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Aula 5   Benefícios E Incentivos
 

Aula 5 Benefícios E Incentivos

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    Aula 5   Benefícios E Incentivos Aula 5 Benefícios E Incentivos Document Transcript

    • Centro Universitário Celso Lisboa Aula 5 – Administração de Benefícios. Prof. Angelo Peres É eficaz recompensar com incentivos? 1
    • As recompensas ( incentivos ) freqüentemente conseguem aumentar a probabilidade de ser fazer alguma coisa. As recompensas, via de regra, oferecem uma razão particular para realizá-la, bem como mudam sua atitude diante da atividade. As recompensas (incentivos) mudam o comportamento? 2
    • Sim. Desde que atinjam diretamente as necessidades daqueles que se quer atingir. Porém, e aí é o problema, estes efeitos tem tempo limitado. Para que a mudança de comportamento dure, geralmente é necessário manter as recompensas se repetindo. O problema das recompensas se repetindo é que elas podem levar a um certo saciamento daquela vontade específica; e, tornarem-se não mais compensadoras. 3
    • A moderna gestão de RH reflete, hoje, sobre este problema: uma contínua dependência das recompensas que pode gerar ( ou criar ) uma série de problemas práticos, incluindo um aumento de exigências por parte destes incentivos. Assim, uma recompensa deve ser planejada, de tal sorte que (ela) seja percebida como importante (desejável) e que gere uma mudança duradoura. 4
    • As recompensas melhoram o desempenho? “Não há evidência que indique que as pessoas trabalham mais produtivamente quando esperam ser recompensadas em proporção a seus desempenhos do que quando esperam ser igualmente recompensadas, ou na base de suas necessidades”. Morton Deutsch 5
    • REMUNERAÇÃO é o somatório ( ou o conjunto ): Salário Benefícios Incentivos Benefícios => Estão ligados a bem-estar. Incentivos => Aumento de produtividade. 6
    • O problema na concessão dos incentivos é o esvaziamento do ganho; Na intenção de manter a produtividade de determinados setores/unidades, em alguns casos, as áreas de RH erram “na mão”. Quando isto ocorre... Há uma “quebra na motivação”, boicotes, etc. Incentivos atuam no estímulo e não na motivação. 7
    • Em que casos conceder INCENTIVOS? Em atividades simples, repetitivas. Ou melhor, em atividades que não exigem o raciocínio ( atividades com baixo grau de abstração ). Ou melhor, em atividades quando o desempenho quantitativo prevalece. 8
    • E quando não se deve ter uma ação de INCENTIVOS? Ou melhor, quando uma ação de INCENTIVOS pode ser lesiva. Em atividades consideradas interessantes para o trabalhador daquela atividade. Ou quando a atividade ( a tarefa ) não tem um resultado conhecido. Ou seja, quando a tarefa é “em aberto” ( ou não se conhece o resultado dela ). 9
    • Plano de INCENTIVOS vs PUNIÇÃO. angelo peres Os profissionais de RH tem que ter em mente que, no Plano de Incentivos, está embutido a ( mesmo que não queiramos ) PUNIÇÃO. Tanto um quanto outro carregam aspectos + e -. Um Plano de Incentivos, no limite, não são naturais, são controladores e manipuladores. 10
    • Exemplo: Prêmio => possível de se conseguir. Quando não atingido é desmoralizante não tê-lo conseguido. Isto gera frustração, entre outros problemas. Os Planos de Incentivos florescem em relações assimétricas. 11
    • A gestão de RH deve estimular um ambiente de trabalho em equipe; de cooperação; de desenvolvimento de habilidades e conhecimentos em equipe. O conceito Incentivo está calcado na suposição que a eficácia está na soma dos desempenhos. Não se deve supor ( NUNCA ) que um bom Plano de Incentivos é lesivo às organizações, não é disto que se trata esta aula. Esta aula procura fazer uma reflexão sobre as diversas situações (possibilidades) de se implantar tal ação de RH. 12