Your SlideShare is downloading. ×
0
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Sistemas de acasalamento
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Sistemas de acasalamento

3,345

Published on

Sistemas de acasalamento, copula, reprodução, recursos,

Sistemas de acasalamento, copula, reprodução, recursos,

Published in: Education
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
3,345
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
86
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. Ecologia de Populações Sistemas de Acasalamento Prof. Dr. Harold Gordon Fowler popecologia@hotmail.com
  • 2. Sumário Sistemas de Acasalamento 1. Fatores determinantes 2. Tipos de Sistemas de Acasalamento Poliginia, Poliandria, Monogamia (e EPCs) 3. Estratégias Condicionais e Alternativas
  • 3. O que é um sistema de acasalamento? Um sistema de acasalamento é uma forma específica a espécie na qual os acasalamentos se distribuem entre os membros de uma população acasalamento: o processo que resulta na fusão de gametas haplóides (ovos e espermas) para formar um zigoto novo e geneticamente único Zigoto: um ovo fertilizado
  • 4. Sistemas de Acasalamento Definição: O estudo do comportamento, fisiologia e morfologia relacionados de como é feito a escolha do par; Reprodução sexual evoluiu com os primeiros eucariotos; “Anisogamia” = gametas (n, haplóide) são diferentes entre elas; PRINCIPIO DA ALOCAÇÃO (na reprodução) Microgameta: pequeno--muitos = MACHO Macrogameta: grande--poucos = FÊMEA Dicotomia de estratégias do investimento parental, especialmente por prole.
  • 5. Todas as diferencias adaptativas do comportamento têm um mecanismo básico Cellular mechanisms of social attachment. Young et al. 2001. Hormones and Behavior 40:133-138. Abstract: estudos farmacológicos em roedores sugerem que os neruopeptidos oxitocina e vasopressina {= ADH;} tomam papeis importantes associados com a monogamia, incluindo afiliação, cuidado parental, e ligação com o parceiro. … Os roedores monógamos têm uma densidade maior de receptores de oxitocina No núcleo acumens do que as espécies não monógamas de roedores; inibição desses receptores por injeção específica ao local de antagonistas nas roedores fêmeas não permita a formação de preferencia do par. Os roedores também têm uma densidade maior de receptores de vasopressina na área do palidium ventral, a saída principal do núcleo acumbens. Ambos o núcleo acumens e o palidium ventral são núcleos chaves de relai nos circuitos cerebrais implicados na recompensa, como os sistemas mesolímbicos de dopamina e opioides. Por isso, nossa hipótese e que a oxitocina e vasopressina podem facilitar a afiliação e ligação social de espécies monógamas ao modular esses caminhos de recompensa.
  • 6. Aumento de resposta de afiliação a vasopressina em roedores que expressam o receptor V-1a de um roedor monógamo Young LJ, Nilsen R, Waymire KG, MacGregor GR, Insel TR NATURE 400 (6746): 766-768 AUG 19 1999
  • 7. Quais fatores influenciam a evolução de sistemas de acasalamento? Modo da fertilização (interna versus externa: se interna, a fêmea pode guardar a esperma?) Ecologia da prole (quanto cuidado parental é necessário) Grau de assimetria no investimento parental na prole
  • 8. Quem escolha a quem? Na maioria das espécies animais, os dois sexos tomam papeis diferentes na seleção e procura do par sexual. Usualmente a fêmea toma a decisão final de acasalamento ou não. – Existe uma razão simples – A fêmea enfrenta um maior custo na reprodução
  • 9. Quem escolha a quem? Em aves A fêmea proporciona o ovo além do recurso alimentar para o embrião em desenvolvimento. Em mamíferos A fêmea carrega o embrião dentro do corpo e depois proporciona leite a prole . Em ambos os casos A carga biológica da fêmea é muito maior do que do macho.
  • 10. Quem escolha a quem? Essa carga pode ser mensurada por várias formas, incluindo o tempo que cada sexo precisa investir na prole
  • 11. Exceções Interessantes Cavalos do mar machos exibem mais discriminação sexual Phalaropes mais exigência sexual
  • 12. O genro importa menos do que o investimento de energia ou tempo? Argumento original usou energia e risco E se os machos sofreram mais custo do que as fêmeas? Exemplo: Peixes pipas (parentes de cavalinhos marinhos) a fêmea Poe os ovos numa bolsa do macho e em algumas espécies o macho tem uma pseudo-placenta - Machos fazem investimento maior, os machos escolhem o par - Duas espécies com ornamentos femininos
  • 13. O genro importa menos do que o Investimento de energia ou tempo? Baratas d'água (Abedus herbertii) As fêmeas colocam ovos no dorso doa machos Os machos ficam próximos a superfície e fazem aeração dos ovos. Os ovos fecham as asas dos, e os machos ficam mais pesados e precisam usar substratos Os machos escolhem e requerem a acasalamento antes de aceitar os ovos, e demandam acasalamentos durante o processo para aceitar todos os ovos Jaçanã As fêmeas têm territórios que tem até 4 machos menores. Depois ocorre a quebra de ovos (como nos leões e languires).
  • 14. Sistemas de Acasalamento Determinação dos fatores Fatores Ecológicos Fatores Filogenéticos Potencial Ambiental Poligênica (PAP) Capacidade de Capitalizar o PAP Grau da Monopolização de pares Sistema de acasalamento Os fatores ecológicos: a distribuição espacial e temporal de pares e recursos Os fatores filogenéticos: grau de cuidado parental necessário Adaptada de Emlen e Oring 1977
  • 15. Tipos de Sistemas de Acasalamento Aleatório Monogamia Poliginia: variância do sucesso reprodutivo do macho > variância do sucesso reprodutivo da fêmea Poliandria: variância do sucesso reprodutivo da fêmea > variância do sucesso reprodutivo do machos
  • 16. 6 Sistemas de Acasalamento 1. Monogamia: 2. Poligamia: Poliginia: 3. Perenes (vida): garças. Anual (1 estação reprodutiva). um sexo tem várias. um macho tem várias fêmeas (hárem). Poliginia Serial: um macho tem parceiros seriais. Maximiza os genes do macho. Se são “bons”, a fêmea se beneficia, como em leões. 4. 5. Poliandria: e Poliginandria: Rara. Tibet. – uma mulher pode ter dois esposos (irmãos). Condições de vida duras precisa dois homens para cuidar do sitio. promiscuidade. Chimpanzés e pardais. Vantagens: 1) maior diversidade genética na prole. 2) Varias machos vigiam a prole. 3) Reduz os efeitos negativos da competição entre machos, exemplos lutas e feridas
  • 17. Sistemas de Acasalamento e Cuidado Parental O sistema de acasalamento depende do investimento parental. Se investe muito, você não vai embora. Fertilização externa: a fêmea sai primeiro, e o macho cuida a prole ou também vai embora, exemplo. sapos Número de ovos fertilizados garanta que alguns filhotes sobreviverão. Exemplos, peixes e sapos. Fertilização interna: macho freqüentemente vai embora. Porém, existe uma troca – se o macho fica, a prole tem maior probabilidade de sobreviver. 7
  • 18. Sistemas de Acasalamento Poligamia – Vários membros de um sexo acasalando com um individuo do outro sexo. – Poliginia Várias fêmeas acasalando com um macho – Poliandria Vários machos acasalando com uma fêmea Monogamia – Relação reprodutiva baseada num relação quase permanente entre um macho e uma fêmea
  • 19. Sistemas de acasalamento Mamíferos versus Aves 90% das aves são monógamos Durante um período reprodutivo Porem, mais de 90% de todos os mamíferos são polígonos Economia evolutiva O que um organismo pode fazer para maximizar o seu sucesso reprodutivo?
  • 20. Sistemas de acasalamento Em muitas espécies de aves, a incubação de sucesso depende de ambos os pais Um precisa chocar os ovos e o outro precisa procurar alimento. Após a incubação, a procura de alimento ainda precisa cooperação A monogamia tem retorno reprodutivo para o macho e a fêmea Cada pai precisa a ajuda do outro oara garantir a sobrevivência da prole e por isso dos genes
  • 21. Sistemas de acasalamento Essa condição é diferente parta os mamíferos – Não tem problema de cuidar o ninho – Após o nascimento, somente a mãe pode secretar leite aos filhos – A mãe pode procurar alimento durante a gestão – Os filhotes frequentemente podem sobreviver somente como o cuidado maternal, e os genes do macho serão carregados a próxima geração de qualquer jeito
  • 22. Sistemas de acasalamento Como deve se comportar o macho? – Em termos evolutivos, um organismo de sucesso é aquele que perpetua seus genes nas gerações seguintes – O organismo com maior sucesso é aquele que tem o maior número de proles férteis sobreviventes
  • 23. Sistemas de acasalamento Se a prole pode sobreviver sem o cuidado do macho – O macho maximiza seu sucesso reprodutivo ao acasalamento com tantas fêmeas como possível. E o resultado fina é – A poliginia, com cada macho procurando acasalamento com mais fêmeas.
  • 24. Sistemas de acasalamento As conseqüências anatomias Os machos poligênicos precisam ser fisicamente distintos Para atrair uma fêmea Para ganhar na competição com outros machos A Poliginia é quase sempre acompanhado pelo dimorfismo sexual Resulta em diferencias pronunciados no tamanho ou estruturas corporais entre os dois sexos
  • 25. Sistemas de acasalamento Quanto mais poliginica uma espécie, mais dimorfismo apresenta.
  • 26. Sistemas de acasalamento Em espécies poliandras as fêmeas são maiores e mais agressivas…
  • 27. Sistemas de acasalamento Em espécies monógamas não existe dimorfismo
  • 28. Sistemas de acasalamento dependem da escolha dos pais de investimento sob o princípio da alocação Investimento na prole após o estágio de gameta se relaciona ao sistema de acasalamento Trocas: pares versus cuidado dos filhotes Poliginia Número de pares para cada sexo: Investimento Parental muitos 1 Monogamia 1 1 Poliandra 1 muitos Poliginandria Promiscuidade poucos muitos muitos poucos muitos muitos investe mais por prole investe igualmente investe mais por prole investe igualmente Nenhum investe depois das gametas
  • 29. Tipos de Sistemas de acasalamento Poliginia Um macho acasalamento com mais de uma fêmea Poliandria Uma fêmea acasalamento com mais de um macho Monogamia Um macho forma par com uma fêmea (pelo menos socialmente)
  • 30. Poligênica: Tipos Poligênica de Defesa da Fêmea Poligênica de Defesa de Recursos Poligênica de Competição por Precipitação Assembléia de Reprodução Explosiva Poligênica de Lek
  • 31. Poligênica: Defesa das Fêmeas Machos competem para monopolizar grupos de fêmeas Recursos --- Fêmeas Agregadas espacialmente (podem ser monopolizadas) Cuidado Parental pelo Macho Usualmente não necessário Exemplo: Ovelhas
  • 32. Poligênica: Defesa de Recursos Machos competem para monopolizar recursos Recursos Fêmeas Cuidado Parental pelo Macho Heterogêneos mas capaz de serem monopolizados --- Menor do que nas fêmeas mais pode ser necessário Exemplo: Odonata
  • 33. Poliginia: Defesa de Recursos aptidão A fêmea escolha o par de acasalamento a base de: qualidade de território e quantas fêmeas o macho já tem Diferencia em aptidão com fêmeas acasalando monogamamente vs. poligamamente Limiar de Poliginia =diferença mínima na qualidade de habitat sob o controle dos machos suficiente para promover acasalamentos bígamos por fêmeas Qualidade ambiental Adaptada do modelo de limiar de Poliginia de Orians 1969
  • 34. Poliginia: Competição por Desespero Machos procuram desesperadamente fêmeas receptivas Recursos Não defensíveis Femeas Não podem ser monopolizadas: sazão reprodutiva muita curta Cuidado Parental pelo Macho Usualmente não necessário Exemplo: Esquilo de chão
  • 35. Poliginia: Assembléia de Reprodução Explosiva Procura desesperada numa estação reprodutiva curta Recursos Não defensíveis Femeas Não podem ser monopolizadas: sazão reprodutiva muita curta Cuidado Parental pelo Macho Usualmente não necessário Exemplo: Sapos
  • 36. Poliginia: Lek Machos se mostram em territórios e as fêmeas escolhem Resources Not defendable Females Not monopolizable Male Parental Care Usually none required Example (classic lek): Sage grouse
  • 37. Poliginia: Lek Machos se mostram em territórios e as fêmeas escolhem Resources Not defendable Females Not monopolizable Male Parental Care Usually none required Example (exploded lek): Bowerbirds
  • 38. Poliginia: Resumo Poliginia de Defesa das Fêmeas Machos vão onde fêmeas potencias estão, lutam com outros machos para diretamente monopolizar as fêmeas Ovelhas Poliginia de Defesa de Recursos Os machos defendem territórios Odonata que tem os recursos necessárias das fêmeas. Poliginia Competição por precipitação Primeiro macho a fêmea ganha. Os recursos e as fêmeas não podem ser defendidos Assembléia de Reprodução Explosiva Fêmeas tem estações e localizações Perereque curtas e previsíveis de acasalamento Não podem ser monopolizadas. Poliginia de Lek Machos defendem territórios usados para propaganda. Os territórios dos machos podem ser agrupados ou regulares Esquilo de chão Quetzal
  • 39. Poliandria Uma fêmea acasalando com mais de um macho O macho proporciona mais cuidado parental do que a fêmea As vezes 1 fêmea produz mais filhotes do que 1 macho pode cuidar Reversão de papeis sexuais Exemplo: Jaçanã
  • 40. Monogamia Um macho acasalando com uma fêmea (pelo menos socialmente) Nenhum dos sexos pode monopolizar mais de um par sexual Muitos aves são monógamas socialmente Exemplo: Albatroz
  • 41. Monogamia: acasalamentos Fora do Par Macho ou fêmea acasalamento for a do par Vantagens para o macho Insemina mais fêmeas
  • 42. Monogamia: acasalamentos Fora do Par Macho ou fêmea acasalamento for a do par Vantagens para as fêmeas Benefícios materiais: Mais recursos Melhor proteção Reduzir a infanticida Benefícios genéticos: Segurança de fertilidade Bons genes Compatibilidade genética
  • 43. Monogamia: acasalamentos Fora do Par Macho ou fêmea acasalamento for a do par Desvantagens Pode enfraquecer a ligação do par Redução do tempo e energia para cuidado parental Maior exposição a parasitas e doenças
  • 44. Sistemas de acasalamento Estratégias Condicionais e Alternativas Estratégia: conjunto de regras de comportamento empregado por um individuo com probabilidades associadas de utilizar táticas diferentes Tática: padrão de comportamento resultante da estratégia empregada por um indivíduo
  • 45. Sistemas de acasalamento Estratégia Condicional Uma estratégia com táticas mediadas ambientalmente O macho dominante usualmente tem o aptidão maior Todos os machos não podem ser o macho dominante Fazem o que podem (satélite, etc) Nenhuma base genética Táticas diferem no sucesso reprodutivo
  • 46. Sistemas de acasalamento Estratégia Condicional Uma estratégia com táticas mediadas ambientalmente Melhor tática: defender o inseto morto Tática intermédia: defender a secreção de saliva Pior tática: agarrar fêmeas e forçar a acasalamento Ao retirar machos dominantes, outros machos mudam a próxima tática melhor Exemplo: Panorpidae
  • 47. Sistemas de acasalamento Estratégias Alternativas Indivíduos diferentes usam estratégias estáveis diferentes Determinado geneticamente As estratégias não se diferem em sucesso reprodutivo
  • 48. Sistemas de acasalamento Estratégias Alternativas Indivíduos diferentes usam estratégias estáveis diferentes Três tipos: Exemplo: isopodo marinho •Alfa (grandes, dominantes) •Beta (médios, imitam fêmeas) •Gama (pequenos, trapaceiros) Sucesso reprodutivo igual Determinado geneticamente
  • 49. Estratégias Reprodutivas Modos da Reprodução Oviparidade Por ovos Estratégia mais comum nos insetos
  • 50. Estratégias Reprodutivas Modos da Reprodução Ovoviviparidade Ovos retidos dentro da fêmea Gema suficiente para o desenvolvimento do embrião Larvas eclodem imediatamente após e a oviposição Exemplos (alguns Tachinidae, Coleoptera, Muscidae, baratas, Homoptera, Lepidoptera, Thysanoptera)
  • 51. Estratégias Reprodutivas Viviparidade Desenvolvimento embrionário dentro das fêmeas; produz ninfas ou larvas vivas (nascimento vivo) viviparidade pseudo-plancental Ovos sem gemas, usualmente sem um corpão Os ovos recebem nutrição por meio de estruturas embrionias ou maternais chamados pseudo-placenta Exemplos (alguns pulgões)
  • 52. Estratégias Reprodutivas Viviparidade Desenvolvimento embrionário dentro das fêmeas; produz ninfas ou larvas vivas (nascimento vivo) viviparidade adenotrófica Ovos retidos e embriões eclodem dentro da fêmea Desenvolvimento intra-uterino das larvas por glândulas maternas especiais Larvas são depositadas e formam pupas rapidamente exemplos (Glossina, Hippoboscidae, Nycteribiidae, Streblidae) (a) por que nesses grupos?
  • 53. Estratégias Reprodutivas
  • 54. Estratégias Reprodutivas Modos da Reprodução Viviparidade Desenvolvimento embrionário dentro das fêmeas; produz ninfas ou larvas vivas (nascimento vivo) viviparidade do hemocoelo (1) ovários livres no corpo (2) ovários desintegram e os ovos soltos no hemocoelo (3) nutrientes do hemocoel nutrem os ovos (4) larvas eclodem na fêmea, e depois passam por um canal de cria ou aberturas no integumento, dependo da espécie (5) exemplos (Strepsiptera, alguns Cecidiomyiidae)
  • 55. Estratégias Reprodutivas
  • 56. Estratégias Reprodutivas Modos da Reprodução Partenogênese Desenvolvimento do ovo sem fertilização sexual arrhenotokia - a produção partenogenética de machos arrhenotokia haplóide facultativa – fêmeas põem ovos fertilizados que produzem fêmeas; ovos não fertilizados produzem machos (exemplo, Hymenoptera sociais) -thelytokia - a produção partenogenética de fêmeas partenogênese cíclica – produção de gerações partenogenéticas misturadas com gerações sexuais (por exemplo, alguns pulgões e cinipideos) ginogênese (= pseudogamia) – os espermatozoides presentes mas não foquem com o ovo, atinam o desenvolvimento do ovo (raro, Ptinus latro, um gênero de bicho de seda)
  • 57. Estratégias Reprodutivas Modos da Reprodução Paedogenese reprodução por insetos imaturos (larvas) neotonia - maturidade sexual num estágio imaturo exemplos (alguns cecidiomyiids, Coleoptera)
  • 58. Estratégias Reprodutivas Modos da Reprodução Hermafroditismo (auto-reprodução) Proles derivadas da união do ovo e da esperma produzidos meioticamente por um individuo Ambos sexos dentro de um indivíduo – Muito raro nos insetos Uma espécie de escama
  • 59. Características Reprodutivas dos Mamíferos Fertilização interna, com um órgão intrometeste, Espermatozóides não guardados Prole com demandas energéticas elevadas Assimetria no investimento parental é extrema: as fêmeas proporcionam essencialmente toda a energia (gestação e lactação) para criar o zigoto a sua independência
  • 60. Sistemas de acasalamento de Mamíferos Monogamia é rara e ocorre numa variedade ampla de grupos de mamíferos. Ocorre em algumas primatas (exemplo, gibões) Na maioria dos mamíferos, o sistema de acasalamento é a poliginia
  • 61. Sistemas de acasalamento das Primatas Monogamia – rara – ocorre em algumas primatas do mundo novo e em gibões Poliginia – comum- ocorre na maioria dos macacos e em orangotangos, gorilas, chimpanzés, bonobos
  • 62. Por que a maioria dos mamíferos são polígamos? Controle preciso do macho na transferência de espermatozóides Custo energético tremendo da prole Assimetria extrema no investimento parental na prole – as fêmeas proporcionam todo, os machos somente uma célula de esperma Especialmente em mamíferos as fêmeas constituem um recurso reprodutivo objeto a competição entre machos
  • 63. Comportamento Reprodutivo do Homem 1 Parte da Biologia e Psicologia Evolutiva. Nosso conhecimento é por isso dedutivo. Os comportamentos existem porque são adaptativos. Tem sentido mas o Homem toma decisões e fica mais livre de forças inatas. Por isso, a teoria é determinística
  • 64. Escolha do Par Sexual pelo Homem
  • 65. Escolha do Par Sexual pelo Homem No Homem, o macho e a fêmea são seletivos na escolha de seus pares sexuais – A acasalamento somente acontece quando ambos consentem Porém, os dois sexos se distinguem nos critérios usados ao escolher seu par sexual…
  • 66. Escolha do Par Sexual pelo Homem A base das pesquisas: O grau de atração física é mais importante para o homem que para a mulher Os homens geralmente preferem mulheres mais novas As mulheres preferem homens mais velhos O status social em financeiro do par é mais importante Para asa mulheres
  • 67. Escolha do Par Sexual pelo Homem As diferencias sexuais não são únicas a nossa sociedade China, Índia, Francia, Nigéria e Irão Buss, 1989, 1992; Buss e Barnes, 1986 Ainda mais, ambos os sexos concordam que Os homens e as mulheres valorizam a inteligência e bondade de seu par potencial Buss, 1992
  • 68. Escolha do Par Sexual pelo Homem Segundo Buss A melhor explicação para essas preferências é evolutiva Se nossos ancestrais machos preferiam mulheres atrativas, aumentaria seu sucesso reprodutivo,porque as mulheres atrativas seriam mais saudável e provavelmente mais fértil. A seleção natural favorece machos com essa preferência, e essa preferência expandiria entre os machos de nossa espécie
  • 69. Escolha do Par Sexual pelo Homem E para idade da mulher Quanto mais nova a melhor, mais anos reprodutivos terá. Por isso, um homem encolhendo um par de menor idade pode antecipar potencialmente mais filhos. De novo, isso aumentaria o sucesso reprodutivo do macho, seria favorecido pela seleção natural, e viria comum para a espécie.
  • 70. Escolha do Par Sexual pelo Homem As preferências da fêmea ficam fáceis de entender dessa perspectiva Um investimento elevado em cada filho implica que é melhor ter poucos e fazer possível garantir a sobrevivência de cada filho. Um macho rico de status elevado ajuda a lograr essa meta Capaz de proporcionar alimento e outros recursos necessários A vantagem reprodutiva seria associada com essa preferência. Uma evolução gradual no sentido de que todas as fêmeas da espécie teriam essa preferência
  • 71. Escolha do Par Sexual pelo Homem Outras explicações É possível que as mulheres preferem homens ricos, de status elevado, porque aprendem durante a vida as vantagens ganhas de esse par Em muitas culturas, as oportunidades profissionais e educacionais são limitadas, e por isso “casando bem” é a melhor estratégia de acumular recursos
  • 72. Escolha do Par Sexual pelo Homem Evidência consistente com a explicação cultural As mulheres se preocupam menos do status potencial do macho se vivem numa cultura que proporciona mais oportunidades as mulheres Os recursos do macho potencial viram menos importantes na seleção do par sexual (Kasser e Sharma, 1999; Eagly e Wood, 1999)
  • 73. Barber N. 1995. The evolutionary psychology of physical attractiveness: Sexual selection and human morphology. ETHOL. & SOCIOBIOL. 16: 395-424. Abstract: Evidencias psicológicas sugerem que as diferencias sexuais da morfologia foram modificadas pela seleção sexual para atrair pares (seleção inter-sexual ) ou intimidar rivais (seleção intra-sexual): As mulheres competem entre elas para machos de alta qualidade ao sinalizar seu valor reprodutivo … e por exagerar os indicadores morfológicos da juventude, como narizes pequenas e pés pequenas e pele sem pelos. uma razão baixa de cintura a cadeira é sexualmente atrativa nas mulheres ... A aparência física do homem tende a comunicar a dominância social, o qual tem os efeitos combinados de intimidar rivais reprodutivos e atrair mulheres. A barba masculina não tem relação a qualidade fenotípica ...
  • 74. Atração O Homem é um ser biológico Nossos comportamentos possam ter aspectos genéticos que envolvam cortejo. Porém O aprendizagem baseado na cultura durante nossa vida possa ter um papel maior ao determinar quando, como e com quem acasalar.
  • 75. Atração Não existe duvida da influencia da cultura. É a mudança cultural e não uma evolução rápida que alterou a idade média de ser pai ou mãe durante as últimas décadas. São as diferencias culturais e não as diferencias biológicas que tornam os indivíduos com tatos faciais mais atrativos as Maori de Nova Zelândia, mas feios para nos
  • 76. Atração
  • 77. Atração Quais comunalidades existem entre os povos diversos do mundo respeito as preferências de pares e padrões de cortejo? Nenhuma comunalidade – Argumento forte do que a reprodução do Homem não é fortemente determinado pela biologia. Comunalidade – Faz parte de nossa herança biológica?
  • 78. Atração Física A aparência física tem muito importância na determinação do grau de atração de uma pessoa. Ou pelo menos pela atração inicial. A demanda brasileira para produtos químicos cosméticos e do banho deve aumentar 6% por ano no ano 2010 Pelo menos R$ 255 milhões gastos no Brasil em 2005 para procedimentos cirúrgicos cosméticos
  • 79. Atração Física Os calouros da faculdade foram combinados aleatoriamente numa balada e depois foram perguntados se gostaram ou não seu par e se sairiam juntos. O determinante principal no desejo de cada calouro para sair com o par no futuro era sua aparência física. Walster, Aronson, Abrahams, e Rottman (1966)
  • 80. Atração Física Estudaram clientes de um serviço de relacionamento de vídeo que selecionaram os pares a base de arquivos que incluíram as fotografias, informação de gostos e escolas, e detalhes de passatempos e ideias. Ao chegar a escolha real, o determinante principal era a fotografia. Green, Buchanan, e Heuer (1984)
  • 81. Atração Física Os indivíduos fisicamente atrativos também se beneficiam da crença comum de que o bonito é bom. As pessoas tendem associar a atração física com atributos positivos de personalidade Dominância Boas destrezas sociais Inteligência Alegria Boa saúde mental Dion, Bersheid, e Walster, 1972
  • 82. Atração Física As pessoas atrativas são: Julgadas como melhor adaptadas e não perturbadas (Cash et al., 1977; Dion, 1972) Julgadas como melhor de obter emprego apõs entrevista (Dipboye et al., 1977) Julgadas como mais felizes, com mais sucesso, e com melhor personalidade e por isso mais provável de se casar (Dion et al., 1972) Passam mais facilmente por jurados se o candidate era fêmea (Sigall e Ostrove, 1975) Avaliadas com marcas melhores nos trabalhos escritos se o aluno era mulher (Landy e Sigall, 1974)
  • 83. Atração Física As pessoas frequentemente pensam que os indivíduos mais atrativos também serão mais inteligentes. Mas, não existe correlação entre atração e inteligência – Eagly, Ashmore, Makhijani, e Longo, 1991; Feingold, 1992; Jackson, Hunter, e Hodge, 1995.
  • 84. Combinando a atração A atração física é desejada Se somente procuramos a mais desejada, o mundo ficaria vazio Não há suficientes pessoas bonitas no mundo! Procuramos pares sexuais da mesma nível de atração de nós – Isso garanta que obtemos o mais provável, e ainda minimizamos simultaneamente a probabilidade de rejeição.
  • 85. Combinando a atração Muitas evidencias favorecem essa hipótese de combinação Existe uma correlação forte entre a atração física dos dois pares Berscheid, Dion, Walster, e Walster, 1971 O dia a dia confirma essa hipótese “Formam uma par ótimo” Igual que muitos estudos empíricos Berscheid e Walster, 1974; Feingold, 1988; White, 1980.
  • 86. Combinando a atração
  • 87. O que é fisicamente atrativo? Existe sem dúvida uma escolha pessoal “A beleza fica no olho do admirador” Porém, existe mais concordância sobre a atração de que esse ditado sugere.
  • 88. O que é fisicamente atrativo? Pessoas de culturas distintas geralmente concordam sobre quais caras são atrativas, igualmente o que acontece com pessoas de gerações diferentes Cunningham, Roberts, Barbee, Druen, e Wu, 1998. As evidencias também sugerem que as crianças preferem as caras que os adultos consideram atrativas, implicando uma escolha inata Langlois et al., 1987.
  • 89. O que é fisicamente atrativo? Ao largo das idades, gerações e culturas, as pessoas atrativas quase sempre têm: Pele clara Cabelo brilhante Nenhuma deformação visível
  • 90. O que é fisicamente atrativo? As caras que são simétricas geralmente são consideradas mais atrativas do que caras nbão simétricas. Geralmente, “a caras médias” (aquelas com largura e tamanho do olho médios, e outros atributos) são mais atrativas do que as caras que demonstram desvios da média – Grammer e Thornhill, 1994; Fink e Penton-Voak, 2002; Mealey et al., 1999; Rhodes et al., 1998; Rhodes et al., 1999; Thornhill e Gagestad, 1999.
  • 91. O que é fisicamente atrativo? Porém, alguns desvios da média aumentam o grau de atração São aqueles que exageram os atributos importantes da cara média. A fêmea média tem olhos grandes, cadeiras amplas, e uma queixa pequena A cara feminina será mais atrativa se tem olhos ligeiramente maiores da média, lábios mais cheios da média, e outros atributos
  • 92. O que é fisicamente atrativo?
  • 93. O que é fisicamente atrativo? A cara do macho médio tem um queixo firme, uma mandíbula grande, e um sobrecelha proeminente. Por isso, a cara masculina será mais atrativa se esses atributos são exagerados.
  • 94. O que é fisicamente atrativo?
  • 95. O que é fisicamente atrativo?
  • 96. O que é fisicamente atrativo? Como no caso da cara, a simetria e sendo normal contribuem a atração do corpo humano. Provavelmente isso explica porque os indivíduos mais simétricos no tamanho de suas mãos e pés começam ter relações sexuais mais cedo e tem mais pares sexuais durante sua vida – Thornhill e Gangestad, 1994.
  • 97. O que é fisicamente atrativo? Tamanho corporal É uma área onde as preferências variam entre culturas e períodos temporais. Porém, podem existir proporções preferidas consistentemente. Razão cintura a cadeira A circunferência da cintura divida pela circunferência da cadeira.
  • 98. O que é fisicamente atrativo? Várias pesquisas indicam que as mulheres percebidas como mais atrativas possuíam uma razão de aproximadamente de 7:10. Por isso, se uma cultura favorece mulheres magras, uma mulher com uma cinta de 38 cm e cadeiras de 76 cm seria considerada atrativa. Se uma cultura favorece mulheres mais gordas, então uma mulher com uma cinta de 50 cm e cadeiras de 82 cm pode ser ideal. Em ambos os casos, a razão 7:10 fica preservada Furnham et al., 1997; Henss, 2000; Singh, 1993; Singh e Luis, 1995.
  • 99. O que é fisicamente atrativo?
  • 100. O que é fisicamente atrativo?
  • 101. A base biológica da atração Por que caras simétricas e razão cinto a cadeira? A explicação evolutiva é que a razão de cinto a cadeira de 7:10 indica um pélvis maduro e um estoque adequado de gordura Capacidade de engravidar, sinaliza um par fértil Uma razão relativamente baixa indica níveis mais altos de estrogênio = melhor saúde e maior fertilidade Singh 1993; 1994. Qualquer macho com uma preferência para essa forma maximiza suas probabilidades de sucesso reprodutivo A seleção natural favorece os indivíduos com essa preferência.
  • 102. A base biológica da atração A preferência para caras simétricas também pode ter raízes evolutivas. Vários problemas de saúde resultam e caras assimétricas A proximidade a media indica ausência desses problemas A atração a esses atributos seria mais provável como resultado de proles saudáveis (Thornhill e Gangestad, 1999) A seleção natural favorece um organismo que acha atrativas caras medias e simétricas
  • 103. A base biológica da atração Ceticismo acerca dos argumentos evolutivos A atração facial é um indicador de saúde? Kalick, Zebrowitz, Langlois, e Johnson, 1998 Se não é precisamos repensar o argumento evolutivo. Será possível que nossa preferência para caras medias e simétricas se deriva de outra fonte. Temos uma preferência generalizada para o balance Preferimos relógios e aves médios mais do que itens assimétricos Halberstadt e Rhodes, 2000
  • 104. Proximidade “O que ela vê nele?” Vários fatores simples tomam um papel grande para determinar a atração de uma pessoa. Um dos fatores mais importantes é a proximidade.
  • 105. Proximidade Os resultados da proximidade não sempre são positivos Pesquisa num complexo de apartamentos demonstrou que as pessoas que moraram ali desenvolveram relações de amigos com as pessoas que também moraram ali. Mas, as pessoas que elas não gostaram também moraram ali Ebbesen, e Kjos, e Kohecni, 1976.
  • 106. Proximidade A proximidade permite o desenvolvimento da familiaridade As pessoas tendem gostar o que é familiar Brickman e D’Amata, 1975; Moreland e Zajonc, 1982; Zajonc, 1968 As pessoas expostas a fotografias de caras desconhecidas julgaram as desconhecidas serem mais aceitável quanto mais observaram as fotografias Jorgensen e Cervone, 1978
  • 107. Familiaridade Comparação de caras e imagens de espelho Se a familiaridade é crítica, nossos amigos preferem uma visão não alterada de nossa cara a sua imagem de espelho, mas nós devemos preferir a imagem de espelho Os dados experimentais confirmam esse caso Mita, Dermer, e Knight, 1977.
  • 108. Familiaridade
  • 109. Similaridade As pessoas “iguais formam grupos” ou os “opostos se atraem”? As pessoas se atraem a outras que são similares em vários atributos como Raça Origem étnica Nível social e educacional Historia familiar Renda Religião Padrões de comportamento, como beber álcool ou fumar
  • 110. Waynforth, D. e RIM Dunbar. 1995. Conditional mate choice strategies in humans - evidence from lonely hearts advertisements. Behaviour 132: 755-779. Abstract: Classificados de jornais foram usados para testar a hipótese sobre preferências por pares em homens e mulheres. … confirmamos o entendimento convencional de que, em geral, os homens preferem mulheres novas com valor reprodutivo alto e as mulheres preferem homens mais velhos do que elas ... Homem Mulher
  • 111. Cuidado Humano da Prole Tradicionalmente o Homem precisava demonstrar que ele poderia sustar a mulher e a mulher entrou com um enxoval. Hoje em dia, os homens apóiam os filhos ainda se não morram com eles. Mudanças culturais: papeis trocados. alguns homens ficam em casa para criar os filhos e as mulheres trabalham 5
  • 112. Homogamia Humana Pesquisa muita citada que afirma que namoros americanos tendem ser similares em todas as dimensões. Esses resultados proporcionam uma evidencia forte da homogamia Uma tendência poderosa de que iguais escolham iguais. Burgess e Wallin, 1943
  • 113. Homogamia Influencia a estabilidade do par. Os pares que ficaram juntos após 21/2 anos foram mais similares do que os pares que romperam. Hill, Rubin, e Peplau, 1976 Pares casados tendem ser similares em quase toda dimensão de personalidade Caspi e Herbener, 1990
  • 114. O que produz a homogamia? Uma possibilidade é que a similaridade facilita a ligação pessoal. Outra possibilidade é que a similaridade é um produto secundário da proximidade. – Por isso não conhecemos, interagem com ou casamos com uma pessoa muito dissimilar a nós. Berscheid e Walster, 1978
  • 115. Homogamia Somente na cinema é a regra de homogamia violada
  • 116. Estratégias de acasalamento no Homem: Teoria Estratégias de acasalamento do Homem são pluralísticas Estratégias de largo prazo versus de curto prazo em ambos os sexos (Buss e Schmitt, 1993) Socio-sexualidade restrita versus não restrita em ambos os sexos (Gangestad e Simpson, 1990) Sistemas de neuro-transmissão separados permitam experimentar várias de estratégias de acasalamento (Fisher, 2002) Estratégias de acasalamento do Homem são facultativas Custos e benefícios adaptativos (Buss e Schmitt, 1993) Fatores ecológicos (Gangestad e Simpson, 2000)
  • 117. Estratégias de acasalamento no Homem: Evidencias Evidencias entre culturas – Prevalência de divorcio, casos extra-maritais, prostituição, poligamia; variação na sociosexualidade Evidencias de comportamento – Desejo de vários parceiros sexuais, conteúdo das fantasias sexuais, vontade de fazer sexo com desconhecidos, etc. (especialmente nos homens) Outras adaptações – Tamanho comparativo dos testículos, dimorfismo sexual – Mecanismos da competição por espermas – Ciúme sexual, outras defesas para proteger parceiro sexual
  • 118. Estratégias de acasalamento do Homem: Conclusão O Homem não é exclusivamente ou predominantemente monógamo
  • 119. O Homem é monógamo? Não. Tendência a poliginia. Quando existe uma escassez de fêmeas, a competição aumenta entre os machos, e os machos maiores ganham as lutas. Isso resulta num maior grau de dimorfismo Alternativamente, o dimorfismo pode evoluir porque os indivíduos com atributos sexualmente atrativos, como cores das aves, foram selecionados pelas fêmeas Porém o dimorfismo no Homem não é tão exagerado, o que sugere um grau baixo de poliginia 8
  • 120. Chimpanzés A bióloga Jane Goodall discute as hierarquias de dominância e o comportamento de reconciliação em chimpanzés – Os machos e as fêmeas possuíam hierarquias de dominância – Os primatas sociais gastam muito tempo no comportamento de reconciliação Contribua a estabilidade de grupo
  • 121. O que são esses? Chimpanzé Homem Gorila
  • 122. Tamanho dos Testículos Por que os testículos da gorila são pequenos mas no chimpanzé são imensos?
  • 123. Competição entre Espermatozóides Os machos precisam competir para produzir mais espermatozóides e por isso sofrem seleção por testículos maiores. Short (1991) Chimpanzés têm testículos grandes e são poliginandros (promíscuos) Gorilas têm testículos pequenos e são poliginos (hárems) O Homem tem testículos médios e são ligeiramente promíscuos com uma tendência de formar hárems
  • 124. Avaliação de Sistemas de acasalamento 1. Ignora as diferencias individuais dentro de uma espécie. 2. As estratégias de acasalamento variam segundo as circunstancias Aves – variam as estratégias segundo as diferencias ambientais. 3. Estratégia mais adaptiva é ter várias opções e ser flexível. 4. O Homem tende a poligamia, mas a monogamia beneficia a sobrevivência dos filhos porque a ajuda do Homem é necessária. 9
  • 125. Outro Comportamento Reprodutivo Adultério: os homens não têm nada a perder se não são descobertos. Ridley: 20% das crianças da Inglaterra são filhos de homens que não são seus pais. Esse resultado não replicado num estudo da Suíça (1.4%) Vantagens da promiscuidade: Mulheres – aumenta a qualidade dos filhos Homens – aumenta a quantidade de filhos os resultados de Ridley muito duvidosos.
  • 126. Outras Estratégias Reprodutivas Castidade: importante aos homens para garantir que o filho é dele. Buss (1989): 62% de 37 culturas estudadas – os homens valorizaram a castidade mais do que as mulheres. 3.Ciúme: Homens – ciúmes da infidelidade sexual. Mulheres – ciúmes da infidelidade emocional. 4.Estupro: Thornhill propus que os Homens que não são capazes de cruzar usam o estupro.
  • 127. Avaliação da Teoria Evolutiva da Reprodução A psicologia evolutiva explica todo o comportamento em termos do sucesso reprodutivo e não em termos das influencias sociais e culturais. Ocorrem mudanças grandes nas atitudes e comportamentos sexuais durante os últimos 100 anos que não podem ser explicados pela evolução. Os argumentos contradizem, por exemplo, a monogamia e mais provável quando os recursos são escassos porque um Homem não teria muita probabilidade de atrair mais do que uma mulher. MAS A poligamia é mais provável quando os recursos são escassos porque as mulheres ficam melhores em grupo compartilhando os recursos disponíveis. Em leões as fêmeas reproduzem e caçam, e o macho não proporciona recursos.
  • 128. Variância no sucesso reprodutivo do macho/ Variance in male RS/variance in female RS Variância do sucesso reprodutivo da Fêmea Nos mamíferos, o grau do dimorfismo sexual está correlacionado com o grau da poliginia Male Mass/Female Mass Massa do macho/ Massa da Fêmea
  • 129. Escolha de Pares no Homem ANISOGAMIA: (gametas dissimilares) implica que os homens têm maior probabilidade de maximizar o sucesso reprodutivo por fazer sexo com várias fêmeas. Precisam procurar mulheres férteis, e por isso procuram: Pares mais novos, mais saudáveis e mais atrativos As fêmeas somente podem ter 1 a 2 filhos a cada 9 meses. Investimento pesado e por isso mais seletivas. Preferem homens com recursos e compromisso. Buss encontrou evidencia do mesmo entre culturas. AFPC p212. Davis’90: corazoes solitários.
  • 130. Sistemas Reprodutivos do Homem O homem tem uma tendência biológica para relações monógamas? – O homem tem um dimorfismo moderado O macho humano médio é aproximadamente 10% maior e 3 cm mais alto do que a mulher. Sugere uma tendência no sentido da poliginia.
  • 131. Sistemas Reprodutivos do Homem A maioria das culturas tradicionais permitam a poliginia – Somente 16% das culturas estudadas requerem arranjos de casamento monóginos (Ford e Beach, 1951). A maioria das sociedades modernas rejeitam a poligamia – Porém, existe evidencia que sugere que os homens desejam mais pares sexuais do que as mulheres (Symons, 1979)
  • 132. Sistemas Reprodutivos do Homem Os teóricos evolutivos acreditam que as diferencias entre os sexos estão ligados a nossa natureza biológico Os homens querem mais variedade sexual porque é reprodutivamente adaptativa. O investimento do homem em cada filho (tempo e recursos) é pequeno Podem ter o luxo de vários filhos Mais filhos = mais genes na próxima geração Mais mulheres para acasalamento = mais probabilidade de ter mais filhos
  • 133. Sistemas Reprodutivos do Homem As mulheres precisam avaliar seus pares sexuais com mais cuidado Mais interessadas numa relação familiar estável As mulheres não podem (biologicamente) parir filho após filho Um risco tremendo de encontrar o melhor pai possível para seus filhos Um homem que proporcionar recursos e apoio
  • 134. Sistemas Reprodutivos do Homem Existe muita controvérsia sobre o papel da seleção sexual Os atitudes sexuais reflitam os valores culturais e não as diferenças sexuais da aptidão As atitudes masculinas são formadas sob as condições sociais nas quais os meninos aprendem que suas conquistas sexuais comprovem que são “machos” As meninas aprendem apreciar os valores de casa, família e um marido
  • 135. Sistemas Reprodutivos do Homem Os dados da explicação evolutiva podem ter outras interpretações Pedersen et al, 2002 Os homens queriam 7.7 pares sexuais durante os próximos 30 anos mulheres queriam 2.8 pares sexuais durante o mesmo período temporal. Mas, em outras medidas, os homens e as mulheres foram iguais. Quase a metade dos homens indicaram que o número ideal de pares sexuais era 1; e 98.9% dos homens indicaram que esperaram juntar com um par sexual mutuamente exclusivo durante a vida, idealmente durante os próximos 5 anos. 99.2% das mulheres queriam o mesmo.
  • 136. Sistemas Reprodutivos do Homem Em geral Existem diferencias entre homens e mulheres no sentido previsto pela evolução Porém, Outros resultados ficam contrários as previsões evolutivas Os valores e esperanças culturais devem tomar um papel tão importante como a biologia
  • 137. 2 Seleção de Fêmeas na Escolha do Par Clark e Hatfield: encontraram evidencia de que as fêmeas são mais seletivos do que os machos na escolha de um par sexual. Os alunos masculinos e femininos atrativos se aproximaram alunos do sexo oposto e ofereceram sexo no mesmo dia. Aceitaram: homens 75%, mulheres 0%
  • 138. Ênfase de Comportamento sobre a acasalamento Buss, D. 1994. The evolution of desire. New York: Basic Books Questionários anônimos em universidades americanas Procurou descobrir se homens e mulheres têm atitudes diferentes referente a acasalamento
  • 139. Ênfase de Comportamento Buss, 1994 sobre a acasalamento Pergunta Mulheres Homens Procura se casar? Sim muito Sim muito Procura uma noite só de Não muito sexo? Muito Quantos pares sexuais gostaria ter em: O próximo mês Os próximos 2 anos Sua vida 0.8 1 4-5 2 8 18 Você faria sexo com um par desejado que conhece por: 5 anos 2 anos 6 meses 1 semana Menos de 1 semana Provavelmente sim Provavelmente sim Neutra Definitivamente não Definitivamente não Sim Sim Sim Sim Sim
  • 140. Ênfase de Comportamento sobre a acasalamento Contratou homens e mulheres atrativos para se aproximar a desconhecidos do sexo oposto em universidades e perguntar: “Estava olhando você e você é muito atrativo.” – A. “quer sair comigo hoje?” – B. “quer vir a meu apartamento hoje?” – C. “vamos a cama hoje?” Clark, R. e Hatfield, E. 1989. J. Psychology and Human Sexuality 2: 39-55
  • 141. Clark e Hatfield, 1989 Pergunta Quer sair? Quer ir ao meu apartamento? Quer ir a cama comigo? Mulheres Homens 0.5 0.5 0.06 0.69 0.0 0.75
  • 142. Outras evidencias da ênfase do macho para a acasalamento A industria bilionária da pornografia Prostituição Número de parceiros sexuais registrados por homens versus homossexuais femininos
  • 143. Sociedade, Valores, e a Lei: A Moralidade Sexual têm uma base evolutiva?
  • 144. Amor e carinho: Compromisso Robert Frank sobre amor e emoções sociais Amor como um aparelho de compromisso Analogia a inquilino e dono Desligar mecanismos de procura de par Esquecer alternativas e promover par Realizar acasalamento e criação “Amor” em outros contextos crianças: tentações a procura fontes alternativas de carinho mães: tentações de “entregar,” redirecionar recursos
  • 145. Amor e carinho: Altruísmo Tooby e Cosmides: o Paradoxo do Bancário 3ra alternativa evolutiva a altruísmo (versus altruísmo recíproco e seleção de parentesco) Amizades como relações de “compromisso profundo” Lógica evolutiva: investe em (seja altruístico a) outros a quem seu bem-estar está ligado Processo fora de controle Fisheriano Passa acima de considerações de trocas sociais a curto prazo a favor de benefícios de largo prazo (difíceis calcular)
  • 146. Amor e carinho Dois sistemas distintos de “amor” em adultos? Amor como aparelho de compromisso (Frank) Amor passional, atração Compromisso ao parceiro escolhido para acasalamentos de largo prazo Duração suficiente para acasalamento, carinho e cuidado parental Ligação Intima (Tooby e Cosmides) Mesmo mecanismo da amizade intima “ligação” parte das relações românticas de adultos?
  • 147. Explicações evolutivas do comportamento do Homem Quatro pontos fundamentais da evolução para reconhecer: A evolução é um fato. As espécies vivas mudaram ou evoluíram no tempo. A teoria de evolução de Darwin tenta explicar as forças que causam as mudanças. A seleção natural é o processo básico que determina a evolução. Qualquer atributo que melhora a reprodução será favorecido pela seleção natural.
  • 148. Explicações evolutivas do comportamento do Homem A natureza da seleção sexual É um problema adaptativo importante para ambos sexos é a escolha de um par adequado. Várias características levam a um sucesso reprodutivo menor E por isso não são selecionadas. Uma capacidade reprodutiva baixa (como mais velho) é uma das características.
  • 149. Explicações evolutivas do comportamento do Homem A natureza da seleção sexual Os machos e as fêmeas enfrentam problemas adaptativos diferentes ao escolher um par. Porque as mulheres precisam realizar um investimento maior nos filhos, por via a gestação e cuidado parental, ficam mais seletivas na acasalamento. Os machos precisam competir entre eles (competição intrasexual) para serem escolhidos.
  • 150. Explicações evolutivas do comportamento do Homem Comportamento Reprodutivo FORMAS DA SELECÃO SEXUAL Os indicadores físicos e de comportamento revelam os atributos que possam ser repassados aos filhos (‘bons genes’) e informação sobre as probabilidades da sobrevivência do par para proteger e apoiar os filhos (seleção para ‘bons pais’). Os indicadores tendem ser ‘Condicionalmente dependentes’ - os indivíduos mais saudáveis se cuidam melhor e fazem um uso melhor dos indicadores existentes (melhores cuidados e com aparência melhor).
  • 151. Explicações evolutivas do comportamento do Homem Comportamento Reprodutivo FORMAS DA SELECÃO SEXUAL O Homem é ‘pré–programado’ para lidar com a sinalização desses indicadores importantes, o que aumente seu desejo acasalamento. O ser humano tem testículos de tamanho médio pelos padrões dos primatas, sugerindo que o normal do homem ancestral era ser moderadamente competitivo, para proporcionar pares múltiplos para as fêmeas (Bakers e Bellis, 1995).
  • 152. Explicações evolutivas do comportamento do Homem Comportamento Reprodutivo CONSEQUENCIAS DA SELEÇÃO SEXUAL Dimorfismo – diferencias físicas entre os sexos. Sistema reprodutivo poliandro – um macho e várias fêmeas. A diferencia moderada de tamanho entre homens e mulheres sugere que nossa espécie evoluiu sob um sistema reprodutivo poligino, com uma seleção sexual mais intensa entre os machos do que entre as fêmeas
  • 153. Explicações evolutivas do comportamento do Homem Comportamento Reprodutivo CONSEQUENCIAS DA SELEÇÃO SEXUAL Fêmeas com atributos de cara parecidos a crianças, como olhos grandes e narizes pequenas são consideradas universalmente mais atrativas (Perrett et al., 1994), como as caras masculinas com barbas – influenciaram os atributos como mandíbulas fortes e narizes maiores (Thornhill e Gangestad, 1993) Neofilia (amor para o novo) influencia a escolha do par sexual em muitas espécies. Propaganda criativa de comportamento de cortejo displays’ como piadas, dança, música e arte (Muller, 1998).
  • 154. Explicações evolutivas do comportamento do Homem Investimento Parental Diferencias sexuais A seleção sexual ocorre como resultado dos níveis diferentes de investimento parental entre machos e fêmeas, como também entre machos e fêmeas individuais. No Homem é a mulher que investe biologicamente mais no que o macho.
  • 155. Explicações evolutivas do comportamento do Homem Investimento Parental Diferencias sexuais Por que as mulheres investem mais do que os homens? Anisogamia – as fêmeas investem na produção de poucas gametas grandes e ricas em energia (ovos), e os homens produzem muitas gametas de vida curta e renováveis (espermas). Gestação e lactação – as fêmeas proporcionam mais recursos a zigoto em desenvolvimento internamente durante nove meses (gestação) e produzem leite para nutrir o filho (lactação).
  • 156. Explicações evolutivas do comportamento do Homem Investimento Parental Diferencias sexuais  Por que as mulheres investem mais do que os homens? Certeza da maternidade – devido a anisogamia e a concepção interna, as fêmeas sempre sabem que o filho é dela mas os machos não tem certeza acerca a paternidade. Comitente aos recursos – devido a fatores expostos anteriormente e a natureza de dependência dos filhos, as fêmeas tem mais probabilidade para cuidado continuo do filho devido ao investimento já realizado da mae.
  • 157. Explicações evolutivas do comportamento do Homem Investimento Parental Diferencias sexuais Investimento masculino! O investimento masculino após a concepção é duvidoso devido a carência de garantias parentais.
  • 158. Explicações evolutivas do comportamento do Homem Investimento Parental Diferencias sexuais Investimento masculino! Mais investimento masculino depende de [parte 1]: [1] o número de fêmeas disponíveis. [2] uma razão baixa de fêmeas a machos. [3] uma alto grau de competição com outros machos. [4] uma atração baixa a outras fêmeas (escolha do par sexual). Todos esses aumentarão o investimento em proles.
  • 159. Explicações evolutivas do comportamento do Homem Investimento Parental Diferencias sexuais Investimento masculino Mais investimento masculino depende de [parte 2]: [1] A probabilidade da sobrevivência da prole. [2] Clima rigorosa. [3] Muitos predadores. [4] Carência de alimento e apoio social. A prole tem menor probabilidade de sobreviver somente com o cuidado materno.
  • 160. Resumo Comparado a mulheres, os homens são – – – – – Maiores e mais musculares Mais violentes Mais prováveis morrer a qualquer idade Mais prováveis matar um rival do mesmo sexo Mais enfocados na acasalamento e variedade de parceiros sexuais Todas as evidencias sinalizam uma historia evolutiva de poliginia no Homem Os homens demonstram evidencia da adaptação a competição de espermas Os homens demonstram a infanticida no padrão de adaptação Os homens demonstram um interesse forte no comportamento da acasalamento
  • 161. O que aprendemos? Os sistemas de acasalamento são respostas aos recursos imitantes. TO Homem conforme aos padrões esperados de outros primatas, mas seu comportamento sexual pode também ser modificado pela cultura. l Ecologia de Populações 164
  • 162. Tarefa Discuta as evidencias das causas evolutivas das avaliações de atração no homem. Fontes de pesquisa Gleitman, H., Fridlund, A.J., e Reisberg, D. (2004). Psychology (6th Ed.). Hogg, M.A., e Vaughan, G.M. (2002). Social Psychology (3rd Ed.) Web of Knowledge / Web of Science ScienceDirect - http://www.sciencedirect.com

×