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INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt  e percepção da forma Categorias conceituais Técnicas visuais
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INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Exercícios
INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA A seguir cenas dos próximos capítulos
INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Cenas dos próximos capítulos
INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Não esqueça de visitar o blog  e adicionar a comunidade www.ihmbr.blogspot.com
INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA “ Pessoas diferentes têm modos maravilhosamente diferentes de pensar.”  ( Charles...
INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Obrigado!
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INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA &quot; Tentou-se prever as trajetórias de exploração de uma imagem pelo olho, mas...
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Ihm Aula 06 Gestalt 25.03.08 E

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Gestalt: Teoria da forma
Gestalt: Categorias conceituais, técnicas visuais e percepção da forma

professor Samuel Ribeiro

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  1. 1. PROFESSOR SAMUEL RIBEIRO INTERFACE HOMEM-MÁQUINA INTERFACE HOMEM-MÁQUINA
  2. 2. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Especialista em Design Digital Escola Superior de Design Digital do Instituto Infnet Bach. Em Sistemas de Informação FIC Analista de Sistemas Contatos: Samuka.IHM@gmail.com Comunidade: IHM Profile: samuka ribeiro FEUC Samuel Ribeiro
  3. 3. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA - GESTALT <ul><li>Fatores Humanos </li></ul>
  4. 4. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt
  5. 5. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt
  6. 6. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA A palavra (plural Gestalten) é um termo intraduzível do idioma alemão para o português. O Dicionário Eletrônico Michaelis apresenta como possibilidades as palavras figura , forma , feição , aparência , porte ; estatura , conformação ; vulto , às quais ainda se pode acrescentar estrutura e configuração . Também se pode usar “ forma total ” ou “ forma global ”. Gestalt Gestalt Gestalt
  7. 7. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Mas o que, exatamente, é “ Gestalt “?
  8. 8. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt é uma teoria - uma escola de pensamento , se ficar melhor - que estuda como os seres humanos percebem as coisas. Ela apregoa que nossa percepção não se dá por “pontos isolados”, mas, sim, por uma visão de “ todo ”. Não vemos partes isoladas, mas relações . Isto é, uma parte na dependência de outra parte. Para a nossa percepção, que é resultado de uma sensação global, as partes são inseparáveis do todo e são outra coisa que não elas mesmas, fora desse todo. Gestalt
  9. 9. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Todo o processo consciente, toda forma psicologicamente percebida, esta estreitamente relacionada com as forças integradoras do processo fisiológico cerebral. A hipótese da Gestalt, para explicar a origem dessas forças integradoras, é atribuir ao sistema nervoso central um dinamismo autoregulador que, à procura de sua própria estabilidade, tende a organizar as formas em todos coerentes e unificados. Essas organizações, originárias da estrutura cerebral são, pois, espontâneas, não arbitrárias, independentes de nossa vontade e de qualquer aprendizado. Gestalt
  10. 10. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA O psicólogo austríaco Christian von Ehrenfels (1859-1932) lançou, em 1890, as bases do que viriam, mais tarde, a ser os estudos da Psicologia da Forma (originalmente, Gestaltpsychologie). Sua primeira constatação foi a divisão de duas espécies de “ qualidades da forma ”: * As sensíveis , próprias do objeto. são as forças externas constituídas pela estimulação da retina através da luz proveniente do objeto. * As formais , próprias da nossa concepção. São as forças internas, forças de organização que estruturam as formas numa ordem determinada, a partir das condições dadas de estimulação. A Teoria da Gestalt (ou “configuração”) no início do século XX, foi aprimorada com as idéias de psicólogos alemães e austríacos, como Max Wertheimer, Christian von Ehrenfels, Felix Krüger, Wolfgang Köhler e Kurt Koffka. Gestalt Histórico
  11. 11. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Estes pesquisadores alemães começaram a estudar as percepções visuais humanas, quer dizer, as relações entre algo sendo observado e as sensações que este “algo” provoca em que observa, dando origem à teoria Gestalt. A Teoria da Gestalt afirma que não se pode ter conhecimento do todo através das partes, e sim das partes através do todo; que os conjuntos possuem leis próprias e estas regem seus elementos (e não o contrário, como se pensava antes); e que só através da percepção da totalidade é que o cérebro pode de fato perceber, decodificar e assimilar uma imagem ou um conceito.
  12. 12. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Gestalt: Forças que regem a percepção
  13. 13. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Gestalt: Forças que regem a percepção
  14. 14. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Gestalt: Forças que regem a percepção
  15. 15. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA <ul><ul><li>Principios da Gestalt </li></ul></ul>
  16. 16. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt <ul><ul><li>A Teoria da Gestalt, em suas análises estruturais, descobriu certas leis (princípios) que regem a percepção humana das formas, facilitando a compreensão das imagens e idéias. </li></ul></ul><ul><ul><li>Essas leis são nada menos que conclusões sobre o comportamento natural do cérebro, quando age no processo de percepção. Os elementos constitutivos são agrupados de acordo com as características que possuem entre si. </li></ul></ul><ul><ul><li>O fato de o cérebro agir em concordância com os princípios Gestálticos já poderia ser considerado a evidência fundamental de que a Lei da Pregnância é verdadeira. </li></ul></ul><ul><ul><li>Principios da Gestalt </li></ul></ul>
  17. 17. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt <ul><ul><li>Principios da Unidade </li></ul></ul>Uma unidade pode ser consubstanciada num único elemento, que se encerra em si mesmo, ou como parte de um todo. Ainda, numa conceituação mais ampla, pode ser entendida como o conjunto de mais de um elemento, configurando o &quot;todo&quot; propriamente dito, ou seja, o próprio objeto. As unidades formais, que configuram um todo, são percebidas, geralmente, através de relações entre os elementos (ou subunidades) que as constituem. Uma ou mais unidades formais podem ser segregadas ou percebidas dentro de um todo por meio de diversos elementos como: pontos, linhas, planos, volumes, cores, sombras, brilhos, texturas e outros, isolados ou combinados entre si.
  18. 18. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt <ul><ul><li>Principios da Segregação </li></ul></ul>Segregação significa a capacidade perceptiva de separar, identificar, evidenciar ou destacar unidades formais em um todo compositivo ou em partes deste todo. Naturalmente, pode-se segregar uma ou mais unidades, dependendo da desigualdade dos estímulos produzidos pelo campo visual (em função das forças de um ou mais tipos de contrastes). A segregação pode se feita por diversos meios tais como: pelos elementos de pontos, linhas, planos, volumes, cores, sombras, brilhos, texturas e outros.
  19. 19. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt <ul><ul><li>Principios da Segregação </li></ul></ul>Capacidade perceptiva de separar, identificar, evidenciar oudestacar unidades formais em um todo compositivo ou partes desse todo.
  20. 20. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt <ul><ul><li>Principios da Unificação </li></ul></ul>A unificação da forma consiste na igualdade ou semelhança dos estímulos produzidos pelo campo visual, pelo objeto. A unificação se verifica quando os fatores de harmonia, equilíbrio, ordenação visual e, sobretudo, a coerência da linguagem ou estilo formal das partes ou do todo estão presentes no objeto ou composição. Importante salientar que, obviamente, a unificação também se manifesta em graus de qualidade, ou seja, varia em função de uma melhor ou pior organização formal. Nesse caso poder-se-á atribuir índices qualificativos numa dada leitura. Em tempo, dois princípios básicos concorrem também fortemente para a unificação da organização formal, que são as leis de proximidade e semelhança quando presentes em partes ou no objeto como um todo conforme se verá mais adiante.
  21. 21. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt <ul><ul><li>Principios da Unificação </li></ul></ul>Igualdade ou semelhança de estímulos. A unificação ocorre quando há harmonia, equilíbrio, ordenação visual e coerência.
  22. 22. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt SEMELHANÇA : Ou “similaridade”, possivelmente a lei mais óbvia, que define que os objetos similares tendem a se agrupar. A similaridade pode acontecer na cor dos objetos, na textura, por intensidade, odor, peso, tamanho, forma etc. e se dá em igualdade de condições. Estas características podem ser exploradas quando desejamos criar relações ou agrupar elementos na composição de uma figura. Por outro lado, o mau uso da similaridade pode dificultar a percepção visual como, por exemplo, o uso de texturas semelhantes em elementos do “fundo” e em elementos do primeiro plano. O princípio da Semelhança
  23. 23. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da Semelhança Eventos semelhantes se agruparão entre si: O X O X O X O X O X O X O O X O X O X O X O X O X O O X O X O X O X O X O X O
  24. 24. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da Semelhança Eventos semelhantes se agruparão entre si:
  25. 25. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Elementos similares são percebidos como um conjunto O princípio da Semelhança
  26. 26. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Elementos similares são percebidos como um conjunto O princípio da Semelhança
  27. 27. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Elementos similares são percebidos como um conjunto The &quot;preferences window&quot; of the Opera browser O princípio da Semelhança
  28. 28. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt PROXIMIDADE : Os elementos são agrupados de acordo com a distância a que se encontram uns dos outros. Logicamente, elementos que estão mais perto de outros numa região tendem a ser percebidos como um grupo, mais do que se estiverem distante de seus similares. O princípio da proximidade basicamente diz que quando vários itens estão próximos entre si, formam uma unidade visual única, coesa, e não mais parecerão distintos. E mais: esta relação que forma o “um” sugere que estes elementos são relacionados, de alguma maneira. O princípio da proximidade
  29. 29. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da proximidade Elementos próximos são percebidos como um conjunto
  30. 30. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da proximidade Elementos próximos são percebidos como um conjunto
  31. 31. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da proximidade Elementos próximos são percebidos como um conjunto
  32. 32. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da proximidade Elementos próximos são percebidos como um conjunto
  33. 33. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da proximidade Elementos próximos são percebidos como um conjunto
  34. 34. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da proximidade Elementos próximos são percebidos como um conjunto
  35. 35. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da proximidade
  36. 36. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da proximidade Elementos próximos são percebidos como um conjunto
  37. 37. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da proximidade Elementos próximos são percebidos como um conjunto
  38. 38. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da proximidade Elementos próximos são percebidos como um conjunto
  39. 39. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da Boa Continuidade é o acompanhamento de uns elementos por outros, de modo que uma linha ou uma forma continuem em uma direção ou maneira já conhecidas. Boa Continuidade está relacionada à coincidência de direções, ou alinhamento, das formas dispostas. Se vários elementos de um quadro apontam para o mesmo canto, por exemplo, o resultado final “fluirá” mais naturalmente. Isso logicamente facilita a compreensão. Os elementos harmônicos produzem um conjunto harmônico. O conceito de boa continuidade está ligado ao alinhamento, pois dois elementos alinhados passam a impressão de estarem relacionados. O princípio da Boa Continuidade
  40. 40. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da Boa Continuidade Impressão visual de como as partes se sucedem de modo coerente, sem quebras ou interrupções na sua fluidez visual.
  41. 41. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da Boa Continuidade Impressão visual de como as partes se sucedem de modo coerente, sem quebras ou interrupções na sua fluidez visual.
  42. 42. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O cérebro busca constantemente conectar elementos para compor figuras. Identifica o simples ao complexo, em 1º lugar. No exemplo, a maioria dos observadores dirá ver quadrados a duas linhas em zigue-zague. O princípio da boa continuidade (alinhamento)
  43. 43. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Elementos organizados em linha ou curva contínuarão percebidos como um conjunto. O exemplo mostra quatro linhas que se encontram, geralmente consideradas como duas linhas em intersecção mas nunca como linhas que se repelem. O princípio da boa continuidade (alinhamento)
  44. 44. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt cada elemento constituinte de um layout deve ter uma conexão visual com outro elemento. Isso pode ser feito alinhando os elementos que precisam passar a idéia de que são ligados. Mesmo estando distantes um do outro, estes elementos, se corretamente alinhados, transmitem a idéia de “relacionamento”. O princípio da boa continuidade (alinhamento)
  45. 45. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Screen shots com exemplos O princípio da boa continuidade (alinhamento)
  46. 46. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Elementos próximos são percebidos como um conjunto MTV MTV O princípio da boa continuidade (alinhamento)
  47. 47. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da boa continuidade (alinhamento)
  48. 48. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da boa continuidade (alinhamento)
  49. 49. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da Clausura ou fechamento CLAUSURA : Ou “fechamento”, o princípio de que a boa forma se completa, se fecha sobre si mesma, formando uma figura delimitada. O conceito de clausura relaciona-se ao fechamento visual, como se completássemos visualmente um objeto incompleto. Ocorre geralmente quando o desenho do elemento sugere alguma extensão lógica, como um arco de quase 360º sugere um círculo.
  50. 50. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da Clausura ou fechamento Elementos que estão encerrados ou fechados por uma linha são considerados como pertencendo a um grupo.
  51. 51. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da Clausura ou fechamento
  52. 52. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da Clausura ou fechamento
  53. 53. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Pregnância (do alemão Prägnanz) é uma das mais importante de todas, possivelmente, ou pelo menos a mais sintética. Diz que todas as formas tendem a ser percebidas em seu caráter mais simples: uma espada e um escudo podem tornar-se uma reta e um círculo, e um homem pode ser um aglomerado de formas geométricas. É o princípio da simplificação natural da percepção. Quanto mais simples, mais facilmente é assimilada. Segundo esse princípio, as forças de organização da forma tendem a se dirigir tanto quanto o permitem as condições dadas no sentido da clareza, da unidade, do equilíbrio, da Boa Gestalt enfim. A hipótese fisiológica da Gestalt, em termos de um dinamismo sensorial à procura da sua própria estabilidade, como hipótese que é, está sujeita a discussões, mesmo porque o pouco conhecimento do que se tem da fisiologia cerebral, não permite um maior aprofundamento do assunto. O princípio da PREGNÂNCIA
  54. 54. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Se a forma é complicada, cheia de voltinhas e detalhes, e ainda estiver no meio de uma composição cheia de elementos gráficos e imagens, vai ser muito difícil de percebê-la e identificá-la. Estamos diante, então, de uma peça com baixa pregnância. Porém, se a forma for simples, clara, e ainda por cima, situada sobre um fundo branco, sem disputar a atenção com ninguém, então temos uma peça gráfica de alta pregnância. a pregnância pode ser da forma em si ou do contexto no qual ela está inserida. O princípio da PREGNÂNCIA
  55. 55. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da PREGNÂNCIA Baixa pregnância Alta pregnância Pregnância é equilíbrio, clareza e unificação visual, rapidez de leitura e interpretação. Mínimo de complicação na organização dos elementos.
  56. 56. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt e percepção da forma Categorias conceituais Técnicas visuais
  57. 57. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt <ul><ul><li>Luminosidade </li></ul></ul>O que define se o quadrado à esquerda é escuro, claro ou muito claro é a comparação com outros elementos.
  58. 58. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Julgar se um objeto é grande ou pequeno depende de outros elementos nos arredores e/ou no contexto em que se circunscreve. Tamanho
  59. 59. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Elementos com maior contraste são percebidos como estando em primeiro plano – comparados com elementos de menor contraste ou com contraste similar. Contraste
  60. 60. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Contraste
  61. 61. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Objetos grandes são percebidos em primeiro plano, comparados com objetos menores. Profundidade
  62. 62. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Profundidade Percebemos o ambiente de forma tridimensional: Com a distância objetos parecem menores e em menor saturação. Com relação a elementos bidimensionais: Quanto maior um objeto em relação ao outro, com maior contraste e cores mais saturadas (quando houver) resulta em um efeito tridimensional de profundidade.
  63. 63. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Percebemos o ambiente de forma tridimensional: Quando a distância objetos parecem menores e em menor saturação. Com relação a elementos bidimensionais: Quanto maior um objeto em relação ao outro, com maior contraste e cores mais saturadas (quando houver) resulta em um efeito tridimensional de profundidade Profundidade
  64. 64. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Profundidade
  65. 65. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Profundidade Elementos com cores quentes e saturadas são percebidos em primeiro plano comparados com elementos com cores frias e de pouca saturação.
  66. 66. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Profundidade
  67. 67. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Profundidade Elementos que sobrepõem outros são percebidos em primeiro plano.
  68. 68. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Profundidade Elementos que sobrepõem outros são percebidos em primeiro plano.
  69. 69. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt Profundidade Elementos que sobrepõem outros são percebidos em primeiro plano.
  70. 70. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da Experiencia Esta última se relaciona com o pensamento pré-Gestáltico, que via nas associações o processo fundamental da percepção da forma. A associação aqui, sim, é imprescindível, pois certas formas só podem ser compreendidas se já a conhecermos, ou se tivermos consciência prévia de sua existência. Da mesma forma, a experiência passada favorece a compreensão metonímica: se já tivermos visto a forma inteira de um elemento, ao visualizarmos somente uma parte dele reproduziremos esta forma inteira na memória.
  71. 71. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da Experiencia
  72. 72. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt O princípio da PREGNÂNCIA
  73. 73. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt
  74. 74. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Gestalt
  75. 75. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Exercícios
  76. 76. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA A seguir cenas dos próximos capítulos
  77. 77. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Cenas dos próximos capítulos
  78. 78. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Não esqueça de visitar o blog e adicionar a comunidade www.ihmbr.blogspot.com
  79. 79. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA “ Pessoas diferentes têm modos maravilhosamente diferentes de pensar.” ( Charles Sanders Peirce. ) * * Só pra terminar com uma frase de efeito (rs)
  80. 80. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Obrigado!
  81. 81. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Bonus
  82. 82. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA &quot; Tentou-se prever as trajetórias de exploração de uma imagem pelo olho, mas, se não for dada uma ordem explícita, essas trajetórias são uma inextrincável rede de linhas quebradas. O único resultado constantemente verificado é de que a trajetória é modificada pela introdução de ordens particulares, o que é normal em vista do que dizíamos: Um olhar informado desloca-se de outro modo no campo que explora. “ Aumont, Jacques (1990) EYETRACK Busca Visual
  83. 83. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Leitura ordenada e consciente na cultura ocidental segundo Goldsmith (1984) EYETRACK 1 2 3 4 5 6 7
  84. 84. INTERFACE HOMEM-MÁQUINA PROFESSOR SAMUKA Zonas de Leitura segundo Collaro (1987) EYETRACK Zona Ótica Primária Zona Morta Zona Morta Zona Terminal
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