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Estrutura Fundiária <ul><li>A estrutura fundiária é a forma como estão organizadas as propriedades agrárias de um país ou ...
 
 
<ul><li>A origem da péssima distribuição de terras no País está em seu passado colonial de exploração, articulado inicialm...
<ul><li>2.  Classificação dos Imóveis Rurais </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Módulo rural:  área explorável que, em ...
<ul><li>Minifúndio:  será todo o imóvel com área explorável inferior ao módulo rural fixado para a respectiva região e tip...
<ul><li>Latifúndio por exploração:  será todo o imóvel cuja dimensão não exceda aquela admitida como  máxima para empresa ...
<ul><li>Outro aspecto importante do Estatuto da Terra é que, teoricamente, o trabalhador rural ganhou uma proteção legal, ...
Subutilização do Espaço Rural
Conflitos no Campo <ul><li>Os conflitos sociais no campo brasileiro decorrem de um histórico processo de  espoliação  e  e...
 
Personagens <ul><li>Bóia-fria:  essa denominação decorre do fato de tais trabalhadores comerem fria a refeição que levam d...
<ul><li>Posseiro:  indivíduo que se apossa de uma terra que não lhe pertence, geralmente plantando para o sustento familia...
<ul><li>Peões:  surgiram na década de 1970, com as fronteiras agrícolas em direção ao norte. São contratados fora da Amazô...
Principais Áreas de Conflitos  <ul><li>Tocantins e o Pontal do Paranapanema, sendo retratadas pela mídia, que, muitas veze...
<ul><li>A resistência ao modelo imposto pelo grande capital tem exemplos alternativos, como as reservas extrativistas na A...
 
II TEMA Regionalismo e Divisão Regional  <ul><li>A regionalização do espaço geográfico  </li></ul><ul><li>A divisão region...
 
 
<ul><li>A divisão extra-oficial  </li></ul><ul><li>Ultimamente, uma divisão regional extra oficial vem sendo analisada por...
<ul><li>Nos três grandes complexos: a Amazônia, o Nordeste e o Centro-Sul, os limites não coincidem com os limites polític...
 
 
 
III TEMA - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BRASILEIROS <ul><li>Os diversos elementos que compõem a natureza apresentam-se interli...
<ul><li>Os limites dos elementos naturais (clima, solo, vegetação, relevo e hidrografia) não coincidem e, por isso, a deli...
 
 
 
TEMPERATURAS ELEVADAS SOLOS POBRES VEGETAÇÃO HETEROGÊNEA, EM ANDARES FLORESTA LATIFOLIADA E PERENIFÓLIA GRANDE RIQUEZA HID...
 
VEGETAÇÃO DE CERRADO ESTRATOS ARBUSTIVO  E HERBÁCEO SOLOS ÁCIDOS CLIMA TROPICAL – ÚMIDO/SECO PECUÁRIA EXTENSIVA SOJA PLANA...
Clima Tropical com chuvas de verão
MATA ATLÂNTICA TROPICAL, TROPICAL DE ALTITUDE DECOMPOSIÇÃO QUÍMICA DA ROCHA RELEVO MAIS ACIDENTADO DO PAÍS DEVASTAÇÃO PRED...
Clima Tropical Sempre- ú mido
 
SERTÃO DO NORDESTE CLIMA SEMI-ÁRIDO RIOS INTERMITENTES GRANDE AMPLITUDE TÉRMICA DIÁRIA SOLOS ESQUELÉTICOS VEGETAÇÃO XERÓFI...
 
 
 
SUL DO PAÍS CLIMA SUBTROPICAL DEVASTAÇÃO PLANALTOS E CHAPADAS DA BACIA  DO PARANÁ ELEVADA AMPLITUDE TÉRMICA ANUAL FLORESTA...
SUL DO PAÍS CAMPANHA GAÚCHA PECUÁRIA EXTENSIVA COXILHAS VEGETAÇÃO DE CAMPOS TRIGO E SOJA  DESERTIFICAÇÃO CLIMA SUBTROPICAL...
 
  -  Mata Atlântica   95% Desmatamentos, implantação de projetos e estradas, queimadas, erosão dos solos, monocultura, urb...
 
IV TEMA - As massas de ar e suas Influências nos climas do Brasil <ul><li>As massas de ar definem o regime de chuvas dos c...
TIPOS CLIMÁTICOS NORTE – CLIMA EQUATORIAL DA CONVERGÊNCIA DOS ALÍSIOS QUENTE E ÚMIDO LITORAL: TROPICAL LITORÂNEO ÚMIDO – Q...
 
PRINCIPAIS MASSAS
 
V TEMA - Classificações do relevo Brasileiro
 
 
 
 
VI TEMA – BACIAS HIDROGRÁFICAS
HIDROGRAFIA IMENSA REDE HIDROGRÁFICA REDE DE DRENAGEM EXORRÉICA FOZ EM ESTUÁRIO RIOS PERENES RIOS INTERMITENTES: SERTÃO DO...
 
 
TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO
 
VII TEMA - Movimentos Migratórios Brasileiros
 
 
MIGRAÇÕES NO BRASIL: Externas e Internas <ul><li>1)  O primeiro período (de 1808 a 1850)  foi marcado pela chegada da famí...
<ul><li>2)  O segundo período (de 1850 a 1934)  foi marcado pela proibição do tráfico de escravos. Foi a época mais import...
<ul><li>3)  O terceiro período (de 1934 até os dias de hoje)  é caracterizado por uma sensível redução na imigração, devid...
 
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  1. 2. I TEMA - Agropecuária Brasileira. <ul><li>Paralelamente ao desenvolvimento industrial urbano do País, a agropecuária passa a desempenhar funções fundamentais para a sociedade, notadamente: fornecer matéria-prima para as indústrias, gerar empregos, fornecer combustíveis, produzir alimentos, gerar divisas cambiais via exportações, entre outras. </li></ul>
  2. 4. Estrutura Fundiária <ul><li>A estrutura fundiária é a forma como estão organizadas as propriedades agrárias de um país ou região, isto é, a classificação dos imóveis rurais segundo o número, tamanho e distribuição social. </li></ul>
  3. 7. <ul><li>A origem da péssima distribuição de terras no País está em seu passado colonial de exploração, articulado inicialmente por Portugal. Os primeiros latifúndios foram às capitanias hereditárias, que inseriram o Brasil no sistema colonial mercantilista. Portanto, desde o início, o País mostrava sua tendência latifundiária, notadamente exemplificada pelo sistema de plantation , com a cana-de-açúcar no litoral nordestino. </li></ul><ul><li>O grande marco histórico foi a Lei das Terras, de 1850, que praticamente instituiu a propriedade privada da terra no Brasil, determinando que as terras públicas ou devolutas só podiam ser adquiridas por meio de compra favorecendo os abastados proprietários rurais. </li></ul><ul><li>A origem da péssima distribuição de terras no País está em seu passado colonial de exploração, articulado inicialmente por Portugal. Os primeiros latifúndios foram às capitanias hereditárias, que inseriram o Brasil no sistema colonial mercantilista. Portanto, desde o início, o País mostrava sua tendência latifundiária, notadamente exemplificada pelo sistema de plantation , com a cana-de-açúcar no litoral nordestino. </li></ul><ul><li>A origem da péssima distribuição de terras no País está em seu passado colonial de exploração, articulado inicialmente por Portugal. Os primeiros latifúndios foram às capitanias hereditárias, que inseriram o Brasil no sistema colonial mercantilista. Portanto, desde o início, o País mostrava sua tendência latifundiária, notadamente exemplificada pelo sistema de plantation , com a cana-de-açúcar no litoral nordestino. </li></ul><ul><li>A origem da péssima distribuição de terras no País está em seu passado colonial de exploração, articulado inicialmente por Portugal. Os primeiros latifúndios foram às capitanias hereditárias, que inseriram o Brasil no sistema colonial mercantilista. Portanto, desde o início, o País mostrava sua tendência latifundiária, notadamente exemplificada pelo sistema de plantation , com a cana-de-açúcar no litoral nordestino. </li></ul><ul><li>A origem da péssima distribuição de terras no País está em seu passado colonial de exploração, articulado inicialmente por Portugal. Os primeiros latifúndios foram às capitanias hereditárias, que inseriram o Brasil no sistema colonial mercantilista. Portanto, desde o início, o País mostrava sua tendência latifundiária, notadamente exemplificada pelo sistema de plantation , com a cana-de-açúcar no litoral nordestino. </li></ul>
  4. 8. <ul><li>2. Classificação dos Imóveis Rurais </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Módulo rural: área explorável que, em determinada posição do País, é direta e pessoalmente explorada por um conjunto familiar equivalente a quatro pessoas, correspondendo a mil jornadas anuais. A força de trabalho do nível tecnológico adotado naquela posição geográfica e, conforme o tipo de exploração considerado, proporcione um rendimento capaz de assegurar-lhe a subsistência no processo social e econômico. Segundo o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), é o mínimo de terras que uma família de 4 pessoas necessita para sua manutenção. O módulo rural varia conforme o desenvolvimento da região, sendo menor quanto maior o desenvolvimento. </li></ul>
  5. 9. <ul><li>Minifúndio: será todo o imóvel com área explorável inferior ao módulo rural fixado para a respectiva região e tipos de exploração nela ocorrentes. </li></ul><ul><li>Empresa rural: Propriedade com área de no máximo 600 módulos rurais, mas que apresenta 50% do espaço ocupado racionalmente. </li></ul><ul><li>Latifúndio por dimensão: será todo o imóvel com área superior a 600 vezes o módulo rural médio fixado para a respectiva região e tipos de exploração nelas ocorrente. </li></ul>
  6. 10. <ul><li>Latifúndio por exploração: será todo o imóvel cuja dimensão não exceda aquela admitida como máxima para empresa rural, tendo área igual ou superior à dimensão do módulo da região, mas que seja mantida inexplorada em relação às possibilidades físicas, econômicas e sociais do meio, com fins expeculativos, ou que seja deficiente, ou inadequadamente explorada de modo a vedar-Ihe a classificação como empresa rural. </li></ul>
  7. 11. <ul><li>Outro aspecto importante do Estatuto da Terra é que, teoricamente, o trabalhador rural ganhou uma proteção legal, representada pelo salário mínimo, férias remuneradas, previdência e 13 o salário. Mas, na prática, os fazendeiros “fugiam” dessa mudança, passando a contratar trabalhadores temporários, surgindo a figura do bóia-fria. </li></ul>
  8. 12. Subutilização do Espaço Rural
  9. 13. Conflitos no Campo <ul><li>Os conflitos sociais no campo brasileiro decorrem de um histórico processo de espoliação e expropriação do campesinato. A extrema concentração fundiária demonstra o desprezo do grande capital para com o camponês e é representada pelo número reduzido de proprietários, concentrando imensa área e, por outro lado, um grande número de pequenos proprietários com terras insuficientes para o sustento de suas famílias. </li></ul>
  10. 15. Personagens <ul><li>Bóia-fria: essa denominação decorre do fato de tais trabalhadores comerem fria a refeição que levam de casa, pois no local de trabalho não existem instalações para esquentar a comida. O nome correto do trabalhador diarista é volante ou assalariado temporário; ele reside normalmente nas cidades e trabalha no campo, em geral nas colheitas. Esse tipo de trabalhador teve crescimento numérico, devido à mecanização no cultivo de certos produtos, o que diminuiu a necessidade de mão-de-obra no cultivo, mas aumentou na época da colheita. </li></ul>
  11. 16. <ul><li>Posseiro: indivíduo que se apossa de uma terra que não lhe pertence, geralmente plantando para o sustento familiar. </li></ul><ul><li>• Grileiro: indivíduo que falsifica títulos de propriedade, para vendê-los como se fossem autênticos, ou para explorar a terra alheia. </li></ul><ul><li>• Parceiros: pessoas que trabalham numa parte das terras de um proprietário, pagando a este com uma parcela da produção que obtêm , ficando com metade (meeiros) ou com a terça parte (terceiros). • Arrendatários: pessoas que arrendam ou alugam a terra e pagam ao proprietário em dinheiro. </li></ul>
  12. 17. <ul><li>Peões: surgiram na década de 1970, com as fronteiras agrícolas em direção ao norte. São contratados fora da Amazônia, em geral no Nordeste, pelos intermediários (“gatos”), que iludem esses trabalhadores e, por causa de dívida por alimentação nos armazéns dos latifúndios, são escravizados, sendo impedidos de deixar o serviço. </li></ul><ul><li>• Morador de Sujeição: trabalhador que cuida de uma propriedade em troca de moradia </li></ul><ul><li>• Escravo por Dívida: Trabalhador rural aliciado por gatos, com falsas promessas de emprego e que se tornam endividados </li></ul><ul><li>• Gatos : Individuos que contrata ou alicia trabalhadores volantes. </li></ul><ul><li>• Jagunço; Segurança de propriedades rurais, matador de aluguel ou feitores rurais. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  13. 18. Principais Áreas de Conflitos <ul><li>Tocantins e o Pontal do Paranapanema, sendo retratadas pela mídia, que, muitas vezes, enfatiza a invasão de terras produtivas, omitindo a grilagem na área. </li></ul>
  14. 19. <ul><li>A resistência ao modelo imposto pelo grande capital tem exemplos alternativos, como as reservas extrativistas na Amazônia. É uma proposta de exploração racional para a preservação da floresta, objetivando a elevação do nível de vida da população local. Os habitantes da floresta resistem subordinados a relações quase servis de trabalho, extraindo o látex e a castanha, por exemplo, sem ter precisado para isso mais do que pequenas clareiras na mata. As reservas ganharam projeção nacional, com a morte de seu grande idealizador, Chico Mendes, sindicalista e seringueiro, executado em 1988. </li></ul>
  15. 21. II TEMA Regionalismo e Divisão Regional <ul><li>A regionalização do espaço geográfico </li></ul><ul><li>A divisão regional de um espaço geográfi­co deve apresentar em cada região aspectos que as individualizem e as identifiquem. </li></ul>
  16. 24. <ul><li>A divisão extra-oficial </li></ul><ul><li>Ultimamente, uma divisão regional extra oficial vem sendo analisada por geógrafos como sendo mais adaptada à formação histórica e econômica do nosso território, que a divisão oficial do IBGE. Ela foi elaborada pelo geógrafo Pedro Pinchas Geiger em 1967. Nessa proposta de regionalização, o Brasil está dividido em três grandes complexos regionais, defi­nidos com base em conceitos geo-econômico. </li></ul>
  17. 25. <ul><li>Nos três grandes complexos: a Amazônia, o Nordeste e o Centro-Sul, os limites não coincidem com os limites políticos e alguns estados têm suas terras distribuídas em duas regiões. </li></ul>
  18. 29. III TEMA - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BRASILEIROS <ul><li>Os diversos elementos que compõem a natureza apresentam-se interligados formando um con­junto chamado domínio morfoclimático ou domínio natural. Embora as mudanças no quadro natural ocor­ram lentamente, a natureza tem caráter dinâmico. </li></ul>
  19. 30. <ul><li>Os limites dos elementos naturais (clima, solo, vegetação, relevo e hidrografia) não coincidem e, por isso, a delimitação dos domínios morfoclimáticos não é muito clara. Nas áreas de contato entre dois domí­nios, as características naturais se misturam, consti­tuindo as faixas ou zonas de transição. </li></ul>
  20. 34. TEMPERATURAS ELEVADAS SOLOS POBRES VEGETAÇÃO HETEROGÊNEA, EM ANDARES FLORESTA LATIFOLIADA E PERENIFÓLIA GRANDE RIQUEZA HIDROGRÁFICA REGIÃO NORTE DEPRESSÕES, PLANÍCIES E BAIXOS PLANALTOS ENORME BIODIVERSIDADE PEQUENA AMPLITUDE TÉRMICA ANUAL IGAPÓ, VÁRZEA E TERRA FIRME PRECIPITAÇÃO ABUNDANTE DOMÍNIO AMAZÔNICO
  21. 36. VEGETAÇÃO DE CERRADO ESTRATOS ARBUSTIVO E HERBÁCEO SOLOS ÁCIDOS CLIMA TROPICAL – ÚMIDO/SECO PECUÁRIA EXTENSIVA SOJA PLANALTOS E DEPRESSÕES DO BRASIL CENTRAL MATAS GALERIAS DOMÍNIO DOS CERRADOS
  22. 37. Clima Tropical com chuvas de verão
  23. 38. MATA ATLÂNTICA TROPICAL, TROPICAL DE ALTITUDE DECOMPOSIÇÃO QUÍMICA DA ROCHA RELEVO MAIS ACIDENTADO DO PAÍS DEVASTAÇÃO PREDOMÍNIO DE ROCHAS CRISTALINAS MEIAS LARANJAS LESTE DO PAÍS DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS
  24. 39. Clima Tropical Sempre- ú mido
  25. 41. SERTÃO DO NORDESTE CLIMA SEMI-ÁRIDO RIOS INTERMITENTES GRANDE AMPLITUDE TÉRMICA DIÁRIA SOLOS ESQUELÉTICOS VEGETAÇÃO XERÓFILA DESAGREGAÇÃO MECÂNICA DA ROCHA DEPRESSÃO SERTANEJA E DO S. FRANCISCO INSELBERGS BAIXOS ÍNDICES PLUVIOMÉTRICOS DESERTIFICAÇÃO DOMÍNIO DA CAATINGA
  26. 45. SUL DO PAÍS CLIMA SUBTROPICAL DEVASTAÇÃO PLANALTOS E CHAPADAS DA BACIA DO PARANÁ ELEVADA AMPLITUDE TÉRMICA ANUAL FLORESTA DE CONÍFERAS MAIS HOMOGÊNEA DOMÍNIO DAS ARAUCÁRIAS
  27. 46. SUL DO PAÍS CAMPANHA GAÚCHA PECUÁRIA EXTENSIVA COXILHAS VEGETAÇÃO DE CAMPOS TRIGO E SOJA DESERTIFICAÇÃO CLIMA SUBTROPICAL DOMÍNIO DAS PRADARIAS
  28. 48.   - Mata Atlântica  95% Desmatamentos, implantação de projetos e estradas, queimadas, erosão dos solos, monocultura, urbanização, e concentração populacional   -  Cerrado 80 % Deslocamento da fronteira agrícola e Expansão da agricultura extensiva (como a soja, o milho e o algodão) erosão dos solos, abertura de estradas, implantação de projetos.   - Caatinga 6 0% Salinização dos solos, desertificação, Erosão dos solos, implantação da fruticultura irrigada.   - Mangues 50% I mplantação de empreendimentos hoteleiros e turísticos, aterramentos , abertura de estradas e vias litorâneas   - Floresta Amazônica    15% D esmatamentos, extração madeireira, agricultura extensiva, deslocamento da fronteira agrícola, queimadas, mineração, aberturas de estradas , implantação de projetos públicos e privados.
  29. 50. IV TEMA - As massas de ar e suas Influências nos climas do Brasil <ul><li>As massas de ar definem o regime de chuvas dos climas. Quando a região climática rece­be massas úmidas, ocorrem as chuvas. </li></ul>
  30. 51. TIPOS CLIMÁTICOS NORTE – CLIMA EQUATORIAL DA CONVERGÊNCIA DOS ALÍSIOS QUENTE E ÚMIDO LITORAL: TROPICAL LITORÂNEO ÚMIDO – QUENTE, CHUVAS NO OUTONO-INVERNO SERTÃO DO NORDESTE: TROPICAL SEMI-ÁRIDO PELA AÇÃO IRREGULAR DAS MASSAS DE AR CENTRO-OESTE: TROPICAL ALTERNADAMENTE ÚMIDO E SECO SUL: SUBTROPICAL ÚMIDO, CONTROLADO POR MASSAS TROPICAIS E POLARES
  31. 53. PRINCIPAIS MASSAS
  32. 55. V TEMA - Classificações do relevo Brasileiro
  33. 60. VI TEMA – BACIAS HIDROGRÁFICAS
  34. 61. HIDROGRAFIA IMENSA REDE HIDROGRÁFICA REDE DE DRENAGEM EXORRÉICA FOZ EM ESTUÁRIO RIOS PERENES RIOS INTERMITENTES: SERTÃO DO NORDESTE REGIME PLUVIAL RIOS DE PLANALTO
  35. 64. TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO
  36. 66. VII TEMA - Movimentos Migratórios Brasileiros
  37. 69. MIGRAÇÕES NO BRASIL: Externas e Internas <ul><li>1) O primeiro período (de 1808 a 1850) foi marcado pela chegada da família real, em 1808, o que ocasionou a vinda dos primeiros casais de imigrantes açorianos para serem proprietários de terras no país. Devido ao receio do europeu de fixar-se num país de economia colonial e escravocrata, nesse período houve uma imigração muito pequena. </li></ul>
  38. 70. <ul><li>2) O segundo período (de 1850 a 1934) foi marcado pela proibição do tráfico de escravos. Foi a época mais importante para a nossa imigração, devido ao grande crescimento da atividade monocultora (café) e aos incentivos governamentais dados ao imigrante. Em 1888, com a abolição da escravidão, estimulou-se ainda mais o fluxo imigratório, tendo o Brasil recebido, nessa época, praticamente 80% dos imigrantes entrados no país. </li></ul>
  39. 71. <ul><li>3) O terceiro período (de 1934 até os dias de hoje) é caracterizado por uma sensível redução na imigração, devido, inicialmente, à crise econômica de 1929, ocasionada pela quebra da bolsa de valores de Nova Iorque, com o conseqüente abalo da cafeicultura brasileira. Além disso, contribuiu também a crise política interna no país, decorrente da Revolução de 1930, e a criação de uma lei sobre imigração, através da Constituição de 1934. Essa lei restringia a entrada de imigrantes, estipulando que, anualmente não poderia entrar no país mais que 2% do total de imigrantes de cada nacionalidade entrados nos últimos 50 anos. Determinava ainda que 80% dos imigrantes deveriam dedicar-se à agricultura. </li></ul>
  40. 73. MIGRAÇÕES INTERNAS 50-60 70-80 60-70
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