SEMANA DO ADMINISTRADOR  UFSC – CAAD 09 de Setembro de 2011
OS DESAFIOS DO ADMINISTRADOR: COMPETITIVIDADE, SUSTENTABILIDADE  E INOVAÇÃO Prof. Adm. Paulo Sérgio de Moura Bastos, MSc.
ADMINISTRADOR
ADMINISTRADOR <ul><li>O perfil do Administrador : </li></ul><ul><ul><li>Profissional de formação ampla e variada; </li></u...
ADMINISTRADOR <ul><li>Requerimentos ao Administrador </li></ul>GERAIS INDIVIDUAIS <ul><li>Capacidade de solucionar problem...
ADMINISTRADOR <ul><li>Perspectivas futuras da Administração: </li></ul><ul><ul><li>Mudança da era da industrialização para...
DESAFIOS
DESAFIOS <ul><li>Desafios da Administração para o Século XXI: </li></ul><ul><ul><li>Gerenciar organizações cada vez mais c...
DESAFIOS <ul><li>Desafios da Administração para o Século XXI: </li></ul><ul><ul><li>Buscar produtividade maior mesmo com a...
DESAFIOS <ul><li>O esforço cooperativo do homem é a base da sociedade; </li></ul><ul><li>Tarefas básicas da Administração:...
DESAFIOS <ul><li>Preservação e o uso racional dos recursos naturais contrapõe-se ao desenvolvimento econômico e à lucrativ...
DESAFIOS <ul><li>As atividades econômicas refletem a busca das empresas por diferenciais que as tornem mais competitivas; ...
DESAFIOS <ul><li>A atividade econômica atual apresenta um dinamismo que acaba com o conceito clássico do equilíbrio. Schum...
COMPETITIVIDADE
COMPETITIVIDADE
COMPETITIVIDADE A disputa de posição com os concorrentes atuais Michael Porter  , 1998 Poder de barganha dos fornecedores ...
COMPETITIVIDADE <ul><li>O QUE FAZ A DIFERENÇA ENTRE BONS EMPREENDIMENTOS E EMPREENDIMENTOS DE EXCELÊNCIA , BASEIA-SE NA JU...
COMPETITIVIDADE 1 – PROPORCIONA VANTAGEM CRUCIAL JUNTO AOS CLIENTES. 2 – PROPORCIONA IMPORTANTE VANTAGEM JUNTO AOS CLIENTE...
COMPETITIVIDADE 4 – PRECISA ESTAR PELO MENOS MARGINALMENTE ACIMA DA MÉDIA... 5– PRECISA ESTAR EM TORNO DA MÉDIA... 6 – PRE...
COMPETITIVIDADE 7 – NORMALMENTE NÃO É CONSIDERADO, MAS PODE TORNAR-SE IMPORTANTE NO FUTURO... 8 – MUITO RARAMENTE É CONSID...
COMPETITIVIDADE
COMPETITIVIDADE Artigo publicado no jornal japonês  Nikkei  utilizando informações levantadas pela Academia Chinesa de Ciê...
COMPETITIVIDADE
COMPETITIVIDADE
COMPETITIVIDADE Fonte: FMI Fonte: FMI 9,30% 2010 3,70% 2000 1,90% 1980 Participação do valor da produção chinesa (em US$) ...
SUSTENTABILIDADE
SUSTENTABILIDADE
SUSTENTABILIDADE <ul><li>Fatores de  Sucesso para o Negócio </li></ul><ul><li>Crescimento da Receita & Acesso ao Mercado <...
SUSTENTABILIDADE <ul><li>Identificar e interpretar as necessidades dos consumidores e cidadãos e fornecer-lhes os produtos...
SUSTENTABILIDADE Utilização de recursos para atender às necessidades do presente  sem comprometer a capacidade das geraçõe...
SUSTENTABILIDADE PricewaterhouseCoopers <ul><li>Maximização do retorno  do capital </li></ul><ul><ul><li>Investidor </li><...
SUSTENTABILIDADE <ul><ul><li>Sustentabilidade  não  é </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Meio ambiente </li></ul></ul></ul><ul...
SUSTENTABILIDADE <ul><li>Cidadania Corporativa </li></ul><ul><li>Triple Bottom Line </li></ul><ul><li>Responsabilidade Cor...
SUSTENTABILIDADE <ul><ul><li>Pressões de Leis e Regulamentações   </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Legislação Ambiental </li...
SUSTENTABILIDADE <ul><li>Empresas mais Inovadoras estão atentas a todas as oportunidades e isso significa também gerar nov...
INOVAÇÃO
INOVAÇÃO
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INOVAÇÃO
INOVAÇÃO
INOVAÇÃO
INOVAÇÃO
INOVAÇÃO Articulação Prospecção Negociação Inovação NIT
INOVAÇÃO Articulação Prospecção Negociação Inovação Ações Internas Ações Externas NIT
INOVAÇÃO Articulação Prospecção Negociação Inovação Ações Internas Ações Externas NIT Interação com Pesquisador  Gestão de...
INOVAÇÃO Articulação Prospecção Negociação Inovação Ações Internas Ações Externas Comercialização NIT Qualificação Externa...
INOVAÇÃO NIT ICTESC UDESC <ul><li>Política de Inovação </li></ul><ul><li>Estatuto Social </li></ul><ul><li>Plano de Carrei...
CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>A busca da qualidade ambiental pode revelar oportunidades de melhorias produtivas, redução de...
CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>Um caminho para a produção de maior número de inovações para elevar a eficiência pode se dar ...
CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>“ Logo que, numa inovação, nos mostram alguma coisa de antigo, ficamos sossegados”. </li></ul...
CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>&quot;Quando a última arvore cair, derrubada; quando o último rio for envenenado; quando o úl...
CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>Não vivemos pela quantidade imediata dos acertos, mas pela capacidade de entendermos aonde es...
CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>PARABÉNS AOS ESTUDANTES E AOS PROFISSIONAIS DA ADMINISTRAÇÃO PELO NOSSO DIA, O DIA DO ADMINIS...
Bibliografia <ul><li>BLUMENFELD, K.; MONTRONE, A. Quando a ecologia dá bons lucros.  HSM Management , p. 134-140, jul/ago ...
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Semana do administrador ufsc 2011

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Semana do administrador ufsc 2011

  1. 1. SEMANA DO ADMINISTRADOR UFSC – CAAD 09 de Setembro de 2011
  2. 2. OS DESAFIOS DO ADMINISTRADOR: COMPETITIVIDADE, SUSTENTABILIDADE E INOVAÇÃO Prof. Adm. Paulo Sérgio de Moura Bastos, MSc.
  3. 3. ADMINISTRADOR
  4. 4. ADMINISTRADOR <ul><li>O perfil do Administrador : </li></ul><ul><ul><li>Profissional de formação ampla e variada; </li></ul></ul><ul><ul><li>Habilidade para se relacionar com pessoas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Atenção aos eventos passados e presentes, bem como às previsões futuras; </li></ul></ul><ul><ul><li>Apto a tomar decisões intensas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Agente de mudanças; </li></ul></ul><ul><ul><li>Educador. </li></ul></ul>
  5. 5. ADMINISTRADOR <ul><li>Requerimentos ao Administrador </li></ul>GERAIS INDIVIDUAIS <ul><li>Capacidade de solucionar problemas; </li></ul><ul><li>Capacidade de estabelecer prioridades; </li></ul><ul><li>Trabalhar em equipe; </li></ul><ul><li>Possuir criatividade e ser empreendedor; </li></ul><ul><li>Capacidade de filtrar e usar bem as informações; </li></ul><ul><li>Comunicar-se em outras línguas; </li></ul><ul><li>Não ter medo de errar. </li></ul><ul><li>Conhecer a si mesmo; </li></ul><ul><li>Ter objetivos de vida claros; </li></ul><ul><li>Saber identificar as oportunidades adequadas ao seu perfil. </li></ul>
  6. 6. ADMINISTRADOR <ul><li>Perspectivas futuras da Administração: </li></ul><ul><ul><li>Mudança da era da industrialização para a era da informação e do Conhecimento; </li></ul></ul><ul><ul><li>Organizações flexíveis; </li></ul></ul><ul><ul><li>As mudanças são cada vez mais rápidas e inesperadas; </li></ul></ul><ul><ul><li>As organizações estão crescendo em nível mundial; </li></ul></ul><ul><ul><li>As atividades organizacionais são cada vez mais complexas. </li></ul></ul>
  7. 7. DESAFIOS
  8. 8. DESAFIOS <ul><li>Desafios da Administração para o Século XXI: </li></ul><ul><ul><li>Gerenciar organizações cada vez mais complexas - virtualização; </li></ul></ul><ul><ul><li>Buscar alternativas para a sobrevivência e desenvolvimento em ambientes altamente competitivos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Saber trabalhar com a tecnologia, adequando-se às inovações; </li></ul></ul>
  9. 9. DESAFIOS <ul><li>Desafios da Administração para o Século XXI: </li></ul><ul><ul><li>Buscar produtividade maior mesmo com a diminuição crescente dos recursos, principalmente capital; </li></ul></ul><ul><ul><li>Buscar atuação global; </li></ul></ul><ul><ul><li>Trabalhar para que a imagem das organizações seja a melhor possível; </li></ul></ul><ul><ul><li>Estratégias sustentáveis e inovadoras. </li></ul></ul>
  10. 10. DESAFIOS <ul><li>O esforço cooperativo do homem é a base da sociedade; </li></ul><ul><li>Tarefas básicas da Administração: </li></ul><ul><ul><li>Fazer as coisas por meio das pessoas de forma eficiente e eficaz; </li></ul></ul><ul><ul><li>Interpretar os objetivos propostos pela organização e transformá-los em ação organizacional por meio do Planejamento, Organização, Direção e Controle, com eficiência, eficácia, efetividade e relevância. </li></ul></ul>
  11. 11. DESAFIOS <ul><li>Preservação e o uso racional dos recursos naturais contrapõe-se ao desenvolvimento econômico e à lucratividade da empresa. </li></ul><ul><li>Os embates empresariais não ocorrem no mundo descrito pela teoria econômica tradicional </li></ul><ul><li>(Porter e Linde,1995) </li></ul>
  12. 12. DESAFIOS <ul><li>As atividades econômicas refletem a busca das empresas por diferenciais que as tornem mais competitivas; </li></ul><ul><li>A produção de Inovações para resultar em produtos/serviços mais valiosos na percepção dos consumidores; </li></ul><ul><li>Oferecer preços menores e mais atraentes, de modo a permitir a sobrevivência da empresa ou a ampliação da sua fatia de mercado. </li></ul>
  13. 13. DESAFIOS <ul><li>A atividade econômica atual apresenta um dinamismo que acaba com o conceito clássico do equilíbrio. Schumpeter (1961, 1985) atribuiu às inovações a responsabilidade pela dinâmica econômica. </li></ul><ul><li>As empresas produzem inovações gerando um diferencial, que afeta toda a estrutura industrial e de mercado, a fim de obter maior lucratividade. </li></ul>
  14. 14. COMPETITIVIDADE
  15. 15. COMPETITIVIDADE
  16. 16. COMPETITIVIDADE A disputa de posição com os concorrentes atuais Michael Porter , 1998 Poder de barganha dos fornecedores Ameaça de produtos ou serviços substitutos Poder de barganha dos consumidores FORÇAS QUE REGEM A CONCORRÊNCIA Ameaça de novos entrantes
  17. 17. COMPETITIVIDADE <ul><li>O QUE FAZ A DIFERENÇA ENTRE BONS EMPREENDIMENTOS E EMPREENDIMENTOS DE EXCELÊNCIA , BASEIA-SE NA JUNÇÃO DE: </li></ul>
  18. 18. COMPETITIVIDADE 1 – PROPORCIONA VANTAGEM CRUCIAL JUNTO AOS CLIENTES. 2 – PROPORCIONA IMPORTANTE VANTAGEM JUNTO AOS CLIENTES. 3 – PROPORCIONA VANTAGEN ÚTIL JUNTO A MAIORIA DOS CLIENTES. CRITÉRIOS GANHADORES DE MERCADO
  19. 19. COMPETITIVIDADE 4 – PRECISA ESTAR PELO MENOS MARGINALMENTE ACIMA DA MÉDIA... 5– PRECISA ESTAR EM TORNO DA MÉDIA... 6 – PRECISA ESTAR A POUCA DISTANCIA DA MÉDIA DO SETOR... CRITÉRIOS QUALIFICADORES...
  20. 20. COMPETITIVIDADE 7 – NORMALMENTE NÃO É CONSIDERADO, MAS PODE TORNAR-SE IMPORTANTE NO FUTURO... 8 – MUITO RARAMENTE É CONSIDERADO PELOS CLIENTES... 9 – NUNCA É CONSIDERADO PELOS CLIENTES E PROVAVELMENTE NUNCA SERÁ.... CRITÉRIOS POUCO RELEVANTES
  21. 21. COMPETITIVIDADE
  22. 22. COMPETITIVIDADE Artigo publicado no jornal japonês Nikkei utilizando informações levantadas pela Academia Chinesa de Ciências Sociais (Chinese Academy of Social Sciences), mostrando que a produtividade está se elevando também nas cidades do interior, com dados de 2009 e 2010, estabelecendo também a escala de satisfação ou felicidade (happiness). Foram levantados os índices de 294 cidades chinesas.
  23. 23. COMPETITIVIDADE
  24. 24. COMPETITIVIDADE
  25. 25. COMPETITIVIDADE Fonte: FMI Fonte: FMI 9,30% 2010 3,70% 2000 1,90% 1980 Participação do valor da produção chinesa (em US$) no PIB global 4,50% Brasil 4,70% América Latina 2,80% EUA 9,40% China Perspectiva para o crescimento em 2011
  26. 26. SUSTENTABILIDADE
  27. 27. SUSTENTABILIDADE
  28. 28. SUSTENTABILIDADE <ul><li>Fatores de Sucesso para o Negócio </li></ul><ul><li>Crescimento da Receita & Acesso ao Mercado </li></ul><ul><li>Redução de Custos & Produtividade </li></ul><ul><li>Acesso a Capital </li></ul><ul><li>Gestão do Risco & Licença para Funcionar </li></ul><ul><li>Capital Humano </li></ul><ul><li>Valor da Marca & Reputação </li></ul>Criação de Valor PricewaterhouseCoopers
  29. 29. SUSTENTABILIDADE <ul><li>Identificar e interpretar as necessidades dos consumidores e cidadãos e fornecer-lhes os produtos e serviços que desejam é a base de sustentação de qualquer empresa e órgão público. </li></ul><ul><li>As necessidades por produtos ecológicos não devem ser tratadas de maneira diferente. </li></ul><ul><li>O equilíbrio entre o ideal do consumidor e a viabilidade técnica e econômica deve ser perseguido pela organização. </li></ul>
  30. 30. SUSTENTABILIDADE Utilização de recursos para atender às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras em atender as suas próprias necessidades. (Desenvolvido por Gro Brutland em 1990 e aprovado na Rio 92) O conceito integra os três vetores da sustentabilidade: ambiental, econômico e social . PricewaterhouseCoopers Desenvolvimento Econômico Responsabilidade Social Sustentabilidade Gestão Ambiental
  31. 31. SUSTENTABILIDADE PricewaterhouseCoopers <ul><li>Maximização do retorno do capital </li></ul><ul><ul><li>Investidor </li></ul></ul><ul><ul><li>Empreendedor </li></ul></ul><ul><li>(Lucratividade no longo prazo) </li></ul><ul><li>Preservação de recursos naturais </li></ul><ul><li>Eco-Eficiência </li></ul><ul><li>Energia renovável </li></ul><ul><li>Cidadania </li></ul><ul><li>Geração de Emprego </li></ul><ul><li>Engajamento das partes interessadas </li></ul>Desenvolvimento Econômico Gestão Ambiental Responsabilidade Social Sustentabilidade
  32. 32. SUSTENTABILIDADE <ul><ul><li>Sustentabilidade não é </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Meio ambiente </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Acessório, mas sim fundamental para a estratégia de negócios da empresa </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Apenas políticas e procedimentos: é uma cultura, uma atitude, uma filosofia. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sustentabilidade é </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fator estratégico e criação de valor a longo prazo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A legitimidade da empresa, está além da conformidade (licença de operação e crescimento) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A ligação entre diversos fatores (Governança, Transparência, Valor agregado ao acionistas etc) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Deslocamento do stakeholder-oriented para o value-oriented </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Transparência dos seus valores intangíveis </li></ul></ul></ul>
  33. 33. SUSTENTABILIDADE <ul><li>Cidadania Corporativa </li></ul><ul><li>Triple Bottom Line </li></ul><ul><li>Responsabilidade Corporativa </li></ul><ul><li>Desenvolvimento Sustentável </li></ul><ul><li>Ética nos Negócios </li></ul><ul><li>Responsabilidade Social Corporativa </li></ul>
  34. 34. SUSTENTABILIDADE <ul><ul><li>Pressões de Leis e Regulamentações </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Legislação Ambiental </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Legislação Trabalhista </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Código de Defesa do Consumidor </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Proteção aos Minoritários </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>SEC; CVM, BOVESPA, Sarbannes-Oxley, etc. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Pressões Sociais </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Aumento do consumo consciente </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Crescimento do conceito de cidadania </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Atuação de organizações não governamentais, etc. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Pressões do ambiente de negócios </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Movimento internacional de fusões e aquisições </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Concessão de crédito vinculada a critérios de sustentabilidade </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Intensificação dos investimentos de fundos de pensão </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Postura mais ativa dos investidores institucionais, nacionais e internacionais </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Seletividade de fornecedores </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Oportunidades e Riscos de reputação da cadeia de valor, incluindo fornecedores, clientes, parceiros, etc. </li></ul></ul></ul>PricewaterhouseCoopers
  35. 35. SUSTENTABILIDADE <ul><li>Empresas mais Inovadoras estão atentas a todas as oportunidades e isso significa também gerar novas oportunidades de negócios; </li></ul><ul><li>Ganhos a partir da otimização e de modificações no processo produtivo, do melhor atendimento às exigências de consumidores e às pressões do mercado. </li></ul><ul><li>A crescente conscientização ecológica da população que está mais preocupada com o desempenho ambiental das empresas e seus produtos, além da legislação ambiental cada vez mais restritiva a processos e produtos poluentes, obriga as empresas a desenvolver inovações que passam a ser chamadas inovações ambientais ou eco-inovações. </li></ul>
  36. 36. INOVAÇÃO
  37. 37. INOVAÇÃO
  38. 38. INOVAÇÃO
  39. 39. INOVAÇÃO
  40. 40. INOVAÇÃO
  41. 41. INOVAÇÃO
  42. 42. INOVAÇÃO
  43. 43. INOVAÇÃO Articulação Prospecção Negociação Inovação NIT
  44. 44. INOVAÇÃO Articulação Prospecção Negociação Inovação Ações Internas Ações Externas NIT
  45. 45. INOVAÇÃO Articulação Prospecção Negociação Inovação Ações Internas Ações Externas NIT Interação com Pesquisador Gestão de Ativos Gestão de Projetos Qualificação de Pessoal Gestão da Pol. Inovação Articulação Interna Prospecção Oportunidades Geração de Idéias
  46. 46. INOVAÇÃO Articulação Prospecção Negociação Inovação Ações Internas Ações Externas Comercialização NIT Qualificação Externa Consultoria e Assessoria Interação com Pesquisador Gestão de Ativos Gestão de Projetos APL Mecanismos legais Fomento e parcerias Qualificação de Pessoal Gestão da Pol. Inovação ICT Incubadoras e Parques Empresas P&D Articulação Interna Prospecção Oportunidades Geração de Idéias Transferência de Tecnologia Governo
  47. 47. INOVAÇÃO NIT ICTESC UDESC <ul><li>Política de Inovação </li></ul><ul><li>Estatuto Social </li></ul><ul><li>Plano de Carreira </li></ul><ul><ul><li>Planejamento Estratégico </li></ul></ul><ul><ul><li>Estrutura física, tecnológica e de pessoas </li></ul></ul><ul><ul><li>Sustentabilidade do NIT </li></ul></ul><ul><ul><li>Interação com o entorno </li></ul></ul><ul><ul><li>Competências Internas </li></ul></ul><ul><ul><li>Portfólio ICTESC UDESC </li></ul></ul><ul><ul><li>Estrutura de prospecção de fontes de recursos </li></ul></ul><ul><ul><li>Programa de Geração de Idéias </li></ul></ul><ul><ul><li>Sensibilização para PI </li></ul></ul><ul><ul><li>Processo de Transferência de Tecnologia </li></ul></ul><ul><ul><li>Valoração da Tecnologia </li></ul></ul><ul><ul><li>Sistema para trabalhos cooperativos </li></ul></ul>
  48. 48. CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>A busca da qualidade ambiental pode revelar oportunidades de melhorias produtivas, redução de custos e estabelecimento de novos negócios que podem resultar em elevação da competitividade em seus respectivos mercados. </li></ul><ul><li>Estas oportunidades podem ser identificadas pelas organizações, pois o desenvolvimento e a implantação de procedimentos de gestão ambiental envolvem a análise de todo o processo produtivo, através de uma visão sistêmica empresa/meio ambiente. </li></ul>
  49. 49. CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>Um caminho para a produção de maior número de inovações para elevar a eficiência pode se dar no sentido de promover uma integração efetiva entre as metas ambientais e a estratégia de negócios da empresa. </li></ul><ul><li>As inovações que surgem na empresa, além de elevar a eficiência do processo, podem resultar em mudanças substanciais que gerem produtos com características ecológicas. </li></ul><ul><li>As organizações podem e devem adotar mecanismos de previsão de problemas ambientais, envolvendo uma dimensão de longo prazo que permita o desenvolvimento de uma cultura de inovação e responsabilidade ambiental. </li></ul>
  50. 50. CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>“ Logo que, numa inovação, nos mostram alguma coisa de antigo, ficamos sossegados”. </li></ul><ul><li>Friedrich Niertzsche </li></ul><ul><li>“ Inovação distingue entre um líder e um seguidor“. </li></ul><ul><ul><li>Steve Jobs </li></ul></ul><ul><li>“ É triste pensar que a natureza fala e que o gênero humano não a ouve”. Victor Hugo </li></ul>
  51. 51. CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>&quot;Quando a última arvore cair, derrubada; quando o último rio for envenenado; quando o último peixe for pescado, só então nos daremos conta de que dinheiro é coisa que não se come.&quot; Índios da Amazônia </li></ul><ul><li>&quot;Se você tem metas para um ano. Plante arroz Se você tem metas para 10 anos. Plante uma árvore Se você tem metas para 100 anos, então eduque uma criança Se você tem metas para 1000 anos, então preserve o meio Ambiente.” Confúcio </li></ul>
  52. 52. CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>Não vivemos pela quantidade imediata dos acertos, mas pela capacidade de entendermos aonde estamos errando, transformando as falhas em ajustes consistentes, feitos no tempo adequado para a manutenção das direções, métodos e pessoas.   </li></ul>
  53. 53. CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>PARABÉNS AOS ESTUDANTES E AOS PROFISSIONAIS DA ADMINISTRAÇÃO PELO NOSSO DIA, O DIA DO ADMINISTRADOR !!! </li></ul>
  54. 54. Bibliografia <ul><li>BLUMENFELD, K.; MONTRONE, A. Quando a ecologia dá bons lucros. HSM Management , p. 134-140, jul/ago 1997. </li></ul><ul><li>CAMPOS, V. F. TQC - Controle da Qualidade Total (no estilo japonês). Rio de Janeiro: Block Editores S.A., 1994. 229p. </li></ul><ul><li>DEMING, W. E. Qualidade: a revolução da administração. Rio de Janeiro: Editora Marques Saraiva S.A., 1990. 367p. </li></ul><ul><li>DSM. DSM Elastômeros Brasil . Folder institucional. Impresso no Brasil. Ed. 12/97 (3000). </li></ul><ul><li>FUSSLER, C.; JAMES,P. Driving eco-innovation: a breakthrough discipline for innovation and sustainability . London: Pitman Publishing, 1996. </li></ul><ul><li>FREEMAN, C. The economics of industrial innovation . London: Frances Pinter Publishing, 1982. </li></ul><ul><li>JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto - novos passos para o planejamento da qualidade em produtos e serviços. São Paulo: Pioneira, 1992. 551p. </li></ul><ul><li>MARTINS, G. M.; NASCIMENTO, L. F. TQEM - a introdução da variável ambiental na qualidade total. In: XX Simpósio de Gestão da Inovação Tecnológica. São Paulo - SP, 1998. </li></ul><ul><li>OLIVEIRA, M. A. L. Qualidade: o desafio da pequena e média empresa. Rio de Janeiro: Qualitymark Editora Ltda, 1995. 53p. </li></ul><ul><li>PORTER, M. E.; LINDE, C. Green and competitive. Harvard Business Review. P. 120-134, sep./oct. 1995. </li></ul><ul><li>SCHUMPETER, J. A. Capitalismo, socialismo e democracia . Rio de Janeiro: Ed. Fundo de Cultura, 1961. </li></ul><ul><li>___. A teoria do desenvolvimento econômico . São Paulo: Ed. Abril, 1985 (Coleção Os Economistas). </li></ul><ul><li>SIQUEIRA, J. Liderança, qualidade e competitividade. Rio de Janeiro: Qualitymark Editora Ltda, 1995.164p. </li></ul><ul><li>STURTEVANT, N.; TROWBRIDGE, B.; EDGEMAN, R. L. Quality and the environmental steward. Management of technology V - technology management in a changing world. England. Elsever Science Ltda, 1996. </li></ul><ul><li>WEVER, G. Strategic environmental management- using TQEM and ISO 14000 for competitive advantage. New York: John Wiley and Sons, Inc., 1996. </li></ul><ul><li>WOOD JR., T.; URDAN, T. F. Gerenciamento da qualidade total: uma revisão crítica. </li></ul><ul><li>Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 34, n. 6, p. 46-59, nov/dez 1994. </li></ul>

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