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476 an 21_maio_2014.ok

  1. 1. AGRISSÊNIOR NOTICIAS Pasquim informativo e virtual. Opiniões, humor e mensagens EDITORES: Luiz Ferreira da Silva (luizferreira1937@gmail.com) e Jefferson Dias (jeffcdiass@gmail.com) Edição 476 – ANO X Nº 40 – 21 de maio de 2014 CHEGUEI GENTE! Por Luiz Ferreira da Silva, 77, Bisavô. Eng. Agrônomo e Escritor luizferreira1937@gmail.com Cheguei a tempo de homenagear a minha mãe Sabia que era o seu mês e havia escrito 11 no cordão Quase que não houve tempo; foi por um triz. A bolsa rompida apagou meu escrito, mas ouvi a voz do coração. Foi no apagar das luzes, quase meia noite. Tudo vale a pena na busca do objetivo focado Num dia tão sublime e com o sol iluminando os caminhos Que alegria; eu e ela no primeiro olhar trocado! Chorei, sim, mas atendendo a uma lei da Natureza que rege os bebes. Isso para marcar a nossa interdependência e cultivar o amor Diferente dela, o choro eivado de emoção com a dádiva da luz do novo ser. Daqui para frente, de mãos dados vamos muito aprender. Sinto quanto vou precisar de minha mãe e quantas atribulações vou causar Não ligo muito para isso, pois ela assim procedeu com minha avó. Aliás, minha filha há de fazer o mesmo comigo, pois é o preceito da vida. Ademais é assim que se edifica uma família para não se andar só Mas, além da mãe Louise que a identifiquei desde que meu cérebro se formou. Aprendi seu nome ainda na placenta impulsionado pela energia convergente E ao abrir os olhos outra imagem foi se formando, também familiarizada. Lembrei-me, é meu pai Bruno, tão feliz e sorridente!
  2. 2. Pensando bem, nasci com privilégios e abençoada. Primogênita e, ainda por cima, neta e bisneta com tias crianças. Do núcleo Ferreira/Tenório, apelidaram-me de 4G. Sim, sou a primeira da Quarta Geração, quantas bonanças?! Oxente, falei tanto e não me apresentei! Foi a emoção, peço desculpas à família Vocês entendem nascer não é fácil, não é mesmo? Gostei da escolha: CECÍLIA. Maceió, Al, 11 de Maio de 2014. DOIS SÉCULOS DE ARGUMENTOS Frederico Garcia Professor-coordenador do Centro de Referência em Drogas da UFMG. Será que outro entorpecente deve ter seu uso banalizado ou passa da hora de o Brasil encarar com ponderação a herança do abuso de drogas? Vamos legalizar o ópio. É uma droga natural, extraída da papoula, flor do Afeganistão. Anestésico potente, é bom para dores do câncer, unhas encravadas, pernas quebradas e outras mais. Tem poder relaxante, cura o "mal-estar" da civilização. Antes liberado em vários países, o ópio acabou banido devido a seus efeitos nefastos. Após sua introdução ilegal por comerciantes ingleses em 1839, a China proibiu o comércio da droga que ameaçava a estabilidade social e financeira do país, bem como a saúde da população. A medida resultou em guerra declarada pela Inglaterra. O discurso atual sobre a maconha é semelhante ao que se empregava em defesa da legalização do ópio. Diz-se que a erva não causa dependência, tem efeitos terapêuticos e sua liberação traria consequências sociais positivas, como reduzir o encarceramento de jovens das classes menos favorecidas. Idealiza-se que o óleo de maconha está na mira da indústria automobilística como fonte de combustível barato. Ou seja, é uma panaceia: cura tudo, resolve mazelas sociais e ainda melhora a economia do país. Será mesmo? A "legalização" beneficiaria a quem? Quais as consequências para os usuários? Conseguiríamos controlar seu uso por crianças e adolescentes, ou esse dado também seria irrelevante, já que maconha não faz mal? A dependência de qualquer droga decorre de múltiplos fatores biopsicossociais. Até o momento, não temos teste para identificar quem se tornará dependente ou não. O que sabemos é que 30% dos usuários de maconha desenvolvem o vício e que alguns genes aumentam em até sete vezes o risco de dependência. O princípio ativo da maconha, o THC, fica armazenado no tecido gorduroso por até 28 dias e age no cérebro durante todo esse tempo. O efeito prolongado pode ter implicações graves, por exemplo, na condução de veículos. Quanto mais THC no sangue, maior o tempo de resposta do cérebro. Esse argumento fez a Inglaterra adotar uma política de tolerância zero à presença de THC no sangue de motoristas. Mais alarmante é o potencial para desencadear doenças graves. Quadros psicóticos agudos, com delírios e alucinações, são consequências comuns da intoxicação por drogas como a maconha. O que poucos sabem é que a maconha hoje comercializada é geneticamente modificada para ter alta concentração de THC, o que acelera a dependência e potencializa as alucinações. Mais grave ainda é o risco do desencadeamento de esquizofrenia em adolescentes com predisposição a essa gravíssima doença mental crônica e incapacitante. Segundo estudo norueguês,
  3. 3. 13% dos casos de esquizofrenia seriam evitáveis se o uso regular de maconha não ocorresse. As consequências sociais são palpáveis. Um estudo neozelandês demonstrou que, quanto mais cigarros de maconha uma pessoa fuma, menores são suas chances de completar o segundo grau, ingressar na faculdade ou estar empregada aos 20 anos, diminuindo sua renda e sua satisfação com a vida. A maconha reduz a capacidade cognitiva: prejudica a atenção, a memória e o raciocínio e dificulta o planejamento. Dados mostram que pessoas que fizeram uso habitual de maconha dos 15 aos 30 anos apresentam, em média, cinco pontos a menos de Q.I. em comparação aos que apenas a experimentaram. Procura-se confundir uso recreativo com uso de substâncias extraídas da maconha que, purificadas e aplicadas em doses conhecidas, podem ter efeito medicamentoso, desde que sob prescrição médica e manejo clínico, como acontece com qualquer outro medicamento. É estranho que a discussão do "uso recreativo" da maconha seja prioritária. No Brasil, há 12 milhões de dependentes de álcool e estamos nos tornando os maiores consumidores de cocaína do planeta. Será que outro entorpecente deve ter seu uso banalizado ou passa da hora de o Brasil encarar com ponderação a herança que o abuso de drogas, lícitas e ilícitas, deixará? Que a China do século 19 nos sirva de exemplo. Que a incapacidade de planejamento gerada pelo uso da maconha não afete a política brasileira, como parece ter acontecido no Uruguai. (Enviada por Zeuller Navarro) COMO É MARAVILHOSO SER RICO NO BRASIL! Luiz Ferreira da Silva Em nenhum lugar do mundo é tão fantástico ter dinheiro como no nosso país. Um rico aqui manda mais que qualquer rei, sheik, papa cacique, armador grego, etc. É sui generis. Manda e desmanda, não cumpre as leis, tem as benesses dos poderes públicos e ainda muita gente para puxar o saco. Não paga tributos e os tem procrastinado para 30 anos os seus débitos. Constroem suas mansões na linha do mar contrariando as leis da natureza e a dos homens e, ainda por cima, chegam ao cúmulo de fecharem as ruas para não serem incomodados, como aconteceu na Barra de São Miguel, ao que me informou um morador. E quando se travestiza de político junta a fome com a vontade de comer e aí ninguem segura e tampouco chega para ninguém – vira super- manda- chuva. Seus filhos não precisam estudar e tem até mesadas do poder público (leia-se empregos nas câmaras) e quando se formam em escolinhas valitas já tem empregos garantidos como Chefe, Diretor ou Superintendente. As madames, botoxiadas, são reverenciadas pela sociedade e frequentemente estampadas nas colunas dos desocupados cronistas sociais; muitas vezes até dando uma de coordenadora de campanhas filantrópicas. Como deve ser bom para esta casta de abastados pertencerem aos 5% de brasileiros que não tem do que reclamar, rindo na cara dos outros 95% que não tem a quem reclamar?! Então, digam-me pobres mortais: Tem coisa melhor do que ser bilionário no nosso país? Tem democracia tão ao gosto deles? Mansões na planície marinha sem respeitar a Natureza e os estatutos de ocupação e, ainda por cima, para não ser incomodados fecham as ruas para ter praias exclusivas. Os seus filhos tem mesada das câmaras, não precisa estudar e tem empregos garantidos, já começando como Chefe, Diretor, Superintendente. A Madame é reverenciada pela medíocre sociedade festiva e os jornais as estampam com seus sorrisos botoxiados. Informe-me em que lugar deste ou de qualquer outro planeta se tem uma casta desta?! É a turma dos 1% que não tem do que reclamar em contraposição a gente, os outros 99%, que não tem a quem reclamar. Tomara que os ricos lá de fora não saibam disso, senão vem tudo morar no Brasil!
  4. 4. NOVE COISAS QUE VÃO DESAPARECER DAS NOSSAS VIDAS Não deixa de ser interessante notar, e muito verdadeiro também, se estas mudanças vão ser boas ou más, depende em parte de como nós nos adaptarmos a elas. Mas, quer as desejemos ou não, aqui vão elas... 1. O Correio Vai-te preparando para viver um mundo sem Correios. Eles estão a descair tanto com problemas financeiros que provavelmente não há maneira de aguentá-los por muitos mais anos. O e-mail, FedEx, Facebook e SMS, têm praticamente dizimado as cartas, que é como quem diz a receita mínima necessária para manter os Correios a funcionar. O pouco do que ainda recebemos pelo correio, todos os dias, não passa de ”lixo” e contas. 2. O cheque A União Europeia já está a preparar o terreno para acabar com o cheque até 2018. O processamento de cheques custa bilhões de euros por ano ao sistema bancário. Cartões de plástico e transações on-line, ou pelo telefone, vão levar à eventual extinção do cheque. Isto tem ligação direta para a morte dos Correios. Se ninguém nunca pagar as suas contas pelo correio e nunca receber as pensões pelo correio, os Correios ficam em absoluto fora do negócio. 3. O jornal A geração mais jovem simplesmente não lê o jornal. Eles certamente não se deslocarão a um quiosque para procurar um jornal impresso. Foi o que já aconteceu com o leiteiro e o padeiro. Quanto ao ler o jornal on- line, preparem-se para ter de pagar por isso. O aumento dos dispositivos móveis com Internet e e-readers, tem motivado todos os jornais e editoras de revistas para criar alianças. Eles reuniram-se com a Apple, Amazon, e outras grandes empresas de telefonia móvel para desenvolver um modelo de serviços de assinatura paga. 4. O livro Vocês podem dizer que nunca vão desistir do livro físico, que seguramos na mão enquanto lemos e vamos virando as páginas. Eu disse a mesma coisa sobre o download de música do iTunes. Eu queria que o meu CD tivesse cópia impressa. Mas eu rapidamente mudei de ideias quando descobri que poderia obter os álbuns pela metade do preço, sem sair de casa, para conseguir os últimos êxitos. A mesma coisa está a acontecer com os livros. Hoje já podemos navegar nas livrarias on-line, e até mesmo ler um capítulo pré-visualizado antes de comprar. E o preço é menos da metade do de um livro em papel. É só pensar na conveniência! Assim que começares a passar os dedos pelo ecrã, em vez do livro, vais entrar na história como se fizesses parte dela, e a desejar mais ver o que acontecerá a seguir, esquecendo logo de que estás a segurar um gadget em vez de um livro. 5. O telefone fixo Já hoje não precisamos do telefone fixo. A maioria das pessoas ainda o mantém simplesmente porque sempre o tiveram. Até a própria Telecom aproveita a linha do telefone mais para serviços, como o da televisão, do que para o telefone. Inclusivamente todas as empresas de telemóveis oferecem serviço fixo gratuito porque ele já é inespressivo. 6. A Música Esta é uma das partes mais tristes da história da mudança. A indústria discográfica está a definhar de morte lenta. E não é só por causa de downloads ilegais. É a falta de oportunidade para a nova música inovadora chegar às pessoas que gostariam de ouvi-la. A ganância e a corrupção é que é o problema. As gravadoras e os conglomerados de rádio estão simplesmente a autodestruir-se. Mais de 40% das músicas compradas hoje são "Anexos dos Catálogos", o que significa música tradicional, com a qual o público está familiarizado. Os artistas mais antigos e consagrados. Isto também é verdade no circuito de concertos ao vivo. 7. A Televisão As receitas dos canais televisivos tem caído drasticamente. Não apenas por causa da crise. As pessoas estão a preferir assistir a televisão e filmes a partir dos seus computadores. E, ao mesmo tempo, elas jogam e fazendo muitas outras coisas, que ocupam o tempo que costumava ser gasto assistindo a ver televisão. Programas do horário nobre descambam abaixo do menor
  5. 5. denominador comum. A publicidade roda a cada 4 minutos e 30 segundos. Eu digo boa viagem para a maior parte de tudo isso. Está na hora das empresas do cabo serem postas de fora da nossa miséria. Deixem as pessoas escolher o que querem assistir on-line através do Netflix. 8. As coisas que hoje usamos Muitos dos bens que usamos e possuímos já não poderemos realmente possui-los no futuro. Eles podem simplesmente ficar na "nuvem ". Hoje os nossos computadores ainda têm um disco rígido, onde guardamos as nossas fotos, músicas, filmes e documentos. O software está num CD ou DVD, sempre podemos reinstalá-lo, se for necessário. Mas tudo isso está a mudar. Os serviços de internet oferecem "serviços em nuvem" gratuitos. Isso significa que assim que ligamos o computador, a Internet é incorporada ao sistema operativo. Assim, se clicar num ícone, ele vai abrir algo na Internet. Se guardar alguma coisa, ela será salva na nuvem. Neste mundo virtual, podemos aceder à nossa música, ou aos nossos livros, ou qualquer coisa do género, a partir de qualquer computador portátil ou dispositivo móvel. Não é porque as coisas estejam mais seguras, mas porque essa é a realidade do futuro. 9. A nossa privacidade Se já houve um conceito, com que podemos olhar para trás com nostalgia, é o da privacidade. Isso já acabou. Ela foi-se já há muito tempo, de qualquer maneira. Vivemos a era do "big-brother". Há câmaras nas ruas, na maior parte dos edifícios, e até mesmo no nosso computador e tele móvel. E vocês podem ter certeza que funcionam 24 horas por dia, 7 dias na semana, "Eles" sabem quem és e onde estás, até as coordenadas GPS, e o Google Street View. Se comprarem alguma coisa, isso é colocado num trilhão de perfis, e passam a receber anúncios refletidos essa escolha. Neste momento é possível conferir todos os teus passos, desde que te levantas até que te deitas, documentando-os em filmes ou fotografias. Tudo o que temos perdido e que não pode ser alterado são as "Memórias"... E mesmo essas, provavelmente, o Alzheimer nos vai tirar também! O futuro já é hoje. (Enviada por Alício Rocha) SOBRE A EDUCAÇÃO Quando vejo uma criança, ela inspira-me dois sentimentos: ternura, pelo que é, e respeito pelo que pode vir a ser. “Louis Pasteur.” Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão. “Paulo Freire.” O homem a quem a dor não educa, será sempre uma criança. “Niccolo Tommaseo.” As crianças têm mais necessidade de modelos do que de críticas. “Joseph Joubert”. A PIADA DA SEMANA Joãozinho chega a casa com uma carteira e diz: - Pai, achei essa carteira com dinheiro dentro, mas tem o nome do dono nela. Eu devolvo para o dono ou gasto o dinheiro? O pai diz: - Devolve nada, pode gastar tudo, é seu. O dono que se dane. Joãozinho, seguindo a dica do pai, gasta tudo. Algumas horas depois, o pai curioso pergunta: - Você disse que aquela carteira tinha o nome do dono nela, afinal, de quem ela era? Joãozinho responde: - Sua. oOo Acessar: www.r2cpress.com.br PS. JULHO, 10 ANOS DO AN, EDIÇÃO COMEMORATIVA.

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