Aula01 saudeaprovacao

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Aula 01 de seis do curso Saúde Aprovação

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Aula01 saudeaprovacao

  1. 1. PORTUGUÊS<br />aula 01<br />
  2. 2. fonologia<br />Fonema<br />É a menor unidade de som de uma palavra, servindo como elemento distintivo vocabular.<br />Vogal<br />som produzido por uma corrente de ar que não encontra obstáculos na cavidade bucal<br />base da sílaba portuguesa, isto é, cada vogal corresponde somente a uma sílaba.<br />Consoante<br />o som produzido por uma corrente de ar que encontra obstáculo<br /> As consoantes sempre formam sílaba com vogais.<br />Semivogal<br />fonema produzido como vogal, pronunciado de maneira menos intensa, não constituindo sílaba isoladamente, devendo sempre estar acompanhado por uma vogal. No português, correspondem aos sons /y/ e /w/ quando juntos a uma vogal e com esta formando sílaba.<br />
  3. 3. fenômenos fonéticos<br />Ditongo<br />Encontro de semivogal com vogal na mesma sílaba, ou vice-versa. Pode ser crescente, quando formado por semivogal + vogal (qual, frequência, linguiça) ou decrescente quando composto por vogal + semivogal (pai, mau, muito); Classifica-se também em oral, quando a vogal-base é oral (pai, qual, mau), ou nasal, nos casos em que vogal- base é nasal (frequência, muito, porém). <br />Tritongo<br />Encontro de semivogal + vogal + semivogal na mesma sílaba (Paraguai, Uruguai, saguão).<br />Hiato<br />Sequência de duas vogais sem que haja uma consoante entre elas. (viúva, saúde, poeta). <br />
  4. 4. Encontro consonantal<br />constitui uma sequência de consoantes em uma mesma palavra, estando ou não presentes em uma mesma sílaba. Daí, classifica-se como separável (car-ta) ou inseparável (Bra-sil). <br />Dígrafo<br />é o emprego de duas letras que representam um único fonema. <br />os dígrafos podem representar sons consonantais, como em QUerer, CHá, maLHa, naSCer, entre outros. <br /> ou representar sons vocálicos nasais como os que ocorrem em cAMpo, vENto, lINdo etc.<br />
  5. 5. prosódia<br />Oxítonas<br />tonicidade na última sílaba.<br />Paroxítonas<br />tonicidade na penúltima sílaba.<br />Proparoxítonas<br />tonicidade na antepenúltima sílaba.<br />As palavras monossílabas não se enquadram nesta classificação, dividindo-se simplesmente em “átonas” e “tônicas”.<br />
  6. 6. acentuação gráfica<br />acento gráfico é o mecanismo que, via de regra, indica a sílaba tônica não-natural de uma palavra. <br />agudo (´)<br />circunflexo (^)<br />grave (`)<br />o til (~) não é acento, mas um índice de nasalidade da vogal.<br />
  7. 7. tabela natural de acentuação<br />
  8. 8. regras especiais<br />Monossílabos tônicos terminados em:<br />A(S) – pá, já, ás (subst.); E(S) – pé, fé, mês; O(S) – pó, dó, sós.<br /> <br />Ditongos abertos éi, éu, ói nas formas oxítonas e monossilábicas: chapéu, réu, herói, constrói<br />Não se acentuam os ditongos abertos ei e oi nas palavras paroxítonas – ideia, colmeia, jiboia.<br />As vogais I e U quando constituírem a segunda vogal tônica de um hiato, desde que<br />a) estejam sozinhas na sílaba ou acompanhadas de “s”;<br />b) não estejam seguidas de “nh”<br />Não se acentuam as vogais tônicas grafadas i e u das palavras paroxítonas, quando elas estão precedidas de ditongo: baiuca, boiuno, cauila.<br />Levam, porém, acento agudo as vogais tônicas grafadas i e u quando, precedidas de ditongo, pertencem às palavras oxítonas e estão em posição final ou seguidas de s: Piauí, teiú, teiús, tuiuiú, tuiuiús. <br />
  9. 9. regras especiais<br />as terceiras pessoas de alguns verbos para lhes marcar o plural<br />(ele) tem x (eles) têm (ele) vem x (eles) vêm (ele) contém x (eles) contêm<br /> <br />coloca-se acento circunflexo na forma pôde (pretérito perfeito do indicativo), em oposição à sua homógrafa pode (presente do indicativo).<br /> <br />leva acento diferencial de intensidade apenas o verbo pôr.<br /> Facultativamente pode grafar-se dêmos (presente do subjuntivo)/ demos (pretérito perfeito) e fôrma (substantivo)/ forma (substantivo ou verbo).<br />
  10. 10. não se acentuam<br />as vogais dobradas OO, EE, em qualquer caso<br />enjoo, voo, veem, creem. <br /> <br />os grupos “gue”, “gui”, “que”, “qui”<br />quando do u tônico: argui, averigue, oblique;<br />São aceitas as variantes coloquiais de verbos do tipo “aguar”: águo, averigúe;<br />extingue-se o uso do trema na regra de acentuação portuguesa: frequência, unguento, tranquilo. Deve-se atentar que não há alteração na pronúncia dos vocábulos.<br />usa-se o trema apenas em vocábulos derivados de palavras estrangeiras: mülleriano, de Müller.<br />
  11. 11. uso do hífen<br />Nas palavras compostas por justaposição cujos elementos constituem uma nova palavra, com sentido e forma próprios, mantendo seu acento original − ano-luz, decreto-lei, <br />Observação: Nos compostos em que se tenha perdido a noção de composição, a grafia será feita sem hífen − girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedista.<br /> <br />Nos nomes geográficos compostos próprios (topônimos) iniciados por grã, grão, verbo ou ligados por artigo − Grã-Bretanha, Grão-Pará, Passa-Quatro, Baía de Todos-os-Santos.<br />Observação: Os outros topônimos compostos escrevem-se separados e sem hífen. − América do Sul, Belo Horizonte etc. Excetuam-se Guiné-Bissau e Timor- Leste.<br /> <br />Nas palavras que designam espécies botânicas e zoológicas − couve-flor, bem-te-vi.<br /> <br />
  12. 12. uso do hífen<br />Nos compostos com os advérbios bem e mal seguidos de palavra iniciada por vogal ou h − bem-estar, bem-humorado, mal-estar, mal-humorado.<br />Observação: o advérbio bem pode ou não se aglutinar a palavras iniciadas por consoante: bem-nascido (mas, malnascido), bem-vindo, benfeitor, benfeito.<br />Nas palavras compostas pelos elementos além, aquém, recém e sem − além-mar, recém-nascido, sem-vergonha.<br />Não se usa hífen nas locuções de qualquer natureza − cão de guarda, fim de semana, cor de vinho, cada um, nós mesmos, à vontade, à toa, a fim de que, visto que.<br />Nos encadeamentos vocabulares, como divisas, combinações históricas ou ocasionais de topônimos − o lema Liberdade-Igualdade-Fraterinidade, ponte Rio-Niterói, vooTóquio-Rio de Janeiro.<br />
  13. 13. uso do hífen - prefixos<br />
  14. 14. morfologia<br />Morfema<br />menor unidade de significação que constitui o elemento ou os elementos integrantes de um vocábulo. <br />morfemas são elementos significativos, sejam ligados aos conceitos, seres e coisas as quais conhecemos em nosso mundo ou noções gramaticais, entendidas internamente na língua.<br />
  15. 15. estrutura de palavras<br />Radical e raiz<br />Radicalé o elemento mórfico que contém o sentido básico da palavra, seu núcleo de significação externa. Raiz é o elemento irredutível comum a todos os vocábulos de uma mesma família.<br />Palavras cognatas<br />São aquelas que apresentam uma mesma família etimológica, fazendo todos os vocábulos associação à mesma raiz ou a um mesmo radical primário.<br />
  16. 16. estrutura de palavras<br />Vogal Temática<br />É um morfema que serve para classificar as palavras em determinados grupos. Quando acrescido ao radical, forma o tema.<br />Vogais temáticas nominais<br />Aparecem apenas nos nomes e são sempre átonas:<br />-a - casa, mesa, rosa<br />-e - mestre, padre, pobre<br />-o - caderno, livro, novo<br />Vogais temáticas verbais<br />Podem ser tônicas ou átonas e configuram as três conjugações verbais:<br />-a - cantar<br />-e - vender<br />-i - partir<br />
  17. 17. estrutura de palavras<br />Desinências<br />São morfemas que têm por função caracterizar as flexões que nomes e verbos podem apresentar.<br />Desinências nominais<br />Exprimem as categorias de gênero e número<br />-a - bela e magnífica aluna<br />-s - magníficos alunos estudiosos<br />Desinências verbais<br />Conferem a noção de número/pessoa e modo/tempo<br />-mos - cantamos, vendemos, partimos<br />-va - cantava, amavas, sonhávamos<br />
  18. 18. estrutura de palavras<br />Afixos<br />São morfemas que se juntam ao radical para dar origem a novos vocábulos e modifcam, geralmente de maneira precisa, o sentido do radical a que se agregam. <br />De acordo com sua posição na palavra, dividem-se em prefixos (antes do radical) e sufixos (depois do radical).<br />
  19. 19. estrutura de palavras<br />Vogal e consoante de ligação<br />São elementos que não possuem qualquer valor lexical ou gramatical. São empregados para tornar a pronúncia das palavras mais fácil ou agradável. Ex.: gasômetro / cafezal<br />
  20. 20. formação de palavras<br />Composição<br />reunião de dois ou radicais, de tal sorte que o conjunto deles passe a formar um todo com significação nova. Existem dois tipos de composição: a justaposição e a aglutinação.<br /> <br />Justaposição<br />associação de dois ou mais vocábulos sem qualquer prejuízo de sua autonomia fonética. Ex.: passatempo, girassol, Segunda-feira, pé-de-vento, madrepérola, beija-flor, bem-me-quer e criado-mudo<br /> <br />Aglutinação<br />associação de radicais em uma única estrutura fônica, cuja fusão implica perda e/ou alteração dos radicais formadores. Ex.: aguardente, agridoce, pernalta, boquiaberto, planalto e pernilongo.<br />
  21. 21. formação de palavras<br />Derivação<br />processo pelo qual de uma palavra formam-se outras por meio da adição ou subtração de certos elementos que lhe alteram o sentido – referido sempre, contudo, à significação da palavra primitiva. <br />
  22. 22. formação de palavras<br />derivação prefixal<br />acréscimo de prefixos a um radical. Ex.: desleal, infeliz, antinuclear, imoral etc.<br />derivação sufixal<br />acréscimo de sufixos a um radical. Ex.: lealdade, felicidade, moralidade, apendicite etc.<br />derivação prefixal e sufixal<br />acréscimo gradativo de prefixo e sufixo ao morfema lexical. Ex.: deslealdade, infelizmente etc.<br />derivação parassintética ou parassíntese<br />criação de palavras com auxílio simultâneo de prefixo e sufixo. Ex.: empobrecer, subterrâneo, enforcar, entristecer etc.<br />derivação regressiva<br />supressão dos morfemas terminais de um vocábulo e sua substituição por uma vogal temática nominal. Ex.: janta(jantar –ar + a), embarque(embarcar – ar + e).<br />
  23. 23. formação de palavras<br />Derivação imprópria (conversão)<br />mudança da classe gramatical de uma palavra sem alteração de sua forma original. Ex.: Ele esperava um sim e recebeu um não.<br /> <br />Hibridismo<br />união de radicais proviente de distintas línguas. Ex.: auto (grego) + móvel (português/latim), buro(“bureau”, francês) + cracia(grego) etc.<br /> <br />Reduplicação e onomatopeia<br />A reduplicação oconsiste na repetição de sílabas de uma palavra. A onomatopeiaconsiste em criar palavras imitativas de sons da natureza Ex.: Juju, tique-taque, zunzum, au-au, miau, bum!, pou!, zás-trás!, pimba! Etc.<br /> <br />Abreviação<br />Redução pura e simples da palavra original Ex.: pneu (pneumático), metrô (metropolitano)<br /> <br />Siglas<br />Redução de títulos às letras iniciais dos termos da expressão representada. Ex.: OTAN, INPS, AIDS<br />

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