Aula 10   2014.1 ucam - gestao contemporanea - capitalismo mole
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Aula 10   2014.1 ucam - gestao contemporanea - capitalismo mole Aula 10 2014.1 ucam - gestao contemporanea - capitalismo mole Document Transcript

  • UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES. CURSO ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS E CIÊNCIAS CONTÁBEIS. DISCIPLINA GESTÃO CONTEMPORÂNEA. PROFESSOR ANGELO PERES. AULA 10 – CAPITALISMO MONOPOLISTA, DURO E INFLEXÍVEL VERSUS O CAPITALISMO FLUÍDO, MOLE E FLEXÍVEL DO SÉCULO XXI. TRABALHO CONCRETO. É o trabalho INDUSTRIAL. Da era industrial de TAYLOR e FAYOL; É da economia de massas. Da economia de MÃOS; É o trabalho que se manifesta no valor de uso. TRABALHO ABSTRATO. É o trabalho do setor de serviços; É economia de CABEÇAS; É o trabalho que se manifesta no valor de troca. Ao contrário da era INDUSTRIAL, onde as relações eram inflexíveis, o trabalho era material, duro, concreto, bem como as relações oriundas dessa era, hoje vive-se numa era de FLUIDEZ. Numa era onde os líquidos não se mantém (não se fixam) no espaço nem no tempo. SÓLIDOS Tem dimensões claras São contidos São inalterados São pesados Não tem mobilidade O mercado de trabalho foi perdendo a lealdade (RICHARD SENNETT, A Corrosão do caráter), os direitos costumeiros e as obrigações.
  • O mercado de trabalho abre mão das relações sociais sólidas, de uma postura ética e uma cultura milenar; e sedimenta uma nova ordem: a econômica no lugar da ordem social. FLUÍDA Não tem dimensões claras Se movem facilmente Escorregam, escorrem Esvaem Vazam São filtrados Destilados Vivemos numa era, diferente da era de TAYLOR E FAYOL, que as pessoas são nômades. Não tem uma pátria. Não tem uma bandeira. Nem uma ideologia. Os hábitos ASSENTADOS eram bem vistos. O que era mal vistos eram os hábitos nômades. Os ASSENTADOS eram protegidos pela lei, pela honra, tinham endereço fixo, um nome associado a uma empresa e a uma família e não eram discriminados. Hoje o menor, o mais leve, o portátil significa progresso, jovem, bem visto, etc. Mover-se leve é o novo tempo do homem do século XXI. HOMEM ASSENTADO HOMEM DO PASSADO HOMEM NÔMADE HOMEM DO PRESENTE. HOMEM MODERNO. HOME DE MERCADO. Vive-se numa era que fixar-se ao solo não é mais sinônimo de bem-estar. Nada de laços fortes. Ter laços fortes é prejudicial a sua marca. Não é bom. Ser descartável é que é a nova ótica do mercado de consumo das relações. Portanto, vive-se numa velocidade atordoante da circulação de mercadorias, da reciclagem, do envelhecimento, do entulho e da não durabilidade e da não confiabilidade (ERA DOS LAÇOS FRACOS).
  • VER FILME A HISTÓRIA DAS COISAS. View slide