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Enem 2011
 

Enem 2011

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    Enem 2011 Enem 2011 Document Transcript

    • EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO A COR DO SEU CADERNO DE QUESTÕES É AMARELA. MARQUE-A EM SEU CARTÃO-RESPOSTA 2º DIA CADERNO 5 AMARELO 2011PROVA DE REDAÇÃO E DE LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS PROVA DE MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES SEGUINTES1 Este CADERNO DE QUESTÕES contém a Proposta de Redação e 9 No CARTÃO-RESPOSTA, preencha todo o espaço 90 questões numeradas de 91 a 180, dispostas da seguinte maneira: compreendido no círculo correspondente à opção escolhida a. as questões de número 91 a 135 são relativas à área para a resposta. A marcação em mais de uma opção anula a de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; questão, mesmo que uma das respostas esteja correta. b. as questões de número 136 a 180 são relativas à 10 O tempo disponível para estas provas é de cinco horas e trinta área de Matemática e suas Tecnologias. minutos. ATENÇÃO: as questões de 91 a 95 são relativas à língua estrangeira. Você deverá responder apenas às questões 11 Reserve os 30 minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no CADERNO DE relativas à língua estrangeira (inglês ou espanhol) escolhida QUESTÕES não serão considerados na avaliação. no ato de sua inscrição. 12 Somente serão corrigidas as redações transcritas na FOLHA DE2 Confira se o seu CADERNO DE QUESTÕES contém a REDAÇÃO. quantidade de questões e se essas questões estão na ordem mencionada na instrução anterior. Caso o caderno esteja 13 Quando terminar as provas, acene para chamar o aplicador e incompleto, tenha qualquer defeito ou apresente entregue este CADERNO DE QUESTÕES e o CARTÃO- RESPOSTA/FOLHA DE REDAÇÃO. divergência, comunique ao aplicador da sala para que ele tome as providências cabíveis. 14 Você poderá deixar o local de prova somente após decorridas duas horas do início da aplicação e poderá levar seu CADERNO3 Verifique, no CARTÃO-RESPOSTA e na FOLHA DE REDAÇÃO, que DE QUESTÕES ao deixar em definitivo a sala de provas nos se encontra no verso do CARTÃO-RESPOSTA, se os seus dados últimos 30 minutos que antecedem o término da prova. estão registrados corretamente. Caso haja alguma divergência, 15 Você será excluído do exame no caso de: comunique-a imediatamente ao aplicador da sala. a) prestar, em qualquer documento, declaração falsa4 ATENÇÃO: após a conferência, escreva e assine seu nome nos ou inexata; espaços próprios do CARTÃO-RESPOSTA e da FOLHA DE b) agir com incorreção ou descortesia para com REDAÇÃO com caneta esferográfica de tinta preta. qualquer participante ou pessoa envolvida no5 ATENÇÃO: transcreva no espaço apropriado do seu CARTÃO- processo de aplicação das provas; RESPOSTA, com sua caligrafia usual, considerando as letras c) perturbar, de qualquer modo, a ordem no local de maiúsculas e minúsculas, a seguinte frase: aplicação das provas, incorrendo em comportamento indevido durante a realização do Exame; A alma de outrem é outro universo. d) se comunicar, durante as provas, com outro participante verbalmente, por escrito ou por qualquer outra forma;6 Marque no CARTÃO-RESPOSTA, no espaço apropriado, a e) utilizar qualquer tipo de equipamento eletrônico e opção correspondente à cor desta capa. ATENÇÃO: se você de comunicação durante a realização do Exame; assinalar mais de uma opção de cor ou deixar todos os campos f) utilizar ou tentar utilizar meio fraudulento, em em branco, sua prova não será corrigida. benefício próprio ou de terceiros, em qualquer7 Não dobre, não amasse nem rasure o CARTÃO-RESPOSTA, etapa do Exame; pois ele não poderá ser substituído. g) utilizar livros, notas ou impressos durante a realização do Exame;8 Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 opções h) se ausentar da sala de provas levando consigo o identificadas com as letras A, B, C, D e E. Apenas uma CADERNO DE QUESTÕES antes do prazo estabelecido responde corretamente à questão. e/ou o CARTÃO-RESPOSTA a qualquer tempo. *AMAR25DOM0*
    • *AMAR25dom1* PROPOSTA DE REDAÇÃOCom base na leitura dos textos motivadores seguintes e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação,redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema VIVER EM REDE NOSÉCULO XXI: OS LIMITES ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO, apresentando proposta de conscientização socialque respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatospara defesa de seu ponto de vista. /LEHUGDGH VHP ¿R A ONU acaba de declarar o acesso à rede um direito fundamental do ser humano – assim como saúde, moradiae educação. No mundo todo, pessoas começam a abrir seus sinais privados de ZL¿, organizações e governos semobilizam para expandir a rede para espaços públicos e regiões onde ela ainda não chega, com acesso livre e gratuito. ROSA, G.; SANTOS, P. Galileu. Nº 240, jul. 2011 (fragmento). $ LQWHUQHW WHP RXYLGRV H PHPyULD Uma pesquisa da consultoria Forrester Research revela que, nos Estados Unidos, a população já passoumais tempo conectada à internet do que em frente à televisão. Os hábitos estão mudando. No Brasil, as pessoasjá gastam cerca de 20% de seu tempo on-line em redes sociais. A grande maioria dos internautas (72%, deDFRUGR FRP R ,ERSH 0tGLD
    • SUHWHQGH FULDU DFHVVDU H PDQWHU XP SHU¿O HP UHGH ³)D] SDUWH GD SUySULD VRFLDOL]DomRdo indivíduo do século XXI estar numa rede social. Não estar equivale a não ter uma identidade ou um númerode telefone no passado”, acredita Alessandro Barbosa Lima, CEO da e.Life, empresa de monitoração e análisede mídias. $V UHGHV VRFLDLV VmR yWLPDV SDUD GLVVHPLQDU LGHLDV WRUQDU DOJXpP SRSXODU H WDPEpP DUUXLQDU UHSXWDo}HV 8PGRV PDLRUHV GHVD¿RV GRV XVXiULRV GH LQWHUQHW p VDEHU SRQGHUDU R TXH VH SXEOLFD QHOD (VSHFLDOLVWDV UHFRPHQGDPque não se deve publicar o que não se fala em público, pois a internet é um ambiente social e, ao contrário do quese pensa, a rede não acoberta anonimato, uma vez que mesmo quem se esconde atrás de um pseudônimo podeVHU UDVWUHDGR H LGHQWL¿FDGR $TXHOHV TXH SRU LPSXOVR VH exaltam e cometem gafes podem pagar caro. Disponível em: http://www.terra.com.br. Acesso em: 30 jun. 2011 (adaptado). DAHMER, A. Disponível em: http://malvados.wordpress.com. Acesso em: 30 jun. 2011.INSTRUÇÕES: ‡ 2 UDVFXQKR da redação deve ser feito no espaço apropriado. ‡ 2 WH[WR GH¿QLWLYR deve ser escrito à tinta, na IROKD SUySULD, em até 30 linhas. ‡ $ UHGDomR FRP DWp VHWH
    • OLQKDV HVFULWDV VHUi FRQVLGHUDGD ³LQVX¿FLHQWH´ H UHFHEHUi QRWD ]HUR ‡ $ UHGDomR TXH IXJLU DR WHPD RX TXH QmR DWHQGHU DR WLSR GLVVHUWDWLYRDUJXPHQWDWLYR receberá nota zero. ‡ $ UHGDomR TXH DSUHVHQWDU FySLD GRV WH[WRV GD 3URSRVWD GH 5HGDomR RX GR &DGHUQR GH 4XHVW}HV WHUi R número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 1
    • *AMAR25dom2*LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS Em relação às pesquisas, a utilização da expressão university graduates evidencia a intenção de informar queQuestões de 91 a 1354XHVW}HV GH  D  RSomR LQJOrV
    • A as doenças do coração atacam dez mil pacientes. B as doenças do coração ocorrem na faixa dosQUESTÃO 91 dezesseis anos. C as pesquisas sobre doenças são divulgadas no meio acadêmico. D jovens americanos são alertados dos riscos de doenças do coração. E maior nível de estudo reduz riscos de ataques do coração. QUESTÃO 93 +RZ¶V RXU PRRG" For an interesting attempt to measure cause and effect try Mappiness, a project run by the London School of Economics, which offers a phone app that prompts you to record your mood and situation. 7KH 0DSSLQHVV ZHEVLWH VDV ³:H¶UH SDUWLFXODUO LQWHUHVWHG LQ KRZ SHRSOH¶V KDSSLQHVV LV DIIHFWHG E WKHLU GLASBERGEN, R. 7RGD¶V FDUWRRQ. ORFDO HQYLURQPHQW DLU SROOXWLRQ QRLVH JUHHQ VSDFHV Disponível em: http://www.glasbergen.com. Acesso em: 23 jul. 2010. DQG VR RQ ZKLFK WKH GDWD IURP 0DSSLQHVV ZLOO EH absolutely great for investigating.”Na fase escolar, é prática comum que os professorespassem atividades extraclasse e marquem uma data :LOO LW ZRUN" :LWK HQRXJK SHRSOH LW PLJKW %XW WKHUH DUH RWKHU SUREOHPV :H¶YH EHHQ XVLQJ KDSSLQHVV DQGpara que as mesmas sejam entregues para correção. ZHOOEHLQJ LQWHUFKDQJHDEO ,V WKDW RN" 7KH GLIIHUHQFHNo caso da cena da charge, a professora ouve uma FRPHV RXW LQ D VHQWLPHQW OLNH ³:H ZHUH KDSSLHU GXULQJestudante apresentando argumentos para WKH ZDU´ %XW ZDV RXU ZHOOEHLQJ DOVR JUHDWHU WKHQ"A discutir sobre o conteúdo do seu trabalho já entregue. LVSRQtYHO HP KWWSZZZEEFFRXN $FHVVR HP  MXQ  DGDSWDGR
    • B HORJLDU R WHPD SURSRVWR SDUD R UHODWyULR VROLFLWDGRC VXJHULU WHPDV SDUD QRYDV SHVTXLVDV H UHODWyULRV O projeto Mappiness, idealizado pela London School ofD reclamar do curto prazo para entrega do trabalho. Economics, ocupa-se do tema relacionadoE FRQYHQFHU GH TXH IH] R UHODWyULR VROLFLWDGo. A ao nível de felicidade das pessoas em tempos de guerra.QUESTÃO 92 B j GL¿FXOGDGH GH PHGLU R QtYHO GH IHOLFLGDGH GDV *RLQJ WR XQLYHUVLW VHHPV WR UHGXFH WKH ULVN RI pessoas a partir de seu humor.dying from coronary heart disease. An American study C ao nível de felicidade das pessoas enquanto falamthat involved 10 000 patients from around the world has ao celular com seus familiares.found that people who leave school before the age of 16 D à relação entre o nível de felicidade das pessoas e oDUH ¿YH WLPHV PRUH OLNHO WR VXIIHU D KHDUW DWWDFN DQG GLH ambiente no qual se encontram.than university graduates. E j LQÀXrQFLD GDV LPDJHQV JUD¿WDGDV SHODV UXDV QR :RUOG 5HSRUW 1HZV 0DJD]LQH 6SHDN 8S. Ano XIV, nº 170. Editora Camelot, 2001. aumento do nível de felicidade das pessoas. LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 2
    • *AMAR25dom3*QUESTÃO 94 WarUntil the philosophy which holds one race superior :DU LQ WKH HDVW ZDU LQ WKH ZHVWAnd another inferior :DU XS QRUWK ZDU GRZQ VRXWK,V ¿QDOO DQG SHUPDQHQWO GLVFUHGLWHG DQG DEDQGRQHG :DU ZDU 5XPRUV RI ZDU(YHUZKHUH LV ZDU 0H VD ZDU $QG XQWLO WKDW GD WKH $IULFDQ FRQWLQHQW ZLOO QRW NQRZ SHDFH :H $IULFDQV ZLOO ¿JKW ZH ¿QG LW QHFHVVDUThat until there is no longer $QG ZH NQRZ ZH VKDOO ZLQFirst class and second class citizens of any nation, $V ZH DUH FRQ¿GHQW LQ WKH YLFWRU8QWLO WKH FRORU RI D PDQ¶V VNLQ […],V RI QR PRUH VLJQL¿FDQFH WKDQ WKH FRORU RI KLV HHV MARLEY, B. Disponível em: http://www.sing365.com. Acesso em: 30 jun. 2011 (fragmento).Me say war.[…]And until the ignoble and unhappy regimesthat hold our brothers in Angola, in Mozambique,South Africa, sub-human bondage have been toppled,8WWHUO GHVWURHG:HOO HYHUZKHUH LV ZDU 0H VD ZDUBob Marley foi um artista popular e atraiu muLWRV ImV FRP VXDV FDQo}HV &LHQWH GH VXD LQÀXrQFLD VRFLDO QD P~VLFDWar, o cantor se utiliza de sua arte para alertar sobreA a inércia do continente africano diante das injustiças sociais.B a persistência da guerra enquanto houver diferenças raciais e sociais.C as acentuadas diferenças culturais entre os países africanos.D DV GLVFUHSkQFLDV VRFLDLV HQWUH PRoDPELFDQRV H DQJRODQRV FRPR FDXVD GH FRQÀLWRVE a fragilidade das diferenças raciais e sociaiV FRPR MXVWL¿FDWLYDV SDUD R LQtFLo de uma guerra.QUESTÃO 95 LVSRQtYHO HP KWWSZZZJDU¿HOGFRP $FHVVR HP  MXO $ WLUD GH¿QLGD FRPR XP VHJPHQWR GH KLVWyULD HP TXDGULQKRV SRGH WUDQVPLWLU XPD mensagem com efeito de humor.$ SUHVHQoD GHVVH HIHLWR QR GLiORJR HQWUH -RQ H *DU¿HOG DFRQWHFH SRUTXHA -RQ SHQVD TXH VXD H[QDPRUDGD p PDOXFD H TXH *DU¿HOG QmR VDELD GLVVRB -RGHOO p D ~QLFD QDPRUDGD PDOXFD TXH -RQ WHYH H *DU¿HOG DFKD LVVR HVWUDQKRC *DU¿HOG WHP FHUWH]D GH TXH D H[QDPRUDGD GH -RQ p VHQVDWD R PDOXFR p R DPLJRD *DU¿HOG FRQKHFH DV H[QDPRUDGDV GH -RQ H FRQVLGHUD PDLV GH XPD FRPR PDOXFDE -RQ FDUDFWHUL]D D H[QDPRUDGD FRPR PDOXFD H QmR HQWHQGH D FDUD GH *DU¿HOGLC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 3
    • *AMAR25dom4*LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS O Comitê do Patrimônio Mundial reúne-se regularmenteQuestões de 91 a 135 para deliberar sobre ações que visem à conservação e4XHVW}HV GH  D  RSomR HVSDQKRO
    • à preservação do patrimônio mundial. Entre as tarefas atribuídas às delegações nacionais que participaramQUESTÃO 91 da 34ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, Los fallos de software en aparatos médicos, como destaca-se amarcapasos, van a ser una creciente amenaza para lasalud pública, según el informe de Software Freedom Law A participação em reuniões do Conselho InternacionalCenter (SFLC) que ha sido presentado hoy en Portland de Monumentos e Sítios.(EEUU), en la Open Source Convention (OSCON). B realização da cerimônia de recepção da Convenção /D SRQHQFLD ³0XHUWR SRU HO FyGLJR WUDQVSDUHQFLD do Patrimônio Mundial.de software en los dispositivos médicos implantables” C organização das análises feitas pelo Ministério daaborda el riesgo potencialmente mortal de los defectosinformáticos en los aparatos médicos implantados en las Cultura brasileiro.personas. D discussão sobre o estado de conservação dos bens já declarados patrimônios mundiais. Según SFLC, millones de personas con condicionesFUyQLFDV GHO FRUD]yQ HSLOHSVLD GLDEHWHV REHVLGDG H E HVWUXWXUDomR GD SUy[LPD UHXQLmR GR &RPLWr GRLQFOXVR OD GHSUHVLyQ GHSHQGHQ GH LPSODQWHV SHUR HO Patrimônio Mundial.software permanece oculto a los pacientes y sus médicos. QUESTÃO 93 La SFLC recuerda graves fallos informáticosocurridos en otros campos, como en elecciones, en la µHVPDFKXSL]DU¶ HO WXULVPRIDEULFDFLyQ GH FRFKHV HQ ODV OtQHDV DpUHDV FRPHUFLDOHVR HQ ORV PHUFDGRV ¿QDQcieros. Es ya un lugar común escuchar aquello de que Disponível em: http://www.elpais.com. Acesso em: 24 jul. 2010 (adaptado). hay que desmachupizar el turismo en Perú y buscar visitantes en las demás atracciones (y son muchas) queO título da palestra, citado no texto, antecipa o tema que WLHQH HO SDtV QDWXUDOHV DUTXHROyJLFDV SHUR OD FLXGDGHODserá tratado e mostra que o autor tem a intenção de inca tiene un imán innegable. La Cámara Nacional deA relatar novas experiências em tratamento de saúde.B alertar sobre os riscos mortais de determinados 7XULVPR FRQVLGHUD TXH 0DFKX 3LFFKX VLJQL¿FD HO  softwares de uso médico para o ser humano. de los ingresos por turismo en Perú, ya que cada turistaC denunciar falhas médicas na implantação de que tiene como primer destino la ciudadela inca visita softwares em seres humanos. entre tres y cinco lugares más (la ciudad de Cuzco, laD divulgar novos softwares presentes em aparelhos de Arequipa, las líneas de Nazca, el Lago Titicaca y la médicos lançados no mercado. VHOYD
    • GHMD HQ HO SDtV XQ SURPHGLR GH   GyODUHVE apresentar os defeitos mais comuns de softwares em aparelhos médicos. (unos 1 538 euros).QUESTÃO 92 Carlos Canales, presidente de &DQDWXU VHxDOy TXH la ciudadela tiene capacidad para recibir más visitantes %LHQYHQidR D %UDVtOLD que en la actualidad (un máximo de 3 000) con un sistema El Gobierno de Brasil, por medio del Ministerio de la SODQL¿FDGR GH KRUDULRV UXWDV SHUR QR TXLVR DYDQ]DU&XOWXUD GHO ,QVWLWXWR GHO 3DWULPRQLR +LVWyULFR $UWtVWLFR una cifra. Sin embargo, la Unesco ha advertido en variasNacional (IPHAN), da la bienvenida a los participantes ocasiones que el monumento se encuentra cercano alGH OD  6HVLyQ GHO &RPLWp GHO 3DWULPRQLR 0XQGLDOHQFXHQWUR UHDOL]DGR SRU OD 2UJDQL]DFLyQ GH ODV 1DFLRQHV SXQWR GH VDWXUDFLyQ HO *RELHUQR QR GHEH HPSUHQGHU8QLGDV SDUD OD (GXFDFLyQ OD &LHQFLD OD &XOWXUD QLQJXQD SROtWLFD GH FDSWDFLyQ GH QXHYRV YLVLWDQWHV DOJR(UNESCO). con lo que coincide el viceministro Roca Rey. 5HVSDOGDGR SRU OD &RQYHQFLyQ GHO 3DWULPRQLR Disponível em: http://www.elpais.com. Acesso em: 21 jun. 2011.0XQGLDO GH  HO &RPLWp UH~QH HQ VX  VHVLyQ PiVde 180 delegaciones nacionales para deliberar sobre las A reportagem do jornal espanhol mostra a preocupaçãoQXHYDV FDQGLGDWXUDV HO HVWDGR GH FRQVHUYDFLyQ GH diante de um problema no Peru, que pode ser resumidoriesgo de los bienes ya declarados Patrimonio Mundial, SHOR YRFiEXOR ³GHVPDFKXSL]DU´ UHIHULQGRVHcon base en los análisis del Consejo Internacional de A à escassez de turistas no país.Monumentos y Sitios (Icomos), del Centro InternacionalSDUD HO (VWXGLR GH OD 3UHVHUYDFLyQ OD 5HVWDXUDFLyQ GHO B ao difícil acesso ao lago Titicaca.3DWULPRQLR &XOWXUDO ,&&520
    • GH OD 8QLyQ ,QWHUQDFLRQDO C à destruição da arqueologia no país.SDUD OD &RQVHUYDFLyQ GH OD Naturaleza (IUCN). D ao excesso de turistas na terra dos incas. Disponível em: http://www.34whc.brasilia2010.org.br. Acesso em: 28 jul. 2010. E à falta de atrativos turísticos em Arequipa. LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 4
    • *AMAR25dom5*QUESTÃO 94 QUESTÃO 95 (O WDQJR (V SRVLEOH UHGXFLU OD EDVXUD Ya sea como danza, música, poesía o cabal En México se producen más de 10 millones de m3H[SUHVLyQ GH XQD ¿ORVRItD GH YLGD HO WDQJR SRVHH XQD de basura mensualmente, depositados en más de 50 millarga y valiosa trayectoria, jalonada de encuentros y tiraderos de basura legales y clandestinos, que afectandesencuentros, amores y odios, nacida desde lo más de manera directa nuestra calidad de vida, pues nuestroshondo de la historia argentina. recursos naturales son utilizados desproporcionalmente, El nuevo ambiente es el cabaret, su nuevo cultor como materias primas que luego desechamos y tiramosla clase media porteña, que ameniza sus momentos convirtiéndolos en materiales inútiles y focos deGH GLYHUVLyQ FRQ QXHYDV FRPSRVLFLRQHV VXVWLWXHQGR LQIHFFLyQel carácter malevo del tango primitivo por una nueva Todo aquello que compramos y consumimos tienepoesía más acorde con las concepciones estéticas XQD UHODFLyQ GLUHFWD FRQ OR TXH WLUDPRV &RQVXPLHQGRprovenientes de Londres y París. UDFLRQDOPHQWH HYLWDQGR HO GHUURFKH XVDQGR VyOR OR Ya en la década del ‘20 el tango se anima incluso indispensable, directamente colaboramos con el cuidadoa traspasar las fronteras del país, recalando en lujosos del ambiente.salones parisinos donde es aclamado por públicos Si la basura se compone de varios desperdiciosselectos que adhieren entusiastas a la sensualidaddel nuevo baile. Ya no es privativo de los bajos fondos y si como desperdicios no fueron basura, si losporteños; ahora se escucha y se baila en salones separamos adecuadamente, podremos controlarloselegantes, clubs y casas particulares. y evitar posteriores problemas. Reciclar se traduce en importantes ahorros de energía, ahorro de agua El tango revive con juveniles fuerzas en ajironadas potable, ahorro de materias primas, menor impacto enYHUVLRQHV GH JUXSRV URFNHURV SUHVHQWDFLRQHV HQ los ecosistemas y sus recursos naturales y ahorro deelegantes reductos de San Telmo, Barracas y La Boca y tiempo, dinero y esfuerzo.películas foráneas que lo divulgan por el mundo entero. Disponível em: http://www.elpolvorin.over-blog.es. Acesso em: 22 jun. 2011 (adaptado). Es necesario saber para empezar a actuar... Disponível em: http://www.tododecarton.com. Acesso em: 27 abr. 2010 (adaptado).Sabendo-se que a produção cultural de um paísSRGH LQÀXHQFLDU UHWUDWDU RX LQFOXVLYH VHU UHÀH[R GH $ SDUWLU GR TXH VH D¿UPD QR ~OWLPR SDUiJUDIR ³(VDFRQWHFLPHQWRV GH VXD KLVWyULD R WDQJR GHQWUR GR necesario saber para empezar a actuar...”, pode-se constatar que o texto foi escrito com a intenção deFRQWH[WR KLVWyULFR DUJHQWLQR p UHFRQKHFLGR SRU A informar o leitor a respeito da importância daA PDQWHUVH LQDOWHUDGR DR ORQJR GH VXD KLVWyULD QR reciclagem para a conservação do meio ambiente. país. B indicar os cuidados que se deve ter para não consumirB LQÀXHQFLDU RV VXE~UELRV VHP FKHJDU D RXWUDV alimentos que podem ser focos de infecção. regiões. C denunciar o quanto o consumismo é nocivo, pois é oC sobreviver e se difundir, ultrapassando as fronteiras gerador dos dejetos produzidos no México. do país. D ensinar como economizar tempo, dinheiro e esforçoD manifestar seu valor primitivo nas diferentes D SDUWLU GRV  PLO GHSyVLWRV GH OL[R OHJDOL]DGRV camadas sociais. E alertar a população mexicana para os perigosE LJQRUDU D LQÀXrQFLD GH SDtVHV HXURSHXV FRPR causados pelos consumidores de matéria-prima Inglaterra e França. reciclável.LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 5
    • *AMAR25dom6*QUESTÃO 96 Na modernidade, o corpo foi descoberto, despido e modelado pelos exercícios físicos da moda. Novos espaçose práticas esportivas e de ginástica passaram a convocar as pessoas a modelarem seus corpos. Multiplicaram-seas academias de ginástica, as salas de musculação e o número de pessoas correndo pelas ruas. SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. &DGHUQR GR SURIHVVRU: educação física. São Paulo, 2008.Diante do exposto, é possível perceber que houve um aumento da procura porA exercícios físicos aquáticos (natação/hidroginástica), que são exercícios de baixo impacto, evitando o atrito (não prejudicando as articulações), e que previnem o envelhecimento precoce e melhoram a qualidade de vida.B mecanismos que permitem combinar alimentação e exercício físico, que permitem a aquisição e manutenção de níveis adequados de saúde, sem a preocupação com padrões de beleza instituídos socialmente.C SURJUDPDV VDXGiYHLV GH HPDJUHFLPHQWR TXH HYLWDP RV SUHMXt]RV FDXVDGRV QD UHJXODomR PHWDEyOLFD IXQomR LPXQROyJLFD LQWHJULGDGH yVVHD H PDQXWHQomR GD FDSDFLGDGH IXQFLRQDO DR ORQJR GR HQYHOKHFLPHQWRD exercícios de relaxamento, reeducação postural e alongamentos, que permitem um melhor funcionamento do organismo como um todo, bem como uma dieta alimentar e hábitos saudáveis com base em produtos naturais.E dietas que preconizam a ingestão excessiva ou restrita de um ou mais macronutrientes (carboidratos, gorduras ou proteínas), bem como exercícios que permitem um aumento de massa muscular e/ou modelar o corpo.QUESTÃO 97 COSTA, C. 6XSHULQWHUHVVDQWH. Fev. 2011 (adaptado).Os amigos são um dos principais indicadores de bem-estar na vida social das pessoas. Da mesma forma que emRXWUDV iUHDV D LQWHUQHW WDPEpP LQRYRX DV PDQHLUDV GH YLYHQFLDU D DPL]DGH D OHLWXUD GR LQIRJUi¿FR GHSUHHQGHPVHGRLV WLSRV GH DPL]DGH YLUWXDO D VLPpWULFD H D DVVLPpWULFD DPEDV FRP VHXV SUyV H FRQWUDV (QTXDQWR D SULPHLUD VHbaseia na relação de reciprocidade, a segundaA reduz o número de amigos virtuais, ao limitar o acesso à rede.B SDUWH GR DQRQLPDWR REULJDWyULR SDUD VH GLIXQGLUC UHIRUoD D FRQ¿JXUDomR GH ODoRV PDLV SURIXQGRV GH DPL]DGHD facilita a interação entre pessoas em virtude de interesses comuns.E tem a responsabilidade de promover a proximidade física. LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 6
    • *AMAR25dom7*QUESTÃO 98 $R UHÀHWLU VREUH a possível extinção do livro impresso e o surgimento de outros suportes em via eletrônica, o 4XHP p Sobre, pouco se apega, é um giro-o-giro no cronista manifesta seu ponto de vista, defendendo quevago dos gerais, que nem os pássaros de rios e lagoas. O A o cordel é um dos gêneros textuais, por exemplo,senhor vê: o Zé-Zim, o melhor meeiro meu aqui, risonho que será extinto com o avanço da tecnologia.H KDELOLGRVR 3HUJXQWR =p=LP SRU TXH p TXH YRFr B o livro impresso permanecerá como objeto culturalQmR FULD JDOLQKDVG¶DQJROD FRPR WRGR R PXQGR ID]" veiculador de impressões e de valores culturais.4XHUR FULDU QDGD QmR PH GHX UHVSRVWD (X JRVWR C R VXUJLPHQWR GD PtGLD HOHWU{QLFD GHFUHWRX R ¿P GRmuito de mudar... [...] Belo um dia, ele tora. Ninguém prazer de se ler textos em livros e suportes impressos.discrepa. Eu, tantas, mesmo digo. Eu dou proteção. D os textos continuarão vivos e passíveis de[...] Essa não faltou também à minha mãe, quando eu reprodução em novas tecnologias, mesmo que osera menino, no sertãozinho de minha terra. [...] Gente livros desapareçam. E os livros impressos desaparecerão e, com eles,melhor do lugar eram todos dessa família Guedes, a possibilidade de se ler obras literárias dos maisJidião Guedes; quando saíram de lá, nos trouxeram diversos gêneros.MXQWR PLQKD PmH H HX )LFDPRV H[LVWLQGR HP WHUULWyULRbaixio da Sirga, da outra banda, ali onde o de-Janeiro vai QUESTÃO 100no São Francisco, o senhor sabe. TEXTO I ROSA, J. G. *UDQGH 6HUWmR: Veredas. Rio de Janeiro: José Olympio (fragmento). 2QGH HVWi D KRQHVWLGDGH"Na passagem citada, Riobaldo expõe uma situação Você tem palacete reluzentedecorrente de uma desigualdade social típica das áreas Tem joias e criados à vontaderurais brasileiras marcadas pela concentração de terras Sem ter nenhuma herança ou parentee pela relação de dependência entre agregados e 6y DQGD GH DXWRPyYHO QD FLGDGHfazendeiros. No texto, destaca-se essa relação porque E o povo pergunta com maldade:o personagem-narrador 2QGH HVWi D KRQHVWLGDGH"A UHODWD D VHX LQWHUORFXWRU D KLVWyULD GH =p=LP 2QGH HVWi D KRQHVWLGDGH" demonstrando sua pouca disposição em ajudar seus O seu dinheiro nasce de repente agregados, uma vez que superou essa condição E embora não se saiba se é verdade graças à sua força de trabalho. Você acha nas ruas diariamenteB descreve o processo de transformação de um meeiro Anéis, dinheiro e felicidade... — espécie de agregado — em proprietário de terra. Vassoura dos salões da sociedadeC denuncia a falta de compromisso e a desocupação 4XH YDUUH R TXH HQFRQWUDU HP VXD IUHQWH dos moradores, que pouco se envolvem no trabalho Promove festivais de caridade da terra. Em nome de qualquer defunto ausente...D mostra como a condição material da vida do ROSA, N. Disponível em: http://www.mpbnet.com.br. Acesso em: abr. 2010. VHUWDQHMR p GL¿FXOWDGD SHOD VXD GXSOD FRQGLomR GH TEXTO II homem livre e, ao mesmo tempo, dependente. Um vulto da histyULD GD P~VLFD SRSXODU EUDVLOHLUDE mantém o distanciamento narrativo condizente com reconhecido nacionalmente, é Noel Rosa. Ele nasceu sua posição social, de proprietário de terras. HP  QR 5LR GH -DQHLUR SRUWDQWR VH HVWLYHVVH YLYRQUESTÃO 99 estaria completando 100 anos. Mas faleceu aos 26 anos de idade, vítima de tuberculose, deixando um acervo de $ GLVFXVVmR VREUH ³R ¿P GR OLYUR GH SDSHO´ FRP D grande valor para o patrimônio cultural brasileiro. Muitaschegada da mídia eletrônica me lembra a discussão de suas letras representam a sociedade contemporânea,idêntica sobre a obsolescência do folheto de cordel. Os como se tivessem sido escritas no século XXI.folhetos talvez não existam mais daqui a 100 ou 200 Disponível em: http://www.mpbnet.com.br. Acesso em: abr. 2010.anos, mas, mesmo que isso aconteça, os poemas de Um texto pertencente ao patrimônio literário-culturalLeandro Gomes de Barros ou Manuel Camilo dos Santos brasileiro é atualizável, na medida em que ele secontinuarão sendo publicados e lidos — em CD-ROM, refere a valores e situações de um povo. A atualidadeHP OLYUR HOHWU{QLFR HP ³FKLSV TXkQWLFRV´ VHL Oi R TXr 2 da canção Onde está a honestidade?, de Noel Rosa,texto é uma espécie de alma imortal, capaz de reencarnar evidencia-se por meioem corpos variados: página impressa, livro em Braille, A da ironia, ao se referir ao enriquecimento de origemIROKHWR ³coffee-table book´ FySLD PDQXVFULWD DUTXLYR duvidosa de alguns.3) 4XDOTXHU WH[WR SRGH VH UHHQFDUQDU QHVVHV H B da crítica aos ricos que possuem joias, mas não têmem outros) formatos, não importa se é Moby Dick ou herança.Viagem a São Saruê, se é Macbeth ou O livro de piadas C da maldade do povo a perguntar sobre a honestidade.de Casseta & Planeta. D do privilégio de alguns em clamar pela honestidade. TAVARES, B. Disponível em: http://jornaldaparaiba.globo.com. E da insistência eP SURPRYHU HYHQWRV EHQH¿FHQWHVLC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 7
    • *AMAR25dom8*QUESTÃO 101 QUESTÃO 102 TEXTO IO meu nome é Severino,não tenho outro de pia.Como há muitos Severinos,que é santo de romaria,deram então de me chamarSeverino de Maria;como há muitos Severinoscom mães chamadas Maria, Disponível em: www.ccsp.com.br. Acesso em: 26 jul. 2010 (adaptado).¿TXHL VHQGR R GD 0DULD O anúncio publicitário está intimamente ligado ao ideárioGR ¿QDGR =DFDULDV de consumo quando sua função é vender um produto.mas isso ainda diz pouco: No texto apresentado, utilizam-se elementos linguísticoshá muitos na freguesia, H H[WUDOLQJXtVWLFRV SDUD GLYXOJDU D DWUDomR ³1RLWHV GRpor causa de um coronel Terror”, de um parque de diversões. O entendimento daque se chamou Zacarias propaganda requer do leitore que foi o mais antigo A D LGHQWL¿FDomR FRP R S~EOLFRDOYR D TXH VH GHVWLQDsenhor desta sesmaria. o anúncio.Como então dizer quem fala B a avaliação da imagem como uma sátira às atraçõesora a Vossas SenhorLDV" de terror. C a atenção para a imagem da parte do corpo humano MELO NETO, J. C. 2EUD FRPSOHWD 5LR GH -DQHLUR $JXLODU  IUDJPHQWR
    •  selecionada aleatoriamente. TEXTO II D o reconhecimento do intertexto entre a publicidade e um dito popular. João Cabral, que já emprestara sua voz ao rio, E D SHUFHSomR GR VHQWLGR OLWHUDO GD H[SUHVVmR ³QRLWHVtransfere-a, aqui, ao retirante Severino, que, como do terror”, equivalente à expUHVVmR ³QRLWHV de terror”.o Capibaribe, também segue no caminho do Recife.A autoapresentação do personagem, na fala inicialdo texto, nos mostra um Severino que, quanto maisVH GH¿QH PHQRV VH LQGLYLGXDOL]D SRLV VHXV WUDoRVELRJUi¿FRV VmR VHPSUH SDUWLOKDGRV SRU RXWURV KRPHQV SECCHIN, A. C. -RmR &DEUDO: a poesia do menos. 5LR GH -DQHLUR 7RSERRNV  IUDJPHQWR
    • Com base no trecho de Morte e Vida Severina (Texto I)e na análise crítica (Texto II), observa-se que a relaçãoentre o texto poético e o contexto social a que ele fazreferência aponta para um problema social expressoOLWHUDULDPHQWH SHOD SHUJXQWD ³&RPR HQWmR GL]HU TXHPIDOD  RUD D 9RVVDV 6HQKRULDV"´ $ UHVSRVWD j SHUJXQWDexpressa no poema é dada por meio daA GHVFULomR PLQXFLRVD GRV WUDoRV ELRJUi¿FRV GR personagem-narrador.B FRQVWUXomR GD ¿JXUD GR UHWLUDQWH QRUGHVWLQR FRPR um homem resignado com a sua situação.C UHSUHVHQWDomR QD ¿JXUD GR SHUVRQDJHPQDUUDGRU de outros Severinos que compartilham sua condição.D apresentação do personagem-narrador como uma SURMHomR GR SUySULR SRHWD HP VXD FULVH H[LVWHQFLDOE descrição de Severino, que, apesar de humilde, orgulha-se de ser descendente do coronel Zacarias. LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 8
    • *AMAR25dom9*QUESTÃO 103 Utilizadas desde a Antiguidade, as colunas, elementos O hipertexto refere-se à escritura eletrônica não YHUWLFDLV GH VXVWHQWDomR IRUDP VRIUHQGR PRGL¿FDo}HVsequencial e não linear, que se bifurca e permite ao leitor o e incorporando novos materiais com ampliação deacesso a um número praticamente ilimitado de outros textos a possibilidades. Ainda que as clássicas colunas gregaspartir de escolhas locais e sucessivas, em tempo real. Assim, sejam retomadas, notáveis inovações são percebidas,R OHLWRU WHP FRQGLo}HV GH GH¿QLU LQWHUDWLYDPHQWH R ÀX[R GH VXD por exemplo, nas obras de Oscar Niemeyer, arquitetoleitura a partir de assuntos tratados no texto sem se prender EUDVLOHLUR QDVFLGR QR 5LR GH -DQHLUR HP  1RD XPD VHTXrQFLD ¿[D RX D WySLFRV HVWDEHOHFLGRV SRU XP desenho de Niemeyer, das colunas do Palácio daautor. Trata-se de uma forma de estruturação textual que fazGR OHLWRU VLPXOWDQHDPHQWH FRDXWRU GR WH[WR ¿QDO 2 KLSHUWH[WR Alvorada, observa-sese caracteriza, pois, como um processo de escritura/leitura A a presença de um capitel muito simples, reforçandoeletrônica multilinearizado, multisequencial e indeterminado, a sustentação.realizado em um novo espaço de escrita. Assim, ao permitir B o traçado simples de amplas linhas curvas opostas,vários níveis de tratamento de um tema, o hipertexto resultando em formas marcantes.oferece a possibilidade de múltiplos graus de profundidade C a disposição simétrica das curvas, conferindoVLPXOWDQHDPHQWH Mi TXH QmR WHP VHTXrQFLD GH¿QLGD PDV saliência e distorção à base.liga textos não necessariamente correlacionados. 0$5&86&+, / $ LVSRQtYHO HP KWWSZZZSXFVSEU $FHVVR HP  MXQ  D D RSRVLomR GH FXUYDV HP FRQFUHWR FRQ¿JXUDQGRO computador mudou nossa maneira de ler e escrever, e certo peso e rebuscamento.o hipertexto pode ser considerado como um novo espaço E o excesso de linhas curvas, levando a um exageroGH HVFULWD H OHLWXUD H¿QLGR FRPR XP FRQMXQWR GH EORFRV na ornamentação.autônomos de texto, apresentado em meio eletrônico QUESTÃO 105computadorizado e no qual há remissões associandoentre si diversos elementos, o hipertexto &RQFHLWRV H LPSRUWkQFLD GDV OXWDVA é uma estratégia que, ao possibilitar caminhos Antes de se tornarem esporte, as lutas ou as artes totalmente abertos, desfavorece o leitor, ao confundir os conceitos cristalizados tradicionalmente. marciais tiveram duas conotações principais: eramB p XPD IRUPD DUWL¿FLDO GH SURGXomR GD HVFULWD praticadas com o objetivo guerreiro ou tinham um apelo que, ao desviar o foco da leitura, pode ter como ¿ORVy¿FR FRPR FRQFHSomR GH YLGD EDVWDQWH VLJQL¿FDWLYR consequência o menosprezo pela escrita tradicional.C exige do leitor um maior grau de conhecimentos Atualmente, nos deparamos com a grande expansão prévios, por isso deve ser evitado pelos estudantes das artes marciais em nível mundial. As raízes orientais nas suas pesquisas escolares. foram se disseminando, ora pela necessidade de lutaD facilita a pesquisa, pois proporciona uma informação SHOD VREUHYLYrQFLD RX SDUD D ³GHIHVD SHVVRDO´ RUD SHOD HVSHFt¿FD VHJXUD H YHUGDGHLUD HP TXDOTXHU site de SRVVLELOLGDGH GH WHU DV DUWHV PDUFLDLV FRPR SUySULD busca ou blog oferecidos na internet.E SRVVLELOLWD DR OHLWRU HVFROKHU VHX SUySULR SHUFXUVR ¿ORVR¿D GH YLGD de leitura, sem seguir sequência predeterminada, CARREIRO, E. A. (GXFDomR )tVLFD QD HVFROD: ,PSOLFDo}HV SDUD D SUiWLFD SHGDJyJLFD Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008 (fragmento). constituindo-se em atividade mais coletiva e colaborativa. Um dos problemas da violência que está presenteQUESTÃO 104 principalmente nos grandes centros urbanos são as brigas e os enfrentamentos de torcidas organizadas, além da formação de gangues, que se apropriam de gestos das lutas, resultando, muitas vezes, em fatalidades. Portanto, o verdadeiro objetivo da aprendizagem desses PRYLPHQWRV IRL PDO FRPSUHHQGLGR D¿QDO DV OXWDV A se tornaram um esporte, mas eram praticadas com R REMHWLYR JXHUUHLUR D ¿P GH JDUDQWLU D VREUHYLYrQFLD B apresentam a possibilidade de desenvolver o autocontrole, o respeito ao outro e a formação do caráter. C SRVVXHP FRPR REMHWLYR SULQFLSDO D ³GHIHVD SHVVRDO´ por meio de golpes agressivos sobre o adversário. D VRIUHUDP WUDQVIRUPDo}HV HP VHXV SULQFtSLRV ¿ORVy¿FRV em razão de sua disseminação pelo mundo. E se disseminaram pela necessidade de luta pela %UDVtOLD  DQRV. Veja 1ž   QRY  sobrevivência ou coPR ¿ORVR¿D SHVVRDO GH YLGD/&  ž GLD _ &DGHUQR   $0$5(/2  3iJLQD 
    • *AMAR25dom10*QUESTÃO 106 As canções de Noel Rosa, compositor brasileiro de Vila Isabel, apesar de revelarem uma aguçada preocupação O tema da velhice foi objeto de estudo de brilhantes do artista com seu tempo e com as mudanças político-¿OyVRIRV DR ORQJR GRV WHPSRV 8P GRV PHOKRUHV OLYURV FXOWXUDLV QR %UDVLO QR LQtFLR GRV DQRV  DLQGDsobre o assunto foi escrito pelo pensador e orador são modernas. Nesse fragmento do samba Não temromano Cícero: A Arte do Envelhecimento. Cícero nota, tradução, por meio do recurso da metalinguagem, oprimeiramente, que todas as idades têm seus encantos poeta propõeH VXDV GL¿FXOGDGHV ( GHSRLV DSRQWD SDUD XP SDUDGR[R A incorporar novos costumes de origem francesa eda humanidade. Todos sonhamos ter uma vida longa, americana, juntamente com vocábulos estrangeiros.R TXH VLJQL¿FD YLYHU PXLWRV DQRV 4XDQGR UHDOL]DPRV B respeitar e preservar o português padrão comoa meta, em vez de celebrar o feito, nos atiramos a um forma de fortalecimento do idioma do Brasil.estado de melancolia e amargura. Ler as palavras de C valorizar a fala popular brasileira como patrimônioCícero sobre envelhecimento pode ajudar a aceitar linguístico e forma legítima de identidade nacional.melhor a passagem do tempo. D mudar os valores sociais vigentes à época, com o NOGUEIRA, P. Saúde & Bem-Estar Antienvelhecimento. eSRFD. 28 abr. 2008. advento do novo e quente ritmo da música popular brasileira.O autor discute problemas relacionados ao E ironizar a malandragem carioca, aculturada pelaenvelhecimento, apresentando argumentos que levam a invasão de valores étnicos de sociedades maisinferir que seu objetivo é desenvolvidas.A esclarecer que a velhice é inevitável. QUESTÃO 108B contar fatos sobre a arte de envelhecer.C defender a ideia de que a velhice é desagradável. A dança é um importante componente cultural daD LQÀXHQFLDU R OHLWRU SDUD TXH OXWH FRQWUD R humanidade. O folclore brasileiro é rico em danças que envelhecimento. representam as tradições e a cultura de várias regiõesE mostrar às pessoas que é possível aceitar, sem do país. Estão ligadas aos aspectos religiosos, festas, angústia, o envelhecimento. OHQGDV IDWRV KLVWyULFRV DFRQWHFLPHQWRV GR FRWLGLDQR H brincadeiras e caracterizam-se pelas músicas animadasQUESTÃO 107 FRP OHWUDV VLPSOHV H SRSXODUHV
    •  ¿JXULQRV H FHQiULRV 1mR WHP WUDGXomR representativos. SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. 3URSRVWD &XUULFXODU GR (VWDGR GH 6mR 3DXOR: (GXFDomR )tVLFD 6mR 3DXOR  DGDSWDGR
    • [...] A dança, como manifestação e representação da cultura/i QR PRUUR VH HX ¿]HU XPD IDOVHWD UtWPLFD HQYROYH D H[SUHVVmR FRUSRUDO SUySULD GH XPA Risoleta desiste logo do francês e do inglês SRYR &RQVLGHUDQGRD FRPR HOHPHQWR IROFOyULFR DA gíria que o nosso morro criou dança revelaBem cedo a cidade aceitou e usou A PDQLIHVWDo}HV DIHWLYDV KLVWyULFDV LGHROyJLFDV LQWHOHFWXDLV H HVSLULWXDLV GH XP SRYR UHÀHWLQGR VHX[...] modo de expressar-se no mundo.Essa gente hoje em dia que tem mania de exibição B aspectos eminentemente afetivos, espirituais e deNão entende que o samba não tem tradução no idioma entretenimento de um povo, desconsiderando fatosfrancês KLVWyULFRVTudo aquilo que o malandro pronuncia C DFRQWHFLPHQWRV GR FRWLGLDQR VRE LQÀXrQFLD PLWROyJLFD H UHOLJLRVD GH FDGD UHJLmR VREUHSRQGRCom voz macia é brasileiro, já passou de português aspectos políticos.Amor lá no morro é amor pra chuchu D tradições culturais de cada região, cujasAs rimas do samba não são I love you PDQLIHVWDo}HV UtWPLFDV VmR FODVVL¿FDGDV HP XP ranking das mais originais.( HVVH QHJyFLR GH alô, alô boy e alô Johnny E OHQGDV TXH VH VXVWHQWDP HP LQYHUGDGHV KLVWyULFDV6y SRGH VHU FRQYHUVD GH WHOHIRQH uma vez que são inventadas, e servem apenas para ROSA, N. In: SOBRAL, João J. V. A tradução dos bambas. 5HYLVWD /tQJXD 3RUWXJXHVD. Ano 4, nº 54. São Paulo: Segmento, abr. 2010 (fragmento). a vivência lúdica de um povo. LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 10
    • *AMAR25dom11*QUESTÃO 109 2 JUD¿WH FRQWHPSRUâneo, considerado em alguns Cultivar um estilo de vida saudável é extremamente momentos como uma arte marginal, tem sidoimportante para diminuir o risco de infarto, mas também comparado às pinturas murais de várias épocas eGH SUREOHPDV FRPR PRUWH V~ELWD H GHUUDPH 6LJQL¿FD jV HVFULWDV SUpKLVWyULFDV 2EVHUYDQGR DV LPDJHQVque manter uma alimentação saudável e praticar apresentadas, é possível reconhecer elementos comunsDWLYLGDGH ItVLFD UHJXODUPHQWH Mi UHGX] SRU VL Vy DV entre os tipos de pinturas murais, tais comochances de desenvolver vários problemas. Além disso, éimportante para o controle da pressão arterial, dos níveis A a preferência por tintas naturais, em razão de seude colesterol e de glicose no sangue. Também ajuda efeito estético.a diminuir o estresse e aumentar a capacidade física, B a inovação na técnica de pintura, rompendo comfatores que, somados, reduzem as chances de infarto. modelos estabelecidos.Exercitar-se, nesses casos, com acompanhamentomédico e moderação, é altamente recomendável. C o registro do pensamento e das crenças das ATALIA, M. Nossa vida. eSRFD  PDU  sociedades em várias épocas. D a repetição dos temas e a restrição de uso pelasAs ideias veiculadas no texto se organizam estabelecendorelações que atuam na construção do sentido. A esse classes dominantes.UHVSHLWR LGHQWL¿FDVH QR IUDJPHQWR TXH E o uso exclusivista da arte para atender aos interessesA D H[SUHVVmR ³$OpP GLVVR´ PDUFD XPD VHTXHQFLDomR da elite. de ideias.B R FRQHFWLYR ³PDV WDPEpP´ LQLFLD RUDomR TXH H[SULPH QUESTÃO 111 ideia de contraste.C R WHUPR ³FRPR´ HP ³FRPR PRUWH V~ELWD H GHUUDPH´ introduz uma generalização.D R WHUPR ³7DPEpP´ H[SULPH XPD MXVWL¿FDWLYDE R WHUPR ³IDWRUHV´ UHWRPD FRHVLYDPHQWH ³QtYHLV GH colesterol e de glicose no sangue”.QUESTÃO 110 TEXTO I LEIRNER, N. Tronco com cadeira (deWDOKH
    •   Disponível em: http://www.itaucultural.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010. Nessa estranha dignidade e nesse abandono, o objeto Toca do Salitre - Piauí Disponível em: http://www.fumdham.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010. IRL H[DOWDGR GH PDQHLUD LOLPLWDGD H JDQKRX XP VLJQL¿FDGR TXH VH SRGH FRQVLGHUDU PiJLFR Dt VXD ³YLGD LQTXLHWDQWH TEXTO II e absurda”. Tornou-se ídolo e, ao mesmo tempo, objeto de zombaria. Sua realidade intrínseca foi anulada. JAFFÉ, A. O simbolismo nas artes plásticas. In: JUNG, C.G. (org.). 2 KRPHP H RV VHXV VtPERORV. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008. A relação observada entre a imagem e o texto apresentados permite o entendimento da intenção de um artista contemporâneo. Neste caso, a obra apresenta características A IXQFLRQDLV H GH VR¿VWLFDomR GHFRUDWLYD B futuristas e do abstrato geométrico. C construtivistas e de estruturas modulares. D abstracionistas e de releitura do objeto. Arte Urbana. Foto: Diego Singh Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br. Acesso em: 27 jul. 2010. E ¿JXUDWLYDV H GH UHSUHVHQWDomR GR FRWLGLDQRLC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 11
    • *AMAR25dom12*QUESTÃO 112 A o desejo do eu lírico de resgatar a movimentação 1R FDSULFKR dos centros urbanos, o que revela sua nostalgia com relação à cidade. O Adãozinho, meu cumpade, enquanto esperava B a percepção do caráter efêmero da vida, possibilitadapelo delegado, olhava para um quadro, a pintura de pela observação da aparente inércia da vida rural.uma senhora. Ao entrar a autoridade e percebendo queR FDE{FR DGPLUDYD WDO ¿JXUD SHUJXQWRX ³4XH WDO" *RVWD C D RSomR GR HX OtULFR SHOR HVSDoR EXFyOLFR FRPRGHVVH TXDGUR"´ possibilidade de meditação sobre a sua juventude. D a visão negativa da passagem do tempo, visto que E o Adãozinho, com toda a sinceridade que Deus dá esta gera insegurança.DR FDE{FR GD URoD ³0DV SHOR DPRU GH HXV KHLQ GRW{4XH PXLp IHLD 3DUHFH ¿RWH GH FUXLVFUHGR SDUHQWH GR E D SURIXQGD VHQVDomR GH PHGR JHUDGD SHOD UHÀH[mRdeus-me-livre, mais horríver que briga de cego no escuro.” acerca da morte. Ao que o delegado não teve como deixar de QUESTÃO 114FRQIHVVDU XP SRXFR VHFDPHQWH ³e D PLQKD PmH´ (R FDE{FR HP FLPD GD EXFKD QmR SHUGH D OLQKD ³0DLVdotô, inté que é uma feiura caprichada.” BOLDRIN, R. $OPDQDTXH %UDVLO GH &XOWXUD 3RSXODU. São Paulo: Andreato Comunicação e Cultura, nº 62, 2004 (adaptado).Por suas características formais, por sua função e uso,o texto pertence ao gêneroA anedota, pelo enredo e humor característicos.B crônica, pela abordagem literária de fatos do cotidiano.C depoimento, pela apresentação de experiências pessoais.D relato, pela descrição minuciosa de fatos verídicos.E reportagem, pelo registro impessoal de situações reais.QUESTÃO 113 PICASSO, P. Guernica ÏOHR VREUH WHOD  ; FP 0XVHX 5HLQD 6R¿D (VSDQKD  LVSRQtYHO HP KWWSZZZIGGUHLV¿OHVZRUGSUHVVFRP $FHVVR HP  MXO  Estrada O pintor espanhol Pablo PicDVVR 
    •  XP GRVEsta estrada onde moro, entre duas voltas do caminho, mais valorizados no mundo artístico, tanto em termosInteressa mais que uma avenida urbana. ¿QDQFHLURV TXDQWR KLVWyULFRV FULRX D REUD GuernicaNas cidades todas as pessoas se parecem. em protesto ao ataque aéreo à pequena cidade bascaTodo mundo é igual. Todo mundo é toda a gente. de mesmo nome. A obra, feita para integrar o SalãoAqui, não: sente-se bem que cada um traz a sua alma. Internacional de Artes Plásticas de Paris, percorreu toda a Europa, chegando aos EUA e instalando-se no MoMA,Cada criatura é única. GH RQGH VDLULD DSHQDV HP  (VVD REUD FXELVWDAté os cães. apresenta elementos plástLFRV LGHQWL¿FDGRV SHOR(VWHV FmHV GD URoD SDUHFHP KRPHQV GH QHJyFLRV A SDLQHO LGHRJUi¿FR PRQRFURPiWLFR TXH HQIRFD YiULDVAndam sempre preocupados. dimensões de um evento, renunciando à realidade,( TXDQWD JHQWH YHP H YDL colocando-se em plano frontal ao espectador.E tudo tem aquele caráter impressivo que faz meditar: B KRUURU GD JXHUUD GH IRUPD IRWRJUi¿FD FRP R XVREnterro a pé ou a carrocinha de leite puxada por um da perspectiva clássica, envolvendo o espectadorbodezinho manhoso. nesse exemplo brutal de crueldade do ser humano.Nem falta o murmúrio da água, para sugerir, pela voz C uso das formas geométricas no mesmo plano, semdos símbolos, emoção e expressão, despreocupado com o volume,4XH D YLGD SDVVD TXH D YLGD SDVVD D SHUVSHFWLYD H D VHQVDomR HVFXOWyULFDE que a mocidade vai acabar. D esfacelamento dos objetos abordados na mesma BANDEIRA, M. 2 ULWPR GLVVROXWR 5LR GH -DQHLUR $JXLODU  narrativa, minimizando a dor humana a serviço daA lírica de Manuel Bandeira é pautada na apreensão objetividade, observada pelo uso do claro-escuro.GH VLJQL¿FDGRV SURIXQGRV D SDUWLU GH HOHPHQWRV GR E uso de vários ícones que representam personagenscotidiano. No poema Estrada, o lirismo presente no fragmentados bidimensionalmente, de forma fotográ-contraste entre campo e cidade aponta para ¿FD OLYUH Ge sentimentalismo. LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 12
    • *AMAR25dom13*QUESTÃO 115 Na canção de Geraldo Vandré, tem-se a manifestação No Brasil, a condição cidadã, embora dependa da da função poética da linguagem, que é percebida naleitura e da escrita, não se basta pela enunciação do elaboração artística e criativa da mensagem, por meiodireito, nem pelo domínio desses instrumentos, o que, sem de combinações sonoras e rítmicas. Pela análise dodúvida, viabiliza melhor participação social. A condição texto, entretanto, percebe-se, também, a presençacidadã depende, seguramente, da ruptura com o ciclo da marcante da função emotiva ou expressiva, por meio dapobreza, que penaliza um largo contingente populacional. qual o emissor )RUPDomR GH OHLWRUHV H FRQVWUXomR GD FLGDGDQLD PHPyULD H SUHVHQoD GR 352/(5. Rio de Janeiro: FBN, 2008. A imprime à canção as marcas de sua atitude pessoal,Ao argumentar que a aquisição das habilidades de leitura seus sentimentos.H HVFULWD QmR VmR VX¿FLHQWHV SDUD JDUDQWLU R H[HUFtFLR GD B transmite informações objetivas sobre o tema decidadania, o autor que trata a canção.A critica os processos de aquisição da leitura e da escrita. C busca persuadir o receptor da canção a adotar umB fala sobre o domínio da leitura e da escrita no Brasil. certo comportamento.C incentiva a participação efetiva na vida da D SURFXUD H[SOLFDU D SUySULD OLQJXDJHP TXH XWLOL]D SDUD comunidade. construir a canção.D faz uma avaliação crítica a respeito da condição cidadã do brasileiro. E REMHWLYD YHUL¿FDU RX IRUWDOHFHU D H¿FLrQFLD GDE GH¿QH LQVWUXPHQWRV H¿FD]HV SDUD HOHYDU D FRQGLomR mensagem veiculada. social da população do Brasil. QUESTÃO 118QUESTÃO 116 4XDQGR RV SRUWXJXHVHV VH LQVWDODUDP QR %UDVLO e iJXD TXH QmR DFDED PDLV o país era povoado de índios. Importaram, depois, da Dados preliminares divulgados por pesquisadores África, grande número de escravos. O Português, oda Universidade Federal do Pará (UFPA) apontaram Índio e o Negro constituem, durante o período colonial,R $TXtIHUR $OWHU GR &KmR FRPR R PDLRU GHSyVLWR GHágua potável do planeta. Com volume estimado em as três bases da população brasileira. Mas no que se86 000 quilômetros cúbicos de água doce, a reserva refere à cultura, a contribuição do Português foi de longesubterrânea está localizada sob os estados do a mais notada.$PD]RQDV 3DUi H $PDSi ³(VVD TXDQWLGDGH GH iJXDVHULD VX¿FLHQWH SDUD DEDVWHFHU D SRSXODomR PXQGLDO Durante muito tempo o português e o tupi viveramGXUDQWH  DQRV´ GL] 0LOWRQ 0DWWD JHyORJR GD 8)3$ lado a lado como línguas de comunicação. Era o tupiEm termos comparativos, Alter do Chão tem quase odobro do volume de água do Aquífero Guarani (com que utilizavam os bandeirantes nas suas expedições.45 000 quilômetros cúbicos). Até então, Guarani era a (P  GL]LD R 3DGUH $QW{QLR 9LHLUD TXH ³DV IDPtOLDVmaior reserva subterrânea do mundo, distribuída por dos portugueses e índios em São Paulo estão tãoBrasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. ligadas hoje umas com as outras, que as mulheres e os eSRFD. Nº 623, 26 abr. 2010. ¿OKRV VH FULDP PtVWLFD H GRPHVWLFDPHQWH H D OtQJXD TXHEssa notícia, publicada em uma revista de grande nas ditas famílias se fala é a dos Índios, e a portuguesacirculação, apresenta resultados de uma pesquisaFLHQWt¿FD UHDOL]DGD SRU XPD XQLYHUVLGDGH EUDVLOHLUD a vão os meninos aprender à escola.”1HVVD VLWXDomR HVSHFt¿FD GH FRPXQLFDomR D IXQomR TEYSSIER, P. +LVWyULD GD OtQJXD SRUWXJXHVD. Lisboa:referencial da linguagem predomina, porque o autor do /LYUDULD 6i GD &RVWD  DGDSWDGR
    • texto priorizaA as suas opiniões, baseadas em fatos. A identidade de uma nação está diretamente ligada àB os aspectos objetivos e precisos. cultura de seu povo. O texto mostra que, no períodoC os elementos de persuasão do leitor. colonial brasileiro, o Português, o Índio e o NegroD os elementos estéticos na construção do texto. formaram a base da população e que o patrimônioE os aspectos subjetivos da mencionada pesquisa. linguístico brasileiro é resultado daQUESTÃO 117 A contribuição dos índios na escolarização dos 3HTXHQR FRQFHUWR TXH YLURX FDQomR brasileiros.Não, não há por que mentir ou esconder B diferença entre as línguas dos colonizadores e asA dor que foi maior do que é capaz meu coração dos indígenas.1mR QHP Ki SRU TXH VHJXLU FDQWDQGR Vy SDUD H[SOLFDU C importância do padre Antônio Vieira para a literaturaNão vai nunca entender de amor quem nunca soube amar de língua portuguesa.Ah, eu vou voltar pra mimSeguir sozinho assim D origem das diferenças entre a língua portuguesa eAté me consumir ou consumir toda essa dor as línguas tupi.Até sentir de novo o coração capaz de amor E LQWHUDomR SDFt¿FD QR XVR GD OtQJXD SRUWXJXHVD H GD VANDRÉ, G. Disponível em: http://wwZOHWUDVWHUUDFRPEU $FHVVR HP  MXQ  língua tupi.LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 13
    • *AMAR25dom14*QUESTÃO 119 $ PHPyULD é um importante recurso do patrimônio Abatidos pelo fadinho harmonioso e nostálgico dos cultural de uma nação. Ela está presente nas lembrançasdesterrados, iam todos, até mesmo os brasileiros, se do passado e no acervo cultural de um povo. Ao tratar oconcentrando e caindo em tristeza; mas, de repente, fazer poético como uma das maneiras de se guardar oR FDYDTXLQKR GH 3RU¿UR DFRPSDQKDGR SHOR YLROmR que se quer, o textodo Firmo, romperam vibrantemente com um chorado A UHVVDOWD D LPSRUWkQFLD GRV HVWXGRV KLVWyULFRV SDUD Dbaiano. Nada mais que os primeiros acordes damúsica crioula para que o sangue de toda aquela gente FRQVWUXomR GD PHPyULD VRFLDO GH XP SRYRdespertasse logo, como se alguém lhe fustigasse o B valoriza as lembranças individuais em detrimentocorpo com urtigas bravas. E seguiram-se outras notas, das narrativas populares ou coletivas.e outras, cada vez mais ardentes e mais delirantes. Já C reforça a capacidade da literatura em promover anão eram dois instrumentos que soavam, eram lúbricos subjetividade e os valores humanos.gemidos e suspiros soltos em torrente, a correrem D destaca a importância de reservar o texto literárioVHUSHQWHDQGR FRPR FREUDV QXPD ÀRUHVWD LQFHQGLDGD jTXHOHV TXH SRVVXHP PDLRU UHSHUWyULR FXOWXUDOeram ais convulsos, chorados em frenesi de amor:música feita de beijos e soluços gostosos; carícia de E revela a superioridade da escrita poética como formafera, carícia de doer, fazendo estalar de gozo. LGHDO GH SUHVHUYDomR GD PHPyULD FXOWXUDO AZEVEDO, A. 2 &RUWLoR 6mR 3DXOR ÈWLFD  IUDJPHQWR
    •  QUESTÃO 121No romance O Cortiço 
    •  de Aluízio Azevedo, as /pSLGD H OHYHpersonagens são observadas como elementos coletivoscaracterizados por condicionantes de origem social, Língua do meu Amor velosa e doce,sexo e etnia. Na passagem transcrita, o confronto que me convences de que sou frase,entre brasileiros e portugueses revela prevalência doelemento brasileiro, pois que me contornas, que me vestes quase,A destaca o nome de personagens brasileiras e omite como se o corpo meu de ti vindo me fosse. o de personagens portuguesas. Língua que me cativas, que me enleiasB exalta a força do cenário natural brasileiro e os surtos de ave estranha, considera o do português inexpressivo. em linhas longas de invisíveis teias,C mostra o poder envolvente da música brasileira, que de que és, há tanto, habilidosa aranha... cala o fado português.D destaca o sentimentalismo brasileiro, contrário à [...] tristeza dos portugueses. Amo-te as sugestões gloriosas e funestas,E atribui aos brasileiros uma habilidade maior com amo-te como todas as mulheres instrumentos musicais. WH DPDP y OtQJXDODPD y OtQJXDUHVSOHQGRUQUESTÃO 120 pela carne de som que à ideia emprestas Guardar e pelas frases mudas que proferesGuardar uma coisa não é escondê-la ou trancá-la. QRV VLOrQFLRV GH $PRU Em cofre não se guarda coisa alguma. MACHADO, G. In: MORICONI, I. (org.). 2V FHP PHOKRUHV SRHPDV EUDVLOHLURV GR VpFXOR. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001 (fragmento).Em cofre perde-se a coisa à vista.*XDUGDU XPD FRLVD p ROKiOD ¿WiOD PLUiOD SRU $ SRHVLD GH *LOND 0DFKDGR LGHQWL¿FDVH FRP DVadmirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado. concepções artísticas simbolistas. Entretanto, o textoGuardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília por selecionado incorpora referências temáticas e formaisela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela, modernistas, já que, nele, a poetaisto é, estar por ela ou ser por ela.Por isso melhor se guarda o voo de um pássaro A SURFXUD GHVFRQVWUXLU D YLVmR PHWDIyULFD GR DPRU HDo que um pássaro sem voos. abandona o cuidado formal.Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica, B concebe a mulher como um ser sem linguagem epor isso se declara e declama um poema: questiona o poder da palavra.Para guardá-lo: C questiona o trabalho intelectual da mulher e antecipaPara que ele, por sua vez, guarde o que guarda: a construção do verso livre.Guarde o que quer que guarda um poema: D propõe um modelo novo de erotização na líricaPor isso o lance do poema: DPRURVD H SURS}H D VLPSOL¿FDomR YHUEDOPor guardar-se o que se quer guardar. E explora a construção da essência feminina, a partirMACHADO, G. In: MORICONI, I. (org.). 2V FHP PHOKRUHV SRHPDV EUDVLOHLURV GR VpFXOR. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. da polissHPLD GH ³OtQJXD´ H LQRYD R Op[LFR LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 14
    • *AMAR25dom15*7H[WR SDUD DV TXHVW}HV  H  QUESTÃO 123 2 UHFXUVR JUi¿FR XWLOL]DGR QR DQ~QFLR SXEOLFLWiULR GH GHVWDFDU D SRWHQFLDO VXSUHVVmR GH WUHFKR GR WH[WR UHIRUoD D H¿FiFLD SUHWHQGLGD UHYHODGD QD HVWUDWpJLD GH A ressaltar a informação no título, em detrimento do restante do conteúdo associado. B incluir o leitor por meio do uso da 1ª pessoa do plural 1yV DGRUaríamos dizeU TXH VRPRV SHUIHLWRV 4XH no discurso.VRPRV LQIDOtYHLV 4XH QmR FRPHWHPRV QHP PHVPR R C FRQWDU D KLVWyULD GD FULDomR GR yUJmR FRPR DUJXPHQWR de autoridade.PHQRU GHVOL]H ( Vy QmR IDODPRV LVVR SRU XP SHTXHQR D subverter o fazer publicitário pelo uso de suadetalhe: seria uma mentira. Aliás, em vez de usar a palavra metalinguagem.³PHQWLUD´ FRPR DFDEDPRV GH ID]HU SRGHUtDPRV RSWDU E impressionar o leitor pelo jogo de palavras no texto.SRU XP HXIHPLVPR ³0HLDYHUGDGH´ SRU H[HPSOR VHULD QUESTÃO 124XP WHUPR PXLWR PHQRV DJUHVVLYR 0DV QyV QmR XVDPRVesta palavra simplesmente porque não acreditamos queH[LVWD XPD ³0HLDYHUGDGH´ 3DUD R &RQDU &RQVHOKRNacional de Autorregulamentação Publicitária, existema verdade e a mentira. Existem a honestidade e adesonestidade. Absolutamente nada no meio. O ConarQDVFHX Ki  DQRV YLX Vy" QmR DUUHGRQGDPRV SDUD 
    • com a missão de zelar pela ética na publicidade. Nãofazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos dedizer isso, mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemosisso porque é a única forma da propaganda ter o máximoGH FUHGLELOLGDGH ( Fi HQWUH QyV SDUD TXH VHUYLULD DSURSDJDQGD VH R FRQVXPLGRU QmR DFUHGLWDVVH QHOD" 4XDOTXHU SHVVRD TXH VH VLQta enganada por umapeça publicitária pode fazer uma reclamação ao Conar.Ele analisa cuidadosamente todas as denúncias e,quando é o caso, aplica a punição. Anúncio veiculado na Revista Veja. 6mR 3DXOR $EULO (G  DQR  Qž   MXO QUESTÃO 122 Disponível em: http://www.ccsp.com.br. Acesso em: 27 jul. 2010 (adaptado).Considerando a autoria e a seleção lexical desse texto, O texto é uma propaganda de um adoçante que tem o VHJXLQWH PRWH ³0XGH VXD HPEDODJHP´ $ HVWUDWpJLD TXHbem como os argumentos nele mobilizados, constata-se o autor utiliza para o convencimento do leitor baseia-seque o objetivo do autor do texto é no emprego de recursos expressivos, verbais e não verbais, com vistas aA informar os consumidores em geral sobre a atuação A ridicularizar a forma física do possível cliente do do Conar. produto anunciado, aconselhando-o a uma busca deB conscientizar publicitários do compromisso ético ao mudanças estéticas. elaborar suas peças publicitárias. B enfatizar a tendência da sociedade contemporânea de buscar hábitos alimentares saudáveis, reforçandoC DOHUWDU FKHIHV GH IDPtOLD SDUD TXH HOHV ¿VFDOL]HP R tal postura. conteúdo das propagandas veiculadas pela mídia. C criticar o consumo excessivo de produtosD chamar a atenção de empresários e anunciantes em industrializados por parte da população, propondo a redução desse consumo. geral para suas responsabilidades ao contratarem D DVVRFLDU R YRFiEXOR ³Do~FDU´ j LPDJHP GR FRUSR IRUD publicitários sem ética. de forma, sugerindo a substituição desse produtoE chamar a atenção de empresas para os efeitos pelo adoçante. E relacionar a imagem do saco de açúcar a um corpo nocivos que elas podem causar à sociedade, se humano que não desenvolve atividades físicas, compactuarem com propagandas enganosas. incentivando a prática esportiva.LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 15
    • *AMAR25dom16*QUESTÃO 125 QUESTÃO 126 TEXTO I 6( 12 ,19(512 e ,)Ë&,/ $&25$5 O Brasil sempre deu respostas rápidas através da IMAGINE DORMIR.solidariedade do seu povo. Mas a mesma força que nos Com a chegada do inverno, muitas pessoasPRWLYD D DMXGDU R SUy[LPR GHYHULD WDPEpP QRV PRWLYDU perdem o sono. São milhões de necessitados quea ter atitudes cidadãs. Não podemos mais transferir a lutam contra a fome e o frio. Para vencer esta batalha, eles precisam de você. Deposite qualquerFXOSD SDUD TXHP p YtWLPD RX DWp PHVPR SDUD D SUySULD quantia. Você ajuda milhares de pessoas a teremQDWXUH]D FRPR VH HVVD VHJXLVVH D OyJLFD KXPDQD uma boa noite e dorme com a consciência tranquila.Sobram desculpas esfarrapadas e falta competência daclasse política. Veja  VHW  DGDSWDGR
    •  Cartas. ,VWRp. 28 abr. 2010. O produtor de anúncios publicitários utiliza-se de estra- TEXTO II WpJLDV SHUVXDVLYDV SDUD LQÀXHQFLDU R FRPSRUWDPHQWR GH seu leitor. Entre os recursos argumentativos mobilizados Não podemos negar ao povo sofrido todas as pelo autor para obter a adesão do público à campanha,KLSyWHVHV GH SUHYLVmR GRV GHVDVWUHV HPDJRJRV destaca-se nesse textoculpam os moradores; o governo e a prefeitura apelam A a oposição entre individual e coletivo, trazendo umpara as pessoas saírem das áreas de risco e agora ideário populista para o anúncio.GL]HP TXH VHUi FRPSXOVyULD D UHDORFDomR (QWmR B a utilização de tratamento informal com o leitor, oWHPRV D UHDORFDU R %UDVLO LQWHLUR &ULHPRV XP VHUYLoR que suaviza a seriedade do problema.VLPLODU DR 686 FRP DORFDomR REULJDWyULD GH UHFXUVRV C R HPSUHJR GH OLQJXDJHP ¿JXUDGD R TXH GHVYLD Dorçamentários com rede de atendimento preventivo, DWHQomR GD SRSXODomR GR DSHOR ¿QDQFHLURRQGH SDUWLFLSDULDP DUTXLWHWRV HQJHQKHLURV JHyORJRV D R XVR GRV QXPHUDLV ³PLOKDUHV´ H ³PLOK}HV´%HP RX PDO HVVH ³686´ RUJDQL]DULD EULJDGDV QRV ORFDLV responsável pela supervalorização das condições1RV FDVRV GD GHQJXH SRU H[HPSOR SRGHULD YHUL¿FDU DV dos necessitados.condições de acontecer epidemias. Seriam boas ações E R MRJR GH SDODYUDV HQWUH ³DFRUGDU´ H ³GRUPLU´ R TXHpreventivas. relativiza o problema do leitor em relação ao dos Carta do Leitor. &DUWD &DSLWDO. 28 abr. 2010 (adaptado). necessitados.Os textos apresentados expressam opiniões de leitores QUESTÃO 127acerca de relevante assunto para a sociedade brasileira.Os autores dos dois textos apontam para a Entre ideLD H WHFQRORJLDA necessidade de trabalho voluntário contínuo para a O grande conceito por trás do Museu da Língua é resolução das mazelas sociais. apresentar o idioma como algo vivo e fundamental paraB importância de ações preventivas para evitar o entendimento do que é ser brasileiro. Se nada nos catástrofes, indevidamente atribuídas aos políticos. GH¿QH FRP FODUH]D D IRUPD FRPR IDODPRV R SRUWXJXrVC incapacidade política para agir de forma diligente na nas mais diversas situações cotidianas é talvez a melhor resolução das mazelas sociais. expressão da brasilidade.D XUJrQFLD GH VH FULDUHP QRYRV yUJmRV S~EOLFRV FRP SCARDOVELI, E. 5HYLVWD /tQJXD 3RUWXJXHVD. São Paulo: Segmento, Ano II, nº 6, 2006. as mesmas características do SUS.E LPSRVVLELOLGDGH GH R KRPHP DJLU GH IRUPD H¿FD] RX 2 WH[WR SURS}H XPD UHÀH[mR DFHUFD GD OtQJXD SRUWXJXHVD preventiva diante das ações da natureza. ressaltando para o leitor a A inauguração do museu e o grande investimento em cultura no país. B importância da língua para a construção da identidade nacional. C afetividade tão comum ao brasileiro, retratada através da língua. D relação entre o idioma e as políticas públicas na área de cultura. E GLYHUVLGDGH pWQLFD H OLQJXtVWLFD H[LVWHQWH QR WHUULWyULR nacional. LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 16
    • *AMAR25dom17*QUESTÃO 128 QUESTÃO 129 3DODYUD LQGtJHQD Há certos usos consagrados na fala, e até mesmo na escrita, que, a depender do estrato social e do nível A história da tribo Sapucaí, que traduziu para o de escolaridade do falante, são, sem dúvida, previsíveis.idioma guarani os artefatos da era da computação que Ocorrem até mesmo em falantes que dominam aganharam importância em sua vida, como mouse (que variedade padrão, pois, na verdade, revelam tendênciaseles chamam de angojhá) e windows (oventã) existentes na língua em seu processo de mudança 4XDQGR D LQWHUQHW FKHJRX jTXHOD FRPXQLGDGH TXH TXH QmR SRGHP VHU EORTXHDGDV HP QRPH GH XP ³LGHDOabriga em torno de 400 guaranis, há quatro anos, por linguístico” que estaria representado pelas regras dameio de um projeto do Comitê para Democratização gramática normativa. Usos como ter por haver emda Informática (CDI), em parceria com a ONG Rede construções existenciais (tem muitos livros na estante),Povos da Floresta e com antena cedida pela Star One o do pronome objeto na posição de sujeito (para mim(da Embratel), Potty e sua aldeia logo vislumbraram as fazer o trabalho), a não-concordância das passivas compossibilidades de comunicação que a web traz. se (aluga-se casas) são indícios da existência, não de Ele conta que usam a rede, por enquanto, somente uma norma única, mas de uma pluralidade de normas,para preparação e envio de documentos, mas entendida, mais uma vez, norma como conjunto deperceberam que ela pode ajudar na preservação da hábitos linguísticos, sem implicar juízo de valor.cultura indígena. CALLOU, D. Gramática, variação e normas. In: VIEIRA, S. R.; BRANDÃO, S. (orgs). (QVLQR GH JUDPiWLFD: descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007 (fragmento). A apropriação da rede se deu de forma gradual,PDV RV JXDUDQLV Mi LQFRUSRUDUDP D QRYLGDGH WHFQROyJLFD &RQVLGHUDQGR D UHÀH[mR WUD]LGD QR WH[WR D UHVSHLWR GDao seu estilo de vida. A importância da internet e da PXOWLSOLFLGDGH GR GLVFXUVR YHUL¿FDVH TXHcomputação para eles está expressa num caso de rara A estudantes que não conhecem as diferençasincorporação: a do vocabulário. entre língua escrita e língua falada empregam, — Um dia, o cacique da aldeia Sapucaí me ligou. indistintamente, usos aceitos na conversa com³$ JHQWH QmR HVWi TXHUHQGR FKDPDU FRPSXWDGRU GH amigos quando vão elaborar um texto escrito.³FRPSXWDGRU´ 6XJHUL D HOHV TXH FULDVVHP XPD SDODYUD B falantes que dominam a variedade padrão doem guarani. E criaram aiú irú rive ³FDL[D SUD DFXPXODU D português do Brasil demonstram usos queOtQJXD´ 1yV EUDQFRV XVDPRV mouse, windows e outros FRQ¿UPDP D GLIHUHQoD HQWUH D QRUPD LGHDOL]DGD Htermos, que eles começaram a adaptar para o idioma a efetivamente praticada, mesmo por falantes maisdeles, como angojhá (rato) e oventã (janela) — conta escolarizados.Rodrigo Baggio, diretor do CDI. C moradores de diversas regiões do país que enfrentam Disponível em: http://www.revistalingua.uol.com.br. Acesso em: 22 jul. 2010. GL¿FXOGDGHV DR VH H[SUHVVDU QD HVFULWD UHYHODP D FRQVWDQWH PRGL¿FDomR GDV UHJUDV GH HPSUHJR GHO uso das novas tecnologias de informação e pronomes e os casos especiais de concordância.comunicação fez surgir uma série de novos termos D pessoas que se julgam no direito de contrariar aque foram acolhidos na sociedade brasileira em sua gramática ensinada na escola gostam de apresentarforma original, como: mouse, windows, download, site, usos não aceitos socialmente para esconderem seuhomepage, entre outros. O texto trata da adaptação desconhecimento da norma padrão.de termos da informática à língua indígena como uma E usuários que desvendam os mistérios e sutilezas dareação da tribo Sapucaí, o que revela língua portuguesa empregam formas do verbo terA a possibilidade que o índio Potty vislumbrou em quando, na verdade, deveriam usar formas do verbo relação à comunicação que a web pode trazer a seu haver, contrariando as regras gramaticais. povo e à facilidade no envio de documentos e na conversação em tempo real.B o uso da internet para preparação e envio de documentos, bem como a contribuição para as atividades relacionadas aos trabalhos da cultura indígena.C a preservação da identidade, demonstrada pela conservação do idioma, mesmo com a utilização de novas tecnologias características da cultura de outros grupos sociais.D adesão ao projeto do Comitê para Democratização da Informática (CDI), que, em parceria com a ONG Rede Povos da Floresta, possibilitou o acesso à web PHVPR HP DPELHQWH LQyVSLWRE a apropriação da nova tecnologia de forma gradual, evidente quando os guaranis incorporaram a QRYLGDGH WHFQROyJLFD DR VHX HVWLOR GH YLGD FRP D possibilidade de acesso à internet.LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 17
    • *AMAR25dom18*QUESTÃO 130 QUESTÃO 132 MANDIOCA – mais um SUHVHQWH GD $PD]{QLD Aipim, castelinha, macaxeira, maniva, maniveira. Asdesignações da Manihot utilissima podem variar de região,no Brasil, mas uma delas deve ser levada em conta em todoR WHUULWyULR QDFLRQDO pão-de-pobre ± H SRU PRWLYRV yEYLRV Rica em fécula, a mandioca — uma planta rústica e nativa VERÍSSIMO, L. F. $V FREUDV HP 6H HXV H[LVWH TXH HX VHMD DWLQJLGR SRU XP UDLR.da Amazônia disseminada no mundo inteiro, especialmente 3RUWR $OHJUH / 30 pelos colonizadores portugueses — é a base de sustento demuitos brasileiros e o único alimento disponível para mais de O humor da tira decorre da reação de uma das cobras600 milhões de pessoas em vários pontos do planeta, e em com relação ao uso de pronome pessoal reto, em vezparticular em algumas regiões da África. de pronome oblíquo. De acordo com a norma padrão da 2 PHOKRU GR *ORER 5XUDO. Fev. 2005 (fragmento). língua, esse uso é inadequado, poisDe acordo com o texto, há no Brasil uma variedade de A contraria o uso previsto para o registro oral da língua.nomes para a Manihot utilissima, QRPH FLHQWt¿FR GD B contraria a marcação das funções sintáticas demandioca. Esse fenômeno revela que sujeito e objeto.A existem variedades regionais para nomear uma mesma espécie de planta. C gera inadequação na concordância com o verbo.B PDQGLRFD p QRPH HVSHFt¿FR SDUD D HVSpFLH H[LVWHQWH D gera ambiguidade na leitura do texto. na região amazônica. E apresenta dupla marcação de sujeito.C ³SmRGHSREUH´ p GHVLJQDomR HVSHFt¿FD SDUD D planta da região amazônica.D os nomes designam espécies diferentes da planta, conforme a região.E a planta é nomeada conforme as particularidades que apresenta.QUESTÃO 131 Motivadas ou não historicamente, normas prestigiadasou estigmatizadas pela comunidade sobrepõem-se aoORQJR GR WHUULWyULR VHMD QXPD UHODomR GH RSRVLomR VHMD GHcomplementaridade, sem, contudo, anular a interseção deXVRV TXH FRQ¿JXUDP XPD QRUPD QDFLRQDO GLVWLQWD GD GRportuguês europeu. Ao focalizar essa questão, que opõeQmR Vy DV QRUPDV GR SRUWXJXrV GH 3RUWXJDO jV QRUPDV GRportuguês brasileiro, mas também as chamadas normascultas locais às populares ou vernáculas, deve-se insistirna ideia de que essas normas se consolidaram emGLIHUHQWHV PRPHQWRV GD QRVVD KLVWyULD H TXH Vy D SDUWLU GRséculo XVIII se pode começar a pensar na bifurcação dasvariantes continentais, ora em consequência de mudançasocorridas no Brasil, ora em Portugal, ora, ainda, em ambosRV WHUULWyULos. CALLOU, D. Gramática, variação e normas. In: VIEIRA, S. R.; BRANDÃO, S. (orgs). (QVLQR GH JUDPiWLFD: descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007 (adaptado).O português do Brasil não é uma língua uniforme. Avariação linguística é um fenômeno natural, ao qual todasas línguas estão sujeitas. Ao considerar as variedadeslinguísticas, o texto mostra que as normas podem seraprovadas ou condenadas socialmente, chamando aatenção do leitor para aA desconsideração da existência das normas populares pelos falantes da norma culta.B difusão do português de Portugal em todas as UHJL}HV GR %UDVLO Vy D SDUWLU GR VpFXOR ;9,,,C existência de usos da língua que caracterizam uma norma nacional do Brasil, distinta da de Portugal.D inexistência de normas cultas locais e populares ou vernáculas em um determinado país.E necessidade de se rejeitar a ideia de que os usos frequentes de uma língua devem ser aceitos. LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 18
    • *AMAR25dom19*,PDJHP SDUD DV TXHVW}HV  H  Disponível em: http://www.wordinfo.info. Acesso em: 27 abr. 2010.QUESTÃO 133O argumento presente na charge consiste em uma metáfora relativa à teoria evolucionista e ao desenvolvimentoWHFQROyJLFR &RQVLGHUDQGR R FRQWH[WR DSUHVHQWDGR YHUL¿FDVH TXH R LPSDFWR WHFQROyJLFR SRGH RFDVLRQDUA R VXUJLPHQWR GH XP KRPHP GHSHQGHQWH GH XP QRYR PRGHOR WHFQROyJLFRB a mudança do homem em razão dos novos inventos que destroem sua realidade.C a problemática social de grande exclusão digital a partir da interferência da máquina.D D LQYHQomR GH HTXLSDPHQWRV TXH GL¿FXOWDP R WUDEDOKR GR KRPHP HP VXD HVIHUD VRFLDOE o retrocesso do desenvolvimento do homem em face da criação de ferramentas como lança, máquina e computador.QUESTÃO 134O homem evoluiu. Independentemente de teoria, essa evolução ocorreu de várias formas. No que concerne àevolução digital, o homem percorreu longo trajeto da pedra lascada ao mundo virtual. Tal fato culminou em umproblema físico habitual, ilustrado na imagem, que propicia uma piora na qualidade de vida do usuário, uma vez queA a evolução ocorreu e com ela evoluíram as dores de cabeça, o estresse e a falta de atenção à família.B a vida sem o computador tornou-se quase inviável, mas se tem diminuído problemas de visão cansada.C a utilização demasiada do computador tem proporcionado o surgimento de cientistas que apresentam lesão por esforço repetitivo.D o homem criou o computador, que evoluiu, e hoje opera várias ações antes feitas pelas pessoas, tornando-as sedentárias ou obesas.E o uso contínuo do computador de forma inadequada tem ocasionado má postura corporal.QUESTÃO 135 2 TXH p SRVVtYHO GL]HU HP  FDUDFWHUHV" Sucesso do Twitter no Brasil é oportunidade única de compreender a importância da concisão nos gêneros de escrita $ Pi[LPD ³PHQRV p PDLV´ QXQFD IH] WDQWR VHQWLGR FRPR QR FDVR GR microblog Twitter, cuja premissa é dizeralgo — não importa o quê — em 140 caracteres. Desde que o serviço foi criado, em 2006, o número de usuáriosGD IHUUDPHQWD p FDGD YH] PDLRU DVVLP FRPR D GLYHUVLGDGH GH XVRV TXH VH ID] GHOD R HVWLOR ³TXHULGR GLiULR´ jliteratura concisa, passando por aforismos, citações, jornalismo, fofoca, humor etc., tudo ganha o espaço de umtweet ³SLR´ HP LQJOrV
    •  H HQWHQGHU VHX VXFHVVR SRGH LQGLFDU XP FDPLQKR SDUD R DSULPRUDPHQWR GH XP UHFXUVR YLWDOà escrita: a concisão. Disponível em: http://www.revistalingua.com.br. Acesso em: 28 abr. 2010 (adaptado).2 7ZLWWHU VH SUHVWD D GLYHUVDV ¿QDOLGDGHV HQWUH HODV j FRPXQLFDomR FRQFLVD SRU LVVR HVVD UHGH VRFLDOA é um recurso elitizado, cujo público precisa dominar a língua padrão.B FRQVWLWXL UHFXUVR SUySULR SDUD D DTXLVLomR GD PRGDOLGDGH HVFULWD GD OtQJXDC p UHVWULWD j GLYXOJDomR GH WH[WRV FXUWRV H SRXFR VLJQL¿FDWLYRV H SRUWDQWR p SRXFR ~WLOD LQWHUIHUH QHJDWLYDPHQWH QR SURFHVVR GH HVFULWD H DFDED SRU UHYHODU XPD FXOWXUD SRXFR UHÀH[LYDE estimula a produção de frases com clareza e objetividade, fatores que potencializam a comunicação interativa./&  ž GLD _ &DGHUQR   $0$5(/2  3iJLQD 
    • *AMAR25dom20*MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS QUESTÃO 138Questões de 136 a 180 2 GRQR GH XPD R¿FLQD PHFkQLFD SUHFLVD GH XP pistão das partes de um motor, de 68 mm de diâmetro,QUESTÃO 136 para o conserto de um carro. Para conseguir um, esse Um mecânico de uma equipe de corrida necessita dono vai até um ferro velho e lá encontra pistões comque as seguintes medidas realizadas em um carro sejam diâmetros iguais a 68,21 mm; 68,102 mm; 68,001 mm;obtidas em metros: 68,02 mm e 68,012 mm. a) distância a entre os eixos dianteiro e traseiro; Para colocar o pistão no motor que está sendo FRQVHUWDGR R GRQR GD R¿FLQD WHUi GH DGTXLULU DTXHOH b) altura b entre o solo e o encosto do piloto. TXH WHQKD R GLkPHWUR PDLV SUy[LPR GR TXH SUHFLVD 1HVVD FRQGLomR R GRQR GD R¿FLQD GHYHUi FRPSUDU R pistão de diâmetro A 68,21 mm. B 68,102 mm. C 68,02 mm. D 68,012 mm. E 68,001 mm. QUESTÃO 139 A Escala de Magnitude de Momento (abreviadaAo optar pelas medidas a e b em metros, obtêm-se, como MMS e denotada como Mw
    •  LQWURGX]LGD HP respectivamente, SRU 7KRPDV +DNV H +LURR .DQDPRUL VXEVWLWXLX D (VFDODA 0,23 e 0,16. de Richter para medir a magnitude dos terremotos emB 2,3 e 1,6. termos de energia liberada. Menos conhecida peloC 23 e 16.D 230 e 160. público, a MMS é, no entanto, a escala usada paraE 2 300 e 1 600. estimar as magnitudes de todos os grandes terremotosQUESTÃO 137 da atualidade. Assim como a escala Richter, a MMS é uma escala logarítmica. MW e M0 se relacionam pela O medidor de energia elétrica de uma residência, IyUPXODFRQKHFLGR SRU ³UHOyJLR GH OX]´ p FRQVWLWXtGR GH TXDWURSHTXHQRV UHOyJLRV FXMRV VHQWLGRV GH URWDomR HVWmR  0: = − + ORJ (0  )LQGLFDGRV FRQIRUPH D ¿JXUD:  Onde M0 é o momento sísmico (usualmente estimado a partir dos registros de movimento da superfície, através dos sismogramas), cuja unidade é o dina·cm. O terremoto de Kobe, acontecido no dia 17 de MDQHLUR GH  IRL XP GRV WHUUHPRWRV TXH FDXVDUDP PDLRU LPSDFWR QR -DSmR H QD FRPXQLGDGH FLHQWt¿FD internacional. Teve magnitude MW = 7,3. Disponível em: http://www.enersul.com.br. Acesso em: 26 abr. 2010. U.S. GEOLOGICAL SURVEY. +LVWRULF (DUWKTXDNHV. LVSRQtYHO HP KWWSHDUWKTXDNHXVJVJRY $FHVVR HP  PDLR  DGDSWDGR
    •  A medida é expressD HP N:K 2 Q~PHUR REWLGR QD U.S. GEOLOGICAL SURVEY. 86*6 (DUWKTXDNH 0DJQLWXGH 3ROLF.leitura é composto por 4 algarismos. Cada posição do LVSRQtYHO HP KWWSHDUWKTXDNHXVJVJRY $FHVVR HP  PDLR  DGDSWDGR
    • número é formada pelo último algarismo ultrapassadopelo ponteiro. Mostrando que é possível determinar a medida por meio de conhecimentos matemáticos, qual foi o momento2 Q~PHUR REWLGR SHOD OHLWXUD HP N:K QD LPDJHP p sísmico M0 GR WHUUHPRWR GH .REH HP GLQDÂFP
    • "A 2 614. A 10-5,10B 3 624. B 10-0,73C 2 715. C 1012,00D 3 725. D 1021,65E 4 162. E 1027,00 MT - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 20
    • *AMAR25dom21*QUESTÃO 140 Terreno 1: 55 m por 45 m $ ¿JXUD VHJXLQWH PRVWUD XP PRGHOR GH VRPEULQKD Terreno 2: 55 m por 55 mmuito usado em países orientais. Terreno 3: 60 m por 30 m Terreno 4: 70 m por 20 m 7HUUHQR   P SRU  P Para optar pelo terreno de maior área, que atenda às restrições impostas pela prefeitura, os moradores deverão escolher o terreno A 1. B 2. C 3. D 4. E 5. QUESTÃO 143 Disponível em: http://mdmat.psico.ufrgs.br. Acesso em: 1 maio 2010. Sabe-se que a distância real, em linha reta, de(VWD ¿JXUD p XPD UHSUHVHQWDomR GH XPD VXSHUItFLH GH uma cidade A, localizada no estado de São Paulo,revolução chamada de a uma cidade B, localizada no estado de Alagoas, éA pirâmide. LJXDO D   NP 8P HVWXGDQWH DR DQDOLVDU XP PDSDB semiesfera. YHUL¿FRX FRP VXD UpJXD TXH D GLVWkQFLD HQWUH HVVDVC cilindro. duas cidades, A e B, era 8 cm.D tronco de cone. Os dados nos indicam que o mapa observado peloE cone. estudante está na escala deQUESTÃO 141 A 1 : 250. B 1 : 2 500. Em 2010, um caos aéreo afetou o continente europeu, C 1 : 25 000.devido à quantidade de fumaça expelida por um vulcão na D 1 : 250 000.Islândia, o que levou ao cancelamento de inúmeros voos. E 1 : 25 000 000. &LQFR GLDV DSyV R LQtFLR GHVVH FDRV WRGR R QUESTÃO 144espaço aéreo europeu acima de 6 000 metros estavaliberado, com exceção do espaço aéreo da Finlândia. Uma indústria fabrica brindes promocionais emLá, apenas voos internacionais acima de 31 mil pés forma de pirâmide. A pirâmide é obtida a partir de quatroestavam liberados. FRUWHV HP XP VyOLGR TXH WHP D IRUPD GH XP FXER 1R Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 21 abr. 2010 (adaptado). HVTXHPD HVWmR LQGLFDGRV R VyOLGR RULJLQDO FXER
    • H D pirâmide obtida a partir dele.Considere que 1 metro equivale a aproximadamente 3,3 pés.4XDO D GLIHUHQoD HP SpV HQWUH DV DOWLWXGHV OLEHUDGDV QDFinlândia e no restante do continente europeu cinco diasDSyV R LQtFLR GR FDRV"A   SpVB   SpVC 11 200 pés.D   SpVE 50 800 pés. Os pontos A, B, C, D e O do cubo e da pirâmide são os mesmos. O ponto O é central na face superior do cubo.QUESTÃO 142 Os quatro cortes saem de O em direção às arestas Em uma certa cidade, os moradores de um bairro AD  BC  AB H CD  nessa ordem. $SyV RV FRUWHV VmRcarente de espaços de lazer reivindicam à prefeituramunicipal a construção de uma praça. A prefeitura GHVFDUWDGRV TXDWUR VyOLGRVFRQFRUGD FRP D VROLFLWDomR H D¿UPD TXH LUi FRQVWUXtODem formato retangular devido às características técnicas 2V IRUPDWRV GRV VyOLGRV GHVFDUWDGRV VmRdo terreno. Restrições de natureza orçamentária impõem A todos iguais.que sejam gastos, no máximo, 180 m de tela para B todos diferentes.cercar a praça. A prefeitura apresenta aos moradores C três iguais e um diferente.desse bairro as medidas dos terrenos disponíveis para a D apenas dois iguais.construção da praça: E iguais dois a dois.MT - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 21
    • *AMAR25dom22*QUESTÃO 145 QUESTÃO 148 &DIp QR %UDVLO 8PD HTXLSH GH HVSHFLDOLVWDV GR FHQWUR PHWHRUROyJLFR 2 FRQVXPR DWLQJLX R PDLRU QtYHO GD KLVWyULD QR DQR de uma cidade mediu a temperatura do ambiente, semprepassado: os brasileiros beberam o equivalente a 331 no mesmo horário, durante 15 dias intercalados, a partirbilhões de xícaras. do primeiro dia de um mês. Esse tipo de procedimento Veja. Ed. 2158, 31 mar. 2010. é frequente, uma vez que os dados coletados servem GH UHIHUrQFLD SDUD HVWXGRV H YHUL¿FDomR GH WHQGrQFLDVConsidere que a xícara citada na notícia seja equivalentea, aproximadamente, 120 mL de café. Suponha que em climáticas ao longo dos meses e anos.2010 os brasileiros bebam ainda mais café, aumentando As medições ocorridas nesse período estão indicadas 1 no quadro:o consumo em do que foi consumido no ano anterior. 5De acordo com essas informações, qual a previsão mais LD GR PrV 7HPSHUDWXUD HP ƒ&
    • DSUR[LPDGD SDUD R FRQVXPR GH FDIp HP " 1 15,5A 8 bilhões de litros.B 16 bilhões de litros. 3 14C 32 bilhões de litros. 5 13,5D 40 bilhões de litros.E 48 bilhões de litros. 7 18QUESTÃO 146   Você pode adaptar as atividades do seu dia a dia de 11 20uma forma que possa queimar mais calorias do que asgastas normalmente, conforme a relação seguinte: 13 13,5- Enquanto você fala ao telefone, faça agachamentos: 15 13,5 100 calorias gastas em 20 minutos. 17 18- Meia hora de supermercado: 100 calorias.- Cuidar do jardim por 30 minutos: 200 calorias.  20- Passear com o cachorro: 200 calorias em 30 minutos. 7LUDU R Sy GRV PyYHLV  FDORULDV HP  PLQXWRV 21 18,5- Lavar roupas por 30 minutos: 200 calorias. 23 13,5 Disponível em: http://cyberdiet.terra.com.br. Acesso em: 27 abr. 2010 (adaptado). 25 21,5Uma pessoa deseja executar essas atividades, porém,ajustando o tempo para que, em cada uma, gaste 27 20igualmente 200 calorias.  16A partir dos ajustes, quanto tempo a mais será necessário Em relação à temperatura, os valores da média, medianapara realizar todas as atividades" e moda são, respectivamente, iguais aA 50 minutos. A 17 °C, 17 °C e 13,5 °C.B 60 minutos. B 17 °C, 18 °C e 13,5 °C.C 80 minutos. C 17 °C, 13,5 °C e 18 °C.D 120 minutos. D 17 °C, 18 °C e 21,5 °C.E 170 minutos. E 17 °C, 13,5 °C e 21,5 °C.QUESTÃO 147 3DUD XPD DWLYLGDGH UHDOL]DGD QR ODERUDWyULR GHMatemática, um aluno precisa construir uma maqueteda quadra de esportes da escola que tem 28 m decomprimento por 12 m de largura. A maquete deverá serconstruída na escala de 1 : 250.4XH PHGLGDV GH FRPSULPHQWR H ODUJXUD HP FP R DOXQRXWLOL]DUi QD FRQVWUXomR GD PDTXHWH"A 4,8 e 11,2B 7,0 e 3,0C 11,2 e 4,8D 28,0 e 12,0E 30,0 e 70,0 MT - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 22
    • *AMAR25dom23*QUESTÃO 149 QUESTÃO 151 Observe as dicas para calcular a quantidade certa As frutas que antes se compravam por dúzias,GH DOLPHQWRV H EHELGDV SDUD DV IHVWDV GH ¿P GH DQR hoje em dia, podem ser compradas por quilogramas, existindo também a variação dos preços de acordo com‡ Para o prato principal, estime 250 gramas de carne a época de produção. Considere que, independente da para cada pessoa. época ou variação de preço, certa fruta custa R$ 1,75 o‡ 8P FRSR DPHULFDQR FKHLR GH DUUR] UHQGH R VX¿FLHQWH quilograma. para quatro pessoas.‡ Para a farofa, calcule quatro colheres de sopa por RV JUi¿FRV D VHJXLU R TXH UHSUHVHQWD R SUHoR P SDJR convidado. em reais pela compra de n quilogramas desse produto é‡ Uma garrafa de vinho serve seis pessoas.‡ Uma garrafa de cerveja serve duas.‡ Uma garrafa de espumante serve três convidados. 4XHP RUJDQL]D IHVWDV ID] HVVHV FiOFXORV HP FLPD GRtotal de convidados, independente do gosto de cada um. 4XDQWLGDGH FHUWD GH DOLPHQWRV H EHELGDV HYLWD R GHVSHUGtFLR GD FHLD -RUQDO +RMH. 17 dez. 2010 (adaptado).8P DQ¿WULmR GHFLGLX VHJXLU HVVDV GLFDV DR VH SUHSDUDU SDUDreceber 30 convidados para a ceia de Natal. Para seguirHVVDV RULHQWDo}HV j ULVFD R DQ¿WULmR GHYHUi GLVSRU GHA  NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV H PHLR GH arroz, 120 colheres de sopa de farofa, 5 garrafas de vinho, 15 de cerveja e 10 de espumante.B  NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV H PHLR GH arroz, 120 colheres de sopa de farofa, 5 garrafas de vinho, 30 de cerveja e 10 de espumante.C  NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV H PHLR GH DUUR] 120 colheres de sopa de farofa, 5 garrafas de vinho, 15 de cerveja e 10 de espumante.D  NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV  FROKHUHV de sopa de farofa, 5 garrafas de vinho, 30 de cerveja e 10 de espumante.E  NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV H PHLR GH arroz, 120 colheres de sopa de farofa, 5 garrafas de vinho, 15 de cerveja e 10 de espumante.QUESTÃO 150 A participação dos estudantes na OlimpíadaBrasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP)aumenta a cada ano. O quadro indica o percentual demedalhistas de ouro, por região, nas edições da OBMEPGH  D  Região 2005 2006 2007 2008  Norte 2% 2% 1% 2% 1% Nordeste 18%  21% 15%  Centro-Oeste 5% 6% 7% 8%  Sudeste 55% 61% 58% 66% 60% Sul 21% 12% 13%  11% Disponível em: http://www.obmep.org.br. Acesso em: abr. 2010 (adaptado).(P UHODomR jV HGLo}HV GH  D  GD 2%0(3 TXDOo percentual médio de medalhistas de ouro da região1RUGHVWH"A 14,6%B 18,2%C 18,4%D E 21,0%MT - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 23
    • *AMAR25dom24*QUESTÃO 152 Um bairro de uma cidade foi planejado em umaregião plana, com ruas paralelas e perpendiculares,delimitando quadras de mesmo tamanho. No planode coordenadas cartesianas seguinte, esse bairrolocaliza-se no segundo quadrante, e as distâncias noseixos são dadas em quilômetros. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 24 abr. 2011(adaptado). 8PD MRYHP FRP ,0&  NJPð  FP GH FLUFXQIHUrQFLD GRV TXDGULV H  NJ GH PDVVD FRUSyUHD UHVROYHX averiguar seu IAC. Para se enquadrar aos níveis de normalidade de gordura corporal, a atitude adequada que essa jovem deve ter diante da nova medida é (Use ) A reta de equação y = x + 4 representa o A reduzir seu excesso de gordura em cerca de 1%.planejamento do percurso da linha do metrô subterrâneo B reduzir seu excesso de gordura em cerca de 27%.que atravessará o bairro e outras regiões da cidade. C manter seus níveis atuais de gordura.No ponto P = (-5, 5), localiza-se um hospital público. A D aumentar seu nível de gordura em cerca de 1%.comunidade solicitou ao comitê de planejamento que E aumentar seu nível de gordura em cerca de 27%.fosse prevista uma estação do metrô de modo que suadistância ao hospital, medida em linha reta, não fosse QUESTÃO 154PDLRU TXH  NPAtendendo ao pedido da comunidade, o comitêargumentou corretamente que isso seriaautomaticamente satisfeito, pois já estava prevista aconstrução de uma estação no pontoA (–5, 0).B (–3, 1).C (–2, 1).D (0, 4).E (2, 6).QUESTÃO 153 O Índice de Massa Corporal (IMC) é largamenteutilizado há cerca de 200 anos, mas esse cálculorepresenta muito mais a corpulência que a adiposidade,uma vez que indivíduos musculosos e obesos podem Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br. Acesso em: 28 abr. 2010.apresentar o mesmo IMC. Uma nova pesquisa aponta O polígono que dá forma a essa calçada é invariante poro Índice de Adiposidade Corporal (IAC) como uma rotações, em torno de seu centro, deDOWHUQDWLYD PDLV ¿GHGLJQD SDUD TXDQWL¿FDU D JRUGXUD A 45°.corporal, utilizando a medida do quadril e a altura. A B 60°.¿JXUD PRVWUD FRPR FDOFXODU HVVDV PHGLGDV VDEHQGR C ƒse que, em mulheres, a adiposidade normal está entre D 120°. H %. E 180°. MT - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 24
    • *AMAR25dom25*QUESTÃO 155 QUESTÃO 157 O saldo de contratações no mercado formal no Um jovem investidor precisa escolher qualsetor varejista da região metropolitana de São Paulo LQYHVWLPHQWR OKH WUDUi PDLRU UHWRUQR ¿QDQFHLUR HP XPDregistrou alta. Comparando as contratações deste setor aplicação de R$ 500,00. Para isso, pesquisa o rendimentono mês de fevereiro com as de janeiro deste ano, houve e o imposto a ser pago em dois investimentos: poupançaincremento de 4 300 vagas no setor, totalizando 880 605 H &% FHUWL¿FDGR GH GHSyVLWR EDQFiULR
    •  $V LQIRUPDo}HVtrabalhadores com carteira assinada. obtidas estão resumidas no quadro: Disponível em: http://www.folha.uol.com.br. Acesso em: 26 abr. 2010 (adaptado).Suponha que o incremento de trabalhadores no setor Rendimento IR (imposto de mensal (%) renda)varejista seja sempre o mesmo nos seis primeirosmeses do ano. POUPANÇA 0,560 ISENTOConsiderando-se que y e x representam, respectivamen- CDB 0,876 4% (sobre o ganho)te, as quantidades de trabalhadores no setor varejista e osmeses, janeiro sendo o primeiro, fevereiro, o segundo, 3DUD R MRYHP LQYHVWLGRU DR ¿nal de um mês, a aplicaçãoe assim por diante, a expressão algébrica que relaciona mais vantajosa éessas quantidades nesses meses é A a poupança, pois totalizará um montante de R$ 502,80.A y = 4 300xB  [ B a poupança, pois totalizará um montante de R$ 500,56.C y = 872 005 + 4 300x C o CDB, pois totalizará um montante de R$ 504,38.D y = 876 305 + 4 300x D o CDB, pois totalizará um montante de R$ 504,21.E y = 880 605 + 4 300x E o CDB, pois totalizará um montante de R$ 500,87.QUESTÃO 156 QUESTÃO 158 $ WDEHOD FRPSDUD R FRQVXPR PHQVDO HP N:K GRV Para determinar a distância de um barco até a praia,consumidores residenciais e dos de baixa renda, antes um navegante utilizou o seguinte procedimento: a partire depois da redução da tarifa de energia no estado de GH XP SRQWR $ PHGLX R kQJXOR YLVXDO ID]HQGR PLUD HPPernambuco. XP SRQWR ¿[R 3 GD SUDLD 0DQWHQGR R EDUFR QR PHVPR sentido, ele seguiu até um ponto B de modo que fosse possível ver o mesmo ponto P da praia, no entanto sob XP kQJXOR YLVXDO   $ ¿JXUD LOXVWUD HVVD VLWXDomR Suponha que o navegante tenha medido o ângulo H DR FKHJDU DR SRQWR % YHUL¿FRX TXH R EDUFR havia percorrido a distância AB = 2 000 m. Com base QHVVHV GDGRV H PDQWHQGR D PHVPD WUDMHWyULD D PHQRU GLVWkQFLD GR EDUFR DWp R SRQWR ¿[R 3 VHUi LiULR GH 3HUQDPEXFR. 28 abr. 2010 (adaptado).Considere dois consumidores: um que é de baixa rendaH JDVWRX  N:K H RXWUR GR WLSR UHVLGHQFLDO TXH JDVWRX N:K $ GLIHUHQoD HQWUH R JDVWR GHVVHV FRQVXPLGRUHVFRP  N:K GHSRLV GD UHGXomR GD WDULID GH HQHUJLD PDLVaproximada, é deA R$ 0,27.B 5 C R$ 0,32.D R$ 0,34.E R$ 0,61.MT - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 25
    • *AMAR25dom26*QUESTÃO 159 QUESTÃO 161 Rafael mora no Centro de uma cidade e decidiu O número mensal de passagens de uma determinadase mudar, por recomendações médicas, para uma empresa aérea aumentou no ano passado nas seguintesdas regiões: Rural, Comercial, Residencial Urbano ou condições: em janeiro foram vendidas 33 000 passagens;Residencial Suburbano. A principal recomendação em fevereiro, 34 500; em março, 36 000. Esse padrão dePpGLFD IRL FRP DV WHPSHUDWXUDV GDV ³LOKDV GH FDORU´ crescimento se mantém para os meses subsequentes.da região, que deveriam ser inferiores a 31°C. Tais 4XDQWDV SDVVDJHQV IRUDP YHQGLGDV SRU HVVD HPSUHVDtemperaturas são apresentadas no grá¿Fo: em julho do anR SDVVDGR" A 38 000 B 40 500 C 41 000 D 42 000 E 48 000 QUESTÃO 162 Uma pessoa aplicou certa quantia em ações. No primeiro mês, ela perdeu 30% do total do investimento e, no segundo mês, recuperou 20% do que havia perdido. Depois desses dois meses, resolveu tirar o montante de R$ 3 800,00 gerado pela aplicação. A quantia inicial que essa pessoa aplicou em ações corresponde ao valor deEscolhendo, aleatoriamente, uma das outras regiões A R$ 4 222,22.para morar, a probabilidade de ele escolher uma região B R$ 4 523,80.que seja adequada às recomendações médicas é C R$ 5 000,00. A 1 D R$ 13 300,00. 5 E R$ 17 100,00. B 1 QUESTÃO 163 4 Muitas medidas podem ser tomadas em nossas C 2 casas visando à utilização racional de energia elétrica. 5 Isso deve ser uma atitude diária de cidadania. Uma delas D 3 pode ser a redução do tempo no banho. Um chuveiro 5 FRP SRWrQFLD GH   : FRQVRPH  N: SRU KRUD E 3 Uma pessoa que toma dois banhos diariamente, de 10 4 minutos cada, consumLUi HP VHWH GLDV TXDQWRV N:"QUESTÃO 160 A 0,8 B 1,6 O prefeito de uma cidade deseja construir uma C 5,6rodovia para dar acesso a outro município. Para isso, foi D 11,2aberta uma licitação na qual concorreram duas empresas. E 33,6$ SULPHLUD FREURX 5   SRU NP FRQVWUXtGR Q
    • DFUHVFLGRV GH XP YDORU ¿[R GH 5   HQTXDQWR QUESTÃO 164D VHJXQGD FREURX 5   SRU NP FRQVWUXtGR Q
    •  Cerca de 20 milhões de brasileiros vivem na regiãoDFUHVFLGRV GH XP YDORU ¿[R GH 5   $V GXDV FREHUWD SHOD FDDWLQJD HP TXDVH  PLO NP2 de área.empresas apresentam o mesmo padrão de qualidade 4XDQGR QmR FKRYH R KRPHP GR VHUWmR H VXD IDPtOLDdos serviços prestados, mas apenas uma delas poderá precisam caminhar quilômetros em busca da água dosser contratada. açudes. A irregularidade climática é um dos fatores que mais interferem na vida do sertanejo.Do ponto de vista econômico, qual equação possibilitaria Disponível em: http://www.wwf.org.br. Acesso em: 23 abr. 2010.encontrar a extensão da rodovia que tornaria indiferentepara a prefeitura escolher qualquer uma das propostas 6HJXQGR HVWH OHYDQWDPHQWR D GHQVLGDGH GHPRJUi¿FDDSUHVHQWDGDV" GD UHJLmR FREHUWD SHOD FDDWLQJD HP KDELWDQWHV SRU NP2, é deA 100n + 350 = 120n + 150 A 250.B 100n + 150 = 120n + 350 B 25.C 100(n + 350) = 120(n + 150) C 2,5.D 100(n + 350 000) = 120(n + 150 000) D 0,25.E 350(n + 100 000) = 150(n + 120 000) E 0,025. MT - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 26
    • *AMAR25dom27*QUESTÃO 165 QUESTÃO 167 2 JUi¿FR PRVWUD D YHORFLGDGH GH FRQH[mR j LQWHUQHW Em um jogo disputado em uma mesa de sinuca, háutilizada em domicílios no Brasil. Esses dados são 16 bolas: 1 branca e 15 coloridas, as quais, de acordoUHVXOWDGR GD PDLV UHFHQWH SHVTXLVD GH  UHDOL]DGD com a coloração, valem de 1 a 15 pontos (um valorpelo Comitê Gestor da Internet (CGI). para cada bola colorida). O jogador acerta o taco na bola branca de forma que esta acerte as outras, com o objetivo de acertar duas das quinze bolas em quaisquer caçapas. Os valores dessas duas bolas são somados e devem resultar em um valor escolhido pelo jogador antes do início da jogada. Arthur, Bernardo e Caio escolhem os números 12, 17 e 22 como sendo resultados de suas respectivas somas. Com essa escolha, quem tem a maior probabilidade de ganhar o jogo é A Arthur, pois a soma que escolheu é a menor. B Bernardo, pois há 7 possibilidades de compor a Disponível em: http://agencia.ipea.gov.br. Acesso em: 28 abr. 2010 (adaptado). soma escolhida por ele, contra 4 possibilidades para a escolha de Arthur e 4 possibilidades para aEscolhendo-se, aleatoriamente, um domicílio pesquisado,qual a chance de haver banda larga de conexão de pelo escolha de Caio.PHQRV  0ESV QHVWH GRPLFtOLR" C Bernardo, pois há 7 possibilidades de compor aA 0,45 soma escolhida por ele, contra 5 possibilidadesB 0,42 para a escolha de Arthur e 4 possibilidades para aC 0,30 escolha de Caio.D 0,22 D Caio, pois há 10 possibilidades de compor a somaE 0,15 escolhida por ele, contra 5 possibilidades para aQUESTÃO 166 escolha de Arthur e 8 possibilidades para a escolha Todo o país passa pela primeira fase de campanha de Bernardo.de vacinação contra a gripe suína (H1N1). Segundo um E Caio, pois a soma que escolheu é a maior.médico infectologista do Instituto Emílio Ribas, de São3DXOR D LPXQL]DomR ³GHYH PXGDU´ QR SDtV D KLVWyULD QUESTÃO 168da epidemia. Com a vacina, de acordo com ele, o Brasiltem a chance de barrar uma tendência do crescimento É possível usar água ou comida para atrair as avesda doença, que já matou 17 mil no mundo. A tabela e observá-las. Muitas pessoas costumam usar águaDSUHVHQWD GDGRV HVSHFt¿FRV GH XP ~QLFR SRVWR GH FRP Do~FDU SRU H[HPSOR SDUD DWUDLU EHLMDÀRUHV 0DVvacinação. é importante saber que, na hora de fazer a mistura, &DPSDQKD de YDFLQDomR FRQWUD D JULSH VXtQD você deve sempre usar uma parte de açúcar para cinco partes de água. Além disso, em dias quentes, precisa Datas da 4XDQWLGDGH GH vacinação Público-alvo pessoas vacinadas trocar a água de duas a três vezes, pois com o calor ela  D  GH Trabalhadores da saúde pode fermentar e, se for ingerida pela ave, pode deixá- 42 março e indígenas la doente. O excesso de açúcar, ao cristalizar, também 22 de março a Portadores de doenças 2 de abril crônicas 22 pode manter o bico da ave fechado, impedindo-a de se Adultos saudáveis entre alimentar. Isso pode até matá-la. 5 a 23 de abril 56  H  DQRV &LrQFLD +RMH GDV &ULDQoDV )1( ,QVWLWXWR &LrQFLD +RMH DQR  Q  PDU  24 de abril a População com mais de 7 de maio 60 anos 30 10 a 21 de Adultos saudáveis entre Pretende-se encher completamente um copo com 50 maio  H  DQRV D PLVWXUD SDUD DWUDLU EHLMDÀRUHV 2 FRSR WHP IRUPDWR Disponível em: http://img.terra.com.br. Acesso em: 26 abr. 2010 (adaptado). cilíndrico, e suas medidas são 10 cm de altura e 4 cm deEscolhendo-se aleatoriamente uma pessoa atendida diâmetro. A quantidade de água que deve ser utilizadanesse posto de vacinação, a probabilidade de ela ser na mistura é cerca de (utilize S )portadora de doença crônica éA 8%. A 20 mL.B   B 24 mL.C 11%. C 100 mL.D 12%. D 120 mL.E 22%. E 600 mL.MT - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 27
    • *AMAR25dom28*QUESTÃO 169 QUESTÃO 170 $ ¿JXUD DSUHVHQWD LQIRUPDo}HV ELRPpWULFDV GH XP O atletismo é um dos esportes que mais sehomem (Duílio) e de uma mulher (Sandra) que estão LGHQWL¿FDP FRP R HVStULWR ROtPSLFR $ ¿JXUD LOXVWUD XPDbuscando alcançar seu peso ideal a partir das atividades pista de atletismo. A pista é composta por oito raiasItVLFDV FRUULGD
    •  3DUD VH YHUL¿FDU D HVFDOD GH REHVLGDGH H WHP ODUJXUD GH  P $V UDLDV VmR QXPHUDGDV GRIRL GHVHQYROYLGD D IyUPXOD TXH SHUPLWH YHUL¿FDU R ËQGLFH centro da pista para a extremidade e são construídas deGH 0DVVD &RUSRUDO ,0&
    •  (VWD IyUPXOD p DSUHVHQWDGD segmentos de retas paralelas e arcos de circunferência.FRPR ,0& PKð RQGH P p D PDVVD HP TXLORJUDPDV H Os dois semicírculos da pista são iguais.h é altura em metros. Veja. Ed. 2055 (adaptado).No quadro é apresentada a Escala de Índice de MassaCorporal com as respectivas categorias relacionadas BIEMBENGUT, M. S. 0RGHODomR 0DWHPiWLFD FRPR PpWRGR GH HQVLQRDSUHQGL]DJHPaos pesos. GH 0DWHPiWLFD HP FXUVRV GH ž H ž JUDXV  LVVHUWDomR GH 0HVWUDGR ,*&(81(63 5LR &ODUR DGDSWDGR
    •  (VFDOD GH ËQGLFH GH 0DVVD &RUSRUDO Se os atletas partissem do mesmo ponto, dando uma volta completa, em qual das raias o corredor estaria VHQGR EHQH¿FLDGR" CATEGORIAS ,0& NJPð
    • A 1 B 4 Desnutrição Abaixo de 14,5 C 5 D 7 E 8 Peso abaixo do normal 14,5 a 20 QUESTÃO 171 Nos últimos cinco anos, 32 mil mulheres de 20 a 24 Peso normal  D  anos foram internadas nos hospitais do SUS por causa de AVC. Entre os homens da mesma faixa etária, houve Sobrepeso  D  28 mil internações pelo mesmo motivo. eSRFD. 26 abr. 2010 (adaptado). Obesidade  D  6XSRQKD TXH QRV SUy[LPRV FLQFR DQRV KDMD XP acréscimo de 8 mil internações de mulheres e que o acréscimo de internações de homens por AVC ocorra na 2EHVLGDGH PyUELGD Igual ou acima de 40 mesma proporção. 1RYD (VFROD. N° 172, maio 2004. De acordo com as informações dadas, o número de KRPHQV TXH VHULDP LQWHUQDGRV SRU $9& QRV SUy[LPRVA partir dos dados biométricos de Duílio e Sandra e da cinco anos, corresponderia aEscala de IMC, o valor IMC e a categoria em que cadauma das pessoas se posiciona na Escala são A 4 mil. B  PLOA Duílio tem o IMC 26,7 e Sandra tem o IMC 26,6, C 21 mil. estando ambos na categoria de sobrepeso. D 35 mil.B XtOLR WHP R ,0&  H 6DQGUD WHP R ,0&  E  PLO estando ambos na categoria de sobrepeso.C Duílio tem o IMC 27,3 e Sandra tem o IMC 26,6, estando ambos na categoria de sobrepeso.D Duílio tem o IMC 25,6, estando na categoria de sobrepeso, e Sandra tem o IMC 24,7, estando na categoria de peso normal.E Duílio tem o IMC 25,1, estando na categoria de sobrepeso, e Sandra tem o IMC 22,6, estando na categoria de peso normal. MT - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 28
    • *AMAR25dom29*QUESTÃO 172 computador, foram gerados números com 5 algarismos Uma enquete, realizada em março de 2010, distintos e, em nenhum deles, apareceram dígitos pares.perguntava aos internautas se eles acreditavam que as Em razão disso, a ordem de chamada do candidato queatividades humanas provocam o aquecimento global. WLYHU UHFHELGR R Q~PHUR   p(UDP WUrV DV DOWHUQDWLYDV SRVVtYHLV H  LQWHUQDXWDV A 24.UHVSRQGHUDP j HQTXHWH FRPR PRVWUD R JUi¿FR B 31. C 32. D 88. E  QUESTÃO 175 Um técnico em refrigeração precisa revisar todos os SRQWRV GH VDtGD GH DU GH XP HVFULWyULR FRP YiULDV VDODV Na imagem apresentada, cada ponto indicado eSRFD (G   PDU  DGDSWDGR
    •  por uma letra é a saída do ar, e os segmentos são asAnalisando oV GDGRV GR JUi¿FR TXDQWRV LQWHUQDXWDV tubulações.UHVSRQGHUDP ³1­2´ j HQTXHWH"A Menos de 23.B Mais de 23 e menos de 25.C Mais de 50 e menos de 75.D 0DLV GH  H PHQRV GH E Mais de 200. Iniciando a revisão pelo ponto K e terminando em F, semQUESTÃO 173 passar mais de uma vez por cada ponto, o caminho será passando pelos pontos A cor de uma estrela tem relação com a temperaturaem sua superfície. Estrelas não muito quentes (cerca A K, I e F.de 3 000 K) nos parecem avermelhadas. Já as estrelas B K, J, I, G, L e F.amarelas, como o Sol, possuem temperatura em torno C K, L, G, I, J, H e F.dos 6 000 K; as mais quentes são brancas ou azuis D K, J, H, I, G, L e F.SRUTXH VXD WHPSHUDWXUD ¿FD DFLPD GRV   . E K, L, G, I, H, J e F. $ WDEHOD DSUHVHQWD XPD FODVVL¿FDomR HVSHFWUDO H QUESTÃO 176outros dados para as estrelas dessas classes. 2 WHUPR DJURQHJyFLR QmR VH UHIHUH DSHQDV j DJULFXOWXUD Estrelas da Sequência Principal e à pecuária, pois as atividades ligadas a essa produção Classe Temperatura Luminosidade Massa Raio incluem fornecedores de equipamentos, serviços para a Espectral zona rural, industrialização e comercialização dos produtos. O5    [    2 JUi¿FR VHJXLQWH PRVWUD D SDUWLFLSDomR SHUFHQWXDO B0    [   GR DJURQHJyFLR QR 3,% brasileiro: A0      G2      M0      7HPSHUDWXUD HP .HOYLQ /XPLQRVLGDGH PDVVD H UDLR WRPDQGR R 6RO FRPR XQLGDGH Disponível em: http://www.zenite.nu. Acesso em: 1 maio 2010 (adaptado).Se tomarmos uma estrela que tenha temperatura5 vezes maior que a temperatura do Sol, qual será aRUGHP GH JUDQGH]D GH VXD OXPLQRVLGDGH" Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA). Almanaque abril 2010.A 20 000 vezes a luminosidade do Sol. São Paulo: Abril, ano 36 (adaptado).B 28 000 vezes a luminosidade do Sol.C 28 850 vezes a luminosidade do Sol. Esse JUi¿FR IRL XVDGR HP XPD SDOHVWUD QD TXDOD 30 000 vezes a luminosidade do Sol. o orador ressaltou uma queda da participação doE 50 000 vezes a luminosidade do Sol. DJURQHJyFLR QR 3,% EUDVLOHLUR H D SRVWHULRU UHFXSHUDomR dessa participação, em termos percentuais.QUESTÃO 174 6HJXQGR R JUi¿FR R SHUtRGR GH TXHGD RFRUUHX HQWUH RV O setor de recursos humanos de uma empresa anos devai realizar uma entrevista com 120 candidatos a uma A  H vaga de contador. Por sorteio, eles pretendem atribuir a B 2001 e 2003.cada candidato um número, colocar a lista de números C 2003 e 2006.em ordem numérica crescente e usá-la para convocar D 2003 e 2007.os interessados. Acontece que, por um defeito do E 2003 e 2008.07  ž GLD _ &DGHUQR   $0$5(/2  3iJLQD 
    • *AMAR25dom30*QUESTÃO 177 QUESTÃO 179 A resistência das vigas de dado comprimento é Uma indústria fabrica um único tipo de produto ediretamente proporcional à largura (b) e ao quadrado sempre vende tudo o que produz. O custo total parada altura (d
    •  FRQIRUPH D ¿JXUD $ FRQVWDQWH GH fabricar uma quantidade q de produtos é dado por umaproporcionalidade k varia de acordo com o material função, simbolizada por CT, enquanto o faturamentoutilizado na sua construção. que a empresa obtém com a venda da quantidade q também é uma função, simbolizada por FT. O lucro total (LT) obtido pela venda da quantidade q de produtos é dado pela expressão LT(q) = FT(q) – CT(q). Considerando-se as funções FT(q) = 5q e CT(q) = 2q + 12 como faturamento e custo, qual a quantidade mínima de produtos que a indústria terá de fabricar para não ter SUHMXt]R"Considerando-se S como a resistência, a representação A 0algébrica que exprime essa relação é B 1 C 3A D 4B E 5C QUESTÃO 180D 8PD HPSUHVD GH WHOHIRQLD ¿[D RIHUHFH GRLV SODQRV DRV VHXV FOLHQWHV QR SODQR . R FOLHQWH SDJD 5 E por 200 minutos mensais e R$ 0,20 por cada minuto H[FHGHQWH QR SODQR = SDJD 5  SRU  PLQXWRV mensais e R$ 0,10 por cada minuto excedente.QUESTÃO 178 2 JUi¿FR TXH UHSUHVHQWD R YDORU SDJR HP UHDLV QRV Considere que uma pessoa decida investir uma dois planos em função dos minutos utilizados édeterminada quantia e que lhe sejam apresentadas trêspossibilidades de investimento, com rentabilidades líquidasgarantidas pelo período de um ano, conforme descritas:Investimento A: 3% ao mêsInvestimento B: 36% ao anoInvestimento C: 18% ao semestre As rentabilidades, para esses investimentos, incidemsobre o valor do período anterior. O quadro fornecealgumas aproximações para a análise das rentabilidades: n 1,03n 3  6   1,305 12 1,426Para escolher o investimento com a maior rentabilidadeanual, essa pessoa deveráA escolher qualquer um dos investimentos A, B ou C, pois as suas rentabilidades anuais são iguais a 36%.B escolher os investimentos A ou C, pois suas UHQWDELOLGDGHV DQXDLV VmR LJXDLV D  C escolher o investimento A, pois a sua rentabilidade anual é maior que as rentabilidades anuais dos investimentos B e C.D escolher o investimento B, pois sua rentabilidade de 36% é maior que as rentabilidades de 3% do investimento A e de 18% do investimento C.E escolher o investimento C, pois sua rentabilidade de  DR DQR p PDLRU TXH D UHQWDELOLGDGH GH  DR ano dos investimentos A e B. MT - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 30
    • *AMAR25dom31* Transcreva a sua Redação para a Folha de Redação.12345678910 O H O1112 N Ã U Ç1314 C A S D A E15161718 R R19202122 D A2324252627282930 LC - 2º dia | Caderno 5 - AMARELO - Página 31
    • ENEM 2011Errata Caderno Amarelo:Na questão 105, a referência bibliográfica correta é:CARREIRO, E. A. In: DARIDO, S.C.; RANGEL, I.C.A.(orgs.). Educação Física naescola: implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2005 (fragmento).Na questão 120, a referência bibliográfica correta é:Antonio Cicero. In: MORICONI, I. (org.). Os cem melhores poemas brasileiros doséculo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.