Your SlideShare is downloading. ×
Coberto Vegetal Semeado numa vinha
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Coberto Vegetal Semeado numa vinha

1,284
views

Published on

Aspectos a ter em consideração na sementeira de um coberto vegetal.

Aspectos a ter em consideração na sementeira de um coberto vegetal.


0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
1,284
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
2
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. Coberto Vegetal Semeado em Vinha
    Pedro Tereso
    Solos, Instalação e Manutenção
  • 2. Factores a ter em conta…….
    • Clima.
    • 3. Topografia.
    • 4. Características do solo.
    • 5. Estratégia adoptar com o coberto.
    • 6. Características das espécies a semear.
    • 7. Desvantagem do coberto.
  • Leguminosas
  • 8. Trifoliumsubterraneum
    • Adaptado às condições mediterrânicas.
    • 9. Apresenta sementes duras.
    • 10. Não tolera solos arenosos.
    • 11. Apresenta 2 sub espécies:
    • 12. T. yanninicum(adaptado a solos encharcados).
    • 13. T. brachycalcycinum(adaptado a solos alcalinos).
  • Trifoliumsubterraneum
    • Nec. hídricas: 350 – 1200 mm.
    • 14. pH: 5,5 – 7,5.
    • 15. Temp. óptima germinação: 15º - 25ºC.
    • 16. Densidades: 10 a 15 kg/ha. (monocultura)
    3 a 6 kg/ha. (c/ graminea)
    • Fixa: 50 a 188 kg/ha. (Austrália)
    104 a 206 kg/ha. (E.U.A.)
    • Sensibilidade: Oídio.
  • Trifolium subterraneum
  • 17. Ornithopuscompressus(Serradela)
    • Adaptado às condições mediterrânicas.
    • 18. Apresenta sementes duras.
    • 19. Prefere solos ácidos e profundos (+ 60 cm) .
    • 20. Tolera altos níveis de Al+3 (+ 35% no complexo).
    • Nec. hídricas mínimas: 300 mm.
    • 21. Tolera solos com 4 e 5 de pH.
    • 22. Densidade: 10 kg/ha.
    • 23. Fixa: 15 a 40 kg/ha.
    • 24. Não lhe são conhecidas sensibilidades.
    Ornithopuscompressus(Serradela)
  • 25. Ornithopus compressus
  • 26. Medicagopolymorpha(Luzerna anual)
    • Indígena da região mediterrânica.
    • 27. Apresenta sementes duras.
    • 28. Solos ácidos reduzem a fixação.
    • 29. Tolera a secura e muito sensível ao encharcamento.
    • 30. Prefere a monocultura.
    • Prefere solos neutros a alcalinos.
    • 31. Nec. hídricas: 200 – 600 mm.
    • 32. Profundidade sementeira: 2 cm.
    • 33. Densidade: 8 a 12 Kg/ha.
    • 34. Sensível a afideos.
    • 35. Fixa: 85 a 360 Kg/ha.
    Medicagopolymorpha(Luzerna anual)
  • 36. Medicagopolymorpha(Luzerna anual)
  • 37. Trifoliumglanduliferum
    • Nativa da zona mediterrânica.
    • 38. Sementes duras.
    • 39. Nec. hídricas: 350 – 600 mm.
    • 40. Prefere solos pesados de neutros a ácidos.
    • 41. Profundidade: 1 cm.
    • 42. Densidade: 1 – 3 Kg/ha.
    • 43. Elevada competição à instalação. (semente pequena)
  • Trifoliumbalansae
    • Proveniente da Ásia Menor.
    • 44. Elevada proporção de sementes duras.
    • 45. Nec. hídricas: acima dos 450 mm.
    • 46. Suporta o encharcamento. (repiração anaeróbia)
    • 47. Muito utilizado em mistura.
    • 48. Profundidade: 1,5 cm.
    • 49. Densidade: 3 a 5 kg/ha.
    • 50. Prefere solos pesados com pH 5,4 a 8,2.
  • Vicia spp(Ervilhaca)
    • Originária do Sul da Europa.
    • 51. Nec. hídricas: 200 – 400 mm.
    • 52. Prefere solos de textura fina com pH 6 – 7.
    • 53. Profundidade sementeira: 3 -5 cm.
    • 54. Densidades: 50 – 150 kg/ha. (monocultura)
    20 – 70 kg/ha. (em mistura)
    • Sensibilidade ao oídio.
    • 55. Boa hospedeira de Tetranychus.
  • Lupinusluteus(Tremocilha)
    • Originária da Península Ibérica.
    • 56. Não forma sementes duras.
    • 57. Sistema radicular profundante.
    • 58. Tolera encharcamento temporário.
    • 59. Nec. hídricas mínimas 300 mm.
    • 60. Tolera solos 4,5 a 8,5 pH e alta % de Al+3 no CTC.
  • Lupinusluteus(Tremocilha)
    • Densidade de sementeira: 45 – 80 kg/ha.
    • 61. Profundidade 1,5 cm
    • 62. Fixa 18 a 34 Kg/ha.
    • 63. A incorporação pode fornecer 147 a 160 Kg de N.
  • Trifoliumincarnatum
    • Nativa do Sul da Europa.
    • 64. Não produz sementes duras.
    • 65. Prefere pH 6 a 7.
    • 66. Não tolera solos encharcados.
    • 67. Pode fixar 155 kg de N/ha.
    • 68. Incorporação fornece 70 kg/ha N.
    • 69. Evitar cortes invernais.
  • Gramíneas
  • 70. Lolliummultiflorum(Azevém anual)
    • Originária da bacia mediterrânica.
    • 71. Necessidades hídricas 240 mm.
    • 72. Adaptado a diversos tipos de solos.
    • 73. Prefere pH 6 – 7.
    • 74. Densidade de sementeira: 15 – 30 kg/ha.
    • 75. Profundidade máxima: 1,5 cm.
  • Dactylisglomerata(Panasco)
    • Originária do Norte de África.
    • 76. Elevada densidade radicular.
    • 77. Necessidades hídricas mínima 320 mm.
    • 78. Prefere pH 5,8 a 7,5 tolerando o 8,5.
    • 79. Não tolera o encharcamento.
    • 80. Densidade 15 a 20 kg/ha.
  • Festucamegalura
    • Originária da Europa.
    • 81. Prefere solos de baixa fertilidade e elevada acidez.
    • 82. Necessidades hídricas mínimas 250 mm.
    • 83. Densidades 20 a 24 kg/ha.
    • 84. Cortes superiores a 2 cm essenciais para reduzir a competição.
  • Phalaris aquática
    • Originária da bacia mediterrânica.
    • 85. Necessidades hídricas mínimas 240 mm.
    • 86. Implementação lenta e difícil.
    • 87. Densidades 10 a 12 kg/ha.
    • 88. 30 mm para germinar.
  • Poapratensis
    • Originária da Europa.
    • 89. Prefere solos com 5,8 a 8,2 de pH
    • 90. Muito exigente em N.
    • 91. Difícil instalação, evitar mistura com espécies de crescimento rápido.
    • 92. Densidades 10 kg/ha.
    • 93. Difunde-se através de rizomas.
  • 94.
  • 95. Efeitos do Coberto Vegetal
  • 96. Fertilidade do Solo
    Apresenta efeitos directos e indirectos sobre a fertilidade e nutrição da vinha.
    As leguminosas além de fixarem o Azoto atmosférico, quando incorporadas em diversas fases do ciclo, aumentam o teor de Azoto Orgânico no solo.
  • 97. Fertilidade do Solo
    FCV – Forte Crescimento Vegetativo; AF – Antes da Floração; DF – Depois da Floração; SM – Semente Madura
  • 98. Fertilidade do Solo
    As gramíneas devido ao seu rápido crescimento, à sua profundidade radicular e elevada produção de biomassa aumentam o teor de M.O.
    O coberto compete com a vinha mas podem ser úteis em casos de excesso de vigor.
  • 99. Biodiversidade
    A cobertura física da superfície do solo aumenta a temperatura e humidade do solo criando um meio mais favorável ao desenvolvimento de μorganismos.
    A maior parte encontra nas raízes do coberto, o carbono e os nutrientes necessários ao seu desenvolvimento.
  • 100. Erosão
    Essencial a protecção da superfície do solo do impacto da gota de chuva controlando a perda por escorrência superficial.
    O aumento da permeabilidade evita a escorrência reduzindo o fenómeno.
  • 101. Infiltração do solo
    A taxa de infiltração é influenciada pela vulnerabilidade do solo formar “crosta superficial”.
    Minimizar a ruptura dos agregados do solo para reduzir o encrostamento aumentando a taxa de infiltração.
  • 102. Infiltração do solo
  • 103. Limitação natural
    O coberto cria condições favoráveis à actividade dos diversos auxiliares associados à cultura da vinha.
  • 104. Limitação natural
  • 105. Qualidade à vindima
    A competição exercida pelo coberto na entrelinha pode apresentar a vantagem de reduzir o vigor excessivo, induzindo um melhor equilíbrio entre Source/Sink, melhorando o microclima na zona dos cachos.
  • 106. Qualidade à vindima
  • 107. Qualidade à vindima
  • 108. Instalação e manutenção
    Sementeira:
    • Deve ser feita antes das primeiras chuvas.
    • 109. Temperatura ideal do solo 21 a 27ºC.
    • 110. Cama com 6 a 30 cm de profundidade.
    • 111. Profundidade 1 a 2 cm.
    • 112. Passagem de rolo seccionado para aumentar aperto.
    • 113. Densidades dependem do coberto.
  • Instalação e manutenção
    Fertilização:
    • Leguminosas exigentes em fósforo e o Azoto é de evitar.
    • 114. P e K mais de 80 ppm no solo.
    • 115. Gramíneas exigem 28 Kg N/ha.
    • 116. Manutenção: 30 Un de P e K.
  • Instalação e manutenção
    1º Corte
    (1ª flores)
    2º Corte
    (semente madura)
    Facilita a auto-sementeira
    Elimina competição.
    Promove afilhamento.
    Para incorporação em verde, o corte deve ser feito durante a floração

×