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O divórcio

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  • 1. O DIVÓRCIO2º Trimestre de2013Lição 7Pr. Moisés Sampaio de Paula
  • 2. TEXTO ÁUREO2Pr. Moisés Sampaio de Paula"Eu vos digo, porém, que qualquer querepudiar sua mulher, não sendo por causade prostituição, e casar com outra, cometeadultério; e o que casar com a repudiadatambém comete adultério“(Mt 19.9)."Eu vos digo, porém, que qualquer querepudiar sua mulher, não sendo por causade prostituição, e casar com outra, cometeadultério; e o que casar com a repudiadatambém comete adultério“(Mt 19.9).
  • 3. VERDADE PRÁTICA3Pr. Moisés Sampaio de PaulaO divórcio, embora admissível em caso deinfidelidade, sempre traz sériasconsequências à família. Por isso Deus oodeia.O divórcio, embora admissível em caso deinfidelidade, sempre traz sériasconsequências à família. Por isso Deus oodeia.
  • 4. Uma PerguntaO que as Escrituras Sagradas têma falar sobre o divórcio?Pr. Moisés Sampaio de Paula 4
  • 5. OBJETIVOSApós esta aula, o aluno deverá estar apto a:• Dissertar sobre o divórcio no Antigotestamento.• Defender como padrão o ensinamento deJesus sobre o divórcio.• Explicar o porquê do ensino de Paulo acercado divórcio.5Pr. Moisés Sampaio de Paula
  • 6. Palavra chave: Divórcio6Pr. Moisés Sampaio de Paula
  • 7. I. O DIVÓRCIO NO ANTIGO TESTAMENTO1. A lei de Moisés e o divórcio.2. A carta de divórcio.II. O ENSINO DE JESUS A RESPEITO DO DIVÓRCIO1. A pergunta dos fariseus.2. O ensino de Jesus.3. Permissão para novo casamento.III. ENSINOS DE PAULO A RESPEITO DO DIVÓRCIO1. Aos casais crentes.2. Quando um dos cônjuges não é crente.3. O cônjuge fiel não está sujeito à servidão.I. O DIVÓRCIO NO ANTIGO TESTAMENTO1. A lei de Moisés e o divórcio.2. A carta de divórcio.II. O ENSINO DE JESUS A RESPEITO DO DIVÓRCIO1. A pergunta dos fariseus.2. O ensino de Jesus.3. Permissão para novo casamento.III. ENSINOS DE PAULO A RESPEITO DO DIVÓRCIO1. Aos casais crentes.2. Quando um dos cônjuges não é crente.3. O cônjuge fiel não está sujeito à servidão.Esboço da Lição7Pr. Moisés Sampaio de Paula
  • 8. • Por ser algo traumático, o divórcioé sempre um assunto difícil de sertratado.1. Existem pessoas que não oaceitam em nenhumacondição.2. Há pessoas que, sobdeterminadas circunstânciassão favoráveis, e há até osque buscam base nasSagradas Escrituras paraadmiti-lo em qualquersituação.• Qual a posição da Bíblia?É o queestudaremos nesta lição. 8Pr. Moisés Sampaio de PaulaINTRODUÇÃO
  • 9. Uma PerguntaComo era o divórcio no AntigoTestamento?Pr. Moisés Sampaio de Paula 9
  • 10. I. O DIVÓRCIO NO ANTIGOTESTAMENTO10Pr. Moisés Sampaio de PaulaA lei de Moisés nãoincentivava o divórcio,mas dispunha demecanismos diversos,com o objetivo degarantir a dignidadehumana.1. A lei de Moisés e o divórcio.2. A carta de divórcio.1. A lei de Moisés e o divórcio.2. A carta de divórcio.
  • 11. • Deuteronômio 24 trata a respeito dodivórcio. Como a prática havia setornado comum em Israel, o propósitoda lei era regulamentar tal situação afim de evitar os abusos e preservar afamília.• Nenhuma lei do Antigo Testamentoincentivava alguém a divorciar-se, masservia como base legal para a proibiçãode outros casamentos com a mulherdivorciada.11Pr. Moisés Sampaio de Paula1. A lei de Moisés e o divórcio.1. A lei de Moisés e o divórcio.I. O DIVÓRCIO NO ANTIGOTESTAMENTOO divórcio era e é um ato extremo (Ml 2.16).O divórcio era e é um ato extremo (Ml 2.16).
  • 12. • Infelizmente, muitos que conhecema Palavra do Senhor se divorciampor qualquer motivo.• O casamento é uma aliança deamor, inclusive com Deus, um pactoque não pode ser quebrado,sobretudo por motivos fúteis etorpes.12Pr. Moisés Sampaio de Paula1. A lei de Moisés e o divórcio.1. A lei de Moisés e o divórcio.I. O DIVÓRCIO NO ANTIGOTESTAMENTO
  • 13. • Uma vez que recebia a carta de divórcio:1. tanto o homem quanto a mulher estavamlivres para se casarem novamente.2. segundo a lei, a mulherque fora repudiada,depois deviver com outro marido, nãopoderia retornar para o primeiro, pois talatitude era considerada abominação aoSenhor (Dt 24.4).3. Divorciar-se não era fácil, pois havia váriasformalidades, e somente o homem podiapedir o divórcio. A mulher não tinha taldireito.13Pr. Moisés Sampaio de Paula2. A carta de divórcio.2. A carta de divórcio.I. O DIVÓRCIO NO ANTIGOTESTAMENTOA Leide Moisés, apesar de não incentivar o divórcio, dispunhade vários mecanismos para torná-lo mais humano (Dt 24).A Leide Moisés, apesar de não incentivar o divórcio, dispunhade vários mecanismos para torná-lo mais humano (Dt 24).
  • 14. Pense nisso• "Eu odeio o divórcio", dizo Senhor, o Deus deIsrael, “Malaquias 2:16Pr. Moisés Sampaio de Paula 14
  • 15. Uma PerguntaQual é o ensino de Jesus a respeitodo divórcio?Pr. Moisés Sampaio de Paula 15
  • 16. II. O ENSINO DE JESUS A RESPEITODO DIVÓRCIO16Pr. Moisés Sampaio de PaulaO Senhor Jesuscondena o divórcio,excetuando àquele quefoi motivado porprostituição.1. A pergunta dos fariseus.2. O ensino de Jesus.3. Permissão para novo casamento.1. A pergunta dos fariseus.2. O ensino de Jesus.3. Permissão para novo casamento.
  • 17. • Procurando incriminar Jesus, eimbuídos da ideia difundida pelaescola do rabino Hilel (que defendiao direito de o homem dar carta dedivórcio à mulher "por qualquermotivo"), os fariseus questionaram:"É lícito ao homem repudiarsua mulher por qualquermotivo?" (Mt 19.3b).17Pr. Moisés Sampaio de Paula1. A pergunta dos fariseus.1. A pergunta dos fariseus.II. O ENSINO DE JESUS A RESPEITODO DIVÓRCIO
  • 18. • Respondendo aos acusadores, Jesusrelembrou o "princípio" divino parao casamento, quando Deus fez oser humano, "macho e fêmea","ambos uma [só] carne" (cf. Gn2.24). Assim, o Mestre concluiu:"Portanto, o que Deus ajuntou nãosepare o homem" (Mt 19.6b). Essa éa doutrina originária a respeito daunião entre um homem e umamulher; ela reflete o plano de Deuspara o casamento, considerando-ouma união indissolúvel.18Pr. Moisés Sampaio de Paula1. A pergunta dos fariseus.1. A pergunta dos fariseus.II. O ENSINO DE JESUS A RESPEITODO DIVÓRCIO
  • 19. • Os fariseus insistiram: "Então, por quemandou Moisés dar-lhe carta dedivórcio e repudiá-la?" (Mt 19.7b).Respondendo à insistente pergunta,Jesus explicou que:• Moisés permitiu dar carta derepúdioàs mulheres, "por causa dadureza dos vossos corações".• Uma mulher abandonada pelo maridoficaria exposta à miséria ou àprostituição para sobreviver.• Com a carta de divórcio ela poderiacasar-se novamente. 19Pr. Moisés Sampaio de Paula2. O ensino de Jesus.2. O ensino de Jesus.II. O ENSINO DE JESUS A RESPEITODO DIVÓRCIODeus não é radical no trato comos problemas decorrentes dopecado e com o ser humano. Elese importava com as mulheres esabia o quanto elas iriam sofrercom a dureza do coração dohomem, e tornou o trato desseassunto mais digno para elas.Deus não é radical no trato comos problemas decorrentes dopecado e com o ser humano. Elese importava com as mulheres esabia o quanto elas iriam sofrercom a dureza do coração dohomem, e tornou o trato desseassunto mais digno para elas.
  • 20. • Segundo ensinou o Senhor Jesus, odivórcio é permitido somente no caso deinfidelidade conjugal.• Visando coibir o divórcio por qualquermotivo, o Mestre disse: "Eu vos digo,porém, que qualquer que repudiar suamulher, não sendo por causa deprostituição, e casar com outra, cometeadultério; e o que casar com a repudiadatambém comete adultério" (Mt 19.9).Numa outra versão bíblica, lê-se: "excetopor causa de infidelidade conjugal" ou"relações sexuais ilícitas". Essa foi a únicacondição que Jesus entendeu ser suficientepara o divórcio. 20Pr. Moisés Sampaio de Paula2. O ensino de Jesus.2. O ensino de Jesus.II. O ENSINO DE JESUS A RESPEITODO DIVÓRCIO
  • 21. Pelo texto bíblico, está claro que :• Jesus permite o divórcio, com apossibilidade de haver novocasamento, somente por parte docônjuge fiel, vítima de prostituição,ou infidelidade conjugal.• Deus admite a separação do casal,não como regra, mas como exceção,em virtude de práticasinsuportáveis relacionadas àsexualidade, que desfazem o pactoconjugal. 21Pr. Moisés Sampaio de Paula3. Permissão para novo casamento.3. Permissão para novo casamento.II. O ENSINO DE JESUS A RESPEITODO DIVÓRCIO
  • 22. Pense nisso!• Em Jesus o crente temforças para perdoar e fazero possível para restaurarseu casamento.Pr. Moisés Sampaio de Paula 22
  • 23. QUANDO AS ESCRITURAS NÃOCONDENAM O DIVÓRCIOInfidelidade conjugal• “Ele [Jesus] permite o divórcio em caso de adultério; sendoque a razão da lei contra o divórcio consiste na máxima:‘Serão dois numa só carne’. Se a esposa [ou o esposo] seprostituir e se tornar uma só carne com um adúltero [ou umaadúltera], a razão• da lei cessa, e também a lei. O adultério era punido com amorte pela lei de Moisés (Dt 22.22). Então, o nosso Salvadorsuaviza o rigor, e determina que o divórcio seja a penalidade”Pr. Moisés Sampaio de Paula 23
  • 24. Uma PerguntaQual é o ensino de Paulo acerca dodivórcio?Pr. Moisés Sampaio de Paula 24
  • 25. III. ENSINOS DE PAULO ARESPEITO DO DIVÓRCIO25Pr. Moisés Sampaio de PaulaO apóstolo Paulo afirmaque a pessoa crente,quando abandona dapelo cônjuge não crente,está livre para concebernovas núpcias.Contanto, que seja noSenhor.1. Aos casais crentes.2. Quando um dos cônjuges não é crente.3. O cônjuge fiel não está sujeito à servidão.1. Aos casais crentes.2. Quando um dos cônjuges não é crente.3. O cônjuge fiel não está sujeito à servidão.
  • 26. • Os "casais crentes“ não devemdivorciar-se, sem que haja algum dosmotivos prescritos na Palavra de Deus (Mt19.9; 1 Co 7.15).• Se há desentendimentos o caminho não éo divórcio, mas a reconciliaçãoacompanhada do perdão sincero ou ocelibato por opção e não por imposiçãoeclesiástica.26Pr. Moisés Sampaio de Paula1. Aos casais crentes.1. Aos casais crentes.III. ENSINOS DE PAULO ARESPEITO DO DIVÓRCIOPaulo diz: "todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que amulher se não aparte do marido. Se, porém, se apartar, que fique sem casarou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher" (1Co 7.10,11).Paulo diz: "todavia, aos casados, mando, não eu, mas o Senhor, que amulher se não aparte do marido. Se, porém, se apartar, que fique sem casarou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher" (1Co 7.10,11).
  • 27. • Paulo ensina que, se o cônjugenão crente concorda em viver(dignamente) com o crente,que este não o deixe (1Co 7.12-14).• O crente agindo com sabedoriapoderá inclusive ganhar o descrentepara Jesus (1 Pe 3.1).27Pr. Moisés Sampaio de Paula2. Quando um dos cônjuges não é crente.2. Quando um dos cônjuges não é crente.III. ENSINOS DE PAULO ARESPEITO DO DIVÓRCIO
  • 28. • O apóstolo, porém, ressalva: "Mas, se odescrente se apartar, aparte-se; porqueneste caso o irmão, ou irmã, não estásujeito à servidão; mas Deus chamou-nospara a paz. Porque, donde sabes, ómulher, se salvarás teu marido? Ou, dondesabes, ó marido, se salvarás tua mulher?"(1Co 7.15,16). Ou seja, o cristão fiel, esposoou esposa, não é obrigado a viver até amorte sob a servidão de um ímpio. Nessecaso, ele ou ela, pode reconstruir a suavida de acordo com a vontade de Deus(1Co 7.27,28,39). Entretanto, aguarde otempo de Deus na sua vida.28Pr. Moisés Sampaio de Paula3. O cônjuge fiel não está sujeito à servidão.3. O cônjuge fiel não está sujeito à servidão.III. ENSINOS DE PAULO ARESPEITO DO DIVÓRCIO
  • 29. QUANDO AS ESCRITURAS NÃOCONDENAM O DIVÓRCIOAbandono do cônjuge• “A iniciativa de romper os laços do casamento deve partir dodescrente, por não estar disposto a viver tal situação (v.15). Otexto grego é expressivo: ‘se o descrente se apartar, [chorizo,como no verso 10], aparte-se’. O gênero masculino de‘descrente’ é usado de modo inclusivo, assim como o restantedo verso indica. ‘Neste caso o irmão, ou irmã, não está sujeitoà servidão’. Não está sujeito à servidão em que sentido? [...]Não está sujeito a permanecer solteiro, mas casar-senovamente (Hering 53; Bruce, 70)”Pr. Moisés Sampaio de Paula 29
  • 30. Pr. Moisés Sampaio de Paula 30
  • 31. Conclusão1. O divórcio causa sériosinconvenientes à igreja local, àsfamílias e à sociedade.2. No projeto original de Deus, nãohavia espaço para o divórcio.3. Precisamos tratar cada caso demodo pessoal sempre emconformidade com a Palavra deDeus.4. Não podemos fugir do querecomenda e prescreve a BíbliaSagrada.5. E não podemos nos esquecer deque a Igreja é também uma"comunidade terapêutica".Pr. Moisés Sampaio de Paula 31
  • 32. Pr. Moisés Sampaio de Paula 32
  • 33. Pr. Moisés Sampaio de Paula 33
  • 34. Pr. Moisés Sampaio de Paula 34
  • 35. Pr. Moisés Sampaio de Paula 35
  • 36. Pr. Moisés Sampaio de Paula 36
  • 37. Pr. Moisés Sampaio de Paula 37
  • 38. Pr. Moisés Sampaio de Paula 38
  • 39. Pr. Moisés Sampaio de Paula 39
  • 40. Pr. Moisés Sampaio de Paula 40
  • 41. “A Lei do Divórcio• [Mateus 19] vv.3-12• Nós temos aqui a lei de Cristo no caso de divórcio, ocasionada, comoalgumas outras manifestações da sua vontade, por uma discussão comos fariseus. Ele suportou tão pacientemente as contradições dospecadores, que as transformou em instruções para os seus própriosdiscípulos! Observe aqui: O caso proposto pelos fariseus (v.3): É lícito aohomem repudiar sua mulher por qualquer motivo? Os fariseus lheperguntaram isso para provocá-lo, e não porque desejassem serensinados por Ele. Algum tempo atrás, Ele havia, na Galileia, manifestadoseu pensamento sobre esse assunto, contra aquilo que era uma práticacomum (cap.5.31,32); e se Ele, do mesmo modo, se pronunciasse agoracontra o divórcio, eles fariam uso disso para indispor e enfurecer o povodesse país contra Ele, que olharia com desconfiança para alguém quetentasse diminuir a liberdade de que eles tanto gostavam. Os fariseusesperavam que Ele perdesse o afeto das pessoas tanto por esse como porqualquer um dos seus preceitos.Pr. Moisés Sampaio de Paula 41
  • 42. “A Lei do Divórcio• Ou então, a armadilha pode ter sido planejada dessa forma: se Ele dissesse queos divórcios não eram legais, eles o apontariam como um inimigo da lei deMoisés, que os permitia; se dissesse que eram legais, eles caracterizariam a suadoutrina como não tendo em si aquela perfeição que era esperada na doutrinado Messias, uma vez que, embora os divórcios fossem tolerados, eles eram vistospela parte mais rígida do povo como não sendo algo de boa reputação [...].• A pergunta dos fariseus foi a seguinte: Será que um homem pode repudiar a suamulher por qualquer motivo? O divórcio era praticado, como aconteciageralmente, por pessoas irresponsáveis, e por qualquer motivo. Será que elepoderia ser praticado por qualquer motivo que um homem pudesse julgaradequado (embora fosse, como sempre, frívolo), como também por qualquerantipatia ou desagrado? A tolerância, nesse caso, permitia isso: Se não achargraça em seus olhos, por nela achar coisa feia, ele lhe fará escrito de repúdio(Dt 24.1). Eles interpretavam esta passagem literalmente; e assim, qualquerdesgosto, mesmo que sem motivo, poderia ser tornar a base para um divórcio"(HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Novo Testamento: Mateus a João. 1.ed.Rio de Janeiro: CPAD, 2008, p.240).Pr. Moisés Sampaio de Paula 42
  • 43. HILEL, O GRANDE RABINO DEISRAEL• Hilel, o ancião, (no hebraico ‫הלל‬ ) (c. 60 a.C. - c. 9)é o nome de um conhecido líder religioso judeu,que viveu durante o reinado de Herodes, o Grandena época do Segundo Templo. Estudiosorespeitado em seu tempo, Hilel é associado àdiversos ensinamentos da Mishná e do Talmud,tendo fundado uma escola (Beit Hilel) para ensinode mestres no judaísmo.Hilel era reverenciado como verdadeiro líderespiritual e religioso. O rei Herodes não teve outraescolha senão aceitar a autoridade religiosa doSanhedrin, reconhecer o prestígio de Hilel erespeitar o controle que este exercia sobre a vidareligiosa.Pr. Moisés Sampaio de Paula 43
  • 44. HILEL, O GRANDE RABINO DEISRAEL• Hillel e Shamai sãos os fundadores de duas escolas que levaram seusnomes (Bet Hillel e Bet Shamai). Apesar de todas as controvérsias quese acenderam entre estas, ambas inscreviam-se na estruturatradicionalmente aceita no judaísmo. As disputas haláchicas entre elasprosseguiram por muitas gerações até que finalmente prevaleceram ospontos de vista da Casa de Hillel. O Talmud Babilônico nos traz, numaúnica frase, a conclusão: "Ambas são as palavras do D’us vivo, e adecisão está de acordo com a casa de Hillel.“As duas escolas refletem a personalidade de seus fundadores: Hillel erauma pessoa amável, simples, próxima às camadas mais modestas, esuas máximas breves refletem sua generosidade, piedade e amor àhumanidade.• Shamai era extremamente íntegro, mas rígido e irascível. No Talmud sediz: "Que o homem seja sempre humilde e paciente como Hillel e nãoexaltado como Shamai."Pr. Moisés Sampaio de Paula 44
  • 45. Como a religião judaica encara odivórcio?• O Judaísmo considera o matrimônio um vinculo sagrado, um compromisso quenão pode ser rompido levianamente. Em nossa tradição, a separação de um casalsempre foi vista como uma verdadeira tragédia. No entanto, a lei judaica nãoproíbe o divórcio. Ela reconhece que ainda mais trágica do que uma separação, éuma vida de desamor familiar. Um lar que permanece fisicamente intacto, masque já se desmoronou espiritualmente, e muito mais prejudicial para os pais epara as crianças do que um divórcio.• Desde que ambos os cônjuges expressem o desejo de uma separação definitiva, odivórcio judaico (get em hebraico) e então formalizado sob orientação rabínica.Um casamento consagrado pela Lei de Moisés e Israel só pode ser dissolvido deacordo com a Lei. A cerimônia do get processa-se na presença de duastestemunhas e de um escriba que prepara à mão o documento de divórcio, o qualé lido e arquivado pelo rabino ou um tribunal de três rabinos. Marido e mulherrecebem uma carta (z) atestando oficialmente a consumação do divórcio e dando-lhes o direito de se casarem novamente.• A esposa só pode contrair novas núpcias após o prazo de 92 dias, evitando assimqualquer dúvida sobre a paternidade, caso ela venha a conceber um filho dosegundo marido. Pr. Moisés Sampaio de Paula 45
  • 46. Pr. Moisés Sampaio de Paula 46

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