36º Congresso Brasileiro de Análises Clínicas Sessão Interativa IMUNOLOGIA Profa. Dra. Ana Lígia Bender  Dra. Rejane Orave...
Pedestal – Foto Poti Campos Questão 1 Pedestal – Foto Poti Campos
Questão 1 <ul><li>Homem de 35 anos recebeu transplante de rim recentemente. Sentia-se bem até duas semanas atrás quando co...
Questão 1 <ul><li>Homem de 35 anos recebeu transplante de rim recentemente. Sentia-se bem até 2 semanas atrás quando começ...
 
<ul><li>Monitoring Transplant Patients for CMV •  HERPES  13:1  2006 </li></ul>
Monitoring Transplant Patients for CMV •  HERPES  13:1  2006
Infecção citomegálica em transplantados <ul><li>Métodos mais utilizados no monitoramento CMV pós-transplante: </li></ul><u...
Infecção citomegálica em transplantados CMV DNA  quantitativo ( Real Time   PCR ) X Antigenemia pp65** <ul><ul><ul><ul><ul...
Pôr-do-sol Foto: Poti Campos Questão 2
Questão 2 <ul><li>Um homem de 25 anos de idade apresenta sintomas de cansaço, perda de apetite, náuseas e constipação há 2...
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Marcadores sorológicos para Hepatite A <ul><li>Anti-HAV IgM </li></ul><ul><li>Anti-HAV IgG (total) </li></ul>
Marcadores sorológicos para Hepatite A
Marcadores sorológicos para Hepatite B <ul><li>HBsAg  -  Anti-HBs </li></ul><ul><li>HBcAg  -  Anti-HBc IgM </li></ul><ul><...
Evolução dos marcadores sorológicos durante a Hepatite B aguda Ministério da Saúde
Evolução dos marcadores sorológicos durante a Hepatite B crônica Ministério da Saúde
Evolução dos marcadores sorológicos durante a Hepatite C  Ministério da Saúde
Questão 3 Cervejaria Foto: Poti Campos
Questão 3 <ul><li>Z.A. é uma mulher de 50 anos de idade, caucasiana, com histórico de Tireoidite de Hashimoto. Procura seu...
Questão 3 <ul><li>Z.A. é uma mulher de 50 anos de idade, caucasiana, com histórico de Tireoidite de Hashimoto. Procura seu...
Questão 3 Anticorpos anticélulas parietais gástricas (IFI) Anticorpos antifator intrínseco
Questão 4 Sometimes... Foto: Poti Campos
Questão 4 <ul><li>JMS, 37 anos, apresentava ciclos menstruais regulares, libido normal e negava galactorréia. A avaliação ...
Questão 4 <ul><li>JMS, 37 anos, apresentava ciclos menstruais regulares, libido normal e negava galactorréia. A avaliação ...
Efeito gancho <ul><li>Níveis falsamente baixos do antígeno pesquisado </li></ul><ul><li>Dois anticorpos formando “sanduích...
Adaptado de Arq Bras Endocrinol Metab 2000; 44:367-81 Representação esquemática de ensaio normal
Adaptado de Arq Bras Endocrinol Metab 2000; 44:367-81 Representação esquemática de efeito gancho
 
Questão 5 Ponte Foto: Poti Campos
Questão 5 <ul><li>Uma criança de 3 anos de idade com histórico de infecções recorrentes está internada com meningite. O mé...
Questão 5 <ul><li>Uma criança de 3 anos de idade com histórico de infecções recorrentes está internada com meningite. O mé...
Questão 5 <ul><li>D: Movies  QuickTime   Movies IV_9_2_ Complement_System . mov </li></ul>
Fundação Iberê Camargo Foto: Poti Campos Questão 6
Questão 6 <ul><li>K.O., mulher de 27 anos de idade, caucasiana, sem histórico de imunodeficiências primárias procura um ga...
Questão 6 <ul><ul><li>A) Comprometimento geral do SI  </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Período de janela imunológica para HIV...
Questão 6 <ul><ul><li>A) Comprometimento geral do SI  </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Período de janela imunológica para HIV...
História natural da infecção pelo HIV Adaptado de Ann Intern Med, v. 124, p. 654-663, 1996
Diagnóstico sorológico da infecção por HIV <ul><li>Portaria 59 – MS – 28/01/03 </li></ul><ul><li>Anexo II – Padronização d...
Diagnóstico sorológico da infecção por HIV <ul><li>Etapa I: Triagem sorológica </li></ul><ul><li>Etapa II: Confirmação sor...
Diagnóstico sorológico da infecção por HIV <ul><li>Western Blot </li></ul><ul><ul><li>Reagente: p24, gp41, gp120/160  </li...
Questão 7 Ponte da Av. João Pessoa Foto: Poti Campos
Questão 7 <ul><li>Baseado no histórico e exame físico da paciente, o médico suspeita da forma limitada da esclerose sistêm...
Questão 7 <ul><li>A) Sim. Este padrão comumente está associado com escleroderma. </li></ul><ul><li>B) Sim. Este padrão com...
Questão 7 <ul><li>A) Sim. Este padrão comumente está associado com escleroderma. </li></ul><ul><li>B) Sim. Este padrão com...
Questão 7 Anticorpo anti-centrômero (proteínas A, B e C).  Esclerose Sistêmica forma CREST (calcinose, fenômeno de Raynaud...
Espelho Foto: Poti Campos Questão 8 Espelho Foto: Poti Campos
Questão 8 <ul><li>Uma amostra sérica foi testada em 3 substratos celulares (resultado ao lado). O resultado da pesquisa de...
Questão 8 <ul><ul><li>A) Sim, é um ANCA positivo. O padrão é C-ANCA. </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Sim, é um ANCA positivo...
Questão 8 <ul><ul><li>A) Sim, é um ANCA positivo. O padrão é C-ANCA. </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Sim, é um ANCA positivo...
Questão 8
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Imunologia - Casos Clínicos

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Sessão Interativa: Imunologia - Casos Clínicos
Data: 16/6
Horário: 15h30 às 17h
Palestrante: Dra. Rejane Oravec

Published in: Health & Medicine
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  • tem como mandar para meu email para que eu possa baixar as questões
    lucianacoelho7@hotmail.com
    agradeço desde já
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  • www.publicacoesweinmann.com.br
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Imunologia - Casos Clínicos

  1. 1. 36º Congresso Brasileiro de Análises Clínicas Sessão Interativa IMUNOLOGIA Profa. Dra. Ana Lígia Bender Dra. Rejane Oravec Coordenador : Prof. Dr. Paulo Jaconi Saraiva Junho 2009 Porto Alegre – Foto Poti Campos
  2. 2. Pedestal – Foto Poti Campos Questão 1 Pedestal – Foto Poti Campos
  3. 3. Questão 1 <ul><li>Homem de 35 anos recebeu transplante de rim recentemente. Sentia-se bem até duas semanas atrás quando começou a apresentar dor de garganta, febre, calafrios, cansaço e mialgia. Foi observada linfadenopatia e esplenomegalia. Entre os fármacos que estava recebendo incluía-se ciclosporina. A suspeita é de infecção oportunista por CMV. Qual exame tem o maior poder diagnóstico nesta situação? </li></ul><ul><ul><li>A) Pesquisa da avidez dos anticorpos IgG anti-citomegalovírus </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Pesquisa de anticorpos IgM anti-citomegalovírus </li></ul></ul><ul><ul><li>C) Monitoramento virológico (antigenemia para citomegalovírus -Citometria de Fluxo) </li></ul></ul><ul><ul><li>D) Pesquisa do CMV por Reação em Cadeia da Polimerase (qualitativo) </li></ul></ul>
  4. 4. Questão 1 <ul><li>Homem de 35 anos recebeu transplante de rim recentemente. Sentia-se bem até 2 semanas atrás quando começou a apresentar dor de garganta, febre, calafrios, cansaço e mialgia. Foi observada linfadenopatia e esplenomegalia. Entre os fármacos que estava recebendo incluía-se ciclosporina. A suspeita é de infecção oportunista por CMV. Qual exame tem o maior poder diagnóstico nesta situação? </li></ul><ul><ul><li>A) Pesquisa da avidez dos anticorpos IgG anti-citomegalovírus </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Pesquisa de anticorpos IgM anti-citomegalovírus </li></ul></ul><ul><ul><li>C) Monitoramento virológico (antigenemia para citomegalovírus - Citometria de Fluxo) </li></ul></ul><ul><ul><li>D) Pesquisa do CMV por Reação em Cadeia da Polimerase (qualitativo) </li></ul></ul>
  5. 6. <ul><li>Monitoring Transplant Patients for CMV • HERPES 13:1 2006 </li></ul>
  6. 7. Monitoring Transplant Patients for CMV • HERPES 13:1 2006
  7. 8. Infecção citomegálica em transplantados <ul><li>Métodos mais utilizados no monitoramento CMV pós-transplante: </li></ul><ul><ul><li>Reação em cadeia da polimerase </li></ul></ul><ul><ul><li>Antigenemia CMV pp 65 </li></ul></ul><ul><li>Antigenemia*: </li></ul><ul><ul><ul><li>Cutoff 8.5 células/lâmina (citomegalovirose branda) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Cutoff 72.5 células/lâmina (citomegalovirose severa) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Cutoff > 4 células/lâmina: S = 94% E = 60% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Cutoff > 10 células/lâmina: S = 92% E = 70% (necessidade de terapia antiviral) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>* Shröeder R et al; Transplantation Proceedings 2005 </li></ul></ul></ul></ul></ul>
  8. 9. Infecção citomegálica em transplantados CMV DNA quantitativo ( Real Time PCR ) X Antigenemia pp65** <ul><ul><ul><ul><ul><li>** Cariani E et al; BMC Infectious Diseases 2007 </li></ul></ul></ul></ul></ul>144 105 39 Antigenemia CMV pp65 NEG 30 14 16 Antigenemia CMV pp65 POS 41 29 12 CMV-DNA quant NEG 133 90 43 CMV-DNA quant POS Sem doença Citomegálica (N = 119) Com doença Citomegálica (N = 55) Amostras analisadas (Total) Marcador viral
  9. 10. Pôr-do-sol Foto: Poti Campos Questão 2
  10. 11. Questão 2 <ul><li>Um homem de 25 anos de idade apresenta sintomas de cansaço, perda de apetite, náuseas e constipação há 2 semanas. Seu abdomen estava distendido e sua urina de cor escura. A testagem inicial revelou elevação na alanina aminotransferase sérica (ALT) e aspartato aminotransferase (AST). A suspeita é de hepatite viral aguda. Quais marcadores sorológicos devem ser pesquisados nessa situação? </li></ul><ul><ul><li>A) Anti-HBc total; Anti-HBsAg; Anti-HAV total </li></ul></ul><ul><ul><li>B) HBsAg; Anti-HAV IgM; Anti-HCV </li></ul></ul><ul><ul><li>C) HBcAg; HBsAg; HAV Ag; HBeAg </li></ul></ul><ul><ul><li>D) Anti-HBc IgM; Anti-HBe; Anti-HBsAg </li></ul></ul>
  11. 12. Questão 2 <ul><li>Um homem de 25 anos de idade apresenta sintomas de cansaço, perda de apetite, náuseas e constipação há 2 semanas. Seu abdomen estava distendido e sua urina de cor escura. A testagem inicial revelou elevação na alanina aminotransferase sérica (ALT) e aspartato aminotransferase (AST). A suspeita é de hepatite viral aguda. Quais marcadores sorológicos devem ser pesquisados nessa situação? </li></ul><ul><ul><li>A) Anti-HBc total; Anti-HBsAg; Anti-HAV total </li></ul></ul><ul><ul><li>B) HBsAg; Anti-HAV IgM; Anti-HCV </li></ul></ul><ul><ul><li>C) HBcAg; HBsAg; HAV Ag; HBeAg </li></ul></ul><ul><ul><li>D) Anti-HBc IgM; Anti-HBe; Anti-HBsAg </li></ul></ul>
  12. 13. Marcadores sorológicos para Hepatite A <ul><li>Anti-HAV IgM </li></ul><ul><li>Anti-HAV IgG (total) </li></ul>
  13. 14. Marcadores sorológicos para Hepatite A
  14. 15. Marcadores sorológicos para Hepatite B <ul><li>HBsAg - Anti-HBs </li></ul><ul><li>HBcAg - Anti-HBc IgM </li></ul><ul><li>Anti-HBc IgG (total) </li></ul><ul><li>HBeAg - Anti-HBe </li></ul>
  15. 16. Evolução dos marcadores sorológicos durante a Hepatite B aguda Ministério da Saúde
  16. 17. Evolução dos marcadores sorológicos durante a Hepatite B crônica Ministério da Saúde
  17. 18. Evolução dos marcadores sorológicos durante a Hepatite C Ministério da Saúde
  18. 19. Questão 3 Cervejaria Foto: Poti Campos
  19. 20. Questão 3 <ul><li>Z.A. é uma mulher de 50 anos de idade, caucasiana, com histórico de Tireoidite de Hashimoto. Procura seu médico com queixa de fadiga extrema e dor leve na região abdominal. O exame físico revela leve hepatomegalia. O clínico solicita um hemograma. Ao retornar ao seu médico traz o resultado do hemograma que indica macrocitose, hematócrito 22%, hemoblobina 6,2 g/dL e presença de neutrófilos multilobulados. A suspeita do médico é de uma co-morbidade comum ao Hashimoto: anemia perniciosa. Entre os exames laboratoriais auxiliares no diagnóstico da anemia perniciosa destaca-se: </li></ul><ul><ul><li>A) Anticorpos anti-reticulina </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Anticorpos anti-LKM </li></ul></ul><ul><ul><li>C) Anticorpos anti-músculo liso </li></ul></ul><ul><ul><li>D) Anticorpos anti-fator intrínseco </li></ul></ul>
  20. 21. Questão 3 <ul><li>Z.A. é uma mulher de 50 anos de idade, caucasiana, com histórico de Tireoidite de Hashimoto. Procura seu médico com queixa de fadiga extrema e dor leve na região abdominal. O exame físico revela leve hepatomegalia. O clínico solicita um hemograma. Ao retornar ao seu médico traz o resultado do hemograma que indica macrocitose, hematócrito 22%, hemoblobina 6,2 g/dL e presença de neutrófilos multilobulados. A suspeita do médico é de uma co-morbidade comum ao Hashimoto: anemia perniciosa. Entre os exames laboratoriais auxiliares no diagnóstico da anemia perniciosa destaca-se: </li></ul><ul><ul><li>A) Anticorpos anti-reticulina </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Anticorpos anti-LKM </li></ul></ul><ul><ul><li>C) Anticorpos anti-músculo liso </li></ul></ul><ul><ul><li>D) Anticorpos antifator intrínseco </li></ul></ul>
  21. 22. Questão 3 Anticorpos anticélulas parietais gástricas (IFI) Anticorpos antifator intrínseco
  22. 23. Questão 4 Sometimes... Foto: Poti Campos
  23. 24. Questão 4 <ul><li>JMS, 37 anos, apresentava ciclos menstruais regulares, libido normal e negava galactorréia. A avaliação laboratorial rotineira revelou função tireoidiana normal, progesterona normal para a fase lútea, e surpreendeu com uma dosagem elevada de prolactina (130 ng/mL; VR: 4,8 a 23,3 ng/mL). Não havia relato do uso de drogas que pudessem justificar a hiperprolactinemia. A ressonância magnética de hipófise mostrou imagem sugestiva de macroadenoma hipofisário. Diante desses achados, o clínico solicitou ao laboratório que repetisse a dosagem de prolactina diluindo o soro a 1:100. O resultado encontrado foi de 27.000 ng/mL de prolactina. Qual a melhor explicação para os achados descritos acima?  </li></ul><ul><ul><li>A) Efeito gancho, teste tipo sanduíche (uma etapa) </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Interferência de anticorpos heterófilos </li></ul></ul><ul><ul><li>C) Efeito gancho, teste tipo sanduíche (duas etapas) </li></ul></ul><ul><ul><li>D) Efeito de pró-zona   </li></ul></ul>
  24. 25. Questão 4 <ul><li>JMS, 37 anos, apresentava ciclos menstruais regulares, libido normal e negava galactorréia. A avaliação laboratorial rotineira revelou função tireoidiana normal, progesterona normal para a fase lútea, e surpreendeu com uma dosagem elevada de prolactina (130 ng/mL; VR: 4,8 a 23,3 ng/mL). Não havia relato do uso de drogas que pudessem justificar a hiperprolactinemia. A ressonância magnética de hipófise mostrou imagem sugestiva de macroadenoma hipofisário. Diante desses achados, o clínico solicitou ao laboratório que repetisse a dosagem de prolactina diluindo o soro a 1:100. O resultado encontrado foi de 27.000 ng/mL de prolactina. Qual a melhor explicação para os achados descritos acima?  </li></ul><ul><ul><li>A) Efeito gancho, teste tipo sanduíche (uma etapa) </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Interferência de anticorpos heterófilos </li></ul></ul><ul><ul><li>C) Efeito gancho, teste tipo sanduíche (duas etapas) </li></ul></ul><ul><ul><li>D) Efeito de pró-zona   </li></ul></ul>
  25. 26. Efeito gancho <ul><li>Níveis falsamente baixos do antígeno pesquisado </li></ul><ul><li>Dois anticorpos formando “sanduíche” com o antígeno </li></ul><ul><li>Teste em uma etapa </li></ul><ul><li>Prolactina, GH, LH, FSH,  -hCG e TSH </li></ul><ul><li>Ferritina, HBsAg, IgE, PSA e CA 125 </li></ul><ul><li>Diluição do soro 1:100 </li></ul>
  26. 27. Adaptado de Arq Bras Endocrinol Metab 2000; 44:367-81 Representação esquemática de ensaio normal
  27. 28. Adaptado de Arq Bras Endocrinol Metab 2000; 44:367-81 Representação esquemática de efeito gancho
  28. 30. Questão 5 Ponte Foto: Poti Campos
  29. 31. Questão 5 <ul><li>Uma criança de 3 anos de idade com histórico de infecções recorrentes está internada com meningite. O médico suspeita de deficiência no sistema do complemento. Os exames laboratoriais demonstram: CH100 diminuído, C3 e C4 normais. O clínico contata o laboratório indicando discrepância nos resultados. </li></ul><ul><li>A partir de uma coleta adequada do material biológico para análise, pode-se afirmar que: </li></ul><ul><ul><li>A) Os resultados são coerentes visto que o CH100 avalia a via alternativa do sistema do complemento. </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Os resultados são coerentes pois o complemento total é realizado pelo método de imunodifusão radial e as dosagens de C3 e C4 por nefelometria. </li></ul></ul><ul><ul><li>C) Os resultados são incoerentes pois, como o déficit demonstrado é na via alternativa do sistema do complemento, espera-se níveis de C3 também diminuídos. </li></ul></ul><ul><ul><li>D) Os resultados são coerentes. Os exames são compatíveis com defeito no complexo de ataque à membrana, rota comum às vias alternativa e clássica do sistema do complemento. </li></ul></ul>
  30. 32. Questão 5 <ul><li>Uma criança de 3 anos de idade com histórico de infecções recorrentes está internada com meningite. O médico suspeita de deficiência no sistema do complemento. Os exames laboratoriais demonstram: CH100 diminuído, C3 e C4 normais. O clínico contata o laboratório indicando discrepância nos resultados. </li></ul><ul><li>A partir de uma coleta adequada do material biológico para análise, pode-se afirmar que: </li></ul><ul><ul><li>A) Os resultados são coerentes visto que o CH100 avalia a via alternativa do sistema do complemento. </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Os resultados são coerentes pois o complemento total é realizado pelo método de imunodifusão radial e as dosagens de C3 e C4 por nefelometria. </li></ul></ul><ul><ul><li>C) Os resultados são incoerentes pois, como o déficit demonstrado é na via alternativa do sistema do complemento, espera-se níveis de C3 também diminuídos. </li></ul></ul><ul><ul><li>D) Os resultados são coerentes. Os exames são compatíveis com defeito no complexo de ataque à membrana, rota comum às vias alternativa e clássica do sistema do complemento. </li></ul></ul>
  31. 33. Questão 5 <ul><li>D: Movies QuickTime Movies IV_9_2_ Complement_System . mov </li></ul>
  32. 34. Fundação Iberê Camargo Foto: Poti Campos Questão 6
  33. 35. Questão 6 <ul><li>K.O., mulher de 27 anos de idade, caucasiana, sem histórico de imunodeficiências primárias procura um gastroenterologista com queixa de náuseas e indisposição gástrica. O exame clínico e endoscópico mostrou candidíase oral. Nega comportamento de risco ao HIV. Os exames laboratoriais indicam: função renal e hepática normais, hemograma sem alterações, imunoglobulinas e complemento normais, pesquisa de autoanticorpos não reagente e pesquisa de anticorpos anti-HIV (ELISA) não reagente. </li></ul><ul><li>A paciente é encaminhada a um infectologista que repete a pesquisa de anticorpos anti-HIV (ELISA e WB): não reagentes; solicita contagem de células CD4+: 454 céls/  L (VR: 410 a 1590 céls/  L). Por insistência do farmacêutico responsável pelo laboratório, o clínico solicita a pesquisa do RNA viral (HIV-PCR), que apresenta resultado positivo. Qual a explicação mais provável para o caso acima? </li></ul>
  34. 36. Questão 6 <ul><ul><li>A) Comprometimento geral do SI </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Período de janela imunológica para HIV </li></ul></ul><ul><ul><li>C) Anticorpos anti-HIV não detectados (complexados aos antígenos virais) </li></ul></ul><ul><ul><li>D) Efeito gancho para anticorpos </li></ul></ul>
  35. 37. Questão 6 <ul><ul><li>A) Comprometimento geral do SI </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Período de janela imunológica para HIV </li></ul></ul><ul><ul><li>C) Anticorpos anti-HIV não detectados (complexados aos antígenos virais) </li></ul></ul><ul><ul><li>D) Efeito gancho para anticorpos </li></ul></ul>
  36. 38. História natural da infecção pelo HIV Adaptado de Ann Intern Med, v. 124, p. 654-663, 1996
  37. 39. Diagnóstico sorológico da infecção por HIV <ul><li>Portaria 59 – MS – 28/01/03 </li></ul><ul><li>Anexo II – Padronização dos procedimentos sequenciados para detecção de anticorpos anti-HIV em indivíduos com idade acima de 2 anos, em laboratórios públicos e privados </li></ul>
  38. 40. Diagnóstico sorológico da infecção por HIV <ul><li>Etapa I: Triagem sorológica </li></ul><ul><li>Etapa II: Confirmação sorológica </li></ul><ul><ul><li>Segundo imunoensaio + IFI/HIV-1 ou Imunoblot </li></ul></ul><ul><li>Etapa III: Confirmação sorológica </li></ul><ul><ul><li>Western Blot </li></ul></ul>
  39. 41. Diagnóstico sorológico da infecção por HIV <ul><li>Western Blot </li></ul><ul><ul><li>Reagente: p24, gp41, gp120/160 </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Repetir etapa I em nova coleta </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Não reagente / Indeterminado </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Investigação de soroconversão </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Nova coleta em 30 dias e repetição das etapas I e III </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Detecção de antígeno p24 ou RNA viral </li></ul></ul></ul></ul>
  40. 42. Questão 7 Ponte da Av. João Pessoa Foto: Poti Campos
  41. 43. Questão 7 <ul><li>Baseado no histórico e exame físico da paciente, o médico suspeita da forma limitada da esclerose sistêmica (síndrome CREST) ou doença mista do tecido conjuntivo. O resultado da pesquisa de anticorpos anticelulares em células HEp-2 apresentado ao lado auxiliaria na diferenciação dessas doenças? </li></ul>
  42. 44. Questão 7 <ul><li>A) Sim. Este padrão comumente está associado com escleroderma. </li></ul><ul><li>B) Sim. Este padrão comumente está associado com doença mista do tecido conjuntivo. </li></ul><ul><li>C) Não. Este padrão é comum à escleroderma e doença mista do tecido conjuntivo. </li></ul><ul><li>D) Não. Este padrão não se relaciona a nenhuma das duas doenças suspeitas diagnósticas neste caso. </li></ul>
  43. 45. Questão 7 <ul><li>A) Sim. Este padrão comumente está associado com escleroderma. </li></ul><ul><li>B) Sim. Este padrão comumente está associado com doença mista do tecido conjuntivo. </li></ul><ul><li>C) Não. Este padrão é comum à escleroderma e doença mista do tecido conjuntivo. </li></ul><ul><li>D) Não. Este padrão não se relaciona a nenhuma das duas doenças suspeitas diagnósticas neste caso. </li></ul>
  44. 46. Questão 7 Anticorpo anti-centrômero (proteínas A, B e C). Esclerose Sistêmica forma CREST (calcinose, fenômeno de Raynaud, disfunção motora do esôfago, esclerodactilia e telangiectasia). Cirrose Biliar Primária   II Consenso Brasileiro de FAN/HEp-2 Nuclear pontilhado centromérico   RELEVÂNCIA CLÍNICA POR AUTOANTICORPOS PADRÃO
  45. 47. Espelho Foto: Poti Campos Questão 8 Espelho Foto: Poti Campos
  46. 48. Questão 8 <ul><li>Uma amostra sérica foi testada em 3 substratos celulares (resultado ao lado). O resultado da pesquisa de anticorpos anticitoplasma de neutrófilos (ANCA) é positiva? </li></ul><ul><li>Qual(is) padrão(ões) deveria(m) ser descrito(s)? </li></ul>
  47. 49. Questão 8 <ul><ul><li>A) Sim, é um ANCA positivo. O padrão é C-ANCA. </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Sim, é um ANCA positivo. O padrão poderia ser classificado como ANCA atípico </li></ul></ul><ul><ul><li>C) Não, é um ANCA negativo. A fluorescência é um artefato. </li></ul></ul><ul><ul><li>D) Não, é um ANCA negativo. A fluorescência nos neutrófilos é decorrente da presença de anticorpos anti-núcleo. </li></ul></ul>
  48. 50. Questão 8 <ul><ul><li>A) Sim, é um ANCA positivo. O padrão é C-ANCA. </li></ul></ul><ul><ul><li>B) Sim, é um ANCA positivo. O padrão poderia ser classificado como ANCA atípico </li></ul></ul><ul><ul><li>C) Não, é um ANCA negativo. A fluorescência é um artefato. </li></ul></ul><ul><ul><li>D) Não, é um ANCA negativo. A fluorescência nos neutrófilos é decorrente da presença de anticorpos anti-núcleo. </li></ul></ul>
  49. 51. Questão 8
  50. 52. [email_address] [email_address]

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