Aula Sobre GeopolÍtica E Conflitos Internacionais
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CURSO DE ATUALIDADES - AULA 02

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  • Ótimo slide Professor! Parabéns!
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  • nem sei como te agradeceeer, muito obrigada!
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  • professor tenho um trabalho de geografia e nao estou encontrando nada sobre o assunto geopolitica seuas slides estavam otimos mais nao bem o que eu quero vou te dar meu orkut se puder me ajudar eu agradeço. O trabalho 'e sobre geopolitica as causas consequencias grupos envolvidos.... preciso de ajuda

    orkut bruna.bonatti@hotmail.com ate mais agradeço
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  • òtima apresentação. Parabéns.
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Aula Sobre GeopolÍtica E Conflitos Internacionais Aula Sobre GeopolÍtica E Conflitos Internacionais Presentation Transcript

  • CURSO DE ATUALIDADES 2008 [email_address] http://mariodemori.blogspot.com/ http://focosdetensoesinternacionais.blogspot.com/
  • GEOPOLÍTICA E RELAÇÕES INTERNACIONAIS
    • A geopolítica é a disciplina que busca entender as relações recíprocas entre o poder político nacional e o espaço geográfico. Ela procura responder a seguinte questão: até que ponto a ação dos estados nacionais é ou não determinada pela situação geográfica. A geopolítica tem duas finalidades:
    • orientar a atuação dos governos no cenário mundial;
    • permitir uma análise mais precisa das relações internacionais.
  • RICAS EMERGENTES POBRES PRODUTORAS PERTURBADORAS EXTRATORAS 1 º NÍVEL DIRETRIZES DE ALCANCE MUNDIAL 2 º NÍVEL COMBINA DIRETRIZES REGIONAIS E INTERNACION. 4 º NÍVEL RELACIONAM. SIGNIFICATIVO COM VIZINHOS 3 º NÍVEL DIRETRIZES REGIONAIS 5 º NÍVEL APENAS MARGINAL- MENTE INTER -ATUAM COM OUTROS ESTADOS ESTÁGIO GEOPOLÍTICO DA INFÂNCIA ESTÁGIO GEOPOLÍTICO DA ADOLESCÊNCIA ESTÁGIO GEOPOLÍTICO DA MATURIDADE CLASSIFICAÇÃO GEOPOLÍTICA DAS NAÇÕES
  • Geopolítica, Relações Internacionais e Tensões Atuais Aula 02
  • I – Introdução: o que foi a Guerra Fria e Atualmente
    • -> Disputa por áreas de influência entre os Estados Unidos (capitalista) e a União das Repúblicas Soviéticas (URSS, socialista), entre 1945 (final da 2ª Guerra Mundial) até 1989 (queda do Muro de Berlim);
  • Imagem clássica do final da segunda guerra, com a vitória dos Aliados 1961: Início da Construção do Muro
  • -> Características principais:
    • * Disputa armamentista que desembocou na formação do Complexo Industrial Militar;
    • * Exportação de ideologias;
    • * Corrida espacial;
    • * Espionagem a cargo da CIA e da KGB;
    • * Patrocínio a guerras localizadas.
    • -> Consumiu recursos gigantescos – na ordem de US$ 18 trilhões – e nos últimos anos da Guerra Fria, a União Soviética consumia 25% do seu PIB com a fabricação de armas, o que a levou a imensas dificuldades econômicas.
  • II – Raízes das tensões atuais entre EUA e Rússia
    • -> Plano dos Estados Unidos para a instalação de um escudo antimísseis no Leste Europeu (Polônia e República Tcheca), sob a alegação de estar se prevenindo de um eventual ataque nuclear do Irã e da Coréia do Norte;
  • Novo sistema de defesa dos EUA envolvendo a Europa do Leste desagrada líder russo, Vladimir Putin
  • -> O avanço diplomático e militar estadunidense sobre os países da antiga “cortina de ferro” – região que era zona de influência da ex-URSS – e sobre a qual a atual Federação Russa pretende manter controle, evitando, entre outras coisas, a adesão de antigos países socialistas à OTAN. Wladimir Putin, equiparou a situação atual a Crise dos Mísseis (Cuba, 1962); -> A ofensiva diplomática estadunidense rumo ao Leste, estende-se até a países que formavam a antiga União Soviética, como Geórgia e Ucrânia. E, liderando, as forças da OTAN, bases militares devem ser instaladas na Bulgária e Romênia, com 5 mil soldados cada uma; -> Putin – que, às vezes, compara os EUA sob Bush, à Alemanha nazista de Hitler – acusa os Estados Unidos de unilateralismo hostil, ou seja, que o país realiza ações e ataques militares sem consultar as demais nações, fazendo o “excessivo uso da força nas relações internacionais”. Em resposta, a essa agressividade latente ameaçou apontar mísseis russos contra cidades européias.
  • Ataque ao Iraque seria uma das provas do unilateralismo hostil estadunidense, segundo Putin
  • Putin: um novo czar
    • -> Ex-agente da KGB (serviço secreto soviético), ascendeu ao poder através de Boris Ieltsin, recentemente falecido;
    • -> Ao chegar ao comando da Federação Russa foi elogiado por diversos líderes ocidentais, sendo que George Bush afirmou ter olhado para ele “e visto a sua alma”. Na ocasião, o Departamento de Estado dos EUA acreditava que fosse um dos “mocinhos”, ou seja, que estava sob controle. As sucessivas divergências pós-2001 fez com que mudassem de idéia.
    • -> Apego ao poder
    • -> Freqüentemente, Vladimir Putin, caracteriza a “democracia ocidental” como um grande disfarce e lugar privilegiado da manipulação e o povo russo, em grande parte, compartilha dessa idéia;
    • -> Putin despreza, persegue e elimina opositores políticos, tendo pouco tolerância a divergência de idéias, marca, certamente oriunda dos tempos em que prestou serviços à temida KGB;
  • Putin: um novo czar
    • -> Nas eleições de 2008 não poderá se candidatar por limitações constitucionais, mas irá manter-se ativo no comando político do país, pois ou se tornará primeiro-ministro ou presidente da Gazprom, principal empresa russa. Como conta com 70% de apoio popular e com uma oposição desorganizada e repleta de políticos medíocres, obterá quaisquer das duas posições com muita facilidade, o que é muito frustrante para o governo dos Estados Unidos que contava com uma real alternância de poder para dar início a novas relações bilaterais.
  • Outros impasses
    • Irã
    • -> Esse país mantém relações próximas com a Federação Russa e tensas com os Estados Unidos. O apoio russo evita seu isolamento;
    • -> Os Estados Unidos acusam o Irã de possuir um programa de enriquecimento de urânio cujo propósito seria fabricar armas nucleares, a serem usadas contra alvos estadunidenses e israelenses, estabelecendo um desequilíbrio de força no Oriente Médio e no globo;
    • -> No dia 25 de outubro de 2007, o governo dos Estados Unidos estabeleceu sanções contra empresas iranianas, sendo que a maior parte delas pertencem a Guarda Revolucionária (força de elite do Exército) que controla amplos setores da economia do país;
    • -> Bush declarou no dia 17 de outubro, em um claro recado a Putin: “Se alguém estiver interessado em evitar a Terceira Guerra Mundial, precisa estar interessado em impedir o Irã de ter o conhecimento necessário para fazer uma arma nuclear” .
  • Caso passe a dispor de armas nucleares, o Irã será o 2º país do Oriente Médio a tê-las, equiparando-se a Israel – país aliado dos EUA e inimigo do Irã.
  • Outros impasses
    • Venezuela
    • Transformou-se na maior opositora da política externa estadunidense na América do Sul e expressa isso na compra de armamentos russos (100 mil rifles para armar a população), na aproximação com o Irã e com a Coréia do Norte e no apoio sistemático a Cuba.
  • A imprensa brasileira estereotipa do governo Chavez tal como interessa aos EUA, cumprindo seu contínuo papel de “meios de manipulação” – muito distante da informação séria e contextualizada
  • Outros impasses
    • Kosovo
    • -> Província sérvia localizada na antiga Iugoslávia, com maioria albanesa (90%), em relação a qual os Estados Unidos são a favor da independência, enquanto a Federação Russa é contrária;
    • -> Desde 1999, está sob o controle de tropas estrangeiras, até que se defina qual será seu status político.
  • Kosovo
    • A minúscula região do Kosovo, transformou-se em um enorme problema diplomático cuja resolução passa por uma acordo entre os EUA pró-independência e a Rússia, contrária, especialmente, em função das suas afinidades com a Sérvia.
  • KOSOVO INDEPENDENTE
    • Kosovo: Independência aumenta abismo entre Rússia e Ocidente
    • O abismo diplomático que existe entre a Rússia e vários governos ocidentais está sendo agravado pela declaração de independência de Kosovo. O que é considerado como um resultado inevitável de guerras e da história pelos Estados Unidos e vários países europeus, é visto como "imoral e ilegal" nas palavras do presidente Vladimir Putin.
    • A Rússia compartilha com a opinião da Sérvia, de que a província não pode separar-se desta forma. A Sérvia já havia oferecido autonomia, não independência. A Rússia sustenta que, de acordo com as leis internacionais, uma autorização do Conselho de Segurança precederia à declaração de independência. Os EUA e outros países que apóiam o Kosovo afirmam que a resolução 1244, do Conselho de Segurança da ONU, autorizou uma "presença internacional" no Kosovo depois da guerra travada pela Otan em 1999 e não impede a declaração da independência. Em última análise, o argumento do Ocidente é sobre política, e não sobre legislação. Neste sentido, o distanciamento de Kosovo em relação à Sérvia já foi longe demais e o status não é mais aceitável. O acontecimento deste domingo é outra questão que aumenta a lista de diferenças entre o Ocidente e a Rússia. A reaparição da palavra Ocidente - com todas as implicações da Guerra Fria, de uma divisão quase permanente com a Rússia - é um sinal da grave deterioração nos últimos anos. União Européia Espera-se que muitos governos do bloco europeu, inclusive o Reino Unido, a França e Alemanha, reconheçam a forma limitada e supervisionada de independência de Kosovo recomendada pela ONU.
  • Conclusão
    • -> A crescente influência dos Estados Unidos no cenário internacional ao final da Guerra Fria, contrasta com a pretensão de Putin em colocar novamente a Federação Russa no centro das decisões internacionais. A “doutrina Putin” pode ser resumida da seguinte maneira: aceitem-nos como iguais, tratem-nos como pares”;
    • -> Os sucessivos desentendimentos determinaram o fim de possibilidades promissoras de colaboração em, por exemplo, investimentos comuns no setor petrolífero e bases militares para combater o Taleban.
  • III – A Rússia contemporânea
    • -> Anos 90: desastrosa transição para o capitalismo, originando uma “década perdida” em matéria de desenvolvimento sócio-econômico:
    • * Desemprego massivo (chegou a 14% da PEA);
    • * Declínio do PIB e da renda per capitã;
    • * Queda acelerada da natalidade, com diminuição da expectativa de vida que permanece até os dias atuais;
  • 1 – O caldeirão étnico
    • -> Enorme “guarda chuva” de povos e religiões: são, pelo menos, 130 etnias, distribuídos em 21 repúblicas, 10 distritos e uma região autônoma -> governos locais, com autonomia parcial;
    • Imensidão do território russo (quase 12% da área terrestre) guarda em seu interior uma enorme diversidade étnica, responsável, em alguns casos, por conflitos latentes.
  •  
  • A questão da Chechênia
    • -> Localizada no norte do Cáucaso, vive uma situação explosiva;
    • -> Na época do comunismo, foi uma das vítimas do processo de “russificação”, quando milhares de chechenos foram obrigados a mudar-se, dando lugar aos russos;
    • -> Com o fim do comunismo, muitos chechenos voltaram e entraram em atritos com os russos, nada dispostos a devolver o que quer que seja;
    • -> Declaração de Independência: não foi reconhecida pelo governo russo, gerando duas guerras sangrentas entre os separatistas e o Exército russo, com mais de 100 mil vítimas.
    • Grozny, capital da Chechênia, foi destruída pelas duas guerras contra os russos. Corpos apodreciam nos escombros e serviam de alimentos para animais, incluindo cães.
  • A RÚSSIA NA GUERRA COM A GEÓRGIA
    • Depois de Kosovo, Abkházia e Ossétia do Sul pedem sua independência
    • MOSCOU, 17 Fev 2008 (AFP) - A Abkházia e a Ossétia do Sul, duas regiões separatistas da Geórgia, anunciaram neste domingo logo após a proclamação de independência do Kosovo que pedirão à Rússia e à ONU que reconheçam sua independência. "A situação no Kosovo constitui um precedente. Não se pode falar num caso único. A Abkházia se dirigirá em breve ao Parlamento da Rússia e ao Conselho de Segurança da ONU para lhes pedir que reconheçam sua independência", declarou o "presidente" deste território pró-russo, Serguei Bagapch, citado pela agência Interfax. "O que o Kosovo está fazendo hoje já aconteceu na Abkházia e na Ossétia do Sul há 17 anos", afirmou o "presidente" da Ossétia do Sul, Eduard Kokoity, citado pela Interfax, anunciando que tomará a mesma atitude que a Abkházia.
  • Ascensão da Rússia e da China na Nova Ordem Mundial
  • O Colapso da URSS e a Transição Chinesa
    • “ I knew no one...who had predicted the evolution in the Soviet Union” H. Kissinger, 1992
    • “ Observar com a cabeça fria, sustentar a nossa posição, lidar serenamente com a situação, ocultar nossos trunfos, ganhar tempo, eficazes na defesa e nunca nos expondo às luzes da ribalta” Deng Xiaoping, 1991
    • Transição numa Perspectiva Comparada
    Gorbachov Deng-Xiaoping Conds. Iniciais Economia de planejamento central industrializada e diversificada com sub-sistema comercial especializado e integrado entre estados nacionais e regiões. Unificação política e militar realizada pelo PCUS Economia de planejamento central semi-industrializada. Unificação política e militar realizada pelo PCC Desafio Político Externo Enfrentamento da corrida armamentista, da derrota no Afeganistão e da ruptura política no leste europeu. Busca de nova política de desarmamento reduzindo o “fardo militar” Afirmação da China soberana Aproveitamento inicial do conflito EUA/URSS e, com a extinção da URSS e a Guerra do Golfo, a busca de novo papel na Ásia Desafio Interno Retomar o crescimento através de gastos públicos não militares e reforma das empresas visando maior inovação, incentivos e disciplina e combate a corrupção Acelerar o crescimento econômico e modernizar a economia pela cópia de técnicas com destaque para as grandes EE
    • Transição numa Perspectiva Comparada
    Gorbachov Deng-Xiaoping Estratégia de Mudança e Reestruturação Estratégia focada na redução dos gastos militares e reforma das empresas estatais Modernização controlada focada em setores e regiões, expansão dos gastos militares com liberalização progressiva Aliança Interna/Coalizão de Poder Envolvimento de setores civis, intelectuais e opinião publica externa, isolamento do PC e da cúpula do EV Manutenção do monopólio do PCC e aliança com os militares Ideologia Ruptura com a “luta de classe internacional” como estratégia militar e valores democráticos ocidentais A retórica dos “4 princípios cardeais” e da estratégia militar contra o imperialismo
  • Putin e a Reconstrução do Estado Russo
    • “ The only realistic choice for Russia is the choice to be a strong country, strong and confident in its strengthen...” (Putin 2000)
    • O Colapso
    • As Novas Classes Dominantes
    • O Início da Recuperação Econômica
    • A Centralização do Poder Político
    • Energia e Armas
    • Relações Internacionais Desafios Estratégicos
    • Desafios Internos
  • A Expansão Chinesa Recente e os Desafios Geopolíticos
    • “ As early as the Meiji restoration the Japanese began to expend a great deal of effort on science, technology and education. The Meiji Restoration was a kind of modernization drive undertaken by the emerging Japanese bourgeoisie. As proletarians we should, and can, do better.” (Deng Xiaoping, 1977)
  • A Expansão Chinesa Recente e os Desafios Geopolíticos
    • “ We need to build an innovative system of defense science and technology ...that integrates military and civilian scientific-technological resources, and that organically integrates basic research, applied R&D, product designing and manufacturing, and procurement of technologies and products so as to create a good structure under which military and civilian high technologies are shared and mutually transferable”
    • (President Hu Jintao, 2006 cit in Department of Defense, 2006, p. 18)
  • A Expansão Chinesa Recente e os Desafios Geopolíticos
    • O Dilema da Segurança e a Estratégia Nacional
    • Os Desafios Estratégicos
    • Crescimento e Concentração de Renda
    • Regionalização e o Centro Chinês
    • Energia e Segurança
    • A Estratégia Americana de Contenção da China
    • Os Desafios Políticos Internos
  • Ascensão Nacional numa Perspectiva Comparada Rússia China Conds. Iniciais/ Desafios Políticos Contração violenta da produção, liberalização de preços e privatização em massa/Contenção do separatismo e ruptura do estado nacional Manutenção do alto crescimento com liberalização progressiva da economia/Contenção da autonomia de Taiwan, redução das desigualdades sociais e regionais Estrats. Políticas Econômicas Recentralização do Estado, centralização e estabilização do cambio, redução da dívida externa, combate ao separatismo na Chechênia, nacionalização da energia, exportação de energia e armas, transferências das rendas petroleiras e desenvolvimento do complexo industrial militar Onda de investimentos na indústria pesada e construção civil, manutenção do cambio, deslocamento das exportações para setores intensivos em ciência, importação de energia e conversão energética, expansão do orçamento militar e desenvolvimento do complexo industrial militar
  • Ascensão Nacional numa Perspectiva Comparada Rússia China Aliança Interna/ Coalizão de poder Expansão do poder político dos militares e dos quadros associados à antiga KGB. Pacto com as oligarquias subordinando-as ao Estado Manutenção do monopólio do PC e aliança com os militares Desafio Político Externo/ Percepção das Oportunidades Política de contenção dos EUA, “Revoluções coloridas”, expansão da OTAN para ex-aliados/Diplomacia da energia, aproximação com a China e com a Europa Ocidental (Alemanha) Política de contenção dos EUA, armamento de Taiwan, expansão do PACON, fragilidade energética/ Multilateralismo, diplomacia na Ásia, aproximação com a Rússia Ideologia Defesa do multilateralismo, nacionalismo e projeção externa do poder político Defesa do multilateralismo, nacionalismo e defesa da “ascensão pacífica”
  • LINKS PARA VÍDEOS DE CONFLITOS INTERNACIONAIS
    • http://www.viuvideos.com/video/wE-_uINisa8/agressao-da-china-contra-tibete-provoca-repulsa-no-mundo
    • http://www.viuvideos.com/video/7_a9y2NznsE/conflitos-na-europa
    • http://www.viuvideos.com/video/2g-sxQY9UEE/conflitos-religiosos-no-oriente-medio
    • http://www.viuvideos.com/video/AnCCGYNWeeU/os-conflitos-na-america-latina
    • http://www.viuvideos.com/video/_Jw7iVDn8P8/conflitos-na-palestina
    • http://www.viuvideos.com/video/7cp9W5uogD0/o-poder-dos-pesadelos-02-04-jihad-x-politica
    • http://www.viuvideos.com/video/tXXP7gYxXhU/o-poder-dos-pesadelos-03-04-busca-em-casa
    • http://www.viuvideos.com/video/VuJO69aWzcA/world-trade-center-5-anos
    • http://www.viuvideos.com/video/IMCZjm9Zg7U/criancas-em-conflitos-na-africa
    • http://veja.abril.com.br/videos/haiti.shtml?CtrlMidia=15&CodMid=23507&SeqMid=1
    • http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM803119-7823-EXERCITO+CHINES+FECHA+FRONTEIRAS+DO+TIBETE,00.html
    • http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM797842-7823-CRISE+NA+AMERICA+DO+SUL+PODE+SER+RESOLVIDA+PELA+DIPLOMACIA,00.html
  • CONFLITOS GEOPOLÍTICOS
  • CONFLITOS GEOPOLÍTICOS
    • No fim do século XX, a ONU contava com 54 missões de paz em regiões afetadas pela guerra ou em vias de pacificação.
    • Guerras entre Estados-Nações, guerras civis, guerrilhas, ocupação de territórios à força e movimentos de separatismo dentro de Estados-Nações acontecem em todos os continentes, exceto na Oceania.
    • Os principais motivos dos conflitos que ocorrem no mundo são: disputas por território, soberania do Estado nacional (nacionalismo e separatismo), rivalidades étnicas e religiosas, questões de fronteiras, recursos minerais e, até mesmo, água. A pobreza é também causa de muitos desses conflitos.
  •  
  • MÉXICO
    • EZLN (Exército Zapatista de Libertação Nacional) – movimento rebelde que, em 1º de janeiro de 1994 (início do NAFTA), ocupou várias cidades no estado de Chiapas. Opôs-se ao governo mexicano, reivindicando o combate à exclusão social e a melhoria dos direitos constitucionais dos povos indígenas. Liderado pelo subcomandante Marcos, iniciou negociações com o governo mexicano e não atua mais por meio do confronto armado. As condições sociais de Chiapas contrastam com grandes reservas petrolíferas e de gás natural encontradas em seu subsolo.
  • Pobreza e riqueza em Chiapas
  • Subcomandante Marcos
  • COLÔMBIA
    • Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e ELN (Exército de Libertação Nacional) – guerrilhas de esquerda surgidas na década de 1960, muito ativas até 1980. Após esse período, perderam seu caráter ideológico e passaram a atuar buscando desestabilizar o governo colombiano. Cobram ‘pedágios’ dos traficantes de drogas nas áreas que controlam – cerca de metade do território do país. Como oposição a essas guerrilhas surgiram as AUC (Autodefesas Unidas da Colômbia), grupos paramilitares de direita apoiados pelo exército colombiano.
  •                                                      
  •  
  • IRLANDA DO NORTE
    • Os problemas na Irlanda do Norte são conseqüência de uma longa história de conflitos entre católicos (irlandeses) e protestantes (ingleses).
    • Os católicos, majoritários na República da Irlanda, mas minoritários na Irlanda do Norte (Ulster), reivindicam a separação do Ulster em relação ao Reino Unido. Para combater o domínio britânico, formou-se o IRA (Irish Republican Army/Exército Republicano Irlandês) – grupo que se notabilizou por uma série de atentados terroristas.
    • Um acordo de paz foi assinado em 1998, porém a situação ainda é relativamente tensa.
  •  
  • ESPANHA / BASCOS
    • O “País Basco” localiza-se entre Espanha e França. Os bascos são um povo com língua de origem desconhecida e cultura tradicional. Durante a ditadura de Francisco Franco (1939-1975), os bascos foram proibidos de ensinar sua língua (euskera) nas escolas da região e de usar a bandeira com as cores do País Basco.
    • Em 1959, foi criado o ETA (Euskadi ta Askatasuna), responsável por inúmeros atentados terroristas, que reivindica a independência do “país basco”. A partir da redemocratização do país, o ETA perdeu a credibilidade e o apoio popular, mas se mantém ativo.
  •  
  • RÚSSIA / CHECHÊNIA / CÁUCASO
    • Cáucaso: região de grande diversidade étnica, teve duas influências religiosas fundamentais: a cristã ortodoxa e a islâmica. Os conflitos atuais dessa região estão ligados a nacionalismos (motivos políticos) e às diferenças religiosas.
    • Maiores problemas da Rússia ocorrem nas repúblicas da Chechênia e do Daguestão, com vários grupos lutando pela independência e para implantar Estados Islâmicos, empregado inclusive táticas terroristas (Moscou, Beslan).
    • Entre 1994 e 1996, ocorreu violenta guerra entre os rebeldes chechenos e a Rússia, arrasando várias cidades da república. Conseguiu-se uma autonomia parcial, mas em 1999, o governo russo volta a intervir na região.
  •  
  • Conflito e oleodutos
  • CÁUCASO: REGIÃO DE CONFLITOS LATENTES
  • PONTOS POLÊMICOS DO CÁUCASO
  • ANTIGA IUGOSLÁVIA
  • Histórico da Iugoslávia
    • 1920 – formação do Reino da Iugoslávia.
    • 2ª G.M. – resistência iugoslava (partisans) aos nazistas.
    • 1945 – Iugoslávia adota o socialismo sob a liderança do general Tito, sem alinhar-se com a União Soviética.
    • 1980 – morte do general Tito – início da crise iugoslava.
    • 1991 – Croácia, Eslovênia, Bósnia-Herzegovina e Macedônia declaram independência.
    • 1994 – Conflito na Bósnia envolvendo sérvios, croatas e bósnios muçulmanos, com cerca de 250 mil mortos, várias acusações de limpeza étnica e participação da OTAN no acordo de Dayton (1995).
    • 1998 – Conflito em Kosovo (província da Sérvia), que possui maioria albanesa. Os sérvios são acusados de limpeza étnica e a OTAN bombardeia a Iugoslávia (hoje já dividida em Sérvia e Montenegro). Forças da ONU ocupam Kosovo.
    • 2001 – Ocorrem conflitos entre rebeldes étnicos albaneses e o governo macedônio. É firmado um acordo de paz entre as partes.
  • Diversidade étnica na ex-Iugoslávia
  • O conflito na Bósnia
  • O acordo de Dayton - 1995
  • O conflito em Kosovo 1998-99
  • O ex-presidente iugoslavo e defensor da formação da Grande Sérvia, Slobodan Milosevic, deposto e preso após o conflito em Kosovo, responde por seus crimes de guerra perante o Tribunal Penal Internacional para a Iugoslávia (TPII)
  • O horror da guerra
    • Sarajevo após semanas de conflito
    • Franco-atiradores na Bósnia
  • ORIENTE MÉDIO
  •  
  • ISRAEL X PALESTINA
    • 1947 – Partilha da Palestina/Israel pela ONU
    • 1948-49 – implantação do Estado de Israel / guerra contra árabes
    • 1956 – Guerra de Suez pelo controle do canal contra o Egito
    • 1967 – Guerra dos Seis Dias – ocupação de vários territórios por Israel (Cisjordânia, Faixa de Gaza, Sinai, colinas de Golan)
    • 1973 – Guerra do Yom Kippur – choque do petróleo
    • Década de 1980 – primeira Intifada – “revolta das pedras”
    • 1993-95 – assinatura de acordos de paz entre Israel e a OLP de Yasser Arafat – devolução gradual dos territórios palestinos
    • 2001 – eleição de Ariel Sharon e paralisação das negociações; nova Intifada, seqüência de atentados terroristas.
    • 2004 – morte de Arafat; indefinição do conflito
    • Problemas : Jerusalém, assentamentos judaicos, Estado Palestino
  •  
  • Yasser Arafat
  • IRAQUE
    • 1980-1988 – Guerra Irã-Iraque – Sadam Hussein é apoiado por EUA, URSS e outros países.
    • 1991 – Guerra do Golfo – coalizão de países força a retirada das tropas iraquianas do Kuwait. Iraque sofre embargo da ONU e são adotadas zonas de exclusão aérea.
    • 2003 – Ataque dos EUA, Reino Unido e outros países justificado pela suspeita de armas de destruição em massa e para depor a ditadura de Sadam Hussein. Acredita-se que o verdadeiro motivo da ocupação seja a riqueza de petróleo do país, uma das maiores reservas do mundo.
    • 2003-05 – Instabilidade constante no país, com atentados terroristas e forças rebeldes controlando alguns territórios.
  •  
  • Sadam Hussein, ditador iraquiano entre 1979 e 2003
  •  
  • AFEGANISTÃO
    • 1979-1989 – tentativa de dominação soviética, frustrada pela oposição dos mujahedin (guerrilheiros islâmicos), entre eles Bin Laden, apoiados pelos EUA, Irã e Paquistão.
    • 1996 – tomada do poder pelo grupo radical sunita Taleban, que adota a Sharia (doutrina islâmica) como lei.
    • 2001 – atentados aos EUA atribuídos a Bin Laden ; os EUA atacam o Afeganistão acusando-o de proteger o terrorista e servir de base para a Al Qaeda; o Taleban é deposto do poder.
    • 2001-2005 – rivalidades étnicas e crescimento do cultivo da papoula (ópio) dificultam a normalização do país.
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  • ÁFRICA
    • Agravamento da situação econômica a partir da década de 1990 / “excluídos da globalização” – fraco mercado consumidor e exportação de produtos primários de baixo preço.
    • Conjunto de problemas: fome, guerras civis, aids, miséria, catástrofes naturais, fraca economia, fronteiras artificiais – formam um verdadeiro barril de pólvora.
    • Maioria dos países africanos passou por algum conflito nos últimos quinze anos: Ruanda, Burundi, Serra Leoa, Libéria, Sudão, Somália, Etiópia, Eritréia, República Democrática do Congo, Angola, Moçambique, Argélia são alguns exemplos.
  • Os excluídos da globalização
    • “ À medida que a economia mundial se tornava global e, sobretudo após a queda da região soviética, mais puramente capitalista e dominada por empresas, investidores e empresários descobriram que grande parte dela não tinha interesse lucrativo para eles, a não ser, talvez, que pudessem subornar seus políticos e funcionário públicos para gastar dinheiro extraído de seus infelizes cidadãos com armamentos ou projetos de prestígio. Um número desproporcionalmente grande desses países se encontrava no infeliz continente africano.”
    • Eric Hobsbawn – Era dos Extremos , 1995, p. 355
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  • O inferno de Ruanda Campo de refugiados ruandeses na Tanzânia
  •                                  Com 350 mil refugiados, o campo de Kibumba cresceu ainda mais quando o governo do Zaire transferiu refugiados de Goma e de Munigi para lá. Zaire, 1994                                              Como 350 mil pessoas chegaram ao campo de Benako em apenas quatro dias, as condições iniciais eram deploráveis. Tanzânia, 1994.
  •                                       Cadáveres de tutsis (a maioria estava cruelmente mutilada) em uma escola abandonada. Nyarubuye, Ruanda, 1995                                        No campo de Kibumba, milhares de ruandeses morriam todo dia de cólera, disenteria, fome e desespero. Os tratores do exército francês empilham os corpos contra montes de lava vulcânica, depois os cobrem com terra. A morte tornou-se um problema logístico. Zaire, 1994.
  • Angola                             Durante quase quatro décadas de guerra, os exércitos angolanos e estrangeiros teriam espalhado entre 10 e 12 milhões de minas de 67 diferentes tipos. Angola, 1997.                                              O número de mutilados é tão elevado que o centro ainda está muito distante de atender a toda demanda de próteses, ainda que metade dos que pisam nas minas (80%, no caso das crianças) morram instantaneamente. Bomba Alta, Angola, 1997.
  • ÍNDIA X PAQUISTÃO
    • 1947 – independência da região e divisão da antiga colônia britânica em Índia (hinduísmo) e Paquistão (islamismo).
    • 1947 e 1971 – conflitos entre os dois países pela disputa da Caxemira e pelo apoio indiano à independência de Bangladesh (ex-Paquistão Oriental).
    • 1974 – Índia explode sua primeira bomba atômica.
    • 1998 – Os dois países realizam testes nucleares e aumentam seu arsenal bélico.
    • Caxemira – região localizada no norte da Índia, mas de maioria muçulmana, que luta pela anexação ao Paquistão.
    • A Índia também tem problemas com separatistas sikhs, que lutam pela independência do estado de Punjab.
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  • CURDISTÃO
    • Maior grupo étnico sem território, os curdos, de maioria muçulmana sunita, não são turcos nem árabes nem persas. Espalham-se principalmente por terras da Turquia, do Irã e do Iraque, onde sofreram duras perseguições, embora ocupem também pequenas áreas da Síria e da Armênia.
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  • TIMOR LESTE
    • 1975 – independência em relação a Portugal.
    • 1975-1999 – anexação do Timor Leste pela Indonésia.
    • 1999 – plebiscito define desocupação indonésia do país; militares indonésios atacam a população civil; intervenção de tropas da ONU.
    • 2001-2002 – realização de eleições e pacificação completa do país.
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  • “ Eu achei que você preferiria chorar por motivos menos fúteis que uma cebola!” Mafalda