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Fisiologia Vegetal   BiologiaTema:FisiologiaVegetal Prof. Marcos   Corradinimarcosgdr@hotmail.com
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Fisiologia Vegetal2) Nutrição VegetalI) Elementos químicos essenciais às plantas       Macronutrientes: Elementos químico...
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Fisiologia Vegetal2) Nutrição VegetalII) Correção de solos deficientes em nutrientes     Adição de Adubos orgânicos      ...
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Fisiologia Vegetal2) Nutrição VegetalIV) Condução da seiva Bruta     Pressão positiva da raiz          Capilaridade
Fisiologia Vegetal2) Nutrição VegetalIV) Condução da seiva Bruta   Sentido de condução da seiva bruta: raízes  folhas  ...
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Fisiologia Vegetal2) Nutrição VegetalII) Nutrição orgânica das plantas              Abertura                          Fech...
Fisiologia Vegetal2) Nutrição VegetalFatores que determinam a abertura dos estômatos:d) Luminosidade       Estimula a abe...
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Fisiologia Vegetal2) Nutrição VegetalVI) Condução de seiva elaborada   Experimento do fluxo de massa
Fisiologia Vegetal3) Hormônios Vegetais   Também chamados de fitormônios.   Regulam o funcionamento fisiológico das plan...
Fisiologia Vegetal•   Hormônios Vegetais• Auxina    I) Alongamento celular                        Auxinas                 ...
Fisiologia Vegetal•   Hormônios Vegetais• Auxina    II) Tropismos    As auxinas controlam os tropismos: movimentos de curv...
Fisiologia Vegetal1) Hormônios Vegetais   i.    Fototropismo   Caule: O excesso de auxina estimula o alongamento celular (...
Fisiologia Vegetal1) Hormônios Vegetais   ii.     Gravitropismo (Geotropismo)   Tipo de tropismo em que a fonte estimulado...
Fisiologia Vegetal•    Hormônios VegetaisObs.: Nastismos            Movimentos que ocorrem em resposta a um estímulo, mas...
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Fisiologia Vegetal•   Hormônios Vegetais• Auxina    III) Enraizamento de estacas    Por estímulo da auxina, raízes adventí...
Fisiologia Vegetal•   Hormônios Vegetais• Auxina    V) Dominância Apical    A auxina produzida na gema apical do caule exe...
Fisiologia Vegetal•    Hormônios Vegetaisb)    CitocininaFunções na planta     I.     Estimula a divisão celular     II.  ...
Fisiologia Vegetal•    Hormônios Vegetaisc) Etileno (Gás Eteno – C2H4)Funções na planta      I.     Promove a germinação e...
Fisiologia Vegetal•   Hormônios Vegetaisd) Giberelina    I.      Promove o crescimento dos frutos partenocárpicos    II.  ...
Fisiologia Vegetal•   Hormônios Vegetaise) Ácido abscísico (ABA)    I.     Promove a dormência em gemas e sementes (invern...
Fisiologia Vegetal4) Fotoperiodismo     É o mecanismo de floração que algumas plantas angiospermas possuem em resposta    ...
Fisiologia Vegetal4) Fotoperiodismo                         Verão                  Inverno                                ...
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Fisiologia Vegetal1) Fotoperiodismo    Estudos posteriores revelaram que não é o período de luminosidade     diária que e...
Fisiologia Vegetal1) FotoperiodismoInterrompendo o período noturno por umbreve período luminoso a planta de dia-curto, não...
Fisiologia VegetalExercícios
A) A que conclusões o   experimento permite   chegar?C) Seria o dia ou a noite   que realmente   interfere na floração?
Unicamp 99Sabe-se que uma planta daninha de nome “striga”, com folhas largas e nervuraspeninérveas, invasora de culturas d...
Unicamp 2000A transpiração é importante para o vegetal por auxiliar no movimento deascensão da água através do caule. A tr...
Unicamp 2000Uma alteração climática muito noticiada é o “efeito estufa”, que se atribui aoaumento da concentração de gases...
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Histologia e fisiologia vegetal

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  1. 1. Fisiologia Vegetal BiologiaTema:FisiologiaVegetal Prof. Marcos Corradinimarcosgdr@hotmail.com
  2. 2. Fisiologia Vegetal1) IntroduçãoA fisiologia vegetal é a parte da biologia que estuda o funcionamento do organismodas plantas, que inclui: a nutrição vegetal, o crescimento, a ação dos hormôniosvegetais e a floração.
  3. 3. Fisiologia Vegetal2) Nutrição VegetalI) Elementos químicos essenciais às plantas  Macronutrientes: Elementos químicos necessários em quantidades relativamente grandes.  Micronutrientes: Elementos químicos necessários em pequenas quantidades. Macronutrientes Micronutrientes Hidrogênio (H) Cloro (Cl) Carbono (C) Ferro (Fe) Oxigênio (O) Boro (B) Nitrogênio (N) Manganês (Mn) Fósforo (P) Sódio (Na) Cálcio (Ca) Zinco (Zn) Magnésio (Mg) Cobre (Cu) Potássio (K) Níquel (Ni)
  4. 4. Fisiologia Vegetal2) Nutrição VegetalI) Elementos químicos essenciais às plantas Macronutrientes  C, H, O, N, P (são os principais constituintes das moléculas orgânicas)  Ca (constituição da lamela média)  K (regulador da pressão osmótica no interior da célula vegetal)  Mg (componente da clorofila) Micronutrientes  Na, Cl, Cu, Zn, Fe, Bo, etc.  Atuam como co-fatores de enzimas  Necessários em quantidades pequenas
  5. 5. Fisiologia Vegetal2) Nutrição VegetalII) Correção de solos deficientes em nutrientes  Adição de Adubos orgânicos o Restos de alimentos o Restos vegetais o Fezes de animais  No processo de decomposição biológica (microrganismos) ocorre a liberação de elementos essenciais ao desenvolvimento das plantas.  Adição de Adubos químicos o Contém sais minerais com os seguintes macronutrientes: N, P, K Obs.: A adubação excessiva pode causar a contaminação de lagos e rios, morte de animais, e possíveis problemas à saúde humana. Calagem: aplica-se carbonato de cálcio (CaCO3) para a correção de solos ácidos (ricos em Al).
  6. 6. Fisiologia Vegetal2) Nutrição Vegetal SimplastoIII) Absorção de água e sais pelas raízes Local de absorção nas raízes: zona pilífera Após atravessar a epiderme: Apoplasto A água se locomove em direção ao xilema via: • Simplasto: passando por dentro das células via plasmodesmos. • Apoplasto: passando entre as células Ao chegar na endoderme: Células contém estrias de Caspary (suberina) o Ocorre a seleção dos sais minerais que entram no xilema o Regulação da quantidade de água que pode entrar para dentro do xilema.
  7. 7. Fisiologia Vegetal2) Nutrição VegetalIV) Condução da seiva Bruta Pressão positiva da raiz Capilaridade
  8. 8. Fisiologia Vegetal2) Nutrição VegetalIV) Condução da seiva Bruta Sentido de condução da seiva bruta: raízes  folhas Como a água sobe até as folhas?  Teorias existentes • Pressão positiva da raiz (contribui, mas não explica). o Transporte ativo de sais minerais para dentro do xilema (+). o Água penetra do solo para o xilema por osmose. o Problema: nem todas as plantas possuem esta característica. • Capilaridade (contribui, mas não explica). o As moléculas de água são capazes de subir espontaneamente em um tubo de pequeno calibre. o Ocorre adesão entre moléculas de água e o tubo e também ligações de hidrogênio entre as moléculas de água. o A água sobe até a força de adesão se igualar a força gravitacional. o Problema: o máximo que a água pode alcançar é meio metro de altura.
  9. 9. Fisiologia Vegetal 2) Nutrição Vegetal II) Condução da seiva Bruta III. Teoria da tensão-coesão (Teoria de Dixon) Teoria mais aceita atualmente Transpiração• Ocorre transpiração foliar• A pressão dentro do xilema das folhas diminui• Ocorre fluxo de água no sentido: caule  folhas• A pressão dentro do xilema do caule diminui• Ocorre o fluxo de água no sentido: raiz  caule• A coesão entre as moléculas de água e a tensão existente na coluna de água no xilema permitem a subida da água desde a raiz até as folhas.
  10. 10. Fisiologia Vegetal2) Nutrição VegetalII) Nutrição orgânica das plantas Plantas: autotróficas Produzem sua própria matéria orgânica por meio da fotossíntese CO2 + H2O + Luz  C6H12O6 + O2• Trocas gasosas via estômatosEstômato o Estruturas  Duas células guarda (fotossintetizantes) CO2  Células subsidiárias (ao redor das cel. guarda)  Ostiolo (abertura) entre as cel. guarda O2
  11. 11. Fisiologia Vegetal2) Nutrição VegetalII) Nutrição orgânica das plantas Abertura Fechamento Entrada de K+ Saída de K+ Água entra nas células guarda Água sai das células guarda Células guarda tornam-se túrgidas Células guarda tornam-se plasmolizadas Promove a abertura do ostíolo Ocorre o fechamento do ostiolo
  12. 12. Fisiologia Vegetal2) Nutrição VegetalFatores que determinam a abertura dos estômatos:d) Luminosidade  Estimula a abertura dos estômatos  Maioria das plantas (abrem estômatos durante o dia) e os fecham (à noite)  Dia  luz  fotossíntese  abertura dos estômatos  trocas gasosas• Concentração de gás carbônico (CO2)  Baixas concentrações de CO2  Estômatos abrem Adaptação à fotossíntese  Altas concentrações de CO2  Estômatos se fecham• Disponibilidade de água  Pouca água no solo  estômatos se fecham Adaptação à economia hídrica  Muita água no solo  estômatos abrem
  13. 13. Fisiologia Vegetal2) Nutrição Vegetal TranspiraçãoVI) Condução de seiva elaboradaTeoria mais aceita: Fluxo de massaComo a matéria orgânica se movimenta no floema? Folhas (órgãos fonte) Fonte (folhas) o Floema possui maior concentração de Então, oorgânica. com que a água matéria que faz se movimente no interior do Raízes (órgãos dreno) o Floema possui menor concentração de matéria orgânica é a diferença de floema pressão osmótica existente A água passa do xilema para o floema, onde existe entre o órgão fonte (folhas) e o maior concentração de matéria orgânica (osmose) dreno (raízes) Ao atingir o floema a água empurra as moléculas orgânicas para o seu destino onde serão assimiladas Xilema Floema Dreno (raízes)
  14. 14. Fisiologia Vegetal2) Nutrição VegetalVI) Condução de seiva elaborada Experimento do fluxo de massa
  15. 15. Fisiologia Vegetal3) Hormônios Vegetais Também chamados de fitormônios. Regulam o funcionamento fisiológico das plantas. São cinco hormônios vegetais: Auxina, Citocinina, Etileno, Giberelina e Ácido Abscísico.• Auxina  Ácido Indolacético (AIA)  Descoberta por Charles Darwin (1881)  Local de produção: gema apical do caule Funções: I) Alongamento celular II) Tropismos (movimentos vegetais) III) Enraizamento de estacas IV) Dominância apical V) Desenvolvimento do caule e da raiz
  16. 16. Fisiologia Vegetal• Hormônios Vegetais• Auxina I) Alongamento celular Auxinas Parede celular estimulamMembranaplasmática Parede celular Expansão da parede celular Proteína bombeadora de H+ Expansinas Molécula de Molécula de celulose sofrem celulose alongamento Alongamento celular
  17. 17. Fisiologia Vegetal• Hormônios Vegetais• Auxina II) Tropismos As auxinas controlam os tropismos: movimentos de curvatura da planta em resposta a um determinado estímulo. i. Fototropismo Tipo de tropismo em que a fonte estimuladora do movimento da planta é a luz. Quando a planta é iluminada a auxina migra para o lado oposto ao da luz
  18. 18. Fisiologia Vegetal1) Hormônios Vegetais i. Fototropismo Caule: O excesso de auxina estimula o alongamento celular (fototropismo positivo) Raiz: O excesso de auxina inibe o alongamento celular (fototropismo negativo) ↑ auxina luz luz ↑ alongamento luz Caule Caule Fototropismo (+) Raiz ↓auxina Raiz ↑alongamento Auxina Fototropismo (-)
  19. 19. Fisiologia Vegetal1) Hormônios Vegetais ii. Gravitropismo (Geotropismo) Tipo de tropismo em que a fonte estimuladora do movimento é a força gravitacional Caule: gravitropismo negativo Raiz: gravitropismo positivo Planta em posição horizontal Raiz raiz caule ↓auxina ↑alongamento Caule ↑auxina ↑alongamento Força da gravidade faz com que a auxina se acumule na região inferior da planta.
  20. 20. Fisiologia Vegetal• Hormônios VegetaisObs.: Nastismos  Movimentos que ocorrem em resposta a um estímulo, mas que não são orientados pela fonte estimuladora.  Não há participação de Auxina Ex: Plantas insetívoras (carnívoras) e sensitivas. Vídeo: planta sensitiva Planta carnívora (Dioneia) Planta sensitiva Mimosa pudica Vídeo: planta carnívora
  21. 21. Fisiologia Vegetal• Hormônios Vegetais Video mostrando movimentos vegetais Vídeo
  22. 22. Fisiologia Vegetal• Hormônios Vegetais• Auxina III) Enraizamento de estacas Por estímulo da auxina, raízes adventícias podem surgir a partir de estacas (mudas). IV) Desenvolvimento de raiz e cauleRaiz, mais sensível a auxina que o cauleUma concentração que induza ocrescimento ótimo do caule, tem efeitoinibidor sobre o crescimento da raiz.
  23. 23. Fisiologia Vegetal• Hormônios Vegetais• Auxina V) Dominância Apical A auxina produzida na gema apical do caule exerce inibição sobre as gemas laterais, mantendo-as em estado de dormência. Se a gema apical for retirada (técnica de poda) as gemas laterais passam a se desenvolver e novos ramos se desenvolvem.
  24. 24. Fisiologia Vegetal• Hormônios Vegetaisb) CitocininaFunções na planta I. Estimula a divisão celular II. Estimula a morfogênese (diferenciação dos tecidos da planta) III. Estimula o alongamento caulinar IV. Promove o retardo do envelhecimento da planta (senescência) V. Quebra a dominância apical e promove o desenvolvimento das gemas laterais. Auxina e citocinina podem ser utilizadas em conjunto para promoverem a diferenciação celular em vegetais e a formação de plantas inteiras a partir deum conjunto de céulas (calo) calo raízes Caules e folhas
  25. 25. Fisiologia Vegetal• Hormônios Vegetaisc) Etileno (Gás Eteno – C2H4)Funções na planta I. Promove a germinação em plantas jovens. II. Promove o amadurecimento dos frutos III. Promove o envelhecimento celular (senescência) IV. Estimula a floração V. Promove a abscisão foliar (queda das folhas)No cultivo de banana é comum Etileno promove orealizar a queima da serragem, Etileno promove a queda amadurecimento do fruto.pois há liberação do gás etileno das folhas (abscisão foliar)
  26. 26. Fisiologia Vegetal• Hormônios Vegetaisd) Giberelina I. Promove o crescimento dos frutos partenocárpicos II. Promove o alongamento caulinar III. Realiza a mobilização das reservas da semente para o embrião IV. Quebra a dormência em sementes e gemas (primavera) Desenvolvimento de frutos partenocárpicos (sem fecundação). Germinação das sementes
  27. 27. Fisiologia Vegetal• Hormônios Vegetaise) Ácido abscísico (ABA) I. Promove a dormência em gemas e sementes (inverno) II. Promove o fechamento estomático (falta de água no solo) III. Induz o envelhecimento de folhas, frutos e flores. Sementes dormentes no período do inverno por ação do ácido abscísico
  28. 28. Fisiologia Vegetal4) Fotoperiodismo É o mecanismo de floração que algumas plantas angiospermas possuem em resposta ao período de luminosidade diária (fotoperíodo). Fotoperíodo crítico: (FPC)  Valor em horas de iluminação que determina a floração ou não de uma planta.  O fotoperíodo crítico é específico de cada espécie.• Plantas de dia-curto: Florescem quando a duração do período iluminado é inferior ao seu fotoperíodo crítico.• Plantas de dia-longo: Florescem quando a duração do período iluminado é maior que o seu fotoperíodo crítico.• Plantas indiferentes: A floração não depende do fotoperíodo.
  29. 29. Fisiologia Vegetal4) Fotoperiodismo Verão Inverno Dia Noite Dia Noitea) Plantas de dia-curto 16 hs 8 hs 8 hs 16 hsFotoperíodo crítico daespécie = 11 hs Floresce quando submetida a um período de luminosidade inferior ao seu fotoperíodo crítico. Não floresce Floresce
  30. 30. Fisiologia Vegetal4) Fotoperiodismo Verão Inverno Dia Noite Dia Noitea) Plantas de dia-longo 16 hs 8 hs 8 hs 16 hsFotoperíodo crítico daespécie = 15 hs Floresce quando submetida a um período de luminosidade superior ao seu fotoperíodo crítico. floresce Não Floresce
  31. 31. Fisiologia Vegetal1) Fotoperiodismo  Estudos posteriores revelaram que não é o período de luminosidade diária que efetua a floração, mas sim o período de escuro ao qual a planta é submetida.  Plantas de dia-curto: necessitam de uma “noite longa” para florescer  Plantas de dia-longo: necessitam de uma “noite curta” para florescer.
  32. 32. Fisiologia Vegetal1) FotoperiodismoInterrompendo o período noturno por umbreve período luminoso a planta de dia-curto, não floresce, pois na verdade elanecessita é de uma “noite longa” contínua. Não FloresceInterrompendo o período noturno por umbreve período luminoso a planta de dia-longo floresce, pois como ela necessita de“noite curta” para florescer a interrupçãoda noite longa faz com que a noite se tornecurta para planta e ela floresce. Floresce
  33. 33. Fisiologia VegetalExercícios
  34. 34. A) A que conclusões o experimento permite chegar?C) Seria o dia ou a noite que realmente interfere na floração?
  35. 35. Unicamp 99Sabe-se que uma planta daninha de nome “striga”, com folhas largas e nervuraspeninérveas, invasora de culturas de milho, arroz, cana e de muitas outrasespécies de gramíneas na Ásia e na África, é a nova dor de cabeça dos técnicosagrícolas no Brasil. Sabe-se também que algumas auxinas sintéticas são usadascomo herbicidas porque são capazes de eliminar dicotiledôneas e não agemsobre monocotiledôneas.d)Qual seria o resultado da aplicação de um desses herbicidas no combate à “striga”invasora em um canavial? E em uma plantação de tomates? Explique sua resposta. A “striga” e os tomateiros morreriam porque são dicotiledôneas. No canavial só morreria a “striga” porque a cana é monocotiledônea.b) Indique uma auxina natural e mencione uma de suas funções na planta. Ácido Indolacético (AIA) 2)Alongamento Celular 3)Tropismos 4)Enraizamento de estacas 5)Dominância Apical 6)Desenvolvimento do caule e da raiz
  36. 36. Unicamp 2000A transpiração é importante para o vegetal por auxiliar no movimento deascensão da água através do caule. A transpiração nas folhas cria uma força desucção sobre a coluna contínua de água do xilema: à medida que esta se eleva,mais água é fornecida à planta.a) Indique a estrutura que permite a transpiração na folha e a que permite aentrada de água na raiz. Estômatos (folhas) e pêlos absorventes (raiz)b) Mencione duas maneiras pelas quais as plantas evitam a transpiração. Fechando os estômatos e produzindo camada de cutícula sobre a epiderme foliar.c) Se a transpiração é importante, por que a planta apresenta mecanismos paraevitá-la? Pois pela transpiração a planta perde água que é fundamental para a ocorrência dos processos metabólicos no organismo vegetal.
  37. 37. Unicamp 2000Uma alteração climática muito noticiada é o “efeito estufa”, que se atribui aoaumento da concentração de gases como o CO2 na atmosfera. Segundo algumasprevisões, esse fenômeno poderá causar um aumento de 3 °C na temperaturamédia do planeta nos próximos 100 anos. A figura abaixo mostra o crescimentorelativo de duas espécies de plantas em função da temperatura ambiente.a) Em um local com temperatura média de 20 °C convivem as espécies A e B. Qual das duas espécies seria beneficiada pelo aumento previsto de temperatura? Explique.Espécie A, pois em 20ºC esta espécie possui o crescimento ótimo e acima dessatemperatura sua taxa de crescimento decresce, ao contrário da planta B que apartir de 20ºC passa a ter uma maior taxa de crescimento relativo.
  38. 38. Unicamp 2002Uma alteração climática muito noticiada é o “efeito estufa”, que se atribui aoaumento da concentração de gases como o CO2 na atmosfera. Segundo algumasprevisões, esse fenômeno poderá causar um aumento de 3 °C na temperaturamédia do planeta nos próximos 100 anos. A figura abaixo mostra o crescimentorelativo de duas espécies de plantas em função da temperatura ambiente.c) A escassez de água no solo afeta negativamente o crescimento da planta. Porquê? Com pouca disponibilidade de água no solo as plantas necessitam fecharestômatos para evitar a desidratação, logo o CO2 não entra na folha e o processo fotossintético permanece interrompido.
  39. 39. Unicamp 2003 Crisântemo, pois requer fotoperíodo diário menor que12:30 horas o que é vantajoso pois nos períodos de dia curto em Fortaleza esta espécie florescerá. No caso do “brinco de princesa”, não ocorrerá a floração, que neste caso depende de, no mínimo, 13 horas diárias de luz. A planta não floresceria, porque o controle da floração depende da existência de períodos contínuos de escuridão.
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