auto-avaliação da BE

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auto-avaliação da BE

  1. 1. Auto-avaliação da Biblioteca Escolar Proposta ao Conselho Pedagógico
  2. 2. <ul><li>Conceito e objectivos implicados </li></ul>24 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar - PORQUÊ FAZER AUTO-AVALIAÇÃO?
  3. 3. <ul><li>Porque queremos uma escola de qualidade, com uma biblioteca que cumpre com sucesso a sua missão: melhorar as aprendizagens dos alunos </li></ul>24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
  4. 4. <ul><li>O que é que os outros professores têm a ver com isso? </li></ul><ul><li>Não será este um problema do professor bibliotecário? </li></ul><ul><li>Temos mais uma forma maquiavélica de controlar, avaliar e classificar? </li></ul><ul><li>Mais uma burocracia? </li></ul>Ulisses viu Sísifo no Inferno, na absurda actividade contínua de carregar uma pedra pela montanha acima. Quando estava perto do cume, a pedra rolava e ele voltava nova e incessantemente a repetir o mesmo ciclo.
  5. 5. Como é nas bibliotecas-modelo? 24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade - <ul><li>Existe colaboração entre a BE e os docentes na identificação de recursos e no desenvolvimento de actividades orientadas para o sucesso dos alunos; </li></ul><ul><li>A acessibilidade e a qualidade dos serviços prestados pela BE é grande; </li></ul><ul><li>Há adequação da colecção e dos recursos tecnológicos. </li></ul><ul><li>Manifesto da UNESCO/IFLA </li></ul>
  6. 6. Ideias-chave a reter: 24 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar - <ul><li>A avaliação não é um fim em si mesmo, mas um instrumento indispensável num plano de desenvolvimento e um princípio de boa gestão (Pretende-se avaliar a qualidade e eficácia da BE e não o desempenho individual da equipa que aí trabalha) </li></ul>
  7. 7. Ideias-chave a reter: <ul><li>A auto-avaliação deve ser encarada como uma necessidade própria , tendo uma utilização flexível , adaptada à realidade da escola. </li></ul>24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
  8. 8. Ideias-chave a reter: <ul><li>A aplicação do modelo de auto-avaliação deve ser exequível e facilmente integrável nas práticas de gestão da equipa da BE. </li></ul>24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
  9. 9. Mudança de paradigma <ul><li>Há que passar do “eu acho”, “eu julgo …” para “ as evidências mostram que …” </li></ul><ul><li>Devemos centrar-nos não no n.º de recursos (nº de títulos da colecção, de funcionários, de computadores, etc.), mas no impacto que a BE tem nos utilizadores. </li></ul>24 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar -
  10. 10. Que benefícios? 24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade - A informação tem a capacidade de mudar o que as pessoas já conhecem. Uma prática baseada em evidências (Evidence-based practice) tem várias vantagens: Ross Todd, in, Learning in the Information Age School: Opportunities, Outcomes and Options, (IASL) 2003, Conferência anual em Durban
  11. 11. 24 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar - Sarah McNicol, in, Incorporating library provision in school self-evaluation , 2004 Que benefícios?
  12. 12. 24 de Nov de 2009 ESTRUTURA E LÓGICA DO MODELO
  13. 13. Vários domínios e subdomínios 24 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar -
  14. 14. Como se apresenta cada domínio? 24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade - zonas nucleares de intervenção que permitem a aplicação de elementos de medição exemplos de situações, ocorrências e acções que operacionalizam o indicador. sugestões a implementar, no caso de ser necessário melhorar o desempenho instrumentos para recolha de evidências
  15. 15. Recolha de evidências 24 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar - <ul><li>O modelo vem acompanhado de orientações para a aplicação que apresenta variados exemplos de questionários (a professores , a alunos ) , grelhas de observação e de análise aplicáveis a cada domínio. </li></ul><ul><li>É sugerida uma metodologia para a recolha das evidências, que pode ter origem em fontes diversas : </li></ul><ul><ul><li>Informação que já existe; </li></ul></ul><ul><ul><li>Informação que pode ser facilmente descoberta a partir da análise do que já existe; </li></ul></ul><ul><ul><li>Informação específica que necessita de ser recolhida </li></ul></ul><ul><li>Elspeth Scott em “ How good is your school library resource centre? An introduction to performance measurement”, 2002 </li></ul>
  16. 16. Perfis de desempenho <ul><li>É identificado o nível de desempenho de cada domínio (numa escala de 1 a 4). </li></ul><ul><li>Os descritores apresentados no modelo retratam o padrão de execução da BE em cada um dos níveis </li></ul>24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
  17. 17. 24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
  18. 18. Relatório de auto-avaliação 24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade - <ul><li>O modelo de relatório final de auto-avaliação acompanha os restantes documentos sugeridos pela RBE, finalizando o processo com um quadro-síntese global, onde se assinalam as acções consideradas necessárias para a melhoria . </li></ul><ul><li>Deve originar uma súmula a incorporar no relatório de auto-avaliação da escola e orientar o professor bibliotecário na entrevista a realizar pela Inspecção-Geral de Educação. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Metodologia </li></ul><ul><li>Etapas </li></ul><ul><li>Operações </li></ul>24 de Nov de 2009 PROCESSO DE APLICAÇÃO
  20. 20. 24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
  21. 21. Como vamos fazer? <ul><li>Seleccionamos o domínio a avaliar neste ano (em cada ano escolhemos um domínio diferente; ao fim de quatro anos todos os domínios terão sido avaliados); </li></ul><ul><li>Recolhemos evidências através dos variados instrumentos; </li></ul>24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
  22. 22. <ul><li>Identificamos o perfil de desempenho , para verificar em que nível se situa a BE; </li></ul><ul><li>Registamos a auto-avaliação no relatório final , onde indicamos as acções consideradas necessárias para a melhoria. </li></ul>Como vamos fazer? 24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
  23. 23. <ul><li>Como envolver os </li></ul>24 de Nov de 2009 INTERVENIENTES?
  24. 24. 24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade - <ul><li>Toda a comunidade educativa deve ser chamada a colaborar nesta avaliação. Contudo, há que identificar três grupos: </li></ul><ul><li>Os professores e alunos utilizadores usuais da Biblioteca; </li></ul><ul><li>Os professores-colaboradores da Biblioteca, que têm um conhecimento mais aprofundado que os primeiros; </li></ul><ul><li>Professores e alunos não frequentadores habituais da BE. </li></ul><ul><li>São definidas amostras mínimas, cumprindo-se alguns requisitos. </li></ul>
  25. 25. 24 de Nov de 2009 COMO COMUNICAR OS RESULTADOS?
  26. 26. 24 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar - <ul><li>Divulgando o relatório final junto das estruturas educativas; </li></ul><ul><li>Colocando o relatório disponível no “site” da escola; </li></ul><ul><li>Extraindo excertos do relatório para afixação dentro da escola; </li></ul><ul><li>Fazer uma síntese para colocar na futura Revista da Escola. </li></ul>
  27. 27. <ul><li>Nos relatórios de avaliação da BE </li></ul><ul><li>Nos relatórios de avaliação da escola </li></ul>24 de Nov de 2009 PROPOSTAS DE MELHORIA
  28. 28. 24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade - <ul><li>Junto da direcção procurar encontrar formas para pôr em prática as acções de melhoria . </li></ul><ul><li>Implementar a avaliação periódica como prática de rotina, partindo sempre do relatório anterior. </li></ul><ul><li>Tentar comparar nas reuniões interconcelhias os resultados de outras escolas e encontrar boas práticas para a resolução de problemas nos domínios com níveis de desempenho baixos (aplicação do benchmarking ) </li></ul>
  29. 29. <ul><li>Na futura BE? </li></ul><ul><li>No trabalho dos professores? </li></ul><ul><li>Nas aprendizagens dos alunos? </li></ul>24 de Nov de 2009 QUE IMPACTO?
  30. 30. Que a BE deixe de ser vista assim 24 de Nov de 2009
  31. 31. e passe a ser 24 de Nov de 2009 Um espaço de constante aprendizagem e inovação, para professores e alunos, numa atitude pró-activa e numa perspectiva contínua de procura da qualidade e da excelência.
  32. 32. <ul><li>“ Everything in life that we really accept undergoes a change” </li></ul><ul><li>(tudo o que realmente aceitamos conduz a uma mudança) </li></ul><ul><li> Katherine Mansfield </li></ul>24 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar -
  33. 33. <ul><li>Conte connosco , contamos consigo ! </li></ul><ul><li>Noémia Machado </li></ul><ul><li>(professora bibliotecária) </li></ul><ul><li>Coordenadora da Biblioteca </li></ul>24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
  34. 34. 24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
  35. 35. 24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
  36. 36. 24 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -

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