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Livro De Receitas Cocina Arroz
 

Livro De Receitas Cocina Arroz

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    Livro De Receitas Cocina Arroz Livro De Receitas Cocina Arroz Document Transcript

    • Worldatos www.worldatos.com Wo rWorldatos ld at os PLANTA PROCESSADORA DE ARROZ o s at r ld Wo PROJETO COMPLETO Não pode ser vendido separadamente deste servidor WWW.WORLDATOS.COM
    • Worldatos www.worldatos.com Wo rld at os Worldatos Amigo Internauta, Você acaba de adquirir um projeto para montar uma planta processadora de arroz, Felicidades ! Desejamos muito sucesso neste novo empreendimento. Se você precisar mais informação ou se encontrar dificuldades para baixar seu proje- to no seu HD, por favor, contate conosco no E-mail: erip@worldatos.com Worldatos s Abraços e bem-vindo ao mundo de t o a r ld Wo
    • Worldatos -3- O ARROZ (Oryza Sativa) Wo rld at os Evidências arqueológicas encontradas na China indicam que o arroz era cultivado neste país 3.000 anos A.C., quando um Imperador da China estabeleceu uma ordem ceremonial para sempre. Esta ordem foi de tanta importância, que nos países orientais era usado como moeda de câmbio nas transações comerciais. s A palavra arroz provêm da língua indígena “dravidic arruzz”. o Foi cultivado pela primeira vez nos rios ao sudoeste da Ásia, e a partir daí espalhou-se t por toda India, onde foi usado como símbolo de fertilidade nas cerimônias religiosas, daí a tradição de jogar arroz aos recém-casados. a ld A cultura do arroz extendeu-se no mundo desde a China e a India para o Egito no começo da era cristã, mais tarde para a Europa, África, Américas e Austrália. Também r desde China se expandiu ao Japão, Coréia, etc. o O arroz é um dos produtos alimentícios básicos mais importantes a nível mundial, e representa um dos cereais mais consumidos em todo o planeta, já que representa uma W elevada porcentagem do complemento dietético da grande parte da população mundial, principalmente dos habitantes de países que estão em desenvolvimento. O arroz é o cereal que contribui com energía e proteina por hectare em maior proporção que qualquer outro. O arroz (Oryza sativa) é uma gramínea cuja semente germina na água. Dela, em condições favoráveis, surge a plúmula ou o primeiro galhinho e logo após as raízes embrionais. Estas permanecem ativas no decorrer de todo o ciclo vital da planta. Entretanto, uma vez formadas as 2 ou 3 primeiras folhas, começa a emissão do aparelho radical adventício que, gradualmente, vai formando um complexo de raízes mais grossas e mais desenvolvidas que as embrionárias. Resumíndo, o aparelho radical de ar- roz é pouco profundo e fibroso.
    • Worldatos -4- O talo é erguido e estriado, com 7 a 10 folhas provístas de baínha. A florescência é uma maçaroca apical muito desenvolvida portadora de pequenas espigas unifloras. As glumas são bem reduzidas e aparecem em pequenas escamas na base das glumelas. Estas últi- mas permanecem aderídas à carióspide na sua maturidade. O cogulo inferior pode ser com arestas. O fruto é uma carióspide vestida e oblonda. Bem conservada, não perde durante muitos anos a faculdade germinativa. Wo O arroz precisa para poder germinar no mínimo de 10 a 13º C. considerandose como temperatura ideal de 30º a 35º C., acima dos 40º C. não há germinação. rld at os O crescimento do talo, folhas e raízes tem no mínimo de 7º C., considerando-se seu ideal em 23º C. Com temperatura superiores a esta as plantas crecem mais rapidamente, mas os tecidos se fazem muito moles, sendo mais suscetíveis aos ataques de doenças. O espigado são influenciados pela temperatura e pela diminuíção da duração dos dias. A formação da espiga pode se adiantar quando sofre temperaturas excepcionalmente altas. A espiga começa a se formar uns trinta dias antes do espigado (fase que começa s com a aparição exterior da espiga) e 7 dias após começar sua formação alcança já uns 2 milimetros. o Durante os 15 dias que precedem ao espigado é quando a espiga se desenvolve mais t rapidamente e este é o período mais sensível às condições adversas. a r ld Wo DIFERENTES ETAPAS DO NASCIMENTO DA PLANTA DE ARROZ
    • Worldatos -5- A floração começa no mesmo dia do espigado ou no dia seguinte durante as horas mais quentes do dia. As flores abrem suas glumas durante uma ou duas horas, se o tempo é de sol. Um tempo chuvoso e com temperatura baixa prejudica a polinização. O mínimo de temperatura para a floração considera-se de 15º C., o ideal situa-se nos 30º C.. Acima dos 50º C. não se produz a floração. Wo A respiração alcança o máximo de intensidade, quando a espiga está no surrão (pri- meira casca e a mais fina), decrecendo após o espigado. As temperaturas altas da noite intensificam a respiração da planta, que o consumo das reservas acumuladas durante o dia rld pela função clorofílica é maior. Por este motivo, as temperaturas baixas durante a noite favorecem a maduração dos grãos. A fecundação é cleistógama, como no caso do trigo. at GENÉTICA E VARIEDADES os Exístem catalogados mais de 800 variedades de arroz, mas estes estão classifica- dos somente em tres principais grupos: * Grão curto ou japônico * Grão comprido ou indica * Grão médio ou híbrido O aprefeiçoamento genético do arroz data de de princípios do século XX. Graças à seleção por linha pura e a hibridação artificial seguida da seleção, obtiveram-se muitas variedades que foram substiuídas quase que completamente as velhas variedades, e bem inferiores em produtividade e resistência a ficar estocado e a outros agentes parasitas. s Entre os caracteres que deve reunir uma boa variedade estão: aptidão produtiva, re- o sistência às enfermidades, estocagem, precocidade, adaptação a diversos ambientes, etc. at Na Ásia, o continente que mais consome este cereal, praticamente cada povoado possui seu grupo de seleções adaptadas localmente. Isto dá a idéia da grande quantidade ld de variedades existentes hoje no mundo. A maioría dos modos asiáticos apresentam um grão comprido e fino. Nos EEUU onde é mecanizado o cultivo e os processos industriais do r arroz, prevalecem as variedades de grão comprido ou médio. Entretanto, no estado da Califórnia está muito propagado o cultivo de arroz de grão curto. o As muitas variedades de arroz podem também se dividir em barbadas e sem barbas. W O grupo das barbadas caracteríza-se por ter folhas largas, resistência a criar camadas e a soltar os grãos, mas com menos resistência às doenças. A qualidade varía do bom e do muito bom. As variedades sem barbas possuem folhas estreitas, são mais suscetíveis a criar camadas e ao desgrão, mas apresentam uma melhor resistência às doenças. As variedades INDICAS são repartidas através dos trópicos húmidos, o Oriente Mé- dio, Europa e África, enquanto que, as JAVANICAS (bold grain) são distribuídas na Ásia e nas ilhas que estão perto, incluíndo Indonésia, Filipinas, Japão e Taiwan, as JAPONICAS (coolseason) circulam mais na Europa, Rússia, EEUU e América do Sul.
    • Worldatos -6- O arroz de GRÃO MÉDIO que são grãos compridos e grossos, que se tornam pega- josos e suaves ao serem cozidos, é usado principalmente na China, Japão, Coréia, Espanha e Itália. O do GRÃO REDONDO, são redondos para pratos húmidos, pode absorver o dobro do seu peso na água. É utilizado nos mesmos países que o grão médio. O GRÃO COMPRIDO, que é comprido e fino, é um arroz seco e separado depois de cozido, é cos- tume na Europa, Sudeste Asiático e Oriente Médio. Wo O arroz deve obedecer a certas especificações ou definições que correspondem aos requisitos de identidade e de qualidade ao que deve responder o arroz processado. Estas definições são: rld ARROZ Entende-se por arroz, os grãos provenientes das espécies ORYZA SATIVA at ARROZ EM CASCA Arroz paddy ou arroz natural, que é um produto fisiológicamente desenvolvido, madu- os ro e que conserva sua casca depois da colheita. ARROZ PROCESSADO Produto maduro que foi submetido a um processo de processamento e se encontra sem casca. ARROZ DESCASCADO OU INTEGRAL Produto do qual foi retirado a casca. ARROZ POLIDO Entende-se por um produto que foi processado retirou-se também o gérmem, o pericarpo e a maior parte da camada interna, podendo aínda apresentar grãos com estrias s longitudinais visíveis a simples olho. o ARROZ PEROLADO, BRILHOSO OU OLEOSO t Define-se assim o produto que depois de ser polido, recebe uma camada de talco, a azeite comestível ou óleo mineral branco. ld ARROZ QUEBRADO Produto formado por grãos desiguais ou quebrados que são retirados do tamis (pe- r neira bem espessa) de 1.75 mm. de diâmetro. o ÃRROZ ESTRIADO Trata-se de um arroz cujos grãos descascados, inteiros ou quebrados apresentam W qualquer ponto ou ralado de cor vermelho. ARROZ OPACO (sem o processo do brilho) Díze-se do arroz cujo grão são sem casca e polidos, inteiros ou quebrados, apresen- tam partes da sua estrutura ou superfície sem coloração com aspecto de farinha, parecido com o gesso. ARROZ VERDE Díze-se dos grãos descascados, inteiros ou quebrados, fisiológicamente não madu- ros e apresentam uma cor verde. ARROZ FERMENTADO Corresponde ao arroz cujos grãos descascados, inteiros ou quebrados apresentam uma cor proveniente do processo de fermentação.
    • Worldatos -7- Segundo com o tipo de tratamento, o arroz será classificado em 4 subgrupos: Arroz Integral Arroz Polido Wo Arroz Parbolizado Integral Arroz Parbolizado Polido O arroz processado será, segundo com suas dimensões, classificado em 6 tipos: rld Tipo COMPRIDO E FINO Produto que contém um mínimo de 80% do peso em grãos inteiros medindo 6 mm. de comprimento ou mais, com uma espessura menor ou igual a 1.90 mm. e que a relação at comprido/fino seja maior ou igual a 2,75 depois que foram polidos os grãos. Tipo COMPRIDO E LARGO os Produto que contém um mínimo de 80% do peso em grãos inteiros, medíndo mais do que 6 mm. de comprimento e com uma relação comprido/largo superior a 2,90 depois que foram polidos os grãos. Tipo COMPRIDO Produto que contém um mínimo de 80% do peso em grãos inteiros, medindo mais de 6 mm. de comprimento depois que foram polidos os grãos. Tipo MÉDIO Produto que contém um mínimo de 80% do peso em grãos inteiros, medíndo entre 5 e 6 mm. de comprimento depois que os grãos foram polidos. s Tipo CURTO o Produto que contém um mínimo de 80% do peso em grãos inteiros, medíndo menos de 5 mm. de comprimento depois que os grãos foram polidos. Tipo MISTURADO at Corresponde aos produtos que não se encaixam nos tipos citados acima. r ld CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO o O arroz é uma gramínea anual classificada no grupo de plantas C-3 adaptada ao W ambiente aquático. Esta adaptação se deve à presença de um tecido no cume da planta, que possibilita a passagem de oxigénio de ar ambiente em direção a camada da rizoma. Botanicamente, o grão de arroz corresponde a uma fruta, denominada carióspide.
    • Worldatos -8- O ciclo de desenvolvimento do arroz compreende 3 períodos principais: - Vegetativa - Reprodutiva - Formação e crescimento dos grãos Wo COMPONENTE ARROZ MILHO TRIGO AVEIA rld Humidade 12.0 10.6 12.0 8.3 Proteína 7.2 9.4 11.8 14.2 Lipídios (gorduras) 0.6 4.3 1.2 7.4 at Cinza 0.5 1.3 0.5 1.9 Fibra 0.6 1.8 0.4 1.2 Carbihidratos 79.7 74.4 74.5 68.2 os Solúveis 364.0 361.0 365.0 390.0 Calorías 0.08 0.43 0.12 0.60 A duração do ciclo de desenvolvimento é em função do tipo de tecnología no cultivo, época de semeadura, região do cultivo e condições de fertilidade do solo. Entretanto, este ciclo é geralmente compreendido entre 100 e 140 dias. O período vegetativo que começa desde a germinação da semente até a floração, pode ser influenciado por vários fatores, tais como a falta de sol, a temperatura da água e do ar ambiente. Como consequência da floração, a planta de arroz chega a sua máxima esta- s tura. Durante o período compreendido entre 20 dias e 20 dias após da floração, as condi- ções de plena radiação solar faz que a planta precise com mais eficiência o nitrogénio o disponível no solo, e como consequência produz mais rendimento de grãos. at O nascimento da plantinha de arroz ocorre devido ao comprimento da estrutura situa- do entre a semente e o primeiro nódulo do pedículo. A capacidade de desenvolvimento deste ld pedículo depende da temperatura do solo e da água que pode chegar a ser um fator limitante. r Durante um período de 10 a 14 dias após o nascimento, a plantinha de arroz mantém- se com as reservas da semente, as raízes que se originam da semente, são as responsá- o veis pela sustentação da plantinha durante este período. Este sistema de raízes é temporá- rio e começa a se degenerar quando começam a crescer as raízes adventícias do talo, W debaixo da superfície do solo. Este segundo sistema passa a constituir o principal mecanísmo de extração de água e de nutrientes, assim como a fixação da planta durante todo seu ciclo de desenvolvimento. Após o estabelecimento inicial da planta, começa a desenvolver sua estrutura foliar, formando uma folha em cada nódulo de modo alternado. Durante as primeiras 4 ou 5 sema- nas todas as folhas são formadas, a quantidade de folhas formadas por cada planta varía muito com o tipo de cultivo, a época da semeadura e o clima.
    • Worldatos -9- MERCADO MUNDIAL DE ARROZ O consumo mundial do arroz está basicamente determinado por: a) Crescimento populacional b) Mudanças na admissão financeira c) Mudanças nos preços relativos dos grãos Wo O consumo total do arroz deduz-se que será acrescentado de 376 milhões de tonela- das em 1996 a 435 milhões de toneladas para o 2010 a uma taxa de crescimento de so- mente o 1,05% anual. Esta taxa de crescimento não é significativamente inferior à taxa de rld crescimento observado no período 1990/95 mas, se é muito menor que a taxa de cresci- mento dos últimos 20 anos (2,27%). Esta diminuíção projetada na taxa anual do consumo de arroz num nivel mundial é at resultado de: A) Uma redução projetada na taxa de crescimento populacional em alguns países os asiáticos. B) Uma diversificação na conduta de consumo como resultado de mudanças no es- tilo de vida em alguns países da Ásia experimentaram uma rápida industrialização. Em Alguns países Asiáticos, o arroz é tido como um bem inferior (a maior admissão menor consumo, elasticidade admissão-consumo negativa). Em algumas nações asiáti- cas não industrializadas e umas poucas economias não Asiáticas industrializadas, tal como os EEUU, a elasticidade admissão financeira-consumo é positiva. O crescimento da produção mundial de arroz para satisfazer o nivel projetado de consumo para os próximos 15 anos será principalmente dado pelo acréscimo no rendimen- to, como foi nos últimos 20 anos. A área ceifada projeta-se em 151.6 milhões de hectare para o 2010, acréscimo não significativo e equivale a uma taxa de crescimento anual de s 0.15%, semelhante à taxa de crescimento observado entre 1990/95 (0.17%), mas inferior à o taxa de 0.23% dos últimos 20 anos. t O rendimento mundial do arroz para 1996 foi de 3.52 ton./ha., e projeta-se que para o a l ano 2010 o rendimento será de 3.87 ton./ha., um acréscimo anual de 0.93%. Acréscimo um pouco otimísta, se consideramos que o acréscimo nos últimos 6 anos foi de 0.68%, a base ld para este rendimento “otimísta” projetado responde basicamente o desenvolvimento e acrés- r cimo no uso das variedades melhoradas. o O comércio mundial do arroz nos últimos 6 anos expandiu-se numa taxa anual de 8.82%. Esta expansão foi o resultado de: 1) Déficit na produção em alguns países por causa W de problemas climatórios (Indonésia, China, Filipinas e Bangladesh). 2) Maior estabilidade politica em alguns países comsumidores de arroz (Irã, Iraque) e, 3) Crescimento populacional e da entrada de dinheiro dos consumidores. O comércio mundial de arroz durante os próxi- mos 15 anos deduz-se que acrescentará uma taxa anual de 1.11%, taxa significativamente inferior em relação a atual (8.82%) isto quer dizer que o o impacto maior da liberalização comercial mundial já fez efeito.
    • Worldatos - 10 - PRODUÇÃO MUNDIAL DE ARROZ EM CASCA MiIlhares de toneladas métricas PAIS 1993/1994 1994/1995 1995/1996 1996/1997 1997/1998 CHINA 177.700 175.930 185.321 195.100 200.700 Wo INDIA 120.462 121.752 119.442 121.980 125.263 INDONÉSIA 46.638 49.743 51.100 49.360 47.538 rld BN LDS A GA E H 27.064 25.252 26.533 28.326 27.340 VIETNAM 24.317 24.615 26.792 27.273 26.970 at TAILÃNDIA 19.200 21.400 21.800 20.700 22.424 os BURMA 15.086 16.000 17.000 15.517 15.345 JAPÃO 9.793 14.977 13.435 12.930 12.532 FILIPINAS 9.923 10.475 11.174 11.177 9.923 BRASIL 10.515 11.235 10.038 9.504 8.529 USA 7.081 8.972 7.887 7.770 8.115 OUTROS 59.377 60.191 60.594 63.657 64.320 s TOTAL 527.156 540.542 551.009 563.294 568.999 t o INDICADORES DE PAÍSES SULAMERICANOS a PERU ld ANO SUPERFICIE PRODUÇÃO RENDIMENTO r CEIFADA PADDY SECO Tm/Hectárea o Has. 184.758 965.700 5.2 W 1.990 1.991 158.348 514.178 5.1 1.992 166.499 829.373 5.0 1.993 177.527 967.627 5.5 1.994 238.077 1.391.172 5.8 1.995 202.816 1.141.000 5.6 1.996 210.353 1.203.158 5.7 1.997 238.713 1.459.833 6.1 1.998 249.744 1435.509 5.7
    • Worldatos - 11 - EQUADOR ANO SUPERFÍCIE PRODUÇÃO RENDIMENTO CEIFADA PADDY SECO Tm/ Hectare Wo Has. Tm 1.990 268.513 708.831 2.6 1.991 283.247 846.370 3.0 rld 1.992 309.673 1.029.558 3.3 1.993 356.328 1.239.762 3.5 1.994 380.069 1.420.468 3.7 1.995 395.709 1.290.518 3.3 at 1.996 387.889 1.355.493 3.5 1.997 320.199 992.971 3.1 1.998 262.488 903.462 3.4 os COLÔMBIA o s t SUPERFÍCIE PRODUÇÃO RENDIMENTO a ANO CEIFADA PADDY SECO Tm/Hectare Has. Tm ld 1.990 521.100 2.116.600 4.1 r 1.991 435.100 1.738.600 4.0 o 1.992 423.571 1.734.951 4.1 1.993 385.915 1.590.062 4.1 1.994 1.657.213 4.1 W 408.284 1.995 406.761 1.742.547 4.3 1.996 407.251 1.155.959 2.8 1.997 394.079 1.205.625 4.3 1.998 415.000 1.250.217 4.2
    • Worldatos - 12 - ARGENTINA SUPERFÍCIE PRODUÇÃO RENDIMENTO ANO Tm/Hectare CEIFADA PADDY SECO Wo Has. Tm 1.990 116.620 428.100 3.67 rld 1.991 86.265 347.600 4.02 1.992 132.400 700.700 5.29 1.993 139.650 608.300 4.35 at 1.994 141.340 986.000 6.97 1.995 185.000 926.000 5.00 1.996 193.000 986.000 5.10 os 1.997 224.400 1.205.000 5.36 1.998 203.000 980.000 4.82 s PARAGUAI PRODUÇÃO o SUPERFÍCIE RENDIMENTO ANO CEIFADA PADDY SECO t Tm/Hectare Has. Tm a ld 1.990 34.000 85.701 S/D 1.991 33.400 86.920 r 1.992 33.000 85.366 116.604 o 1.993 45.000 1.994 47.000 122.103 1.995 25.675 91.293 W 1.996 27.290 88.747 1.997 28.980 94.858 1.998 S/D S/D
    • Worldatos - 13 - URUGUAI SUPERFÍCIE PRODUÇÃO RENDIMENTO ANO CEIFADA PADDY SECO Tm/Hectare Wo Has. Tm 1.990 78.091 347.300 4.44 1.991 103.125 4.77 rld 492.600 1.992 120.000 602.800 5.02 1.993 126.000 650.000 5.15 1.994 134.300 620.100 4.61 at 1.995 146.200 804.100 5.50 1.996 150.000 967.500 6.45 1.997 155.000 1.034.700 6.67 os 1.998 130.000 865.000 6.65 s CHILE o SUPERFÍCIE PRODUÇÃO RENDIMENTO t ANO CEIFADA PADDY SECO Tm/Hectare Has. Tm a ld 1.990 32.590 136.012 4.17 1.991 29.750 117.115 3.93 r 1.992 31.760 133.531 4.20 1.993 29.080 130.629 4.49 o 1.994 30.360 133.080 4.38 1.995 33.930 154.899 4.56 W 1.996 32.030 154.064 4.80 1.997 25.748 106.528 4.13 1.998 25.000 100.000 4.00
    • Worldatos - 14 - BOLÍVIA Wo ANO SUPERFÍCIE PRODUÇÃO RENDIMENTO CEIFADA PADDY SECO Tm/Hectare Has. Tm rld 1.990 1.991 109.381 117.027 211.263 257.434 1.9 2.1 at 1.992 112.682 195.531 1.7 1.993 121.335 222.594 1.8 1.994 136.389 247.333 1.8 os 1.995 129.569 263.285 2.0 1.996 130.996 343.520 2.6 1.997 124.906 253.133 2.0 1.998 151.000 301.341 2.0 s BRASIL t o SUPERFÍCIE PRODUÇÃO RENDIMENTO ANO CEIFADA PADDY SECO Tm/Hectare a Has. Tm r ld 1.990 3.944.881 7.418.527 1.88 1.991 4.127.284 9.595.938 2.32 o 1.992 4.686.963 9.961.899 2.12 1.993 4.420.800 10.142.934 2.29 W 1.994 4.415.180 10.499.500 2.37 1.995 4.375.920 11.226.000 2.56 1.996 3.917.460 9.989.840 2.55 1.997 3.572.628 9.293.498 2.60 1.998 3.064.380 7.774.570 2.53
    • Worldatos - 15 - VENEZUELA SUPERFÍCIE PRODUCÃO RENDIMENTO ANO CEIFADA PADDY SECO Tm/Hectare Has. Tm Wo 1.990 114.755 495.000 4.31 1.991 151.764 664.845 4.38 1.992 158.832 610.421 3.84 1.993 168.464 638.990 3.79 rld 1.994 155.670 639.996 4.11 1.995 177.430 756.950 4.26 1.996 173.312 779.906 4.50 1.997 175.000 792.239 4.52 at 1.998 166.000 672.517 4.05 os INDICADORES DE PREÇO Para a safra agrícola 1999/2000 projeta-se que a colheita de arroz norteamericano será de 8.3 milhões de toneladas (paddy), 2% superior ao ano anterior, em resposta aos acréscimos tanto em área como o rendimento. As exportações totais de arroz USA para a s safra 1999/2000 deve chegar perto dos 3.8 milhões de toneladas (paddy), 45 mil toneladas menos que o projetado para a atual safra. O USDA deduz para a próxima safra, um preço o aceitável pago ao produto arroz USA (todos os tipos) entre 203 e 225 dólares/Ton. O tipo de t preço para a atual safra ficou entre 212 e 216 USD/Ton. Para 1999/2000 a produção mundial de arroz pilado projeta-se em 387 milhões de toneladas, perto de um 2% acima de 1997/98. a ld Para o 2000 (ano do calendário), comercializou-se no âmbito mundial 22 milhões de ton. de arroz pilado, um 17% mais que em 1997. r Os preços ao produtor de arroz grão comprido nos EEUU valorizou-se pela forte de- o manda mundial por arroz deste tipo. Até o final de abril/98, as exportações de arroz paddy realizadas e por entregar somavam um total de 993 mil toneladas, superando em mais de W duas vezes o volume de arroz paddy exportado no ano anterior. Do total de paddy exportado na atual campanha agrícola, México regístra compras por 317.400 ton de paddy; enquanto que Colômbia e Equador, até 30 de abril, efetuado compras por 191.900 e de 48.200 ton de arroz paddy e do tipo grão comprido, respectivamente.
    • Worldatos - 16 - INDICADORES DAS ÚLTIMAS TRES SAFRAS Wo 1996/1997 1997/1998 1998/1999 Preço Piso CIF (US$/ton) 328 322 331 Preço Teto CIF (US$/ton) rld 373 369 381 Devido as perspectivas em geral favoráveis da colheita e a um estancamento da at procura de importação, tanto os preços do trigo como dos cereais secundários cairam de preço cerca de 30% referente aos do ano anterior. Entretanto, os preços de exportação do os arroz da maioría das origens permaneceram firmes, devido a quantía limitada do abasteci- mento exportáveis e as preocupações que existíam referente a nova colheita. RESUMO DA SITUAÇÃO DA OFERTA E DA PROCURA As últimas informações nos dão perspectivas otimístas para a provisão de cereais em 1999/2000, apesar de uma rápida queda registrada na produção de 1999 desde a última noticia de junho. Agora a produção mundial de cereais em 1999 diminuiu em 1% em relação ao ano passado, se colocando em 1.892 milhões de toneladas (incluíndo o arroz elabora- do), mas aínda assim estará por cima da tendência pelo terceiro ano consecutivo. De acor- do com os prognósticos, a produção de cereais estará perto dos niveis prevístos para as s necessidades de consumo em 1999/2000 e as existências se manterão praticamente sem modificações em relação ao seu nivel inicial revisado. t o Em consequência, a relação entre as existências mundiais e a utilização em 1999/ 2000, situada num 17.3%, se manterá dentro de uma margem de 17/18% que a Secretaría a da FAO considera o mínimo necessário para preservar a segurança alimentaria mundial. ld ASPECTOS IMPORTANTES QUE DEVEMOS LEVAR EM CONTA r A produção de arroz é afetada por diversas limitações como: agronomía do cultivo, o pragas, enfermidades e a qualidade do grão. W O potencial de rendimento e a qualidade do grão são as características mais procura- das durante a seleção de linhas promissoras. Mas, devido a alta incidência, os programas de melhoramento de arroz devem incluir a evaluação e investigação das pragas e doenças mais comuns no local de referência do projeto, com o objetivo de combatê-las e prevenír- las. A qualidade do grão é um aspecto fundamental na seleção de linhas. As crescentes exigências do mercado nacional em relação a longitude do grão rendimento em moínho, conteúdo de gesso e de centro branco, obrigam a selecionar como cultivar promissórios solos as linhas que cumpram com os requisitos da agroindústria. A investigação é a ferramenta fundamental que genera os conhecimentos necessári- os para prognosticar e resolver estes e outros problemas que afetam o cultivo do arroz.
    • Worldatos - 17 - PRAGAS, DOENÇAS E DANOS São tres as pragas mais comuns e temidas nas plantações de arroz: - O barreneiro do arroz (Chilo suppressális) - (Eusarcoris perlatus) Wo - (Piricularia oryzae) O Barreneiro do arroz (Chilo supressális) rld É um lepidóptero (lagarta das hortaliças), que ficam no interior das palhas de restolho, onde ninfa na primavera. Na primavera saem as borboletas, que efetuam sua posta de ovos do lado avesso at das folhas. Após uma semana nascem as larvas, que vivem as custas das folhas. Mais tarde fazem galerías dentro do talo, até que larvam nas baínhas das folhas. As borboletas da segunda geração aparecem dois ou tres meses depois. os As lagartas das hortaliças desta segunda geração emigram para a base do talo quan- do se aproxima a maturidade do arroz, se o terreno ficar inundado pode nadar até a beira, em busca de amontoados de palha onde possam invernar. A larva é de cor amarela e posteriormente fica com a cabeça pardo-escuro. No límite de seu desenvolvimento mede uns 20 mm. Como meio preventivo, devem ser queimadas as palhas das eiras e dos restolhos, ou devem ser erguidas. Para o combate eficaz destes seres usa-se inseticidas como: Lebaycid e Diazimón. Estes inseticidas se aplicam duas vezes. O primeiro tratamento de faz 10 ou 15 dias após o plantío para evitar a primeira posta de ovinhos. O segundo, entre o final da s floração e a segunda semana de fevereiro, para evitar a segunda posta. Eusarcoris perlatus t o a É um inseto da ordem dos Hemíperos, familia dos Pentatómidos, conhecido também ld como percevejo fétido. Pica no grão produzindo manchinhas que os industriais chamam de “olhos de perdiz”. Estes insetos se propagam em quatro ou cinco gerações durante a mes- r ma safra. Alimenta-se principalmente a noite. Os danos não se observam no grão até a o casca, pois possuem bico comprido e perfuram o invólucro, chupando o suco leitoso do grão em formação. W Para combater esta praga emprega-se Malathion ou Lebaycid. Os tratamentos efetu- am-se pouco depois da floração do arroz, após serem observados os primeiros insetos sobre as plantas. (Piricularia oryzae) É com certeza umas das doenças mais perigosas criptogámicas que padecem os arrozais, originada por um fungo microscópico, o micelio deste fungo produz uma substân- cia tóxica, a piricularina, que inibe o crescimento dos tecidos e os desorganiza. As folhas e as penículas são as partes mais afetadas.
    • Worldatos - 18 - Os ataques mais perigosos são os que acontece no nódulo da base da espiga, for- mando uma zona necrótica por cima e por baixo do pescoço que interrompe a circulação da seiva, deixando as espiguinhas mais ou menos secas. Wo Para combater este mal usa-se produtos mercuriais orgânicos. OUTRAS DOENÇAS rld Fungo da baínha do arroz Este fungo produz lesões que inicialmente são verdes (claros) e posteriormente, apre- at senta uma cor pálida, seca e branca acizentada parecida com a palha, e o rebordo avermelhado até ficar um vermelho púrpura (escuro). A infecção geralmente começa nos tecidos da cápsula das sementes situados no os nivel da superfície da lâmina da água. São provocados por resíduos contaminados que flutuam na água. Nas amostras de arroz (Oryza sativa L.), observou-se plantas perto da maduração, folhas amareladas e lesões escuras e áreas podres nas baínhas foliares próximas ao nivel da água. A infecção extendía-se gradualmente e podía cobrir parcial ou totalmente a baínha. Os entrenódulos afetados apresentavam no seu interior uma massa cinza escura e na maioría dos casos, exibiam numerosas escleroses pretas. Dos tecidos afetados isolou-se, no meio papa dextrosa agar, um fungo com abundante micelio septado, muito ramificado, que no começo era branca e posteriormente ligeiramente escura. As hifas mediram 4-5 mm de diâmetro. Também formoescleroses arredondados marron escuro a preto e o seu tama- nho variou de 280 a 430 mm de diâmetro. No meio Sach’s agar o fungo formou conidios s ligeiramente curvados, com tres septos, com um tamanho em média de 11.50 X 50 mm. As provas de patogenicidade em plantas de 48 dias de idade, foram realizadas usando o escleroses como inóculo e os sintomas foram similares aos que foram observados no t campo. De acordo ao estudo morfológico realizado, o agente causador desta sintomatología a foi identificado como Sclerotium Catt., o qual constitui a forma vegetativa de resistência de Magnaporthe salvinii (Catt.) Krause & Webster. O estado conidial foi referido como ld Helminthosporium sigmoideum. o r W
    • 19 Worldatos - 19 - ARMAZENAMENTO O produto colhido deve ser armazenado corretamente para a boa conservação du- rante o tempo necessário ao processamento, ou seja que as necessidades de armazenamento reais são em torno de 4.000 toneladas.Em consequência e considerando o tamanho da planta processadora, podemos dimensionar o silo de armazenamento para Wo 4.000 toneladas. Anexando os aparelhos necessários para a pré-limpeza, a secagem e a limpeza. Recepção dos caminhões rld Os caminhões carregados de grãos de arroz chegarão a uma báscula para serem pesados. Ao mesmo tempo, se fará um pré-levantamento destinado ao laboratório para determinar a porcentagem de humidade, permitindo assim, dirigir a descarga numa ou ou- at tra tremonha segundo o que se requer seco ou não. Tremonha de recepção os A tremonha de recepção deverá ser dividida em duas partes, permitindo assim rece- ber e tratar os produtos ao mesmo tempo. Este sistema permite evitar a mistura de grãos secos com grãos húmidos e por consequência o uso do secadouro nos casos de grãos secos. Debaixo das tremonhas uma fita transportadora de 8 metros de comprimento, trans- portará o grão até os elevadores. Esta fita acionada por um motor elétrico de 4 Hp. O piso das duas tremonhas será de forma cônica. A recepção dos grãos pode dividir-se em 4 variedades como segue: 1) Grãos secos e limpos, 2) Grãos secos e sujos, 3) Grãos húmidos e limpos e s 4) Grãos húmidos e sujos. o Os grãos descarregados poderãos ser dirigidos: a) às peneiras para a pré-limpeza, b) ao secadouro para a secagem correspondente, c) aos silos, se se trata de grãos secos t e limpos. a No caso de grãos sujos, a pré-limpeza se fará por peneiras de 4 pisos, neste caso, os ld grãos serãos levantados por uma torre até a boca de entrada das peneiras e baixarão por gravidade até uma tremonha de repartição que enviará os grãos: r a) ao secadouro o b) aos silos No caso de grãos cuja humidade é superior a 13% devem estar dirigidos ao secadouro. O procedimento com forno quente demora 1 hora para secar 40 ton/m, posteriormente W serão enviados aos aparelhos de limpeza antes de ser dirigidos aos silos de armazenamento. No caso de uma massiva chegada de caminhões com grãos húmidos, estes serão dirigi- dos para o silo pulmão após serem processados em pré-limpeza, na espera de passar ao secadouro. Na saída das tremonhas se colocarão duas torres com a função de levantar. Elevado- res simples com vasilhas convencionais metálicas, acionadas por motor elétrico de 25 Hp. correia plana de 12” 4 lonas, altura 25 metros, capacidade 120 ton/hora. Estes elevadores levantarão os grãos que serão dirigidos para: Peneiras para pré- limpeza, silo pulmão, secadouro de grãos e limpeza. Os equipamentos tais como elevadores, deverão ser provístos de vasilhas de plásti- co, considerando que o arroz é abrasivo.
    • Worldatos - 20 - Pré-limpeza O aperfeiçoamento nas plantações de grãos e a aplicação final do cultivo científico com a contribuíção de produtos fertilizantes, de folicidas, etc., assim como o uso de moder- nas colheitadeiras, faz que os grãos cheguem aos silos de armazenamento cada vez mais limpos, entretanto, é necessário dispor dos equipamentos necessários para a eventual lim- peza dos grãos. Considerando a importante capacidade da planta projetada, prognostica- mos como correto, a instalação de 4 unidades de pré-limpeza. Wo Ao entrar por gravidade na máquina, os grãos passam a uma câmara gravitacional onde as impurezas leves são aspiradas por ar, estes resíduos são depositados sobre pale- tas que se mantêm fechadas pela força do ar proveniente de um multiciclone, até que o rld peso seja superior à pressão do ar, momento no qual abrem-se as paletas e deixam cair as impurezas que são transportadas fora das máquinas. Os grãos são distribuídos uniforme- mente sobre o tamis (peneiras) com diferentes perforações que coam os grãos, separando as impurezas até sua limpeza. at Máquinas totalmente metálicas, com capacidade para 40 ton/hora de arroz, ciclone construído em chapa de aço, equipadas com sacos de impurezas, acionadas por motores os elétricos de 3 e 5 Hp. Limpeza O trabalho final dos grãos será garantida por 4 unidades de limpeza de 30 ton/hora de arroz com sistema de coagem, ciclone em chapa de aço, sacos de impurezas, acionadas por motores elétricos de 3 e 5 Hp. Silo pulmão As condições meteorólogicas durante o período de colheita, influenciam diretamente sobre a humidade do grão e impede um armazenamento direto nos silos, por este motivo, é s necessário a instalação de silo pulmão no qual se depositam os grãos esperando passar o pelo secadouro. t Para esta planta exíge-se a instalação de um silo pulmão com capacidade de armazenamento de 500 toneladas, com um diâmetro de 9.09 metros compostos de 10 a aneis e com altura total de 11,87 metros, sendo o cilindro com 9,25 metros de altura, dando assim um volume de 650.80 m³. Com um equipamento gravitacional para espalhar o grão ld acionado por um motor elétrico de 4 Hp. r Secadouro para arroz o Para um correto funcionamento desta planta é de extrema importância a instalação de um secadouro. W Este secadouro deverá ter uma capacidade de secagem de 40 toneladas por hora, considerando uma média de redução de humidade de 19 a 12/13%. O funcionamento corresponde a um sistema de trabalho com pressão negativa, na qual o ar aspirado é con- duzido por difusores de entradas e forçado a atravessar a coluna dos grãos. Os dutos da coluna de secagem são abertos alternadamente num e outro extremo, em fileiras sobre- postas e alternadas. A secagem compõe-se de um funil na parte superior, caixa exclusa com motor elétri- co de 2 Hp, câmara de circulação de ar, base reforçada, 3 ventiladores axiais de 15 Hp, rosca de descarga com motor elétrico de 7.5 Hp. Altura total total 18.90 m. O forno, construído com materiais refratários e com funcionamento a lenha.
    • Worldatos - 21 - Sistema de ventilação para o silo pulmão Para facilitar o armazenamento dos grãos húmidos em silos, um sistema pulmão composto de chapas perfuradas para o fundo dos silos será prevísto, com dois ventiladores Wo centrífugos de 12,5 Hp. Silos para armazenamento de arroz se fará em silos metálicos de 14,56 m. de diâme- tro, com 16 anéis, altura do cilindro 14.73 m., altura total 18.96 m., com um volume total de 2655,56 m³, representando uma capacidade de 2111 toneladas de arroz. Com um equipa- rld mento gravitacional para espalhar o grão. Sistema de ventilação para silos de armazenamento at O sistema de ventilação para cada silo será composto por chapas perfuradas para calhas tipo “A” (c/ 1,0 m) respiros e de ventiladores centrífugos de 25 Hp de potência. os Sistema de termometría intermediária Para os silos de armazenamento um sistema de termometría intermediária será ins- talado com 4 fíos de medição para cada um, sensores de temperatura a cada metro. Coletor de amostras Na báscula de recepção será instalado um coletor de amostra que levará uma quan- tidade de grãos diretamente no caminhão para ser dirigido diretamente ao laboratório. Esta operação tem o objetivo de definir a porcentagem de humidade contendo nos grãos e assim poder orientar a carga nas tremonhas de recepção. s Este coletor terá com um acionamento hidráulico dos movimentos do braço recoletor, compreenderá um sistema de transferência pneumática das amostras até o laboratório. o Altura da coleta 4 m., largura do braço 5 m., acionado por dois motores elétricos de 5 t Hp. cada um. a Básculas para recepção ld Na entrada das instalações será instalado uma báscula para pesar os caminhões r cheios de arroz, após a descarga, os caminhões vazíos serão novamente pesados na mesma báscula. Potência 80 toneladas. o Grupo gerador W Para eventual substituíção da rede de distribuíção de energía elétrica, um grupo gera- dor instalar-se-á para o funcionamento das principais instalações dos silos, tais como: secadouros, ventilação dos silos pulmões, ventilação dos silos de armazenamento, etc., e eventualmente as instalações da planta de processamento. Este gerador deve ser aparelhado com uma caixa de comando, potência 360 kwa. Laboratório O controle de humidade dos grãos, deve ser controlado e definido antes da descarga nas tremonhas de recepção, para evitar uma mistura do húmido com o seco e o uso inade- quada dos secadouros. Este laboratório situar-se-á ao lado da báscula de recepção.
    • Worldatos - 22 - Sala de comando Se construirá um pequeno edifício destinado a receber o painel sinóptico de comando geral da planta, também no mesmo edifício será reservado um quarto para a instalação dos armários de comando. Superfície 82.50 m². Wo Este edifício deve ser preparado para a preservação total destes equipamentos con- tra o pó que é produzido pela planta e contra o calor. Um aparelho de ar condicionado de 24.000 Btu, deverá ser colocado para a sala de armário e outro de 36.000 Btu para a sala de comando. rld Oficina de manutenção As instalações seja do silo como da planta de processamento requerem uma perma- at nente manutenção para garantir um correto funcionamento das mesmas, para isso, deve ser construído um pequeno edifício de 75 m² que servirá para depósito de peças, ferramen- os tas, peças para soldar, etc., ao lado um local de 25 m² para o grupo gerador. Ar comprimido Os aparelhos instalados requerem um permanente cuidado em relação a higiêne dos mesmos, o movimento de grãos produz um fino pó muito penetrante. O melhor sistema de limpeza consíste no uso de ar comprimido para soprar os aparelhos. Para isso, um grupo compressor de ar será instalado no edifício da oficina, uma rede de alimentação deverá instalar-se até os pontos de uso, a saber: secadouro, peneiras, tombador, sala de controle, etc. e a planta de processamento de arroz. O aparelho de 1.500 litros com motor elétrico de 3 Hp. s Edifício de Administração o Um edifício será construído com uma superfície total de 294 m², que inclui o setor de t diretoría, o setor técnico e de comercialização, o setor de recepção de arroz e o laboratório. Este edifício será construído com materiais convencionais. a ld Galpão de recepção r Para a recepção dos grãos, as tremonhas, e os aparelhos anexos, devem ser prote- gidos das interpéries, para isso, um galpão de 35 m. por 31 m., ou seja 1.085 m², será o construído. A altura do teto deste galpão será de 10 m.. Estrutura metálica, teto de chapas. W O prédio da planta deverá ser todo murado ao redor O total do prédio ocupado pelas instalações deve ser todo murado ao redor. O prédio de referência será de 10 hectare, ou seja 250 m., o que corresponde a 1.300 m. lineais de muro por cada um. O muro será de postes de concreto cada 3 m. com arame tecido de 3 m. de altura. Portão de entrada e saída da planta Será construído um portão metálico montado sobre um trilho. O funcionamento deste portão será elétrico. Ao lado construír-se-á um edifício, com materiais convencionais que servirá de controle das entradas e saídas.
    • Worldatos - 23 - ELEVADO R DE 60 T/H 41 M ETRO S ELEVADO R DE 60 T/H 39 M ETRO S Wo rld at SILO Nº 1 SILO Nº 1 CAPACIDADE DE 2111 TO ELADAS CAPACIDADE DE 2111 TO ELADAS ALTUR A DO COR PO 14,73 M TS. ALTUR A DO COR PO 14,73 M TS. os FO RNALHA P R É -L IM P E Z A L IM P E Z A s 29 M ETROS E L E VA D O R D E 4 0 T /H t o E L E VA D O R E S D E 6 0 T /H . 2 5 M E T R O S a ld SILO PULM ÃO A LT U R A D E C O R P O 9 ,2 5 C A PA C ID A D E 5 0 0 T /m A RM Á R IO r S EC A D O U R O DE 35 M E TR O S E L E VA D O R D E 4 0 T /H D E 40 T /H CO M AND O o CO MANDO GERAL S ALA D E W TR EM O N HA D E R EC EP Ç ÃO RESPIRADO URO DO TÚNEL
    • Worldatos - 24 - PLANTA INDÚSTRIAL DE PROCESSAMENTO DE ARROZ O objetivo desta planta é processar o arroz, até obter um produto pronto para a comercialização direta ao consumidor ou aos supermercados, mercearías, etc.. Wo O produto oferecido terá de ser de excelente qualidade, para poder competir no mer- cado com os atuais produtos comercializados. Para conseguir estes objetivos, a planta deve estar munida de aparelhos modernos, rld com alto rendimento e com uma certa tecnología aperfeiçoada que permite elaborar um produto com boa apresentação e ótima qualidade. at O procedimento consíste em 4 etapas diferentes, após a preparação do arroz, que passa pela limpeza e secagem no silo, até chegar a uma humidade entre 12 e 13% BU. Estas etapas são: os - Descascagem e separação da casca - Polimento - Classificação - Embalagem As máquinas exigídas para este processamento são: - Silos pulmão para alimentação da máquina de descascagem - Máquinas de descascagem para arroz - Câmara de aspiração da casca - Ventilador dosificador para as cascas s - Tremonha de alimentação com níveis automáticos - Mesa paddy alveolada (com canais) o - Tremonha alta para carga do polidor t - Polidor horizontal a - Caixa para cereais - Purificador de arroz (dar brilho) com micro aspersão de água ld - Tremonha para distribuíção de carga - Classificador de peneiras (coagem) r - Classificador tirador para arroz (mais de um) de 3.50 x 6.0 - Classificador tirador para arroz (mais de um) de 3.50 x 4.5 o - Estrutura metálica para o classificador - Sistema de transporte anti-poluíção W - Elevadores de canjirão - Transportadores sem fim - Tubagens Para a colocação destes equipamentos e acessórios, deve ser construído um edifício de 30 m. x 15 m.. Considerando que o arroz passa pelos aparelhos sem ter proteção de ar, é conveniente que este local seja aparelhado com ar condicionados, a fim de ter um nivel de humidade inferior ao do ambiente.
    • Wo r Wo ld rld at at o Á R E A D E D E S C A S C A G E M E S E PA R A Ç Ã O A R E A D E P O L IM E N TO AREA DE DISPOSIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DA CASCA C L A S S IF IC A Ç s PLANTA PARA PROCESSAMENTO DO ARROZ os 25 Worldatos - 25 -
    • Worldatos - 26 - 26 DESCASCADO Wo A primeira operação é de descascar os grãos, esta operação pode se fazer só se o arroz se encontra a 1grau de humidade inferior a 13%. Esta máquina, processa o arroz por vibração, rotação e aspiração das cascas. Potência instalada: 10 Hp. rld SEPARAÇÃO Para efetuar esta operação se requer de uma máquina que tenha um sistema que produz um fluxo de ar diferencial, capaz de separar com altíssima eficiência as cascas e o at farelo grosso. Potência instalada 4 Hp. os POLIMENTO 1° ETAPA Uma vez que foi retirada e separada a casca o arroz deve ser polido. Esta máquina tem a finalidade de retirar da película de tegumento e o germe do grão de arroz através da ação abrasiva. Potência instalada 50 Hp. POLIMENTO 2° ETAPA O grão do arroz deve passar por um segundo processo de polimento, pois assim dá um bom acabamento. No processo de elaboração este aparelho deve ficar após o polidor convencional da primeira etapa. Esta máquina é composta por um núcleo com geometría desenvolvida para provocar s uma pressão suficiente entre os grãos num ambiente de humidade controlada, promovendo a remoção de parte do farelo e assim não fere o grão. o Potência instalada de 40 Hp. t CLASSIFICADO a Esta operação se faz com um classificador de triagem de arroz que vai classificando ld o arroz em tamanhos de 3/4, 1/2, etc.. Durante o trabalho de classificação, os grãos que estão partidos entram nos alvéolos e ficam presos no seu interior, enquanto que os grãos r inteiros com dimensões maiores não se agrupam. Os grãos partidos, após algum tempo, ficam livres do efeito provocado pelas cavida- o des, sendo que, neste momento seu próprio peso vence a força centrífuga e cai para o interior de um depósito localizado no interior do cilindro, onde se coletam todos os grãos W partidos. No interior do depósito uma rosca transportadora, evacua os grãos para fora. EMBALAGEM Uma vez classificado, o arroz deve ser dirigido para a sessão de embalagem, com pelo menos 2 máquinas, para pacotes de 1, 2 e 5 kg. O arroz partido pode ser ensacado por outra máquina em sacos de 20 e 50 kg. como arroz de segunda qualidade.
    • Worldatos - 27 - REQUISITOS PARA OS INVESTIMENTOS SILOS DE ARMAZENAMENTO Wo Báscula de recepção 80 toneladas 22.000 Tremonha de recepção 8.000 2 elevadores de 60 toneladas - 25 metros 14.700 4 máquinas de pré-limpeza 40 T/h 30.000 rld 2 máquinas de limpeza 30 T/h 18.000 1 silo pulmão de 500 toneladas 15.000 2 silos de armazenamento de 2.111 T/m 75.000 1 secadouro de 40 toneladas / hora 34.000 at 1 elevador de 40 T/h 29 metros 8.500 1 elevador de 40 T/h 35 metros 9.500 1 elevador de 60 T/h 41 metros 11.000 os 1 elevador de 60 T/h 39 metros 10.500 1 fita transportadora reversível de 35 metros 12.000 2 fitas transportadoras de 14 metros 12.000 1 aparelho de amostras 14.000 1 aparelho de laboratório 3.500 1 sistema de termometría para os silos 6.500 1 painel de comando tipo sinóptico 5.000 Construção de um galpão para sala de máquinas 18.000 Obra civil 22.000 Montagem e provisão dos equipamentos elétricos 18.000 Acessórios de montagem 12.000 Montagem dos equipamentos 33.000 s Materiais de construção para bases de silos 37.000 o TOTAL PARA SILOS US$ 449.200 at PLANTA INDÚSTRIAL DE PROCESSAMENTO ld Silos pulmão para alimentação da máquina de descascagem Máquina de descascagem para arroz 9.000 r Câmara de aspiração da casca 2.000 o Ventilado dosificador para as cascas 1.500 Tremonha de alimentação com níveis automáticos 500 Mesa paddy alveolada 1.200 W Tremonha alta para carga de polidor 1.900 Polidor horizontal 2.000 Caixa para cereais 6.800 Lustrador de arroz com micro aspersão de água 1.200 Tremonha para distribuíção de carga 11.000 Classificador de peneiras 1.500 Classificadores para a triagem do arroz de 3,50 X 6,0 14.000 Classificadores para a triagem do arroz de 3,50 X 4,50 15.000 Estrutura metálica para o classificador 2.200 Sistema de transporte anti-poluíção 1.500 Elevadores de canjirão 2.200 5.400
    • Worldatos - 28 - Transportadores sem fim 4.200 Tubagens 1.800 Obra civil incluíndo os materiais 18.000 Construção de um galpão 450 m² 45.000 Instalação elétrica 8.000 Wo TOTAL PARA PLANTA PROCESSADORA US$ 155.900 INVESTIMENTOS DE APÓIO rld Grupo gerador auxiliar 18.000 Galpão para oficina de manutenção 12.000 Ferramentas e equipamentos de oficina 8.000 at Galpão de armazenamento 16.000 Escritório de administração 24.000 Equipamentos para escritório, móveis, etc. 8.000 os TOTAL PARA OS INVESTIMENTOS DE APÓIO US$ 86.000 TOTAL DOS INVESTIMENTOS EM US$ Silos de armazenamento 449.200 Planta de processamento 155.900 Investimentos de apóio 86.000 US$ 691.100 o s at r ld Wo
    • Worldatos - 29 - PONTOS IMPORTANTES PARA A COMERCIALIZAÇÃO DO ARROZ O consumo do arroz determina-se pelo crescimento populacional, as mudanças nas entradas monetárias e o preço relativo dos grãos. É evidente que o arroz é hoje um dos alimentos mais consumidos mundialmente, o Wo que permite deduzir um consumo atual num total de 400 milhões de toneladas, das quais o 75% é comercializado em embalagens de 500 grs. 1 kg, 2 kg. e 5 kg.. É interessante notar que o arroz, não goza de um monopolio de multinacionais, como no caso de café ou o açúcar, ao contrário o arroz representa um produto que se comercializa rld muito num nivel local, por pequenas processadoras instaladas em áreas de produção agrí- colas. Estas processadoras, reúnem em quantidade o arroz dos produtores a preço de mercado internacional, processam o arroz, e os comercializam em bolsas de 500 grs. até 5 kg. nos pontos de venda massiva, tal como supermercados, etc.. at Temos conhecimentos de pequenas instalações que processam somente 100 tone- ladas de arroz por ano, fazendo este processo realmente num nível artesanal, mas obtendo os benefícios suficientes para se manter durante todo o ano. Sendo o arroz um produto de consumo massivo e necessário, as despesas de marketing e publicidade são bastantes reduzidos, pois devemos considerar que um super- mercado, que tem só uma marca de arroz de boa qualidade, irá vender da mesma maneira que se tivesse 10 marcas diferentes, isso pra dizer que a publicidade sobre este produto não é tão importante, ao contrário, o importante se refere a: - Apresentação do produto (embalagem) - Preço do produto - Qualidade do produto O consumidor não se fixa só na marca, mas também na embalagem e preço, se este produto é de boa qualidade, tem acitação garantida e obviamente boas vendas. A apresentação (embalagem): s O arroz deve apresentar-se em bolsas de plástico transparente, e esta tranparência deve ser perfeita, sem ter cor alguma, pois facilita ao consumidor apreciar a cor real do o arroz e a sua pureza. As impressões de marcas, qualidade, logotipo e outros detalhes, t devem ser perfeitas e de bom gosto. A parte das impressões de marca, logotipo e outros, cada embalagem deve ter: a - Definição do conteúdo - (por exemplo arroz branco) ld - Peso exato do conteúdo - Data da embalagem r - Colheita e procedência - De acordo com os países, colocar os dados de autorização ministerial (higiêne) o - Código de barra - Data de validade W A comercialização propriamente dita, se se faz num nível regional, deve ser em base a uns contatos efetuados com os proprietários de armazéns, supermercados, atacadístas, minorístas, etc.. Em relação a comercialização inter-regional, nacional, o mesmo princípio deve ser aplicado, mas num território mais extendido. A seguir algumas gostosas receitas a base de arroz, como o risoto tradicional.
    • Worldatos - 30 - RECEITAS DELICIOSAS E PRÁTICAS COM ARROZ ROSQUINHAS DE ARROZ Ingredientes Wo 3 xicaras de arroz branco, cozido. 2 ovos ligeiramente batido. rld 6 colheres de queijo branco duro, ralado. 3 colheres de queijo parmessão, ralado. 1 1/2 colheres de queijo pecorino, ralado. 3 colheres de farinha. at 1/2 xicara de leite. 2 1/2 colheres de açúcar. os 1 colher de chá de sal. Óleo para fritar. Modo de preparo Prepara-se o arroz antecipadamente, de acordo com a receita. Deixar re- pousar. Numa vasilha misturam-se muito bem os ingredientes e deixa-se separa- do por mais ou menos 1 a 2 horas. s Numa frigideira coloca-se o óleo no fogo e assim que estiver bem quente, vertem-se montinhos da mistura tipo rosquinhas. Fritam-se até ficarem bem o douradas. at Retiram-se do óleo com uma colher perforada e colocam-se num coador de arame forrado com papel absorvente para eliminar o excesso de óleo. r ld Wo
    • Worldatos - 31 - ARROZ COM ABOBRINHA Ingredientes Wo 02 abobrinhas médias 01 colher de sopa de manteiga rld ½ xícara (chá) de cebola picadinha 02 colheres (chá) de açafrão 01 xícara (chá) de arroz 1 e ½ xícaras (chá) de água at 01 folha de louro sal e pimenta do reino a gosto os 02 colheres (sopa) de folhas de coentro picadinhas Modo de Preparo: Coloque a manteiga numa panela e leve ao fogo para derreter. Acrescente a cebola e deixe-a fritar até que fique murcha. Adicione as abobrinhas, corta- das em cubos com cerca de 1,5 cm de lado, o açafrão, o arroz, a água, o louro, o sal e a pimenta do reino a gosto. Quando ferver, diminua a chama do fogão ao mínimo, tampe a panela e cozinhe esses ingredientes por 17 minu- s tos. Apague o fogo, junte o coentro e misture bem com um garfo. Sirva em o seguida. at r ld Wo
    • Worldatos - 32 - Wo rld RISOTO Ingredientes at 1 xícara (chá) de arroz 4 colheres (sopa) de azeite os 1 cebola média 2 dentes de alho amassados 3 xícaras de água fervendo 1 linguiça defumada 3 tomates sem pele e sem sementes 1 pimentão vermelho picado 1 cenoura grande picada 2 cubos de caldo de carne 1/2 xícara (chá) de vinho branco seco 1 lata de ervilhas 3 ovos cozidos picados 1 xícara (chá) azeitonas pretas picadas s 1 xícara de mussarela em cubinhos 100g de queijo parmesão ralado t o a ld Modo de preparo o r 1. Prepare o arroz conforme receita, utilizando o arroz, o azeite, a cebola e o alho. 2. Refogue a lingüiça e acrescente ao arroz. 3. Acrescentar os demais ingredientes. W 4. Retirar o arroz do fogo antes de secar. 5. Por último, misturar a mussarela e o parmesão ralado (deixar um pouco de parmesão para polvilhar).