacientes com fibrose cística: VB pequena, trabeculada, contraída e com mau funcionamento.
  21. 21. Condições Patológicas Em pacientes com disfunção renal, a excreção hepatobiliar do agente de contraste pode sersignificativa aumentando a densidade do lúmen da VB na TC ou radiografias simples; A hemobilia pode aumentar a densidade até próxima a do sangue(50-60 HU); Causa mais comum de aumento da densidade da bile: obstrução do cístico por cálculo ou tumor; A bile de leite de cálcio cria com frequência nível liq-liq e a densidade pode chegar a 1000 HU.
  22. 22. Cálculos Biliares Vários fatores afetam a aparência dos cálculos na TC, mas o mais importante é sua composição: pigmento biliar, colesterol ou cálcio. Até 60% dos cálculos imputados ao cálcio são densos na TC;Cálculos de colesterol puros são raros, mas podemter densidade menor que a bile (-100 HU in vitro); Os cálculos biliares podem ter, em sua matriz, fendas centrais com um gás composto de nitrogênio predominantemente, que produzem
  23. 23. Cálculos BiliaresO conhecido sinal da Mercedes-Benz, sinal do pé de galinha ou sinal da gaivota;A fenda com gás pode contribuir para a flutuação desses cálculos, auxiliando em sua detecção. Sensibilidade da TC para cálculos: 78% prospectivamente e 94% retrospectivamente; Na RM, os cálculos biliares tendem a exibir intensidade de sinal baixa em T1 e em T2. T2 é superior a T1 para detecção dos cálculos.
  24. 24. http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
  25. 25. Colecistite agudaCausada por obstrução do ducto cístico ou do coloda vesícula biliar, que leva à inflamação da parede da VB e ao aumento da pressão intraluminal; Sinais e sintomas clínicos da colecistite são inespecíficos e em 60-85% dos pacientesexaminados em busca de colecistite foi constatado queos sintomas resultavam de outras causas.A maioria dos casos(90%) é provocada por cálculos biliares impactados.
  26. 26. Colecistite aguda US é a modalidade de imagem de escolha; Em geral, a TC é realizada para avaliar pacientes com suspeita de complicações do quadro decolecistite aguda, como perfuração por exemplo.Achados na TC: cálculos biliares, espessamento da parede, alterações inflamatórias perivesiculares, bile com alta atenuação, borramento da interface VB-fígado e aumento transitório da atenuação do fígado perivesicular;
  27. 27. http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
  28. 28. http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
  29. 29. Colecistite Enfisematosa Variante pouco comum da colecistite aguda; Acredita-se que o comprometimento vascular da artéria cística desempenhe algum papel nodesenvolvimento dessa condição, com proliferação de microorganismos formadores de gás em ambiente anaeróbico e penetração do gás na parede da vesícula biliar;Os organismos isolados são geralmente Clostridium perfringens e Escherichia coli.
  30. 30. Colecistite EnfisematosaDifere muito da colecistite aguda comum, o que sugere uma patogênese diferente. As diferenças consistem na incidência maior em homens(até 71%), na ocorrência frequente em pacientes diabéticos(até 50%), na ausência decálculos biliares em até um terço dos pacientes e em um risco maior de gangrenamento e perfuração da vesícula biliar.
  31. 31. Colecistite EnfisematosaNa revisão da patologia dessa doença, as vesículasbiliares com colecistite enfisematosa apresentaram uma incidência maior de endarterite obliterante. A taxa de mortalidade é de 15%, enquanto a colecistite aguda não complicada é de 4%. No caso de colecistite enfisematosa, é necessária uma intervenção cirúrgica imediata. A TC é mais sensível e específica que a US e o RX simples.
  32. 32. Complicações da colecistite aguda Colecistite Hemorrágica Colecistite GangrenosaPerfuração da Vesícula Biliar
  33. 33. Colecistite Hemorrágica Complicação pouco comum da colecistite aguda;Quando há cálculos, presume-se que a hemorragia resulta de inflamação que causa ulceração e necrose da mucosa;Clinicamente: cólica biliar, icterícia, hematêmese e melena. Em raros casos, os pacientes podem ter sangramento gastrointestinal alto maciço, hemoperitôneo ou obstrução do DC. Nos pacientes com colecistite acalculosa, a hemorragia pode advir de tumor, aneurisma, traumatismo, anticoagulante ou tecido ectópico.
  34. 34. Colecistite HemorrágicaAlém dos achado relativos à colecistite aguda, a TCpode mostrar hematoma intraluminal ou bile comdensidade aumentada e presença de nível líquido- líquido; Hemoperitôneo ou dilatação dos DIH podem ser observados quando associada à perfuração da vesícula biliar ou à obstrução do DC causada por hemobilia; Na RM, a hemorragia subaguda geralmente é brilhante em T1.
  35. 35. Colecistite Gangrenosa Incidência: 2 a 29,6% em séries cirúrgicas; Mas comum em homens, em idosos e naqueles com doença cardiovascular coexistente; Mecanismos propostos: reação inflamatória química da mucosa provocada por sais biliares edistensão progressiva do lúmen da VB que leva ao comprometimento vascular; Indicação de colecistite de emergência; Maior taxa de conversão
  36. 36. Colecistite Gangrenosa Achados na TC: Membranas intraluminais; Hemorragia para o lúmen;Parede irregular ou ausente; Abscesso perivesicular; Gás lúmen/parede. Sensibilidade: 29,3% Especificidade: 96% Acurácia: 86,7%
  37. 37. Perfuração A gangrena da VB pode levar à perfuração, com incidência de 8,3 a 11,9%; mortalidade 6-70%; Outras causas de perfuração: colecistite crônica, colelitíase, trauma, neoplasia, esteroides e comprometimento vascular; Local mais acometido: fundo; 1. Perfuração livre para a cavidade(40%); 2. Perfuração subaguda com abscesso(4%);3. Perfuração crônica com fístula colecistoentérica
  38. 38. Perfuração Achados na TC 1. Interrupção da parede da vesícula biliar ou a presença de um defeito focal;2. Pode-se observar um cálculo fora do lúmen da VB;3. Formação de abscesso perivesicular restrita à fossa. A TC auxilia na avaliação complementar e na determinação mais precisa da extensão da inflamação
  39. 39. Colecistite acalculosa Condição pouco frequente, mas clinicamente grave, encontrada em cerca de 5% de todospacientes que se submetem a uma colecistectomia Ocorre em pacientes com doença prolongada, como aqueles com traumatismo ou longa internação em CTI; O aumento da viscosidade da bile decorrente de estase, com obstrução do cístico e isquemia damucosa subsequentes, pode ser um fator que contribui para seu aparecimento.
  40. 40. Colecistite acalculosaEm muitos casos, a US é inconclusiva porque essespacientes tem vesículas distendidas e espessadas, mesmo na ausência de inflamação e o sinal de Murphy ultrassonográfico não é confiável; A TC pode ser mais específica quando o US não fornece o diagnóstico.A intervenção cirúrgica é cogitada porque a taxa decomplicações e mortalidade é maior na colecistite acalculosa que na calculosa.
  41. 41. Colecistite crônicaQuase sempre associada a cálculos biliares, porém a patogênese dessa doença é pouco compreendida;A ocorrência de resposta inflamatória exuberante egeneticamente determinada na vesícula biliar ou a presença de bile com composição anormal que leva à lesão química da mucosa e à formação decálculos compõe uma hipótese possível, mas até o momento não provada.
  42. 42. Colecistite crônicaOs achados relativos à colecistite crônica vistos naTC e na RM podem ser similiares aos da colecistite aguda, como cálculos biliares e espessamento erealce da parede. Os últimos 2 achados podem ser confundidos com carcinoma, na ausência de cálculo;A TC pode mostrar achados mínimos necessária a correlação clínica é necessária. O diagnóstico com frequência requer técnicas demedicina nuclear, principalmente para avaliar a FE da VB.
  43. 43. http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
  44. 44. Colecistite Xantogranulomatosa Forma pouco comum de colecistite crônica; Quase sempre associada a cálculos e a graus variados de fibrose;Patogênese incerta, entretanto, foi sugerido que a presença de úlceras na mucosa ou a ruptura dosseios de RA, juntamente com a obstrução do fluxo de saída por cálculos biliares e infecção, levam a bile a penetrar na parede da VB e a formar xantogranulomas
  45. 45. Colecistite Xantogranulomatosa Na TC: Os cálculos biliares e o espessamento irregularsemelhante a uma massa da parede da VB são as anormalidades mais comuns. Vários estudos relataram que os nódulos hipoatenuantes intramurais vistos na TCrepresentam uma lesão xantogranulomatosa, um abscesso ou a combinação de ambos;Realce da superfície luminal(70%) correspondia à presença de uma camada epitelial.
  46. 46. Colecistite XantogranulomatosaO radiologista deve distinguir entre a colecistite xantogranulomatosa e o carcinoma da vesícula biliar Linha de mucosa evidente Realce da superfície luminalNódulos intramurais hipoatenuantes(TC) ou com sinal alto(RM T2)
  47. 47. http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
  48. 48. http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
  49. 49. http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
  50. 50. Complicações da Colecistite Crônica 1. Síndrome de Mirizzi; 2. Íleo Biliar; 3. Vesícula Biliar em Porcelana.
  51. 51. http://radiographics.rsna.org/content/28/1/135.full
  52. 52. Neoplasias da Vesícula BiliarCom exceção dos adenomas, as neoplasia benignas da VB são raras, embora já tenham sido relatados diversos tumores epiteliais e estromais; Os adenomas são com frequência pequenos e assintomáticos, geralmente descobertos ao acaso em uma colecistectomia, com incidência de 0,5%; Quando grande o suficiente, pode aparecer na TCou RM como uma lesão polipoide na parede da VB.
  53. 53. Carcinoma da Vesícula Biliar O adenocarcinoma é o tipo histológico mais comum(85-90%);O pico da incidência é na sexta e sétima década de vida e as mulheres são mais acometidas que os homens na proporção de 2:1; Fatores de risco: genéticos; cálculos biliares, presença de junção ductal pancreaticobiliaranormal congênita e vesícula biliar em porcelana.
  54. 54. Carcinoma da Vesícula Biliar Os achados típicos na TC incluem três padrões: 1. Uma massa que substitui o órgão e ocupa a fossa da VB; 2. Uma massa polipoide intraluminal; 3. Um espessamento da parede da VB.O carcinoma da VB normalmente se dissemina por propagação direta para estruturas adjacentes como o fígado(34 a 89%), o ligamento hepatoduodenal, o cólon e o duodeno. Obstrução biliar em 50% dos casos.
  55. 55. Carcinoma da Vesícula Biliar A TC tem um papel chave no estadiamento do carcinoma da VB;Acurácia global relativa a ressecabilidade: 85-93%.Contudo, a capacidade de detectar doença inicialestá aquém da expectativas sensibilidade para detectar tumor T1: 33%.
  56. 56. http://www.pres2.com/gallbladder-cancer/
  57. 57. http://www.medicalecho.net/IMAGES/1JHvesneo.htm
  58. 58. http://www.hpblondon.com/gall-bladder-cancer/
  59. 59. http://www.ajronline.org/cgi/content/full/191/3/765/FIG6
  60. 60. Metástases para a vesícula biliar Mestástases para a VB são raras; Pode ser originadas de qualquer local; O melanoma é a causa mais frequente de metástase para a VB(50%); Embora a maioria das lesão seja localizada nasuperfície serosa, também podem se apresentar como lesões endoluminais.Foi relatada que o PET com FDG pode melhorar a detecção na vesícula biliar de metástases de melanoma.
  61. 61. http://www.ispub.com/journal/the_internet_journal_of_urology/volume_6_number_1_37/article/unsual-gallbladder-metastasis-of-renal-cell-carcinoma-a-case-report.html
  62. 62. http://www.misodor.com/calculosebiliar.php
  1. A particular slide catching your eye?

    Clipping is a handy way to collect important slides you want to go back to later.

×