Apresentação ppeb
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  • 1. Adaptado deMariana Oliveira Pinto Encarnação Silva
  • 2. O Programa de Português do Ensino Básico (PPEB) entrou em vigor no anoletivo de 2011/2012, para os 1.º, 2.º, 5.º e 7.º anos de escolaridade, deacordo com o disposto na Portaria n.º 266/2011, de 14 de Setembro. Em2012/13 será a vez do 3.º, 6.º e 8.º. Por fim, em 2013/14, entrará em vigorpara o 4.º e 9.º anos de escolaridade.Os novos programas apresentam alterações ao nível dos conteúdos, datipologia de atividades e exercícios e da terminologia gramatical –Dicionário Terminológico (DT).Destacam-se no novo programa as competências específicas dacompreensão do oral, expressão oral, leitura, expressão escrita econhecimento explícito da língua (CEL).As alterações mais significativas que o PPEB apresenta são a valorização deuma articulação dos conteúdos em torno de uma perspetiva de ciclo e deprogressão entre ciclos, isto é, os conteúdos programáticos são retomadosem níveis crescentes de dificuldades ao longo dos ciclos. Paula Costa 10-04-2012 2
  • 3. PPEB / DTOs documentos de referência, com caráter normativo, que a partir dopresente ano letivo, orientam o ensino da disciplina de LínguaPortuguesa em todos os ciclos do Ensino Básico, são:• Programa de Português do Ensino Básico (PPEB)• Dicionário Terminológico (DT) http://dt.dgidc.min-edu.pt/) Paula Costa 10-04-2012 3
  • 4. PPEB / DTO DT fornece aos professores os termos e definições que explicitam aconcetualização e a descrição da estrutura e do uso da língua,constituindo assim, um instrumento de regulação e uma ferramenta deapoio ao ensino da gramática e ao estudo dos textos. Paula Costa 10-04-2012 4
  • 5. PPEB / DTPaula Costa 10-04-2012 5
  • 6. PPEB / DTPaula Costa 10-04-2012 6
  • 7. ApresentaçãoO Programa de Português para o Ensino Básico (PPEB) foi organizado deacordo com uma matriz comum aos três ciclos, através da qual sevaloriza o princípio da progressão e pressupõe que cada professor não selimite à leitura do seu ciclo, mas que conheça quer o anterior, quer oseguinte.O PPEB organiza-se em torno de uma estrutura comum aos trêsciclos, ou seja, para cada ciclo são apresentados:a) a sua caracterizaçãob) os resultados esperadosc) os descritores de desempenhod) o corpus textuale) orientações de gestãoNo que diz respeito ao 1.º Ciclo, e pela sua especificidade, tanto os resultadosesperados como os descritores de desempenho foram definidos para o final do 2.º edo 4.º anos, e não apenas no final do ciclo como acontece com o 2.º e 3.º Ciclos. Paula Costa 10-04-2012 7
  • 8. Caraterização do 1º CicloConsidera-se o 1.º Ciclo como sendo, para muitos alunos, o primeirocontacto com o ensino formal, pondo, contudo, em evidência aimportância de se partir daquilo que os alunos já sabem sobre a linguagemescrita para a construção de aprendizagens significativas.Desta forma, valorizando o que cada um sabe, evita-se o desinteresse dascrianças que estão desejosas de começar a ler e a escrever e respeita-se onível de desenvolvimento de cada um.Nos dois primeiros anos realizam-se as aprendizagens fundamentais noâmbito do domínio da linguagem, da escrita e do oral e nos dois anosseguintes desenvolvem-se e consolidam-se essas aprendizagens (p. 21-23). Paula Costa 10-04-2012 8
  • 9. Caracterização do 2º CicloÀ entrada do 2.º ciclo, os alunos deparam com uma situação nova:saídos de um currículo globalizante, em que a gestão do tempo se faznum continuum natural, vão confrontar-se com uma pluralidade de áreasde saber a que correspondem diversos professores e com um sistema degestão e controlo do tempo fragmentado e rígido.Esta nova forma de organização do currículo obriga-os a uma primeiratarefa muito abstrata, exigente e demorada que é a de, sob adesignação de cada disciplina, constituir uma representação, mais oumenos estável, do seu campo e objeto, bem como das suasmetodologias e linguagens específicas. Paula Costa 10-04-2012 9
  • 10. Caracterização do 2º Ciclo• A comunicação oral adquire uma função relevante na organização do trabalho na sala de aula, na execução das tarefas, na divulgação e partilha dos resultados.• O aprofundamento da relação com o texto escrito e com o texto multimodal.• É essencial que os alunos se constituam como produtores de textos com crescente autonomia.• O conhecimento explícito da língua é reinvestido na melhoria dos desempenhos nas outras competências.• Estabilizam-se e consolidam-se aprendizagens que garantam a adequação de comportamentos verbais e não verbais em situações de comunicação informais e com algum grau de formalização (p. 73 - 74). Paula Costa 10-04-2012 10
  • 11. Resultados esperadosOs quadros seguintes espelham os resultados esperados para cadauma das cinco competências definidas – Compreensão do oral,Expressão oral, Leitura, Escrita e Conhecimento explícito da língua.Os quadros relativos aos resultados esperados constituem-se comouma referência orientadora para o professor a ter em conta naorganização e gestão de todo o processo de ensino e aprendizagemdo Português, incluindo a avaliação).(Os resultados esperados foram definidos para o final do 2.º ano e para o final do4.º ano, tal como já fora referido no diapositivo 2)(1º ciclo, p. 23-27; 2ºciclo, p. 75-77) Paula Costa 10-04-2012 11
  • 12. Resultados esperadosQuadro I Paula Costa 10-04-2012 12
  • 13. Resultados esperadosQuadro II Paula Costa 10-04-2012 13
  • 14. Resultados esperadosQuadro III Paula Costa 10-04-2012 14
  • 15. Resultados esperadosQuadro IV Paula Costa 10-04-2012 15
  • 16. Resultados esperadosQuadro V Paula Costa 10-04-2012 16
  • 17. Resultados esperadosQuadro VI Paula Costa 10-04-2012 17
  • 18. Resultados esperadosQuadro VII Paula Costa 10-04-2012 18
  • 19. Descritores de desempenhoOs descritores reflectem os desempenhos considerados mais relevantes noâmbito do ano e da competência em causa e dizem respeito às cincocompetências nucleares: compreensão do oral, expressãooral, leitura, escrita e conhecimento explícito da língua.O 1º e o 2º anos configuram o período das aquisições fundamentais nodomínio da linguagem oral e escrita; o 3º e 4º anos o seu desenvolvimentoe aprofundamento.(Optou-se por apresentar descritores que correspondem a desempenhos a atingir nofinal do 2.º ano e no final do 4.º ano de escolaridade. Esta opção decorre daespecificidade do ciclo, designadamente das idades dos alunos que o frequentam econsequentemente das diferenças relativas ao seu desenvolvimento. ) Paula Costa 10-04-2012 19
  • 20. Descritores de desempenhoOs quadros que a seguir se apresentam constituem referenciais deprogressão programática, articulando componentes curriculares de duasnaturezas:a) Na coluna dos descritores de desempenho indica-se aquilo que o alunodeve ser capaz de fazer, como resultado de uma aprendizagemconduzida em função do estádio de desenvolvimento linguístico, cognitivoe emocional em que ele se encontra, bem como das etapas queantecederam esse momento;b) Na coluna dos conteúdos (de natureza declarativa e procedimental)são apresentados os termos relativos às diferentes competências. A corcinzenta indica que o conceito subjacente ao conteúdo pode sertrabalhado, mas sem explicitação do termo aos alunos, uma vez que elefará parte apenas da metalinguagem do professor.As indicações na coluna de conteúdos (por exemplo, DT C1.2) remetempara a entrada do conceito no http://dt.dgidc.min-edu.pt/ Paula Costa 10-04-2012 20
  • 21. Descritores de desempenhoQuadro I Paula Costa 10-04-2012 21
  • 22. Descritores de desempenhoQuadro II Paula Costa 10-04-2012 22
  • 23. Descritores de desempenhoQuadro III Paula Costa 10-04-2012 23
  • 24. Descritores de desempenhoQuadro IV Paula Costa 10-04-2012 24
  • 25. Descritores de desempenhoOs descritores estão organizados (agrupados) de acordo com as linhasorientadoras identificadas nas laterais dos quadros que refletem a valorizaçãoque é dada no Programa à dimensão do aprender: aprender a gostar (gostar de ler, gostar de escrever) aprender a aprender (aprender a competência, aprender técnicas de seleção e organização da informação):■ Compreensão do oral: escutar para aprender e construir conhecimento(s);■ Expressão oral: falar para aprender (aprender a falar; construir e expressarconhecimentos; participar em situações de interação oral);■ Leitura: ler para aprender (aprender a ler, obter informação e organizar oconhecimento); ler para apreciar textos variados;■ Escrita: escrever para aprender (para aprender a escrever; para construir eexpressar conhecimentos); escrever em termos pessoais e criativos;■ Conhecimento explícito da língua: organizado de acordo com os planos doDT: plano fonológico, morfológico, sintático, lexical, semântico, discursivo etextual. Paula Costa 10-04-2012 25
  • 26. Corpus textualNa constituição de um corpus textual o professor deve ter em conta umconjunto de critérios, que a seguir se enumeram:a) Representatividade e qualidade dos textos - A qualidade dos conteúdos,estimulando a capacidade para despertar emoções, para obrigar a pensare a refletir, para fazer sonhar, para divertir e aprender, deve aliar-se àqualidade literária, linguística, de grafismo e de imagem.Salienta-se que, mesmo na fase inicial de aprendizagem da leitura, devehaver uma preocupação em selecionar textos de autor, com qualidade,mesmo que isso signifique que haja palavras que as crianças ainda nãoconsigam ler.b) Integridade dos textos - O trabalho a desenvolver em sala de aula à voltados textos implica o respeito pela autoria, pela fonte e pelos demais dadosde identificação e origem. Por outro lado, é de evitar o recurso a cortes e aadaptações abusivas dos textos, já que isso dificulta a reconstrução dosentido. Paula Costa 10-04-2012 26
  • 27. Corpus textualc) Progressão - A seleção realizada deverá, por um lado, possibilitar o convíviocom textos que apresentem caraterísticas que são familiares e geradoras deempatia imediata, permitindo, por outro lado, o acesso à novidade e aoinsólito, para despertar curiosidade e entusiasmo. Ao mesmo tempo, os textosdevem constituir-se como desafios à compreensão: não tão difíceis quelevem à desistência, nem tão fáceis que desincentivem qualquer abordagem.d) Diversidade textual - Os alunos devem contactar com múltiplos textos emdiferentes suportes e formatos, de diferentes tipos e com finalidades distintas,considerando o domínio do literário e o do nãoliterário. Paula Costa 10-04-2012 27
  • 28. Orientações de gestãoCompreensão do oralNeste domínio as crianças deverão desenvolver habilidades de escutapara serem capazes de extrair informação dos textos ouvidos. Éfundamental a realização de atividades que ensinem os alunos aescutar, a reter e a registar a informação pertinente a partir de discursoscom diferentes graus de formalidade e complexidade.A aprendizagem sistemática de vocabulário é indispensável paracompreender os discursos ouvidos. É preciso promover o alargamento dovocabulário da criança para que ela compreenda os discursos da escola,se integre plenamente na vida do grupo a que agora pertence e nacomunidade de que faz parte. Paula Costa 10-04-2012 28
  • 29. Expressão oralNo domínio da Expressão oral é fundamental que se evolua de situações decomunicação oral informais para situações progressivamente mais formais.A criança aprenderá primeiro a utilizar a palavra para gerir os conflitos e asinteracções sociais, respeitando as regras de convivência social e as regrasda língua. A seguir aprenderá a gerir situações de comunicação oralformal, aprendendo a preparar o seu discurso, a apresentá-lo e a agir emsituação, de acordo com as reacções do público.O trabalho a desenvolver deverá proporcionar aos alunos situaçõesexplícitas de aprendizagem de técnicas de expressão oral e demobilização de novos vocábulos ou estruturas que ouviu ou leu e quedeverá integrar nos seus discursos. Paula Costa 10-04-2012 29
  • 30. LeituraNeste domínio preconiza-se que as aprendizagens já realizadas sejam oponto de partida para a aprendizagem da decifração. A compreensão dafuncionalidade da linguagem escrita, a descoberta das caraterísticas dessamesma linguagem, a compreensão do princípio alfabético e odesenvolvimento da consciência fonológica são aprendizagens a privilegiarno início da escolaridade. O desenvolvimento da consciência fonológica apartir de atividades de identificação, de manipulação, de segmentação ede reconstrução dos sons da língua facilita a aprendizagem da leitura.O convívio diário com materiais escritos, incluindo os textos produzidos pelos alunos,explorados em interação na sala de aula e a audição de textos com sentido,interessantes e desafiantes, são essenciais para se aprender a ler. A sala de aula devecomportar materiais diversificados de apoio à aprendizagem da leitura (listas,abecedários, dicionários ilustrados...), devendo ser realizadas atividades de descobertae localização de informação nesses suportes. Paula Costa 10-04-2012 30
  • 31. Aceder ao sentido dos textos implica o treino da decifração, sendofundamental que se ensine as diferentes técnicas de decifração quepermitem extrair sentido do material escrito. Aprendidas as técnicas éfundamental o ensino explícito de estratégias de compreensão quepossibilitem o acesso à informação.De uma fase de leitura mais centrada no ler para aprender a ler, evolui-separa uma fase em que o ler para extrair e organizar conhecimentos éprivilegiada. Paula Costa 10-04-2012 31
  • 32. No desenvolvimento da competência de leitura o aluno deve tomarconsciência e aprender a pôr em prática três etapas fundamentais doato de ler: a pré-leitura, leitura e pós-leitura:a) Na pré-leitura, o professor deve privilegiar a mobilização deconhecimentos prévios dos alunos que se possam articular com o texto,antecipando o seu sentido;b) A leitura consiste na configuração e na construção dos sentidos dotexto. Deverão ser ensinadas de forma explícita e sistematizada técnicasde localização, de seleção e de recolha de informação, de acordo como(s) objectivo(s): sublinhar, tirar notas, esquematizar etc.;c) A pós-leitura engloba atividades que pretendem integrar e sistematizarconhecimentos. Paula Costa 10-04-2012 32
  • 33. Orientações de gestãoEscritaNo que se refere à Escrita, a aprendizagem das correspondênciassom/letra e a compreensão das diferentes funções da escrita serão oponto de partida, sempre em estreita relação com a aprendizagem daleitura. A aprendizagem da escrita implica o desenvolvimento de trêscompetências/dimensões: competência gráfica (relativa ao desenho das letras); competência ortográfica (relativa ao domínio das convenções da escrita); competência compositiva (relativa aos modos de organização das expressões linguísticas para formar um texto).As duas primeiras competências devem ser automatizadas o mais cedopossível para permitir à criança maior disponibilidade para investir nastarefas que dizem respeito à competência compositiva. Paula Costa 10-04-2012 33
  • 34. Orientações de gestãoA atividade de produção de texto escrito exige a ativação de um númeroimportante de conhecimentos e de processos, comportando tarefasrelativas a três componentes: planificação, textualização e revisão (Arealização destas tarefas não é linear e pode ocorrer em diferentes momentos doprocesso de escrita).No momento da textualização realizam-se também tarefas deplanificação e revisão, sem prejuízo de que se aprenda a planificar e arever globalmente os textos, respetivamente no princípio e no fim daatividade de escrita.As diferentes técnicas de planificação, textualização e revisão devem serensinadas e treinadas, para que o aluno se torne cada vez mais autónomona realização das tarefas de escrita. Devem estar acessíveis materiais deapoio que possam ser utilizados para ajudar a resolver problemas durantetodo o processo de escrita. Paula Costa 10-04-2012 34
  • 35. Orientações de gestãoAssim:a) Na planificação equaciona-se o objetivo da comunicação, o tipo de texto, geram-se ideias e elabora-se um plano. A leitura ou audição de textos pode constituir-se como atividade a ter conta para a geração e organização de ideias;b) A textualização corresponde à redação do texto segundo o planopreviamente elaborado, selecionando vocabulário, organizando asfrases, períodos e parágrafos, para formar um texto coerente. As listas depalavras e expressões trabalhadas no oral deverão ser mobilizadas edisponibilizadas para que os alunos possam consultá-las e usá-las;c) A revisão tem como objetivo melhorar o texto. Paula Costa 10-04-2012 35
  • 36. Orientações de gestãoConhecimento explícito da línguaO trabalho que incide sobre o conhecimento explícito da língua tem um triploobjetivo :a) O desenvolvimento da consciência linguística dos alunos, num trabalho deobservação, comparação e manipulação de dados, para descoberta deregularidades no funcionamento da língua;b) A sistematização e a explicitação dessas regularidades, com recurso ounão à metalinguagem;c) A mobilização dos conhecimentos adquiridos na compreensão e naprodução de textos orais e escritos. Paula Costa 10-04-2012 36
  • 37. Orientações de gestãoDaí que o trabalho a realizar com os alunos deverá ser devidamenteplanificado pelo professor para que, por um lado, se desenvolvammomentos específicos de trabalho com a língua e sobre a língua e paraque, por outro lado, o resultado desse trabalho se constitua como efetivaferramenta de apoio ao desenvolvimento das competências dos alunos. Paula Costa 10-04-2012 37
  • 38. Trabalho prático:• Consultar online o DT• Planificação de uma aula de acordo com o PPEB• ou ….• Pré-escolar: Qual o contributo, de que modo, como… o pré-escolar contribui para os resultados esperados no 1º e 2º ano ao nível da compreensão do oral e expressão oral (ver p. 29, 31, 32, 35, 37, 47, 48…)• 1º e 2º anos (ver 5 competências, selecionar conteúdo, descritor de desempenho…)• 3º e 4º anos (ver 5 competências, selecionar conteúdo, descritor de desempenho…)• 2º ciclo: Realçando o papel transversal do português no conjunto das diversas disciplinas, nomeadamente a matemática, como poderá o prof de português melhorar o desempenho dos seus alunos, por exemplo na interpretação e compreensão dos enunciados escritos, dos problemas, entre outros ? (ver p. 83, 84, 85, 88, 89…)• Apoio/ed. Especial (atendendo aos alunos que apoiam, quais os domínios a trabalhar com maior intensidade e/ou de que forma adaptada…) Paula Costa 10-04-2012 38