A atualidade dos conselhos paulinos
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A atualidade dos conselhos paulinos

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3º trimestre, lição 7

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  • 1. A ATUALIDADE DOS CONSELHOS PAULINOS 3º Trimestre de 2013 Lição 7 Pr. Moisés Sampaio de Paula
  • 2. TEXTO ÁUREO 2Pr. Moisés Sampaio de Paula "Resta, irmãos meus, que vos regozijeis no Senhor" (Fp 3.1a). "Resta, irmãos meus, que vos regozijeis no Senhor" (Fp 3.1a).
  • 3. VERDADE PRÁTICA 3Pr. Moisés Sampaio de Paula Para quem ama a Deus o mais importante é ter um coração renovado pela ação do Espírito Santo. Para quem ama a Deus o mais importante é ter um coração renovado pela ação do Espírito Santo.
  • 4. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Filipenses 3.1-10 • 1 - RESTA, irmãos meus, que vos regozijeis no Senhor. Não me aborreço de escrever-vos as mesmas coisas, e é segurança para vós. • 2 - Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros, guardai-vos da circuncisão; • 3 - Porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus em espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne. Pr. Moisés Sampaio de Paula 4
  • 5. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Filipenses 3.1-10 • 4 - Ainda que também podia confiar na carne; se algum outro cuida que pode confiar na carne, ainda mais eu: • 5 - Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu; • 6 - Segundo o zelo, perseguidor da igreja, segundo a justiça que há na lei, irrepreensível. Pr. Moisés Sampaio de Paula 5
  • 6. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Filipenses 3.1-10 • 7 - Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. • 8 - E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo, Pr. Moisés Sampaio de Paula 6
  • 7. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Filipenses 3.1-10 • 9 - E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé; • 10 - Para conhecê-lo, e à virtude da sua ressurreição, e à comunicação de suas aflições, sendo feito conforme à sua morte; Pr. Moisés Sampaio de Paula 7
  • 8. OBJETIVOS • Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: • Dissertar a respeito da alegria do Senhor. • Explicar a tríplice advertência de Paulo contra os inimigos da fé. • Compreender o significado da verdadeira circuncisão cristã. 8Pr. Moisés Sampaio de Paula
  • 9. SEGUNDO O ENSINO DO APÓSTOLO PAULO AOS FILIPENSES, O VERDADEIRO CRISTÃO É DE FATO A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO, NÃO O COSTUME DO JUDAÍSMO. O APÓSTOLO USA TRÊS CONCEITOS PARA IDENTIFICAR TAIS CRISTÃOS: 1) Eram aqueles "que adoravam pelo Espírito de Deus". A palavra traduzida na NIV como "adoração" (latreuo) é usada na LXX [septuaginta] e no livro de Hebreus para se referir ao serviço dos sacerdotes no templo (Êx 23.25; Dt 6.12; Hb 8.5; 10.2). A palavra é também usada em Romanos 12.1, onde Paulo incita seus ouvintes a oferecerem seus corpos a Deus como sacrifício, bem como um "ato de adoração espiritual". Paulo continua a encorajar os cristãos romanos a permitirem que suas mentes sejam renovadas e suas vidas capacitadas pelo poder do Espírito, exercitando seus dons para servirem uns aos outros (12.2-8). 2) Os cristãos filipenses não deveriam ter como orgulho quaisquer sinais físicos que demonstrassem sua condição de comunhão, porém, antes, deveriam orgulhar-se em Cristo e na sua obra. Não deveriam depositar a sua confiança em regra e rituais respeitados ou valorizados por aqueles que viviam sob a lei Mosaica. O motivo de orgulho do cristão nunca deveria consistir em ser irrepreensível com respeito aos mandamentos da lei (3.4). A verdadeira circuncisão é formada por aqueles que colocam sua fé somente em Cristo, e que têm nEle seus motivos de orgulho. 3) "A [verdadeira] circuncisão" são aqueles que não depositam nenhuma confiança na carne. Para Paulo, a ideia de "carne" (sarx) significou frequentemente um "local natural" de existência humana (Rm 9.3; 1 Co 10.18), mas usa frequentemente a palavra em um sentido teológico para se referir à condição da humanidade em rebelião contra Deus. A consequência final de ser dominado pela carne é a morte (Rm 8.6). O cristão é chamado a crucificar a carne e as suas obras e viver de acordo com o Espírito (Gl 5.16ss). Deste modo, sarx traz consigo um significado duplamente nítido em Paulo: (a) É renúncia sincera a toda e qualquer observância da lei cerimonial, como a circuncisão, que alegue poder alcançar a salvação; (b) Paulo, à luz do uso mais amplo do termo sarx, expõe as ações dos judaizantes ao que realmente são: obras realizadas em rebelião contra Deus. Paulo mostra que a espiritualidade dos judaizantes está em manter a lei; sua glória está em suas realizações; e sua confiança em cerimônias e costumes religiosos exteriores. Caso alguém pense que Paulo tenha exagerado nesta ênfase, basta olhar para sua vida e veremos que ele sabe o que está dizendo. Antes de se tornar um cristão, ele mesmo aceitava as convicções judaicas. Pr. Moisés Sampaio de Paula 9
  • 10. Palavra chave: Culto 10Pr. Moisés Sampaio de Paula
  • 11. I. A ALEGRIA DO SENHOR 1. Regozijo espiritual. 2. Exortação ao regozijo. 3. Alegria em meio às preocupações e aflição. II. A TRÍPLICE ADVERTÊNCIA CONTRA OS INIMIGOS (3.2-4) 1. "Guardai-vos dos cães". 2. "Guardai-vos dos maus obreiros". 3. "Guardai-vos da circuncisão". III. A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO CRISTÃ (3.3) 1. A circuncisão no Antigo Testamento. 2. A verdadeira circuncisão não deixa marcas físicas. 3. A verdadeira circuncisão não confia na carne (3.3-7). I. A ALEGRIA DO SENHOR 1. Regozijo espiritual. 2. Exortação ao regozijo. 3. Alegria em meio às preocupações e aflição. II. A TRÍPLICE ADVERTÊNCIA CONTRA OS INIMIGOS (3.2-4) 1. "Guardai-vos dos cães". 2. "Guardai-vos dos maus obreiros". 3. "Guardai-vos da circuncisão". III. A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO CRISTÃ (3.3) 1. A circuncisão no Antigo Testamento. 2. A verdadeira circuncisão não deixa marcas físicas. 3. A verdadeira circuncisão não confia na carne (3.3-7). Esboço da Lição 11Pr. Moisés Sampaio de Paula
  • 12. • No capítulo três de sua carta aos Filipenses, Paulo continua revelando preocupação a respeito dos "maus obreiros". • Estes se aproveitavam de sua ausência para introduzir falsas doutrinas na igreja. A fim de precavê-la, por três vezes o apóstolo diz: "guardai-vos" (v.2). • Nesta lição, veremos que Paulo também não deixou de exortar os filipenses a que, mesmo diante das adversidades, se alegrassem no Senhor (v.1), pois a alegria do Senhor é a nossa força (Ne 8.10). 12Pr. Moisés Sampaio de Paula INTRODUÇÃO
  • 13. I. A ALEGRIA DO SENHOR 13Pr. Moisés Sampaio de Paula A alegria do Senhor, a que Paulo se refere, se manifesta em meio às preocupações e as aflições da vida. 1. Regozijo espiritual. 2. Exortação ao regozijo. 3. Alegria em meio às preocupações e aflição. 1. Regozijo espiritual. 2. Exortação ao regozijo. 3. Alegria em meio às preocupações e aflição.
  • 14. • A expressão "resta, irmãos meus" (v.1), aparece no texto grego como to loipon, que é traduzido como "finalmente". Ela sugere que Paulo estava concluindo sua carta, mas ainda havia algo importante a dizer aos irmãos da igreja em Filipos. • O apóstolo ensina aos irmãos filipenses que a alegria do Senhor é a força que nos faz superar toda e qualquer adversidade. • O contentamento que Jesus nos oferece é um reforço para a nossa fé em tempos de adversidade. 14Pr. Moisés Sampaio de Paula 1. Regozijo espiritual.1. Regozijo espiritual. I. A ALEGRIA DO SENHOR
  • 15. • A alegria do Senhor é produzida pelo Espírito Santo no coração do crente. • Esta alegria independe das circunstâncias, pois é divina e faz com que o cristão supere as dificuldades. • Paulo mostra aos filipenses que esse sentimento de felicidade, concedido pelo Senhor, é uma capacitação divina que fortalece a igreja a suportar as adversidades. 15Pr. Moisés Sampaio de Paula 2. Exortação ao regozijo.2. Exortação ao regozijo. I. A ALEGRIA DO SENHOR Para o apóstolo, que se encontrava na prisão, a alegria do Senhor era como um precioso consolo, capaz de trazer descanso e quietude para a sua alma. Para o apóstolo, que se encontrava na prisão, a alegria do Senhor era como um precioso consolo, capaz de trazer descanso e quietude para a sua alma.
  • 16. • Paulo percebeu que, em virtude do sofrimento, os irmãos de Filipos poderiam ser tomados pelo desânimo. Por isso, ele os exortou a se alegrarem em Deus, pois a alegria vinda da parte do Senhor nos fortalece (Ne 8.10). • Triunfante por causa de sua confiança no Cristo ressurreto, o apóstolo sabe que somente aquele que conhece e confia no Senhor, e em sua Palavra, é capaz de regozijar-se diante das dificuldades, tal como ele e Silas o fizeram (At 16.24,25). Deus é o nosso conforto. Nele podemos confiar e regozijar-nos sempre (1 Ts 5.16). 16Pr. Moisés Sampaio de Paula 3. Alegria em meio às preocupações e aflição.3. Alegria em meio às preocupações e aflição. I. A ALEGRIA DO SENHOR
  • 17. Pense Nisso! • A vida de Paulo nos mostra que é possível alegrar-se em meio ao sofrimento. O sofrimento na vida do crente não significa ausência de alegria em Deus. O apóstolo mostrou que a fé no Cristo ressurreto transcende o nosso estado momentâneo de sofrimento. Portanto, amados irmãos, alegre-se em Deus. Pr. Moisés Sampaio de Paula 17
  • 18. II. A TRÍPLICE ADVERTÊNCIA CONTRA OS INIMIGOS (3.2-4) 18Pr. Moisés Sampaio de Paula "Guardai-vos dos cães", "guardai-vos dos maus obreiros", "guardai-vos da circuncisão"; são advertências paulinas a que a igreja se cuidasse com os judaizantes. 1. "Guardai-vos dos cães". 2. "Guardai-vos dos maus obreiros". 3. "Guardai-vos da circuncisão". 1. "Guardai-vos dos cães". 2. "Guardai-vos dos maus obreiros". 3. "Guardai-vos da circuncisão".
  • 19. • A hostilidade de Paulo contra os maus obreiros era forte e decisiva, pois eles causavam muitos males à igreja, em especial aos novos convertidos. • Paulo chama os judaizantes de "cães", pois estes acreditavam e ensinavam que os gentios deviam obedecer a todas as leis judaicas, um fardo legalista que nem mesmo os próprios judeus suportavam (Gl 2.14). 19Pr. Moisés Sampaio de Paula 1. "Guardai-vos dos cães".1. "Guardai-vos dos cães". II. A TRÍPLICE ADVERTÊNCIA CONTRA OS INIMIGOS (3.2-4)
  • 20. • Os judaizantes eram como "cães" que atacavam os novos convertidos durante a ausência de Paulo. • O apóstolo repelia-os com veemência e orientava os filipenses a que deles se resguardassem. 20Pr. Moisés Sampaio de Paula 1. "Guardai-vos dos cães".1. "Guardai-vos dos cães". II. A TRÍPLICE ADVERTÊNCIA CONTRA OS INIMIGOS (3.2-4)
  • 21. • Estes também são denominados por Paulo como "cães" e os da "circuncisão". 1. Eles espalhavam falsos ensinos, 2. Não se importando com a sã doutrina ensinada pelos apóstolos. 3. Pregavam um falso evangelho (Gl 1.8,9). 4. Afirmavam que para que os gentios se tornassem cristãos deveriam seguir a lei mosaica e, pior, as tradições judaicas. 21Pr. Moisés Sampaio de Paula 2. "Guardai-vos dos maus obreiros".2. "Guardai-vos dos maus obreiros". II. A TRÍPLICE ADVERTÊNCIA CONTRA OS INIMIGOS (3.2-4)
  • 22. • No concílio da igreja em Jerusalém, conforme Atos 15, os apóstolos já haviam discutido sobre o papel da lei judaica em relação aos gentios. 1. Os gentios cristãos não deveriam comer alimentos oferecidos aos ídolos, 2. carne com sangue e sufocada (Lv 17.14). 3. Deveriam também evitar as práticas sexuais imorais. • Não obstante, os "maus obreiros" faziam questão de discordar do ensino paulino, a fim de impor aos gentios as práticas judaicas. 22Pr. Moisés Sampaio de Paula 2. "Guardai-vos dos maus obreiros".2. "Guardai-vos dos maus obreiros". II. A TRÍPLICE ADVERTÊNCIA CONTRA OS INIMIGOS (3.2-4)
  • 23. Um dos costumes judaicos que aqueles "maus obreiros" queriam impor era a prática da "circuncisão". • Eles ensinavam, erroneamente, que a circuncisão tornaria os gentios verdadeiramente cristãos. Um dos costumes judaicos que aqueles "maus obreiros" queriam impor era a prática da "circuncisão". • Eles ensinavam, erroneamente, que a circuncisão tornaria os gentios verdadeiramente cristãos. 23Pr. Moisés Sampaio de Paula 3. "Guardai-vos da circuncisão".3. "Guardai-vos da circuncisão". II. A TRÍPLICE ADVERTÊNCIA CONTRA OS INIMIGOS (3.2-4) Paulo então passa a ensinar aos filipenses que : 1.A verdadeira circuncisão é aquela operada no coração; logo não é algo da carne, mas do Espírito Santo. 2.De acordo com o Comentário Bíblico Pentecostal, editado pela CPAD, "os cristãos filipenses não deveriam ter como motivo de orgulho quaisquer sinais físicos que demonstrassem sua condição de comunhão, porém, antes, deveriam orgulhar-se em Cristo e na sua obra". Paulo então passa a ensinar aos filipenses que : 1.A verdadeira circuncisão é aquela operada no coração; logo não é algo da carne, mas do Espírito Santo. 2.De acordo com o Comentário Bíblico Pentecostal, editado pela CPAD, "os cristãos filipenses não deveriam ter como motivo de orgulho quaisquer sinais físicos que demonstrassem sua condição de comunhão, porém, antes, deveriam orgulhar-se em Cristo e na sua obra".
  • 24. Pr. Moisés Sampaio de Paula 24
  • 25. Uma pergunta • O que vem a ser a circuncisão? • O que vem a ser a circuncisão? Pr. Moisés Sampaio de Paula 25
  • 26. III. A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO CRISTÃ (3.3) 26Pr. Moisés Sampaio de Paula A verdadeira circuncisão não confia na carne nem deixa marcas físicas, pois ela é gerada pelo Espírito. 1. A circuncisão no Antigo Testamento. 2. A verdadeira circuncisão não deixa marcas físicas. 3. A verdadeira circuncisão não confia na carne (3.3-7). 1. A circuncisão no Antigo Testamento. 2. A verdadeira circuncisão não deixa marcas físicas. 3. A verdadeira circuncisão não confia na carne (3.3-7).
  • 27. • Sabemos que a circuncisão era um rito religioso com caráter moral e espiritual, consistindo em um sinal físico de que a pessoa pertencia ao povo com o qual Deus fez um pacto. • Era também um sinal de obediência a Deus (Gn 17.11; At 7.8). • Porém, os seguidores de Jesus não precisam da circuncisão para serem identificados como pertencentes a Ele. A circuncisão do cristão é espiritual e interior, operada pelo Espírito Santo, no coração, mediante a fé em Jesus Cristo (Rm 4.9-11). 27Pr. Moisés Sampaio de Paula 1. A circuncisão no Antigo Testamento.1. A circuncisão no Antigo Testamento. III. A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO CRISTÃ (3.3)
  • 28. Circuncisão Pr. Moisés Sampaio de Paula 28
  • 29. • Paulo ensina aos colossenses que a verdadeira circuncisão em Cristo não é por intermédio de mãos humanas, mas "no despojo do corpo da carne" (Cl 2.11,12). • É um ato espiritual, levado a efeito pelo Senhor Jesus que remove a nossa velha natureza e nos concede uma nova (2 Co 5.17). • É uma circuncisão do coração (Rm 2.29). 29Pr. Moisés Sampaio de Paula 2. A verdadeira circuncisão não deixa marcas físicas. 2. A verdadeira circuncisão não deixa marcas físicas. III. A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO CRISTÃ (3.3)
  • 30. • Os cristãos judaizantes que participavam da igreja em Filipos confiavam muito mais na carne e na circuncisão do que em Cristo. • Por isso, Paulo narra a sua história como judeu. • Ele declara ter sido circuncidado ao oitavo dia (v.5) e ter seguido todos os ritos da lei (v.6). 30Pr. Moisés Sampaio de Paula 3. A verdadeira circuncisão não confia na carne (3.3-7). 3. A verdadeira circuncisão não confia na carne (3.3-7). III. A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO CRISTÃ (3.3)
  • 31. Os judaizantes • Eram uma seita de cristãos primitivos • Acreditavam que os gentios deveriam se converter ao Judaísmo a fim de aceitar Jesus como Messias. • Para os judaizantes isto significava, dentre outras coisas: 1. Observar a circuncisão, 2. Observar os dias das festividades judaicas e 3. Observar as dietas alimentares previstas na Lei [de Moisés]. Pr. Moisés Sampaio de Paula 31
  • 32. O que é um judaizante moderno? • É o indivíduo ou um grupo de pessoas que estão entre meio termo, isto é, não são aceitos pelos judeus por não serem considerados judeus, mas os próprios judaizantes não querem ser taxados de cristãos também, assim não são um nem outro, por um é desprezado e despreza o outro. • São pessoas que crêem em Jesus, mas que também querem mesclar muita coisa da religião judaica, principalmente aquilo que já foi abolido na cruz de Cristo e até mesmo inserem doutrinas de homens. Fazem uma bagunça teológica. Pr. Moisés Sampaio de Paula 32
  • 33. O que é um judaizante moderno? Estes modernos fariseus tem disseminado praticas tais como: 1. Tocar de costas para a congregação, por considerar os ministros de louvor como “levitas”. 2. Uso do Shofar, para liberar unção ou invocar Deus. 3. Observância de festas Judaicas.( Tabernaculos, Bar Mitzivah etc) 4. Uso do Kipá e Talit, que são as vestimentas que os judeus praticantes usam para ir a sinagoga. Pr. Moisés Sampaio de Paula 33 5. Tirar os calçados ao entrar na igreja ( alguns já chamam de tabernaculo ou sinagoga) por estar pisando em lugar santo. 6. Uso excessivo de símbolos judaicos tais como, a bandeira de Israel, o Menorah ou a Estrela de Davi.
  • 34. Quem era Paulo 1. Circuncidado ao oitavo dia, 2. da linhagem de Israel, 3. da tribo de Benjamim, 4. hebreu de hebreus; 5. segundo a lei, fui fariseu; 6. Segundo o zelo, perseguidor da igreja, 7. Segundo a justiça que há na lei, irrepreensível. Pr. Moisés Sampaio de Paula 34
  • 35. • Mas o apóstolo enfatiza que ao encontrar- se com Cristo, renunciou a tudo da velha religião para servir apenas a Cristo. Paulo declara: "Porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus no Espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne" (3.3). • A salvação é somente pela fé em Jesus. Nenhum rito religioso é capaz de trazer salvação 35Pr. Moisés Sampaio de Paula 3. A verdadeira circuncisão não confia na carne (3.3-7). 3. A verdadeira circuncisão não confia na carne (3.3-7). III. A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO CRISTÃ (3.3)
  • 36. Pr. Moisés Sampaio de Paula 36
  • 37. Conclusão • Paulo ensinou aos filipenses que a confiança em Cristo nos garante alegria. Tal felicidade independe das circunstâncias e faz-nos enfrentar todas as dificuldades comuns às demais pessoas com uma diferença: temos esperança! Paulo também mostrou aos filipenses que as leis do Antigo Testamento e seus ritos tinham sua importância, todavia, a obediência a tais leis e ritos não garantiam a salvação de ninguém. O que deve ser considerado pelo crente é o seu relacionamento com o Cristo ressurreto. Pr. Moisés Sampaio de Paula 37
  • 38. Pr. Moisés Sampaio de Paula 38