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  1. A Dívida Externa do Brasil e o Brasil na Alca: Atualmente
  2. A Dívida externa e o Brasil atual: <ul><li>A divida externa brasileira é a somática dos débitos externos do Brasil resultado de empréstimos ou financiamentos realizados pelo governo. </li></ul><ul><li>-A origem da Dívida externa: A dívida externa do Brasil surgiu com a chegada da família real portuguesa ao Brasil, quando D. João VI, fugindo da invasão Francesa comandada por Napoleão, trouxe junto com ele a dívida contraída pela Casa Real Portuguesa na Inglaterra. </li></ul><ul><li>- As causas: A divida externa remonta o ano de 1824. Na época, foi contraída uma divida no valor de 3 milhões de libras esterlinas ficando conhecido como “empréstimo Português”. A principio, o valor serviria para cobrir despesas do período colonial. Na pratica, significava um pagamento pelo reconhecimento de nossa independência. </li></ul><ul><li>- Consequências: A pobreza do terceiro mundo é uma resposta aos serventuários da dívida externa. Pois, enquanto o rico cada vez fica mais rico, o pobre cada vez fica mais pobre. É muito fácil ver o quanto sofre hoje o povo brasileiro em busca de equilíbrio de sua economia. Entretanto, as dificuldades do país aumentam de maneira assustadora. Não se podem suportar os juros altos que são cobrados ao Brasil, e que o povo brasileiro tem que suportar tamanha imposição. O alto débito do país que fez com que milhares e milhares de famílias passassem fome e o mesmo débito que faz com que os banqueiros internacionais engordem suas contas e deliciem os grandes banquetes de luxúria e prazer particular. </li></ul><ul><li>- Atualmente: O perfil atual da dívida externa brasileira mudou bastante da década de 80 para cá. Naqueles anos o grande devedor era o setor público. Em dezembro de 1980, por exemplo, 69% dos US$ 53,8 bilhões que o país devia eram responsabilidade do governo federal. Hoje o setor público não-financeiro (governo federal, estados, municípios) responde por US$ 92,2 bilhões, ou seja, 39,8% da dívida externa bruta. Considerando-se a dívida externa líquida do setor público, ou seja, deduzindo-se da dívida bruta as reservas internacionais do Banco Central do Brasil (US$ 28,6 bilhões em 31 de maio de 2000), a dívida cai para US$ 63,6 bilhões. Valor em torno de 10 % do PIB. </li></ul>
  3.  
  4. Como é o Projeto da ALCA? A quem é interessante: <ul><li>-Principais características da Área de Livre Comércio das Américas. Está sendo negociada por 34 países do Hemisfério Ocidental. Argumenta-se que a ALCA teria amplas implicações para os países envolvidos, uma vez que as negociações transcendem a liberalização do comércio de mercadorias para incluir diversas outras áreas estrategicamente importantes como investimentos, serviços, compras governamentais e proteção da propriedade intelectual. As negociações têm sido desequilibradas em vários aspectos centrais. </li></ul><ul><li>-Os Estados Unidos excluem da cobertura do acordo temas que são de fundamental importância para o Brasil e outros países participantes, incluindo legislação antidoping e subsídios agrícolas. Por outro lado, o Executivo e o Congresso dos Estados Unidos deram repetidas indicações de que relutam, mesmo sob acordos de livre comércio, em permitir acesso adicional a seu mercado em setores menos competitivos ou &quot;sensíveis a importações&quot;. Mesmo que as negociações fossem mais equilibradas, não seria do interesse do Brasil participar de áreas de livre comércio com economias mais desenvolvidas – menos ainda de um bloco como a Alca que abrangeria uma gama tão ampla de temas. Países desenvolvidos como os Estados Unidos apresentam vantagens estruturais em relação a países em desenvolvimento como o Brasil que não poderão ser eliminadas nas próximas décadas. Com a implementação da Alca, as empresas brasileiras se veriam expostas à livre concorrência com corporações norte-americanas maiores e mais poderosas. Além disso, os países participantes teriam que abrir mão de muitos instrumentos de política governamental e projetos nacionais de desenvolvimento ficaria fora do seu alcance. </li></ul>
  5.  
  6. Os EUA e os países das Américas: relação de interesses ou dominação? <ul><li>-A relação dos EUA com os países Latinos está praticamente ligado a interesses ligados á economia, com o objetivo de se tornar dominante em todos os setores da América. </li></ul><ul><li>-Com a ALCA, os EUA se tornariam ainda mais “dominante’’ na América, pois com o acordo a única nação a ser beneficiada seria os EUA”. </li></ul><ul><li>-Com isso fica visível o interesse dos EUA para com os países americanos inclusive o Brasil, que ao lado dos EUA, se sairiam beneficiados . </li></ul>
  7. Qual a proposta do Brasil na Alca: PROPOSTAS DO BRASIL Agricultura: Os pontos fundamentais que estão sendo no tema agricultura dizem respeito às tarifas para o comércio dos  debatidos produtos agrícolas entre os países, aos subsídios dados por cada um dos países a seus produtos agrícolas ou, especialmente, à exportação destes, e a outros apoios nacionais aos agricultores (por exemplo, no caso dos EUA, os créditos à agricultura são um forte apoio interno). Mais recentemente, representantes brasileiros e de alguns outros países (como a Venezuela) têm procurado levar em consideração os temas ligados à agricultura familiar, mas embora essa preocupação já tenha aparecido nas discussões da OMC, é ainda pouco expressa no processo negociador da Alca. No tema Agricultura, os negociadores norte- americanos estão fortemente amarrados por sua legislação nacional para fazer concessões, assim como processos eleitorais em alguns países (como EUA e Canadá) limitam as possibilidades de seus negociadores. Nos países do Mercosul, bloco que tem o Brasil como economia mais importante, entretanto, os interesses do agronegócio acabam pressionando os negociadores a conseguir concessões nesta área, mesmo que ao custo de concessões em outras áreas estratégicas. PROPOSTAS DO BRASIL Acesso a Mercados: Discussão semelhante a do tema agricultura (tarifas, subsídios e apoios internos) para os demais produtos, isto é, fundamentalmente os produtos manufaturados são o principal objetivo deste grupo. Os problemas com a posição norte-americana são os mesmos (fortes apoios internos à produção). Para países como o Brasil, também é sensível a discussão, uma vez que uma abertura ampla de mercados em alguns setores industriais poderia significar forte restrição às possibilidades de desenvolvimento nacional, com reflexos importantes no emprego industrial. Juntamente com agricultura e os temas ligados a subsídios e anti-dumping são os temas efetivamente referentes a comércio. Os países do Mercosul têm acenado com a possibilidade de zerar tarifas, desde que todos o façam, em prazos delimitados para todos os produtos (prazos limite : imediato, cinco anos, 10 anos, e mais de dez anos).
  8. <ul><li>Outras propostas do Brasil na Alca: </li></ul><ul><li>PROPOSTAS DO BRASIL Serviços: </li></ul><ul><li>PROPOSTAS DO BRASIL Investimentos </li></ul><ul><li>PROPOSTAS DO BRASIL Propriedade Intelectual </li></ul><ul><li>PROPOSTA DO BRASIL Política de Concorrência </li></ul>
  9.  
  10. O que é a Alca Light? A quem é interessante? <ul><li>-A Alca Light, versa sobre a criação da Alca de forma flexível, indo contra a proposta original de um acordo amplo. O acordo visa por fim ao impasse entre Brasil e EUA relativo a determinadas áreas de discussão da Alca como por exemplo, propriedade intelectual, compras de governo e liberalização de serviços. </li></ul><ul><li>- A ALCA Light é interessante para o Brasil, pois com ela o Brasil pode se sair bem com a sua aprovação. </li></ul><ul><li>-Os EUA pretendem dominação sobre a América Latina, por meio da criação de um espaço privilegiado de ampliação de suas fronteiras econômica, pretendem impor a América uma forma Hegemônica de ‘’administração’’, pois os países, como o Brasil, que não tem como se sair bem como a ALCA, ficaram abaixo dos EUA. </li></ul>
  11. Como está o Projeto atualmente? <ul><li>“ Simplesmente não falamos mais em Alca hoje”, afirmou: </li></ul><ul><li>Lula foi para Recife depois de retornar da viagem à Argentina, onde assumiu a presidência do Mercosul. Em seu discurso na XXX Cúpula dos Chefes de Estado do bloco, realizado em Córdoba, o presidente deu as boas vindas à Venezuela (que se integrou ao bloco) e defendeu a ampliação ainda maior do Mercosul. “Vou trabalhar por um Mercosul cada vez mais forte, mais presente e mais atuante, sobretudo, um Mercosul sintonizado com as necessidades de nossos povos e que corresponda às expectativas de todos os seus membros”, disse Lula, no encerramento do encontro. </li></ul><ul><li>Ele criticou os setores conservadores que resistem à consolidação do Mercosul. “Para a cabeça dos nossos dirigentes, colonizadas, a América do Sul não existia, a África não existia, todas as nossas prioridades eram para a União Européia, para os Estados Unidos e, talvez, um pouco, para o Japão”, denunciou. “Nós, no Mercosul, estamos mudando essa maneira de enxergar o mundo. Nós estamos mudando a geografia comercial estabelecida pelos países ricos há muito tempo. Foi do Mercosul que surgiu o G-20 e foi o G-20 que impôs respeitabilidade aos países em desenvolvimento nas mesas de negociação”, acrescentou. “É somente com essa compreensão que nós poderemos conduzir o Mercosul, convencer Evo Morales a vir para o Mercosul, convencer outros países e, quem sabe, num tempo bem menor do que os 15 anos que nós temos hoje, a gente ter o Mercoamérica, e não apenas o Mercosul, tendo do México até a Patagônia, todo mundo participando do Mercosul, passando pelo Caribe e trazendo Cuba junto”, defendeu. </li></ul><ul><li>“ Nós poderemos, de forma orgulhosa, ver derrotados aqueles que escrevem diariamente contra o Mercosul, aqueles que acham que os nossos países só deveriam ter relação com os EUA, mesmo que os EUA não quisessem”, enfatizou. “Eu lembro, e vocês se lembram, na disputa eleitoral aqui, na Argentina, na disputa eleitoral no Brasil, no Paraguai, no Uruguai e na Venezuela, como era nervoso esse Continente, entre Alca e não-Alca. Nós, simplesmente, não falamos mais em Alca, simplesmente, a tensão desapareceu. Hoje, quem quiser falar em Alca, tem que falar primeiro em Mercosul”. Lula encerrou o seu pronunciamento defendendo “acordos com todos os países do mundo”. “Mas”, frisou, “queremos que a nossa soberania seja respeitada, que a nossa agricultura seja respeitada, que a nossa indústria seja respeitada, e que os nossos países tenham soberania para decidir a hora de fazer, com quem fazer, em função dos nossos interesses”. “Afinal de contas, já faz quase dois séculos que nós deixamos de ser colônia e nem queremos voltar a ser colônia”, finalizou. </li></ul>
  12. Geografia <ul><li>Professor: Mário Fernando de Mori </li></ul><ul><li>Série: 1º MC </li></ul><ul><li>Data: 08 de abril de 2009 </li></ul><ul><li>Colégio Jesus Cristo Rei </li></ul><ul><li>Alunos do grupo 4: Pâmela Dussoni, Taynara Arantes, Nathália Corrêa, Pedro Henrique Barbieri, Alessandro Pires, Jéssica Alves, Yara Karoline Gomes, Dayane, Bruno Ramos, Pablo Fricks e Kelvi Gonçalves. </li></ul>
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