Periodização Tática - José Guilherme - 2014

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Periodização tática é uma Concepção de Treino que pretende, através do respeito de uma Matriz Conceitual e de Princípios Metodológicos próprios, construir uma forma de jogar Específica.

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Periodização Tática - José Guilherme - 2014

  1. 1. Periodização Tática Pressupostos e Fundamentos José Guilherme Oliveira Faculdade de Desporto da Universidade do Porto Universidade Federal de Viçosa
  2. 2. Entrada principal da Faculdade José Guilherme
  3. 3. Vista Panorámica José Guilherme
  4. 4. Pavilhão Polidesportivo José Guilherme
  5. 5. Pavilhão de Ginástica José Guilherme
  6. 6. Piscina José Guilherme
  7. 7. Campo de Futebol sintético José Guilherme
  8. 8. Periodização Tática Vitor Frade José Guilherme
  9. 9. José Guilherme Periodização Tática José Guilherme
  10. 10. Confronto entre 2 Equipas O que é um jogo de Futebol? Contexto: Imprevisível e AleatórioJogadores Interagem com objetivos comunsPadrões de AçãoSensível às condições iniciaisJosé Guilherme
  11. 11. Equipa ! Um conjunto de jogadores em Interação, que cooperam, com objetivos e comportamentos comuns coordenados, fazendo emergir uma certa organização e estabilidade, ofensiva e defensiva, num contexto de jogo que é imprevisível e de instabilidade permanente.! ! José Guilherme
  12. 12. Sistema ! É um todo dinâmico constituído por elementos que interagem entre si e com o meio envolvente e que têm objetivos comuns (Bertrand & Guillemet, 1994).! José Guilherme
  13. 13. Complexidade ! Conjunto de interações que um Sistema pode promover entre os seus elementos e estes com o seu meio envolvente (Bertrand & Guillemet, 1994).! Quantidade de Interações Qualidade das Interações
  14. 14. Finalidade Os diferentes elementos de um sistema interagem em função de um objetivo.! Criar uma organização para ganhar os jogos Escala Coletiva até escala Individual
  15. 15. Totalidade Um sistema é diferente da soma das suas partes. ! Um sistema tem as suas próprias propriedades/características, que em virtude das interações são diferentes das dos seus componentes.! Todo Organizado - é mais do que a soma das suas partes Todo Desorganizado - é menos do que a soma das suas partes Todo Neutro - é igual à soma das suas partes
  16. 16. Auto-organização As interações entre os diferentes elementos permite criar “regras” de ação entre eles para que os objetivos do sistema possam ser atingidos.! Treinador “promove” e potencia outras Treinador “desfaz - castra”
  17. 17. Totalidade ! Conjunto de interações que um Sistema pode promover entre os seus elementos e estes com o seu meio envolvente (Bertrand & Guillemet, 1994).! Quantidade de Interações Qualidade das Interações
  18. 18. O que é um Jogo de Futebol? ! É um confronto entre Sistemas Caóticos Determinísticos!!
  19. 19. ! Sistemas complexos que se caracterizam por um conjunto de agentes em interação, que cooperam, com objetivos e comportamentos comuns, fazendo emergir uma certa ordem e estabilidade num contexto caótico, de desordem e instabilidade permanente (Stacey, 1995).! Sistemas Caóticos Contextos de grande aleatoriedade Contextos não previsíveis Contextos sensíveis às “condições iniciais”
  20. 20. Fratal Um Fratal é a propriedade de fraturar e representar um modelo caótico em sub modelos, existentes em várias escalas, que sejam representativos desse modelo (Mandelbrot, 1991).! ! Invariâncias do sistema que se manifestam nas diferentes escalas Parte do Todo que representa o Todo
  21. 21. Um Fratal é a propriedade de fraturar e representar um modelo caótico em sub modelos, existentes em várias escalas, que sejam representativos desse modelo (Mandelbrot, 1991).! ! ! EQUIPA ! SETOR JOGADORFratal
  22. 22. Objetivo das Equipas Apresentar uma organização, em função de determinadas ideias de jogo, com o objetivo de resolver os problemas, sempre imprevisíveis, que o jogo evidencia - criar um Modelo de Jogo.
  23. 23. IDEIAS DE JOGO CONCEÇÃO DE JOGO MODELO DE JOGO
  24. 24. Modelo de Jogo Modelo de JogoTreino Ideias do Treinador Interação Clube Contexto Jogadores Princípios de Jogo Processo Dinâmico Não Linear Organização Fratal
  25. 25. Modelo de Jogo Processo Dinâmico não linear entre: Plano Macro - Equipa Parcialmente previsível… Plano Micro - Jogador Imprevisível dentro da previsibilidade
  26. 26. Modelo de Jogo Criação de uma “identidade”…
  27. 27. Então, o que é necessário? TREINAR FUTEBOL !
  28. 28. Conceções de Treino ! - Tendência originário do Leste da Europa ! - Tendência originário do Norte da Europa e da América do Norte! ! - Tendência originário da América Latina! ! - Periodização Tática!
  29. 29. ! É uma Conceção de Treino que pretende, através do respeito de uma Matriz Concetual e de Princípios Metodológicos próprios, construir uma forma de jogar Específica.! ! Periodização Tática! O que é? Processo dinâmico não linear…
  30. 30. Treino como processo de exercitação experienciar Periodização Tática! O que é? Treino como processo Ensino - Aprendizagem
  31. 31. Periodização Tática! O que é? Experienciar Porque permite uma interação e uma consequente adaptação recíproca, uma cumplicidade - um envolvimento Emocional. ! ! !
  32. 32. Periodização Tática! O que é? Ensino Porque ensinar pressupõe contextualizar e orientar para a aquisição de determinados saberes, conhecimentos, competências, experiências, isto é, “indicar caminhos”. ! ! ! Só se consegue ensinar a quem quiser aprender… Ensinar implica dar sentido ao Experienciar.
  33. 33. Periodização Tática! O que é? Aprendizagem Porque aprender é a aquisição de saberes, competências, conhecimentos, experiências, vivências, isto é, “viver, experienciar o caminho”. ! ! ! Aprender só se estiver envolvido Emocionalmente
  34. 34. Periodização Tática! O que é? É uma conceção que tem como objetivo a Equipa e os Jogadores adquirirem conhecimentos e competências, coletivas e individuais, através de experiências, de modo a ir construindo um Modelo de Jogo.! ! !
  35. 35. Periodização Tática! Que Pressupostos? - Reconhecer o jogo como uma realidade Complexa: ! ! ! - Reconhecer a essência estrutural, organizacional e funcional, do jogo; - Ter uma concepção de jogo - “complexa”.
  36. 36. Periodização Tática! Que Pressupostos? - Reconhecer o processo de treino como uma realidade complexa e com uma dinâmica não linear. ! ! !
  37. 37. Periodização Tática! Que Pressupostos? - Conhecer o Ser que joga – o Homem – isto é, a Criança, o Adolescente, o Adulto. ! ! ! como cresce como aprende como decide como se exprime…
  38. 38. Periodização Tática! Que Pressupostos? Fisiologia Biologia Psicologia Teoria dos Sistemas Teoria do Caos Geometria Fratal Sociologia Neurociências… - Conhecer o Ser que joga – o Homem – isto é, a Criança, o Adolescente, o Adulto. ! ! !
  39. 39. Periodização Tática! Que Pressupostos? Treinador que só perceba de Futebol, nem de Futebol percebe… Adap. Abel Salazar! ! !
  40. 40. Periodização Tática! O porquê do nome? Periodização Porque existe a necessidade de haver um espaço temporal para a criação de um Modelo de Jogo.! ! ! Em termos gerais a Época Desportiva Em termos estruturais, operacionais e funcionais o Padrão Semanal - o Morfociclo
  41. 41. Periodização Tática! O porquê do nome? Tática Em virtude de ser esta dimensão a Coordenadora e Modeladora de todo o processo de treino.! ! !
  42. 42. Entendimento de Tática Tática como uma das 4 dimensões do jogo: - Dimensão Tática; - Dimensão Técnica; - Dimensão Física; - Dimensão Psicológica. JOGO Dimensão Tática Dimensão Técnica Dimensão Física Dimensão Psicológica
  43. 43. Entendimento de Tática Tática para a “Periodização Tática”. Dimensão) Tá,ca) JOGO Dimensão Psicológica Dimensão Física Dimensão Técnica Tomada de Decisão É uma Dimensão Complexa que se manifesta pela interação de uma organização (Macro e Micro “intencionalizada”) das outras dimensões, que também são complexas.
  44. 44. Dimensão Tática para a Periodização Tática
  45. 45. Entendimento de Tática Tática para a “Periodização Tática”. Dimensão) Tá,ca) JOGO Dimensão Psicológica Dimensão Física Dimensão Técnica Tomada de Decisão É uma Dimensão Complexa que se manifesta pela interação de uma organização (Macro e Micro “intencionalizada”) das outras dimensões, que também são complexas.
  46. 46. Complexidade ! Conjunto de interações que um Sistema pode promover entre os seus elementos e estes com o seu meio envolvente (Bertrand & Guillemet, 1994).! Quantidade de Interações Qualidade das Interações
  47. 47. Complexidade - A complexidade não é simplificável, pode evidenciar diferentes níveis de complexidade.
  48. 48. Complexidade - O todo é diferente das somas das partes.
  49. 49. Complexidade - As partes não representam o todo e só são realmente entendidas quando dentro do todo. No entanto, os diferentes níveis de complexidade representam o todo - noção de Fratal.
  50. 50. Complexidade A Complexidade no Futebol surge da qualidade do conjunto de interações que emerge do jogo e do contexto: - da qualidade e da complexidade das ideias; - da qualidade dos jogadores; - da interação dos jogadores com as ideias;
  51. 51. Complexidade A Complexidade no Futebol surge da qualidade do conjunto de interações que emerge do jogo e do contexto: - … - dos problemas levantados pelo confronto entre as equipas; - do envolvimento contextual;
  52. 52. Entendimento de Tática Tática para a “Periodização Tática”. Dimensão) Tá,ca) JOGO Dimensão Psicológica Dimensão Física Dimensão Técnica Tomada de Decisão Não é uma dimensão abstrata, manifesta-se de um modo Específico (e as outras dimensões também).! Assume-se como a “Cultura da Equipa”.
  53. 53. Entendimento de Tática Tática para a “Periodização Tática”. Dimensão) Tá,ca) JOGO Dimensão Psicológica Dimensão Física Dimensão Técnica Tomada de Decisão Não tem sentido, não existe, se alguma das outras dimensões não for contemplada.
  54. 54. Entendimento de Tática Tática para a “Periodização Tática”. Dimensão) Tá,ca) JOGO Dimensão Psicológica Dimensão Física Dimensão Técnica Tomada de Decisão Em consequência desta lógica entendemos que a Dimensão Tática deve assumir a Coordenação e a Modelação de todo o Processo Operacional do Treino
  55. 55. Periodização Tática! Que Objetivos? Fazer emergir um jogar Específico. - Criar uma “identidade coletiva” dinâmica - “intencionalidades colectivas”;
  56. 56. Periodização Tática! Que Objetivos? Fazer emergir um jogar Específico. - Criar “intencionalidades” individuais relacionadas com a “identidade coletiva”, sem perda de individualidade;
  57. 57. Periodização Tática! Que Objetivos? Fazer emergir um jogar Específico. - Transformar as “intenções prévias” em “intenções em ato”.
  58. 58. Periodização Tática! Que Objetivos? Isto, é construir a inCorporAção de um Modelo de Jogo Específico, a nível Coletivo e Individual. - Transformar as “intenções prévias” em “intenções em ato”.
  59. 59. A Periodização Tática evidencia: Matriz Conceptual “Controlável” Dimensão Individual “Imprevisível vs Controlável” Dimensão Coletiva “Controlável vs Imprevisível” Matriz Metodológica “Controlável” Princípio da Especificidade
  60. 60. Evolução do Princípio da Especificidade As maiores mudanças funcionais e morfológicas acontecem somente nos órgãos, células e estruturas intracelulares que sejam suficientemente ativadas pela carga funcional, surgindo as respetivas adaptações. Inicialmente
  61. 61. Evolução do Princípio da Especificidade Esforço específico do Futebol Também é a caracterização específica do esforço energético funcional, ou seja, o esforço em termos fisiológicos que a modalidade de futebol requisita (em média) – esforço específico do futebol. !
  62. 62. Evolução do Princípio da Especificidade Treino Integrado A especificidade também é determinante numa metodologia de treino, Treino Integrado, em que os exercícios criados são o mais situacionais possível, ou seja, tira-se do jogo aquilo que é mais importante e transporta-se para o treino, sendo este constituído por ações do próprio jogo. ! !
  63. 63. Evolução do Princípio da Especificidade No entanto: Gibson (1979) define Especificidade como um conceito qualificador de uma relação entre variáveis. Essas variáveis representam a informação específica de um determinado contexto. ! ! !
  64. 64. Evolução do Princípio da Especificidade Assim: A Especificidade é um sistema informacional dinâmico que emerge da interação das ideias de jogo do treinador com os jogadores, isto é, do Modelo de Jogo que se está a criar. ! ! !
  65. 65. Evolução do Princípio da Especificidade Assim: A Especificidade é sempre Substantiva - identidade de cada Equipa. ! ! !
  66. 66. Evolução do Princípio da Especificidade Desse modo: A Especificidade condiciona e direciona tudo o que deve ser feito no processo de treino e de ensino-aprendizagem. ! ! !
  67. 67. Evolução do Princípio da Especificidade Então: Um exercício de treino só é Específico se estiver relacionado com o Modelo de Jogo que se está a criar. ! ! ! Um exercício pode ser Específico hoje e já não o ser para a próxima semana. ! ! !
  68. 68. Evolução do Princípio da Especificidade A nível operacional: Para que a Especificidade seja cumprida durante o treino não basta que os exercícios sejam potencialmente Específicos, é necessário que exista uma intervenção interativa do treinador com o exercício e com os jogadores. ! ! !
  69. 69. Evolução do Princípio da Especificidade Intervenção do Treinador: - Antes do exercício; - Durante o exercício; - Depois do exercício. ! ! ! Deste modo, o mesmo exercício para a mesma equipa no mesmo momento pode ser Específico ou não dependendo da intervenção que o treinador esteja a ter.
  70. 70. Estudo: American Sport Education Program GraudeAprendizagem ! ! ! Métodos de ensino usados pelos treinadores Nada Explica Explica Demonstra Explica Orienta Explica Demonstra Orienta Baixo Médio Alto
  71. 71. Conceito de Representatividade - refere-se à organização das condições do contexto que é reproduzido de forma a representar o ambiente comportamemtal, informacional e funcional do contexto real. - Brunswick ! ! !
  72. 72. Momentos de Jogo Escalas da Equipa Organização dos Princípios de Jogo Orienta a Modelação de processo de treino Matriz Conceptual I N T E R A Ç Ã O F R A T A L I D A D E
  73. 73. Momentos de Jogo ! Organização Defensiva ! Transição Ataque - Defesa ! Transição Defesa - Ataque ! Organização Ofensiva F R A T A L I D A D E ! I N T E R A Ç Ã O PROFUNDIDADE TRANSVERSALIDADE
  74. 74. Escalas da Equipa ! Coletiva
  75. 75. Escalas da Equipa ! Coletiva ! Intersetorial
  76. 76. Escalas da Equipa ! Coletiva ! Intersetorial ! Setorial
  77. 77. Escalas da Equipa ! Coletiva ! Intersetorial ! Setorial ! Grupal
  78. 78. Escalas da Equipa ! Coletiva ! Intersetorial ! Setorial ! Grupal ! Individual
  79. 79. Escalas da Equipa ! Coletiva ! Intersetorial ! Setorial ! Grupal ! Individual F R A T A L I D A D E I N T E R A Ç Ã O
  80. 80. Organização dos Princípios de Jogo Princípios de Jogo são: F R A T A L I D A D E I N T E R A Ç Ã O Padrões de ação táticos, padrões de intencionalidades e regularidades, que a equipa e os respetivos jogadores devem manifestar nas diferentes Escalas, durante os diferentes Momentos de Jogo. ! ! !
  81. 81. Organização dos Princípios de Jogo Princípios de Jogo são: Individualidade Criatividade Início Analogia das cores! Abertura para:
  82. 82. Organização dos Princípios de Jogo Os Princípios de Jogo evidenciam várias escalas: - Princípios: são os padrões gerais que caracterizam a equipa, que lhe dão a identidade (cor…) - Plano Macro.
  83. 83. Organização dos Princípios de Jogo Os Princípios de Jogo evidenciam várias escalas: - Sub Princípios: são os padrões de jogo intermédios, que dão vida aos padrões gerais, que criam as dinâmicas da equipa - Plano Meso.
  84. 84. Organização dos Princípios de Jogo Os Princípios de Jogo evidenciam várias escalas: - Sub Princípios dos Sub Princípios: estão relacionados com os pormenores que os jogadores dão aos Princípios e aos Sub- Princípios, fornecendo “imprevisibilidade à previsibilidade” - Plano Micro. Estes Sub-Princípios… emergem em função das dinâmicas dos Princípios e dos Sub-Princípios.
  85. 85. Exemplo Organização dos Princípios de Jogo - Interação entre os diferentes Princípios: transversal e em profundidade. - Fratalidade.
  86. 86. Organização Ofensiva Circulação da bola objetiva Objetivo: - circular a bola para encontrar, criar e entrar nos espaços abertos da estrutura defensiva adversária com a finalidade de marcar golo.
  87. 87. Organização Ofensiva Circulação da bola objetiva - Jogo posicional - equipa “aberta”…
  88. 88. Organização Ofensiva Circulação da bola objetiva - Saídas em construção curta
  89. 89. Organização Ofensiva Circulação da bola objetiva - Circulação da bola em detrimento de transporte
  90. 90. Organização Ofensiva Circulação da bola objetiva - Variação permanente da circulação em largura e em profundidade - mobilidade da bola
  91. 91. Organização Ofensiva Circulação da bola objetiva - Mobilidade permanente dos jogadores: - para apoio e para profundidade; - para aproveitar e criar espaços.
  92. 92. Organização Ofensiva Circulação da bola objetiva - Variação da intensidade de circulação: - variação entre passes curtos, curtos e longos; - variação da velocidade da bola.
  93. 93. Organização Ofensiva Circulação da bola objetiva - Criação e aproveitamento de situações de 1x1, nas laterais ou no corredor central.
  94. 94. Transição Ataque-defesa Pressão ao portador da bola e ao espaço circundante Objetivo: - pressionar o portador da bola e espaço circundante, de forma a ganhar a posse da bola ou entrar em organização defensiva com a equipa fechada e equilibrada, sem espaços abertos entre linhas.
  95. 95. Transição Ataque-defesa Pressão ao portador da bola e ao espaço circundante - Mudança de atitude - ofensiva para defensiva.
  96. 96. Transição Ataque-defesa Pressão ao portador da bola e ao espaço circundante - Criar zona de pressão- pressionar de imediato o portador da bola e o espaço circundante.
  97. 97. Transição Ataque-defesa Pressão ao portador da bola e ao espaço circundante - Não permitir passes em profundidade direcionados.
  98. 98. Transição Ataque-defesa Pressão ao portador da bola e ao espaço circundante - Evitar que joguem para o interior da nossa equipa.
  99. 99. Organização Defensiva Fecho da equipa em Defesa à Zona Pressionante Objetivo: - Fechar a equipa com o propósito de condicionar, direcionar e pressionar o adversário com a finalidade retirar os espaços em largura e profundidade, provocar o erro e ganhar a posse da bola. !
  100. 100. Organização Defensiva Fecho da equipa em Defesa à Zona Pressionante - Fecho de espaços - tanto em largura como em profundidade (libertar zonas afastadas da bola e da baliza). ! !
  101. 101. Organização Defensiva Fecho da equipa em Defesa à Zona Pressionante - Direcionar o adversário “estrategicamente”. ! !
  102. 102. Organização Defensiva Fecho da equipa em Defesa à Zona Pressionante - Pressionar coletivamente o adversário para provocar o erro e ganhar a posse da bola. ! !
  103. 103. Organização Defensiva Fecho da equipa em Defesa à Zona Pressionante - Definir momentos de pressão. ! !
  104. 104. Organização Defensiva Fecho da equipa em Defesa à Zona Pressionante - Definir posicionamento do “Bloco Defensivo” - Baixo, Médio ou Alto. !
  105. 105. Transição Defesa-ataque Tirar a bola da zona de pressão Objetivo: - tirar bola da zona de pressão (espaço crítico) para aproveitar a eventual desorganização defensiva do adversário para: (i) entrar nos espaços abertos - profundidade; (ii) manter a posse da bola e entrar em organização ofensiva.
  106. 106. Transição Defesa-ataque Tirar a bola da zona de pressão - Mudança de atitude - defensiva para ofensiva.
  107. 107. Transição Defesa-ataque Tirar a bola da zona de pressão - “Abrir equipa” - largura e profundidade.
  108. 108. Transição Defesa-ataque Tirar a bola da zona de pressão - Tirar bola da “zona de pressão”.
  109. 109. Transição Defesa-ataque Tirar a bola da zona de pressão - Aproveitar espaços abertos - aproveitar profundidade ou jogar em segurança.
  110. 110. A qualidade da Dinâmica apresentada está muito relacionada com o Equilíbrio e a Fluidez entre os diferentes Momentos. Organização dos Princípios de Jogo
  111. 111. Princípio da Progressão Complexa Princípio da Alternância Horizontal em Especificidade Princípio das Propensões Matriz Metodológica I N T E R A Ç Ã O
  112. 112. Princípio da Progressão Complexa Está relacionado com o crescimento da forma de jogar da equipa ao longo do tempo - Progressão Não Linear. Interação hieraquizada, vertical e transversal, entre os Princípios e Sub-princípios - relação Fratal.
  113. 113. Princípio da Progressão Complexa Distribuição dos Princípios e Sub-princípios durante o Morfociclo e ao longo dos Morfociclos consoante os problemas e a evolução da Equipa. Está relacionado com o crescimento da forma de jogar da equipa ao longo do tempo - Progressão Não Linear.
  114. 114. Princípio da Progressão Complexa Periodização e Planificação da “Dimensão Tática” Está relacionado com o crescimento da forma de jogar da equipa ao longo do tempo - Progressão Não Linear.
  115. 115. Periodização e Planificação da “Dimensão Tática” Dois níveis de Periodização e Planificação distintos mas que Interagem: Médio e Longo Prazo! Modelo de Jogo! da Equipa Curto Prazo! Jogo a Jogo Progressão Não Linear
  116. 116. Tipo de esforço dos diferentes dias do Morfociclo Curto Prazo! Jogo a Jogo DESGASTE' Complexidade dos Princípios e! Sub-princípios ao longo do Morfociclo Relação entre Complexidade e respetivo“Desgaste” (fisiológico e emocional) provocado por:
  117. 117. Relação entre Complexidade e respetivo“Desgaste” (fisiológico e emocional) provocado por: Curto Prazo! Jogo a Jogo ! Domingo 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Sábado Domingo JOGO JOGORecuperação Recuperação Ativação Treino aquisitivo Operacionalização Folga MUITO ALTO BAIXO MUITO ALTO MODERADO ALTO MODERADO! BAIXO BAIXO
  118. 118. Princípio da Alternância Horizontal em Especificidade Tem como objetivo induzir adaptações nas diferentes “escalas” e respetivas interações, através de uma lógica operacional, de forma a fazer emergir os padrões de jogo Específicos pretendidos.
  119. 119. Para tal é necessário: - Criar uma habituação a uma “invariância metodológica” - Morfociclo Padrão: Não sobrecarregar as estruturas mais solicitadas “no jogar” do mesmo modo nos diferentes dias do Morfociclo – relação entre o “tipo de esforço / sub-dinâmicas vs recuperação...”
  120. 120. - Criar uma habituação a uma “invariância metodológica” - Morfociclo Padrão. Para tal é necessário: Proporcionar a “alternância horizontal” - dias do Morfociclo. Isto é, não sobrecarregar as estruturas mais solicitadas “no jogar”, da mesma forma, nos diferentes dias do Morfociclo – relação entre o “tipo de esforço / sub-dinâmicas vs recuperação...”
  121. 121. - Criar uma habituação a uma “invariância metodológica” - Morfociclo Padrão. Para tal é necessário: Treinar sempre em Especificidade sem estar no mesmo nível de especificidade
  122. 122. Morfociclo Espaço temporal entre 2 jogos Domingo JOGO ! ! 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Sábado Domingo JOGO
  123. 123. Morfociclo ! Sub-Dinâmica Tensão! ! SubPrincípios ! Sub-Dinâmica Duração! ! Princípios! SubPrincípios ! Sub-Dinâmica Velocidade! ! SubPrincípios Domingo 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Sábado Domingo JOGO JOGORecuperação Recuperação Ativação Treino aquisitivo Operacionalização Folga Morfologia / Estrutura específica
  124. 124. Morfociclo ! Sub-Dinâmica Tensão! ! SubPrincípios ! Sub-Dinâmica Duração! ! Princípios! SubPrincípios ! Sub-Dinâmica Velocidade! ! SubPrincípios Domingo 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Sábado Domingo JOGO JOGORecuperação Recuperação Ativação Treino aquisitivo Operacionalização Folga Relação entre tipos de esforço / sub-dinâmicas vs recuperação durante todo o Morfociclo
  125. 125. Morfociclo ! TENSÃO DA CONTRAÇÃO! ! ! DURAÇÃO DA CONTRAÇÃO! ! VELOCIDADE DA CONTRAÇÃO! ! Simbologia das cores: No Jogo de Futebol elas interagem criando uma Dinâmica que lhe é característica. Esforço específico do Futebol.
  126. 126. Esforço específico do Futebol
  127. 127. Morfociclo Todavia, uma forma de jogar própria faz emergir uma Dinâmica Específica ! TENSÃO DA CONTRAÇÃO! ! ! DURAÇÃO DA CONTRAÇÃO! ! VELOCIDADE DA CONTRAÇÃO! ! Simbologia das cores:
  128. 128. Sub Dinâmica Tensão
  129. 129. Morfociclo E também, determinados Princípios e respetivas interações permitem emergir “Sub-dinâmicas” específicas. ! TENSÃO DA CONTRAÇÃO! ! ! DURAÇÃO DA CONTRAÇÃO! ! VELOCIDADE DA CONTRAÇÃO! ! Simbologia das cores:
  130. 130. Sub Dinâmica Duração
  131. 131. Morfociclo Desta forma, qualquer exercício de Futebol também faz emergir a interação destes três tipos de contrações musculares de uma forma peculiar. ! TENSÃO DA CONTRAÇÃO! ! ! DURAÇÃO DA CONTRAÇÃO! ! VELOCIDADE DA CONTRAÇÃO! ! Simbologia das cores:
  132. 132. Sub Dinâmica Velocidade
  133. 133. Morfociclo Assim, podemos catalogar os exercícios (e os princípios e os sub-princípios) em função das sub-dinâmicas que expressam. ! TENSÃO DA CONTRAÇÃO! ! ! DURAÇÃO DA CONTRAÇÃO! ! VELOCIDADE DA CONTRAÇÃO! ! Simbologia das cores:
  134. 134. Morficiclo ! Sub-Dinâmica Tensão! ! SubPrincípios ! Sub-Dinâmica Duração! ! Princípios! SubPrincípios ! Sub-Dinâmica Velocidade! ! SubPrincípios Domingo 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Sábado Domingo JOGO JOGORecuperação Recuperação Ativação Treino aquisitivo Operacionalização Folga Domingo a Domingo
  135. 135. Domingo a Sábado Morficiclo ! Sub-Dinâmica Tensão! ! SubPrincípios ! Sub-Dinâmica Velocidade! ! SubPrincípios Domingo 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Sábado Domingo JOGO JOGORecuperação Recuperação Ativação Treino aquisitivo Operacionalização Folga
  136. 136. 3 jogos por semana Morficiclo ! Domingo 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Sábado Domingo JOGO JOGORecuperação Recuperação Ativação FolgaJOGORecuperação Ativação Recuperação
  137. 137. Recuperação ! TENSÃO! + DURAÇÃO! - - VELOCIDADE! + Contrações Musculares Descontinuidade: + + + +
  138. 138. ! Treina-se: Sub-princípios… - Inter-setorial; - Setorial; - Grupal; - Individual. “Sem desgaste emocional…” Recuperação
  139. 139. Recuperação Treino “técnico” de descompressão. ! Futvolei - pode variar número de jogadores. ! !
  140. 140. Recuperação Treino de Sub-princípios- setorial ou intersetorial. ! MPB em espaço reduzido. Períodos de 1’ a 2’ com o mesmo intervalo ou maior… - ambiente de “descompressão”. !
  141. 141. Recuperação Treino de Sub-princípios- setorial ou intersetorial (regras permitem alterar…) ! MPB com 4 apoios laterais em espaço muito reduzido. Períodos de 1’ a 2’ com o mesmo intervalo ou maior… - ambiente de “descompressão”. !
  142. 142. Recuperação Treino de Sub-princípios- setorial ou intersetorial (regras permitem alterar…) ! MPB com 4 apoios laterais em espaço muito reduzido. Períodos de 1’ a 2’ com o mesmo intervalo ou maior… - ambiente de “descompressão”. !
  143. 143. Recuperação Exercícios de passe variados ! Períodos de 3’ a 5’ com o mesmo intervalo similar. ! ! !
  144. 144. TENSÃO! + + + DURAÇÃO! - VELOCIDADE! + + Contrações Musculares Descontinuidade: + + + Sub Dinâmica “Tensão”
  145. 145. ! Treina-se: Sub-princípios:! ! - Inter-setorial;! ! - Setorial;! ! - Grupal;! ! - Individual. Sub Dinâmica “Tensão”
  146. 146. Treino de Sub-princípios setorial ou inter-setorial. Org. defensiva e ofensiva com trans. defesa- ataque... ! Jogo (Gr+4+1)x(Gr+4+1). Períodos de 3’ a 5’. ! ! Sub Dinâmica “Tensão”
  147. 147. Treino de Sub-princípios inter-setorial. Org. defensiva e ofensiva (jogo interior com entrada das bolas em profundidade) com transições... ! ! Jogo (Gr+6)x(Gr+6) + 4 apoios em profundidade. Períodos de 3’ a 5’. ! ! ! Sub Dinâmica “Tensão”
  148. 148. Treino de Sub-princípios inter-setorial – mobilidade, criação e entrada nos espaços. ! ! ! Jogo (Gr+6)x(Gr+6) em 3 espaços. Períodos de 3’ a 5’. ! ! ! ! Sub Dinâmica “Tensão”
  149. 149. Treino de Sub-princípios inter-setorial – mobilidade, criação e entrada nos espaços. ! ! ! Jogo (Gr+10)x(Gr+10) em 5 espaços. Períodos de 3’ a 5’. ! ! ! ! Sub Dinâmica “Tensão”
  150. 150. Treino de Transições. ! ! ! Jogo (Gr+10)x(Gr+10) em 5 espaços. Períodos de 1’ a 2’. ! ! ! ! Sub Dinâmica “Tensão”
  151. 151. Treino de Transições. ! ! Jogo (6)x(3+3) Períodos de 1’ a 2’. ! ! ! ! Sub Dinâmica “Tensão”
  152. 152. Treino de sub-princípios setorial (Meio-campo). Org. ofensiva, defensiva e transições. ! ! ! MPB - 3x3 +6 apoios. Períodos de 1’ a 2’. ! ! ! ! Sub Dinâmica “Tensão”
  153. 153. Treino de sub-princípios inter-setorial (meio-campo e ataque). Org. ofensiva e transições - jogo interior em profundidade pelo corredor central. ! ! ! Jogo - (Grx4)x(3+Gr) + 2 apoios. Períodos de 2’ a 3’. ! ! ! ! Sub Dinâmica “Tensão”
  154. 154. Treino Técnico: passe - finta - finalização ! ! ! Períodos de 10’ a 15’ (depende do número de jogadores. ! ! ! ! Sub Dinâmica “Tensão”
  155. 155. ! TENSÃO! + + DURAÇÃO! + VELOCIDADE! + Contrações Musculares Descontinuidade: + * Sub Dinâmica “Duração”
  156. 156. ! Sub-dinâmica “Duração” Treina-se: Princípios e Sub-princípios:! ! - Coletivo;! ! - Inter-setorial;! ! - Setorial.
  157. 157. Treino de Princípios e Sub-princípios intersetorial. Org. ofensiva intersetorial e transição ataque-defesa (em bloco alto). Org. defensiva intersetorial com transição defesa-ataque (em bloco baixo). Jogo (Gr+8)x(7+Gr). Períodos de 8’ a 10’. ! ! Sub Dinâmica “Duração”
  158. 158. Treino de Princípios e Sub-princípios a nível coletivo. Org. defensiva e ofensiva com transições... MPB (Gr+10)x(10+Gr). Períodos de 6’ a 10’. ! Sub Dinâmica “Duração”
  159. 159. Treino de Princípios e Sub-princípios coletivo e intersetorial. Org. ofensiva coletiva e transição ataque-defesa (em bloco alto). Org. defensiva intersetorial com transição defesa-ataque. Jogo (Gr+10)x(8+Gr). Períodos de 10’ ! ! Sub Dinâmica “Duração”
  160. 160. Treino de Princípios e Sub-princípios coletivo. Org. ofensiva coletiva e transição ataque-defesa (em bloco alto). Org. defensiva coletiva com transição defesa-ataque (em bloco alto). Jogo (Gr+10)x(10+Gr). Períodos de 10’ a 15’. ! ! Sub Dinâmica “Duração”
  161. 161. Treino de Princípios e Sub-princípios coletivo e inter-setorial. Org. defensiva (inter-setorial) e transição defesa-ataque. Org. ofensiva (coletiva) com transição ataque-defesa (em bloco alto). Jogo (Gr+10)x(7+Gr+3). Períodos de 10’ ! Sub Dinâmica “Duração”
  162. 162. Treino de Princípios e Sub-princípios coletivo. Org. defensiva coletiva e transição defesa-ataque (bloco intermédio). Org. ofensiva coletiva com transição ataque-defesa. Jogo (Gr+10)x(10+Gr). Quando entram no espaço em profundidade só defendem 2 defesas… Períodos de 10’ a 12’. ! Sub Dinâmica “Duração”
  163. 163. ! TENSÃO! + DURAÇÃO! - VELOCIDADE! + + + Contrações Musculares Descontinuidade: + + + Sub Dinâmica “Velocidade”
  164. 164. ! Treina-se: Sub-princípios:! ! - Inter-setorial;! ! - Setorial;! ! - Grupal;! ! - Individual. Sub Dinâmica “Velocidade”
  165. 165. Treino de Sub-princípios inter-setorial. Org. ofensiva e defensiva com transições... Jogo (Gr+7)x(6(+1)+Gr)) em ondas. Períodos de 10’ (mas max. 1,5’…) Sub Dinâmica “Velocidade”
  166. 166. Treino de Sub-princípios inter-setorial e setorial. Org. ofensiva e defensiva com transições... (pode haver muitas variantes com a entrada no ataque e na defesa de diferentes jogadores...) ! Jogo (Gr+4+6)x(6+4+Gr). Períodos de 6’ a 10’ (mas max. 1,5’) Sub Dinâmica “Velocidade”
  167. 167. Treino de Sub-princípios inter-setorial e setorial. Org. ofensiva e defensiva com transições... ! ! Jogo (5+1…)x(5+3…)… Períodos de 6’ a 10’ (mas max. 1,5’) ! Sub Dinâmica “Velocidade”
  168. 168. Treino de Sub-princípios inter-setorial e setorial. Transições ofensivas e defensivas. ! ! Jogo (3+2+1…)x(3+2…)… Períodos de 6’ a 10’ (mas max. 15’’+15’’) ! Sub Dinâmica “Velocidade”
  169. 169. Treino de movimentações ofensivas com finalização ! ! ! 8x(1…+GR) Períodos de 10’ a 15’ ! Sub Dinâmica “Velocidade”
  170. 170. Treino de movimentações ofensivas com entradas nos espaços e finalização ! ! ! 5x(1+1+GR) Períodos de 10’ a 15’ ! Sub Dinâmica “Velocidade”
  171. 171. ! TENSÃO! - / + DURAÇÃO! - - VELOCIDADE! - / + Contrações Musculares Descontinuidade: + + + Recuperação com Pré-ativação
  172. 172. ! Treina-se: Princípios e/ou Sub-princípios…! ! - Coletivo;! ! - Inter-setorial;! ! - Setorial;! ! - Grupal;! ! - Individual. “Sem desgaste emocional…” Recuperação com Pré-ativação
  173. 173. Meínhos variados Recuperação com Pré-ativação
  174. 174. Meínho das 3 equipas Recuperação com Pré-ativação
  175. 175. Finalização simples Recuperação com Pré-ativação
  176. 176. Jogos (Gr + 9 (2+7)) x (9 (2+7) + Gr). Com trocas permanentes dos jogadores que ficam no espaço defensivo. Recuperação com Pré-ativação
  177. 177. Jogo (11)x(11) ou (11xGr) de coreografia, mas de exercitação muito curta (relembrar estratégia…) Recuperação com Pré-ativação
  178. 178. Jogo (11)x(11) ou (11xGr) de coreografia, mas de exercitação muito curta (relembrar estratégia…) Recuperação com Pré-ativação
  179. 179. Princípio da Alternância Horizontal em Especificidade ! Sub-Dinâmica Tensão! ! SubPrincípios ! Sub-Dinâmica Duração! ! Princípios! SubPrincípios ! Sub-Dinâmica Velocidade! ! SubPrincípios Domingo 2ª Feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Sábado Domingo JOGO JOGORecuperação Recuperação Ativação Treino aquisitivo Operacionalização Folga
  180. 180. Princípio da Alternância Horizontal em Especificidade Domingo2ª Feira JOGO JOGO Domingo 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Sábado Domingo2ª Feira JOGO JOGO Domingo 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Sábado Alternância Horizontal em Especificidade em 3 níveis: - Relação Princípios e Sub- princípios… - Padrões de Esforço - Sub-bdinâmicas - Binómio - Esforço vs Recuperação
  181. 181. Princípio da Alternância Horizontal em Especificidade Domingo2ª Feira JOGO JOGO Domingo 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Sábado Domingo2ª Feira JOGO JOGO Domingo 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Sábado Manutenção dos Padrões Semanais em Profundidade Domingo2ª Feira JOGO JOGO Domingo 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira Sábado
  182. 182. Princípio das Propensões Tem como objetivo criar contextos de prática em que a densidade do ou dos princípios que se pretendem treinar/experienciar apareçam como regularidade, de modo a possibilitar a emergência do jogo que se deseja para a equipa.
  183. 183. Princípio das Propensões - A densidade dos Princípios e dos Sub-princípios… e da sua interação tem que ser uma evidência nos exercícios propostos. - A incidência também contempla a sub dinâmica desejada.
  184. 184. Princípio das Propensões - Plano Fisiológico: sub dinâmica que cada dia solicita. Dois Planos - Planos Tático e Técnico: quantidade de vezes que determinado princípio… aparece no exercício. PlanosTático e Técnico PlanoFisiológico
  185. 185. Princípio das Propensões Deve existir uma grande relação com o Princípio da Alternância Horizontal em Especificidade PlanosTático e Técnico PlanoFisiológico
  186. 186. Princípio das Propensões É este o Princípio Metodológico que permite direcionar a Modelação do Treino de modo a que o jogo deixe de ser caótico para passar a ser “Caótico Determinístico”.
  187. 187. Modelação dos Contextos de Prática / Exercícios - Relação com os Princípios… e respetiva interação. FRATAL
  188. 188. Modelação dos Contextos de Prática / Exercícios - Densidade do que se pretende Experienciar FRATAL - Organizativo - Técnico - Fisiológico
  189. 189. Modelação dos Contextos de Prática / Exercícios - Repetição sistemática, mas “Repetir sem Repetir…” FRATAL - “Repetir Princípios… e respetivas interações” - “Vivenciar Contextos…” Repetir a resolução dos problemas e não as soluções…
  190. 190. Modelação dos Contextos de Prática / Exercícios - “Reduzir sem empobrecer…” FRATAL - “Níveis de complexidade diferenciados…”
  191. 191. A PERIODIZAÇÃO TÁTICA PRETENDE IN CORPO R AÇÃO DE IDEIAS “Exprimir as ideias de jogo através do corpo”
  192. 192. “O lado formal da Periodização Táctica é passível de ser captada por muita gente, mas não é aí que reside o fundamental. O fundamental reside na operacionalização, na concretização. É aí que o treinador, aquele que gere, tem de ser importante todos os dias. Ele tem de ser o indivíduo que aproxima tudo aquilo que é favorável ao crescimento qualitativo do processo, no sentido do futuro a que aspira ser qualquer coisa a fazer sentido.” ! Vítor Frade
  193. 193. Referências Bibliográficas
  194. 194. Referências Bibliográficas
  195. 195. Referências Bibliográficas Pre arâeão Fu,tbetí §â 1..-,.
  196. 196. Referências Bibliográficas * íutebcã*arte allcerçaela em critér'ios
  197. 197. Referências Bibliográficas PreÍácio de Luís Freitas lobo Colaboração de: Rui Faria (adjunto de José Mourinho no lnter de Milão), José Guilherme 0liveira (adjunto de Carlos 0ueirós na Selecção de Portugal AA) e Marisa Gomes (treinadora dos quadros do Íutebol de formação do F. C. do Porto).
  198. 198. Referências Bibliográficas
  199. 199. Referências Bibliográficas
  200. 200. Referências Bibliográficas o00vlr hr§ , t N q ü l. c, t Introdução a o Pe n s a ln e n to itil iV i ,Lr p u b I i c a ç o e s:.-.1'.ii;,ã:ã*= INSTITUTO PIAGET ':.'.::;/ )i)"
  201. 201. Referências Bibliográficas TEORIA DOS SISTEMAS P. K. Anohin Ludwig von Bertalanffy Anatol Rapoport W. J. M. Mackenzie James D. Thompson $tRtr GrrltEl[$ $0G1fl$
  202. 202. Referências Bibliográficas
  203. 203. Referências Bibliográficas
  204. 204. Referências Bibliográficas
  205. 205. Referências Bibliográficas
  206. 206. Referências Bibliográficas ü l&,
  207. 207. Referências Bibliográficas Yues Bertrand Patrick Guíllemet oRGANÍZAÇOeS; UIVIA ABORDAGEilII, S'STEIVIICA
  208. 208. Referências Bibliográficas Benoll llandelbrot 0BIE[TOs FRRrrRts CIENCIAABERI{ gradiva
  209. 209. Referências Bibliográficas -- jy { "*Tf . 1-v: .#ívy:!,l3r;]wlffi*r|ffiyy#:( :y@tí"ww KARL R.POPPER uM DE MT]IDO PROPEISOES
  210. 210. Referências Bibliográficas
  211. 211. Referências Bibliográficas
  212. 212. Referências Bibliográficas Abraham Moles AS CIENCIAS DO IMPRECISO Biblioteca das Ciências do Homem Ediçoes Afrontamento
  213. 213. Referências Bibliográficas Holland DEM H.hrn 0 CI Jo A 0 como a adaptação gera a complexidade gradiva
  214. 214. Referências Bibliográficas
  215. 215. Referências Bibliográficas
  216. 216. Referências Bibliográficas
  217. 217. Referências Bibliográficas
  218. 218. OBRIGADO PELA ATENÇÃO! goliveira@fade.up.pt

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