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Curso Tpp Crq4

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  • 1. TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS
    • CURSO (03.04.2003)
    • 9:00 – 16:00 hs
    • CRQ – IV (Conselho Regional de Química)
    • FÊNIX AMBIENTAL Consultoria & Treinamento
    • Eng. Químico :Adalberton Guarani Dias da Silva Júnior
    • Fone: 011 – 3145-0445 / Cel: 9941-8946
    • E-mail: adalberton@fenix-ambiental.com.br
    • www.fenix-ambiental.com.br
  • 2. PRODUTOS PERIGOSOS
    • São considerados os que possuem pelo menos,uma das seguintes características abaixo:
    •   
    • Inflamabilidade,
    • Corrosividade,
    • Reatividade,
    •   Toxicidade
    • Patogenicidade.
    • Radioatividade.
  • 3. * Ponto de Fulgor < 60º C se líquido * Produzir fogo por fricção, não sendo líquido * Oxidante liberando oxigênio * pH <= 2 e pH >= 12,5 * Corroer aço a uma razão maior que 6,35 mm/ano * Instável reagindo violentamente com o ar. * Reagir violentamente com a água * Formar misturas explosivas com a água * Gerar gases, vapores, fumo. * Liberar gases a base de cianetos e sulfetos * Produzir reação expressiva ou detonante * Ser explosivo A) INFLAMABILIDADE B) CORROSIVIDADE C) REATIVIDADE PRODUTOS PERIGOSOS
  • 4. * DL 50 oral para ratos < 50 mg/Kg * CL 50 inalação para ratos < 2 mg/L * DL 50 dérmica para coelhos < 200 mg/Kg * Extrato lixiviado com parâmetros superiores à listagem 7 * Possuir um ou mais constituintes da listagem 4 * Restos de embalagens contaminadas com substâncias da listagem 5 * Resíduos de derramamentos constantes nas listagens 5 e 6. D) TOXICIDADE * Microorganismos ou toxinas capazes de produzir doenças E) PATOGENICIDADE PRODUTOS PERIGOSOS
  • 5.
    • O significado dos Números de Risco está indicado na Relação do Código Numérico.
    • Cada número está associado os respectivo risco.
    DEFINIÇÕES 5 = Efeito oxidante ( favorece incêndio),... 3 = Inflamabilidade de líquidos (vapores) e gases ou líquido sujeito a auto-aquecimento; 2 = Emissão de gás a pressão ou a reação química;
  • 6. DEFINIÇÕES
    • Os CÓDIGOS DE RISCO :
    • Indicam o tipo e a intensidade do risco,
    • São formados por dois ou três algarismos
    • (números de risco – 0 / 2 a 9/ X).
    • A importância do risco é registrada da esquerda para a direita.
    • A tabela , a seguir, mostra alguns exemplos dos significados dos códigos de risco
    Significado Código
  • 7. TABELA Substância corrosiva, inflamável 83 Gás radioativo 72 Substância tóxica ou nociva 60 Líquido muito inflamável 33 Significado Código
  • 8.
    • Os Rótulos de Risco têm a forma de um quadrado, apoiado sobre um de seus vértices, com dimensões mínimas de 100mm por 100mm, com uma linha da mesma cor do símbolo, a 5mm da borda e paralela a seu perímetro. Podem ser usados rótulos menores em embalagens que não comportem os rótulos estipulados, sempre que as exigências específicas permitirem o uso de embalagens com dimensões inferiores a 100mm de lado.
    DEFINIÇÕES
  • 9. SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO ONU
    • Classe 1        
    • Explosivos
    • Classe 2        
    • Gases Comprimidos, Liquefeitos,Dissolvidos sob Pressão ou Altamente Refrigerados
    • Classe 3        
    • Líquidos Inflamáveis
    • Classe 4        
    • Sólidos Inflamáveis;Substâncias Sujeitas à Combustão Espontânea.
  • 10. SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO ONU
    • Classe 5       
    • Substâncias Oxidantes;Peróxidos Orgânicos
    • Classe 6      
    • Substâncias Tóxicas; Substâncias Infectantes
    • Classe 7       
    • Substâncias Radioativas
    • Classe 8       
    • Corrosivos
    • Classe 9      
    • Substâncias Perigosas Diversas
  • 11. PAINÉIS DE SEGURANÇA
    • São placas retangulares
    • Dimensões:
    • 30 cm de altura x 40 cm de comprimento
    • De cor laranja;
    • São alocados os números de risco (no máximo,4 campos na cor preta) na parte superior e o número da ONU (Organização das Nações Unidas) na parte inferior com 4 algarismos na cor preta
  • 12. EXEMPLO DE PAINEL 1 X = reage perigosamente com água ; 33 = Líquido muito inflamável 8 = corrosivo ; 1242 = Número da ONU do METILDICLOROSSILANO
  • 13. EXEMPLO DE PAINEL 2 33 = Líquido muito inflamável 1203 = Número da ONU da GASOLINA 1170 = Número da ONU do ETANOL (ÁLCOOL ETÍLICO) ou soluções
  • 14. FISCALIZAÇÃO / CONTROLE
    • A fiscalização do transporte rodoviário de produtos perigosos, em todo o país, é feita pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO através dos órgãos integrantes da Rede Nacional de Metrologia Legal (IPEM – Instituto de Pesos e Medidas - Órgão Estadual) que atuam em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal na fiscalização do transporte dessas cargas.
  • 15. LEGISLAÇÃO 1
    • A legislação em vigor no Brasil para o transporte de cargas perigosas compreende a Lei 7.092, de 19 de abril de 1983, os Decretos n° 88.821, de 06 de outubro de 1983, e 96.044, de 18 de maio de 1988 . Ela é complementada pelas normas NBR 7.500, 7.504, 8.285 e 8.286, entre outras.
    • O decreto 1797, aprovado em 25 de janeiro de 1996, estabelece o Acordo de Alcance Parcial Para a Facilitação do Transporte Terrestre de Produtos Perigosos no bloco econômico Mercosul.
  • 16. LEGISLAÇÃO 2
    • ARTIGO 1° - REGULAMENTO PARA O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PRODUTOS PERIGOSOS
    • (Decreto 96.044,de 18 de maio de 1988)
    • Painel de Segurança:
    • Rótulos de Risco:
    • Ficha de Emergência:
    • KIT – TRANSPORTE:
      • Etiqueta de Identificação
      • Envelope de Segurança
      • Manual de Transporte
      • MTR – Manifesto de Transporte
      • Check List do Veículo
      • Nota Fiscal
  • 17. LEGISLAÇÃO 3
    • Para transportar cargas perigosas, o motorista tem que passar por um treinamento mínimo de 40 horas, em aulas ministradas pelo Serviço Nacional da Indústria (SENAI), Serviço Social do Transporte (SEST) e Serviço Nacional dos Transportes (SENAT).
    • O Órgão disciplinador é o Ministério dos Transportes, assessorado pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN). A Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes (GEIPOT) trata especificamente de produtos perigosos. Além desses, os outros órgãos que tem prerrogativas para legislar são o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO) e a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
  • 18. LEGISLAÇÃO 4
    • Resoluções 640/85 , 70/98-Revogada , 91/99 – Curso de Treinamento Específico para Condutores de Veículos Rodoviários Transportadores de Produtos Perigosos (CONTRAN - Conselho Nacional de Trânsito);
    • Decreto 96.044 (18/05/1988) – Regulamento para o Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos (Ministério dos Transportes);
    • Decreto 98.973 (21/02/1990) - Regulamento para o Transporte Ferroviário de Produtos Perigosos (Ministério dos Transportes);
    • Portaria 204/97 (20/05/1997) – Instruções Complementares aos Regulamentos dos Transportes Rodoviários e Ferroviários de Produtos Perigosos (Ministério dos Transportes);
  • 19. LEGISLAÇÃO 5
    • Lei Federal 9.605 de 12/02/1998 – Sanções Penais e Administrativas derivadas de Condutas e Atividades lesivas ao Meio Ambiente
    • Portaria 349 (10/06/2002) – Instruções para a Fiscalização do Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos (Ministério dos Transportes);
    • Portarias – INMETRO (números :1, 20, 17, 73, 110, 167, 199,137,172,221,275,276,277)
    • NBR 7500 (04/2001) = Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais;
    • NBR 7503 (04/2001) = Ficha de emergência para o transporte de produtos perigosos - Características e dimensões;
  • 20. LEGISLAÇÃO 6
    • NBR 7504 (04/2001) = Envelope para transporte de produtos perigosos - Características e dimensões
    • NBR 8285 (12/2000) = Preenchimento da ficha de emergência para o transporte de produtos perigosos
    • NBR 8286 (03/2000) = Emprego da sinalização nas unidades de transporte e de rótulos nas embalagens de produtos perigosos
    • NBR 9734 (03/2000) = Conjunto de equipamento de proteção individual para avaliação de emergência e fuga no transporte rodoviário de produtos perigosos
    • NBR 9735 (12/2000) = Conjunto de equipamentos para emergências no transporte rodoviário de produtos perigosos
    • Lei 11.368/93 e Decretos Municipais 36.957/97 e 37.391/98 (Município de São Paulo)
    • Portaria 15/98 – DSV (Departamento do Sistema Viário)
  • 21. ESTATÍSTICAS 1
    • De janeiro de 1978 até dezembro de 1999, foram atendidos 3.360 acidentes ambientais. Destes, 38% ocorreram no transporte rodoviário, o que corresponde a 1.280 casos.
    • As informações são do gerente da Divisão de Tecnologia de Riscos Ambientais da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), Ricardo Serpa
  • 22. ESTATÍSTICAS 2
    • Em 1998, cerca de 56.139 acidentes de todas as espécies ocorreram com veículos de carga nas rodovias federais, de acordo com o DNER (Departamento Nacional de Estradas de Rodagem).
    • O PRÓ-QUÍMICA , sistema de informações e comunicações da ABIQUIM, atendeu a 7655 chamados em 2002, sendo 168 emergenciais e 115 de incidentes diversos.
    • A Equipe do Setor de Operações de Emergência da CETESB atende, em média, a 600 acidentes por ano envolvendo produtos perigosos. Em média, os plantonistas recebem 450 reclamações por mês, sendo que pelo menos 10% são de atendimento emergencial
  • 23. EMERGÊNCIA – NORMAS GERAIS
    • 1. AO APROXIMAR-SE DO LOCAL DA EMERGÊNCIA ENVOLVENDO CARGA PERIGOSA:
    • 1.1 Procurar aproximar-se do incidente com as costas para o vento.
    • 1.2 Afastar os curiosos do local do incidente.
    • 1.3 Não entrar em contato direto com o produto derramado.
    • 1.4 Evitar inalar os vapores, gases e fumaça, mesmo que não haja envolvimento de produtos perigosos.
    • 2. SE CONSTATAR QUE HÁ PRODUTO PERIGOSO ENVOLVIDO NA EMERGÊNCIA:
    • 2.1 Fazer o isolamento da área.
    • 2.2 Identificar o produto
    • 3. É TAMBÉM IMPORTANTE SABER INTERPRETAR AS INFORMAÇÕES DE RISCO CONSTANTES NA PARTE SUPERIOR DO PAINEL DE SEGURANÇA
    • 4.COMUNICAR AS AUTORIDADES
    Vide MANUAL DA ABIQUIM e Ficha de Emergência
  • 24. Fontes de Consulta Referências Bibliográficas
    • INMETRO ( www. inmetro . gov . br ),
    • CETESB ( www.cetesb.sp. gov . br );
    • ABIQUIM ( www. abiquim . org . br ),
    • MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES ( www.transportes. gov . br );
    • REVISTA MEIO AMBIENTE INDUSTRIAL
    • ( www. meioambienteindustrial .com. br );
    • Fênix Ambiental Consultoria & Treinamento
    • www. fenix -ambiental.com. br / fenixamb@uol.com.br

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