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blu comunicação integrada
Ciclo hidrológico
Ciclo hidrológico e a distribuição da água na Terra   Divanzir Padilha                                                    ...
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Águas superficiais
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Classificação dos rios – quanto ao tipo deescoamento Permanentes  ou perenes   Semprepossuem água em seu canal            ...
Classificação dos rios – quanto ao tipo deescoamento                                     Rio intermitente em Pollença,    ...
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Águas superficiais         Bacias hidrográficas            Região hidrográfica  Áreas drenadas por um rio principal,      ...
Regiões hidrográficas brasileiras   Luciano Daniel Tulio                          AGÊNCIA Nacional de Águas. Disponível em...
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Águas oceânicas – Oceanos                  Oceano        Maior de todos e maiores                  Pacífico           prof...
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Luciano Daniel Tulio                       Correntes marítimas                       IBGE. Atlas geográfico escolar. 4. ed...
ÁguasÁguas subterrâneassuperficiais
Águas subterrâneasPRESS, Frank et al. Para entender a Terra. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. p. 322.   Figura ilustrat...
Águas subterrâneas – Gêiseres          Gêiser, Islândia
Águas subterrâneas – Aquíferos – PorosidadeAquífero poroso     Aquífero fraturado ou    Aquífero cárstico ou sedimentar   ...
Aquífero Guarani                          Luciano Daniel TulioBORGHETTI, Nádia R.B.;BORGHETTI, José R.;ROSA FILHO, Ernani ...
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Privest - Cap. 07 - Hidrografia

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  • Objetivos que deverão ser atingidos com o estudo da unidade:- Compreender o ciclo da água.- Distinguir as diferentes fases do ciclo da água.- Perceber a irregular distribuição da água na superfície terrestre.- Identificar as diferentes partes que compõem um rio.- Avaliar as condições ambientais do rio que abastece a sua cidade.- Entender que as águas oceânicas possuem diferentes características.Compreender a importância das águas subterrâneas. A escala dos mapas que estão sendo apresentados nos slides foi calculada para a versão impressa do livro didático, segundo um tamanho predefinido. Quando o mapa é projetado em meio digital, não há como recalcular e ajustar automaticamente essa proporção. Assim, é importante explicar aos alunos que, conforme o tamanho da tela utilizada na projeção, a escala gráfica poderá estar com mais ou com menos de um centímetro de intervalo, o que não é o correto. Os alunos poderão visualizar o mapa no livro didático para que tenham noção da escala utilizada.
  • Mapa com escala calculada para a versão impressa do material didático.
  • São fontes termais que jorram água quente. Indicam que a região é ígnea (ou magmática). A água que se infiltra na rocha vulcânica, ainda não totalmente resfriada, é aquecida e, quando atinge o ponto de ebulição, a pressão faz com que ela seja ejetada.
  • Rochas impermeáveis que armazenam água em seus poros e/ou fissuras.
  • Mapa com escala calculada para a versão impressa do material didático.
  • Privest - Cap. 07 - Hidrografia

    1. 1. AUTORIA: Eliane Regina FerrettiEDIÇÃO DE CONTEÚDO: Carina Merlin EDIÇÃO: Miriam Conforto CRÉDITO DA IMAGEM NASA/Refo Stockli & Alan Nelson DE ABERTURA: PROJETO GRÁFICO: O2 Design Gráfico, Claudia Bordin Rodrigues, Daniel Miranda Editora Positivo, 2012.
    2. 2. blu comunicação integrada
    3. 3. Ciclo hidrológico
    4. 4. Ciclo hidrológico e a distribuição da água na Terra Divanzir Padilha Figura ilustrativa, representação sem escala. PRESS, Frank et al. Para entender a Terra. 4 ed. Porto Alegre. Bookman, 2006. p. 315.
    5. 5. Ciclo hidrológico e a distribuição da água na Terra Divanzir Padilha Glacial Perito Moreno, PRESS, Frank et al. Para entender a Terra. 4 ed. Porto Alegre. Bookman, 2006. p. 315. Patagônia, Argentina
    6. 6. Quantidades relativas de água na Terra Figura ilustrativa, representação sem escala. Figura ilustrativa, representação sem escala.WICANDER, Reed; MONROE, James S. Fundamentos de Geologia. São Paulo: Cengage Learning, 2009. p. 264.
    7. 7. Distribuição relativa dos recursos hídricos renováveis na TerraBORGHETTI, Nádia R. B.; BORGHETTI, José R.; ROSA FILHO, Ernani F. Aquífero Guarani: a verdadeira Figura ilustrativa, representação sem escala.integração dos países do Mercosul. Curitiba: Gia, 2004. p. 51.
    8. 8. Disponibilidade hídrica social Luciano Daniel Tulio BORGHETTI, Nádia R. B.; BORGHETTI, José R.; ROSA FILHO, Ernani F. Aquífero Guarani: a verdadeira integração dos países do Mercosul. Curitiba: Gia, 2004. p. 59. Adaptação.
    9. 9. Águas superficiais
    10. 10. Classificação dos rios – quanto ao relevo Rios de planície Baixo gradiente Rio Uruguai, São Borja, Rio Grande do Sul Navegação Rio Nilo, Cairo, Egito
    11. 11. Classificação dos rios – quanto ao relevo Rios de planalto Alto gradiente Rio Nilo Azul, Etiópia Geração de energia Usina hidrelétrica Perucac, Rio Drina, Sérvia
    12. 12. Classificação dos rios – quanto ao regime Glacial Derretimento da neve das geleirasRio de regime glacial. Ilha doSul, Nova Zelândia
    13. 13. Classificação dos rios – quanto ao regime Pluvial Rios alimentados pelas chuvas Rio São Francisco, próximo a Piaçabuçu, Alagoas
    14. 14. Classificação dos rios – quanto ao regime Misto Chuvas e derretimento da neve das geleiras Rio Apurimac, uma das nascentes do Rio Amazonas, Peru
    15. 15. Classificação dos rios – quanto ao tipo deescoamento Permanentes ou perenes Semprepossuem água em seu canal Rio Vístula, Cracóvia
    16. 16. Classificação dos rios – quanto ao tipo deescoamento Rio intermitente em Pollença, Temporários Maiorca, EspanhaIntermitentes Efêmeros Secam Formam-se por durante um curtodeterminado período, devido período do às chuvas ano intensas – torrentes Rio efêmero. Região Yosemite Nordeste National Park, do Brasil Califórnia
    17. 17. Características da hidrografia brasileira Rios caudalosos e perenes = clima úmido Foz do tipo “estuário” Predomínio Regimes pluviais Rios de planalto = grande potencial hidráulico
    18. 18. Águas superficiais Bacias hidrográficas Região hidrográfica Áreas drenadas por um rio principal, Conjunto de bacias seus afluentes e subafluentes, hidrográficas delimitados pelos divisores de água
    19. 19. Regiões hidrográficas brasileiras Luciano Daniel Tulio AGÊNCIA Nacional de Águas. Disponível em: <http://www.ana.gov.br/pnrh/DOCUMENTOS/5Textos/ 2OPlano%20Nacional4_04_03.pdf>. Acesso em: 2 jul. 2009.
    20. 20. ÁguasÁguas oceânicassuperficiais
    21. 21. Águas oceânicas – Oceanos Oceano Maior de todos e maiores Pacífico profundidades Oceano Mais importante Atlântico economicamente Grandes massas deágua salgada Oceano Menor em área Índico Oceano Glacial Águas congeladas na Ártico maior parte do ano
    22. 22. Águas oceânicas – Mares Comunicação Mar do Norte, Costeiros aberta com o Mar das ou abertos oceano AntilhasPróximos ao continente, Interiores Comunicação Mar menor ou semi- por canais Mediterrâneo, salinidade e -abertos estreitos Mar Vermelhoprofundidade Não há Fechados Mar Cáspio, comunicação ou Isolados Mar de Aral com o oceano
    23. 23. Águas oceânicas – Mares Mar das Antilhas próximo à Praia de Cancun, MéxicoMar Mediterrâneo,Cadaqués, Espanha Mar Cáspio
    24. 24. Movimentos das águas oceânicas Correntes Ondas Marés marítimas Movimento de Ação do vento Movimento determinado sobre a superfície regular de subida volume de água dos oceanos, e descida das do oceano com profundidade das águas. Atração temperatura, águas e forma da do Sol e da Lua salinidade, costa continental. sobre a Terra. velocidade e direção próprias.
    25. 25. Luciano Daniel Tulio Correntes marítimas IBGE. Atlas geográfico escolar. 4. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 2007. p. 58. Adaptação.
    26. 26. ÁguasÁguas subterrâneassuperficiais
    27. 27. Águas subterrâneasPRESS, Frank et al. Para entender a Terra. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. p. 322. Figura ilustrativa, representação sem escala.
    28. 28. Águas subterrâneas – Gêiseres Gêiser, Islândia
    29. 29. Águas subterrâneas – Aquíferos – PorosidadeAquífero poroso Aquífero fraturado ou Aquífero cárstico ou sedimentar fissural (Karst) Rochas mais duras, como as A água dissolve as A água circula magmáticas e rochas carbonáticas,entre os poros de metamórficas, como o calcário, rochas apresentam fissuras e deixando espaços sedimentares. fraturas por onde a vagos onde a água irá água subterrânea se circular. movimenta.
    30. 30. Aquífero Guarani Luciano Daniel TulioBORGHETTI, Nádia R.B.;BORGHETTI, José R.;ROSA FILHO, Ernani F.Aquífero Guarani:a verdadeira integraçãodos países do Mercosul.Curitiba: Gia, 2004. p.131. Adaptação.
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