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Transcript

  • 1. Dreams realized Prólogo - A gente precisa conversar e tem que ser agora, isso não pode esperar. – disse Jéssica. - Mais agora? Você sabe que eu tenho que trabalhar não posso me atrasar. – retrucou Alexander. - Por favor, isso não vai demorar. Você precisa saber disso. – falou Jéssica em um tom melancólico. - AGORA não dá. – repetiu Alexander alterando o tom de voz. - Eu estou grávida. – sussurrou Jéssica. - Mas, como assim? Como isso aconteceu? Como você pode deixar isso acontecer? – falou Alexander preocupado. - Você sabe muito bem como isso aconteceu e a culpa não é só minha. - COOOOOORTA. – gritou o diretor do fundo do set de gravação. Capítulo 1 – A apresentação Ao som de Alejandro, Jéssica, Melisa, Ludymila, Mariana, Thamara, Daniela e Biatriz viajavam em sua Gran Vitara, para Hollywood a caminho de seus sonhos. Jeeh, como suas amigas a chamavam desde pequena queria se tornar atriz seu pai a levava para os teatros em NY, até que chegou o momento de ela se tornar uma das atrizes da Broadway. Mel, gostava de administrar sempre que tinha trabalhos em grupo no seu colégio era quem comandava, sempre fascinada com os bastidores dos filmes e seriados, queria ser uma produtora, queria ser a pessoa por trás das câmeras, quem mandava em tudo. Ludy, sonhava em ser uma famosa bailarina e ir para a Europa, mais depois de ver sua irma mais velha seguir a carreira de atriz e conhecer tudo, ficou maravilhada e resolveu começar a atuar. Mari, cursava faculdade de produção cultural, adorava mexer com os atores, cantores. Queria produzir turnês e filmes, e com o resto de suas amigas, já tinha um elenco inteiro. Thamara, desde cedo, ela demonstrou grande entusiasmo e talento para as artes: dança, ginástica, teatro, música, artes visuais. Começou a trabalhar como modelo fazendo anúncios publicitários, e em seguida começou fazer testes para filmes. E em um desses testes conseguiu um trabalho em Hollywood. Dany, ela não gostava muito de aparecer nas câmeras, ela queria ser produtora mais não de filmes e seriados mais sim de bandas, cantores e promover grandes turnês pelo mundo. Bia, primeiro queria ser estilista, depois médica, mudou de profissão milhares de vezes. Mais o que ela realmente queria no fundo era a fama, era ser reconhecida, ir pra baladas e não conseguir entrar por causa do aglomerado de fans, você de se perguntar quem quer isso? Bia. - Gente, vocês conseguem acreditar? Nosso sonho, tá finalmente virando realidade. – indagou Mel. Capítulo 2 – ( coloquem para carregar Careful –Paramore ) - Isso, isso, isso é a n-nossa casa? – Dany ficou de queixo caído ao ver a mansão que a produtora tinha alugado para elas. - Parece que sim. – falou Mari maravilhada com a mansão.
  • 2. - To doida pra ver essa mansão, vamos entra logo meninas. – Ludy berrava de animação. Desceram todas do carro e adentraram na casa. Quando entraram deram de cara com um hall e uma escada em sua frente. A sua esquerda tinha uma sala enorme com a parede de trás constituída de vidro, com uma vista para um jardim com uma piscina enorme. A sua direita, uma linda conzinha toda de inox com uma mesa de oito lugares. Subindo a escada, tinha um corredor enorme, com aparentemente sete quartos todos suítes, com camas de casal, escrivaninha, tudo o que tinham direito. - Meninas, nós todas precisamos de um banho e depois ir para os estúdios né? – Bia falava enquanto entrava em seu quarto. - 20 minutos, tá bom né? – arfou Tha. Todas prontas, entraram no carro pegaram o endereço e foram direto para a produtora. Chegando lá, estacionaram o carro e foram falar com a recepcionista. Dany’s POV Caralho, que lugar gigante. A produtora, onde tinham os estúdios e tudo mais era gigante, parecia sonho não dava pra acreditar que e minhas melhores amigas estavam ali, tipo como assim? As 7 conseguirem passar nos testes para o trabalho que tanto sonhavam. Era de tirar o fôlego, imagina eu, euzinha simples humana organizando uma mega turnê, pela Europa é esse sonho estava quase se realizando. De repente escuta uma voz ao fundo. - Dany, Dany acorda. – Bia me chamando pra realidade. – Dá seu RG e CPF pra recepcionista terminar seu formulário. - Ah tá, aqui. – abri a bolsa procurando pela minha carteira e entreguei minha identidade para a mulher loira desbotada que estava sentada atrás do balcão. Bom, o que eu estava falando mesmo? Ah sim, como meus sonhos estão se realizando. E agora, é só seguir em frente a caminho das minhas realizações.Ai eu preciso ir ao banheiro imediatamente. - Moça, aonde é o banheiro, por favor? – perguntei a loira. - Entre naquela porta e vire a esquerda. Peguei minha bolsa e fui direto para o banheiro, fui andando lentamente olhando para as fotos na parede, quando esbarrei em alguém, um homem bem bonito por sinal e eu já o tinha visto nas telas de televisão, eu não acredita que Raoul Bova estava na minha frente. Puta merda. ( dêem play na música ) I settle down ( Eu sossego ) A twisted up frown ( Um olhar de desdém distorcido ) Disguised as a smile ( Disfarçado como um sorriso ) Well, you would've never known
  • 3. ( Bem, você jamais saberia ) I had it all, but not what I wanted ( Que eu tinha tudo, mas não o que eu queria ) 'Cause hope for me was a place uncharted ( Porque a esperança para mim era um lugar desconhecido ) And overgrown ( E com muito mato ) - D-Desculpa, eu estava distraída. – IDIOTA, LERDA um gato desses na sua frente, esbarra em você, e você gagueja? Ai, como eu sou idiota, caralho x.x - Não se preocupa, eu também não estava prestando atenção. You make your way in ( Você faz o seu caminho para entrar ) I'd resist you just like this ( Eu resisti a você assim ) You can't tell me to feel ( Você não pode me dizer para sentir ) The truth never set me free ( A verdade nunca me libertou ) So I did it myself ( Então eu fiz isso sozinha ) Ai Meu Deus, que Deus Grego da Grécia. Fiquei até sem fôlego. E esqueci a direção do banheiro, e agora eu estava realmente apertada. - Você pode me falar onde é o banheiro, e to meio perdida. – lindo maravilhoso Daniela, tanta coisa pra você perguntar e você pergunta aonde é o banheiro tem que ser muito maluca mesmo, álias tem que ser eu mesma, aiai. - Primeira porta a esquerda. – sorrindo gentilmente ele falou. - O-Obrigada. – Isso, inteligente gagueja de novo. Abri a porta do banheiro e passei a mao, pela minha nuca estava molhadinha. O meu nervosismo foi lá no céu e voltou. Gente, o que foi aquilo sério. Eu fiquei fascinada pela beleza daquele homem. Lavei meu rosto e passei uma água em minha nuca, eu precisava voltar. As meninas já deviam estar pensando que eu me afoguei no vaso sanitário. Abri a porta do banheiro e percebi que ele estava lá, na porta do banheiro me olhando com alguma coisa na mao. - Você deixou cair, isso. – e ele estendeu minha identidade. - Ai, como eu sou desastrada, obrigada. – peguei minha identidade de sua mao – Eu tenho que ir, minhas amigas estão me esperando.
  • 4. - Amigas? – ele perguntou com um sorriso malicioso e eu corei de vergonha. - Sim, minhas amigas. Eu tenho mesmo que ir, a gente se vê. – andei apressadamente para o final do corredor, a fim de encontrar minhas amigas novamente. Cheguei no balcão, e as meninas estavam conversando alegremente. - Nossa como demorou, se afogou na privada? – gargalhou Ludy, sabia que elas iriam falar isso, mais era bem melhor que isso. Tinha encontrado o homem mais maravilhoso do mundo o qual eu ainda iria ver muitas vezes, dei um sorriso bobo. - Que felicidade é essa, ein dona Daniela? – perguntou Jeeh – Até parece que viu o Raoul Bova. – mais não é que a Jeeh adivinhou, mais eu não falei nada fiquei na minha. Todas preenchemos tudo o que tinha para preencher, e a mulher do balcão nos disse que tínhamos que começar imediatamente, portanto começávamos amanha às 9hrs da manha, sim todas nós teríamos que acordar cedo. DROGA. Era melhor a gente voltar pra casa, arrumar alguma coisa pra comer porque o dia amanha iria começar bem cedo. /Dany’s POV Capítulo 3 Mel’s POV - Você cheira a chocolate e morango - ele falou com um sorriso. - Você já provou essa combinação? - eu o provoquei e ele acabou dando uma risadinha, assim como eu. A boca dele se aproximou da minha e então ele deu uma mordida em meu lábio inferior que me fez gemer baixinho, o seu toque havia me trazido calafrios dos mais poderosos, que se movimentavam em avanço frenético da cabeça aos pés. Ele passou a língua pelo meu lábio e voltou a separar nossas bocas. Eu quis protestar, mas me contive. - Parece ser gostosa. Eu sei que ele queria brincar, mas eu queria muito mais daquela boca. Eu ri de seu comentário e lhe beijei os lábios com vontade. Meu braço escorreu pelo seu ombro e eu segurei seus cabelos com força, o guiando e ele fazia o mesmo. Era incrível o quão sincronizados estávamos. Extraordinário como fazíamos os movimentos certos na hora certa, era como se fôssemos encaixes de um quebra-cabeça. Nossos corpos estavam colados e eu pude sentir a excitação dele quando sua região pélvica se encostou na minha coxa. Meu Deus, o que era aquilo? O volume era indescritivelmente grande. Não que eu já tenha sentido muitos, mas esse cara com certeza tem algo a mais, consideremo-lo bem dotado, para não usar de super. - Meeeeel, acorda tu tá atrasada. – obrigada, mari obrigada mesmo por me acordar do meu sonho MARAVILHOSO, ai tava tão bom. Porque o Joe não conseguiu vir morar aqui em? Que merda viu, a única coisa que me resta agora é ter sonhos com ele. Se bem que próximo mês ele vem pra cá, ai não vão ser só sonhos. - To indo, calma, calma. – me desvencilhei do edredom e fui para debaixo do chuveiro tomar uma ducha bem rápida. Assim feito, me vesti passei um pó compacto no rosto, a fim de disfarçar a noite mal dormida; coloquei um rímel só porque o vi fácil em cima da pia. Fui à cozinha, colocando minhas botas e mancando, apressada. – Pronto, estou pronta. Vamos então?
  • 5. - Aham, vamos logo antes que nós percamos nossos trabalhos. – resmungou thamara. Entramos todas no carro, Jéssica foi dirigindo. Chegamos rapidamente na produtora, cada uma foi para seu devido departamento. Como eu era Produtora, fui para um escritório, ele era bem pequeno, tinha um formato quadrado, consistia em uma escrivaninha branca com um notebook em cima, uma confortável cadeira atrás dela, duas cadeiras a sua frente e uma poltrona no canto do cubículo. Joguei minha bolsa na poltrona e sentei na cadeira próximo a escrivaninha. Liguei o notebook, enquanto ligava fiquei observando a sala. O notebook ligou, e apareceu um lembrete na tela. 2 mensagens novas: Ler; deletar Cliquei na palavra ler, abriu uma janela do meu e-mail. A primeira mensagem era da produtora me desejando boas vindas essas coisas de começo de emprego. E a outra era bem interessante, um baile de máscaras de boas vindas para os novos atores, atrizes e afins. Mandei uma mensagem para as meninas, vendo se elas já sabiam do babado. Todas me responderam rapidamente com um sim entusiasmado. /Mel’s POV Ludy’s POV Aiai, essa festa ia dar o que falar. Não é porque eu sou uma das mais novas que eu sou santa não. Eu e a Bia vamos botar pra quebrar nessa festa. Nos aguardem, HOMENS. /Ludy’s POV Capítulo 4 ( Coloquem pra carregar Don’t trust me – 3OH!3 ) Bia’s POV O expediente acabou bem rápido, eu não tive que fazer nenhum teste. O batente começaria na semana que vem só, as filmagens iriam começar. Bom, hoje era sexta, a festa seria amanha. Eu precisava arrumar um vestido e uma máscara urgentemente. Eu precisava, arrumar alguém nem que fosse só pra... você sabe. Desde que terminei meu namoro de um ano e meio com Zach, não tenho tido muito tempo pra pensar em namoro essas coisas. Bom, liguei para as meninas e avisei que não iria com elas, eu ia ver um vestido para a festa adivinha com quem? Sim, a Ludy. Nos encontramos na porta dos estúdios, e pegamos um táxi direto para as lojas de LA. Paramos em uma loja, onde tinham vestidos maravilhosos na vitrine. - Definitivamente, é aqui vamos achar nossos vestidos. – falou ludy com um brilho nos olhos. - Concerteza. – falei, entrando na loja enorme. Uma atendente veio falar com a gente, perguntar que tipo de vestido estávamos procurando. Eu definitivamente iria querer um vestido vermelho, Ludy optou por um preto matador. O meu era um vestido vermelho tomara que caia, bem justo que acabava na metade da minha coxa, ele vinha acompanha com um cinto super fofo abaixo do busto. Escolhi um sapato preto meia pata. O vestido de Ludy, era preto com mangas longas, um decote bem aberto em forma de V, o vestido era todo colado e chegava até metade de suas coxas era um pouco menor que o meu. E como sapato escolheu um peep toe roxo escuro. Estávamos prontas para matar. Chegamos em casa, as meninas estavam escolhendo seus vestidos também. Depois de todas escolherem suas
  • 6. roupas pedimos 5 pizzas de sabores diferentes e devoramos em pouco tempo. Mel iria com um vestido mula manca verde musgo, com um peep toe preto envernizado. Jeeh, optou por um azul todo trançado com uma sandália prateada. Mari, foi com um vestido vinho de gola role, com os braços a mostra e uma ankle boot na altura do calcanhar preta. Dany, escolheu um vestido tomara que caia, preto no busto, e depois bege com uns babadinhos, na altura do meio de suas coxas, seu sapato foi o mais ousado escolheu uma bota envernizada de cano longo. Thamara, era um vestido cinza com um decote bem farto, e um cinto abaixo de seu busto seu sapato era uma ankle boot cinza desbotada. Comemos todas as pizzas e fomos cada uma para o seu devido quarto. Acordamos todas bem tarde, lá para as 13hrs da tarde. Pedimos comida chinesa. - Ai, que delícia tá essa comida. – suspirou Mari. - Tá boa mesma. – sorri - Gente a festa começa às 23:00hrs né? – perguntou Jeeh - Aham, 23hrs. A gente precisa ver cabelo e maquiagem meninas. – falou em tom preocupado Ludy. - Olha, são 15hrs agora. Eu vou ver umas coisas que eu tenho que fazer antes da festa e depois vou para o salão. Só não podemos ir todas ao mesmo salão porque senão vai demorar muito. – argumentou Mari Terminei meu almoço, fiquei conversando mais um pouco com as meninas e subi para tomar um banho. Tomei uma ducha fria para acordar de vez, eu tinha que ligar pra minha mãe pra falar como eu estava, essas que mãe quer saber. Liguei pra ela, passei meia hora no telefone ela fez um interrogatório que parecia que não acabava nunca. Liguei meu computador, e entrei no MSN. Ainda tinha um contato no meu MSN que eu não conseguia deletar nem dirigir a palavra, Zach. O término do nosso namoro não foi um dos mais legais, foi um término com briga. Eu estava focada demais no trabalho e acabava não dando atenção pra ele. Isso o deixava furioso comigo, até que chegou um ponto que ele não agüentou mais. Eu li seu subnick silenciosamente: Eu ainda lembro do seu toque. Sim, aquilo me tocava. Eu já tinha chorado demais por ele, eu gostava muito dele foi o primeiro homem da minha vida em tudo. Flashback - Você sabe que eu tenho feito tudo pra ficar perto de você, mais o meu trabalho... – as palavras não conseguiam sair da minha boca. - Já sei, seu trabalho é mais importante do que eu já entendi. – não era isso, eu nunca iria fazer isso. - Por favor não pensa assim, Eu – isso soou quase como um sussurro, minhas lágrimas me impediam de falar. – Eu te amo e sempre vou te amar. - Eu também te amo, mas. – ele suspirou como se não conseguisse falar aquilo mais era o certo. – Mas, não dá mais. Eu não agüento mais isso. - Por favor, não fala isso. – falei isso, e uma lágrima escorreu pelo meu rosto, eu não agüentei cai no chão e abracei meus joelhos e vi Zach se afastar. /Flashback Toda vez que eu lembrava disso, meu coração se corroia por dentro. Eu precisava virar essa página. Fechei a janela do MSN. Olhei no relógio do computador e já eram 19hrs. Desci as escadas Mari e Jeeh estavam na cozinha conversando.
  • 7. - Meninas, to indo pro salão. Alguma de vocês vai querer ir comigo? - Eu vou contigo, Bia. – Jéssica, se pronunciou. - Então vamos, tenho hora marcada. – Jéssica me seguiu em direção ao carro, eu fui dirigindo. Chegamos no salão eu subi para o andar superior para fazer a depilação e Jeeh ficou lá embaixo para fazer cabelo e maquiagem. Depois de uns 30 minutos desci estava literalmente toda depilada. Escovei meu cabelo e deixei uns cachos caírem sobre meu ombro. A maquiagem foi o que mais demorou. Fiz uma maquiagem bem marcante e preta nos olhos com um batom vermelho fatal. Pegamos um transito enorme para voltar pra casa chegamos em casa já eram 22:30 da noite, todas já estavam prontas lindas e maravilhosas. Só faltavam eu e Jéssica, subimos correndo e vestimos nossas roupas lindas. Descemos as escadas. - Uou, Bia tá querendo matar quem hoje, ein? – gargalhou Mel. - Não sei, só chegando na festa pra saber. – falei com um sorriso sexy no rosto. Entramos todas no carro e demoramos um pouco pra chegar, por causa do maldito transito. Ah sim, as máscaras nós tínhamos comprado hoje a tarde cada uma mais linda que a outra. Tínhamos chegado a tal festa de boas vindas, tinha manobrista e tudo mais, quem foi a primeira a sair do carro foi a Ludy. Que quase fiou cega com tantos flashs, em seguida desceu Jeeh, Dany, Mel, Thamara, Mari e eu por último. Todas de máscaras para não serem reconhecidas, claro. /Bia’s POV Ludy’s POV Pelo visto essa seria a melhor festa de boas vindas que eu já tinha visto. E isso tudo, só estava começando. Me desvencilhei das meninas e fui para o bar pegar um drink, pedi um Sexo on the beach. - Não acha muito forte, para uma moça tão frágil? – sussurrou uma voz rouca atrás de mim, me virei pra ver quem era não dava pra ver, malditas máscaras. - Frágil, quem vê até pensa. – falei sedutoramente e o olhei de cima a baixo o rapaz, tinha um físico bem, bem vamos dizer gostoso. - Gosta de mulheres assim. – e se sentou no banco ao meu lado. - Assim como? – é hoje! - Que pensam rápido. – aiai, meu querido pensar não é só o que eu sei fazer rápido, você não viu nada. – Vou dançar, quer ir junto? - Claro. – e ele se levantou rapidamente me seguindo como um cachorrinho, ou devo dizer cachorrão? Ludymila, para de pensar putaria menina que isso. Mais é verdade não dava pra resistir. E começou a tocar uma música conhecida. ( Dêem play na música ) Black dress, with the tights underneath, (Vestido preto, com meia-calça por baixo) I've got the breath of the last cigarette on my teeth. (Eu tenho o hálito do último cigarro nos meus dentes) And she's an actress, but she ain't got no need. (E ela é uma atriz, mas ela não precisa)
  • 8. She's got money from her parents in a trust fund back east. (Ela tem o dinheiro dos pais em uma conta beneficente na costa leste.) Enquanto eu dançava conforme a música ele me agarrava por trás e beijava minha nuca. Deslizava a mao por todo o meu corpo. Tongues, always pressed to your cheeks. (Línguas, elas sempre estão nas suas bochechas) While my tongue is on the inside of some other girl's teeth. (Enquanto a minha está entre os dentes de outra menina) Tell your boyfriend, if he says he's got beef, (Diga pro seu namorado, se ele disser que tem carne) That I'm a vegetarian, and I ain't fucking scared of him. (Que eu sou vegetariano, e foda-se eu não tenho medo dele) De repente, me senti sendo puxada para fora da pista de dança e sendo empurrada para um dos boxes do banheiro masculino. Assim que os lábios dele tocaram os meus, senti uma nova força surgir de dentro de mim, uma voracidade incontrolável. Imediatamente agarrei os cabelos de sua nuca. Suas mãos desenharam o contorno das laterais de meu corpo, fazendo-o soltar o ar pesadamente em aprovação. Desci minhas mãos por seu pescoço, sentindo meu coração quase explodindo, e puxei a gola de sua camisa pra cima, demonstrando meu desejo de tirá-la. Imediatamente, ele puxou-a pela parte de trás da gola, separando nossos lábios só para passar a blusa por sua cabeça, e quando voltou, suas mãos deslizaram por minhas coxas, trazendo descaradamente minha camisola e me provocando uma nova onda de arrepios. Nossos movimentos tornavam-se muito mais agressivos conforme a temperatura de nossos corpos aumentava. Logo ele estava somente de boxers, desfazendo-se da calça, meias e sapatos com certa ajuda de minha parte, e colocando a camisinha, que estava em seu bolso, ao meu lado para ser usada em breve. Ele arrancou minha calcinha tão ferozmente que quase a rasgou, e eu não fiquei muito atrás quando foi a vez de suas boxers. Envolvi seu membro extremamente rígido com minha mão, masturbando-o o mais rápido que consegui e fazendo-o soltar gemidos dolorosamente contidos, com a testa fortemente franzida e úmida de suor. Eu mordia e sugava seu lábio inferior com os olhos abertos, observando o prazer que eu estava lhe proporcionando, até que ele, cansado de se segurar, afastou seu rosto do meu e rasgou a embalagem do preservativo com uma expressão que beirava a raiva. Colocou a camisinha sem demora, me beijando desajeitada e desesperadamente enquanto o fazia, e assim que terminou, não esperou mais. Me invadiu com força, me fazendo quase cortar meu lábio inferior, tamanho foi o esforço que fiz para mordê-lo e conter um grito. Ele soltava rudemente o ar em meu ouvido, investindo cada vez mais forte e até me machucando um pouco. Nada que se comparasse à sensação inexplicável que dominava meu corpo quando estávamos juntos. Eu arranhava seus ombros, braços e costas incessantemente, ouvindo-o segurar seus gemidos e apertar firmemente minha cintura, até que cheguei ao clímax e ele finalmente pôde parar de se segurar e atingir o seu. Abracei seu pescoço, levemente tonta, e distribuí vários beijos sobre a pele suada daquela região, me sentindo verdadeiramente plena, como não me sentia há algum tempo. Ele olhou diretamente em meus olhos e eu pude perceber com que eu estava trasando, TAYLOR LAUTNER.