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Rua Espírito Santo, 1570 – apto. 1702 – Centro www.eassuncao.com.br Fone: (043) 9994-0299 – e-mail: edmilsonassuncao@uol.c...
A C ACF PCF P C ACC PCC PNC ELP REF PL ARLP e AP ANC ENFOQUE SISTÊMICO
Estrutura do balanço patrimonial para fins de IOG Ativo circulante financeiro (ACF) Passivo circulante financeiro (PCF) C ...
<ul><li>Estrutura do balanço patrimonial para fins de NCG: </li></ul><ul><li>Essa estrutura permite analisar as empresas, ...
Estrutura do balanço patrimonial para fins de NCG Essa estrutura permite analisar as empresas, observando: b) Que as conta...
OVERTRADE ato de uma empresa fazer negócios superiores aos seus recursos financeiros.  A tendência ao  overtrade  surge, n...
ATIVO = APLICAÇÕES ACF 1 ACC 3 ATIVO NÃO CIRCULANTE 5 PASSIVO = FONTES PCF 2 PCC 4 PASSIVO NÃO CIRCULANTE 6 ST NCG CDG ST ...
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (ROL) ( - ) CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS (CPV) ( - ) DESPESAS ADMINISTRATIVAS ( - ) DESPESAS CO...
SALDO DE TESOURARIA ST = ACF – PCF ST = CDG - NCG ou
MODELOS QUANTITATIVOS E PREVISÃO DE INSOLVÊNCIA Alguns estudos realizados no Brasil, com o objetivo de detectar ou prever ...
<ul><li>RENTABILIDADE </li></ul><ul><li>ENDIVIDAMENTO </li></ul><ul><li>LIQUIDEZ SECA </li></ul><ul><li>LIQUIDEZ CORRENTE ...
<ul><li>RENTABILIDADE </li></ul>TERMÔMETRO DE KANITZ X1 = LUCRO LÍQUIDO : PATRIMÔNIO LÍQUIDO INDICADORES ECONÔMICO-FINANCE...
2. ENDIVIDAMENTO TERMÔMETRO DE KANITZ (AC + RLP) X2 = --------------- (PC + ELP) INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS
3. LIQUIDEZ SECA TERMÔMETRO DE KANITZ ATIVO CIRCULANTE – ESTOQUES X3 =  ------------------------------------------------ P...
4. LIQUIDEZ CORRENTE TERMÔMETRO DE KANITZ ATIVO CIRCULANTE X4 =  --------------------------------------- PASSIVO CIRCULANT...
5. PARTICIPAÇÃO DE  CAPITAIS DE TERCEIROS TERMÔMETRO DE KANITZ PASSIVO CIRCULANTE + E. L. P. X5 =  -----------------------...
TERMÔMETRO DE KANITZ SOLVENTE PENUMBRA INSOLVENTE INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS 7 6 5 4 3 2 1 0 -1 -2 -3 -4 -5 -6 -7
<ul><li>VANTAGENS E LIMITAÇÕES DOS MODELOS </li></ul><ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>Atribui segurança à decisão por ...
<ul><li>VANTAGENS E LIMITAÇÕES DOS MODELOS </li></ul><ul><li>Limitações: </li></ul><ul><li>O tempo (a época) é uma das pri...
FATORES  INTERNOS Sistemática queda dos índices de liquidez Crescimento da NCG em níveis superiores ao do CDG (efeito teso...
FATORES INTERNOS Declínio acentuado de vendas reais Obsoletismo do produto Ciclo financeiro decrescente Elevado nível de p...
FATORES  INTERNOS Alto grau de centralização decisória combinado com o espírito de ambição do dirigente, que resulte em cr...
GARANTIA FIDEJUS SÓRIA OU  PESSOAL AVAL FIANÇA
PENHOR GARANTIAS CAUÇÃO ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA HIPOTECA
AVAL - Constituída em um título de crédito PESSOAIS - Precisa de assinatura do cônjuge - Credor pode acionar diretamente a...
<ul><li>ESTRUTURAÇÃO DE EMPRÉSTIMO </li></ul><ul><li>A estruturação de um empréstimo ou de um financiamento é uma das impo...
DECISÃO DE CRÉDITO A tomada de decisão pode ser entendida como a escolha entre alternativas. O processo decisório requer u...
LIMITES DE CRÉDITO Fixa-se um limite de crédito para um cliente ou para um conglomerado de empresas com a finalidade de de...
<ul><li>DECISÃO DE CRÉDITO </li></ul><ul><li>Fontes de orientação para fixação dos limites: </li></ul><ul><li>As necessida...
ALÇADAS INDIVIDUAIS EM COMITÊS SUPERIORES POLÍTICA DECISÓRIA
<ul><li>CONTROLE E ACOMPANHAMENTO DO CRÉDITO </li></ul><ul><li>Controle e Acompanhamento de Crédito </li></ul><ul><li>Serv...
<ul><li>SINAIS DE ALARME DOS CRÉDITOS PROBLEMÁTICOS </li></ul><ul><li>Provenientes das demonstrações financeiras </li></ul...
<ul><li>SINAIS DE ALARME DOS CRÉDITOS PROBLEMÁTICOS </li></ul><ul><li>Provenientes do cliente </li></ul><ul><li>Hábitos re...
<ul><li>CRÉDITOS PROBLEMÁTICOS </li></ul><ul><li>ATUAÇÃO DIANTE DOS CRÉDITOS PROBLEMÁTICOS </li></ul><ul><li>Avaliação do ...
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  1. 1. Rua Espírito Santo, 1570 – apto. 1702 – Centro www.eassuncao.com.br Fone: (043) 9994-0299 – e-mail: edmilsonassuncao@uol.com.br LONDRINA - PR GESTÃO E ANÁLISE DE RISCO DE CRÉDITO PROFESSOR EDMILSON Prof. M. Sc. Edmilson Santos Assunção
  2. 2. A C ACF PCF P C ACC PCC PNC ELP REF PL ARLP e AP ANC ENFOQUE SISTÊMICO
  3. 3. Estrutura do balanço patrimonial para fins de IOG Ativo circulante financeiro (ACF) Passivo circulante financeiro (PCF) C * Caixa e bancos * Instituições de crédito C i * Aplicações de liquidez imediata * Duplicatas/títulos descontados i r * Aplicações de liquidez não imediata * Dividendos a pagar r c * Imposto de renda a recolher c u u l Ativo circulante cíclico (ACC) Passivo circulante cíclico (PCC) l a * Contas a receber de clientes a n * Estoques * Fornecedores n t * Adiatamento a fornecedores * Salários e encargos sociais t e * Outros valores a receber * Impostos e taxas e * Despesas do exercício seguinte N N ã Realizável a longo prazo (RLP) Exigível a Longo Prazo (ELP) ã o * Direitos realizáveis após o término do exercício * Financiamentos o * Valores a receber de coligadas/controladas * Debêntures c * Impostos parcelados c i i r Resultado de exercícios futuros (REF) r c Ativo Permanente (AP) c u * Investimentos Patrimônio Líquido (PL) u l * Imobilizado * Capital l a * Diferido * Reservas a n * Lucros ou prejuízos acumulado n t t e e Ativo total Passivo total ATIVO PASSIVO
  4. 4. <ul><li>Estrutura do balanço patrimonial para fins de NCG: </li></ul><ul><li>Essa estrutura permite analisar as empresas, observando: </li></ul><ul><li>a) Que o ativo circulante foi desmembrado em duas partes: </li></ul><ul><ul><li>parte cíclica que contém itens relacionados de forma direta </li></ul></ul><ul><ul><li> com o ciclo operacional da empresa, o ACC; e </li></ul></ul><ul><ul><li>2) outra que diz respeito à parte de cunho mais financeiro, o </li></ul></ul><ul><ul><li> que é chamado de ativo circulante financeiro, o ACF. </li></ul></ul><ul><ul><li>Também, o passivo circulante é desdobrado em duas partes: </li></ul></ul><ul><ul><li>uma diretamente relacionada a ao ciclo operacional da em- </li></ul></ul><ul><ul><li>presa (exceto os empréstimos bancários), o PCC; e </li></ul></ul><ul><ul><li>outra de natureza financeira, compreendendo os empréstimos </li></ul></ul><ul><ul><li>bancários, descontos de títulos e outras operações que não </li></ul></ul><ul><ul><li>decorram de forma direta do ciclo operacional da empresa. </li></ul></ul>
  5. 5. Estrutura do balanço patrimonial para fins de NCG Essa estrutura permite analisar as empresas, observando: b) Que as contas não circulantes foram agrupadas, formando: 1) Ativo não circulante (ANC), composto por realizável a longo prazo e pelo ativo permanente; e 2) Passivo não circulante (PNC), composto pelo exigível a longo prazo, o resultado de exercícios futuros e o patrimônio líquido. NCG = ACC - PCC CDG = PNC - ANC ST = ACF - PCF
  6. 6. OVERTRADE ato de uma empresa fazer negócios superiores aos seus recursos financeiros. A tendência ao overtrade surge, normalmente, quando um aumento de vendas resultar num maior volume de investimentos em duplicatas a receber, estoques e outros ativos cíclicos, de modo que o crescimento dos passivos cíclicos e a geração adicional de recursos operacionais não são capazes de compensar os investimentos.
  7. 7. ATIVO = APLICAÇÕES ACF 1 ACC 3 ATIVO NÃO CIRCULANTE 5 PASSIVO = FONTES PCF 2 PCC 4 PASSIVO NÃO CIRCULANTE 6 ST NCG CDG ST = 1 – 2 NCG = 3 – 4 CDG = 6 – 5
  8. 8. RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA (ROL) ( - ) CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS (CPV) ( - ) DESPESAS ADMINISTRATIVAS ( - ) DESPESAS COM VENDAS (+) DEPRECIAÇÕES = LUCRO BRUTO OPERACIONAL ( - ) Δ NCG = FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL 800 500 50 50 60 260 200 60 FLUXO DE CAIXA OPERACIONAL LUCRO BRUTO OPERACIONAL (LBO) ( - ) DESPESAS FINANCEIRAS LÍQUIDAS ( - ) PROVISÃO PARA IMPOSTO DE RENDA ( - ) DEPRECIAÇÕES ( - ) DIVIDENDOS = AUTOFINANCIAMENTO 260 20 20 0 0 220
  9. 9. SALDO DE TESOURARIA ST = ACF – PCF ST = CDG - NCG ou
  10. 10.
  11. 11. MODELOS QUANTITATIVOS E PREVISÃO DE INSOLVÊNCIA Alguns estudos realizados no Brasil, com o objetivo de detectar ou prever casos de insolvência. Principal barreira: Relativa escassez de pesquisas desenvolvidas com o propósito de encontrar parâmetros para previsão das insolvências ou para servirem de guias à concessão de crédito. Também não há uma forma eficiente de divulgação de eventuais estudos não publicados. A seguir temos um quadro exemplificando a ponderação de fatores na concessão de crédito. A partir de uma política interna de crédito, definem-se parâmetros de enquadramento, os quais sustentarão a classificação previamente definida para o cliente.
  12. 12. <ul><li>RENTABILIDADE </li></ul><ul><li>ENDIVIDAMENTO </li></ul><ul><li>LIQUIDEZ SECA </li></ul><ul><li>LIQUIDEZ CORRENTE </li></ul><ul><li>PARTICIPAÇÃO DE </li></ul><ul><li>CAPITAIS DE TERCEIROS </li></ul>TERMÔMETRO DE KANITZ FI =(0,05X1)+(1,65X2)+(3,55X3)-(1,06X4)-(0,33X5) INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS
  13. 13. <ul><li>RENTABILIDADE </li></ul>TERMÔMETRO DE KANITZ X1 = LUCRO LÍQUIDO : PATRIMÔNIO LÍQUIDO INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS
  14. 14. 2. ENDIVIDAMENTO TERMÔMETRO DE KANITZ (AC + RLP) X2 = --------------- (PC + ELP) INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS
  15. 15. 3. LIQUIDEZ SECA TERMÔMETRO DE KANITZ ATIVO CIRCULANTE – ESTOQUES X3 = ------------------------------------------------ PASSIVO CIRCULANTE INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS
  16. 16. 4. LIQUIDEZ CORRENTE TERMÔMETRO DE KANITZ ATIVO CIRCULANTE X4 = --------------------------------------- PASSIVO CIRCULANTE INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS
  17. 17. 5. PARTICIPAÇÃO DE CAPITAIS DE TERCEIROS TERMÔMETRO DE KANITZ PASSIVO CIRCULANTE + E. L. P. X5 = --------------------------------------- PATRIMÔNIO LÍQUIDO INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS
  18. 18. TERMÔMETRO DE KANITZ SOLVENTE PENUMBRA INSOLVENTE INDICADORES ECONÔMICO-FINANCEIROS 7 6 5 4 3 2 1 0 -1 -2 -3 -4 -5 -6 -7
  19. 19. <ul><li>VANTAGENS E LIMITAÇÕES DOS MODELOS </li></ul><ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>Atribui segurança à decisão por trazer confirmação empírica da validade da amostra; </li></ul><ul><li>Eliminação da subjetividade na decisão pelo fato da utilização de recursos estatísticos conjugados com a atribuição de pesos por meio de processos de análise discriminante; </li></ul><ul><li>Agilidade ao banco ou a empresa concedente do crédito, já que o modelo proporcionará maior eficácia na informação; </li></ul><ul><li>Respostas ágeis de grandes quantidade para bancos e empresas de análise de crédito; </li></ul><ul><li>A confirmação de que alguns índices tidos como importantes não são necessariamente significativos na avaliação de uma empresa é altamente relevante. </li></ul>
  20. 20. <ul><li>VANTAGENS E LIMITAÇÕES DOS MODELOS </li></ul><ul><li>Limitações: </li></ul><ul><li>O tempo (a época) é uma das principais limitações, a partir da análise discriminante; </li></ul><ul><li>Os modelos não devem ser entendidos como uma verdade única; </li></ul><ul><li>Se os modelos fossem utilizados como parâmetros únicos, alguém que os conhecesse poderia manipular as informações dos demonstrativos de uma empresa em estado de insolvência; </li></ul><ul><li>Pessoas não conhecedoras das análises, ao se depararem com modelos desse tipo, poderão utilizá-los inadequadamente; </li></ul><ul><li>Aspectos como região geográfica e ramos de atividades peculiares, limitam o uso de um modelo único. </li></ul><ul><li>Normalmente, os modelos, ao serem aplicados a outras empresas do grupo podem perder sua eficácia, dado à época. </li></ul><ul><li>O crédito deve ser entendido, como coerente com as estratégias de negócios, pelo banco e pelas empresas. </li></ul>
  21. 21. FATORES INTERNOS Sistemática queda dos índices de liquidez Crescimento da NCG em níveis superiores ao do CDG (efeito tesoura) Excesso não justificado de Ativo Fixo, causando atrofiamento do Ativo Circulante Lucro líquido muito baixo em relação ao movimento dos negócios Estado crônico de escassez de disponibilidade OVERTRADE
  22. 22. FATORES INTERNOS Declínio acentuado de vendas reais Obsoletismo do produto Ciclo financeiro decrescente Elevado nível de participação das despesas financeiras em relação às vendas Excesso de produção ou de estocagem não absorvido pelo mercado Distribuição excessiva de lucros OVERTRADE
  23. 23. FATORES INTERNOS Alto grau de centralização decisória combinado com o espírito de ambição do dirigente, que resulte em crescimento desordenado e não planejado da empresa Conflito familiar e/ou de sócios, com reflexos no ambiente organizacional OVERTRADE Ausência de preocupações com o processo sucessório
  24. 24. GARANTIA FIDEJUS SÓRIA OU PESSOAL AVAL FIANÇA
  25. 25. PENHOR GARANTIAS CAUÇÃO ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA HIPOTECA
  26. 26. AVAL - Constituída em um título de crédito PESSOAIS - Precisa de assinatura do cônjuge - Credor pode acionar diretamente avalista - Não vincula nenhum bem específico ao cumprimento da obrigação FIANÇA - Garantia estabelecida em contrato ou carta - Precisa de assinatura do cônjuge - Credor aciona primeiro o devedor, se não houver renúncia ao benefício de ordem PENHOR - Bens móveis, direitos ou títulos de crédito REAIS - Há transferência da posse do bem - Credor é depositário - Vincula um ou mais bens - Instrumento público ou particular ao cumprimento da obrigação HIPOTECA - Bens Imóveis - Registro no cartório de Registro de imóveis - Não há transferência do bem ao credor - Comparecimento do cônjuge <ul><li>-CAUÇÃO </li></ul><ul><li>Trata-se de garantias sobre direitos creditórios; </li></ul><ul><li>Os recursos, quando liquidados, são utilizados para liquidar os empréstimos; </li></ul><ul><li>- Modalidade muito utilizada pelo sistema financeiro. </li></ul>- <ul><li>ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA DE IMÓVEL </li></ul><ul><li>-Bens imóveis </li></ul><ul><li>-Transferência da propriedade ao credor </li></ul><ul><li>Devedor é o depositário. </li></ul>Quadro resumo das garantias GARANTIAS
  27. 27. <ul><li>ESTRUTURAÇÃO DE EMPRÉSTIMO </li></ul><ul><li>A estruturação de um empréstimo ou de um financiamento é uma das importantes partes do processo decisório do crédito, a qual compreende: </li></ul><ul><li>Conhecer a situação geral do cliente e de seu mercado; </li></ul><ul><li>Avaliar as relações de negócios já existentes com o cliente ou com suas partes relacionadas . </li></ul>
  28. 28. DECISÃO DE CRÉDITO A tomada de decisão pode ser entendida como a escolha entre alternativas. O processo decisório requer uma experiência anterior, conhecimento sobre o que está sendo decidido, bem como o uso de métodos, de instrumentos e de técnicas que auxiliem na tomada de decisão. No crédito ao se tomar uma decisão, escolhendo entre as alternativas de emprestar ou não emprestar, haverá um impacto sobre o lucro da empresa e sobre o relacionamento com o seu cliente. Uma vez tomada a decisão de conceder o crédito, o gestor não encerrou o seu processo decisório, sendo necessário tomas outras decisões, como as relativas à cobrança, por exemplo.
  29. 29. LIMITES DE CRÉDITO Fixa-se um limite de crédito para um cliente ou para um conglomerado de empresas com a finalidade de dentro das condições estabelecidas à área de negócios operar com maior rapidez e sem a necessidade de análise caso a caso. Contribui com a agilidade e uniformidade no atendimento ao cliente onde encontrar-se. Normalmente é estabelecido por um prazo determinado não superior a um ano.
  30. 30. <ul><li>DECISÃO DE CRÉDITO </li></ul><ul><li>Fontes de orientação para fixação dos limites: </li></ul><ul><li>As necessidades do cliente; </li></ul><ul><li>O risco de crédito que o cliente representa; e </li></ul><ul><li>A política de crédito da empresa. </li></ul><ul><li>Três questões básicas que orientarão a definição do crédito: </li></ul><ul><li>Quanto o cliente merece de crédito? </li></ul><ul><li>É uma variável que depende da qualidade do risco apresentado, da capacidade e do porte do cliente. </li></ul><ul><li>Quanto pode ser oferecido de crédito ao cliente? </li></ul><ul><li>É uma variável que decorre da capacidade de quem concederá o crédito. </li></ul><ul><li>Quanto deve ser concedido de crédito ao cliente? </li></ul><ul><li>É uma variável que decorre da política de crédito adotada, com vistas à diversificação e pulverização da carteira de crédito. </li></ul>
  31. 31. ALÇADAS INDIVIDUAIS EM COMITÊS SUPERIORES POLÍTICA DECISÓRIA
  32. 32. <ul><li>CONTROLE E ACOMPANHAMENTO DO CRÉDITO </li></ul><ul><li>Controle e Acompanhamento de Crédito </li></ul><ul><li>Serviços de auditoria de crédito </li></ul><ul><li>Serviços de revisão de crédito </li></ul><ul><li>Créditos problemáticos </li></ul><ul><li>O primeiro passo é identificarmos o que é um crédito problemático. Créditos problemáticos podem ser entendidos como aqueles </li></ul><ul><li>que apresentam dificuldades de serem recebidos e conseqüentes </li></ul><ul><li>perdas para o credor. </li></ul><ul><li>Causas dos créditos problemáticos </li></ul><ul><li>A inobservância das seguintes variáveis: </li></ul><ul><li>Erros por parte do credor; </li></ul><ul><li>Práticas fracas de negócios; e </li></ul><ul><li>Eventos externos adversos. </li></ul>
  33. 33. <ul><li>SINAIS DE ALARME DOS CRÉDITOS PROBLEMÁTICOS </li></ul><ul><li>Provenientes das demonstrações financeiras </li></ul><ul><li>Inadequada pontualidade e freqüência, na publicação ou na entrega, pelas empresas, das demonstrações financeiras. </li></ul><ul><li>Variações expressivas nas vendas. </li></ul><ul><li>Modificações na representatividade dos custos dos produtos, mercadorias ou serviços, em relação às vendas. </li></ul><ul><li>Modificações na representatividade das despesas operacionais, (administrativas, vendas e gerais), em relação às vendas. </li></ul><ul><li>Modificações na representatividade das despesas e receitas financeiras, </li></ul><ul><li>em relação às vendas, dívidas e aplicações. </li></ul><ul><li>Resultado não operacional expressivo. </li></ul><ul><li>Equivalência patrimonial negativa. </li></ul><ul><li>Provisões para contingências. </li></ul><ul><li>Distribuição de dividendos ou resultados em volumes incompatíveis com </li></ul><ul><li>os lucros gerados. </li></ul><ul><li>Mudanças significativas nos volumes e prazos de duplicatas a receber. </li></ul><ul><li>Mudanças significativas nos volumes e prazos de rotação dos estoques . </li></ul>
  34. 34. <ul><li>SINAIS DE ALARME DOS CRÉDITOS PROBLEMÁTICOS </li></ul><ul><li>Provenientes do cliente </li></ul><ul><li>Hábitos relacionados a vícios que coloquem em risco o patrimônio da empresa ou a vida do cliente. </li></ul><ul><li>Hábitos da vida social incompatível com a condição financeira do cliente. </li></ul><ul><li>Problemas conjugais e familiares que ponham em risco ou gerem instabilidade no gerenciamento dos negócios. </li></ul><ul><li>Mudança brusca de atitude com relação ao concessor de crédito ou aos profissionais, demonstrada por excesso ou falta de cooperação. </li></ul><ul><li>Problemas financeiros pessoais demonstrados pelos sócios. </li></ul><ul><li>Conduta que põe em dúvida o caráter dos sócios ou dos administradores. </li></ul><ul><li>Mudanças de controle do capital da empresa ou de sua direção, bem como troca de contador. </li></ul><ul><li>Estrutura organizacional frágil, quanto às pessoas, recursos materiais e instrumentos de administração, especialmente em situações de crescimento da empresa . </li></ul>
  35. 35. <ul><li>CRÉDITOS PROBLEMÁTICOS </li></ul><ul><li>ATUAÇÃO DIANTE DOS CRÉDITOS PROBLEMÁTICOS </li></ul><ul><li>Avaliação do contexto </li></ul><ul><li>Negociação </li></ul><ul><li>CAMINHOS LEGAIS </li></ul><ul><li>Protesto </li></ul><ul><li>Falência </li></ul>
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