BIOLOGIA E CONTROLE
DE ABELHAS E VESPAS
ABELHAS - O QUE SÃO?
 São artrópodos, insetos,
encontrados em todo o Brasil
e quase em todo o mundo,
sendo cerca de 20.00...
ABELHAS - INTRODUÇÃO
 Em 1839, na Região Sul de nosso País, foram
introduzidas abelhas da subespécie Apis
mellifera melli...
ABELHAS - INTRODUÇÃO
 Em 1956, foram
introduzidas as
abelhas africanas,
todas visando
intenções comerciais
de mel e seus
...
 Muitas espécies são criadas para a retirada de
produtos, como a abelha Jataí
 Algumas abelhas amedrontam pessoas, como ...
INTRODUÇÃO:
ASPECTOS LEGAIS
O IBAMA, conforme IN (Instrução Normativa)
141 de 19 e dezembro de 2006, em seu artigo
1º cita...
ABELHAS - HÁBITOS
 São úteis na polinização de flores, aumentando a
produção de frutos e grãos
 Na escassez de néctar, i...
ABELHAS - HÁBITOS
 Possuem uma dispersão muito grande
 O hibridismo criado entre as abelhas
africanas e as européias, de...
ABELHAS - HÁBITOS
 Muitas espécies de himenópteros parasitam
ninhos de outras espécies, onde colocam seus
ovos e com isto...
ABELHAS - HÁBITOS
 Outras fazem os ninhos no solo, em frestas de
madeira ou em árvores e vivem em castas
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 A longevidade da rainha é grande, podendo
viver de 3 a 4 anos. Após o declínio de sua
fertilidade as operárias providenc...
ABELHAS – CICLO BIOLÓGICO
 A abelha fêmea geralmente se acasala logo no início
de sua vida adulta e carrega os espermatoz...
 Apresentam metamorfose completa, passando
pelos estágios de ovo, larva, pupa, e adulto
 O ovo da abelha apresenta forma...
 Os ovos são colocados no interior das células
construídas pelas fêmea (ninho)
 Após a eclosão, nascem as larvas na form...
 Exemplo das fases:
 POB (pupa de olho branco) -
ainda despigmentada
 POR (pupa de olho rosa) –
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ABELHAS - ESPÉCIES MAIS COMUNS
 Apis mellifera scutellata (abelha africana)
 Apis mellifera ligustica (de origem italian...
Irapuá
 Também conhecida como Arapuá ou abelha
cachorro (Trigona spinipes) esta espécie de abelha
é um problema para os p...
CARACTERÍSTICAS DAS ABELHAS
EUROPÉIAS E AFRICANAS
 São praticamente iguais no aspecto
 Protegem a colméia e picam para d...
CARACTERÍSTICAS DAS
ABELHAS AFRICANAS
 Respondem rapidamente e atacam em enxames
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O VENENO DA ABELHA É UMA SUBSTÂNCIA
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VESPAS
VESPAS
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em todo o Brasil e conhecidos também como
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VESPAS
 No Brasil encontramos apenas a subfamília
Polistinae, que compreende 22 gêneros e 304
espécies cosmopolitas
VESPAS
 Atuam na polinização das plantas e fazem
controle de pragas agrícolas, sendo
carnívoras, e utilizando de insetos,...
VESPAS - HÁBITOS
 Possuem grande capacidade
predatória, atacando lagartas,
larvas, abelhas, percevejos,
moscas, pulgões e...
VESPAS - HÁBITOS
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podem tornar-se perigosas e ser
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VESPAS - HÁBITOS
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celulose, substâncias
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VESPAS – CICLO BIOLÓGICO
 O ciclo biológico
dos marimbondos
assemelha-se ao
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VESPAS - ESPÉCIES MAIS COMUNS
 Marimbondo–tatu
(Synoeca cyanea)
 Marimbondo-cavalo
(Pepsis fabricius)
VESPAS - ESPÉCIES MAIS COMUNS
Polistes lanio lanio
VESPAS - ESPÉCIES MAIS COMUNS
Polistes versicolor
VESPAS - ESPÉCIES MAIS COMUNS
Polybia ignobilis
VESPAS - ESPÉCIES MAIS COMUNS
Polybia paulista
VESPAS - ESPÉCIES MAIS COMUNS
Agelaia pallipes pallipes
VESPAS - ESPÉCIES MAIS COMUNS
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ABELHAS E VESPAS – DANOS
 O veneno das abelhas e das vespas, é uma mistura
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ABELHAS E VESPAS – DANOS
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MEDIDAS PREVENTIVAS CONTRA
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 Use roupas claras, pois as escuras atraem as
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 Evite movimentos bruscos e excessivos
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 Para remover colméias, chame os
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municipais ou uma firma especializada
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FIM
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Biologia e controle de abelhas e vespas

  1. 1. BIOLOGIA E CONTROLE DE ABELHAS E VESPAS
  2. 2. ABELHAS - O QUE SÃO?  São artrópodos, insetos, encontrados em todo o Brasil e quase em todo o mundo, sendo cerca de 20.000 espécies  Pertencem à ordem Hymenoptera, a mesma das formigas
  3. 3. ABELHAS - INTRODUÇÃO  Em 1839, na Região Sul de nosso País, foram introduzidas abelhas da subespécie Apis mellifera mellifera e em 1870, foram trazidas as abelhas italianas, subespécie Apis mellifera ligustica
  4. 4. ABELHAS - INTRODUÇÃO  Em 1956, foram introduzidas as abelhas africanas, todas visando intenções comerciais de mel e seus produtos, como cera, geléia real e própolis
  5. 5.  Muitas espécies são criadas para a retirada de produtos, como a abelha Jataí  Algumas abelhas amedrontam pessoas, como as mamangabas, pois são grandes e peludas  As espécies brasileiras são, na maioria das vezes, de coloração negra com áreas amareladas no corpo  Com o estabelecimento da Lei nº. 5197, de 03/01/67, Lei de Proteção à Fauna foi estabelecida a proibição da sua utilização, perseguição, destruição, caça ou apanha, portanto fica proibido o extermínio de abelhas nativas, pois estão protegidas por lei INTRODUÇÃO: ASPECTOS LEGAIS
  6. 6. INTRODUÇÃO: ASPECTOS LEGAIS O IBAMA, conforme IN (Instrução Normativa) 141 de 19 e dezembro de 2006, em seu artigo 1º cita “Regulamentar o controle e o manejo ambiental da fauna sinantrópica nociva.” onde, no corpo desta legislação, informa que as abelhas podem ser consideradas “fauna sinantrópica nociva”, passível de controle químico, desde que ocorra um estudo, documentado, para esta classificação pelo órgão estadual / municipal competente
  7. 7. ABELHAS - HÁBITOS  São úteis na polinização de flores, aumentando a produção de frutos e grãos  Na escassez de néctar, invadem residências, docerias e padarias, em busca de substâncias açucaradas  Voam até 2 quilômetros à procura de alimento
  8. 8. ABELHAS - HÁBITOS  Possuem uma dispersão muito grande  O hibridismo criado entre as abelhas africanas e as européias, deu origem as abelhas africanizadas  Um ninho de Apis mellifera pode conter até 60.000 abelhas, sendo muitas operárias, alguns zangões e uma rainha  Além de se abrigar em árvores, podem fazê-lo em caixas abandonadas, buracos etc
  9. 9. ABELHAS - HÁBITOS  Muitas espécies de himenópteros parasitam ninhos de outras espécies, onde colocam seus ovos e com isto, matam as larvas hospedeiras  As espécies parasitas não transportam pólen e são espécies solitárias, não fazendo colônias
  10. 10. ABELHAS - HÁBITOS  Outras fazem os ninhos no solo, em frestas de madeira ou em árvores e vivem em castas sociais, como fazem as formigas e os cupins
  11. 11.  Normalmente existe somente uma rainha em uma colônia de Apis. Ela é bem maior do que as operárias e zangões, sendo assim facilmente identificada. Possui movimentos mais lentos e está sempre rodeada por um número considerável de operárias que estão constantemente oferecendo-lhe alimento, a geléia real. Esta rainha é responsável pela postura dos ovos ABELHAS - HÁBITOS
  12. 12.  A longevidade da rainha é grande, podendo viver de 3 a 4 anos. Após o declínio de sua fertilidade as operárias providenciam uma nova rainha, o que se faz alimentando-se uma larva com geléia real. A colméia é composta por várias células ou favos que as operárias constroem com cera. Em cada célula é colocado um ovo que após a eclosão das larvas é continuamente alimentada pelas operárias ABELHAS - HÁBITOS
  13. 13. ABELHAS – CICLO BIOLÓGICO  A abelha fêmea geralmente se acasala logo no início de sua vida adulta e carrega os espermatozóides em sua espermateca por toda a vida  Os ovos fertilizados dão origem a fêmeas e os não fertilizados a machos, também chamados de zangões. Os machos ou zangões não exercem nenhuma atividade especial dentro da colônia. Eles somente fecundam a rainha morrendo em seguida
  14. 14.  Apresentam metamorfose completa, passando pelos estágios de ovo, larva, pupa, e adulto  O ovo da abelha apresenta forma alongada, de cor transparente como vidro, e tamanho variado de acordo com a espécie, não chegando a mais de 1,5 mm  A abelha rainha, que coloca os ovos, pode viver até 4 anos (Apis mellifera) ABELHAS – CICLO BIOLÓGICO
  15. 15.  Os ovos são colocados no interior das células construídas pelas fêmea (ninho)  Após a eclosão, nascem as larvas na forma de vermes e com cabeças pouco desenvolvidas, chegando depois por 3 a 5 mudas à fase adulta  Após a fase larval, a abelha viverá três fases pupais, onde vai se colorindo, e pode-se ter uma noção da idade da pupa, através de sua forma e cor ABELHAS – CICLO BIOLÓGICO
  16. 16.  Exemplo das fases:  POB (pupa de olho branco) - ainda despigmentada  POR (pupa de olho rosa) – segunda etapa, onde a pupa começa a se pigmentar  POP (pupa de olho preto) – última etapa antes de se tornar adulta, quando viverá em média de 30 a 40 dias, alimentando-se nas flores, sugando o néctar e ingerindo pólen (Apis mellifera) ABELHAS – CICLO BIOLÓGICO
  17. 17. ABELHAS - ESPÉCIES MAIS COMUNS  Apis mellifera scutellata (abelha africana)  Apis mellifera ligustica (de origem italiana)  Apis mellifera mellifera (de origem alemã)  Bombus morfo (mamangava). São naturais do Brasil e não perdem o ferrão na ferroada Bombus morfo
  18. 18. Irapuá  Também conhecida como Arapuá ou abelha cachorro (Trigona spinipes) esta espécie de abelha é um problema para os produtores de citros. Elas atacam flores e folhas novas e até a casca do tronco da planta para retirar resina para a construção de seus ninhos. Quando as plantas estão florindo o prejuízo é maior, pois a Irapuá faz um orifício nos botões florais prejudicando a frutificação ABELHAS - ESPÉCIES MAIS COMUNS
  19. 19. CARACTERÍSTICAS DAS ABELHAS EUROPÉIAS E AFRICANAS  São praticamente iguais no aspecto  Protegem a colméia e picam para defender-se  Podem picar apenas uma vez (cada uma)  Têm o mesmo tipo de veneno  Polinizam flores  Produzem mel e cera
  20. 20. CARACTERÍSTICAS DAS ABELHAS AFRICANAS  Respondem rapidamente e atacam em enxames  Se sentem ameaçadas por pessoas e animais a menos de 15 m da colméia  Sentem vibrações no ar até a distância de cerca de 30 m da colméia  Perseguem os intrusos por cerca de 400 m ou mais  Estabelecem colméias em cavidades pequenas e em áreas protegidas, tais como: caixas, latas e baldes vazios, carros abandonados, madeira empilhada, moirões de cercas, galhos e ocos de árvores, garagens, muros, telhados etc
  21. 21. O VENENO DA ABELHA É UMA SUBSTÂNCIA (NA VERDADE, VÁRIAS) QUE PENETRA NA PELE COM O FERRÃO  O veneno contém diversos componentes. Os de princípio mais ativo são: histamina, melitina e duas enzimas: hialuronidase e fosfolipase  O veneno apresenta 3 efeitos no organismo: a) neurotóxico --- atua sobre o sistema nervoso b) hemorrágico--- aumenta a permeabilidade dos capilares sanguíneos c) hemolítico --- destrói os glóbulos vermelhos do sangue
  22. 22. VESPAS
  23. 23. VESPAS  São artrópodos, insetos sendo encontrados em todo o Brasil e conhecidos também como marimbondos e cabas  Existem cerca de 24.000 espécies de vespas descritas, e destas apenas 806 são sociais
  24. 24. VESPAS  No Brasil encontramos apenas a subfamília Polistinae, que compreende 22 gêneros e 304 espécies cosmopolitas
  25. 25. VESPAS  Atuam na polinização das plantas e fazem controle de pragas agrícolas, sendo carnívoras, e utilizando de insetos, inclusive nocivos para as plantações, para alimentar as suas crias
  26. 26. VESPAS - HÁBITOS  Possuem grande capacidade predatória, atacando lagartas, larvas, abelhas, percevejos, moscas, pulgões e ovos em geral
  27. 27. VESPAS - HÁBITOS  Quando estão em excesso, podem tornar-se perigosas e ser necessário medidas de controle. Constroem seus ninhos nos arredores de lavouras e matas, atacam as cascas dos frutos, rompendo-as para sugar o suco, e com isto atraem as abelhas, que, quando em número maior, as afugentam
  28. 28. VESPAS - HÁBITOS  Constroem seus ninhos de celulose, substâncias semelhantes ao papelão obtidos de fibras de madeira decompostas
  29. 29. VESPAS – CICLO BIOLÓGICO  O ciclo biológico dos marimbondos assemelha-se ao mesmo ciclo das abelhas
  30. 30. VESPAS - ESPÉCIES MAIS COMUNS  Marimbondo–tatu (Synoeca cyanea)  Marimbondo-cavalo (Pepsis fabricius)
  31. 31. VESPAS - ESPÉCIES MAIS COMUNS Polistes lanio lanio
  32. 32. VESPAS - ESPÉCIES MAIS COMUNS Polistes versicolor
  33. 33. VESPAS - ESPÉCIES MAIS COMUNS Polybia ignobilis
  34. 34. VESPAS - ESPÉCIES MAIS COMUNS Polybia paulista
  35. 35. VESPAS - ESPÉCIES MAIS COMUNS Agelaia pallipes pallipes
  36. 36. VESPAS - ESPÉCIES MAIS COMUNS Apoica pallens
  37. 37. ABELHAS E VESPAS – DANOS  O veneno das abelhas e das vespas, é uma mistura complexa, e é composto por substâncias químicas com atividades tóxicas  75% dos constituintes químicos do veneno são agentes bloqueadores neuromusculares, podendo provocar paralisia respiratória, e possuem poderosa ação destrutiva sobre membranas biológicas, como por exemplo sobre as hemácias, produzindo hemólise  As reações desencadeadas pela picadas de abelhas e vespas são variáveis, de acordo com o local e o número de ferroadas, as características e a sensibilidade alérgica do indivíduo atingido
  38. 38. ABELHAS E VESPAS – DANOS  A ferroada causa uma dor aguda local, que tende a desaparecer espontaneamente, deixando vermelhidão, prurido e edema por várias horas ou dias
  39. 39. ABELHAS E VESPAS – DANOS Ferrões
  40. 40.  Há relatos raros de reações alérgicas que ocorrem vários dias após a picada  Nos acidentes provocados por ataque múltiplo de abelhas (enxame), desenvolve-se um quadro tóxico generalizado denominado de síndrome de envenenamento  Conforme a quantidade de veneno inoculado, pode ocorrer alterações neurológicas, torpor, baixa da pressão arterial, insuficiência renal, depressão respiratória, dores de cabeça, vertigens, calafrios, e outros sinais, coma e óbito ABELHAS E VESPAS – DANOS
  41. 41. ABELHAS E VESPAS – DANOS  Ao contrário de alguns marimbondos, que picam e recolhem o ferrão após a picada, podendo picar várias vezes em um mesmo ataque, a abelha pica apenas uma vez, perdendo o ferrão na picada, inclusive morrendo porque apresentam autotomia (auto-amputação), deixando na vítima, junto com o ferrão, o aparelho de ferroar e parte do abdome  A abelha rainha pode picar diversas vezes, sem perder o ferrão
  42. 42. ABELHAS E VESPAS – DANOS  As abelhas operárias possuem farpas no ferrão  Algumas abelhas não apresentam autotomia e possuem menos veneno do que as outras
  43. 43.  O ferrão da abelha fica cravado na pele do indivíduo atingido, e na ponta que fica fora da pele, existe uma pequena glândula com mais veneno, além daquela quantidade que já foi inoculada  Não se pode pegar o ferrão e puxar com pinça, pois involuntariamente se apertará a glândula, inoculando mais veneno na vítima  A retirada dos ferrões deve ser feita por raspagem da pele com uma lâmina, sem corte, na posição inclinada ABELHAS E VESPAS – DANOS
  44. 44. MEDIDAS PREVENTIVAS CONTRA ABELHAS E VESPAS  Evitar caminhar ou correr na rota de vôo percorrido por estes insetos ou evitar aproximação do local onde estes insetos estão colhendo materiais, como flores, hortaliças, galhos etc  O barulho, perfumes fortes e o próprio suor, e o uso de roupas escuras podem irritar e atrair estes insetos, desencadeando a agressão
  45. 45. MEDIDAS PREVENTIVAS CONTRA ABELHAS E VESPAS  Evitar esmagar abelhas e vespas, pois ao cometer tal ato, estes animais segregam um feromônio capaz de atrair mais insetos idênticos em seu auxílio
  46. 46. MEDIDAS PREVENTIVAS CONTRA ABELHAS E VESPAS  Só remover suas colônias situadas em locais públicos ou residenciais, executada por profissionais devidamente treinados e equipados
  47. 47. MEDIDAS PREVENTIVAS CONTRA ABELHAS E VESPAS  Evitar aproximação da colméia ou vespeiro  identifique o que as está atraindo e coíba a oferta, não deixe resíduos de alimentos açucarados expostos  A aproximação do rosto perto deste ninhos é perigosa, pois estes insetos podem ferroar o intruso, podendo inclusive atingir os olhos
  48. 48. MEDIDAS PREVENTIVAS CONTRA ABELHAS E VESPAS  Não jogar nenhum produto sobre a colméia ou vespeiro, como inseticidas, álcool, nem colocar fogo  Também não movê-los com varas, pois a pessoa que o fizer poderá ser imediatamente atacada
  49. 49.  Use roupas claras, pois as escuras atraem as abelhas  Evite movimentos bruscos e excessivos quando próximo à colméia  Não grite: as abelhas são atraídas por ruídos, principalmente os agudos  Preste atenção ao zumbido característico de um enxame  Tenha cuidado ao entrar em local que possa abrigar colméia  Examine a área de trabalho antes de usar equipamentos motorizados MEDIDAS PREVENTIVAS CONTRA ABELHAS E VESPAS
  50. 50.  Para remover colméias, chame os bombeiros, um apicultor, órgãos municipais ou uma firma especializada  Ensine as crianças a se precaverem e não molestarem as abelhas  Pergunte ao Médico sobre como prestar os primeiros socorros e o que fazer se for alérgico a picadas  Observe se há abelhas entrando ou saindo do mesmo lugar MEDIDAS PREVENTIVAS CONTRA ABELHAS E VESPAS
  51. 51. FIM Treinamento desenvolvido pelos Departamentos Técnico e de Comunicação da Astral Franqueadora

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