Uma Proposta de Sistema para Avaliar o Potencial Estratégico de Projetos de P&D Aplicado ao Programa de Pólos de Inovação Tecnológica do RS
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Uma Proposta de Sistema para Avaliar o Potencial Estratégico de Projetos de P&D Aplicado ao Programa de Pólos de Inovação Tecnológica do RS Uma Proposta de Sistema para Avaliar o Potencial Estratégico de Projetos de P&D Aplicado ao Programa de Pólos de Inovação Tecnológica do RS Document Transcript

  • XXXI ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual: Desafios da Engenharia de Produção na Consolidação do Brasil no Cenário Econômico Mundial Belo Horizonte, MG, Brasil, 04 a 07 de outubro de 2011. UMA PROPOSTA DE SISTEMA PARA AVALIAR O POTENCIAL ESTRATÉGICO DE PROJETOS DE P&D APLICADO AO PROGRAMA DE PÓLOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DO RS Flavio Lucas da Rosa (FACCAT) flaviotaq@gmail.com Paulo Roberto de Aguiar von Mengden (FACCAT) pmengden@gmail.com Carlos Fernando Jung (UFRGS) carlosfernandojung@gmail.comEste artigo apresenta os resultados de uma pesquisa que teve porfinalidade desenvolver um Sistema Apoiado por Software para Avaliaro Potencial Estratégico de Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento(P&D), no âmbito do Programa de Apoio aoss Pólos de Inovação doRS. Foi realizado um estudo bibliográfico e documental sobre modelosde seleção e classificação de projetos, fatores críticos de sucesso,diretrizes do Programa de Pólos e, métodos para processamento etratamento de dados. O estudo mostra o desenvolvimento, verificação eanálise dos resultados da utilização do Sistema. O Sistemadesenvolvido pode contribuir para uma melhor seleção, classificação ecomparação de projetos de P&D e, facilitar a escolha de projetosadequados às estratégias organizacionais.Palavras-chaves: Gestão de Projetos, Inovação, Pesquisa eDesenvolvimento, Pólos de Inovação
  • XXXI ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual: Desafios da Engenharia de Produção na Consolidação do Brasil no Cenário Econômico Mundial Belo Horizonte, MG, Brasil, 04 a 07 de outubro de 2011.1. IntroduçãoUm projeto é um esforço temporário que busca um resultado definido, sendo utilizado comomeio de atingir metas do plano estratégico das organizações (PMI, 2008). Jung (2009) afirmaque projetos são compostos por etapas sistematicamente ordenadas, com finalidade dedetalhar um conjunto de ações a serem executadas para suprir uma necessidade.Corroborando, Bell (2008) afirma que projetos de pesquisa são uma forma de organizar abusca de conhecimento por meio de processos metodológicos.Magalhães (2003) afirma que para avaliação e priorização de projetos é fundamental que osobjetivos sejam confrontados com os interesses e estratégias das instituições que são afetadas,mesmo que parcialmente, pelo projeto. Para Santos et al. (2007), a definição de projetosprioritários passa pelo alinhamento entre os objetivos propostos e o planejamento estratégico,além das oportunidades de negócio que possam representar para as organizações.O Governo do Estado do Rio Grande do Sul possui um Programa de Apoio aos Pólos deInovação Tecnológica que anualmente destina recursos para financiar projetos de pesquisaaplicada a partir de demandas regionais (SCT, 2010a). Jung et al. (2008) afirmam que estesprojetos são avaliados inicialmente pelo Gestor do Pólo quanto à viabilidade econômica,científica, tecnológica e, principalmente, se a proposta enquadra-se nas linhas de pesquisa dorespectivo edital. Posteriormente, os gestores enviam os projetos a SCT/RS - Secretaria deCiência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico do RS que avalia e aprova a execuçãodesses projetos (JUNG et al., 2008).Jung et al. (2009) definem um Pólo de Inovação Tecnológica como um sistema composto poruma comunidade de pesquisa e uma comunidade de parceiros sociais interessados na difusãoe utilização das tecnologias. Os parceiros podem ser os Conselhos Regionais deDesenvolvimento (COREDES), entidades municipais e empresariais, cooperativas deprodução, sindicatos e outros.A Lei Nº 11.179 (RS, 1998) atribui a cada COREDE a responsabilidade pela identificação dedemandas regionais através de Consulta Popular. Jung et al. (2008) afirmam que, o Governodo Estado com base nestas demandas elabora um Termo de Referência que fixa a prioridade aser atendida por processos de pesquisa e desenvolvimento (P&D). Posteriormente, é lançadoum edital público que prevê e fixa os recursos financeiros para custear a aquisição demateriais permanentes e de consumo destinados à execução de um ou mais projetos pelasUnidades Executoras (UE) que integram os Pólo de Inovação (JUNG, et al., 2008).Corroborando, Vargas et al. (1998) esclarecem que uma Unidade Executora, é uma entidadede ensino e pesquisa estabelecida na região de um determinado Pólo de InovaçãoTecnológica, escolhida e referendada, pelo respectivo COREDE, como habilitada a propor erealizar projetos de interesse regional no âmbito do Programa. O autor refere que aformalização do Pólo perante o Governo do Estado é realizada através de um Protocolo deIntenções firmado entre a SCT/RS, o COREDE e as diversas instituições representativas daregião como: instituições de ensino e pesquisa, Prefeituras Municipais, associações de classe,entre outras (VARGAS et al., 1998).Neste contexto, Jung et al. (2009) identificaram problemas relacionados ao processo deavaliação e aprovação de projetos, entre estes: a inexistência no Programa de um Sistema paraGestão de Projetos que possua ferramentas para avaliar o potencial, selecionar e acompanhara execução dos projetos. 2
  • XXXI ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual: Desafios da Engenharia de Produção na Consolidação do Brasil no Cenário Econômico Mundial Belo Horizonte, MG, Brasil, 04 a 07 de outubro de 2011.Este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa experimental que teve por finalidadedesenvolver um Sistema Apoiado por Software para Avaliar o Potencial Estratégico deProjetos de P&D no âmbito do Programa de Apoio aos Pólos de Inovação do RS. Foirealizado um estudo bibliográfico e documental sobre modelos de seleção e classificação deprojetos, fatores críticos de sucesso, diretrizes do Programa de Pólos e, métodos paraprocessamento e tratamento de dados. O estudo mostra o desenvolvimento, verificação eanálise dos resultados da utilização do Sistema. O restante deste artigo está organizado daseguinte forma: a seção 2 apresenta o referencial teórico, a seção 3 descreve o estudo aplicadoe a seção 4 traz as conclusões do estudo.2 Revisão teórica2.1 Métodos para seleção e classificação de projetosAo examinar a estratégias das organizações na execução de projetos, Cooper e Edgett (2008)afirmam que o portfólio de projetos representam, na prática, a visão estratégica destas. JáRozenfeld et al. (2006) afirmam que cada novo projeto deve ser tratado como um novonegócio pela organização. Corroborando, o Project Management Institute (2008) ressalta anecessidade de avaliação para a priorização estratégica dos projetos, pois cada um concorre arecursos da organização.Para Magalhães (2003), muitos projetos contam com forte apoio interno, mesmo não tendonenhuma relação com a estratégia da organização, sendo simplesmente “sacred cows” (vacassagradas). Em determinados casos, projetos são aprovados e executados apenas pela reputaçãoou posição de seu autor sem levar em conta critérios baseados nas estratégias da organização(CASTRO e CARVALHO, 2010). Isto evidencia a necessidade das organizações emencontrar formas de priorizar seus projetos baseados em risco, condições de financiamento eprincípios do plano estratégico da organização (PMI, 2008). Corroborando, Magalhães (2003)afirma que existem uma demanda por indicadores que possam balizar patrimônios intangíveis,diluindo o peso dos indicadores financeiros sobre a escolha de projetos, valorando o seupotencial estratégico para a organizaçãoSantoro (2003) afirma que existem muitos métodos de análise desenvolvidos para gerar eavaliar indicadores organizacionais. Para Ramos (2010), alguns são utilizados pensando nopotencial estratégico dos projetos frente as instituições, porém cada um possui vantagens edesvantagens.O Método MAUT (Multiattribute Utility Theory) é um método de comparação quantitativausado para combinar medidas distintas como custos, riscos e benefícios, juntamente com aspreferências individuais dos atores afetados pela classificação dos projetos. No entanto, Lyraet al. (1999) afirmam que o método MAUT somente pode ser aplicado à síntese dos critérios,em uma única função, sem considerar a possibilidade de incomparabilidades.O Modelo AHP (Analysis Hierarchy Process) ou Método de Análise Hierárquica é uma formade desmembrar em critérios hierárquicos um projeto. Estes projetos são comparados aos paresutilizando-se de matrizes as quais são confeccionadas de tal forma que permitem a avaliaçãode critérios quantitativos, qualitativos, tangíveis ou intangíveis, sendo um método flexível ede fácil aplicação com êxito apenas a pequenos portfólios (COITINHO, 2007).A Matriz BCG (Boston Consulting Group) ou Matriz de Crescimento/Parcela de Mercado éuma método de análise e reflexão estratégica. Embasado em uma matriz biaxial, trata-se deum instrumento particularmente útil e simples de análise estratégica do portfólio de empresasdiversificadas. Está baseado no princípio de que o sucesso de uma organização é determinado 3
  • XXXI ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual: Desafios da Engenharia de Produção na Consolidação do Brasil no Cenário Econômico Mundial Belo Horizonte, MG, Brasil, 04 a 07 de outubro de 2011.pela otimização dos recursos financeiros e equilíbrio das apostas estratégicas (CAMPOS,2009).A Matriz McKinsey/GE é um modelo desenvolvido pela General Eletric com a colaboraçãoda consultoria McKinsey, e tem por base o método BCG. Neste método é utilizada umamatriz biaxial de dupla entrada, composta por nove células, que relaciona as variáveis“Posição Competitiva da Organização” (que surge como ordenada) com “Atratividade daIndústria/Segmento de Mercado” (abscissa), cada qual medida com base numa escala de trêsposições Forte, Média e Fraca (CAMPOS, 2009).O Método PROMETHEE II consiste na construção de uma relação de classificação deindicadores. No seu processo de análise, decompõe o objetivo em critérios. As comparaçõesentre alternativas são feitas no último nível de decomposição e aos pares, através doestabelecimento de margens de preferência ditadas pelos decisores, buscando uma ordenaçãodo conjunto de alternativas potenciais, através do conceito de dominância. É um método querequer informações intercritério e, correspondente à relativa importância entre os váriosobjetivos da organização de forma a criar pesos diferenciados nos critérios. Esses pesospodem ser decorrentes de cálculos técnicos ou apenas expressões de julgamento de valor(MELLO et al., 2006)O Modelo GPORT de priorização de projetos é voltado ao terceiro setor, organizações quepossuem iniciativas privadas para fins públicos. Este modelo esta alicerçado em trêsperspectivas de avaliação, a geral, a técnica e a estratégica, em cada uma das quais sãodefinidas um conjunto de indicadores. A estes indicadores são atribuídas notas que somadas,resultam em uma escala de valor estratégico, permitindo facilmente a classificação ehierarquização de projetos. Este método destina-se ao terceiro setor e a avaliação estratégicadeve ser realizada sempre entre duas instituições: a instituição financiadora do projeto e ainstituição executora. O método não prevê os interesses estratégicos de outras entidades quepossam ser parceiras ou estejam relacionadas ao projeto (ROCHA et al., 2009).2.2 Informações para tomada de decisões em projetosO sucesso de um projeto depende da participação efetiva dos denominados “stakeholders”,que são as partes interessadas de um projeto (PMI, 2008). Analogamente a NBR – 16001(ABNT, 2004) define que as partes interessadas são pessoas ou grupos que têm interesse ousão afetados pelos projetos, como o público interno, os concorrentes, as instituições públicas ecomunidade em geral.Morais (2005) salienta a necessidade de cada projeto proposto ou executado levar em conta osFatores Críticos de Sucessos (FCS). Este autor afirma que são os valores e ações ordenadasque levam ao cumprimento da missão da instituição. Corroborando, Suzuki (2008) diz que osFCS da empresa são as habilidades e os recursos de que a empresa precisa para vencer. Estesfatores devem incluir a mais nova tecnologia disponível, o serviço mais simpático, omarketing mais brilhante ou uma boa localização.Para Löbler, Bobsin e Visentini (2008) os FCS de uma organização estão vinculados ao seuPlano Estratégico de Negócio (PEN) que deve ser embasado na visão estratégica destaorganização. Corroborando, Junior (2008), em seus estudos, identificou a competência daequipe de pesquisa como um importante FCS para a organização.A necessidade de informações capazes de auxiliar na escolha da melhor decisão éfundamental para o gestor detectar tendências, analisar as alternativas e facilitar em qualquerprocesso de avaliação de projetos (ANTONELLI, 2009). Corroborando, Santos (2002) afirmaque o volume de informações a ser trabalhado na tomada das decisões gerenciais supera 4
  • XXXI ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual: Desafios da Engenharia de Produção na Consolidação do Brasil no Cenário Econômico Mundial Belo Horizonte, MG, Brasil, 04 a 07 de outubro de 2011.largamente a capacidade do processamento humano, exigindo ferramentas de apoio à decisão.A limpeza e padronização dos dados demonstraram ser a etapa mais importante e trabalhosado processo de análise de dados, dada a grande frequência de informações inconsistentes ouincompletas (QUEIROZ et al., 2009).Macedo e Matos (2010) esclarecem que a técnica limpeza de dados refere-se ao tratamentodas informações, classificando-a em: (i) Limpeza de campos ausentes, que compreende aeliminação ou controle de campos ausentes em um conjunto de dados. Boscarioli (2005)indica que a maior causa da ausência de dados está relacionada a simples falta depreenchimento; (ii) Limpeza de inconsistências, o que abrange a identificação e a tratamentode valores inconsistentes, e (iii) Limpeza de valores não pertencentes ao domínio, quecompreende a identificação e eliminação de valores que não pertençam ao domínio dosatributos do problema.Trzeciak (2003) salienta que a necessidade de identificar e tratar as redundâncias, as quaispodem ser reflexo de termos diferentes para expressar um mesmo objeto, pessoa, lugar ouconceito do mundo real, sendo esta redundância causada principalmente por diferentes visõesde negócio dos stakeholders. Neste caso, Penteado (2009) afirma que a necessidade doprocessamento e tratamento de informações qualitativas pode indicar o uso da lógica Fuzzy.Sousa e Porcile (2009) denominam a lógica Fuzzy como nebulosa, pois não acata ou geraresultados objetivos em um primeiro olhar. Já Silva e Lima (2009) esclarecem que esta lógicapermite a modelagem matemática do raciocínio humano, manipulando as informações em umambiente de incerteza, classificando assim conceitos sobre determinada variável através dacomposição de Conjuntos Fuzzy, onde as variáveis linguísticas de valor são atribuídas aconjuntos matemáticos com margens sobrepostas.3. Estudo aplicado3.1 Procedimentos metodológicosA pesquisa partiu de um estudo bibliográfico e documental a partir de modelos de seleção eclassificação de projetos, Fatores Críticos de Sucesso, Diretrizes do Programa de Pólos e noprocesso de aquisição e tratamento de dados realizado. Após este procedimento, foramidentificados e propostos indicadores representativos para estabelecer o potencial estratégicode projetos.Para serem determinados os indicadores, foi utilizada a abordagem qualitativa. Para Demo(2008) este tipo de abordagem permite uma interpretação da realidade sob o ponto de vista decada indivíduo. Foram utilizadas técnicas para o tratamento dos dados baseadas nos princípiosmetodológicos propostos por Hora, Monteiro e Arica (2010), Macedo e Matos (2010),Antonelli (2009), Porcile (2009), Silva e Lima (2009), Penteado (2009), Pereira et al. (2008),Queiroz et al. (2008), Trzeciak (2003) e Jung (2010).Na sequência, foi desenvolvido o Sistema com base no software Microsoft Excel e realizada aaplicação em uma amostra dos projetos aprovados pelo Programa de Pólos da SCT/RS. Oobjetivo da aplicação foi avaliar o Sistema e verificar o enquadramento dos projetos em umaescala de valores propostos. Esta avaliação permitiu analisar a adequação do Sistema aosobjetivos propostos no trabalho.3.2 Descrição do Sistema proposto3.3.1 Plataforma de aquisição, tratamento e saída de dados 5
  • XXXI ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual: Desafios da Engenharia de Produção na Consolidação do Brasil no Cenário Econômico Mundial Belo Horizonte, MG, Brasil, 04 a 07 de outubro de 2011.Para facilitar o uso do Sistema foi elaborado um “menu”, que consiste em um conjunto delinks que permitem ao usuário realizar o preenchimento, verificação de dados e resultados doprojeto analisado, ver Figura 1. Figura 1 - Tela de entrada do Sistema com o “menu” principalA aquisição de dados foi planejada para evitar inconsistências como: (i) Falta decompreensão do indicador, ver Figura 2 na parte superior, onde é exibido um “comentário”com uma breve descrição do campo ao qual este está vinculado; (ii) Limitação de indicadores,ver Figura 8 na parte inferior, foi inserida uma “caixa de seleção” que indica se é falso ouverdadeiro de forma a estabelecer apenas uma relação ou não da pesquisa com o itemanalisado sem considerar a intensidade desta relação; (iii) Falta de preenchimento, ver Figura2, onde é exibida uma mensagem de alerta indicando o não preenchimento do nome dapesquisa; e (iv) Redundâncias e preenchimento incorreto, ver Figura 3 na parte superior, asredundâncias e o preenchimento incorreto são controlados através da utilização de campos demúltipla escolha. 6
  • XXXI ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual: Desafios da Engenharia de Produção na Consolidação do Brasil no Cenário Econômico Mundial Belo Horizonte, MG, Brasil, 04 a 07 de outubro de 2011.Figura 2 – Tela do Sistema: campo com as informações para orientação em caso de falta de compreensão do indicador e mensagem de alerta para o preenchimento do nome da pesquisa Figura 3 – Tela do Sistema: caixa de múltipla escolha e caixa de seleçãoOs dados coletados são utilizados de forma a realizar duas funções distintas: (i) identificar seo projeto a ser analisado realmente se enquadra nos critérios do Programa de Pólos daSCT/RS; e (ii) pontuar numericamente projetos de inovação tecnológica. Para isto, osindicadores foram agrupados de forma a verificar se o projeto analisado atende aos requisitosdo Programa e pode resultar em uma inovação tecnológica, de tal forma que não atendendo aestes requisitos sua pontuação de valor estratégico será igual a zero.A escala de valor estratégico foi elaborada a partir dos princípios da lógica nebulosa, ondeindicadores qualitativos são agrupados e formatados para representar uma característicaestratégica relevante no sistema formado pelo Programa de Pólos, graduando seu peso noinstrumento de avaliação. A escala de valor estratégico do Sistema é formada pelo somatórioatribuído em cada item de análise, conforme a visão estratégica de cada parceiro.Cada característica estratégica também é ponderada frente aos interesses das instituiçõesvinculadas ao Programa, evidenciando assim a importância do projeto analisado para estas.Tal ponderação de valores faz-se necessária para garantir a real representabilidade dos atoresdo Programa na escala de valor estratégico geral do Sistema.As escalas de valor estratégico do Sistema propiciam uma visão geral da relação do projeto depesquisa proposto com os stakeholders do Programa de Pólos. Para facilitar a leitura dasinformações, foi elaborado um conjunto de gráficos que organizam as informações,apresentando de forma visual os pontos fortes e fracos de cada projeto analisado.3.3.2 IndicadoresUma parte dos indicadores utilizados no Sistema possui a função de identificar a viabilidadede execução e enquadramento nas linhas de pesquisa do Programa de Pólos, de forma a evitara análise de projetos que não se enquadram no Programa.Os indicadores utilizados para esta função são: (i) Natureza da pesquisa: este indicadorpermite classificar a pesquisa como Básica ou Aplicada; (ii) Adequação do valor financeirodo projeto ao edital do Programa; (iii) Adequação da linha de pesquisa do projeto ao edital; 7
  • XXXI ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual: Desafios da Engenharia de Produção na Consolidação do Brasil no Cenário Econômico Mundial Belo Horizonte, MG, Brasil, 04 a 07 de outubro de 2011.(iv) Adequação da linha de pesquisa ao pólo; e (v) Adequação da linha de pesquisa a unidadeexecutora.Uma vez atendidos os critérios referentes à análise de viabilidade, os projetos sãoclassificados conforme os indicadores propostos pelo Manual de Frascati (OCDE, 2007b),sendo: (i) de insumo ou (ii) de produto, sendo este último sub-classificado em indicadores deprodutos diretos, indicadores de impacto e indicadores de inovação. Muitos indicadores foramclassificados em mais de uma categoria para permitir a análise de diferentes fatores. Umexemplo disto é o caso da participação de instituição parceira (instituição sem vínculo com aexecutora), que frente a insumos, indica um rateio dos custos de P&D, porém frente aindicadores de impacto a participação de instituição parceira representa o interesse desta noresultado da pesquisa, evidenciando sua importância.No Sistema, os indicadores classificados como insumo são: (i) participação financeira deempresa parceira; e (ii) investimento no treinamento dos envolvidos da pesquisa, o que podecontribuir para o aperfeiçoamento das habilidades do grupo de pesquisa.Os indicadores classificados como produtos diretos foram baseados nos estudos de Francisco(2002) e, são relativos aos resultados dos projetos de pesquisa, porém neste caso a avaliação éfeita antes da execução dos projetos, o que implica em grande dificuldade em prever seusresultados concretos. Por isso estes indicadores foram associados através da lógica nebulosa,de forma a obter-se características relevantes, as quais são: (i) publicações científicas - estacaracterística indica a possibilidade de publicação dos conhecimentos obtidos na pesquisa; (ii)qualificação acadêmica da equipe de pesquisa - escala formada pelo somatório da pontuaçãodos pesquisadores, sendo análoga à utilizada pela SCT no Programação Pro-Inovação (SCT,2010b). Este indicador contabiliza no máximo cinco pesquisadores, sempre os maisqualificados, isso faz-se necessária para ajustar o peso deste indicador frente à escala geralimpedido que pesquisas com poucos pequisadores sejam eliminadas do processo deseleção/classificação; (iii) qualificação acadêmica da equipe de auxiliares de pesquisa; e (iv)contribuição do projeto de pesquisa ao ensino de pós-graduação, este indicador relaciona-secom a qualificação profissional dos pesquisadores, com a difusão do conhecimento e com aintegração do ensino e pesquisa, que é um dos objetivos do Programa de Pólos. O conjunto deindicadores classificados como “produtos diretos” representa 11,9% da escala de valorprincipal do Sistema de Avaliação do Potencial de Projetos de P&D.Foram propostos para avaliação do grau de inovação tecnológica três indicadores, que juntosrepresentam 15,9% da escala de valor estratégico desta proposta. Os indicadores classificadoscomo inovação são: (i) possibilidade de pedido de depósito de patente, neste caso a própriaSCT através do Termo de Referência para Apresentação de Projetos (SCT, 2010c) estabeleceprioridade para projetos passíveis de propriedade intelectual; (ii) otimização de tecnologias,produtos, métodos, materiais e processos - indicador baseado no Manual de Oslo (OCDE,2007a); e (iii) desenvolvimento de novas tecnologias, produtos, métodos, materiais eprocessos, também com base no Manual de Oslo (OCDE, 2007a).Os indicadores classificados como de impacto dos produtos da pesquisa representam 70% dapontuação da escala de valor desta proposta. Esta classificação reúne os seguintes indicadores:(i) indicador de difusão, que é formado pelo investimento em qualificação profissional, pelacontribuição em disciplinas acadêmicas, pelo oferecimento de palestras e cursos; (ii)multidisciplinaridade dos integrantes da pesquisa (SCT, 2010c); (iii) integração nodesenvolvimento, que considera a possibilidade de serem realizadas parceriais entreinstituições para atividades de pesquisa; (iv) integração da pesquisa com o Programa de Pólos,que refere-se a relação das linhas de pesquisa atendidas pelo projeto com as visões 8
  • XXXI ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual: Desafios da Engenharia de Produção na Consolidação do Brasil no Cenário Econômico Mundial Belo Horizonte, MG, Brasil, 04 a 07 de outubro de 2011.estratégicas dos principais atores do Programa de Pólos. Jung, Ribeiro e Caten (2008)afirmam que a relação direta entre as linhas de pesquisas declaradas nos projetos e as linhasde pesquisas do Pólo de Inovação é o principal critério de análise de viabilidade dos projetosrealizada pelos Gestores dos Pólos. A SCT, nos Termos de Referência de 2008 (SCT, 2010d)e 2009 (SCT, 2010c) também fixou a concessão de recursos a partir disto. Estes fatoresreforçam a importância deste indicador como estratégico para o Programa, de tal forma queele representa sozinho 14% da pontuação da escala de valor deste instrumento; (v) Indicadorde estruturação, que relaciona a possibilidade de utilização dos equipamentos a seremadquiridos para cada projeto com a utilização em pesquisas futuras e/ou em andamento,estabelecendo também uma relação com os investimentos da executora frente aos recursospermanentes alocados a ela; e (vi) impacto econômico e ambiental, que estabelece relaçãoentre os possíveis resultados da pesquisa com a possibilidade de benefícios ambientais eeconômicos. Este item atende as recomendações do Manual de Oslo sobre impacto dainovação (OCDE, 2007a).3.4 Verificação e análise do SistemaPara ser verificado o Sistema foi selecionada uma amostra a partir dos critérios: (i) projetosdos quais o autor não tenha participado; (ii) projetos com a execução em andamento, pois estefato indica que estes foram considerados estratégicos pelo Programa de Pólos; e (iii) Fácilacesso aos pesquisadores responsáveis pelos projetos.A partir disto, foram selecionados para avaliação duas pesquisas. A pesquisa “A” obteve umapontuação de 721,27 pontos, o que representa 50,08% da escala de valor estratégico daproposta de modelo de seleção e classificação de projetos. A pesquisa “B” obteve umapontuação de 563,25 pontos, o que representa 39,11% da escala geral do Sistema.A análise comparativa realizada a partir da utilização do Sistema e pelos pesquisadoresresponsáveis pelos projetos permitiu identificar uma diferença de 0,39% sobre a escala devalor do Projeto “A” e 8,95% sobre a escala de valor do projeto “B”. Esta diferença existenteno projeto “B” pode ter sido resultado das diferentes interpretações dos dados existentes noescopo da projeto “B”.A Figura 4 mostra os resultados em forma gráfica após o preenchimento dos dados relativosao projeto “B”. No canto superior esquerdo, ver Figura 4, existe um “Botão” denominado“Início” o qual, quando pressionado, conduz à tela inicial do Sistema. Esta tela permite acessoa todas as demais telas do Sistema. Abaixo do botão “início” é apresentado um gráfico quemostra a importância do projeto de pesquisa “B” com base nas estratégias dos atores doPrograma de Pólos. 9
  • XXXI ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual: Desafios da Engenharia de Produção na Consolidação do Brasil no Cenário Econômico Mundial Belo Horizonte, MG, Brasil, 04 a 07 de outubro de 2011. Figura 4 - Tela do Sistema: resultados do valor estratégico dos atores do Programa de PólosA Figura 5 mostra os resultados em forma gráfica dos pontos fortes e fracos do projeto,destacando a ausência de pontuação frente ao indicador “integração do desenvolvimento” querepresenta a relação da proposta de pesquisa “A” com as outras entidades de pesquisa. Figura 5 - Tela do Sistema: impacto dos indicadores na escala de valor estratégicoA escala geral de valor estratégico do Sistema, ver Figura 6, isoladamente não permite umaanálise de valor do projeto “B”, sendo apenas uma referência para análise e comparação frentea outros projetos analisados. Figura 6 - Tela do Sistema: pontuação geral na escala de valorA Figura 7 mostra uma tela a partir do arquivo “analise_de_projetos.xlsx”, vinculado à análisedo projeto “A” e do projeto “B” que permite a comparação de ambos segundo dois critérios:(i) a escala de valor estratégico geral da proposta, e (ii) as escalas de valor estratégico dosatores do Programa de Pólos. 10
  • XXXI ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual: Desafios da Engenharia de Produção na Consolidação do Brasil no Cenário Econômico Mundial Belo Horizonte, MG, Brasil, 04 a 07 de outubro de 2011. Figura 7 – Tela do Sistema: comparativo entre projetos de pesquisa - escala geral estratégica -Apesar da escala geral de valor estratégico do Sistema permitir a seleção e classificação deprojetos, também poderá ser realizada uma comparação mais detalhada dos projetos por meiode diversos indicadores, ver Figura 8. Isto permite afirmar que o projeto “B” possui umpotencial mais inovador do que o projeto “A”, mesmo possuindo uma pontuação geral menor.Este tipo de análise pode tornar-se extremamente útil quando os projetos apresentarem poucadiferença em sua escala geral de valor estratégico. Figura 8 – Tela do Sistema: comparativo entre projetos de pesquisa - comparação por indicadores -4 ConclusõesEste artigo apresentou os resultados de uma pesquisa experimental que teve a finalidade dedesenvolver um Sistema Apoiado por Software para Avaliação do Potencial Estratégico deProjetos de P&D de inovações tecnológicas voltado ao Programa de Apoio a Pólos deInovação Tecnológica do RS.Foi realizado um estudo bibliográfico e documental sobre modelos de seleção e priorização deprojetos, fatores críticos de sucesso, diretrizes do Programa de Pólos e, métodos paraprocessamento e tratamento de dados. O estudo mostrou o desenvolvimento, verificação,análise dos resultados do sistema.O Sistema foi desenvolvido a partir do software Microsoft Excel. Foi realizada a aplicação emuma amostra dos projetos aprovados pelo Programa de Pólos da SCT/RS. A avaliação 11
  • XXXI ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual: Desafios da Engenharia de Produção na Consolidação do Brasil no Cenário Econômico Mundial Belo Horizonte, MG, Brasil, 04 a 07 de outubro de 2011.permitiu testar o funcionamento do Sistema e verificar o enquadramento dos projetos em umaescala de valor proposta.É possível selecionar, classificar e comparar projetos de P&D e facilitar a escolha prioritáriade projetos para P&D com base em estratégias organizacionais a partir do Sistema proposto.ReferênciasANTONELLI, R. A. Conhecendo o Business Intelligence (BI): Uma ferramenta de auxílio à tomada de decisão.Revista TECAP. N 3. Ano 3. Volume 3. 2009.ABNT. NBR 16001: Responsabilidade Social - Sistema da Gestão-Requisito. Rio de Janeiro, 2004.BELL, J. Projeto de Pesquisa: Guia para pesquisadores iniciantes em educação, saúde e ciências sociais. 4. ed.Porto Alegre: Artmed, 2008.BOSCARIOLI, C. Pré-processamento de dados para descoberta de conhecimento em banco de dados: umavisão geral. Anais. III CONGED - Congresso de Tecnologias para Gestão de Dados e Metadados do Cone Sul.Guarapuava. 2005.CAMPOS, M. F. Gestão de porta-fólio de projetos de p&d em uma instituição publica de pesquisa cientifica –tecnológica em saúde: análise de um instrumento metodológico para avaliação estratégica dos projetos nasunidades de produção da FIOCRUZ”. Dissertação (Mestrado na Modalidade Profissional em Saúde Publica).Escola Nacional de Saúde Publica Sergio Arouca. 2009.COITINHO, M. Influência da incerteza no processo de decisão: Priorização de projetos de melhoria.Dissertação (Mestrado em Engenharia) – Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007.COOPER, R. G. & EDGETT, S. G. Portfolio Management for New Produtcs. 2008.CASTRO, H. G. & CARVALHO, H. M. Gerenciamento do portfólio de projetos: um estudo exploratório.Revista Gestão & Produção, São Carlos, v.17, n.2, 2010.DEMO, P. Metodologia do Conhecimento Científico. 1. ed. São Paulo. Atlas, 2008.FRANCISCO, L. T. S. T. Indicadores para Avaliação de Resultado de Projetos de Pesquisa Cientifica eTecnológica. Monografia. (Programa de Pós–Graduação em Administração). Universidade Federal do RioGrande do Sul, Porto Alegre. 2002.HORA, H. R. M.; MONTEIRO, G. T. R. & ARICA, J. Confiabilidade em Questionários para Qualidade: UmEstudo com o Coeficiente Alfa de Cronbach. Revista Produto & Produção, vol. 11, n. 2, p. 85 - 103, jun. 2010.JUNIOR, E. R. Fatores críticos de sucesso na gestão de projetos colaborativos de desenvolvimento de máquinasagrícolas: um estudo de caso. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção). Escola de Engenharia de SãoCarlos, da Universidade de São Paulo. 2008.JUNG, C. F. Elaboração de projetos de pesquisa aplicados a engenharia de produção. Taquara: FACCAT, 2010.Disponível em: <http://www.metodologia.net.br>. Acesso em: 27 jan., 2010.JUNG, C. F. Metodologia científica e tecnológica. 2 ed. Taquara: FACCAT, 2009.JUNG, C. F. ; GUIMARAES, L. B. M. ; RIBEIRO, J. L. D. & CATEN, C. S. T. Fatores que Impactam oDesempenho de um Programa Estadual de Inovação Tecnológica sob o Enfoque Macroergonômico. RevistaEspacios (Caracas) v. 30, p. 19-21, 2009.JUNG, C. F. ; SOUZA, P. R. S. ; RIBEIRO, J. L. D. & CATEN, C. S. T. Uma Proposta de ModeloComunitário para Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). Anais. 5º Congresso da Associação Brasileira dasInstituições de Pesquisas Tecnológicas - ABIPTI, 2008.JUNG, C. F.; RIBEIRO, J. L. D. & CATEN, C. S. T. Análise de um Modelo para Pesquisa eDesenvolvimento de Inovações Tecnológicas Voltado ao Desenvolvimento Regional. Revista Innovare. v. 6, p.11-33, 2008.LÖBLER, M. L,; BOBSIN, D. & VISENTINI, M. S. Alinhamento entre o plano de negocio e o plano detecnologia de informação das empresas: análise comparativa através dos níveis de maturidade e fatores críticosde sucesso. Revista de Gestão da Tecnologia e Sistemas de Informação. Volume 5. N1. P.37-60. 2008. 12
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