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Jesus, o modelo ideal de humildade
 

Jesus, o modelo ideal de humildade

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3º Trimestre de 2013, Lição 4

3º Trimestre de 2013, Lição 4

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    Jesus, o modelo ideal de humildade Jesus, o modelo ideal de humildade Presentation Transcript

    • JESUS, O MODELO IDEAL DE HUMILDADE 3º Trimestre de 2013 Lição 4 Pr. Moisés Sampaio de Paula
    • TEXTO ÁUREO 2Pr. Moisés Sampaio de Paula De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus" (Fp 2.5).
    • VERDADE PRÁTICA 3Pr. Moisés Sampaio de Paula Jesus Cristo é o nosso modelo ideal de submissão, humildade e serviço.
    • Pense Nisso! • A vida de Jesus de Nazaré demonstra, ainda que soberano e glorioso, um Deus que não se revelou plenamente a humanidade exalando opulência, mas simplicidade e ternura. O Pai se fez carne e humilhou-se. Ele revelou-se para o mundo em humilhação. Isto lhe diz alguma coisa? Pr. Moisés Sampaio de Paula 4
    • OBJETIVOS • Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: • Conhecer o estado eterno da pré-encarnação de Cristo. • Apreender o que a Bíblia ensina sobre o estado temporal de Cristo. • Compreender a exaltação final de Cristo 5Pr. Moisés Sampaio de Paula
    • UNIÃO HIPOSTÁTICA "[Do gr. hypostasis] Doutrina que, exposta no Concílio de Calcedônia em 451, realça a perfeita e harmoniosa união entre as naturezas humana e divina de Cristo. Acentua este ensinamento ser Jesus, de fato, verdadeiro homem e verdadeiro Deus" (Dicionário Teológico, p.352, CPAD). Natureza Humana Natureza Divina "Embora o título 'Filho do Homem' apresente duas definições principais, são três as aplicações contextuais, no Novo Testamento. A primeira é o Filho do Homem no seu ministério terrestre. A segunda refere-se ao seu sofrimento futuro (como por Mc 13.24). Assim, atribuiu-se novo significado a uma terminologia existente dentro do Judaísmo. A terceira aplicação diz respeito ao Filho do Homem na sua glória futura (ver Mc 13.24, que aproveita diretamente toda a corrente profética que brotou do livro de Daniel). [...] Logo, Jesus é o Filho do Homem - passado, presente e futuro. [...] O fato de o Filho do Homem ser um homem literal é incomparável“ (Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal, pp.312-13, CPAD). "Os escritos joaninos dão bastante ênfase ao título 'Filho de Deus'. João 20.31 afirma de forma explícita que o propósito do evangelho é 'para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome'. Além do uso do próprio título, Jesus é chamado inúmeras vezes 'o Filho', sem acréscimo de outras qualificações. Há também mais de cem circunstâncias em que Jesus se dirige diretamente a Deus ou se refere a Ele como 'Pai' [...]. As afirmações: 'Eu sou' são exclusivas do evangelho de João. Elas, como afirmações de Jesus na primeira pessoa, formam uma parte relevante da autorrevelação dEle ['Eu Sou' é a declaração da autorrevelação divina (cf. Êx 3.14)]“ (Teologia do Novo Testamento, pp.203, 205, CPAD). Pr. Moisés Sampaio de Paula 6
    • Palavra chave 7Pr. Moisés Sampaio de Paula
    • I. O FILHO DIVINO: O ESTADO ETERNO DA PRÉ-ENCARNAÇÃO (2.5,6) 1. Ele deu o maior exemplo de humildade. 2. Ele era igual a Deus. 3. Mas "não teve por usurpação ser igual a Deus" (v.6). II. - O FILHO DO HOMEM: O ESTADO TEMPORAL DE CRISTO (2.7,8) 1. "Aniquilou-se a si mesmo" (2.7). 2. Ele "humilhou-se a si mesmo" (2.8). 3. Ele foi "obediente até a morte e morte de cruz" (2.8). III. A EXALTAÇAO DE CRISTO (2.9-11) 1. "Deus o exaltou soberanamente" (2.9). 2. Dobre-se todo joelho. 3. "Toda língua confesse" (v.11). I. O FILHO DIVINO: O ESTADO ETERNO DA PRÉ-ENCARNAÇÃO (2.5,6) 1. Ele deu o maior exemplo de humildade. 2. Ele era igual a Deus. 3. Mas "não teve por usurpação ser igual a Deus" (v.6). II. - O FILHO DO HOMEM: O ESTADO TEMPORAL DE CRISTO (2.7,8) 1. "Aniquilou-se a si mesmo" (2.7). 2. Ele "humilhou-se a si mesmo" (2.8). 3. Ele foi "obediente até a morte e morte de cruz" (2.8). III. A EXALTAÇAO DE CRISTO (2.9-11) 1. "Deus o exaltou soberanamente" (2.9). 2. Dobre-se todo joelho. 3. "Toda língua confesse" (v.11). Esboço da Lição 8Pr. Moisés Sampaio de Paula
    • Algumas Perguntas • Você concorda que Jesus Cristo é a plena revelação de Deus? Pr. Moisés Sampaio de Paula 9 Que em Jesus, o Altíssimo se fez Deus Conosco, o Emanuel? Que em Jesus, o Altíssimo se fez Deus Conosco, o Emanuel? Que o Nazareno é a encarnação suprema do Deus Pai?
    • • Nesta lição, enfocaremos as atitudes de Cristo que revelam a sua natureza humana, obediência e humilhação, bem como a sua divindade. Humanidade e divindade, aliás, são as duas naturezas inseparáveis de Jesus. Esta doutrina é apresentada por Paulo no segundo capítulo da Epístola aos Filipenses. 10Pr. Moisés Sampaio de Paula INTRODUÇÃO Veremos ainda que Jesus nunca deixou de ser Deus, e que encarnando-se, salvou-nos de nossos pecados. A presente lição revela também a sua exaltação. Veremos ainda que Jesus nunca deixou de ser Deus, e que encarnando-se, salvou-nos de nossos pecados. A presente lição revela também a sua exaltação.
    • I. O FILHO DIVINO: O ESTADO ETERNO DA PRÉ-ENCARNAÇÃO (2.5,6) 11Pr. Moisés Sampaio de Paula Cristo é por natureza Deus, pois antes de fazer-se humano "subsistia em forma de Deus". 1. Ele deu o maior exemplo de humildade. 2. Ele era igual a Deus. 3. Mas "não teve por usurpação ser igual a Deus" (v.6).
    • • Na Epístola aos Filipenses, lemos: "De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus" (v.5). • Este texto reflete a humildade de Cristo revelada antes da sua encarnação. Certa feita, quando ensinava aos seus discípulos, o Mestre disse: "Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração" (Mt 11.29). 12Pr. Moisés Sampaio de Paula 1. Ele deu o maior exemplo de humildade. I. O FILHO DIVINO: O ESTADO ETERNO DA PRÉ-ENCARNAÇÃO (2.5,6)
    • • Jesus Cristo é o modelo perfeito de humildade. • O apóstolo Paulo insta a que os filipenses tenham a mesma disposição demonstrada por Jesus. 13Pr. Moisés Sampaio de Paula 1. Ele deu o maior exemplo de humildade. I. O FILHO DIVINO: O ESTADO ETERNO DA PRÉ-ENCARNAÇÃO (2.5,6)
    • • "Que, sendo em forma de Deus" (v.6). • A palavra forma sugere o objeto de uma configuração, uma semelhança. • Em relação a Deus, o termo referese à forma essencial da divindade. Cristo é Deus, igual com o Pai, pois ambos têm: 14Pr. Moisés Sampaio de Paula 2. Ele era igual a Deus. I. O FILHO DIVINO: O ESTADO ETERNO DA PRÉ-ENCARNAÇÃO (2.5,6) A forma verbal da palavra sendo aparece em outras versões bíblicas como subsistindo ou existindo. A forma verbal da palavra sendo aparece em outras versões bíblicas como subsistindo ou existindo. 1. A mesma natureza, 2. Mesma glória e 3. Mesma essência (Jo 17.5). 1. A mesma natureza, 2. Mesma glória e 3. Mesma essência (Jo 17.5).
    • 1. Cristo é, por natureza, Deus, pois antes de fazer-se humano "subsistia em forma de Deus". 2. Os líderes de Jerusalém procuravam matar Jesus porque Ele dizia ser "igual a Deus". 3. A Filipe, o Senhor afirmou ser igual ao Pai (Jo 14.9-11). 4. A divindade de Cristo é fartamente corroborada ao longo da Bíblia (Jo 1.1; 20.28; Tt 2.13; Hb 1.8; Ap 21.7). 15Pr. Moisés Sampaio de Paula 2. Ele era igual a Deus. I. O FILHO DIVINO: O ESTADO ETERNO DA PRÉ-ENCARNAÇÃO (2.5,6)
    • • Portanto, Cristo, ao fazer- se homem, esvaziou-se não de sua divindade, mas de sua glória. 16Pr. Moisés Sampaio de Paula 2. Ele era igual a Deus. I. O FILHO DIVINO: O ESTADO ETERNO DA PRÉ-ENCARNAÇÃO (2.5,6)
    • • Isto significa que: 1. O Senhor não se apegou aos seus "direitos divinos". 2. Ele não agiu egoisticamente, mas esvaziou- se da sua glória, para assumir a natureza humana e entregar-se em expiação por toda humanidade. • O que podemos destacar nesta atitude de Jesus é o seu amor pelo mundo. 17Pr. Moisés Sampaio de Paula 3. Mas "não teve por usurpação ser igual a Deus" (v.6). I. O FILHO DIVINO: O ESTADO ETERNO DA PRÉ-ENCARNAÇÃO (2.5,6) Por amor a nós, Cristo ocultou a sua glória sob a natureza terrena. Voluntariamente, humilhou-se e assumiu a nossa fragilidade, com exceção do pecado. Por amor a nós, Cristo ocultou a sua glória sob a natureza terrena. Voluntariamente, humilhou-se e assumiu a nossa fragilidade, com exceção do pecado.
    • Pr. Moisés Sampaio de Paula 18
    • Algumas Perguntas • Mas por que o Altíssimo não escolheu manifestar-se como um político poderoso judeu? Pr. Moisés Sampaio de Paula 19 Por que Ele não elegeu um sacerdote da linhagem de Arão para salvar à humanidade? Por que Ele não elegeu um sacerdote da linhagem de Arão para salvar à humanidade?
    • II. - O FILHO DO HOMEM: O ESTADO TEMPORAL DE CRISTO (2.7,8) 20Pr. Moisés Sampaio de Paula O crente como sal e luz do mundo, representante do reino divino, não pode permitir que atitudes mundanas destruam a família. 1. "Aniquilou-se a si mesmo" (2.7). 2. Ele "humilhou-se a si mesmo" (2.8). 3. Ele foi "obediente até a morte e morte de cruz" (2.8).
    • • Foi na sua encarnação que o Senhor Jesus deu a maior prova da sua humildade: Ele "aniquilou- se a si mesmo". • O termo grego usado pelo apóstolo é o verbo kenoô, que significa também esvaziar, ficar vazio. 21Pr. Moisés Sampaio de Paula 1. "Aniquilou-se a si mesmo" (2.7). II. - O FILHO DO HOMEM: O ESTADO TEMPORAL DE CRISTO (2.7,8)
    • • Portanto, o verbo esvaziar comunica melhor do que aniquilar a ideia da encarnação de Jesus; destaca que Ele esvaziou-se a si mesmo, privou-se de sua glória e tomou a natureza humana. • Antes, voluntariamente, renunciou em parte às prerrogativas inerentes à divindade, para assumir a nossa humanidade. 22Pr. Moisés Sampaio de Paula 1. "Aniquilou-se a si mesmo" (2.7). II. - O FILHO DO HOMEM: O ESTADO TEMPORAL DE CRISTO (2.7,8) • Em momento algum veio a despojar- se da sua divindade. • Jesus não trocou a natureza divina pela humana. • Em momento algum veio a despojar- se da sua divindade. • Jesus não trocou a natureza divina pela humana.
    • • Tornando-se verdadeiro homem, 1. Fez-se maldição por nós (Gl 3.13). 2. E levou sobre o seu corpo todos os nossos pecados (1Pe 2.24). • Em Gálatas 4.4, Paulo escreveu que, na plenitude dos tempos, "Deus enviou seu Filho, nascido de mulher". Isto indica que Jesus é consubstancial com toda a humanidade nascida em Adão. 23Pr. Moisés Sampaio de Paula 1. "Aniquilou-se a si mesmo" (2.7). A diferença entre Jesus e os demais seres humanos está no fato de 1.Ele ter sido gerado virginalmente pelo Espírito Santo e 2.nunca ter cometido qualquer pecado ou iniquidade (Lc 1.35). A diferença entre Jesus e os demais seres humanos está no fato de 1.Ele ter sido gerado virginalmente pelo Espírito Santo e 2.nunca ter cometido qualquer pecado ou iniquidade (Lc 1.35). II. - O FILHO DO HOMEM: O ESTADO TEMPORAL DE CRISTO (2.7,8) Por isso, o amado Mestre é "verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus". Por isso, o amado Mestre é "verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus".
    • KENOSIS • [Do gr. kenós, vazio, oco, sem coisa alguma] Termo usado para explicar o esvaziamento da glória de Cristo quando da sua encarnação. Ao fazer-se homem, renunciou Ele temporariamente a glória da divindade (Fp 2.1-6). O capítulo 53 de Isaías é a passagem que melhor retrata a kenósis de Cristo. Segundo vaticina o profeta, em Jesus não havia beleza nem formosura. Nesta humilhação, porém, Deus exaltou o homem às regiões celestes. • Quando se trata de Kenósis de Cristo, há que se tomar muito cuidado. É contra o espírito do Novo Testamento, afirmar que o Senhor Jesus esvaziou-se de sua divindade. Ao encarnar-se, esvaziou-se Ele apenas da sua glória. Em todo o seu ministério terreno, agiu como verdadeiro homem e verdadeiro Deus. Pr. Moisés Sampaio de Paula 24
    • KENÓTICA, TEOLOGIA DA • Movimento surgido na Inglaterra no século 19, cujo objetivo era enfatizar a kenósis de Cristo. Em torno do tema, muitas questões foram suscitadas: Cristo, afinal, esvaziou-se de sua glória ou de sua divindade? Caso haja se esvaziado de sua divindade, sua morte teve alguma eficácia redentora? • Ora, como já dissemos no verbete anterior, a kenósis de Cristo não implicou no esvaziamento de sua divindade, mas apenas no autoesvaziamento de sua glória. Em todo o seu ministério, agiu Ele como verdadeiro homem e verdadeiro Deus" (ANDRADE, Claudionor. Dicionário Teológico. 13.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p.246). Pr. Moisés Sampaio de Paula 25
    • • Jesus encarnado rebaixou-se mais ainda ao permitir ser escarnecido e maltratado pelos incrédulos (Is 53.7; Mt 26.62-64; Mc 14.60,61). • A auto-humilhação do Mestre foi espontânea. • Ele submeteu-se às maiores afrontas, porém jamais perdeu o foco da sua missão: cumprir toda acumprir toda a justiça de Deus para salvar ajustiça de Deus para salvar a humanidade.humanidade. 26Pr. Moisés Sampaio de Paula 2. Ele "humilhou-se a si mesmo" (2.8). II. - O FILHO DO HOMEM: O ESTADO TEMPORAL DE CRISTO (2.7,8)
    • • O Mestre amado foi obediente à vontade do Pai até mesmo em sua agonia: 27Pr. Moisés Sampaio de Paula 3. Ele foi "obediente até a morte e morte de cruz" (2.8). II. - O FILHO DO HOMEM: O ESTADO TEMPORAL DE CRISTO (2.7,8) "Não se faça a minha vontade, mas a tua" (Lc 22.42). "Não se faça a minha vontade, mas a tua" (Lc 22.42).
    • • No Getsêmani, antes de encarar o Calvário, Jesus enfrentou profunda angústia e submeteu-se totalmente a Deus, acatando-lhe a vontade soberana. 28Pr. Moisés Sampaio de Paula 3. Ele foi "obediente até a morte e morte de cruz" (2.8). II. - O FILHO DO HOMEM: O ESTADO TEMPORAL DE CRISTO (2.7,8)
    • • Quando enfrentou o Calvário, o Mestre desceu ao ponto mais baixo da sua humilhação. • Ele se fez maldição por nós (Dt 21.22,23; cf. Gl 3.13), passando pela morte e morte de cruz. 29Pr. Moisés Sampaio de Paula 3. Ele foi "obediente até a morte e morte de cruz" (2.8). II. - O FILHO DO HOMEM: O ESTADO TEMPORAL DE CRISTO (2.7,8)
    • Pr. Moisés Sampaio de Paula 30
    • Uma Pergunta • Por que o nosso Deus escolheu alguém que não tinha onde "reclinar a cabeça"? • Por que o nosso Deus escolheu alguém que não tinha onde "reclinar a cabeça"? Pr. Moisés Sampaio de Paula 31
    • III. A EXALTAÇAO DE CRISTO (2.9-11) 32Pr. Moisés Sampaio de Paula Deus, o Pai, exaltou soberanamente o Filho fazendo-o Senhor e Rei. Haverá, pois, um dia que "todo joelho se dobrará" e "toda língua confessará" o senhorio de Cristo. 1. "Deus o exaltou soberanamente" (2.9). 2. Dobre-se todo joelho. 3. "Toda língua confesse" (v.11).
    • • Após a sua vitória final sobre o pecado e a morte, Jesus é finalmente exaltado pelo Pai. • O caminho da exaltação passou pela humilhação, mas Ele foi coroado de glória, tornando-se herdeiro de todas as coisas (Hb 1.3; 2.9;12.2). 33Pr. Moisés Sampaio de Paula 1. "Deus o exaltou soberanamente" (2.9). III. A EXALTAÇAO DE CRISTO (2.9-11)
    • 1. Usado pelo autor sagrado para designar especialmente Jesus, o termo grego Kyrios revela a glorificação de Cristo. 2. O nome "Jesus" é equivalente a "Senhor", e, por decreto divino, Ele foi elevado acima de todo nome. 3. As Escrituras atestam que ante o seu nome "se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor [o Kyrios]" (v.10). 34Pr. Moisés Sampaio de Paula 1. "Deus o exaltou soberanamente" (2.9). III. A EXALTAÇAO DE CRISTO (2.9-11)
    • kurios • "O termo 'Senhor' representa o vocábulo grego kurios, bem como os vocábulos hebraicos Adonai (que significa 'meu Senhor, meu Mestre, aquEle a quem pertenço') e Yahweh (o nome pessoal de Deus). • Para as culturas do Oriente Próximo e do Oriente Médio antigos, 'Senhor' atribuía grande reverência quando aplicado aos governantes. • As nações ao redor de Israel usavam o termo para indicar seus reis e deuses, pois a maioria dos reis pagãos afirmavam- se deuses. • Esse termo, pois, representava adoração e obediência. Kurios podia ser usado no trato com pessoas comuns, como uma forma polida de tratamento. Entretanto, a Bíblia declara quePr. Moisés Sampaio de Paula 35
    • kurios • Esse termo, pois, representava adoração e obediência. Kurios podia ser usado no trato com pessoas comuns, como uma forma polida de tratamento. • Entretanto, a Bíblia declara que o nome 'Senhor' foi dado a Jesus pelo Pai, identificando-o, assim, como divino Senhor (Fp 2.9-11). • Os crentes adotaram facilmente esse termo, reconhecendo em Jesus o Senhor divino. Por meio de seu uso, indicavam completa submissão ao Ser Supremo. Pr. Moisés Sampaio de Paula 36
    • kurios • O título que Paulo preferia usar para referir-se a si mesmo era 'servo' (no grego, doulos, 'escravo', ou seja, um escravo por amor) de Cristo Jesus (Rm 1.1; Fp 1.1). A rendição absoluta é apropriada a um Mestre absoluto. A significação prática desse termo é espantosa quanto às suas implicações na vida diária. A vida inteira deve estar sob a liderança de Cristo. Ele deve ser o Mestre de cada momento da vida de todos quantos nasceram na família de Deus. • Isso, contudo, não significa que Cristo seja um tirano, pois Ele mesmo declarou: 'Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que têm autoridade sobre eles são chamados benfeitores. Mas não sereis vós assim; antes, o maior entre vós seja como o menor; e quem governa, com quem serve. Pois qual é maior: quem está à mesa ou quem serve? Porventura, não é Pr. Moisés Sampaio de Paula 37
    • kurios • Isso, contudo, não significa que Cristo seja um tirano, pois Ele mesmo declarou: 'Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que têm autoridade sobre eles são chamados benfeitores. Mas não sereis vós assim; antes, o maior entre vós seja como o menor; e quem governa, com quem serve. Pois qual é maior: quem está à mesa ou quem serve? Porventura, não é quem está à mesa? Eu porém, entre vós, sou como aquele que serve' (Lc 22.25-27; ver também Mt 20.25-28). Jesus viveu e ensinou a liderança de servos" (MENZIES, William W.; HORTON, Stanley M. Doutrinas Bíblicas: Os Fundamentos da Nossa Fé. 5.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005, pp.51-52). Pr. Moisés Sampaio de Paula 38
    • • Diante de Jesus, todo joelho se dobrará (v.10). – Ajoelhar-se implica reconhecer a autoridade de alguém. Logo, quando nos ajoelhamos diante de Jesus, deixamos bem claro que Ele é a autoridade suprema não só da Igreja, mas de todo o Universo. – Quando oramos em seu nome e cantamos-lhe louvores, reconhecemos-lhe a soberania. 39Pr. Moisés Sampaio de Paula 2. Dobre-se todo joelho. III. A EXALTAÇAO DE CRISTO (2.9-11) Pois todas as coisas, animadas e inanimadas, estão sob a sua autoridade e não podem esquivar-se do seu senhorio. Pois todas as coisas, animadas e inanimadas, estão sob a sua autoridade e não podem esquivar-se do seu senhorio.
    • • A expressão implica: 1. Ressalta o reconhecimento do senhorio de Jesus, 2. Ressalta também a pregação do Evangelho em todo o mundo. • Cada crente deve proclamar o nome de Jesus. O valor do Cristianismo está naquilo que se crê. 40Pr. Moisés Sampaio de Paula 3. "Toda língua confesse" (v.11). III. A EXALTAÇAO DE CRISTO (2.9-11)
    • 1. A confissão de que Jesus Cristo é o Senhor é o ponto de convergência de toda a Igreja (Rm 10.9; At 10.36; 1 Co 8.6). 2. Nosso credo implica o reconhecimento público de Jesus Cristo como o Senhor da Igreja. 3. A exaltação de Cristo deve ser proclamada universalmente. 41Pr. Moisés Sampaio de Paula 3. "Toda língua confesse" (v.11). III. A EXALTAÇAO DE CRISTO (2.9-11)
    • Pr. Moisés Sampaio de Paula 42
    • Conclusão Hoje Estudamos: • A humilhação e a encarnação de Jesus. • A dinâmica da sua humanização e • A sua consequente exaltação. • Aprendemos que o Senhor Jesus é o Deus forte encarnado - verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus. Hoje Estudamos: • A humilhação e a encarnação de Jesus. • A dinâmica da sua humanização e • A sua consequente exaltação. • Aprendemos que o Senhor Jesus é o Deus forte encarnado - verdadeiramente homem e verdadeiramente Deus. Pr. Moisés Sampaio de Paula 43 • E que Ele recebeu do Pai toda a autoridade nos céus e na terra. • Ele é o Kyrios, o Senhor Todo-Poderoso. O nome sob o qual, um dia, todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor. • Proclamemos essa verdade universamente. • E que Ele recebeu do Pai toda a autoridade nos céus e na terra. • Ele é o Kyrios, o Senhor Todo-Poderoso. O nome sob o qual, um dia, todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor. • Proclamemos essa verdade universamente.
    • Pr. Moisés Sampaio de Paula 44