R elato P essoal          Ensino Médio
RELATOo O gênero relato, ou “relato pessoal”, faz parte dodomínio social da comunicação. Podendo ser oral ouescrito, ele p...
o Se, no relato, “contamos” algo que ocorreu no passado,qual é a maior diferença dele para o gênero narrativo? Aresposta v...
A DIFERENÇA ENTRE RELATO ORAL E RELATO ESCRITOo O primeiro é marcado por oralidades, interrupções nafala, gírias e entoaçã...
COMO TRANSFORMAR A TRANSCRIÇÃO DE UM RELATOORAL EM ESCRITOPara isso, siga o seguinte roteiro:5)Eliminar reticências, que i...
RELATORelato é um texto em que se explana aquilo que se observa em relação a alguma coisa ou a alguém.Tem como caracterí...
“Não tomei cuidado e perdi uma vista, mas isso me ajudou a vertudo mais claro...” Alex Gadd, 52, Pikeville, Tenessee      ...
            Mesmo depois que passei a usar uma prótese, não conseguia me livrar dadepressão. Para piorar, perdi o emprego ...
“Não consegui realizar o meu sonho, mas desde então realizei outrascoisas...” Daryl Nelson, 36, Brooklyn, Nova York     Um...
É claro que não desistimos logo. Fizemos outros demos e os distribuímos,mas dali a pouco tivemos de arranjar emprego para ...
Assista à aula sobre RELATO PESOAL no link abaixo:http://video.on.jesuscristo.org.br/?fr_story=d073fddaae69a7424a72ad7701d...
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Redação: Relato Pessoal

  1. 1. R elato P essoal Ensino Médio
  2. 2. RELATOo O gênero relato, ou “relato pessoal”, faz parte dodomínio social da comunicação. Podendo ser oral ouescrito, ele parte do princípio de que há umemissor e um interlocutor.o Nesse gênero, relatamos, basicamente,experiências vividas no passado – que pode serontem, mês passado, ou há três anos – contanto queseja no passado. Para isso, os verbos devem serempregados no pretérito.
  3. 3. o Se, no relato, “contamos” algo que ocorreu no passado,qual é a maior diferença dele para o gênero narrativo? Aresposta vem em duas partes:Além de, no gênero narrativo, ser possível escrever nopresente (contar uma ficção dizendo: “O menino chega e entraem seu quarto. Ele fecha a porta e percebe que algo estádiferente.”), o relato sempre prioriza as ações.É possível falar sobre sentimentos e sensações, mas oobjetivo principal é informar com foco nas ações especificas deum episódio relevante para o protagonista!
  4. 4. A DIFERENÇA ENTRE RELATO ORAL E RELATO ESCRITOo O primeiro é marcado por oralidades, interrupções nafala, gírias e entoação. Afinal, no Relato oral, a conversaentre emissor e interlocutor pode ser interrompida aqualquer momento.o Já no Relato escrito, existe uma articulação maisorganizada, para demonstrar a sequência de fatos, umavez que o texto escrito possibilita certo planejamento porparte do autor.
  5. 5. COMO TRANSFORMAR A TRANSCRIÇÃO DE UM RELATOORAL EM ESCRITOPara isso, siga o seguinte roteiro:5)Eliminar reticências, que indicam pausas na fala.2) Eliminar gírias.3) Transformar marcas de oralidade (como “né”, “aí”, “daí”),em sinônimos da norma culta, como “além disso”, “emconsequência disso”, e etc.4) Usar pontos finais e vírgulas, para evitar períodos muitolongos e, assim, uma leitura cansativa.
  6. 6. RELATORelato é um texto em que se explana aquilo que se observa em relação a alguma coisa ou a alguém.Tem como característica a descrição pessoal, que deve ser a mais fiel possível aos fatos e onde devem ser evitadas interpretações pessoais tendenciosas ou não compatíveis com os fatos.
  7. 7. “Não tomei cuidado e perdi uma vista, mas isso me ajudou a vertudo mais claro...” Alex Gadd, 52, Pikeville, Tenessee Estava carregando a camionete para ir ao mercado deusados quando o gancho de uma das cordas elásticas de bungee-jump se torceu e atingiu o meu olho esquerdo. A dor foi como seuma espada em brasa atravessasse minha cabeça. Caí de quatro,e quando vi algo que parecia gelatina e sangue pingar no chão,soube que era grave. Levaram-me para um centro oftalmológico especial. Osmédicos operaram várias vezes, mas não conseguiram salvar meuolho. Quando me deram a notícia, quis morrer. Eu era divorciado eimaginei que mulher nenhuma ia querer se relacionar comigo.Tudo o que restava do meu olho era o branco, e meu rosto estavainchado e machucado. 
  8. 8.             Mesmo depois que passei a usar uma prótese, não conseguia me livrar dadepressão. Para piorar, perdi o emprego de motorista do Departamento deServiços Infantis do Tennessee, porque ficaram com medo de que eu não fossemais capaz de dirigir. Mas, certa manhã, acordei com a TV ligada e lá estava umamoça de 16 anos, que sofrera queimaduras graves no rosto, nas mãos e naspernas, e estava reaprendendo a andar. Tinha um sorriso e parecia olhardiretamente para mim quando disse: “A gente não deve desistir nunca.” Naquelemomento, pensei: foi só um olho. Posso superar. E superei. Já faz 12 anos desde o acidente e agora faço tudo o que costumava fazer.As mulheres ainda gostam de mim e ninguém percebe que uso prótese de olho,porque a nova é excelente. E embora não tenha recuperado o antigo emprego,consegui tirar uma nova carteira de motorista e nunca arranhei um para-choquesequer, com mais de um milhão de quilômetros rodados. Certa vez, li a história de um homem que se sentia mal porque não tinhasapatos, até que encontrou um homem que não tinha pés. Por mais devastadorque seja o nosso problema, sempre há alguém em situação pior.
  9. 9. “Não consegui realizar o meu sonho, mas desde então realizei outrascoisas...” Daryl Nelson, 36, Brooklyn, Nova York Um convite para gravar um disco: aconteceu comigo e com o meu melhoramigo, quando éramos calouros na Universidade do Estado da Virgínia etocávamos num grupo de hip-hop chamado BizzrXtreemz. Soubemos que CliveDavis, fundador e presidente da Arista Records, aprovara pessoalmente ocontrato. No verão de 1994, largamos a faculdade e fomos para Nova York.Tínhamos 21 anos e estávamos no caminho certo. Para nos concentrarmos na música, contratamos um agente e lhe demos 5mil dólares de adiantamento. Mas, certo dia, quando chegamos ao estúdio,disseram que não podíamos mais gravar porque eles não tinham recebido. Onosso agente era um picareta. Sem dinheiro, tentamos gravar algumasmúsicas, mas a qualidade ficou horrível. O chefe do departamento musical daArista detestou e perdemos o contrato. Seis meses depois, tudo acabara. Lembro-me de que fiquei sentado meiotonto, debaixo de uma ponte, com bêbados e sem-teto. Nada me prepararapara o fracasso. Eu achava que era predestinado.
  10. 10. É claro que não desistimos logo. Fizemos outros demos e os distribuímos,mas dali a pouco tivemos de arranjar emprego para sobreviver. A música nuncanos deixou; só virou uma parte menor da nossa vida. Hoje sou coordenador de um sindicato, o último da longa série deempregos no ramo de atendimento ao cliente que tive nesses 15 anos, desdeaquele verão. O meu parceiro e eu rompemos faz alguns anos e lancei algumasmúsicas solo, com o nome de River Nelson, por uma pequena gravadora deLondres. Mas não persigo mais o mesmo sonho. Chega uma hora em que temosde reavaliar nossas aspirações e descartar o que é ambicioso demais ou o quenão tem mais nada a ver com a realidade. No entanto, ao mesmo tempo,guardamos as coisas mais valiosas, que para mim foram a flexibilidade, aperseverança e a capacidade de concentração que adquiri. Quando vemos ascoisas assim, descobrimos que o pote de ouro, na verdade, é a busca pelo potede ouro. Ainda faço músicas, mas hoje só por prazer. Redirecionei toda a minhaenergia para outras coisas criativas. E esse foi um novo começo. Aindamantenho parte do sonho original, mas agora recebi também todas essasoutras bênçãos.
  11. 11. Assista à aula sobre RELATO PESOAL no link abaixo:http://video.on.jesuscristo.org.br/?fr_story=d073fddaae69a7424a72ad7701dbe0b3faa563db&rf=sitemap
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