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Onda ideias7 dez2011

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Newsletter trimestral da Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Gândara Mar - Tocha (Cantanhede), Portugal. Edição nº7, dezembro 2011.

Newsletter trimestral da Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas Gândara Mar - Tocha (Cantanhede), Portugal. Edição nº7, dezembro 2011.

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  • 1. ONDA DE IDEIAS TOCHA ESCOLA E. B. 2 E 3 / SEC. JOÃO GARCIA BACELAR DEZEMBRO 2011Natal, uma época de felicidade para todas as crianças.Amor, o que todos deveriam receber com alegria.Tradição do bacalhau, do bolo-rei, das filhós, do perú...A uma carícia, todos temos direito.Luzes para iluminar o caminho do coração. Andreia - 5º A Ajudai-nos a ser testemunhas credíveis NESTA EDIÇÃO da sua mensagem de paz e de amor, Atividades, projetos e para que também os homens e as mulheres iniciativas da BE ... da nossa época, marcada ainda Aconteceu na Escola … por fortes contrastes e incríveis violências; saibam reconhecer o Menino É Natal, tempo de festas ... que está nos vossos braços Quem conta um conto o único Salvador do mundo, e outras histórias fonte inesgotável da paz verdadeira Datas e acontecimentos que, no íntimo, anseia todo coração. Poetas residentes João Paulo II
  • 2. Receção aos novos alunos na BE TRIBUTO AO LIVRO (poeminha do prazer) O sumo prazer humano Sente o ser que é seduzido Não apenas pela leitura Mas, sobretudo, pelo livro Porque o livro é o corpo E a leitura, o espírito… B. BezerraPágina 2 TOCHA
  • 3. Uma visita à BibliotecaNo dia trinta e um de outubro, fomos à Biblioteca Escolar, sendo recebidos pelo Professor JoãoPaulo Martins, que nos ensinou as regras de funcionamento e apresentou os vários espaços quepodemos utilizar. Ficámos a saber que dentro da Biblioteca existem espaços para: pousar asmochilas e outros materiais, acolhimento e requisição de livros, trabalhos de grupo, consulta eleitura de livros, pesquisa nos computadores (Internet), leitura lúdico e informativa, exposições,multimédia e finalmente a sala da hora do conto.Na sala da hora do conto, ouvimos uma história relacionada com o Halloween, com o título: «Ovampiro que bebia groselha», da autora Luísa Ducla Soares e trouxemos uma atividade paraescrever uma bebida vampiresca.Além do Professor João, também por lá estão outros Professores e a D. Dina que ajudam naorganização, na vigilância e no bom funcionamento da nossa Biblioteca.Nós achámos esta visita muito importante porque alguns alunos não conheciam e outrosaprenderam melhor a utilizar a Biblioteca.Finalmente, todos ficámos com o endereço eletrónico para consultar no computador as novidadesda nossa Biblioteca. Esperamos voltar lá mais vezes, em grupo com as nossas professoras. Os alunos das turmas do 4ºano de escolaridade (Toch7 e Toch8) ONDA DE IDEIAS Página 3
  • 4. "Leitura com a Biblioteca" A partir de uma proposta da BE feita, no início deste ano letivo, aos professores que lecionam a disciplina de Língua Portuguesa, a qual visava envolver todas as turmas, dos diversos anos de escolaridade, no sentido de levar cada aluno a requisitar, ler e apresentar à turma, pelo menos, um livro da Biblioteca, por período, surgiu esta atividade a que uma docente deu o nome de ―Leitura com a Biblioteca‖. Neste primeiro período, todas as turmas dos 2º e 3º Ciclos passaram pela Biblioteca, recebendo aí orientações e conselhos sobre as obras existentes, e efetuaram a requisição de uma obra. No 7º B, 7ºC , 8ºA e 8ºB, os alunos preencheram uma ficha on-line, enquanto nas outras turmas se optou por envio por email ou preenchimento de uma ficha de leitura impressa. Com efeito, esta tem sido uma forma de dinamizar a BE, em estreita colaboração com os docentes de Língua Portuguesa. Com esta ativ idade, aumentou significativamente o número de requisições de obras da BE, tendo alguns exemplares adquiridos no âmbito do PNL saído pela primeira vez das estantes! Tratou-se, ainda, de um importante contributo para a divulgação do fundo documental, já que os alunos tiveram de, oralmente, apresentar aspetos relacionados com a obra que leram. ―Leitura com a Biblioteca‖ terá continuidade nos próximos períodos e integra-se nas medidas de reforço da leitura, tal como se preconiza no Modelo de Avaliação da Biblioteca Escolar, designadamente no Domínio B – ―Leitura e Literacias‖ (este é o domínio que está a ser exaustivamente avaliado no corrente ano letivo). A leitura de todos bons livros é como uma conversa com os melhores espíritos dos séculos passados , que foram seus autores , e é uma conversa estudada , na qual eles nos revelam seus melhores pensamentos, René DescartesPágina 4 TOCHA
  • 5. Livros andantesA ideia não é original, mas isso pouco importa… Envolver os professores que asseguram asatividades de substituição, quando algum docente falta e não deixa plano de aula (faltas imprevistas),levando livros até à sala de aula e distribuí-los pelos alunos, é, em síntese, o cerne deste projeto,lançado, também, pela primeira vez na nossa escola, no corrente ano letivo.Com a colaboração da Lisboa Editora – que cedeu os sacos de tecido, e do professor José Pedrosa -que os pintou, esta iniciativa prevê uma semana por mês (no mínimo) em que os livros sairão, dentrodos sacos, transportados até à sala de aula, para ocupar de forma lúdica e enriquecedora o espaçode uma aula para a qual eventualmente não haveria nada de específico a fazer.Apostamos, assim, nesta forma de ―juntar o útil ao agradável‖, com a indispensável colaboração dosprofessores em substituição. E para que a oferta de títulos seja o mais adequada possível ao nível deensino da turma que vai ter substituição, prepararam-se dois sacos com obras para o 2º CEB e outrosdois para o 3ºCEB.Entretanto, até pode ser que, no meio destas obras que a BE seleciona e coloca nos sacos, sechegue ao leitor e se acenda nele o gosto pelos livros! ONDA DE IDEIAS Página 5
  • 6. Prémio do ―Melhor Leitor‖ Reconhecer e valorizar o mérito de quem requisita e lê mais obras da Biblioteca constituem o grande propósito deste prémio instituído pela BE e que foi lançado em meados de novembro na nossa escola. Tal como outras iniciativas em curso, esta é mais uma forma de estimular nos alunos a salutar competição, neste caso, em torno da leitura, esperando a Biblioteca ver aumentado o número de requisições domiciliárias feitas espontaneamente pelos alunos. O Regulamento concebido para o efeito, a obrigatoriedade de fazer a inscrição prévia numa secção específica do blogue da BE (http://biblos- tocha.blogspot.com/p/premio-melhor-leitor.html), um “Passaporte da leitura”, assim como uma proposta de ficha de registo sobre a leitura efetuada, são Alunos 3º Ciclo alguns dos ―passos‖ pelos quais os ―candidatos‖ ao prémio têm de passar.No período que agora terminou registaram-se neste prémio 23 alunos. Foram lidos 55, relativamente aosquais os alunos tiveram de apresentar uma ficha de leitura (simplificada), recebendo, por cada uma delas,um carimbo no seu‖ Passaporte de leitura‖.A BE procedeu à divulgação dos vencedores e à entrega dos primeirosprémios, no dia 14 de dezembro, na Biblioteca. Os premiados foram: 2º ciclo Alexandre Ferreira —5º A Ana Manco — 6ºB Paulo Amaro — 5ºA 3º ciclo Bernardo Taipina – 7º C Inês Romão — 9ºB Mariana Jesus — 7º B Alunos 2º CicloCada um destes alunos recebeu um exemplar de um livro da Coleção Mil e Um Livros, contando nós como patrocínio da Lisboa Editora, que gentilmente ofereceu livros desta coleção à BE para este efeito.Página 6 TOCHA
  • 7. Dias diferentes... DIREITOS HU MANOS HA LSÃO LOW MAR EE N TINH O Dia 11 de novembro É o dia de S. Martinho Come-se a castanha assada E mais o caldo verdinho. É dia de S. Martinho É a festa das castanhas Em vez de Sol há chuva É Outono ninguém estranha. ONDA DE IDEIAS Página 7
  • 8. Projetos a completar dois anos de existência Com esta Edição nº 7, de dezembro de 2011, completamos o 2º ano de publicação regular trimestral da nossa newsletter “Onda de Ideias”. Todas as edições anteriores encontram-se disponíveis, online, no seguinte endereço : http://biblos -tocha.blogspot.com/p/boletins - newsletters.html Iniciado a 26 de janeiro de 2010, “Árvore das Histórias” tem sido um bom exemplo de articulação da Biblioteca Escolar com a Educação Especial. As sessões semanais deste projeto decorrem à segunda-feira, na biblioteca (sala A2). O grupo de alunos no corrente ano letivo integra 20 alunos de CEI. As dinâmicas de trabalho são diversificadas e visam alargar as competências de leitura e expressão oral, bem como suscitar a reflexão, o debate e a promoção de valores de cidadania. O trabalho realizado pode ser consultado em: http://arvore-das-historias.blogspot.comPágina 8 TOCHA
  • 9. Auto da Barca do Inferno Mais uma vez, os alunos que frequentam o 9º ano de escolaridade tiveram a oportunidade de assistir à representação do Auto da Barca do Inferno” obra que faz parte do programa obrigatório da disciplina de Língua Portuguesa. A Rede de Bibliotecas Escolares, através da Biblioteca Escolar do nosso Agrupamento, ocupou-se de divulgar esta sua iniciativa junto dos docentes e dosalunos, bem como de todos os aspetos de ordem logística inerentes a uma atividade destetipo, a qual esteve inicialmente prevista para o dia 15 de novembro. Ultrapassado oconstrangimento causado pela impossibilidade da companhia efetuar o espetáculo nessadata, a deslocação de sessenta e dois alunos, provenientes das turmas 9ºA, B , C e 2ºC,acompanhados pelos professores Eneida Alferes, Odete Capôa, Emília Silva, Paula Dias eCarlos Andrade, acabou por concretizar-se ainda no primeiro período, conforme previsto noPAAA, desta feita no dia 7 de dezembro.Nesta atividade participaram, para além da nossa escola, alunos de Febres, Cantanhede eAnçã, num total de cerca de 500 espetadores, divididos em duas sessões (às 10 horas e às11.30 horas), no Salão do Centro Paroquial de São Pedro, em Cantanhede.Para nós, foi muito importante poder contar com o apoio da Câmara Municipal de Cantanhedee Junta de Freguesia da Tocha, as quais disponibilizaram os seus autocarros para transportaros alunos e professores a Cantanhede.Relembrando os objetivos delineados – ―propiciar o contacto dos alunos com a representaçãoteatral‖; ―motivar para a ida ao teatro ― e ―favorecer a compreensão do texto estudado‖, podeconcluir-se, a partir do feedback dos professores e de alguns alunos (estes últimosinquiridos), que esta atividade permitiu alcançá-los.A Companhia Casa dos Afetos trouxe-nos, de novo, uma encenação parca em cenário, mascom elementos distintivos fortes e reveladores dos diversos ―pecados‖ que as diversaspersonagens-tipo carregam.Uma última nota para o comportamento dos nossos alunos, que souberam estar à altura damaturidade que se espera de jovens do 9º ano! Parabéns!ONDA DE IDEIAS Página 9
  • 10. Itinerâncias… (BE no 1ºCEB) Durante este primeiro período, e uma vez que a leitura é a prioridade estabelecida para o corrente ano, tiveram lugar 10 sessões de leitura, nas quais o professor bibliotecário, João Paulo Martins, fez a apresentação de ―O Vampiro que bebia groselha‖, uma narrativa extraída do livro Seis Histórias às Avessas, de Luísa Ducla Soares. Começando pelas duas turmas de 4º ano que frequentam a EB 2,3/Sec João Garcia Bacelar, no dia 31 de outubro, passando pelas seis turmas da EB1 de Tocha e, ainda, deslocando-se à Taboeira e Gesteira , no final de novembro, as sessões em torno desta história chegaram a onze turmas, correspondentes a mais de 200 alunos do 1º CEB do Agrupamento. Para além da exploração do conto, foi deixada com os alunos uma proposta de trabalho no âmbito da escrita criativa: cada aluno desenharia um pormenor da história ou escreveria uma ―receita de uma bebida vampiresca‖. A adesão a esta atividade foi bastante boa, tendo os professores titulares da turma remetido à Biblioteca alguns exemplares de trabalhos bem sugestivos. No próximo período, a itinerância terá continuidade, iniciando-se o périplo pelas EB1 do Agrupamento com a EB1 de Sanguinheira. Aqui fica uma receita vampiresca e uma desenho elaborado a partir desta história… Outras receitas e desenhos serão oportunamente disponibilizados no nosso blogue.Página 10 TOCHA
  • 11. Atividades de EMRC Os alunos da nossa Escola revelam um extraordinário poder solidário. PEDITÓRIO DE A sua participação em todas as campanhas RUA desenvolvidas pela disciplina de EMRC A FAVOR pautam-se pelo entusiasmo, pela entrega e DA AMI pelo sucesso. CAMPANHA PALESTRA SOBRE “ECOS DE “OS 4 PILARES DE SOLIDARIEDADE”INTERVENÇÃO DA AMI” A favor da obra (5º E 6º ANOS) “FREI GIL” - MIra CAMPANHA PEDITÓRIO NACIONAL “OPERAÇÃO 10 DA LIGA PORTUGUESA MILHÕES DE CONTRA O CANCRO ESTRELAS” UM GESTO DE PAZ ONDA DE IDEIAS Página 11
  • 12. Audição de Natal na BE Pela primeira vez, a BE com o apoio da professora de Educação Musical e o envolvimento de todos os docentes que lecionam a disciplina de Língua Portuguesa ao 2ºCEB tornaram possível a realização de uma atividade de Natal, que decorreu na parte da manhã do dia 16 de dezembro, na Sala A2. Esta iniciativa constante do PAAA, consistiu na apresentação de canções de Natal e outras, sendo recitados poemas alusivos ao Natal, no intervalo das apresentações musicais. O horário estabelecido foi elaborado de modo a que a maioria das turmas fosse, num momento, apresentadora e, numa outra fase, assistisse à exibição dos seus colegas das outras turmas. Importa referir que, na Audição de Natal, estiveram envolvidas todas as turmas dos 5º e 6º anos e, ainda, as turmas Toch7 e Toch8 (estas apenas participaram como espetadoras). Na ―plateia‖, para além dos alunos convidados, estiveram alguns professores das turmas envolvidas e outros que foram aparecendo, chamados pela animação que reinava na Sala A2 e que se estendia a todo o Bloco A. A Biblioteca Escolar aproveita para agradecer a todos os que participaram empenhadamente nesta atividade, sobretudo à professora Carla Gamboa, aos docentes e alunos do 2ºCEB, bem como a todos os que tornaram este momento musical e poético, numa experiência original de assinalar o encerramento do 1º Período e de evocar o Natal. A todos os intervenientes, um grande bem-haja, com votos de um Santo Natal e um Excelente Ano 2012!Página 12 TOCHA
  • 13. Festa de Natal A festa de Natal, dinamizada pelo grupo do Projeto Educação para a Saúde e aberta a todo o Agrupamento, realizou-se no dia dezasseis de dezembro, à tarde, no Pavilhão Gimnodesportivo. Do vasto programa de atividades constaram, entre outras, várias atuações de crianças do Pré-Escolar e do 1º CEB, assim como algumas coreografias apresentadas pelos alunos da EB 2,3/Sec João Garcia Bacelar.O Pavilhão esteve quase cheio comespetadores, não faltando um grupo deidosos e alguns encarregados de educaçãoque compareceram ao convite formulado.Com o apoio dos alunos do 2ºD(Restauração), esta festa culminou com umlanche partilhado. ONDA DE IDEIAS Página 13
  • 14. Dia Mundial da AlimentaçãoNo que concerne ao Projeto ―Apetece-me começar bem o dia‖, foram distribuídos desdobráveis aos alunosdo Pré-Escolar, 1º Ciclo e 5º anos, incentivando à prática de uma alimentação saudável (pequeno almoço).Em relação às atividades desenvolvidas na biblioteca (jogos, adivinhas, fichas lúdicas e visionamento depowerpoint), alusivos ao tema, constatou-se grande envolvimento por parte da comunidade educativa.Não faltou uma intervenção musical pela turma 8ºC, com apoio da Biblioteca, apelando para a importância dehábitos alimentares saudáves. (…) Dia do Não-FumadorForam disponibilizados, na biblioteca, materiais diversos como filmes e passatempos, para serem utilizados eexplorados nas aulas de formação cívica, por todos os diretores de turma interessados na abordagem destatemática.Também foram expostos, no recinto escolar, vários cartazes e trabalhos elaborados pelo grupo PES e poralunos do 8º ano no âmbito da disciplina de educação física. Os alunos do 12º ano A do curso profissional demultimédia, produziram vários tapetes de rato, ilustrados com imagens e frases alusivas ao tema.Em todo o Agrupamento foram distribuídos crachás apelativos ao não consumo de tabaco. Em algumasturmas do 1º ciclo, foram apresentados e explorados Powerpoints em banda desenhada.Página 14 TOCHA
  • 15. Sessão de Esclarecimento do «Projeto + Contigo» No âmbito das atividades do PES, realizou-se no dia 19 de Outubro de 2011, uma sessão de esclarecimento sobre o projeto «+ Contigo» lançado em parceria entre a Direção Regional de Educação do Centro, ARS de Coimbra e a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra. Esta sessão foi apresentada e dinamizada pelas Enfermeiras Maria Pedro, do Hospital de Sobral Cid de Coimbra, Rosa do serviço de urgência dos HUC e a enfermeira Lúcia da ARS de Coimbra. Esta sessão, com início às 14.30h, foi apresentada aos Diretores de Turma dos 2º e 3º ciclos e secundário, aos professoresresponsáveis do PES e aos assistentes operacionais (Dina Cruz, Armindo Cavaleiro, Maria dos Anjos, EdíliaNeto, Odete Jesus e Idália Miguel).Inicialmente as enfermeiras Maria Pedro e Rosacomeçaram por identificar-se assim como opúblico-alvo da sessão. Seguidamente deram-sea conhecer os objetivos do projecto, o qual visaprevenir o suicídio na adolescência em meioescolar, tendo em conta que esta zona estáreferenciada, através de dados, com elevadorisco de suicídio na adolescência.Com a implementação deste projecto pretende-se: promover a saúde mental e o bem estar dosnossos adolescentes, bem como favorecer a suaauto estima e também a capacidade deresolução de problemas. ONDA DE IDEIAS Página 15
  • 16. Dia Europeu das Línguas 2011 O dia 26 de setembro é consagrado às línguas europeias desde 2001, ano em que a União Europeia e o Conselho da Europa tomaram a iniciativa de comemorar o Ano Europeu das Línguas, com o propósito de celebrar a diversidade linguística e promover a aprendizagem das línguas, já que estas constituem uma das bases da construção europeia. O património linguístico da UE é muito vasto, contando com 23 línguas oficiais e mais de 60 línguas regionais ou minoritárias, assim como diversos idiomas falados pelas pessoas oriundas de outros países e continentes que habitam na Europa. Na BE, uma exposição da iniciativa da Secção Europeia de Língua Francesa lembra a todos os utilizadores a multiplicidade de línguas e a importância da sua aprendizagem (por exemplo, do Francês, entre outras). Mês Internacional das Bibliotecas Escolares Sob o lema ―Biblioteca escolar. Saber. Um poder para a vida.”, assinalou-se mais uma edição do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, instituído pela IASL (Associação Internacional de Bibliotecas Escolares). Na nossa escola, neste que é o primeiro mês ―completo‖ de um novo ano letivo, celebrámo-lo de diversas formas, com iniciativas que vão da conceção de uma vitrina alusiva, à afixação de um painel na BE evocativo do dia dedicado à BE. (ver mais no Blogue da BE)Página 16 TOCHA
  • 17. Escola em casa: conversas em casa inspiradas na escola‖ – seminário de encerramentoDecorreu, em Lisboa, no dia 26 deoutubro, o Seminário deEncerramento do projeto ―Escola emcasa: conversas em casa inspiradasna escola‖, onde, para além dasinstituições promotoras –Universidade de Aveiro (representadapelo Professor Doutor Júlio Pedrosa)e Fundação Calouste Gulbenkian (napessoa do Professor Doutor MarçalGrilo), estiveram representados cincoAgrupamentos de Escolas, entre osquais o Agrupamento de EscolasGândara Mar, da Tocha.Na sequência dos resultados obtidos naquele projeto, implementou-se uma nova iniciativa no nossoAgrupamento com a designação - ―Caminhar Juntos para Gostar de Aprender e Aprender com a Escola‖,contando a mesma com o apoio institucional da Junta de Freguesia da Tocha, da Câmara Municipal deCantanhede, da Direção Regional de Educação do Centro, que celebraram com o Agrupamento e aUniversidade de Aveiro um protocolo de cooperaçãoEsta iniciativa inovadora a nível nacional procurou aumentar os níveis de participação dos diversoselementos da comunidade educativa do Agrupamento Gândara Mar, envolvendo pais, alunos, assistentesoperacionais e professores na discussão e elaboração de propostas para a melhoria do ambiente escolar.Este aspeto é particularmente importante se tivermos em conta o meio socioeconómico envolvente e ogrupo-alvo de alunos (com dificuldades de aprendizagem / risco de abandono).É de salientar que, tanto o ―Caminhar Juntos para Gostar de Aprender e Aprender com a Escola‖, comooutros projetos e atividades em curso no Agrupamento, têm servido de complemento à parte curricular eajudado na melhoria do desempenho dos alunos, contribuindo para a formação integral do aluno e para aconstrução de uma escola com uma oferta diversificada. ONDA DE IDEIAS Página 17
  • 18. QUEM CONTA UM CONTO( textos baseados na leitura de “O rouxinol do Imperador” de Andersen)Naquele dia acordei muito cedo, tão triste como o habitual pois mais um dia me esperava no palácio.Fui abrir a janela do quarto da minha mãe, que estava doente, e disse-lhe baixinho:‖ Bom dia!‖Com voz rouca e ofegante respondeu-me: ―Bom dia, minha filha!‖Depois de lhe ter ido buscar as mantas mais frescas e o pequeno almoço, parti para o palácio.Cheguei ao jardim e já ouvia o conselheiro a ralhar com os criados… era o mesmo todos os dias. Tínhamos quetrabalhar, trabalhar e trabalhar e ainda suportar a rudeza do conselheiro imperial. Era demais para mim!Tinha 15 anos, uma mãe doente e um emprego difícil e opressor como aia no palácio…Mas hoje o conselheiro não gritava por gritar: precisava de encontrar um pássaro possuidor de um cantomaravilhoso… Só podia ser o meu rouxinol!Às vezes quando me sentia pior com a doença da minha mãe, ia para a janela e conseguia ouvir aquele lindocanto e logo esquecia todos os meus os meus problemas.Ajudei o conselheiro e o imperador a encontrarem o rouxinol e só por esta atitude consegui que a minha mãefosse melhor cuidada e … passados 20 anos , abandonei o meutrabalho mas ouvir o canto do neto do meu rouxinol continua afazer-me feliz…Muito feliz!!! Matilde Azenha – 6º CA morte MasMorte é dormir um sono profundo Num certo sentido, a morteSono sem igual É a cura de todos os malesA morte é o descanso após uma vida É a despedida que não duraCheia de alegrias e emoções Se nada é para sempreOu Porque há-de a morte fugirUma vida vazia e sem sentido A tão velho ditado?Ao amor recebemo-lo de braços abertosE á morte de dentes cerrados Diana – 6º C Página 18 TOCHA
  • 19. Sou um rouxinol Naquele imenso silêncio grandeContente a cantar agitação reinava e aos poucos aFeliz ao ar livre floresta ganhava vida e umE a voar turbilhão de coisas sucediam ao mesmo tempo. Por entre as folhas das árvoresEu a cantar frondosas rompiam os primeirosTu a aplaudires raios de sol, o rio seguia o seu leito sereno, os animais iniciavam a suaEu a agradecer folia, os pássaros cânticos iniciavam e de todos um mais atençãoE tu a sorrires despertava. Era a voz de um rouxinol, tabela e tão doce, que parecia que tudo oEstava a cantar resto não existia.Fiquei assustado Lá longe no centro do império, para lá dos muros do palácio dePois tu apareceste porcelana, por entre as mais belas e raras flores, rodeado de ouro eFicaste pasmado diamantes e dos mais sábios homens, vivia o Imperador. A cada dia que passava o Imperador, mais doente se sentia e todos esses sábios homens e toda a sua riqueza não lhe traziam a cura.Eu a cantar Num belo amanhecer como que por um acaso um pequeno rouxinolTu a aplaudires decidiu aventurar-se um pouco pelos jardins do palácio até queEu a agradecer distraído nos seus belos cânticos foi surpreendido por um homem, comE tu a sorrires vestes douradas e coberto de brilhantes que não ocultavam o seu rosto pálido e entristecido.Estava a cantar A cada instante que ouvia tão doce melodia aumentava o brilho dosTu sorriste seus olhos pois era grande a satisfação que sentia e sentia que todasEu fiquei feliz as riquezas da sua condição de imperador não lhe proporcionavamPois tu ouviste nada a não ser uma fútil existência. Percebera este homem, Imperador de direito, que por debaixo das Patrícia – 6º C penas cinzentas e sem brilho do pássaro se escondia uma voz radiosa capaz de iluminar um coração. Como pudera tanta magia e riqueza ter passado despercebida aos olhos de todo o seu reino? A resposta era bem simples. Todo o brilho de tanto ouro e diamantes e toda a sabedoria retratada em desmedido egoísmo ofuscava a beleza natural existente para além dos muros do palácio de porcelana. Só o mais nobre dos homens consegue encontrar toda a riqueza nas ONDA DE IDEIAS Página 19
  • 20. O meu canto é maravilhoso Minhas penas delicadas Meu bico alaranjado Para os outros tudo é fantasia Sou um pássaro muito delicado Lágrimas de alegria Quando as pessoas me ouvem Caiam das faces Seus olhos marejados ficam. De quem O meu doce canto ouvia Uma lágrima brilhante Cai das suas faces Um só aplauso para mim — Vi lágrimas nos olhos do Cada lágrima Não chega imperador. Pode lá haver alguma Para mim Só me aconchega dádiva maior do que essa? As É uma maravilha. O choro de alegria lágrimas de um imperador têm um poder estranho. Já fui suficientemente recompensado . Matilde Azenha – 6º C PROFISSÃO !!!!! E FUTURO...Quando era mais pequenaQueria ser professoraOu Falar com as pessoas lá da terra…Educadora de infância Ouvir o ―pi-pi‖ da máquinaPorque já não o quero ser? Dizer ―Bom dia!‖ ―Boa tarde!‖ e ―Obrigado!‖Não é não querer Pode ser um pouco estranho querer trabalhar naMas não se sabe o dia de amanhã caixa de um supermercado mas é a única profissãoNão posso ter uma ideia fixa que me faz olhar com vontade de fazer o mesmo.E dizer: Talvez por ir sempre às compras com a minha―Quando for grande vou ser professora!‖ mãe…não sei!Pois posso vir a ter outro trabalho Mas por outro lado vou precisar de ganhar dinheiro …E ser muito feliz com ele e penso em tirar um curso.Nada é para sempre Quero ser justa e quero ser advogada… Será queE as nossas ideias conseguirei?Nem sempre se concretizam. Patrícia – 6ª C Página 20 TOCHA
  • 21. Um grupo de jovens caminhava pela imensa estrada. Vestiam pobres roupas e via-se que poucosbens possuíam, certamente nem uma casa tinham.Senti um enorme aperto no coração e uma pequena lágrima soltou-se e caminhou friamente pelomeu rosto.Chegada a casa da longa viagem fui para o meu jardim, deitei-me na relva e olhei para o céu,lentamente.Adormeci… e uma imensa imagem da minha casa surgiu lentamente mas ao lado permanecia aimagem daqueles jovens e aí, no meu sonho, eu vi o que de bom possuía: uns pais preocupados, umaboa casa…Pensei, então em como os poderia recompensar. Ser médica, sim médica. Não quero levar dinheiro atodos aqueles que necessitem, a todos aqueles que estão sem casa, ou sofrem com doenças graves.Sempre que penso nisso o meu coração palpita de alegria. Mariana – 6º C "Su ap seu rofi sal ssã ário on . Su ão Sonho tomar conta de bebés na ap éa Ter rofi qui inte ra p ssã lo q É uma profissão á minha medida nsi ara oé ue dad voc traz eq ê fa aqu par Acho que sou alegre e consigo distraí- ue zer ilo ac se com que asa torn foi o los ac tal col (V ham pai oca i nc am xão do Gosto muito de bebés, são alegres ent ent e ta van oe l spi Go ritu Mas quando lhes dá a perrice gh al." ) ―Ai! Ai!‖ Ao sábado a minha casa parece uma creche Quando os ouço a chamarem-me O som da sua voz é lindo Quando os vejo apercebo-me que tenho jeito Sinto uma coisa forte no coração Que vai ficar para sempre Ensino-os a andar E fico feliz ONDA DE Página 21
  • 22. A COISA????Uma coisa pode ser muita coisa Era uma vez uma coisaUm foguete que vai ao ar A coisa apareceu lá em minha casaUm carro que anda, anda sem parar Era rápida, aborrecida e resmungonaUm pássaro a cantar sem se fartar Era tão resmungona que do meu quarto conseguia ouvi-Uma bola para chutar laUma pedra para atirar Estava sempre a ralharChuva para molhar Eu quando a ouvia encolhia-me toda com medoUm desenho para pintarUm bolo para comer Vou-vos contar uma coisa!!! Mas não contem aA coisa pode ser muita coisa ninguém…Desde uma casa gigante O senhor José, o velho mais velho lá da terraA uma formiga mini, mesmo mini Disse-me para ter cuidado com as coisasO mundo está cheio de coisasCoisas para comer E outro dia estava á saída de casaBrincar E de repente dei um berroJogar Pensava que tinha visto a coisaVer Mas afinal não eraUma coisa é uma coisa Era a roda da bicicleta da MatildeSem coisas não havia como viver. Imagino a coisa com pêlos Rúben – 6ºC Um olho de cada cor Sem dentes Com muitas patas rnar Tudo deveria se to ssível, o mais simples po Mas se me perguntarem como é a coisa do. mas não simplifica Eu digo de seguida: - Não sei! Nunca vi! Albert Einstein Carolina – 6º C Página 22 TOCHA
  • 23. É redonda! Gosta de ler livros!Às cores… Gosta de nadar!É engraçada! É livre!Grande! Quando encontra uma pessoa sorriForte! para ela…Gosta de saltitar! Gosta de festas eGosta de ir aos outros planetas de luzes!Gosta de ir a outras terras… Gosta de animais!É divertida Gosta da escola!Bem disposta! E gosta muito dosGosta de ver os outros bem e não seus amigos!mal! Usa óculos!Gosta de ir à praia! Gosta muito de siGosta de ir visitar os seus amigos! mesma…A cor que mais adora é o verde!É boa conselheira! Gabriela – 6ºCÉ boa amiga!Gosta de muito fazer amizades!… o pátio era o sítio preferido, preferido por toda a gente! Majestoso e belo, a muitos chamava aatenção pois basquetebol, futebol nele se podia jogar. Mas que grande diversão!Um pequeno menino, de tão só dois anos, sentou-se naquele muro enorme. Sisudo pôs a mão naface direita e observou tudo o que se passava à sua volta e pensava no que aquele pátio poderia sentir. Como é que se sentiria se ninguém conversava com ele, durante a semana ninguém lá passava e só ao domingo uma enorme felicidade enorme pairava. O pequeno, num instante, a sua melancolia largou ao ouvir um dos seus amiguinhos a chamá-lo. Mas que grande alegria! Afinal o pátio era alegre e brincalhão e simples e de grande coração espalhava a diversão sempre que lhe era pedido… ONDA DE IDEIAS Página 23
  • 24. Apareceu na madrugada fria e gelada e envolveu-menum sono profundoEstava especada no meio da salaEra uma coisa esquisita de corpo, bonita e bem vestidaEstava vestida com gravata e lacinhosEm torno do seu corpo um fatinho vermelho, comazevinhos de NatalNo meio das outras coisas esquisitas era a mais formosaÁ noite, depois do jantar, despi aquela coisaE a coisa era o meu presente de Natal Sou brancaE depois de aberto Sou de primeiro andarEra a coisa mais bonita Quando para a frente olho vejo o jardim.Que podia desejar Olho para trás vejo o quintalO amor da noite de Natal Vejo com árvores a dar frutos Diana – 6ºC Olho para os lados vejo animais e quintais Uns semeados, outros vazios… Todo o ano vejo as plantações a crescer Todos os dias ouço o barulho De animais, de automóveis De automóveis? Pois! Tenho uma estrada atrás de mim E uma outra á minha frente Ouço sempre buzinas a tocar Vejo pessoas a passar A pé ou de trator Viver é desenhar sem borracha. Já estou habituada Millôr Fernandes Sou feliz como sou E sempre estarei onde estou! Patrícia – 6º Página 24 TOCHA
  • 25. PAÍS IRMÃO—O BRASIL E A ESCRAVATURAChamo-me Brasil, estou situado na América do Sul e o meu clima é quente, aliás quentíssimo e soumuito famoso devido à minha linda floresta da Amazónia, ao meu rio Amazonas, ao meu querido Riode Janeiro, ás lindas terras de Vera Cruz… mas sou famoso graças a um grande amigo meu, umpequeno país que se revelou muito grande … Portugal.Tudo começou há muitos anos quando D. João II me encontrou e tomou conta de mim – Portugal foicomo um irmão para mim.Foi Portugal quem me colonizou e foi uma grande ajuda.Mas essa longa amizade teve alguns problemas. O meu amigo foi governado por três espanhóismentirosos ( … foi o que me disse…). Eu fiquei muito triste durante esse tempo, pois caí noesquecimento e senti-me abandonado.No entanto, o rei do meu amigo fez-me enriquecer cada vez mais e passados sessenta anos o meuamigo voltou a ganhar a sua identidade. Voltou e viu as minhas riquezas – o ouro, o açúcar, osdiamantes… -E nesse momento senti que poderia ser usado!O meu amigo disse sentir muitas dificuldades em explorar as minhas riquezas e que iria trazer unsamigos de África.Eu fiquei muito curioso e alegre pois ia fazer novos amigos! Mas no dia em que vi os novostrabalhadores (que agora sei serem escravos) fiquei horrorizado: chicoteadas, maus tratos, navioscheios como um ovo e em muito mau estado… Tratavam aquelas pessoas ainda pior que animais!E foi assim a minha longa amizade com Portugal… Matilde Azenha – 6º C ONDA DE IDEIAS Página 25
  • 26. O meu nome é Brasil e tenho uma longa história para contar…Em 1500 fui descoberto por Portugal. Estava tão feliz. Ter Portugal foi muito bom. Senti orgulhoporque não era para qualquer um vir a ser descoberto por aquele rico e precioso país.Um pouco mais tarde fui colonizado e a isso já não achei tanta graça.Apesar de ser um país tão maravilhoso não tinha o direito de me fazer isto…Cada vez me sentia mais triste, com vontade de chorar e fazer grandes ondas no mar.Depois comecei a ver muitos navios negreiros virem para a minha costa.A cera altura comecei a aperceber-me que os portugueses estavam a tirar-me os meus diamantes, omeu ouro, tudo ….Um segredo que só eu sabia pois nunca ninguém se atrevera a procurar coisas tão valiosas dentro demim.Comecei a ouvir choros de pessoas e negros barbaramente escravizados. Via e revia aquelesepisódios de grande tristeza. Sentia chicotes a bater com força no meu corpo. Estava magoada porser no meu país que aquela maldade tivera acontecido.Não sabia o que fazer, um país que julgava sertão bom para mim e que tinha de odiar por essa açãotão feia… Carolina – 6º COlá irmãos! Sim porque somos considerados países irmãos! Não me reconhecem mas vou falar um pouco demim para ver se descobrem o meu nome.Sou um dos maiores países do mundo, situo-me na América do sul e sou banhado pelo Oceano Atlântico e amaioria das pessoas visitam-me pelas minhas maravilhosas praias, pelo meu clima tropical, pelo meu famosoCarnaval e claro que pelo espetacular ―desporto-rei‖.A minha maior riqueza pode ser encontrada na Amazónia um dos locais com maior diversidade da fauna e florade todo o mundo.Em tempos fui uma colónia portuguesa descoberta por Pedro Álvares Cabral no ano de 1500 e ainda hojepartilhámos hábitos e uma cultura comum.Em tempos caí no esquecimento, por parte dos portugueses que não souberam valorizar-me devidamente e sóquando descobriram as riquezas que eu possuía no meu subsolo é que me deram o meu devido valor…Após anos de exploração não foram os portugueses que mais enriqueceram mas sim eu – ganhei um paísirmão, partilhámos a mesma língua, maioritariamente a mesma religião e outros conhecimentos culturais queainda hoje possuo e que fazem de mim o país grande que sou hoje…Já descobriram o meu nome? Mariana Costa – 6ºC Página 26 TOCHA
  • 27. Olá! Eu sou o Brasil. Sou um grande país e vivo na América do Sul. Vou contar-vos a minha história. Há muitos, muitos anos no tempo em que os teus avós ainda não eram nascidos, vieram até mim, um, grupo de portugueses interessados em conhecer-me melhor. Quiseram conhecer o que de bom e mau havia em mim, todos as riquezas e perigos, enfim, quiseram conhecer a minha história.Nos tempos iniciais, os portugueses não eram conhecedores dos meus perigos e por isso, nãoconseguiram orientar-se sozinhos e necessitaram da ajuda de outros povos…Nesta época, os tempos foram difíceis para os portugueses que habitavam em mim mas parao povo português e para o reino, foram tempos de grande e próspera economia, pois não épara me gabar, mas a verdade é que sempre fui um país bastante rico.Chegaram até mim vários navios vindos da costa africana que os portugueses colonizaramcheios de escravos que trabalhavam duramente e como eu era um inocente país deixei quelevassem de mim muitas riquezas de elevado valor.Assim, chegavam a Portugal muitas riquezas como ouro, diamantes, tudo saído das minhasentranhas.Tudo isto tornava D. João V, um rei muito poderoso.Mas de lá emigravam imensos colonos que vieram até mim na esperança de encontrarmelhores condições de vida e enriquecer para voltar á sua terra já ricos e desafogados…Esses tempos foram tempos muito bons para Portugal e também para mim… desde essestempos que Portugal é o meu irmão mais velho que não tem lá muita sorte na vida… Diana Fonseca – 6º C "O perigo do passado era que os homens se tornassem escravos. O perigo do futuro é que os homens se tornem autómatos." Erich Fromm
  • 28. 1 DE NOVEMBRO DE 1755 "E agora? Enterram-se os mortos e cuidam-se os vivos". Marquês de PombalEra um dia diferente, pelas ruas e altares, espalhavam-se imensas velas acesas – era dia de Todos osSantos. Uma brisa fresca e já cruel passava pelas ruas e montanhas daquela enorme e majestosacidade e os borralhos podiam ser vistos em todos os lares.Os prédios enormes permaneciam entre o céu e a terra – a agitação reinava na cidade.Todos começavam a dirigir-se para a missa quando às nove horas e trinta minutos se sentiu um abaloda crosta terrestre que começou a destruir toda a cidade. Nos tristes e aflitos rostos das pessoas via-se um enorme desgosto, toda a sua vida tinha sido destruída em tão poucos minutos; muitos ficaramsoterrados pedindo ajuda; as pessoas ajoelhavam-se no chão a rezar a Deus, julgando que tudo nãopassara de um castigo.Logo de seguida um enorme maremoto cobriu as ruas e casas e juntamente com o terramoto encheua cidade de corpos e pedaços de tijolo insignificantes.Mas para onde iriam todos os que se queriam salvar?Imensos fogos espalharam-se pela cidade, as lareiras e velas acesas tinham caído para o chão ealastravam-se por todos os cantos.O silêncio era ensurdecedor, não havia mais lágrimas para descrever tanto horror.Marquês de pombal, ministro de D. José I, ia ser a pessoa que reconstruiria a cidade. Talvez inspiradopelo Iluminismo que atravessava toda a Europa conseguiu reconstruir uma das zonas mais belas dacidade que mesmo hoje assim o é, mostrava ideias claras e era uma pessoa que pensava muito bemno que iria fazer e como para que tudo o que fizesse fosse bem-sucedido.Os habitantes tinham que continuar com a sua vida normal e depressa a cidade não deixou marcasde todo aquele período bárbaro e triste que mesmo hoje ainda não foi esquecido.Será relembrado para sempre com tristeza, ou felicidade. Sabemos que houve um sofrimento enormeque assombrou todos os corações, mas sabemos que também depressa se conseguiu reconstruir oque se desmoronou e tornar Lisboa na cidade bela que hoje é! Mariana Costa – 6º C ONDA DE IDEIAS Página 28
  • 29. POETAS RESIDENTESUm sentimento sente-se AmorSente-se por fora e por dentroÀs vezes agimos mal Não é fácil de perceberDepois pensámos Não é fácil de dizerPorque fizemos o que fizemos Mas quando o sentimosFica-se com um sentimento forte no É bonito e maravilhosocoração Não é uma brincadeiraÀs vezes pode ficar lá para sempre Parte o nosso coraçãoE para o tirar cá para fora Mas quando o sentimosO que fazemos? Nem passar em coisas tristesPedimos desculpa! Para uns amor é Como comer nuvensMas se o sentimento continua Para outros de tanto o sentiremPara a próxima devo pensar antes de É uma coisa constanteagir Para mim?Os sentimentos são fortes Anda sempre no arFicam dentro de nós Que respiroMas, com eles, aprendemos No mundo que vejoO que sentimos No que sou de bomE No que sou de mauO que devemos fazer… No que sou… Andreia - 6ºC Matilde A. – 6º C As melhores e as mais lindas coisas do mundo não se podem ver nem tocar. Elas devem ser sentidas com o coração. Charles Chaplin Página 29 TOCHA
  • 30. DesilusãoAmor Tristeza MelancoliaÉ AngústiaForteGrande Se o amor fosse um meninoBelo Era um menino beloSumptuoso AltoA melhor coisa do mundo Cabelos louros ao vento Olhos azuis como o marMas para outros é A todos deixaria encantadosDor POETAS RESIDENTES—NATAL Pequenas estrelasHoje é dia de Natal Brilham à noiteUm dia fenomenal Como as luzinhasPor todos é comemorado Das ruas deBelo dia abençoado! Natal De todas asNatal é tempo de fraternidade coresAmor e amizade E formatosNeste dia especial NuncaTudo é belo e genial! param de cintilar Ana Manco – 6º B Estamos todos em família Como as constelações O que é o Natal? É a ternura do passado, ovalor do presente e a esperança do futuro. É o A família está sempre a aumentardesejo mais sincero de que cada taça se encha com bênçãos ricas e eternas, e de que cada Mais um membro ou dois caminho nos leve à paz. Para se juntar à família neste dia (Agnes M. Pharo) Tão bonito e maravilhoso ONDA DE IDEIAS Página 30
  • 31. O Natal vamos festejarCom a família e os amigosO Pai Natal vamos esperar Até que não se sinta Natal! Natal!Para presentes abrir. a verdadeira alegria Só recebe que não faz mal. do Natal, ele não Uma estrela no céu existe. Todo o restoO presépio para enfeitar Alguém a avistou são aparências, sãoCom muita alegria e amizade E mais tarde a seguirá! enfeites. Porque nãoVamo-nos encantar se trata dosNo fim de o acabar presentes, da neve, Natal, Natal da árvore ou da Amor e alegria chaminé. O Natal é o Paira no arOs três reis magos calor que retorna aoO vieram adorar E sente-se que há magia. coração dasE com muito carinho pessoas, aO fizeram animar. generosidade que se Natal, Natal António – 6º B compartilha e a Presentes e felicidade esperança de seguir De todas as famílias em frente. Em que haja amizade. Tiago – 6º BO Natal é uma brisa de amorHá presentes a voar e pessoas a saltarChegou a alegria do NatalQue é uma festa especial. NatalO Natal é uma solenidade Ao lado da famíliaAs famílias ficam reunidas Também ao lado dos amigosComem-se deliciosas comidas Ah! Não me posso esquecer de tiE convive-se em comunidade. Ler histórias ao teu lado. Melanie – 6º B Patrícia – 6º C Página 31 TOCHA
  • 32. No Natal milhões de luzes cobrem o céu, as árvores ficam decoradas com tantas bolas e fitas de variados tamanhos e cores. A alegria e a paz reinam no ar, o cheirinho da ceia de Natal escapa pela porta e ao longe vêm-se as luzes de tantas cores que decoram as árvores brincam até ao amanhecer. Natal é amor, mas tantos papéis cobrem o chão frio da cidade e pobres crianças lá descansam ao relento. É dia de Natal! Mas será para todos? À meia-noite muitas crianças esperam ansiosamente pelo Pai natal, que a todos adora e ama por igual. Tantas crianças fazem pedidos de brinquedos, mas umaO que é o Natal pediu AMOR e PAZ e que todas as crianças, como ela,Se não temos uma famíla?!! pudessem ter um lar para viver e não passassem fome.O Natal, pode ser sempre O Pai Natal, que sempre queria dar os presentes pedidos,Basta querermos a partir daquele momento tentou ajudar os maisPois o Natal necessitados, todos os que passam fome e frio.Vem de dentro de nós. Assim o mundo começou a sorrir e não apenas a 25 de Dezembro. Agora todas as crianças podiam sorrir e ter umTodos temos direito a Natal lar para viver e todos os dias chamavam-se dia de Natal!Todos somos iguais No dia 25 de Dezembro as ruas iluminam-se, inventam-seE mesmo que não tenhamos mil brincadeiras e o mundo sorri e lembra o pedido deUma árvore de Natal recheada de uma criança que ensinou ao Pai Natal o valor da palavrapresentes ―fraternidade‖.Basta acreditar! Mariana – 6º CPodemos não terNem presentesNem uma árvore de NatalMas se estivermos todos juntos O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dosPodemos fazer bons.O melhor Natal do mundo!!! Martin Luther King Diana – 6ºC
  • 33. Para mim o Natal não é só as prendas, as festas, os anúncios festivos da televisão, as montras cheias de coisas caras que dizem ser belos presentes… Não, o Natal não é isto. O Natal é simplesmente um sorriso nos rostos e no coração de toda a gente. Era bom que o Natal fosse todos os dias! Mas não era por causas das prendas. Era porque no Natal há um tempo deajuda, um tempo de sermos verdadeiros seres humanos porque Deus criou-nos para amar e ajudar opróximo, não para sermos egocêntricos e ―olharmos só para o nosso umbigo‖.Precisamos uns dos outros, a sobrevivência do nosso planeta exige interajuda, solidariedade…No Natal são costumeiras imensas campanhas humanitárias e todos devemos ajudar pois isso é oNatal. Isso é ajudar, fazer sorrir os outros, ser uma mão amiga sempre pronta a ajudar, semprepronta a dar o que não se tem.Por isso, no Natal todos devemos ajudar e também passar tempo com a nossa família. E, assim, oNatal será todos os dias! Matilde A. – 6º CNatal na casa do José Era dia 24 de Dezembro e o José estava a celebrar o Natal com a sua família. O menino estava todo feliz para receber uma Wii e uma PSP mas houve uma coisa de que elenão gostou muito, mas a sua família riu-se imenso. Começo por dizer que eram zero horas e o José estava quase para abrir os presentes. Ah! Esqueci-me de contar que o tio dele era PSP (Polícia de Segurança Pública). Então, o menino começou por abrir o presente que continha a Wii e ficou superfeliz; depois foiao que tinha a PSP. Quando ele o abriu viu lá o tio, o PSP (Polícia de Segurança Pública), que saltoulogo da caixa. Ele ficou tão triste! Mas, de repente, reparou que o tio tinha uma PSP (PlaystationPortable) e, quando o José a viu, ficou muito contente e deu logo um abraço muito grande ao tio. Foi uma noite de Natal esplêndida! Alexandre, Histórias para rir, Editora Imaginação Alexandre—5º A ONDA DE IDEIAS Página 33
  • 34. ESCOLA E. B. 2 E 3 /SEC. JOÃO GARCIA BACELAR—TOCHA “ONDA DE IDEIAS” Ficha Técnica Edição e layout - Professora Regina Teixeira Aconteceu na Escola—Professor João Paulo Martins Agradecemos a todos os alunos e professores, que, com o seu contributo, permitiram o sucesso desta newsletter. Contacto por e-mail—biblosblogue@gmail.com Blogue da Biblioteca Escolar—http://biblos-tocha.blogspot.com/ Todo conhecimento começa com o sonho. O sonho nada mais é que a aventura pelo mar desconhecido, em busca da terrasonhada. Mas sonhar é coisa que não se ensina, brota das profundezas do corpo, como a alegria brota das profundezas da terra.Como mestre só posso então lhe dizer uma coisa. Contem-me os seus sonhos para que sonhemos juntos. Boas Festas e um Próspero Ano Novo!