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IECJ - Cap.   3 -  Universo e  sistema solar - 6º ano do EFII
 

IECJ - Cap. 3 - Universo e sistema solar - 6º ano do EFII

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Aula - Geografia - 6º ano - EFII

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    IECJ - Cap.   3 -  Universo e  sistema solar - 6º ano do EFII IECJ - Cap. 3 - Universo e sistema solar - 6º ano do EFII Presentation Transcript

    • Geografia - Homem & Espaço 6 ° ano Capítulo 3 - Universo e Sistema Solar
    • Da observação do céu à Astronomia “ A observação e o estudo contínuo dos astros deu origem à Astronomia, ciência que tem como objetivo principal situar os astros no espaço sideral e no tempo, isto é, determinar sua localização e seu tempo de vida, descrever e explicar sua origem, sua características e seus movimentos.” “ Longe das luzes e da poluição das grandes cidades, o céu à noite surge cravejado de pontos luminosos. Entre eles aparentemente só há escuridão, e ao se olhar essa imensidão parece que não existe nada. Mas não é bem assim. Gases e poeira cósmica preenchem o espaço entre os pontos luminosos que observamos.” Fonte: Elian Alabi Lucci e Anselmo Lazaro Branco - O Universo, o Sistema Solar e a Terra – Coleção Geografia sem fronteiras. São Paulo Atual. 2006 p. 6.
    • Fonte: Atlas geográfico escolar , 4 ª ed. Rio de Janeiro, 2007: p. 9. IBGE O Universo
    • Ano-luz O ano-luz equivale à distância percorrida pela luz em um ano. A velocidade da luz é de 300 mil quilômetros por segundo, e o espaço percorrido por ela em um ano corresponde a aproximadamente 9,5 trilhões de quilômetros.
      • Algumas distâncias astronômicas aproximadas:
      • a distância da Terra à Lua (384 mil quilômetros) é de 1,25 segundo-luz;
      • o Sol está a 8 minutos e 18 segundos-luz (150 milhões de quilômetros) da Terra.
      Espaço sideral: espaço onde estão situados os astros ou corpos celestes; espaço do Universo.
    • Um passo importante para ampliar o conhecimento que se tinha do Universo foi dado em 1610 , quando Galileu Galilei (1564-1642), usando uma luneta, descobriu as quatro grandes luas ou satélites do planeta Júpiter, as montanhas e crateras da Lua e as manchas solares. Em 1672 , Isaac Newton (1642-1727) apresentou uma nova invenção, o telescópio, aparelho com o qual tornou possível obter imagens mais nítidas. Em 1990 , foi lançado o telescópio espacial Hubble , e está previsto para ser lançado em 2011 o seu sucessor, James Webb Telescope . Ele captará imagens do período menos conhecido da história do Universo.
    • Luneta de Galileu Galilei, construída em 1609. Antes do feito de Galileu, a luneta era utilizada para enxergar coisas distantes, como por exemplo, os navios em alto-mar. Fonte: Elian Alabi Lucci e Anselmo Lazaro Branco O Universo, o Sistema Solar e a Terra. Coleção Geografia sem fronteiras. São Paulo: Atual, 2006. p.6
    • Em seu telescópio, construído em 1668, Isaac Newton empregava um espelho curvo, para focar os raios de luz e formar uma imagem. Desviados para outro espelho, os raios atingiam a ocular. Muitos dos telescópios de hoje usam como base o projeto de Newton. Fonte: O Universo, o Sistema Solar e a Terra . Coleção Geografia sem fronteiras. Atual. São Paulo: Atual, 2006. p.7 Elian Alabi Lucci e Anselmo Lazaro Branco.
    • A Via-Láctea A Via-Láctea é a galáxia onde está localizado o Sistema Solar, do qual o planeta Terra faz parte.
      • No Universo existem bilhões de galáxias, cada qual com bilhões de estrelas. É muito provável que, se observarmos o céu numa noite sem nuvens e longe de lugares muito iluminados, possamos notar pontos brilhantes mais concentrados numa extensa faixa esbranquiçada, formando uma espécie de arco. Essa faixa é a Via-Láctea .
    • O Sistema Solar Formado por vários astros - planetas - satélites - planetoides - meteoroides - cometas Giram em torno no Sol, atraídos pela força gravitacional dele. O Sol é uma estrela como milhares de outras que podem ser vistas a olho nu ou com a ajuda de telescópios. Por estar mais próxima da Terra, ela parece maior. Mas no Universo existem estrelas maiores e mais brilhantes que o Sol. Esse é um dos motivos da importância do Sol para a Terra, além de possibilitar a existência de vida e a ocorrência de vários fenômenos, como vento e a evaporação das águas. Apesar da Terra girar ao redor do Sol, ele não está estático; o Sol está em movimento. Atenção : nunca olhe diretamente para o Sol, pois isso pode causar cegueira
    • Os planetas Os planetas do Sistema Solar, por ordem de distância do Sol.
    • Os planetas são astros iluminados, ou seja, não têm luz própria; giram ao redor do Sol e percorrem o espaço traçando órbitas elípticas. São oito os planetas conhecidos do Sistema Solar. Plutão, que havia sido descoberto em 1930 e reconhecido como planeta, perdeu esse status em 2006, numa assembléia da União Astronômica Internacional (UAI), passando a fazer parte da nova categoria de “planetas-anões”. Além de Plutão, outros dois corpos celestes se enquadram na classificação de planetas anões, o asteroide Ceres, localizado no Cinturão de Asteroides, e o 2003 UB313 (Xena), localizado no Cinturão de Kuiper.
    • Os satélites e a Lua Satélites naturais são astros que não têm luz própria e que giram ao redor dos planetas. Com exceção de Mercúrio e Vênus, todos os demais planetas do Sistema Solar apresentam satélites naturais. O único satélite natural da Terra é a Lua. Ela é o corpo celeste mais próximo de nós. A Lua gira em torno da Terra atraída pela sua força de gravidade. Esse movimento dura exatamente o mesmo tempo que ela leva para dar uma volta em torno de si mesma.
    • A Lua em seu giro ao redor da Terra.
    • As fases da Lua, vistas da Terra durante um mês lunar. No centro, a Lua cheia (montagem com imagens obtidas em diferentes dias ao longo de um mês).
    • As fases da Lua
      • A Lua executa basicamente três movimentos:
      • gira em torno de seu próprio eixo;
      • gira em torno da Terra;
      • gira com a Terra em Torno do Sol.
      No decorrer do mês, percebemos alterações no aspecto da Lua.Tais alterações ocorrem devido à variação da posição da Lua em relação ao Sol e à Terra: são as fases da Lua. As fases da Lua (lua nova, quarto crescente, cheia e quarto minguante) deram origem à divisão do tempo em semanas (cada fase) e meses (o movimento completo do satélite).
    • Satélites artificiais
      • - de comunicação;
      • de meteorologia;
      • de sensoriamento remoto;
      • de radar;
      • científicos;
      • de espionagem;
      • de navegação.
      Satélite artificial lançado pelos Estados Unidos. Jupiter Unlimited/Other Images Desde os anos 1960, com o progresso alcançado pela ciência, o homem constrói satélites artificiais que giram em torno de astros e são utilizados para estudos, divididos de acordo com a sua aplicação:
    • Meteoroides São corpos celestes menores que um asteroide. Diariamente, milhares de meteoroides penetram na atmosfera terrestre em alta velocidade. O atrito desses astros com os gases que compõem a atmosfera provoca sua queima, ocasionando um fenômeno luminoso chamado meteoro. Fragmento do Meteorito Bendegó. Rômulo Fialdini
    • Planetoides ou asteroides São corpos celestes encontrados entre as órbitas de Marte e Júpiter. Os astrônomos acreditam que eles correspondam à matéria que não chegou a formar um planeta. Um asteroide pode ser desviado para fora da sua órbita pela atração gravitacional de um objeto maior, como por exemplo um planeta. Assim, é bastante comum asteroides passarem perto da Terra. Asteroide Gaspra, em foto de outubro de 1991. Fonte: Elian Alabi Lucci e Anselmo Lazaro Branco O Universo, o Sistema Solar e a Terra . Coleção Geografia sem fronteiras. São Paulo: Atual, 2006. p.24. Elian Alabi Lucci e Anselmo Lazaro Branco. Corbis
    • Cometas Astros que giram ao redor do Sol, descrevendo órbitas elípticas que, às vezes, são bastante alongadas. Tendo no núcleo uma mistura de gases e partículas sólidas, predominantemente gelo, os cometas tem densidade muito pequena. O cometa Halley claro. Photodisc/Getty Images Os astrônomos descobriram que os cometas estão num local chamado Nuvem de Oort, situado além de Plutão. Essa nuvem gira em torno do Sol. Os cometas que estão nela eventualmente são atraídos para o interior do Sistema Solar. Se, ao ingressarem, forem atraídos por Júpiter ou Saturno, eles se transformam em cometas periódicos, como o planeta Halley, que cruza a órbita da Terra a cada 76 anos.
    • Estrutura de um cometa Núcleo