CONTEXTUALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO QUÍMICO: UMA ALTERNATIVA PARA PROMOVER MUDANÇAS CONCEITUAIS
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CONTEXTUALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO QUÍMICO: UMA ALTERNATIVA PARA PROMOVER MUDANÇAS CONCEITUAIS CONTEXTUALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO QUÍMICO: UMA ALTERNATIVA PARA PROMOVER MUDANÇAS CONCEITUAIS Document Transcript

  • CONTEXTUALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO QUÍMICO: UMA ALTERNATIVA PARA PROMOVER MUDANÇAS CONCEITUAIS Jadson Luan dos Santos1 Anderson de Oliveira Santos2 Djalma Andrade3 Educação e Ensino de Ciências Exatas e Biológica. RESUMO Este trabalho refere-se à exploração do tema ‘Água recurso natural vital’, objetivando a abertura de vias de comunicação entre alunos e o professor; o aprendizado cooperativo, mediado pela intervenção do professor, visando contextualizar e inserir a interdisciplinaridade nas aulas de química, como forma de motivar os alunos e formar cidadãos conscientes. A pesquisa foi realizada com 25 alunos da 1ª série do ensino médio de uma escola da rede pública estadual de ensino do município de Aracaju/SE. Pode-se concluir que: problematizar temas do contexto social do aluno ativa a curiosidade e o interesse do alunado; é preciso que o professor tome consciência de suas próprias concepções sobre a contextualização no ensino de química e sobre o processo ensino-aprendizagem para compreender a complexidade das relações que ocorrem na sala de aula. Palavras-chave: Contextualização, ensino de Química, mudança conceitual. ABSTRACT This work concerns the exploration of the theme 'Water vital natural resource', aiming to open lines of communication between students and teacher, cooperative learning, mediated by the intervention of the teacher, seeking to contextualize and embed the interdisciplinary nature of chemistry classes, as way to motivate students and make citizens aware. The survey was conducted with 25 students of the first grade of high school in a public school in state schools in the city of Aracaju / SE. It can be concluded that: discuss issues of social context of active student curiosity and interest of the students, it is necessary that the teacher becomes aware of his 1 Discente do curso de Licenciatura em Química da Universidade Federal de Sergipe. Bolsista do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência/PIBID/CAPES/UFS/Química. E-mail para correspondência: jadsonluan89@gmail.com 2 Discente do curso de Licenciatura em Química da Universidade Federal de Sergipe. Bolsista do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência/PIBID/CAPES/UFS/Química. E-mail para correspondência: andersonoliveira.sergipe@bol.com.br 3 Possui Graduação em Licenciatura em Química (Universidade Federal de Sergipe) e Mestrado em Química, pela Universidade Federal de Pernambuco. Coordenadora do Grupo de Estudos em Educação Química/Departamento de Química. Atua como professora do Departamento Química, na área de Ensino de Química. E-mail para correspondência: dandrade233@gmail.com 1
  • own views on the context in chemistry education and the teaching-learning process to understand the complexity of relationships in the classroom. Keywords: contextualization, teaching of chemistry, conceptual change. INTRODUÇÃO Tradicionalmente a disciplina de Química no Ensino Médio tem enfatizado o trabalho com conceitos químicos de forma fragmentada e descontextualizada. O seu estudo, muitas vezes, resume-se a cálculos matemáticos e à memorização de fórmulas e nomenclaturas de compostos. Porém, com as transformações que a sociedade vem passando nos últimos anos os educadores têm se mobilizado para repensar o papel da escola e da educação. Assim, vêm ocorrendo a reflexão, a análise e a revisão da prática pedagógica, visando à proposição de ações de intervenção no processo de ensino e aprendizagem em prol da melhoria de sua qualidade. Surge com a reforma do ensino médio a idéia da contextualização, a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDBEM - 9.394/97) que orienta a compreensão dos conhecimentos para uso cotidiano. Originou-se nas diretrizes que estão definidas nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), os quais visam um ensino de química centrado na interface entre informação científica e contexto social. Assim, os parâmetros, em coerência com a LDBEM (1998), estabelecem a contextualização como forma de organizar dinamicamente a abordagem dos conteúdos das ciências articuladamente a temas sociais sem criar dualidade na constituição de uma base nacional comum. Tanto a abordagem temática quanto a parte diversificada deverão ser organicamente articuladas a conteúdos disciplinares para que o currículo faça sentido como um todo. No contexto dos parâmetros se propõe um ensino de Química que possa contribuir para uma visão mais ampla do conhecimento, que possibilite melhor compreensão do mundo físico e para a construção da cidadania, colocando em pauta, na sala de aula, conhecimentos socialmente relevantes, que façam sentido e possam se integrar à vida do aluno. É importante ainda, apresentar ao aluno fatos concretos, observáveis e mensuráveis, uma vez que os conceitos que o aluno traz para a sala de aula advêm principalmente, de sua leitura do mundo macroscópico. 2
  • Considerando que cidadania se refere à participação dos indivíduos na sociedade e para tal ele precisa dispor de informações. Tais informações são aquelas que estão diretamente vinculadas aos problemas sociais que afetam o cidadão, os quais exigem um posicionamento quanto ao encaminhamento de suas soluções, ou seja, deve desenvolver no indivíduo a capacidade de tomada de decisão. Essa se relaciona à solução de problemas da vida real que envolve aspectos sociais, tecnológicos, econômicos e políticos, o que significa preparar o indivíduo para participar ativamente da sociedade democracia. Com base nesses pressupostos, a adoção de temas envolvendo questões sociais relativas à ciência e à tecnologia, que estejam diretamente vinculados aos alunos, parece ser de fundamental importância para a formação de atitudes e valores pertinentes à formação de um cidadão crítico. Para isso, é essencial o desenvolvimento de atividades de ensino nas quais os alunos possam discutir diferentes pontos de vista sobre problemas reais, na busca da construção coletiva de possíveis alternativas de solução, ou seja, um ensino com o enfoque em Ciência, Tecnologia e Sociedade - CTS. As metas do movimento do CTS, no ensino de ciências, têm sido apresentadas por vários os quais seriam as metas do movimento Ciência, Santos e Schnetzler (2003) afirmam que: Tal educação permitirá ao cidadão tomar decisões frente a dilemas morais que necessitam de respostas que sejam morais. Sendo assim, precisamos desenvolver nos jovens brasileiros a consciência histórica de compromisso com o destino da nação, construindo o ideal da busca da sociedade democrática que ainda não temos que será conquistada por nós, à medida que participarmos ativamente da sociedade. É preciso, a todo custo, fazê-los refletir sobre as conseqüências dos valores paternalistas, clientelistas, buscando, talvez, no nosso jeitinho de resolver os problemas, os mecanismos sociais necessários para se ter a verdadeira cidadania. Acima de tudo, é necessário demonstrar as contradições de nosso capitalismo, ou do modelo neoliberal que nos é imposto. Enfim, é preciso mostrar ao aluno o quanto o consumismo tem nos afastado da coletividade e o quanto temos sido massa de manobra de interesses econômicos, sobretudo pela manipulação dos meios de comunicação de massa. Assim, a incorporação de aspectos ambientais, sociais, políticos, históricos, éticos e econômicos diretamente relacionados à Ciência e suas diversas aplicações, podem proporcionar aos alunos 3
  • espaços para discussões e argumentações, dentro de um contexto significativo para a aprendizagem da Química. Santos e Schnetzler (2003) afirmam que: Ao contextualizar o conteúdo, os temas sociais explicitam o papel social da química, as suas aplicações e implicações e demonstram como o cidadão pode aplicar o conhecimento na sua vida diária. Além disso, os temas sociais têm o papel fundamental de desenvolver a capacidade de tomada de decisão, propiciando situações em que os alunos são estimulados a emitir opinião, propor soluções, avaliar custos e benefícios e tomar decisões, usando juízo de valor. Concordamos com Santos e Schnetzler (2003) quando alertam que os temas não podem ser vistos apenas como elementos de motivação dos alunos, apenas como um conteúdo adicional, mas como ferramentas importantes para auxiliar na formação da cidadania, ou seja, eles não têm um fim em si mesmo, mas sim uma função de contextualizar o conhecimento químico. Contextualizar a química não é promover uma ligação artificial entre o conhecimento e o cotidiano do aluno. Não é citar exemplos como ilustração ao final de algum conteúdo, mas que contextualizar é propor “situações problemáticas reais e buscar o conhecimento necessário para entendê-las e procurar solucioná-las.” (PCN+, 2002). Com o enfoque CTS, o trabalho em sala de aula passa a ter outra conotação. Professores e alunos passam a descobrir, a pesquisar juntos, a construir e/ou produzir o conhecimento científico, que deixa de ser considerado algo sagrado e inviolável. Os alunos recebem subsídios para questionar, desenvolver a imaginação, abandonando o estado de subserviência diante do professor e do conhecimento apresentado em sala de aula. (PINHEIRO et al., 2007) Nas últimas décadas, pesquisas sobre os processos de ensino-aprendizagem têm evidenciado para a importância de se considerar as concepções que os alunos trazem ao submeterem-se ao ensino de determinados conteúdos. Portanto, é importante o professor identificá-las e utilizá-las para promover aprendizagens significativas considerando que a aprendizagem deve ser encarada como uma busca de sentido para as situações do mundo que rodeia o aluno. Este trabalho refere-se à exploração do tema ‘Água recurso natural vital’, objetivando (1) a abertura de vias de comunicação entre alunos e o professor, (2) a auto-organização dos alunos em grupos de estudo, (3) o aprendizado cooperativo, mediado pela intervenção do professor visando contextualizar e inserir a interdisciplinaridade nas aulas de química, como forma de motivar os 4
  • alunos e formar cidadãos conscientes. Acredita-se que por meio dessas atividades as aulas podem adquirir uma conotação investigativa, fundamentada em um comprometimento mútuo entre educador e educandos, visando à estruturação formal do conhecimento baseado em conceitos científicos. Essa aproximação é particularmente importante quando as atenções se voltam ao estudante do ensino médio, pois o processo de formação de conceitos movimenta-se entre um estágio mais primitivo de pensamento e outro mais amadurecido (ROMANELLI, 1996). Despertar a atenção dos alunos “conduzindo-o” em seu próprio aprendizado dentro de uma lógica coerente e sistematizada passa a ser o maior desafio do professor. METODOLOGIA A pesquisa foi realizada com 25 da 1ª série do ensino médio de uma escola da rede pública estadual de ensino do município de Aracaju/SE. Teve duração de 8 semanas, com 2 sessões de 50 minutos de aulas por semana, empregadas para desenvolver o conteúdo pedagógico, e identificar as concepções dos alunos sobre as condições de ensino-aprendizagem pertinentes a escola e suas perspectivas para o futuro. Os dados coletados foram agrupados, analisados e descritos quantitativamente, a partir de apresentações percentuais de variáveis categóricas. Neste tipo de estudo descritivo, buscou-se identificar, observar, registrar, analisar e interpretar as concepções dos alunos sobre o tema “Água recurso natural vital”. Foi utilizado como instrumento de coleta de dados o questionário e a pesquisa foi realizada nas seguintes etapas: 1) Aplicação do questionário de caracterização da clientela – visando definir as estratégias e recursos pedagógicos mais adequados às necessidades dos alunos e à realidade da instituição. 2) Tempestade de idéias - visando identificar as concepções dos alunos sobre “poluição”. 3) Nas intervenções o professor utilizou estratégias de ensino diversificadas, tais como: • Leitura interativa de textos – “Por que devemos economizar água?” e “Poluição das águas e Tratamento de esgoto. • Leitura de rótulos: leitura de rótulos de garrafas de água mineral visando diferenciá-la da potável, discutir seus benefícios e também as informações sociais 5
  • contidas no rótulo, como: o descarte da embalagem, o SAC, a melhor maneira de utilizar o produto e a verificação do prazo de validade. • Vídeos - “A turma da Clarinha e o Ciclo da Água”, “Tratamento de água na ETA (Estação de Tratamento de Água)” e “Tratamento de esgoto na ETE (Estação de Tratamento de Esgoto)”, sendo os dois últimos fornecidos pela DESO (Companhia de Saneamento de Sergipe). Visando discutir diferentes pontos de vista sobre o problema de poluição das águas, considerando que a escola fica situada próxima ao rio Vasas Barris. • Jogos didáticos – o lúdico no contexto do ensino de Química. Palavras Cruzadas e Jogo da Quina Químico, ambos essencialmente direcionados a fixação da problemática inerente ao tema proposto. • Softwares de Simulação - “Indicador de ácido e Base na Cozinha da Minha Casa” e “O Gênio da Lâmpada”. Ambos objetivando a motivação dos alunos durante as aulas expositivo-interativas. • Experimento Simples – Construção coletiva de um Filtro de Água com material reciclável e de fácil acesso, uma vez que foram discutidas às etapas do tratamento de água na ETA. 4) Da avaliação final Por exigência do sistema foi realizada uma prova escrita e dos 25 (vinte e cinco) alunos compareceram 16 (dezesseis). Essa variação de freqüência é marcante ao longo do desenvolvimento das atividades. A prova era constituída de 09 (nove) questões subjetivas e contextualizada. Para análise dos resultados utilizamos três categorias: correta, parcialmente incorreta e incorreta (respostas em branco ou nenhum dado correto). DA ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS a) Do questionário de caracterização da clientela: Há uma predominância do sexo feminino (57,2%), a faixa etária está entre os 16 a 17 anos (66,67%). Dos pesquisados 52,4% têm noções de informática e 76,19% têm acesso regulamente a Internet. São oriundos de família de baixa renda. A escolaridade dos pais é, basicamente, em nível fundamental, com 75,0% das mães e 65,0% para os pais. Para 57,2% o rio próximo a 6
  • comunidade deles está poluído e 42,8% não sabem ou não informaram e 42,8% afirmaram que contribuem para a poluição do bairro. Quanto às metodologias e recurso utilizados pelo professor os alunos consideram como desmotivador para aprender Química a ausência de atividades experimentais em sala de aula (100,0%) e a não articulação do conteúdo com aspectos ambientais e sociais (42,8%). Quanto à capacidade de avaliar o que o aluno aprendeu 71,1% classificam entre regular e bom. b) Quanto à concepção dos alunos pesquisados sobre “poluição” A concepção prévia dos pesquisados sobre poluição está associada a “tudo que faz mal ao planeta” (50,0%) e 28,5% associaram a poluição das águas. Após intervenções do professor, feitas numa abordagem CTS, considerando aspectos sociais e químicos as concepções foram mais estruturadas e 69,2% associaram “a tudo que afeta o planeta e prejudicam os seres humanos, animais e os rios”. As respostas dos pesquisados revelam concepções de poluição geradas num meio social, ou seja, concepções que sofrem influência de fatores que constituem a cultura da qual faz parte. Houve uma maior conscientização da responsabilidade de cada um no processo de poluição do bairro e do rio (66,6%). No início do desenvolvimento das atividades poucos alunos participavam das atividades (34,0%) alegando “prefiro o meu professor, pois ele não mandava fazer tantas coisas”. A utilização do vídeo e das atividades experimentais permitiu o desenvolvimento de competências relacionadas à comunicação inserindo grande parte dos alunos (72,0%) no contexto das atividades. c) Do processo avaliativo O gráfico 01 é representativo da evolução conceitual dos alunos, já que explicita o desempenho destes numa prova que englobava conteúdos químicos e questões sociais referentes ao tema trabalhado. 7
  • Das questões escritas observou-se uma evolução na forma de organizar e redefinir o pensamento quando as mesmas estavam associadas a recordar algo, porém apresentaram dificuldade quando eram exigidos a avaliar e elaborar uma resposta, conforme itens 5 e 6 do gráfico. CONSIDERAÇÕES FINAIS As atividades de ensino elaboradas e aplicadas em sala de aula procuraram envolver o aluno cognitivamente através das discussões durante a leitura interativa do texto, o vídeo e as atividades experimentais. Essas atividades contribuíram para o desenvolvimento de competências relacionadas à comunicação e a promoção da evolução dos conceitos trabalhados, porém vale refletirmos que apropriação de um discurso novo não ocorre imediatamente. A diversidade de estratégias de ensino fortaleceu a relação aluno-aluno e aluno-professor, promovendo um ambiente mais propício para a aprendizagem, com aulas mais dinâmicas, despertando nos alunos a curiosidade, a criatividade e a crítica. Trabalhar com um tema do contexto do aluno revelou-se importante para a construção dos conhecimentos específicos de Química, dando oportunidades aos alunos de refletirem sobre o mundo e resgatarem valores necessários para uma sociedade mais esclarecida e responsável. Assim, pode-se concluir que: • Problematizar temas do contexto social do aluno ativa a curiosidade e o interesse do alunado; • É preciso que o professor tome consciência de suas próprias concepções sobre a contextualização no ensino de química e sobre o processo ensino-aprendizagem para compreender a complexidade das relações que ocorrem na sala de aula. AGRADECIMENTOS 8
  • Agradecemos ao Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência – PIBID/CAPES/UFS/Química, pela concessão das bolsas e pela oportunidade de reflexão sobre o ensinar e aprender Química. 9
  • REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA BRASIL. (1999) Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio: bases legais/ Ministério da Educação Brasília: Ministério da Educação/Secretaria de Educação Médio e Tecnológica. BRASIL. (2002) Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. PCN + Ensino Médio: Orientações Educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais, Brasília: ROMANELLI, L.I. O papel mediador do professor no processo ensino-aprendizagem do conceito átomo. Química Nova na Escola, n. 3, p. 27-31, 1996. SANTOS, W.L.P.; SCHNETZLER, R.P. Educação em química: compromisso com a cidadania. 3 ed. Ijuí: UNIJUÍ, 2003. PINHEIRO, N. A. M.;Silveira,R.M.C.F; BAZZO, W. A. Ciência, Tecnologia e Sociedade: a relevância do enfoque CTS para o contexto do Ensino Médio. Ciência & Educação, Bauru, v. 13, n. 1, 2007. 10