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Reabilitação e Traumato

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Apresentação Aula Pós

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  • 1. Reabilitação e Traumatologia
    • Marco Aurélio L. Miranda
    • [email_address]
  • 2.
    • PREVENÇÃO
    • AÇÃO SISTEMÁTICA
    • ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO
  • 3. Prevenção de lesões no esporte: desafio
    • Prevenção: medidas para se evitar ou minimizar a manifestação de dado evento indesejado.
    • Lesão no esporte:
    • Dano estrutural (reversível ou não)
    • Comprometimento da performance
    • Afastamento da prática
    • Comprometimento de planejamento e resultados e conquistas
    • Frustração: atleta, equipe, torcedores/imprensa.
  • 4. Prevenção de lesões no esporte
    • “ Prejuízos” justificam valorizar a identificação de situações potenciais à manifestação de lesão e ação sistemática de controle prévio”.
    • Ação (intervenção):
    • Envolvimento multidisciplinar (equipe).
    • De forma sistemática... procedimentos técnicos??
  • 5. Prevenção de lesões no esporte
    • Obter o máximo de informações sobre contra o que se vai investir:
    • Levantamento epidemiológico
    • Quais lesões vão preferenciar uma dada modalidade?
    • Como estas se manifestam?
    • Lesões estão condicionadas a modalidade .
  • 6. Prevenção de lesões no esporte
    • EPIDEMIOLOGIA: Importante saber sobre o perfil dos acontecimentos para definir as estratégias de intervenção.
    • Obtenção dos dados epidemiológicos:
    • 1- Registro de ocorrência
    • 2- Questionário específico (inquérito)
    • 3- Levantamento bibliográfico:
    • Qualidade da pesquisa: artigos de revisão
    • Não padronização pode afetar a qualidade dos achados:
    • Conceito de lesão
    • Método da coleta de dados
    • Seleção da população (profissionais, idade, sexo)
  • 7. Registro de dados
    • “ Epidemiologia das lesões no futebol profissional e propostas de medidas preventivas”
    • Data: 1997, publicado em 1998.
    • Registro da pre’-temporada e temporada (campeonato regional e copa do Brasil), 1º semestre/1996.
    • Equipe profissional de futebol de Belo Horizonte.
  • 8. Prevalências de lesões (futebol)
  • 9. Prevalências de lesões
  • 10. Levantamento por registro de dados
  • 11. Levantamento por inquérito
      • “ Análise da percepção dos alunos de academia de B.H., com relação a ocorrência de lesões músculo-esqueléticas e identificação dos segmentos corporais mais acometidos”
      • (Rolla, A. e Zibaoui, N.; 2003)
    • Academias licenciadas em B.H.: 177
    • Destas 53% se localizam na região centro-sul.
    • Estudo: 06 academias região centro-sul de B.H.
  • 12. Levantamento por questionário
    • Dos 356 questionários utilizados para análise:
    • Sexo: 55% masc.
    • 45% fem.
    • Idade: variou de 18 a 69 anos (média 33).
    • Tempo de prática: varia de 0.25 a 42 meses.
    • Modalidades: 76% musculação
    • 20% musc. + aulas coletivas
    • 4% aulas coletivas
    • Freqüência de treinos: 72% acima de 3X/sem.
    • Tempo de dedicação diária: 70% entre 1 e 2hs
  • 13. Levantamento por questionário
    • Lesões:
    • 58% (N=205), relatam a percepção de alguma lesão.
    • Destes, 48% associaram a lesão com a atividade de academia.
    • Incidência por segmento corporal:
    • 41% joelhos
    • 30% ombro
    • 20% coluna vertebral
    • 09% outros
    • Oliva et al, 1998; encontraram que o segmento mais acometido referente a prática de musculação foi ombro, seguido de coluna vertebral e cotovelos.
  • 14. Exemplo: natação
    • Qual segmento é mais afetado pelos nadadores?
    • Quais lesões preferenciam a modalidade?
    • Qual o mecanismo lesivo associado (fator etiológico)?
    • Quais fatores de risco poderão estar presentes?
    • Fatores de risco intrínsecos = disfunções.
    • Avaliação.
  • 15. Fatores de risco (disfunções) para lesões no esporte
    • Fator associado ao treinamento (excesso)
    • (extrínseco)
    • Fator associado ao próprio atleta:
    • (intrínseco)
    • 1- Mobilidade:
    • Hipomobilidade (estruturas que restringem a ADM)
    • Hipermobilidade (instabilidades)
    • 2- Força e ativação (estabilidade articular)
    • 3- Biomecânico
    • Magnitude das forças de compressão, tensão, cisalhamento.
    • Distribuição de cargas (stress)
  • 16. Região cervical
  • 17. Fatores de risco (disfunções) para lesões no esporte
    • Fator associado ao treinamento (excesso)
    • (extrínseco)
    • Fator associado ao próprio atleta:
    • (intrínseco)
    • 1- Mobilidade:
    • Hipomobilidade (estruturas que restringem a ADM)
    • Hipermobilidade (instabilidades: controle muscular de proteção)
    • 2- Força e ativação (estabilidade articular)
    • 3- Biomecânico
    • Magnitude das forças de compressão, tensão, cisalhamento.
    • Distribuição de cargas (stress).
  • 18. Reabilitação e Traumatologia
    • Marco Aurélio L. Miranda (mlopesmiranda@yahoo.com.br)
  • 19. Etiologia das lesões no esporte
    • Fatores extrínsecos:
    • Qualidade do ambiente de treinamento e jogos
    • Qualidade do material utilizado
    • Qualidade do treinamento (relação volume x intensidade)
    • Modalidade esportiva (lesões condicionadas ao gesto técnico)
    • Fatores intrínsecos:
    • Associação a algum quadro patológico
    • Idade
    • Mecânico: carga (imposição de força sobre o tecido).
  • 20. Atletismo
  • 21. Atletismo
  • 22. Natação
  • 23. Aspectos etiológicos das lesões no esporte
    • Agressão mecânica (carga)
    • Lesões por macrotrauma (macrotraumáticas): Força aleatória em intensidade e direção afetando a integridade de um dado tecido.
    • Microtraumáticas: Estresse sub máximo repetitivo (over use):
    • Freqüência de exposição ao stress supera a capacidade tecidual de renovação (turn over). Lesões de caráter inflamatório. Tendem a evoluir para degeneração.
  • 24. Aspectos etiológicos de lesões no esporte:
    • Lesões por macrotrauma (macrotraumáticas)
    • Estrutura Lesão Prevenção Osso fratura ?
    • Cartilagem falha ?
    • Ligamento entorse T reino de proteção articular
    • Músculo contusão ?
    • distensão c ontrole sobre fatores de risco
  • 25. Aspectos etiológicos de lesões no esporte
    • Microtraumáticas: Estresse sub máximo repetitivo (over use)
    • Estrutura Lesão
    • Tendão tendinite (ose)
    • Cápsula capsulites
    • Bursa bursites
    • Cartilagens degeneração (“artrose”)
    • Prevenção: controle sobre fatores de risco
  • 26. Modelo multifatorial etiologia de lesões esporte
  • 27. Fator mecânico: lesões por stress sub máximo repetitivo (academias)
    • Magnitude das forças
    • (compressão, tensão, cisalhamento)
    • Distribuição de cargas
    • Alinhamento postural
    • Relação de mobilidade (hipo ou hipermobilidade)
  • 28. Biomecânica: conceitos básicos
    • Massa: Quantidade de matéria que compõe o corpo.
    • Exemplo: halter 2/3kg.
    • Força: Todo agente capaz de produzir ou modificar o movimento,
    • ou de deformar corpos.
  • 29. Fator Biomecânico
    • Força
    • Fisicamente: definida como produto da massa de um corpo pela aceleração deste corpo.
    • F = m x a
    • Unidade de força utilizada:
    • Newton = Kg x m/s²
    • Peso
    • É uma força?
    • Quantidade de força gravitacional exercida sobre um corpo
    • Qual o seu peso?
  • 30. Fator Biomecânico
    • Forças externas: são forças aplicadas sobre o corpo mas que têm origem em fontes fora do corpo. P.ex: gravidade, resistência do ar, um empurrão.
    • Forças internas: são forças que agem sobre o corpo e que têm origem no interior do corpo. Músculos, único tecido capaz de gerar força interna. Cápsulas, fáscias e ligamentos: transmitem força.
    • Força muscular: é a capacidade de um músculo gerar força contra alguma resistência ou carga.
    • Forças agem no corpo promovendo:
    • carga (stress)
    • ou movimento.
  • 31. Forças internas ou externas geram:
    • Cargas:
    • Tensão, compressão, cisalhamento.
    • Combinadas (inclinação e torção)
    • Movimentos:
    • Movimento translatório ou linear:
    • Corpo movimenta-se como uma unidade,
    • as partes não se movimentam em relação a outras.
    • Movimento angular:
    • Movimento do objeto em volta de um eixo fixo
    • Percorre uma trajetória curvilínea
    • Segmentos que se movem se comportam-se como alavancas
  • 32. Fator Biomecânico
    • Alavanca
    • É uma barra sólida rígida e imóvel do ponto de apoio
    • Elementos de uma alavanca
    • Ponto de apoio: eixo do movimento
    • Potência ou força motriz
    • Resistência
    • Braço de força: distância perpendicular da linha de ação de força ao eixo de rotação
    • Braço de resistência: distância perpendicular da linha de ação de força dada pela resistência ao eixo de rotação
  • 33. Fator Biomecânico
    • Torque
    • é capacidade de qualquer força para causar movimento da alavanca, conhecido também como momento de força.
    • representa o efeito rotacional de uma força com relação a um eixo.
    • T= força x braço de momento
    • Sua unidade é N x m
  • 34. Fator Biomecânico
    • Vantagem mecânica
    • É uma medida da eficiência da alavanca
    • Relação entre os braços de força
    • VM = BP/BR
    • Quanto maior o braço de força ou menor o braço de resistência maior a vantagem mecânica
    • Sistema de alavanca: não basta avaliar somente a magnitude da força, mas deve-se considerar a distância do ponto de aplicação da força ao eixo do sistema
  • 35. Fator Biomecânico
    • Tipos de alavanca
    • Variam de acordo com a posição de ocupação de seus componentes
  • 36. Fator Biomecânico
    • Primeira classe ou interfixa
    • Eixo situado entre o braço de resistência e o braço de força
  • 37. Fator Biomecânico
    • Segunda classe ou inter-resistente
    • Força e resistência se localizam no mesmo lado do eixo, estando a resistência mais próxima deste.
    • Alavanca de força
  • 38. Fator Biomecânico
    • Terceira classe
    • Força e resistência se localizam no mesmo lado do eixo, estando a força mais próxima deste.
    • Alavanca de velocidade e de amplitude de movimento.
  • 39. Fator Biomecânico
    • PROBLEMA: Quanta força deve der produzida pelo bíceps braquial, tendo o cotovelo fletido à 90 graus e a uma distância de 3 cm do centro de rotação na articulação do cotovelo, para sustentar um peso de 70N na mão a uma distância de 30 cm da articulação do cotovelo? (ignorar o peso da mão e do ante-braço).
    • Bf= 3 cm
    • Br= 30 cm
    • Resistência: 70N
    • Força muscular: ?
    • Solução:
    • Somatória do torque = 0
    • Torque muscular = torque resistência
    • FM. X 0,03m = 70N X 0,30m
    • FM = 700N
  • 40.
    • Quanta força deve ser desenvolvida pelos eretores da espinha com um braço de força de 6cm a partir do centro da articulação L5-S1 para manter o corpo em uma posição de levantamento com os braços de momento dos segmentos conforme especificados? (os pesos dos segmentos são aproximados para uma pessoa de 600N).
    • Segmento peso braço de momento
    • Cabeça 58N 25cm
    • Tronco 328N 10cm
    • Braços 81N 20cm
    • Caixa 111N 40cm
    • Fm 6cm
    • Solução: Somatória do torque = O
    • Torque muscular = Torque de resistência
    • (Fm) (0,06m)= (58N) (0,25m) + (328N) (0,10m) + (81N) (0,20m) + (111N) (0,40m)
    • Fm = 1798N
  • 41. Fator Biomecânico
    • Agachamento
  • 42. Fator Biomecânico
    • Braço de momento de um músculo:
    • Distância perpendicular entre alinha de ação de um músculo e o centro da articulação, esta se modifica a medida que a articulação se movimenta.
    • Braço de momento de resistência:
    • Distância perpendicular da linha de ação de resistência ao centro da articulação.
  • 43. Fator mecânico: lesões por stress sub máximo repetitivo (academias)
    • Magnitude das forças
    • (compressão, tensão, cisalhamento)
    • Distribuição de cargas
    • Alinhamento postural
    • Relação de mobilidade (hipo ou hipermobilidade)
  • 44. Hiperlordose cervical: transtornos mecânicos
  • 45. Fugas posturais padrão.
  • 46. Fator mecânico: lesões por stress sub máximo repetitivo (academias)
    • Magnitude das forças
    • (compressão, tensão, cisalhamento)
    • Distribuição de cargas
    • Alinhamento postural
    • Relação de mobilidade (hipo ou hipermobilidade)
  • 47. Fator mecânico: lesões por stress sub máximo repetitivo
    • Relações de mobilidade
    • Hipomobilidade: restrição da adm.
    • Tecido capsulo-ligamentar: restrição movimentos acessórios
    • Tecido muscular: técnicas de alongamento
    • Hipermobilidade:
    • Instabilidade: excesso de movimento translatório, sem proteção muscular)
    • Estabilização segmentar: subsistemas passivo, neural e ativo.
  • 48. Estabilidade segmentar
    • Conceito:
    • Refere-se ao controle do movimento que ocorre entre as superfícies articulares.
    • Estruturas envolvidas:
    • Estabilizadores passivos: Sistema estrutural capsulo-ligamentar.
    • Raramente está em posição de assegurar por si só todo o controle estabilizador.
    • Estabilizadores ativos:
    • Músculos locais: pequenos músculo profundos situados próximos a cápsula da articulação, agem controlando excessos indesejáveis de movimentos acessórios (deslizamento, rolamento e torções)
  • 49.
    • Sistema global:
    • Função: gerar torque articular: produzir movimento
    • Características: Mono (sustentação) e biarticulares (iniciar movimentos rápidos)
    • Sistema local:
    • Função: estabilização segmentar
    • Características:
    • Ventre curto e profundo
    • Linha de ação de força próximo à articulação
    • Fibras com disposição transversal
    • Ricamente inervados para propriocepção
    • Predomínio de fibras tipo I
    Classificação de um músculo de acordo no sistema de tensão miofascial (Bergmark,1989)
  • 50. Ação dos músculos locais
    • Ação antecipatória ao movimento.
    • Agem independentes da posição articular (ao longo de todo o arco do movimento).
    • Não se afastam mais que 20% do seu comprimento original.
    • São solicitados em intensidade para no máximo 30% de 1 RM.
    • Reeducação proprioceptiva: atividade muscular constante, enquanto o movimento ocorre na superfície articular (Donish e Basmajian, 1972; Richardson, 1986; Hodges e Richardson, 1997).
  • 51. Característica muscular e resposta a agressão ou dores
    • Músculos globais: tendência a apresentar hiperatividade (hipertonia, dores miofasciais).
    • Músculos locais: inibição da contração (atrofia e fraqueza).
    • Disfunção dos músculos locais:
    • Instabilidades segmentares
    • Má distribuição de cargas (sobrecarga mecânica)
    • Dores músculo-esqueléticas
    • Programas de reabilitação constituem de medidas terapêuticas apontadas como as mais eficazes no nível dos músculos locais para obter um alívio prolongado das dores recidivantes (O’Sullivan, Twomey et al., 1995; Hides et al., 2001).
  • 52. Fatores de risco (disfunções) para lesões no esporte
    • Fator associado ao treinamento (excesso)
    • (extrínseco)
    • Fator associado ao próprio atleta:
    • (intrínseco)
    • 1- Mobilidade:
    • Hipomobilidade (estruturas que restringem a ADM)
    • Hipermobilidade (instabilidades)
    • 2- Força e ativação (estabilidade articular)
    • 3- Biomecânico
    • Magnitude das forças de compressão, tensão, cisalhamento.
    • Distribuição de cargas (stress).
  • 53. Processo Inflamatório
    • Resposta do corpo a uma lesão que em condições ideais, resulta no reparo da lesão e substituição do tecido traumatizado com restauração associada da função.
  • 54. Processo inflamatório
    • Resposta do corpo a agressão independe:
    • Do agente agressor: químico, térmico, mecânico.
    • Do tecido acometido: qualquer tecido que perde sua integridade reage inflamando.
    • Reação ou resposta sempre inespecífica.
    • Caracterizado pelas fases de:
    • Reação
    • Proliferação (fibroplastia)
    • Remodelação
  • 55. Processo inflamatório: fase de reação
    • À partir de um suposto dano mecânico ao tecido -> resposta generalizada e inespecífica (qualquer tecido).
    • Lesão celular local
    • Resposta imediata: vaso constrição com hipóxia local e morte de células adicionais (poucos minutos). Segue...
    • Liberação de substâncias capazes de induzir à alterações vasculares.
    • Resposta vasomotora secundária:
    • Vasodilatação
    • Aumento da permeabilidade capilar.
  • 56. Mediadores químicos do processo
    • Prostaglandina
    • Macrófago
    • Vasodilatação: aumento do fluxo sanguíneo
    • Rubor e calor
    • Histamina
    • Mastócito
    • Aumento da permeabilidade capilar
    • Tumor, dor e edema
    • Interferon
    • Linfócitos
    • Ativa macrófagos
    • Interleucina
    • Macrófago
    • Ativa colagenase e produção de prostaglandina
    • Edema: peptídeos extravasados para o meio fazem carrear líquido.
  • 57. Processo Inflamatório: fase de reação
    • Finalidade: remoção dos detritos celulares.
    • Duração: 0 – 6 dias.
    • Se o tempo da fase de reação puder ser minimizado, a fase seguinte poderá ter início mais precocemente.
    • Recomenda-se :
    • Repouso: abolir a carga sobre o tecido lesado;
    • Crioterapia;
    • Medidas anti-inflamatórias.
  • 58. Processo Inflamatório: fase de proliferação
    • Finalidade: Reparo tecidual
    • cicatrização x regeneração
    • Fase delicada: estímulo ofertado determinará o caminho da recuperação:
    • Cicatrização: cicatriz composta de colágeno tipo III -> calo fibrótico
    • Regeneração: tecido original
  • 59. Processo Inflamatório: fase de proliferação
    • Duração: poucos dias a 3 semanas
    • Recomenda-se:
    • Calor
    • Cinesioterapia:
    • Alongamentos suaves
    • Introdução gradativa ao trabalho de reforço/estabilização
    • Atenção!! Nesta fase a dor e edema cederam, não servindo de referência para restabelecer o retorno a prática esportiva ou ocupacional.
  • 60. Processo inflamatório
    • Fase de Remodelação:
    • Ativação da síntese celular
    • Alinhamento do colágeno
    • Recomenda-se: Progressão no trabalho de alongamento e reforço/ativação.
  • 61. Lesão muscular tipo distensão
    • Conceito (quais estruturas são rompidas?)
    • Mecanismo (como acontece)
    • Sinais clínicos
    • Classificação
    • Processo de recuperação ou reparo
    • Tratamento
    • Retorno a função
    • Fatores de predisposição
    • Prevenção
  • 62. Lesão muscular: distenção
    • Conceito rompimento do tecido
    • Classificação
    • Dor muscular tardia: microrrupturas
    • Grau leve: rupturas de algumas fibras, perimísio e fáscia intacta.
    • Grau moderado: ruptura parcial do músculo com dor, equimose, depressão estrutural palpável, comprometimento funcional (afastamento da prática).
    • Grau severo: ruptura total do músculo.
    • Mecanismo da Lesão
    • Teoria do alongamento ativo.
    • Dano estrutural:
    • Inflamação: fase de reação.
    • Processo de reparo: Cicatrização x Regeneração.
    • Tratamento e Prevenção
  • 63. Remodelação do Tecido Muscular
    • As fibras musculares esqueléticas adultas possuem grande potencial de adaptação. Esse elevado potencial adaptativo é atribuído a uma população de células residentes no músculo demoninadas de células satélite .
    • Estas foram descobertas em 1961, fazem parte de células com grande atividade mitogênica que contribuem para o crescimento muscular pós natal, manutenção e reparo do tecido muscular esquelético adulto.
  • 64. Remodelação do Tecido Muscular
    • Há evidências de que tais células constituem população heterogênea, algumas sofrem diferenciação imediata sem divisão prévia e outras dividem-se gerando uma célula filha para diferenciação e outra para proliferação.
    • Se fundem a fibras musculares já existentes ou a células satélites vizinhas e geram novas fibras musculares.
    • Células satélites inativas/latentes: mioblastos.
    • Células satélites ativas: miotúbulos.
  • 65. Células satélites
    • Regeneração Muscular
    • Em condições fisiológicas
    • inalteradas, permanecem
    • em estado Quiescente , e não se proliferam.
    • Em resposta a estímulos
    • como microtrauma ,
    • tornam-se ativas,
    • proliferam e expressam
    • marcadores da
    • Miogênese (Mioblastos).
    • Mioblastos........Miotúbulos.......fibra madura.
  • 66. Processo do Reparo
    • A medida que os macrófagos já removeram parte significativa dos detritos da lesão, aparecem células miogênicas fusiformes para formar longos miotubos com cadeias de núcleo centrais.
    • A medida que aumentam, os miotubos constroem seu retículo sarcoplasmático e começam a montar feixes organizados de filamentos contratéis. Cadeias centrais de núcleos quebram-se e migram para periferia do miotubo, completando a transição de miotubo para fibra muscular.
    • Uma vez que tenham aparecido fibras musculares, a matriz extra celular continua a se remodelar.
    • Se as células musculares forem inervadas, a contração muscular controlada aumenta a força do músculo lesado.
  • 67. Seqüência de Eventos que Caracterizam o Processo de Cura
    • Lesão primária estrutural
    • Lesão secundária (hipóxia tecidual)
    • Alteração vascular secundária
    • (hemorragia, edema, infiltrado inflamatório)
    • Aumento do fluxo sanguíneo
    • Debridação celular
    • Ativação de células satélite
    • Proliferação fibroblástica
    • Maturação
  • 68. Lesão crônica microtraumática
    • Etiologia: Persistência do fator etiológico
    • Caracterização:
    • Ausência de infiltrado inflamatório.
    • Caracterizada por degeneração :
    • Aumento de células não típicas
    • Hipocelularidade parenquimatosa
    • Má qualidade e alinhamento de fibras colágenas
    • Perda de matriz tecidual
    • Hipovascularização
    • Necrose/cicatrização
    • Calcificação
  • 69. Estrutura do tendão
    • Os tendões são estruturas que por estabelecerem a ligação entre a massa muscular contrátil e o osso, são quase inextensíveis, muito resistentes às forças de tração. Em alguns casos revestidos por uma bainha sinovial de nome paratendão.
    •   São constituídos por numerosos fascículos de fibras de colagéno, que se dispõe paralelamente.
    • Vascularizados por pequenas arteríolas, dispostas longitudinalmente a partir dos músculos adjacentes.
  • 70. Tendão
  • 71. Tendinopatias: tendin ite x tendin ose
    • Recentes estudos têm demonstrado que tendões acometidos por lesões desenvolvem lesões de caráter degenerativo , ou seja, que ocorrem ao longo do tempo. Estes estudos trazem uma nova nomenclatura para essas lesões: “ tendinose” .
    • Mecanismo da lesão: microtraumas repetitivos.
    • Achados clínicos: dor e perda funcional.
    • Ao exame:
    • Palpação: rigidez e espessamento
    • Testes específicos: irritativos (função muscular ou alongamento).
  • 72. Tendinopatias: tratamento
    • Fatores extrínsecos: controle sobre excesso de volume de treinamento??
    • Fatores intrínsecos:
    • Identificar o fator mecânico etiológico e intervir (correção biomecânica).
    • Calor
    • Fricção transversa (Método Cyriax)
    • Treino excêntrico
    • Reforço muscular global (adaptação de fortalecimento do tendão lesado)
    • Mobilidade: alongamento??
  • 73. Síndrome do impacto:
    • Conceito e mecanismo da lesão
    • Estruturas envolvidas
    • Disfunções:
    • Pobre aporte sangüíneo tendíneo
    • Postural: alinhamento escapular e alinhamento cervical
    • Alteração do ritmo escápulo-umeral
    • Mobilidade: Gleno-umeral, escapular, clavicular (esterno e acrômio clavicular)
    • Ativação músculos locais: Gleno-umeral e escapular
  • 74. Coluna vertebral
    • Mecanismo lesivo:
    • stress submáximo repetitivo.
    • Fatores extrínsecos:
    • Sobrecarga: ocupacional, esportes
    • Maus hábitos: sentar...
    • Fatores intrínsecos:
    • Má distribuição de cargas:
    • Alinhamento postural
    • Mobilidade
  • 75. Coluna vertebral: mobilidade
  • 76. Biomecânica da coluna vertebral
  • 77. C 0 – C 1 C 1 – C 2
  • 78. Flexão Lateral da Cabeça e Pescoço
  • 79. Ligamentos da coluna
    • 1- longitudinal anterior 4- intertransversal
    • 2- longitudinal posterior 5- interespinhoso
    • 3- flavo (amarelo) 6- supraespinhoso
  • 80. Coluna Vertebral
  • 81.
    • Absorve e ajuda a distribuir as forças que agem sobre a coluna
    • Apesar de ser considerado avascularizado, recebe nutrientes por difusão 2/3 internos do ânulo fibroso não apresentam inervados, 1/3 externos inervado.
    • Ânulo Fibroso:
    • Camada fibrocartilaginosa, eficiente para suportar forças compressivas são mais espessas e numerosas anteriormente
    • Núcleo Pulposo:
    • Gel de mucopolissacarídeos que comporta-se como líquido viscoso 80-90% água, restante colágeno absorve e distribui uniformemente forças aplicadas à coluna
  • 82.
    • Comportamento das estruturas aos movimentos da coluna.
  • 83. Hiperlordose cervical: transtornos mecânicos
  • 84. Vista lateral
  • 85. Fugas posturais padrão.
  • 86. Retificação Hipercifose
  • 87. Lordose normal Hiperlordose
  • 88. Ritmo lombo-pélvico
  • 89. Relação de mobilidade toraco-lombar
  • 90. Hérnia e degeneração discal
  • 91. Hérnia de disco
  • 92.  
  • 93. FISIOPATOGENIA
    • Protusão Discal: Ruptura interna do disco mais prolapso com LLP integro;
    • Hérnia Extrusa: Ruptura do LLP com material discal dentro do canal medular;
    • Hérnia Seqüestrada: Quando um fragmento migra para cima, baixo, ou para interior do forame (Também chamado de hérnia foraminal).
    • OBS: O comprometimento neurológico pode ocorrer por compressão mecânica ou secundária a processos inflamatórios com edema das estruturas nervosas.
  • 94. Hérnia discal posterior
  • 95. Resumo dos sinais clínicos
      • Ao exame físico:
      • Espasmo muscular;
      • Postura antálgica;
      • Perda da lordose lombar;
      • Diminuição da flexão e extensão da coluna;
      • Dor a inclinação lateral do tronco( protusão ou extrusão);
      • Lasegue +
      • Hipoestesia, hiporreflexia;
      • Diminuição de força;
      • Valsalva +.
  • 96. Indicações cirúrgicas
    • 2 a 4% dos pacientes;
    • Síndrome da cauda eqüina;
    • Disfunção vesical;
    • Déficit motor severo e progressivo;
    • Déficit neurológico persistente;
    • Falha do tratamento conservador.
    JBMR 14(2000) 79-88
  • 97. Espondilólise Caracterizada por um distúrbio adquirido secundariamente a uma fratura por fadiga na pars interarticularis (evidência em ginastas femininos e atacantes de futebol americano). Ocorre mais comumente no nível de L5-S1; menos frequentemente na região de L4-L5; Porção Interarticular do Cão Escocês
  • 98. Estrutura geral da vértebra
  • 99. Espondilólise:
    • Fatores de predisposição:
    • Hiperlordose lombar
    • Repetitividades em extensão da coluna (ginástica olímpica, academias).
    • Fragilidade da pars articular
    • Disfunção: INSTABILIDADE
    • TRATAMENTO: Estabilização segmentar lombar.
  • 100. Mecânica da hiperextensão da coluna
  • 101. ESPONDILOLISTESE O termo ESPONDILOLISTESE deriva da palavra grega SPONDYLOS = COLUNA OLISTHESIS = “ESCORREGAR”
  • 102. É A DEFICIÊNCIA DE NASCIMENTO DA FACETA SACRAL SUPERIOR OU DA QUINTA LOMBAR INFERIOR, OU DE AMBAS. PROPORÇÃO 2:1 MULHER / HOMEM É O DEFEITO TÍPICO NA PORÇÃO INTERARTICULAR E ESTA CONDIÇÃO PODE ESTAR RELACIONADA COM FRATURA AGUDA, FRATURA POR FADIGA OU ALONGAMENTO DA PORÇÃO INTERARTICULAR INTACTA. É UMA FRATURA AGUDA NA ÁREA DO PEDÍCULO, LÂMINA OU FACETAS. É CAUSADA POR PROCESSO DEGENERATIVO ENVOLVENDO DISCO, LIGAMENTOS, FACETAS, CAUSANDO UMA INSTABI- LIDADE SEGMENTAR. É AQUELA CAUSADA POR DOENÇA ÓSSEA GENERALIZADA OU LOCALIZADA. EX. TUMORES OU INFECÇÕES QUE DESTROEM O ARCO NEURAL. Congênita Ístmica Traumática Degenerativa Patológica
  • 103. 0 – 25% 26 – 50% 51 – 75% 76 – 100% CLASSIFICAÇÃO DA ESPONDILOLISTESE (Proposta por MEYERDING) Baseia-se no degrau de deslocamento anterior de L-5 em relação a S-1. Observou-se que somente pacientes com uma espondilolistese maior do que 25% apresentam dor lombar contínua. Portanto, não há motivos para restrições ao trabalho.
  • 104. Estabilizadores da coluna vertebral
    • Passivos:
    • Disco intervertebral
    • Ligamentos
    • Cápsula articular
    • Articulações facetárias
    • Tensão passiva muscular
    • Dinâmicos
    • Músculos:
    • Região lombar: multífidos e transverso do abdomen (porção posterior do íleo-psoas, oblíquo interno).
    • Região cervical: multífidos e longo do pescoço.
  • 105. Músculos paravertebrais
  • 106. Multífidos
  • 107. Músculos Abdominais
  • 108. Abertura Torácica Inferior Íl.posas, Quadrado Lombar e Diafragma
  • 109. Músculos abdominais
  • 110. Diafragma
  • 111. Fáscia tóraco-lombar
  • 112. Protocolos: estabilização lombar
  • 113. Estabilização lombar
  • 114. Longo do pescoço/ escalenos Esternocleidomastóideo
  • 115. Pelve: elementos ósseos e ligamentares
  • 116. Lesões de fixação da sacroilíaca
    • Estiramento dos ligamentos S.I.
    • Estímulo neural elétrico que chega a medula.
    • Facilitação nervosa no nível medular provoca espasmo muscular.
    • Espasmo leva a fixação da lesão.
  • 117. Síndrome do Piriforme
  • 118. Manobra de Weber-Barstow
  • 119. Medição do comprimento real
  • 120. Discrepância é de origem femural ou tibial
  • 121. Discrepância real de membros e escoliose funcional
  • 122. Articulação do quadril (coxo-femural)
  • 123. Complexo articular do joelho
    • 3 ossos:
    • Fêmur
    • Tíbia
    • Patela
    • 2 articulações:
    • Tibio-femural
    • Patelo-femural
  • 124. Cápsula posterior e bursas do joelho
  • 125. Superfícies articulares tibio-femural meniscos medial e lateral
  • 126. Estabilizadores passivos: ligamentos e meniscos
  • 127. Lesão ligamentar
    • Etiologia: traumáticas
    • Denominação: entorses
    • Severidade:
    • Grau 1: Estiramento livre de rompimento microscópico, sem perda funcional (hipersensibilidade e edema local).
    • Grau 2: Rompimento parcial sem perda funcional.
    • Grau 3: Rompimento parcial com perda funcional (instabilidade articular).
    • Grau 4: Rompimento total
  • 128. Ligamento cruzado anterior (LCA)
    • Tensão durante toda a amplitude de movimento:
    • Feixe ântero medial + tenso em flexão
    • Feixe póstero lateral + tenso em extensão
    • Funções estabilizadoras:
    • Contenção para gaveta anterior em 85%
    • Controle de stress em valgo e varo
    • Controle sobre stress em hiperextensão
  • 129. LCA: reabilitação pós-operatório
    • Semana 1:
    • 2 muletas
    • Controle da dor, derrame
    • Mobilização da patela
    • ADM ativa: 20 a 80º
    • Extensão passiva
    • Semana 2 a 4:
    • 1 muleta/ apoio parcial
    • Controle de dor e edema
    • Mobilização da patela
    • Exercícios de fortalecimento geral (quadril e tornozelo)
    • Reforço de quadriceps em cadeia cinética fechada (período crítico enxerto).
    • ADM: 0 a 110º
  • 130. LCA: Reabilitação pós-operatório
    • Semanas 5 a 8: sem derrame, mobilidade patelar normal, marcha normal, ADM plena.
    • Avançar nos exercícios de fortalecimento
    • Iniciar propriocepção (proteção articular, estabilização).
    • 3 meses: fortalecimento do quadriceps em cadeia cinética aberta sem restrição da ADM.
    • 4 a 6 meses: iniciar trote. Propriocepção específica para o desporto praticado.
    • 6 a 9 meses: reiniciar as atividades esportivas.
  • 131. Articulação patelo-femural
  • 132. Força de reação articular
  • 133. Áreas de contato patelo-femural da extensão para flexão
  • 134. Stress patelo-femural Cadeia aberta x Cadeia fechada
  • 135. Alinhamento patelo-femural
  • 136. Síndrome da dor patelo-femural
    • Fuga de alinhamento = má distribuição de cargas = stress aumentado = risco (SPF)
    • Fatores de risco podem comprometer o alinhamento patelar:
    • Fatores biomecânicos (disfunções)
    • Lesões de ilíaco (alinhamento pélvico)
    • Discrepância de membros
    • Ângulo de anteroversão femural aumentado
    • Valgismo de joelho aumentado
    • Rotação tibial proximal externa
    • Pronação excessiva da subtalar
  • 137. Fugas de alinhamento patelar
  • 138. Ângulo entre colo e diáfise femural
    • Ângulo < 125º ->coxa vara.
    • Ângulo reduzido, membro fica encurtado, os abdutores ficam mais efetivos, a cabeça femoral recebe menor carga, mas o colo é mais sobrecarregado.
    • Ângulo > 125º ->coxa valga.
    • Deste modo o membro, reduz a efetividade dos abdutores, aumenta a carga sobre a cabeça do fêmur e diminui a carga sobre o colo do fêmur.
  • 139. Coxa vara =Joelho valgo Stress tensivo L.C. medial stress de compressão no compartimento lateral
  • 140. Ângulo de anteversão do colofemural
    • Relação entre o linha do colo femural e entre epicôncilos (distal). Normal 8 -15º
    • Aumentado:
    • Patela vesga
    • Rotação interna do quadril (pés apontando para dentro).
  • 141.  
  • 142. Sinal de baioneta
  • 143. Joelho em vista lateral
  • 144. Altura da patela
  • 145. Fatores de risco (disfunções) para SPF
    • Retração tecidual:
    • Banda íleo-tibial (fáscia latta)
    • Retináculo dos estensores
    • Reto femural
    • Ísquitibiais
    • Gastrocnêmios
    • Falha de ativação: estabilização medial patelar: vasto medial oblíquo.
    • Fraqueza: quadriceps
  • 146. Região glútea e lateral da coxa
  • 147. Face lateral – BIT/Bíceps femoral
  • 148. Face posterior – semitendinoso,semimembranoso, biceps femoral e grácil.
  • 149. Estabilização patelar: retináculo medial e VMO
  • 150. Lesões inflamatórias
    • Tendinose do patelar
    • Tendinose da pata de ganso
    • Síndrome do Trato Íleo-tibial
    • Sinovites
  • 151. Face anterior da coxa e joelho
  • 152. Face Medial Face Lateral
  • 153. Face medial – Pata de ganso
  • 154. Canelite
    • É o nome popular da Síndrome de stress do tibial posterior ou periostite medial da tíbia.
    • Inflamação dos tendões do compartimento posterior tibial e periósteo adjacente.
    • Comum em atletas corredores, de futebol e tênis.
    • Fatores de risco:
    • Intr: pronação excessiva subtalar
    • Extr: prática em solo rígido, calçado inapropriado.
    • Tratamento:
    • Pode evoluir para fratura por stress local.
  • 155. Músculos do compartimento posterior
  • 156. Fraturas por stress
    • Local:Terço distal ântero-medial tibial.
    • Mecanismo: Remodelação óssea não acompanha o stress local.
    • Tratamento conservador para canelite não evolui: atenção/encaminhar ortopedia.
    • Diagnóstico: imagem.
    • Tratamento: suspensão das atividades esportivas.
    • Evidenciar fatores biomecânicos.
    • Confirmar calçado adequado.
    • Retorno progressivo.
  • 157. Sindesmose tibio-femural
  • 158. Divisões anatômicas do pé
  • 159. Pinça tibio-talar Artic. Sub-talar
  • 160. Alinhamento normal do tornozelo e pé
    • Pronação subtalar:
    • Normal
    • Anormal: alguns tipos de arranjo causam compensação sob forma de pronação anormal.
  • 161. Antepé varo: A- forma não compensada e B- compensada
    • Ante pé invertido: hiperpronação quando contato medial com o solo.
    • Pronação não disponível: pressão aumenta para cabeça 4 e 5 metatarsos.
    • Forma compensada: calcâneo evertido com pé tendendo para plano.
  • 162. Pronação excessiva subtalar
  • 163. Antepé valgo: A- compensado e B- não compensado
    • Estrutura medial em contato e face lateral suspensa.
    • Fase de apoio supinação e em seguida hiperpronação.
    • Forma compensada leva a pé cavo com arco aumentado.
  • 164. Retropé varo
    • Subtalar hiperprona para posicionar o calcâneo verticalmente em contato com o solo.
  • 165. Tíbia vara Dorsoflexão Limitada
    • Desvio do terço inferior na direção da inversão.
    • Quando em descarga de peso, ocorre semelhança com ante pé varo.
    • Marcha normal tíbia deve evoluir no mínimo 10º sobre o talus antes da elevação do calcanhar. Na ausência de dorsoflexão disponível: hiperpronação compensatória.
  • 166. Entorse de tornozelo
    • Lesão traumática de maior prevalência do membro inferior.
    • Mecanismo mais comum: entorse por inversão e flexão plantar associados (posição articular de maior instabilidade).
    • Ligamento mais afetado: talo fibular anterior.
    • Severidade: disfunção.
    • Tratamento:
    • Fases do processo inflamatório
    • Drenagem local
    • Dorso flexão diminuída: Bloqueio articular do tálus, encurtamento dos flexores plantares.
    • Bloqueio articular: Fíbula.
    • Ativação: fibulares, tibial posterior (principais estabilizadores dinâmicos do tornozelo).
    • Propiocepção: “proteção articular” , “estabilização segmentar”.
  • 167. Ligamentos do tornozelo e pé
  • 168. Talo Fibular Ant. Calcâneo Fibular
  • 169. Músculos extrínsecos do pé (face lateral)
  • 170. Músculos do compartimento posterior
  • 171. Estabilização do tornozelo
    • Co-contração do tibial posterior e fibular longo.
  • 172. Estabilização do tornozelo:có-contração tibial posterior e fibular longo
  • 173. Fáscia plantar
    • Fáscia:
    • Composta de tecido conjuntivo fibroso.
    • À partir do calcâneo, dirige-se anteriormente para a cabeça dos metatarsos.
    • Sustenta o arco plantar longitunal
    • Auxilia na potência de impulsão
  • 174. Fasceíte Plantar
    • Etiopatogenia: abuso mecânico deste tecido leva a microtraumas repetitivos e cronicidade inflamatória.
    • Fatores de risco:
    • Obesidade
    • Biomecânico: Pé cavo rígido, hiperpronação da subtalar associada com diminuída dorso-flexão. Hipomobilidade do primeiro raio.
    • Observa-se:
    • Início incidioso e gradual.
    • Sensibilidade a palpação próximo a sua inserção calcaneana.
    • Dor intensa aos primeiros passos pela manhã.
  • 175. Fasceíte plantar
    • Tratamento:
    • Supressão das atividades que possam agravar os sintomas.
    • Uso de órteses de absorção.
    • Técnicas para alívio da tensão fascial (compressão, release, alongamento).
    • Compensação biomecânica.
    • Mobilidades: do primeiro raio e médio e retro-pé.
  • 176. Retináculos e sinóvias dos extensores
  • 177. Músculos dos compartimentos lateral e anterior
  • 178. Faces tibiais anterior e posterior
  • 179. N. ciático
  • 180. Complexo do ombro
    • Síndrome do impacto:
    • Conceito
    • Estruturas acometidas: bursas e tendões.
  • 181. Biceps braquial: tendinose
  • 182. Síndrome do impacto:
    • Conceito e mecanismo da lesão
    • Estruturas envolvidas
    • Disfunções:
    • Pobre aporte sangüíneo tendíneo
    • Postural: alinhamento escapular e alinhamento cervical
    • Alteração do ritmo escápulo-umeral
    • Mobilidade: Gleno-umeral, escapular, clavicular (esterno e acrômio clavicular)
    • Ativação músculos locais: Gleno-umeral e escapular
  • 183. Hiperlordose cervical: transtornos mecânicos
  • 184. Teste de encurtamento peitoral menor
  • 185. Peitoral Maior e Menor
  • 186. 1- Artéria Subclávia 2- Plexo Braquial 3- Artéria Carótida Comum
  • 187. Longo do pescoço/ escalenos esternocleidomastóideo
  • 188. Manguito rotator
  • 189. Serrátil anterior
  • 190. Trapézio
  • 191. Elevador da Escápula
  • 192. Romboídes
  • 193. Estabilizadores escapulares
    • Vetores de força dos músculos relacionados com movimento e estabilização da escápula:
    • Peitoral menor
    • Serrátil anterior
    • Rombóides
    • Elevador da escápula
    • Trapézio (sup/méd/inferior)
  • 194. Articlação radiocárpica
  • 195. Obrigado!!!
    • 100 anos !! Clube Atlético Mineiro