III Encontro de Portos da CPLP – Lídia Sequeira – Porto de Sines

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Powerpoint de suporte à intervenção de Lídia Sequeira, Presidente do Conselho de Administração do Porto de Sines (Portugal), no III Encontro de Portos da CPLP, que decorreu nos dias 1 e 2 de Dezembro de 2010, no Centro de Convenções do Hotel Talatona, em Luanda.
Intervenção subordinada ao tema “Novos Caminhos do Transporte Marítimo – As Auto-Estradas do Mar”.
Integrada no painel “Novos Caminhos do Transporte Marítimo”, moderado por Victor de Carvalho, Director Geral do Instituto Marítimo Portuário de Angola.
A organização do Encontro coube ao Porto de Luanda, com o apoio institucional do Ministério dos Transportes em nome do Governo de Angola.
A magna reunião reuniu responsáveis das administrações portuárias dos seguintes países: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Portugal.
Aprofundar as relações de trabalho e de cooperação, incrementar as relações comerciais entre os portos e contribuir para melhorar as relações de transporte e comerciais entre o conjunto de países de língua portuguesa foram os objectivos primaciais do encontro, cujas conclusões se encontram disponíveis em
http://www.portosdeportugal.pt/sartigo/index.php?x=4349

Site oficial do III Encontro de Portos da CPLP disponível em http://www.cplpportos.com/

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  • III Encontro de Portos da CPLP – Lídia Sequeira – Porto de Sines

    1. 1. Lídia Sequeira Presidente do Conselho de Administração Administração do Porto de Sines, S.A. Novos Caminhos do Transporte Marítimo As Auto-Estradas do Mar III Encontro dos Portos da CPLP
    2. 2. Auto-Estradas do Mar - Projecto Prioritário n.º 21 da RTE-T ( Artigo 12-a do Regulamento da RTE-T) FONTE: Site da Comissão Europeia Objectivos principais: Concentrar fluxos de mercadorias em cadeias logísticas de base marítima Aumentar a coesão e reduzir os impactos ambientais Reduzir os congestionamentos terrestres através da intermodalidade Principais corredores: Baltic motorways of the sea Western Europe motorways of the sea South Eastern motorways of the sea South Western motorways of the sea
    3. 3. O conceito ideal de Auto-Estrada do Mar é baseado numa noção de continuidade ( Desafios da Cadeia Logística) FONTE: Projecto PORTMOS desenvolvido pela APP Características Sem bottlenecks que causem atrasos ou custos adicionais Com procedimentos simplificados e paperless Com intermodalidade ágil nos pontos de fricção Entre dois ou mais estados membros da UE e estados vizinhos Serviços com frequencia e fiabilidade assegurada Componente terrestre Componente marítima Pontos de fricção Transporte Rodoviário Conceito ideal de Auto-Estrada do Mar Transporte Marítimo de Curta Distancia
    4. 4. Round of the World Services Round of the World Services AUTO-ESTRADAS DO MAR GLOBAIS Futuro: alargamento do conceito AEM às rotas intercontinentais
    5. 5. PORTO HUB: Condição para um pais se integrar nas Auto-Estradas marítimas globais ( Uma questão de soberania nacional – Essencial para as importações/exportações)
    6. 6. TEU 1.000-2.500 4.000-5.000 5.000-12.000 12.000-15.000 First (1956-1970) Second (1970-1980) Third (1980-1988) Fourth (1988-2000) Fifth (2000-2005) Sixth (2006-…) Evolução da dimensão dos navios porta-contentores (Utilização frequente de navios com calados > 14m) Converted Cargo Vessel Converted Tanker Cellular Containership Panamax Class Post Panamax / Panamax I (2000) Panamax II (2014) Length (m) 135 200 215 250 290 275-305 335-364 364-397 Draft (m) < 9 10 11-12 11-13 14-15 15-17 500 800 3.000 4.000 Beam Rows Outreach Spreader’s Height NA NA 28-30 m/beam 10-12 rows 28-34 m/out. 30-34 m/height 40-48 m/beam 16-18 rows 46-52 m/out. 34-40 m/height 30-33 m/beam 12-14 rows 34-40 m/out. 30-34 m/height 45-55 m/beam 20-22 rows 56-65 m/out. 40-44 m/height Operados em Sines
    7. 7. O caso de Sines: Diminuição dos Custos de Transporte (Fortes economias de escala) Fonte: Ocean Shipping Consultants, A.T. Kearney analysis (adaptado) Small feeder Large feeder Interoceanic small vessel Interoceanic large vessel Price Evolution + - 1.750 3.500 7.000 14.000 Unit Costs pr TEU TEU capacity load per vessel
    8. 8. MOTHERSHIPS BILBAU GIJON VIGO SINES CÁDIZ FIGUEIRA DA FOZ LEIXÕES MADRID FEEDERS FEEDERS O caso de Sines: Ligações por feeder ao hinterland (TMCD)
    9. 9. O Caso de Sines: Acessibilidades Rodo e Ferroviária ( 26 comboios/dia: 8 contentores + 8 combustíveis + 10 carvão)
    10. 10. SMS WEB e-mail WEB e-mail SMS O caso de Sines: Procedimentos simplificados e paperless (Maior eficiência portuária) Sistema Utiilizador EDIFACT Sistema Utiilizador FLAT FILE Sistema Utiilizador XML SDS SafeSeaNet VTS Costeiro Cartão Único Facturação XML Acesso Público no campus portuário
    11. 11. Operação 24 horas por dia, 365 dias por ano, sempre com flat-rate . O caso de Sines: Flexibilidade Laboral e Tarifas planas (Maior eficiência portuária)
    12. 12. O caso de Sines: Mão-de-obra altamente especializada e de origem local (Possibilidade de formação na CPLP)
    13. 13. O caso de Sines: Equipamentos de última geração (Maior eficiência portuária)
    14. 14. O caso de Sines: Um mothership em operação 14.000TEU 15,95 m
    15. 15. O caso de Sines: Feeders em operação
    16. 16. ZAL Pólo B Terminal XXI Terminal XXI (expansão) Contentores (expansão) Terminal GNL Terminal Multipurpose Terminal Granéis Líquidos Terminal Petroquímico ZILS ZAL Pólo A ZAL Pólo A (expansão) Expansão Terrestre Prevista Expansão Marítima Prevista Expansão (Contentores) Potencial Logístico (APS) Limite da Área de Jurisdisção da APS Rodovia Principal Rodovia Secundária Ferrovia Esteira de Tubagem
    17. 17. Obrigado

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