Requer experiência para reconhecer o efeito citopático de cada vírus
Manter vários tipos de células em cultivo
Custo
RSV
Testes Rápidos
Sensibilidade (FluA):
< 5 anos: 84%
6 – 20 anos: 56%
21 – 50 anos: 43%
> 50 anos: 33%
Baixa sensibilidade, dependente da idade do paciente. Resultados negativos devem ser confirmados por outro método!
Efeito do tipo de amostra na detecção rápida de vírus respiratórios
Amostra:
NF - aspirado a ....... 100 % vs IFD
NF - lavado b .......... 100 % vs IFD/cultura
NF - swab a ............. 63% vs IFD
a JCM 38:429-30; 2000 b JCM 29:479-82; 1989 Sensibilidade (Directigen Flu A)
Imunofluorescência Anticorpo marcado Antígeno viral Lâmina com a amostra Y Y Y Excitação Emissão
Imunofluorescência hMPV IFV Resultados rápidos (horas) Não disponível para alguns vírus respiratórios Para hMPV: Não recomendado (sensibilidade ~ 68%*) *Comparado com método molecular
Imunofluorescência para vírus respiratórios
Adenovirus 58 50 – 53
Influenza A 83 80 – 89
Influenza B 83 83 – 90
Parainfluenza 1-3 95 72 – 76
RSV 99 90 – 93
IFD/Chemicon IFI/Bartels a V írus: Sensibilidade (%) a vs cultura – IF e Cultura
Cultura para detecção de VR *Especialmente importante para adenovirus N/D 49 – 58 Adenovirus* N/D 80 – 95 Parainfluenza 74 – 95 90 – 99 VRS 53 – 94 80 – 98 Influenza Testes rápidos Imunofluorescência Sensibilidade comparada com cultura celular (%)
Detecção de Vírus Respiratórios: Adenovírus hMPV Limitações dos testes: 1 2 3 1. Urina 2. LCR 3. Sangue
Diagnóstico Molecular - PCR
PCR Convencional Amplificação (PCR) 2 - 4 h Eletroforese 30 – 40 min Detecção (Brometo de etídio) Fotodocumentação Coleta Extração DNA/RNA (1 h)
RT-PCR
Usando o RNA viral:
Necessário fazer transcrição reversa
30 min; 45C
Transcriptase reversa: RNA cDNA
PCR
PCR em Tempo Real Amplificação (PCR) 2 - 4 h Eletroforese 30 – 40 min Coleta Extração DNA/RNA (1 h) Amplificação e Detecção de amostras (40 min) PCR em Tempo Real
Infecção Respiratória: Detecção de Agentes Virais Clássicos PI1 PI3 PCR Tempo Real Multiplex RSV IA IB
Detecção de Rinovirus Genótipos distintos (>100)
Importância Clínica dos RNV
43 crianças internadas em UTI com doença respiratória viral:
21 (49%) positivas para RNV (PCR)
Associado com:
Baixa idade (média 1,4 anos)
Pneumonia
Requerimento de ventilação mecânica
hospitalização prolongada
Infecção por RNV pode ser mais severa e importante que se pensava...
Pediatr Infec Dis J. 4:337-9, 2009
Freqüência dos VR detectados por PCR-TR Pilger 2009 – Tese de Doutorado 455 amostras respiratórias Crianças < 2 anos Hospital Santo Antonio Sinais clínicos de ITR inferior (maio 2007 – junho 2008) 2 (0,4) PIV 2 7 (1,6) PIV 1 9 (2,0) ADV 26 (5,8) PIV 3 30 (6,7) Flu B 94 (20,9) Flu A 222 (49,3) RSV Número (%) Vírus
PCR Tempo Real X IF Pilger 2009 – Tese de Doutorado (VRS, FluA & B, PIV 1,2,3, ADV) (+ hBov, hMPV, RNV) 455 (100) - - 37 (8,1) 321 (70,6) 97 (21,3) PCR-TR p/ 7 VR (%): 455 (100) 8 (1,8) 47 (10,3) 144 (31,6) 210 (46,2) 46 (10,1) PCR-TR p/ 10 VR (%): 455 (100) Total - 4 - 3 5 (1,1) 2 242 (53,2) 1 208 (45,7) 0 IF p/ 7 VR (%): Número de Vírus
Freqüência de outros VR em amostras respiratórias Pilger 2009 – Tese de Doutorado 455 amostras respiratórias Crianças < 2 anos Hospital Santo Antonio Sinais clínicos de ITR inferior (maio 2007 – junho 2008) 60 (13,2) hBOV 66 (14,5) hMPV 112 (24,9) RNV Número (%) Vírus
Presença de Bordetella pertussis em amostras respiratórias de crianças n = 78 Cantarelli, et al., 2002 IFD ( sem clínica conhecida )
Bordetella pertussis (BP) e VRS
Estudo em hospital da França
PCR-TR para VRS e BP em todas as crianças com bronquiolite ou ITRI
90 RSV positivas
14 (16%) coinfectadas com B. pertussis
73% das crianças não vacinadas para BP
Coinfecção VRS-BP é comum em crianças não-vacinadas para pertussis Pediatr Infect Dis J. 26:316-8, 2007 Eur J Pediatr. 167:1017-9, 2008
Influenza A Neuraminidase (N) Hemaglutinina (H) Interação com a célula hospedeira:
Influenza A Neuraminidase Ácido siálico Galactose Pneumococo Haemophilus S. aureus
Infecção bacteriana após infecção por vírus respiratórios
Aderência aumentada (2-10X) de todos os sorotipos de pneumococos testados após infecção por VRS (Pediatr Res. 55:972-8, 2004)
Vírus respiratórios aumentam a adesão de patógenos bacterianos às células do epitélio respiratório:
dependente do tipo de vírus e tipo de célula
(J Virol. 80:1629-36, 2006)
Interação VRS-Pneumococo VRS Aderência aumentada em células epiteliais Aumento das taxas de bacteremias em modelo murino Aderência direta entre VRS e pneumococo
Influenza A: Novos desafios
Virus Influenza A Recombinantes
Biologia Molecular
Grande potencial para o diagnóstico das viroses respiratórias
Especialmente em casos de testes rápidos e/ou IF negativos
Detecção de novos agentes virais
Bocavírus, Flu suína (H1N1)...
Melhor entendimento das viroses respiratórias (coinfecções)
PCR quantitativo?
Gripe Suína
Obrigado! Contatos: vcantarelli@weinmann.com.br O conteúdo desta palestra será disponibilizada no site: www.publicacoesweinmann.com.br
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