População brasileira e mundial Professor Edu Gonzaga 2015

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Aula sobre população mundial e brasileira. Professor Edu Gonzaga

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  • Distribuição geográfica da população
    É muito mal distribuída pelo Globo.
    80% da população mundial vivem nos países subdesenvolvidos
    60% vivem na Ásia
    35% vivem na China e na Índia
  • É de grande importância para qualquer governante, dirigente ou pessoa responsável pelo planejamento, condução, perspectivas e destinos de uma nação.
  • A população costuma ser dividida em três faixas principais:
    Jovens: 0 a 19 anos
    Adultos: 20 a 59 anos
    velhos:a partir dos 60 anos
    É normalmente retratada por meio de gráficos em forma de pirâmides onde a base representa os jovens, o corpo representa os adultos e o ápice os velhos.
    Quantidade: Colocada na base da pirâmide
    Idade: da base para o vértice
    Sexo: encontrado nas laterais da pirâmide
  • População brasileira e mundial Professor Edu Gonzaga 2015

    1. 1. PopulaçãoPopulação Edu GonzagaEdu Gonzaga
    2. 2. Crescimento populacional mundialCrescimento populacional mundial
    3. 3. Crescimento populacional mundialCrescimento populacional mundial 123 (1923) (1800) 33 (1956) 15 (1971) 12 (1983) 12 (1995) 16 (2011) 17 (2028) 26 (2054) Segundo Primeiro Bilhão Terceiro Quarto Quinto Sexto Sétimo Oitavo Nono númerodeanosparaadicionarcadanovobilhão Fonte: ONU – Bureau de referencias populacionais
    4. 4. Taxa de Fecundidade Brasil – 1940/2010
    5. 5. Transição demográfica Equilíbrio primitivo Expansão populacional Envelhecimento ↓ TN ↓ TM ↓↓ CVCV ↑ TN ↑ TM ↓ CV↓ CV ↑ TN ↓ TM ↑ CV↑ CV 1ª fase 3ª fase2ª fase I II África subsaariana África setentrional Europa Emergentes Fase 1 A natalidade se dava de forma descontrolada, porém, ao mesmo tempo, a taxa de mortalidade, por fatores ligados à época: conflitos bélicos, crises, epidemias, baixas condições sanitárias básicas, e pouca higiene, também tinha índices altíssimos, resultando num acréscimo populacional muito pequeno. Fase 2 Os índices de mortalidade iniciam uma importante descida motivada por diferentes razões: a melhoria nas condições sanitárias, a evolução da medicina e a urbanização, aumentando a expectativa de vida, mas os índices de natalidade não acompanham essa tendência, causando um rápido crescimento populacional. Em muitos países, essa fase teve início com a revolução industrial. Hoje em dia, muitos países subdesenvolvidos vivem essa fase. Fase 3 Ocorre uma queda na taxa de natalidade devido ao acesso à métodos anticoncepcionais e à educação (fazendo com que o planejamento familiar fique mais difundido). O resultado é um crescimento vegetativo reduzido em relação à fase 2. Depois os índices de natalidade e mortalidade voltam a se estabilizar criando um crescimento populacional novamente pequeno. Caminhamos para uma nova fase? Atualmente se aceita uma outra fase da transição demográfica, onde a mortalidade superará a natalidade, devido ao alto custo de se criar filhos, levando as famílias a optar por um número muito reduzido de filhos (1 ou nenhum) para manter o padrão de vida e também devido ao envelhecimento da população. Esse efeito é muito temido por analistas e já está iniciado em países como a Alemanha, Rússia ou Itália, pois com crescimento populacional negativo, a população terá num futuro próximo mais idosos do que jovens, o que pode acarretar num rombo para a previdência dos países no futuro, além da falta de mão de obra, entre outras consequências.
    6. 6. Cruz Russa
    7. 7. Transição demográfica Países desenvolvidos
    8. 8. Transição demográfica - Países subdesenvolvidos
    9. 9. 3 - Teoria Marxista ou reformista - 2ª G.M. Teorias demográficas 1 - Teoria Malthusiana - 1798 2 - Teoria Neomalthusiana ou alarmista - 2ª G.M.
    10. 10. Distribuição geográfica da populaçãoDistribuição geográfica da população 310,3 190,7 1,35 BI 1,14 BI 237,3 761,3 ± 1 BI 148,1 162,5 154,1 127,4 141,9 4,1 BI 569,1 344,4 7 2 4 1 6 5 7 10 3 9
    11. 11. Brasil distribuição da população DD BRASIL = 22,4 hab./Km2 190 732 694 (Censo 2010)
    12. 12. Estrutura da populaçãoEstrutura da população  Setorial / Profissional / Econômica  Social  Etária / Sexual Importante para o planejamento, condução, perspectivas e destinos da nação.
    13. 13. Estrutura profissional em países subdesenvolvidos/emergentes Estrutura profissional em países desenvolvidos
    14. 14. Pirâmide etária Tipos clássicos
    15. 15. Pirâmide etária
    16. 16. Fonte: Atlas 2000 – La France et le monde. Paris, Nathan, 1998 – Dados de esperança de vida - 2008 – fonte: www.indexmundi.com, acessado em 12/11/2008 75,3 81,1 77,7 84,2 72,1 75,4 73,1 78,8 Média mundial 67,2 - H 65,0 - M 69,5
    17. 17. 1ª GM1ª GM 2ª GM2ª GM IncentivoIncentivo do Nazismodo Nazismo Baby boomBaby boom ReduçãoRedução natural danatural da natalidadenatalidade 82,1 anos76,5 anos Média mundial 67,2 - H 65,0 - M 69,5 Baby boomBaby boom
    18. 18. 64,9 72,759,6 66 62,8 68,6 Pop. total 119.002.706 Pop. total 169.799.170 Pop. total 157.070.163 19911980 2000 66,0 62,6 69,8 Fonte: Anuário estatístico do Brasil - IBGE Média mundial 67,2 - H 65,0 - M 69,5
    19. 19. Com a maior parte da população em idade ativa, o Brasil ganha rara oportunidade de acelerar o desenvolvimento econômico = JANELA DE OPORTUNIDADE OU JANELA DEMOGRÁFICA Os jovens e adultos em idade ativa são hoje a maior parte da população brasileira. É o momento de dar um salto no desenvolvimento e preparar o país para o envelhecimento. A estrutura em forma de gota, com predominância de adultos jovens, representa um BÔNUS DEMOGRÁFICO para o país: maior contingente para trabalho. Pirâmide etária do Brasil - 2010 Fonte: IBGE – Censo 2010 73,48 anos 73 anos, 5 meses e 24 dias 69,73 anos 77,32 anos Distrito Federal 75,7 anos - Alagoas 66,4 anos
    20. 20. Pirâmide Etária do Brasil – 2010
    21. 21. Fonte: IBGE
    22. 22. Estrutura social Brasil Fonte: F.G.V.
    23. 23. 2003 2014 2023
    24. 24. Indicadores sociais O IDH combina três dimensões: •Uma vida longa e saudável: Expectativa de vida ao nascer (73,9) •O acesso ao conhecimento: média de anos de estudo da população acima de 25 anos (7,2) e expectativa de vida escolar (15,2) •Um padrão de vida decente: RNB per capita (inclui remessas vindas do exterior e exclui renda enviada ao exterior por multinacionais) (US$ 14.275)
    25. 25. Coeficiente de Gini Nota de 0 a 1: Zero corresponde à completa igualdade de renda, ou seja, todos têm a mesma renda e um corresponde à completa desigualdade, ou seja, onde uma pessoa tem toda a renda e as outras nada tem.
    26. 26. Coeficiente de Gini - Brasil
    27. 27. MigraçãoMigração
    28. 28. 1 – Sul-norte 2 – Norte-norte 3 – Sul-sul
    29. 29. Migrações internasMigrações internas •Êxodo ruralÊxodo rural (Campo → cidade) •TransumânciaTransumância (sazonal) •Migração pendularMigração pendular (Diária – ida e volta) •NomadismoNomadismo (movimento constante/cultura)
    30. 30. Migrações internacionaisMigrações internacionais •Sul-norteSul-norte (Econômica) Demanda por mão de obra/↑salário Refugiados – 42 milhões •Perseguições:Perseguições: Políticas, étnicas, religiosasPolíticas, étnicas, religiosas REPATRIADO •Sul-sulSul-sul Bolivianos ou haitianos para o Brasil •Imigrante clandestinoImigrante clandestino DEPORTADO
    31. 31. UFMG Conflitos étnicos, religiosos e tribais Deslocament o forçado Crise ecológica / Qualidade de vida / Crise econômica Guerra / Instabilidade política / Perseguição Refugiados / Exilados Imigrantes legais / Trabalhadores legais Imigrantes ilegais Imigrantes ilegais Imigrantes legais / Trabalhadores legais
    32. 32. MigraçãoMigração dede cubanoscubanos (balseros)(balseros)
    33. 33. Africanos para Europa – Mar Mediterrâneo – 2015
    34. 34. Africanos para Europa – Mar Mediterrâneo – 2015
    35. 35. Africanos para Europa – Mar Mediterrâneo – 2015
    36. 36. Mulher tenta cruzar fronteira na Espanha com menino escondido em mala 07/05/2015 Criança subsaariana é encontrada dentro de mala em aeroporto
    37. 37. Haitiano tomando banho em um mictório no saguão de igreja - SP Fonte: http://boainformacao.com.br/2015/05/nova-onda-de-imigrantes-haitianos-causa-superlotacao-em-paroquia/ 20/05/2015
    38. 38. Muros transfronteiriços
    39. 39. Xenos, em grego, significa estrangeiro; e phobos, aversão.
    40. 40. Migração no Em linhas gerais, considera-se que as pessoas que entraram no Brasil até 1808, ano da chegada da Família Real, foram colonizadores. A partir de então, as que entraram no país foram considerados imigrantes.
    41. 41. Brasil: Migrações internas 1940 -1970 A viagem dos paus-de- arara 1970 -1990 A marcha para o oeste Hoje A atração dos pólos regionais

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