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Release de Resultados - 2T09
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Release de Resultados - 2T09

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  • 1. Receita Bruta da Profarma atinge R$ 764,3 milhões e Lucro Líquido cresce 66,2% atingindo R$ 17,9 milhões no 2T09. Rio de Janeiro, 03 de Agosto de 2009 – A Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A. (“Profarma” ou “Companhia”) (Bovespa: PFRM3), uma das principais distribuidoras da indústria farmacêutica do país anuncia o resultado do segundo trimestre de 2009 (2T09). As demonstrações financeiras da Companhia são elaboradas de acordo com a legislação societária brasileira e em Reais (R$) contendo todos os ajustes já regulamentados pela Comissão de Valores Mobiliários – CVM e pelos pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC, com o objetivo de adequar o resultado da Companhia à lei nº. 11.638/07. As informações financeiras e operacionais abaixo são apresentadas com bases consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as comparações de resultado referem-se ao segundo trimestre de 2008 (2T08) e ao primeiro trimestre de 2009 (1T09). As informações não-financeiras da Profarma não foram revisadas pelos auditores independentes. TELECONFERÊNCIA DESTAQUES DO PERÍODO Português Lucro Líquido da Companhia cresce 66,2% em Terça-feira, 04 de agosto de 2009. relação ao 2T08, atingindo R$ 17,9 milhões, 10:00 a.m. (Brasil) representando uma Margem Líquida de 2,8%. 09:00 a.m. (NY) Telefone: +55 (11) 2188-0188 Replay: +55 (11) 2188-0188 Crescimento de 60,0% no Ebitda quando Código: PROFARMA comparado ao mesmo período do ano anterior, alcançando R$ 37,8 milhões, com Margem Ebitda de Inglês 5,8%. Terça-feira, 04 de agosto de 2009. 12:00 p.m. (Brasil) 11:00 a.m. (NY) Redução do Ciclo de Caixa da Companhia em 9,2 Telefone: +1 (973) 935-8893 dias, atingindo 58,7 dias, o menor nível desde o ano Código: 20269008 de 2006. Esta queda representou uma redução de Replay: +1 (706) 645-9291 Capital de Giro da ordem de R$ 63,1 milhões. Código: 20269008 Pelo quarto trimestre consecutivo a Geração de Caixa Operacional foi positiva, atingindo R$ 26,3 milhões neste trimestre, acumulando no ano de 2009 CONTATOS uma geração de recursos da ordem de R$ 62,9 milhões ou 5,2% da Receita Operacional Líquida. Max Fischer CFO & IRO Beatriz Diez Redução da Relação Dívida Líquida / Ebitda da Coordenadora RI Companhia em 25,0% pelo segundo trimestre consecutivo, atingindo 1,2x, saindo de uma posição de Telefone: +55(21) 4009-0276 1,6x no 1T09. Fax: +55(21) 2491-3906 E-mail: ri@profarma.com.br A Profarma anunciou ao mercado no dia 22 de maio de 2009, um novo Programa de Recompra de Ações da Companhia estipulando a quantidade máxima de ações a serem adquiridas de 1.570.000 ações ordinárias.
  • 2. Divulgação de Resultados do Segundo Trimestre de 2009 ÍNDICE Comentário da Administração 03 Destaques Financeiros 04 Desempenho Econômico Financeiro Receita Operacional Bruta 05 Lucro Bruto e Receita de Serviços a Fornecedores 06 Despesas Operacionais 06 Despesas Financeiras Líquidas 07 Lucro Líquido 07 Ebitda 08 Endividamento 09 Fluxo de Caixa 09 Desempenho Operacional Nível de Serviço 11 Logística – Erros por Milhão 11 Logística – Produtividade 11 Venda por Metro Quadrado de Depósito e Venda Média por Centro de Distribuição 12 Venda através do Pedido Eletrônico 12 Capex 12 Mercado de Capitais Performance da Ação 13 Relacionamento com Auditores Independentes 14 Próximos Eventos 15 Anexo I – DRE 16 Anexo II – Balanço Patrimonial 17 Anexo III – Fluxo de Caixa 18 Anexo IV – Lei 11.638/07: Entendendo os impactos na Profarma 19 Sobre: a Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A atua há 48 anos na distribuição de produtos farmacêuticos, higiene pessoal e cosméticos, nos mais populosos estados brasileiros. Com 12 centros de distribuição, sendo um deles exclusivo para os segmentos hospitalar e vacinas, a Profarma comercializa aproximadamente 18,0 milhões de unidades por mês e atende a 30.870 pontos de venda, consolidando-se entre as empresas líderes deste setor no Brasil. Cobrindo uma área geográfica que representou 91,0% do mercado consumidor de produtos farmacêuticos do Brasil em 2009, a Profarma, com sua equipe especializada e comprometida, busca tornar-se o maior e mais rentável distribuidor atacadista de produtos farmacêuticos no Brasil por meio de resultados consistentes e sustentáveis, mantendo baixos custos operacionais, fortalecendo suas vantagens competitivas e maximizando valor para os acionistas.
  • 3. COMENTÁRIO DA ADMINISTRAÇÃO No segundo trimestre de 2009 a desaceleração e instabilidade da economia resultantes da crise mundial iniciada ao final do terceiro trimestre de 2008 ainda se fizeram presentes, embora já indicando sinais de redução de ritmo em alguns países, como Brasil e China. Alinhada à estratégia traçada e iniciada no ano de 2008, a Companhia apresentou neste trimestre resultados expressivos relativos à busca pela otimização de seus recursos financeiros. Neste trimestre o lucro líquido da Profarma atingiu R$ 17,9 milhões, um resultado 66,2% maior que o do mesmo período do ano anterior, quando alcançamos R$ 10,8 milhões. A margem líquida da Companhia atingiu 2,8% neste trimestre, tornando-se assim a melhor marca alcançada pela empresa em trimestres semelhantes desde o ano de 2006. Da mesma forma, nossa margem ebitda alcançou 5,8% neste trimestre, 56,8% acima da margem ebitda entregue no mesmo período do ano anterior, atingindo R$ 37,8 milhões. É importante ressaltar que na comparação com todos os mesmos trimestres de anos anteriores (2T06, 2T07, 2T08) desde 2006, nossa melhor margem ebitda havia sido de 4,0% no 2T06, mesmo com um aumento de preço semelhante ao de 2009, naquela época 5,5%. Reafirmando e reforçando o objetivo da Profarma de fortalecer sua solidez financeira neste ambiente de crise, a empresa gerou pelo quarto trimestre consecutivo um fluxo de caixa operacional positivo de R$ 26,3 milhões, acumulando no primeiro semestre do ano uma geração de recursos na ordem de R$ 62,9 milhões. Este resultado esteve diretamente relacionado à redução do ciclo de caixa da Companhia neste trimestre em cerca de 9 dias, atingindo seu menor nível desde dezembro de 2006. Desta forma e pelo segundo trimestre consecutivo, a empresa reduziu sua relação dívida líquida / ebitda em 25,0%, atingindo 1,2x, tendo sido de 1,6x no 1T09 e 1,9x no 4T08. Considerando-se o ambiente macroeconômico ainda instável, nossa receita operacional bruta neste 2T09 cresceu 15,5% em relação ao trimestre anterior e 3,1% em relação ao 2T08, atingindo R$ 764,3 milhões. Neste trimestre, portanto consolidaram-se os resultados positivos das ações que tiveram início em 2008 e que foram fundamentais para enfrentar os períodos mais agudos da crise e assim fortalecer ainda mais o posicionamento da Companhia no setor de distribuição. Importante destacar que neste trimestre as ações da Profarma valorizaram 121,5% acumulando no ano uma performance de 94,3%, acima da valorização do Ibovespa no mesmo período que foi de 37,1%. Mesmo levando-se em consideração esta evolução, o valor das ações ainda encontra-se abaixo de seu valor patrimonial, que foi de R$ 13,88 em 30 de junho de 2009.
  • 4. DESTAQUES FINANCEIROS (R$ Milhões) 2T09 2T08 Var. % 1T09 Var. % Dados Financeiros Receita Bruta 764,3 741,2 3,1% 661,8 15,5% Branded 514,0 518,7 -0,9% 453,9 13,2% Genéricos 41,2 42,4 -2,8% 29,5 39,6% OTC 153,3 131,4 16,7% 129,3 18,5% Higiene Pessoal e Cosméticos 27,0 29,2 -7,5% 23,2 16,4% Hospitalar + Vacinas 28,9 19,5 47,9% 25,8 11,8% Receita Líquida 646,5 642,8 0,6% 563,0 14,8% Lucro Bruto 82,9 62,9 31,8% 57,8 43,4% % Receita Líquida 12,8% 9,8% 3.0 p.p 10,3% 2.5 p.p Despesa Operacional -49,6 -40,4 22,8% -42,2 17,6% Despesas SGA -49,9 -51,1 -2,3% -45,9 8,7% % Receita Líquida -7,7% -8,0% 0.3 p.p -8,2% 0.5 p.p Depreciação e Amortização -1,4 -1,1 24,7% -1,3 3,9% % Receita Líquida -0,2% -0,2% 0.0 p.p -0,2% 0.0 p.p Receita Serviços a Fornecedores 3,7 10,5 -64,7% 5,3 -30,2% % Receita Líquida 0,6% 1,6% -1.0 p.p 0,9% -0.3 p.p Outras Receitas / (Despesas) Operacionais -2,0 1,3 - -0,3 762,4% % Receita Líquida -0,3% 0,2% -0.5 p.p 0,0% -0.3 p.p 1 Ebit 36,4 22,5 61,7% 15,8 130,3% Margem Ebit (% Receita Líquida) 5,6% 3,5% 2.1 p.p 2,8% 2.8 p.p 2 Ebitda 37,8 23,6 60,0% 17,1 120,7% Margem Ebitda (% Receita Líquida) 5,8% 3,7% 2.1 p.p 3,0% 2.8 p.p Lucro Líquido 17,9 10,8 66,2% 6,7 166,0% Margem Líquida (% Receita Líquida) 2,8% 1,7% 1.1 p.p 1,2% 1.6 p.p 1 EBIT - formado pelo Ebitda reduzido de depreciação 2 EBITDA - Lucro (prejuízo) líquido acrescido de imposto de renda e contribuição social, resultado financeiro líquido, resultado não-operacional líquido, outras receitas (despesas) operacionais líquidas não recorrentes, depreciação e amortização.
  • 5. DESEMPENHO ECONÔMICO FINANCEIRO Receita Operacional Bruta No 2T09 a receita bruta da Profarma alcançou R$ 764,3 milhões, um incremento de 3,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, e de 15,5% em relação ao 1T09. Vale destacar que este crescimento foi homogêneo em todo país, tendo sido decorrente principalmente do foco da Profarma dado aos clientes independentes no início do 4T08. Na análise do 2T09 por região geográfica, a melhor performance foi a da região sudeste com crescimento de 8,2% comparação com o mesmo período do ano anterior. Na análise por categoria, o destaque do 2T09 foi o segmento hospitalar + vacinas, com crescimento de 47,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Vale ressaltar ainda como destaque a performance da categoria genéricos que apresentou crescimento de 39,6% em relação ao trimestre anterior, desempenho superior ao crescimento de 18,0% do mercado nacional de genéricos no mesmo período. Evolução da Receita Bruta (R$ Milhões) 764,3 741,2 661,8 2T08 1T09 2T09 Composição da Receita Bruta (R$ Milhões) 2T09 2T08 Var. % 1T09 Var. % Branded 514,0 518,7 -0,9% 453,9 13,2% Genéricos 41,2 42,4 -2,8% 29,5 39,6% OTC 153,3 131,4 16,7% 129,3 18,5% Higiene Pessoal e Cosméticos 27,0 29,2 -7,5% 23,2 16,4% Hospitalar + Vacinas 28,9 19,5 47,9% 25,8 11,8% Total 764,3 741,2 3,1% 661,8 15,5%
  • 6. Lucro Bruto e Receitas de Serviços a Fornecedores No 2T09, o lucro bruto consolidado atingiu R$ 82,9 milhões, o que representou uma margem bruta de 12,8%, 3.0 pontos percentuais acima da margem bruta do 2T08, quando alcançamos um lucro bruto de R$ 62,9 milhões e 2.5 pontos percentuais acima da margem bruta alcançada no trimestre anterior. É importante para melhor entendimento do comportamento da margem bruta efetiva, adicionar ao lucro bruto as receitas de serviços a fornecedores, tendo em vista a relevância desta modalidade de serviço no mix de vendas da Companhia. No 2T09, as receitas de serviços a fornecedores reduziram 1.1 ponto percentual na comparação com o mesmo período do ano anterior e de 0.4 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, principalmente em função do aumento da parcela destas receitas reembolsadas através de descontos comerciais adicionais. Desta forma, adicionando-se ao lucro bruto as receitas de serviços a fornecedores, a margem bruta do 2T09 atingiu 13,4%, 2.0 pontos percentuais maior quando comparada a margem bruta do 2T08 e 2.2 pontos percentuais com relação a margem bruta verificada no 1T09. O aumento da margem bruta verificado no 2T09 em relação ao trimestre anterior, foi devido principalmente ao impacto do aumento de preços ocorrido em 31 de março de 2009, estimado em 2.0 pontos percentuais ou R$ 12,9 milhões e também devido à continuidade de um ambiente competitivo mais conservador no mercado. Lucro Bruto e Receita de Serviços a Fornecedores (R$ milhões e % da Receita Líquida) 13,4% 11,4% 11,2% 3,7 10,5 5,3 82,9 62,9 57,8 2T08 1T09 2T09 Lucro Bruto Receita de Serviços a Fornecedores Margem Bruta (% Receita Líq) Despesas Operacionais No 2T09, as despesas operacionais, representadas pelas despesas administrativas, comerciais e de logística (excluindo depreciação, receita de serviços a fornecedores e outras receitas) atingiram R$ 49,9 milhões, ou 7,7% da receita líquida, 0.3 ponto percentual abaixo do mesmo período do ano anterior e 0.5 ponto percentual menor quando comparada ao trimestre anterior. Importante ressaltar que neste total está incluída uma provisão adicional de INSS no montante de R$ 3,1 milhões referentes a uma ação judicial junto ao INSS relativa ao questionamento da constitucionalidade do seguro de acidentes de trabalho. Esta provisão refere-se aos anos de 1999 e 2000 e, portanto é não recorrente.
  • 7. Desta forma na análise das despesas operacionais excluindo-se esta provisão, teríamos uma redução real de cerca de 9,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo 7,2% das receitas operacionais líquidas ou R$ 46,8 milhões, principalmente em função da redução nas despesas comerciais, 0.7 ponto percentual ou R$ 4,5 milhões. Esta queda foi devida principalmente em função da redução das despesas de propaganda, relacionadas a prêmios concedidos a determinados clientes em função do cumprimento de volumes de venda mínimos pré-acordados. Da mesma forma, na comparação das despesas operacionais totais do 2T09 com o trimestre anterior observamos uma queda real ainda maior de 11,7% ou 1.0 ponto percentual. Esta queda foi devida principalmente a uma redução de 0.7 ponto percentual nas despesas comerciais e de 0.3 ponto percentual nas despesas de logística. Na redução das despesas comerciais contribuíram tanto a redução das despesas com propaganda, em R$ 2,3 milhões como também o crescimento das vendas no período de 15,5% em relação ao trimestre anterior. Com relação às despesas de logística, podemos observar um pequeno crescimento em valor (R$ 0,6 milhão) que aliado ao crescimento nas vendas de 15,5% no período, representaram um ganho de escala de 0.3 ponto percentual. Na análise de outras receitas / (despesas) operacionais, observamos no 2T09 uma despesa de R$ 2,0 milhões em comparação a uma receita de R$ 1,3 milhão no mesmo período do ano anterior, principalmente em função da redução no montante de verbas obtidas junto à indústria para a realização de campanhas promocionais. Na comparação com o trimestre anterior, tivemos um aumento de despesas de R$ 1,8 milhão, principalmente em função de uma maior concentração de despesas relativas a campanhas promocionais neste período (R$ 0,6 milhão). Despesas Financeiras Líquidas As despesas financeiras líquidas atingiram R$ 8,5 milhões no 2T09, representando uma redução de R$ 0,2 milhão em relação ao mesmo período do ano anterior. Importante ressaltar que nas despesas financeiras deste trimestre está incluída uma provisão adicional de juros no valor de R$ 2,5 milhões referente a ação judicial junto ao INSS relativa ao questionamento da constitucionalidade do seguro de acidentes de trabalho. Esta provisão refere-se aos anos de 1999 e 2000 e, portanto é não recorrente. Desta forma, na análise das despesas financeiras líquidas excluindo-se esta provisão, teríamos uma redução de R$ 2,7 milhões, principalmente relacionada a redução de 30,0% no nível de endividamento da Companhia. Nesta mesma base, comparando-se as despesas financeiras líquidas deste trimestre com o 1T09, observamos uma redução de R$ 1,8 milhões, principalmente em função da redução dos efeitos financeiros líquidos de ajuste a valor presente (AVP) de R$ 1,6 milhão referentes a Lei nº. 11.638/07. Lucro Líquido No 2T09 o lucro líquido consolidado atingiu R$ 17,9 milhões ou 2,8% da receita operacional líquida, representando um incremento de 66,2% em relação ao mesmo período do ano anterior (R$ 10,8 milhões, com 1,7% de margem líquida) e de 167,2% em relação ao trimestre anterior (R$ 6,7 milhões, com 1,2% de margem líquida), tornando-se assim a melhor marca alcançada pela empresa em trimestres semelhantes desde o ano de 2006. Este resultado foi devido principalmente ao aumento da margem operacional da Companhia no período, atingindo 5,2% da receita operacional líquida, representando um incremento de 1.7 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior e de 2.4 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior.
  • 8. Importante ressaltar que excluindo deste resultado a provisão adicional não recorrente de INSS descrita anteriormente, o lucro líquido da Companhia atingiria R$ 21,6 milhões, ou 3,3% da receita operacional líquida, representando assim um crescimento de 100,0% e de 222,4% em relação ao 2T08 e ao 1T09, respectivamente. Lucro Líquido (R$ milhões e % da Receita Líquida) 2,8% 1,7% 1,2% 17,9 10,8 6,7 2T08 1T09 2T09 Ebitda No 2T09 a Companhia atingiu um ebitda de R$ 37,8 milhões, representando uma margem ebitda de 5,8%, sendo esta a maior margem já alcançada pela empresa em trimestres comparáveis (2Ts) nos últimos quatro anos, mesmo levando-se em consideração o 2T06, quando o aumento de preço foi similar ao do 2T09, porém a margem ebitda foi de 4,0%. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior o incremento foi de R$ 14,2 milhões ou 2.1 pontos percentuais, principalmente em função do aumento da margem operacional da Companhia em 1.7 ponto percentual. Da mesma forma, na comparação com o trimestre anterior observamos um aumento de R$ 20,7 milhões ou 2.8 pontos percentuais, também relacionado principalmente ao incremento na margem operacional da empresa em R$ 17,7 milhões ou 2.4 pontos percentuais. (R$ Milhões) 2T09 2T08 Var. % 1T09 Var. % Lucro Líquido 17,9 10,8 66,2% 6,7 166,0% Despesas não-recorrentes 3,1 0,0 - 0,2 - IR / CS 6,9 3,0 128,5% 1,1 529,6% Despesas Financeiras 8,5 8,7 -2,6% 7,8 9,0% Depreciação e Amortização 1,4 1,1 24,7% 1,3 3,9% EBITDA 37,8 23,6 60,0% 17,1 120,7% Margem EBITDA 5,8% 3,7% 59,1% 3,0% 92,2%
  • 9. Ebitda e Margem Ebitda (R$ milhões e % da Receita Líquida) 5,8% 3,7% 3,0% 37,8 23,6 17,1 2T08 1T09 2T09 Endividamento A posição da dívida líquida ao final do 2T09 alcançou R$ 110,8 milhões, representando uma redução de R$ 9,9 milhões em relação à posição de março de 2009 de R$ 120,7 milhões, principalmente em função da geração positiva de caixa nas atividades operacionais de R$ 26,3 milhões ocorrida neste período. Desta forma, a relação dívida líquida / ebitda da Companhia foi reduzida pelo segundo trimestre consecutivo em 25,0%, alcançando 1,2x ao final do 2T09. É importante ressaltar que neste 2T09, a Profarma liquidou R$ 46,4 milhões em empréstimos de curto prazo que carregavam o impacto dos altos spreads e taxas de juros verificados no decorrer do 4T08. Desta forma, a totalidade da dívida restante da Companhia, R$ 145,4 milhões, não estará afetada pelos altos spreads verificados a partir do 4T08, e assim retornando aos spreads negociados por ocasião do alongamento da dívida da Profarma levado a efeito no 4T07, de cerca de 10% acima do CDI. Fluxo de Caixa RESUMO FLUXO DE CAIXA (R$ Milhões) 2T09 2T08 Var. % 1T09 Var. % Fluxo de Caixa (Aplicado) / Gerado nas Atividades Operacionais 26,3 (24,0) - 36,6 - Geração Interna de Caixa 24,8 16,7 48,4% 11,4 117,5% Variação Ativos Operacionais 1,5 (16,2) - 25,2 - Duplicatas a Receber (33,2) (11,6) -187,1% 51,5 -164,4% Estoque 11,5 (0,3) - 8,3 - Fornecedores 18,4 (4,2) - (25,3) - Outros 4,8 (0,1) - (9,4) - Fluxo de Caixa (Aplicado) nas Atividades de Investimento (2,7) (3,1) 13,8% (3,3) 20,1% Fluxo de Caixa (Aplicado) / Gerado nas Atividades de Financiamento (61,1) 38,5 - (6,2) - Acréscimo / (Decréscimo) Líquido de Caixa (37,4) 11,5 - 27,1 -
  • 10. 3T06 4T06 1T07 2T07 3T07 4T07 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 2T09 Ciclo de Caixa (Dias) * 49,3 53,4 62,5 69,6 67,8 64,3 68,8 67,2 61,8 65,8 67,9 58,7 Dias de Contas a Receber (1) 45,2 50,0 54,6 53,1 50,9 51,7 50,7 49,2 47,0 45,9 42,4 40,5 Dias de Estoque (2) 33,1 44,7 43,4 47,2 41,3 48,6 47,9 45,7 42,5 49,9 54,0 46,5 Dias de Fornecedores (3) 29,0 41,3 35,6 30,7 24,5 36,0 29,8 27,7 27,7 29,9 28,5 28,4 * Média (1) Base Média de Venda Bruta no Trimestre (2) Base Média de CMV no Trimestre (3) Base de CMV no Trimestre As disponibilidades da Profarma no 2T09 apresentaram uma redução de R$ 37,4 milhões, principalmente em função dos R$ 61,1 milhões aplicados nas atividades de financiamento, R$ 2,7 milhões utilizados nas atividades de investimento, compensados pela geração de caixa nas atividades operacionais de R$ 26,3 milhões. Neste 2T09, a Companhia atingiu seu menor ciclo de caixa, 58,7 dias, desde dezembro de 2006. Esta expressiva queda de 9,2 dias significou uma redução de capital de giro de cerca de R$ 63,1 milhões. Contribuíram para esta redução, a queda pelo sexto trimestre consecutivo do prazo médio de vendas da Cia (1,9 dias) e também a expressiva redução de 7,5 dias em nosso nível de estoques, atingindo 46,5 dias ao final deste 2T09. Os recursos gerados nas atividades operacionais de R$ 26,3 milhões foram decorrentes principalmente da geração interna de caixa de R$ 24,8 milhões e da variação positiva nos ativos operacionais de R$ 1,5 milhão. A geração interna de caixa no segundo trimestre deste ano de R$ 24,8 milhões foi 117,5% maior quando comparada ao trimestre anterior, principalmente em função do aumento do lucro líquido no período em R$ 11,2 milhões. A variação positiva dos ativos operacionais de R$ 1,5 milhão foi devida principalmente a uma redução no saldo de estoques, R$ 11,5 milhões, a um aumento no saldo de fornecedores de R$ 18,4 milhões e a uma redução no saldo de impostos a recuperar de R$ 5,1 milhões. Estes recursos foram consumidos parcialmente pelo aumento no saldo de contas a receber de R$ 33,2 milhões. No 2T09 os R$ 61,1 milhões utilizados nas atividades de financiamento foram direcionados principalmente para a redução líquida de R$ 46,4 milhões na posição de empréstimos neste período e também para os recursos aplicados nos planos de recompra de ações da Companhia, R$ 10,6 milhões. Neste segundo trimestre do ano, os R$ 2,7 milhões aplicados nas atividades de investimento foram direcionados principalmente para máquinas e equipamentos, no montante de R$ 1,4 milhão.
  • 11. DESEMPENHO OPERACIONAL (R$ Milhões) 2T09 2T08 Var. % 1T09 Var. % Indicadores Nível de Serviço 92,0% 92,8% -0.8 p.p. 90,7% 1.3 p.p. 1 Logís tica - E.P.M. 112,0 98,0 14,3% 95,0 17,9% Logís tica - Produtividade 79,1 81,0 -2,3% 71,8 10,2% Venda por m 2 de depós ito 14,7 15,5 -5,2% 12,7 15,5% Venda m édia por Centro de Dis tribuição 63,7 67,5 -5,6% 55,1 15,5% Venda por Pedido Eletrônico 59,6% 58,9% 0.7 p.p. 56,1% 3.5 p.p. 1 - Erro s po r m ilhão Nível de Serviço Este indicador mede o percentual de unidades atendidas em relação às unidades pedidas por nossos clientes e é um dos fatores fundamentais para eles na escolha de um distribuidor. O nível de serviço no 2T09 foi de 92,0%, uma queda de 0.8 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior e uma melhora de 1.3 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, variações estas consideradas em níveis esperados e aceitáveis pela Companhia. Logística – Erros por Milhão (E.P.M.) Este indicador mede o número de erros cometidos por milhão de unidades expedidas e também é de grande relevância para nossos clientes já que diminui a quantidade de retrabalhos necessários para acertar o pedido, além do risco adicional de perda de venda pelo produto não ter sido entregue corretamente. Na comparação do 2T09 com o 2T08, este indicador apresentou um aumento na quantidade de erros por milhão de 14,3%, chegando a 112.0 E.P.M. no 2T09 frente a 98.0 no 2T08, principalmente relacionado ao ajuste da produção ao maior número de pedidos atendidos em função do aumento da participação de clientes médios e pequenos no mix de vendas da Companhia. Na comparação do 2T09 com o trimestre anterior observamos um aumento de 17,9%, principalmente em função da recorrente mudança no perfil de venda em uma de nossas filiais, aumentando o número de cortes de produção com curto intervalo de tempo, cujos impactos já foram minimizados ao longo do mês de julho. Logística – Produtividade Este indicador mede o total de unidades expedidas por homem / hora trabalhada na área de logística (depósito e expedição), de tal forma que possamos acompanhar e controlar os reflexos de suas variações na despesa total da área, sendo de fundamental importância para buscarmos sempre a menor estrutura de custos para a empresa. O nível de produtividade no 2T09 foi 79,1 resultado 2,3% menor que o resultado registrado no 2T08, principalmente em função da mudança do perfil de vendas da Companhia. Em comparação ao trimestre anterior houve um aumento de 10,2%, chegando a 79,1 frente a 71,8, principalmente relacionado ao crescimento das vendas de 15,5% ocorrido neste trimestre.
  • 12. Venda por metro quadrado de depósito e Venda média por Centro de Distribuição Estes indicadores medem a eficiência e produtividade de nossos centros de distribuição, com o principal objetivo de buscar sempre a menor estrutura de custos para a empresa. Na comparação do 2T09 com o mesmo período do ano anterior, o indicador venda por metro quadrado de depósito apresentou uma redução de 5,2%, principalmente em função do aumento de capacidade instalada, representada por diversas ações ao longo deste período: inauguração do centro de Distribuição exclusivo para Hospitais e Vacinas (junho de 2008), ampliação do Centro de Distribuição de Minas Gerais (dezembro de 2008), mudança do Centro de Distribuição da Bahia (fevereiro de 2009) e ampliação no Centro de Distribuição de São Paulo (março de 2009). Na comparação do 2T09 com o 1T09, este indicador apresentou um aumento de 15,5%, principalmente relacionado ao crescimento das vendas de 15,5% apresentada neste trimestre. O indicador venda média por centro de distribuição apresentou um decréscimo de 5,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior, principalmente em função da inauguração do Centro de Distribuição exclusivo para os segmentos Hospitalar e Vacinas realizada em junho de 2008. Com relação ao trimestre anterior observamos um acréscimo de 15,5%, alinhado com o crescimento da Companhia no mesmo período. Venda através de Pedido Eletrônico Este indicador mede a parcela das vendas recebidas por meio eletrônico e tem como objetivo agilizar e melhorar a qualidade de nosso processo de captura de pedidos, assim como, reduzir as despesas com tele- marketing, dado que o tempo médio de um pedido eletrônico é 50% inferior ao de um pedido realizado pelo telefone. Este serviço permite ao cliente, entre outras vantagens, receber imediatamente o retorno das quantidades atendidas e um espelho da nota fiscal para que o processo de entrada dos produtos seja mais rápido e sem erros. O volume de vendas através do pedido eletrônico continua evoluindo, alcançando no 2T09 59,6% do total das vendas, o que representa aumento de 0.7 ponto percentual e de 3.5 ponto percentual em comparação ao 2T08 e 1T09, respectivamente. Vale ressaltar que mesmo tendo aumentado a participação de clientes pequenos e médios nas vendas da Companhia – motivo este responsável no trimestre anterior pela queda do indicador – a Profarma tem como objetivo aumentar a venda através do pedido eletrônico, já tendo retornado aos níveis apresentados antes desta alteração de mix de clientes. Capex No 2T09 os investimentos totalizaram R$ 2,8 milhões representando uma redução de R$ 0,3 milhão em relação ao mesmo período do ano anterior e uma redução R$ 0,7 milhão em relação ao trimestre anterior. Estas variações foram ocasionadas principalmente em função da redução de R$ 0,2 milhão dos investimentos direcionados à tecnologia de informação (software) na comparação com o mesmo período do ano anterior e da redução de R$ 0,9 milhão em máquinas e equipamentos na comparação com o trimestre anterior.
  • 13. MERCADO DE CAPITAIS Performance da Ação As ações da Profarma encerraram o 2T09 cotadas a R$ 10,30 representando um aumento de 121,5% em relação ao valor alcançado em março de 2009, R$ 4,65. É importante ressaltar que ao final do mês de julho (31/07/2009), as ações apresentaram uma valorização de 31,1%, acumulando no ano uma performance de 154,7%, acima da valorização do Ibovespa no mesmo período que foi de 45,8%. Mesmo com esta valorização, o valor das ações da Companhia, assim como é o caso de várias empresas no Brasil, encontra- se abaixo do seu valor patrimonial, que foi de R$ 13,88 em 30 de junho de 2009. Evoluçã o Com pa ra tiva Açõe s da Profa rm a (PFRM3) Ibovespa (1) IGC(1) Pr e ço da Ação R$ 4.65 40.925 3.878 31/03/09 Pr e ço da Ação R$ 10.30 51.465 4.944 30/06/09 Var. (%) 121.5% 25.8% 27.5% Nota (1): Evolução comparativa em pontos-base do Índice Profarma vs Ibovespa 195 194 175 155 137 135 115 95 75 55 35 15 29-Dez-08 30-Jan-09 28-Fev-09 31-Mar-09 30-Abr-09 29-Mai-09 30-Jun-09 Ibovespa Profarma No ano de 2008, o aprofundamento da crise do subprime provocou um processo de desalavancagem financeira sem precedentes, aliada à escassez de crédito. O impacto se fez sentir em maior escala nas empresas chamadas small caps, tendo em vista a expressiva redução de liquidez provocada pela elevação da aversão a risco nos mercados financeiros. Um fluxo bastante comum neste período foi a migração dos investidores das Companhias chamadas mid e small caps para as large caps, que em tempos de turbulência mostram-se ações mais defensivas levando-se em consideração principalmente a liquidez. Em 2009 a retomada do crescimento da Bovespa e o retorno de investidores para ações das Companhias chamadas mid e small caps ajudaram a fomentar de forma expressiva a negociabilidade da Profarma, como é mostrado no quadro abaixo.
  • 14. Média Diária - Ações e Nº de Negócios 180.000 70 Retorno às Mid 160.000 e Small Caps 60 140.000 quantidade de ações 50 nº de negócios nº de negócios 120.000 100.000 40 80.000 Queda na liquidez 30 60.000 Mid, Small Large Ações 20 40.000 10 20.000 Negócios 0 0 2-jan-08 2-mai-08 2-set-08 2-jan-09 2-mai-09 Fonte: Economática - a métrica média diária utilizada no gráfico consiste na média dos últimos trinta pregões anteriores a cada dia para a quantidade de ações e para o número de negócios, segundo padrão Bovespa. A Profarma anunciou ao mercado no dia 22 de maio de 2009, um novo Programa de Recompra de Ações da Companhia estipulando a quantidade máxima de ações a serem adquiridas de 1.570.000 ações ordinárias. Em 30 de junho de 2009 a Profarma já havia adquirido 417.100 ações ordinárias, representando 26,6% do plano total. O objetivo desta operação é procurar maximizar a geração de valor para os acionistas, tendo em vista o valor de cotação das ações na Bovespa. RELACIONAMENTO COM OS AUDITORES INDEPENDENTES Em atendimento à Instrução CVM nº. 381, de 14 de janeiro de 2003, sobre a necessidade de divulgação pelas Entidades auditadas de informações sobre a prestação de outros serviços pelo auditor independente que não sejam auditoria externa, a Profarma informa que, a política da Companhia na contratação de serviços não relacionados à auditoria externa junto aos seus auditores independentes visa a assegurar que não haja conflito de interesses, perda de independência ou objetividade e se baseiam nos princípios que preservam a independência do auditor. O trabalho de revisão especial do trimestre findo em 30 de junho de 2009 foi realizado pela KPMG Auditores Independentes, que não prestou serviços não relacionados à auditoria no período.
  • 15. PRÓXIMOS EVENTOS • Teleconferência – Resultados do 2° Trimestre de 2009 Data: Terça-feira, 04 de agosto de 2009. Português 10h00 a.m (horário de Brasília) Telefone: (11) 2188-0188 Replay: (11) 2188-0188 Código: PROFARMA Inglês 12:00 p.m. (horário de Brasília) Telefone: +1 (973) 935-8893 Código: 20269008 Replay: +1 (706) 645-9291 Código: 20269008 Transmissão ao vivo pela internet: http://www.profarma.com.br/ri
  • 16. Anexo I – Demonstração de Resultados* (R$ Milhares) Trim estres Findos em : Consolidado 2T09 % 2T08 % 1T09 % Receita Operacional Bruta: Venda de Produtos 764.309 741.200 661.750 764.309 118,2% 741.200 115,3% 661.750 117,5% Deduções Receita Operacional Bruta: Im pos tos e Outras D eduções (117.789) (98.430) (98.781) Receita operacional líquida 646.520 100,0% 642.770 100,0% 562.969 100,0% Cus tos Mercadorias Vendidas e Serviços Pres tados (563.591) (579.850) (505.141) Lucro Bruto 82.929 12,8% 62.920 9,8% 57.828 10,3% Receitas (Despesas) Operacionais Gerais e Adm inis trativas (16.408) (13.127) (11.151) Com erciais e Marketing (14.953) (19.453) (16.817) Logís tica e Dis tribuição (18.573) (18.541) (17.967) Depreciação e Am ortização (1.351) (1.083) (1.300) Receita Serviços a Fornecedores 3.712 10.519 5.320 Outras Receitas (Des pes as ) Operacionais (2.028) 1.306 (266) (49.601) -7,7% (40.379) -6,3% (42.181) -7,5% Resultado Operacional antes do Financeiro 33.328 5,2% 22.541 3,5% 15.647 2,8% Outras Receitas / Despesas 5 0,0% - 0,0% - 0,0% 5 0,0% - 0,0% - 0,0% Resultado Financeiro Receitas financeiras Outras 813 40 818 Receitas financeiras AVP 699 1.644 339 Des pes as finan Bancaria (5.208) (8.841) (5.491) Des pes as finan AVP (1.799) (1.266) (2.989) Des pes as finan Outras (3.025) (321) (492) (8.515) -1,3% (8.744) -1,4% (7.815) -1,4% Resultado Operacional 24.813 3,8% 13.797 2,1% 7.832 1,4% Resultado antes da Tributação 24.813 3,8% 13.797 2,1% 7.832 1,4% Tributação Provis ão para Im pos to de Renda (5.105) (2.182) (1.034) Provis ão para Contribuição Social (1.938) (832) (399) Provis ão para Im pos to de Renda Diferido 155 - 339 (6.888) -1,1% (3.014) -0,5% (1.094) -0,2% Lucro Líquido do Trim estre 17.925 2,8% 10.783 1,7% 6.738 1,2% Lucro por lote de m il ações (em R$) 518 297 186 Quantidade de ações ao final do período 34.600.000 36.300.000 36.300.000 * Refletindo os efeitos da nova lei nº. 11.638/07
  • 17. Anexo II – Balanço Patrimonial* (R$ Milhares) Trimestres Findos em: Ativo Consolidado Passivo Consolidado 30/06/09 30/06/08 31/03/09 30/06/09 30/06/08 31/03/09 Circulante: Circulante: Disponibilidades 34.586 44.627 71.978 Fornecedores 177.762 177.203 159.812 Contas a Receber de Clientes 344.122 404.793 312.110 Empréstimos e Financiamentos 28.285 63.298 79.205 Estoques 291.353 294.449 302.834 Salários e Contribuições Sociais 6.741 6.399 5.830 Impostos a Recuperar 138.885 114.716 143.953 Impostos e Taxas 20.920 21.957 20.656 Adiantamentos 1.708 1.199 1.171 Dividendos e Juros s/ Capital Próprio - - 4.061 Outras Contas a Receber 4.021 4.880 5.251 Outras Contas a Pagar 911 613 910 814.675 864.664 837.297 234.619 269.470 270.474 Não Circulante Não Circulante Realizável a Longo Prazo Exigível a longo prazo: Impostos e Taxas 18.194 15.323 14.008 Empréstimos e Financiamentos 117.122 144.608 113.520 Provisão para Contingências 8.057 8.416 8.536 Depósitos Judiciais 403 358 403 Outras Contas a Pagar 650 - - IR e CSLL diferidos 4.216 4.545 4.061 Resultado Exercícios Futuros Outras Contas a Receber 8.414 7.362 7.553 Incentivos Fiscais (RJ) - - - 13.033 12.265 12.017 144.023 168.347 136.064 Permanente: Patrimônio Líquido : Capital Social 393.578 393.578 393.578 Ações em Tesouraria (4.025) (6.441) Imobilizado tangível 23.663 17.775 22.337 Reserva de Capital 41.648 34.124 41.344 Imobilizado intangível 7.658 7.274 7.690 Reserva de Lucros 24.523 28.052 37.584 Diferido - - - Lucros Acumulados 24.663 8.407 6.738 31.321 25.049 30.027 480.387 464.161 472.803 Total do Ativo 859.029 901.978 879.341 Total do Passivo 859.029 901.978 879.341 * Refletindo os efeitos da nova lei nº. 11.638/07
  • 18. Anexo III – Fluxos de Caixa* (R$ Milhares) Trimestres Findos em: Consolidado 2T09 2T08 1T09 Atividades Operacionais Lucro Líquido do Período 17.925 10.783 6.738 Lucro Líquido do Período - Ajustado 17.925 10.783 6.738 Reconciliação do Lucro Líquido ao Caixa Líquido Depreciação e Amortização 1.351 1.083 1.280 Ajuste 11.638 (90) (86) (1.164) Prov. p/ Contingências 44 70 79 Juros sem Empréstimos (938) 4.120 4.054 IR e CS diferidos (155) - (339) Provisão Adicional de INSS 5.594 - - Outros 1.083 754 760 24.814 16.724 11.408 (Aumento) diminuição de Ativos Operacionais Duplicatas a Receber (33.187) (11.559) 51.522 Estoque 11.480 (285) 8.326 Impostos a Recuperar 5.068 (17.241) 3.480 Outros (168) 645 1.148 (16.807) (28.440) 64.476 Aumento (diminuição) de Passivos Operacionais Fornecedores 18.422 (4.211) (25.265) Salários e Contribuições 911 1.021 513 Impostos a Recolher (1.144) (8.918) (14.386) Outros 148 (136) (149) 18.337 (12.244) (39.287) Caixa aplicado nas Atividades Operacionais 26.344 (23.960) 36.597 Atividades de Investimento Adições ao imobilizado / Diferido (2.765) (3.092) (3.368) Baixas do imobilizado 101 - 34 Caixa (aplicado) oriundo das Atividades de Investimento (2.664) (3.092) (3.334) Atividades de Financiamento Dividendos Pagos (4.061) (7.279) - Ações em Tesouraria (10.646) - (1.675) Empréstimos e financiamentos (46.365) 45.812 (4.524) Caixa (aplicado) oriundo das Atividades de Financiamento (61.072) 38.533 (6.199) Aumento (diminuição) do Caixa (37.392) 11.481 27.064 Caixa Equivalente no Período Disponibilidades no final do período 34.586 44.627 71.978 Disponibilidades no início do período 71.978 33.146 44.914 (37.392) 11.481 27.064 * Refletindo os efeitos da nova lei nº. 11.638/07
  • 19. Anexo IV – Lei 11.638/07: Entendendo os impactos na Profarma Nas demonstrações financeiras da Profarma de 2008 a Cia. incorporou as alterações introduzidas pela lei nº. 11.638 de dezembro de 2007, com as modificações introduzidas pela medida provisória nº. 449, de 03/12/2008. Tanto a lei nº. 11.638 quanto a MP nº. 449 modificam a lei nº. 6404/76 relativamente a elaboração e divulgação das demonstrações financeiras. As alterações introduzidas foram normatizadas por pronunciamentos técnicos (CPCs) do Comitê de Pronunciamentos Contábeis e adotados na íntegra pela CVM. Estes pronunciamentos procuraram dar o entendimento definitivo de como seriam aplicadas estas mudanças nos próprios lançamentos contábeis. Conforme facultado pela lei nº. 11.638/07, a Companhia optou por adotar como data de transição, 01 de janeiro de 2007. Desta forma, todos os ajustes com impacto em resultado anteriores a esta data, foram efetuados diretamente contra o patrimônio líquido, conforme o pronunciamento técnico CPC nº. 13. É importante ressaltar que os ajustes a anos anteriores a 2007, que foram efetuados diretamente ao patrimônio líquido, não produziram efeitos retroativos sobre as demonstrações financeiras daqueles anos. Por outro lado, os ajustes resultantes das modificações introduzidas para os anos de 2007 e 2008, já estão incorporadas ao números publicados, produzindo todos os efeitos decorrentes, respeitando as definições emitidas através dos pronunciamentos técnicos (CPCs). Ao final de 2008, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis havia emitido 15 CPCs, que de certa forma resumem as principais mudanças introduzidas pela nova lei nº 11.638/07 e pela nova MP nº 449/08. No caso da Profarma, tivemos ajustes a serem realizados referentes a 7 CPCs, que a seguir descreveremos para melhor compreensão das alterações nas demonstrações de resultados relativas aos anos de 2007 e de 2008 e que passarão a ser refletidos nas demonstrações financeiras dos anos subseqüentes. - CPC nº. 7 - Subvenção Governamental: De acordo com o CPC nº. 07 que trata de subvenções e assistências governamentais, o benefício fiscal de ICMS que anteriormente não era reconhecido no resultado (sendo contabilizado diretamente a patrimônio líquido), passa a ser a partir da data de adoção inicial da nova lei, 01/01/2007 no caso da Profarma. Ainda de acordo com o CPC nº. 07, esta modificação não é aplicável ao ano de 2006, tendo em vista esta data de adoção inicial escolhida pela Companhia. Com relação ao tratamento fiscal relativo a IR/CS e de base para dividendos a CPC nº. 07 define que ficam mantidos os procedimentos anteriores, ou seja, sobre este benefício fiscal não incidem IR/CS e ele não integra a base de cálculo de dividendos. - CPC nº. 12 - Ajustes a Valor Presente: De acordo com a nova lei nº. 11.638/07 e seguindo o pronunciamento técnico (CPC) nº. 12, determinadas contas a receber (clientes) e a pagar (fornecedores) de longo prazo passam a ser ajustados a valor presente com base em taxas de juros específicas. No caso da Profarma, em contas a receber estão ajustados todos os títulos com vencimentos superiores ao prazo médio de venda de cada trimestre, utilizando-se como taxa de juros para o ajuste, o custo médio da dívida da Profarma neste mesmo período.
  • 20. Da mesma forma, em contas a pagar estão ajustados todos os títulos com vencimentos superiores ao prazo médio de compra de cada trimestre, utilizando-se como taxa de juros, o custo médio da dívida da Companhia neste mesmo período. Os efeitos destes ajustes estão refletidos nas demonstrações de resultados da seguinte forma: • Contas a receber (clientes): a contrapartida dos ajustes a valor presente de contas a receber é na receita bruta (redução da receita bruta). Os ajustes no contas a receber são considerados como receitas financeiras e serão apropriados a resultado (na conta receita financeira / AVP) à medida que os títulos forem sendo liquidados. • Contas a pagar (fornecedores): a contrapartida dos ajustes a valor presente de contas a pagar é em parte no custo de mercadorias vendidas (redução do CMV) e em parte no estoque (redução do estoque). Os ajustes de fornecedores são considerados como despesas financeiras e serão apropriados a resultado (na conta despesas financeiras / AVP) à medida que estes títulos forem sendo liquidados. - CPC nº. 14 - Pagamentos baseados em Ações (Stock Options): O benefício concedido a administradores e empregados através do plano de opções de compra de ações passa a ser registrado como despesa operacional. No cálculo do valor do benefício foi utilizado o método binomial, Black&Scholes e os efeitos resultantes apropriados conforme a data de vencimento de cada parcela do plano de opções. - Demais CPCs - nº. 04, nº. 06, nº. 10 e nº. 13: Com relação aos demais CPCs aplicáveis a Profarma, nº. 04 – Ativo Intangível, nº. 06 – Arrendamento Mercantil, nº. 10 – Instrumentos Financeiros e nº. 13 – Adoção Inicial da Lei nº. 11.638/07, os impactos nos anos de 2008 e 2009 foram menores se comparados aos demais e seus efeitos podem ser encontrados nas notas explicativas.
  • 21. Sobre: a Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A. atua há 48 anos na distribuição de produtos farmacêuticos, higiene pessoal e cosméticos, nos mais populosos estados brasileiros. Com 12 centros de distribuição, sendo um deles exclusivo para os segmentos hospitalar e vacinas, a Profarma comercializa aproximadamente 18,0 milhões de unidades por mês e atende a 30.870 pontos de venda, consolidando-se entre as empresas líderes deste setor no Brasil. Cobrindo uma área geográfica que representou 91,0% do mercado consumidor de produtos farmacêuticos do Brasil em 2009, a Profarma, com sua equipe especializada e comprometida, busca tornar-se o maior e mais rentável distribuidor atacadista de produtos farmacêuticos no Brasil por meio de resultados consistentes e sustentáveis, mantendo baixos custos operacionais, fortalecendo suas vantagens competitivas e maximizando valor para os acionistas. Nós fazemos declarações sobre eventos futuros que estão sujeitas a riscos e incertezas. Tais declarações têm como base crenças e suposições de nossa Administração e informações a que a Companhia atualmente tem acesso. Declarações sobre eventos futuros incluem informações sobre nossas intenções, crenças ou expectativas atuais, assim como aquelas dos membros do Conselho de Administração e Diretores da Companhia. As ressalvas com relação a declarações e informações acerca do futuro também incluem informações sobre resultados operacionais possíveis ou presumidos, bem como declarações que são precedidas, seguidas ou que incluem as palavras "acredita", "poderá", "irá", "continua", "espera", "prevê", "pretende", "planeja", "estima" ou expressões semelhantes. As declarações e informações sobre o futuro não são garantias de desempenho. Elas envolvem riscos, incertezas e suposições porque se referem a eventos futuros, dependendo, portanto, de circunstâncias que poderão ocorrer ou não. Os resultados futuros e a criação de valor para os acionistas poderão diferir de maneira significativa daqueles expressos ou sugeridos pelas declarações com relação ao futuro. Muitos dos fatores que irão determinar estes resultados e valores estão além da capacidade de controle ou previsão da Profarma.

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