Suturas(1)[1].ppt trabalho

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Suturas(1)[1].ppt trabalho

  1. 1. <ul><li>Iniciação à Prática Cirúrgica </li></ul><ul><li>Grupo: </li></ul><ul><ul><ul><li>Carla da Rocha Fonseca </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Debora Szklarz </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Filipe Pinho </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Jose Carlos Vecchiatti </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Leonardo Colosimo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Paola Soria </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Paulo Stohler </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Vinicius Cabral </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Lucas Martins </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ruddy Dalfeor </li></ul></ul></ul>
  2. 2. <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>A prática cirúrgica se divide em 3 etapas. Dentre elas, há a síntese, que é onde se encaixa a sutura. A sutura serve para aproximar tecidos como a pele, músculos ou vasos sanguíneos, dentre outros. </li></ul><ul><li>Visa manter os tecidos unidos para facilitar e acelerar a cicatrização. </li></ul><ul><li>Devem ser: </li></ul><ul><li>fortes, a fim de que não partam </li></ul><ul><li>não tóxicos </li></ul><ul><li>hipoalergênicos </li></ul><ul><li>flexíveis </li></ul><ul><li>Lembrando que os fios de sutura são vistos como corpos estranhos em nosso organismo, por isso podem produzir reação local. </li></ul>
  3. 3. Instrumentos utilizados na Sutura: -Porta-agulhas -Agulhas -Fios -Pinças
  4. 5. <ul><li>Tipos de sutura: </li></ul><ul><li>Em ponto separado </li></ul><ul><li>Benefícios: </li></ul><ul><li>Se o nó estiver frouxo não há interferência no resto da sutura. </li></ul><ul><li>Há menor quantidade de corpo estranho no interior do ferimento cirúrgico. </li></ul><ul><li>Os pontos são menos isquemiantes do que na sutura contínua. </li></ul><ul><li>Em caso de infecção, pode ser reaberta sem precisar reabrir o resto todo. </li></ul><ul><li>Interrompe menos a irrigação dos tecidos. </li></ul><ul><li>Desvantagens: </li></ul><ul><li>Mais trabalho </li></ul><ul><li>Mais demorado </li></ul><ul><li>Deixa cicatriz pela pressão que faz no tecido </li></ul><ul><li>Obs. Importante dar um ponto com a mesma distância do outro bordo e do outro ponto. </li></ul>
  5. 6. Donatti Usado mais quando queremos fazer uma grande aproximação. A primeira passagem da agulha é feita a uma distância maior do que 0,5 cm da borda e a Segunda passa de 2 ou 3 mm da borda Benefícios: dá mais resistência Desvantagens: Deixa uma maior cicatriz Obs: Indispensável fazer um ponto da mesma distância do outro para que a sutura fique no mesmo nível
  6. 8. b) Pontos contínuos Indicado para sutura de aponeuroses, peritônio, pele e etc. A técnica consiste em pegar em massa um amplo setor das bordas, dispor de maneira helicoidal nos tecidos e distribuir de fora homogênea a tensão ao longo da ferida. Benefícios: Fácil de fazer Requer apenas um ou dois nós em toda a sua execução Desvantagens: Podem ter menor resistência Se alguma parte soltar, toda a sutura estará comprometida
  7. 9. <ul><li>Sutura Intradérmica </li></ul><ul><li>Indicações : Principalmente utilizado em Cirurgia Plástica , quando se deseja diminuir a cicatriz . Para fechamentos de incisões cirúrgicas não contaminadas. </li></ul><ul><li>Vantagens:Ao utilizarmos suturas transfixantes da epiderme temos freqüentemente a presença de marcas paralelas ocasionadas pela pressão que sofre a pele pelo fio de sutura e ainda pela permanência prolongada dos fios, o que permite a epitelização ao redor dos mesmos . A sutura intradérmica tem a vantagem de evitar tais marcas. </li></ul><ul><li>Desvantagem: A sutura intradérmica propriedade de cooptar perfeitamente os bordos, isto é , não deixar espaços sem fecham em toda pele que permitam drenagens, isto nos impede de utilizarmos este tipo de sutura em incisões de cirurgias que possuam algum grau descontaminação ou ferimentos causados por instrumentos contaminados ou acidentes.  </li></ul>
  8. 10. Sutura Intradérmica
  9. 11. Sutura Horizontal em “U”, de Wolff <ul><li>É uma sutura que promove uma leve eversão se colocada de maneira apropriada. Ela forma um quadrado perfeito, com ambas extremidades de sutura saindo pelo mesmo lado ou borda da ferida.  Está indicada para suturar feridas sob tensão moderada.  </li></ul><ul><li>Vantagens : uso de menor quantidade de material de sutura; é de execução rápida; pode ser usada como sutura de tensão quando colocada longe das bordas da pele; pode ser usada para reduzir espaço morto. </li></ul><ul><li>Desvantagens: dificuldade relativa quando aplicada na pele; formação de cicatriz excessiva devido a eversão das bordas; tendência a reduzir o suprimento sangüíneo das bordas da ferida, quando só pontos são apertados demais (em função do formato geométrico). </li></ul>
  10. 12. Sutura Horizontal em “U”, de Wolff
  11. 13. Sutura Vertical em “U”, de Donatti <ul><li>Promove uma aposição completa e precisa das bordas, com leve eversão após a confecção dos nós.  A primeira passagem da agulha é feita a uma distância maior do que 0,5 cm da borda e a Segunda passa de 2 ou 3 mm da borda. </li></ul><ul><li>Vantagens: mínima alteração do suprimento sangüíneo, se colocado distante da borda;pode ser usada como sutura de tensão como ajuda a uma primeira linha de sutura.  </li></ul><ul><li>Desvantagem : Realização mais demorada com maior reação inflamatória. </li></ul>
  12. 14. Sutura em “X”ou Cruzado ( Sultan ) <ul><li>É uma sutura de aposição, sendo uma modificação </li></ul><ul><li>do “U” horizontal. </li></ul><ul><li>A agulha penetra de um lado da incisão e passa perpendicularmente através da mesma, e uma segunda passagem é feita através dos tecidos, paralela e de 5 a 10 mm da primeira passagem.  </li></ul><ul><li>Vantagens: não promove alteração do suprimento sangüíneo, mesmo sob tensão; </li></ul><ul><li>previne a eversão dos tecidos. </li></ul>
  13. 15. Sutura Mecânica <ul><li>Histórico: </li></ul><ul><li>1908 – Humer Hultz , cirurgião húngaro, primeiro a usar sutura mecânica. </li></ul><ul><li>1924 – Petz Aladar, “pinças de Von Petz”, para suturas do aparelho digestivo. </li></ul><ul><li>1934 – H. Friedrich, alemão primeiro intrumento grampeador. </li></ul><ul><li>Até então: </li></ul><ul><li>Necessitavam de sutura invaginante. </li></ul><ul><li>Necrose tecidual causada pelo grampo. </li></ul>
  14. 16. <ul><li>Década de 40 – cirurgiões russos desenvolveram grampeadores para cirurgias vasculares. </li></ul><ul><li>1965 – empresas americanas Ravitch e Steichen, desenvolveram grampeadores baseados nos modelos russos. Mais leves, seguros porém usados mais de uma vez. </li></ul><ul><li>1972 – Grampeadores descartáveis para pele. </li></ul><ul><li>Década de 80 – Desenvolvimento de grampeadores para uso intraluminal. </li></ul>
  15. 17. Von Petz: Nakayama:
  16. 18. Década de 70:
  17. 20. Vantagens: <ul><li>Mais rápida. </li></ul><ul><li>Útil em locais de difícil acesso. </li></ul><ul><li>Desvantagens: </li></ul><ul><li>Custo elevado </li></ul>
  18. 21. Tipos de Grampeadores: <ul><li>Simples – cutâneos, de hemostasia ou de fixação. </li></ul><ul><li>Que suturam apenas. </li></ul><ul><li>Que suturam e cortam, usados em anastomoses. </li></ul><ul><li>Complicações: </li></ul><ul><li>Sangramentos </li></ul><ul><li>Fístulas </li></ul><ul><li>Estenose </li></ul>
  19. 22. Bibliografia: <ul><li>http://www.cbc.org.br/upload/pdf/revista/09102002%20-%2013.pdf </li></ul><ul><li>http://www.ufsm.br/tielletcab/HVfwork/apoptcv/cap5.htm </li></ul><ul><li>http://www.ufsm.br/tielletcab/HVfwork/apoptcv/cap4.htm </li></ul><ul><li>http://200.18.38.50/www/teccir/apoptcv/cap7.php?ref=7 </li></ul>

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