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Breve introdução ao Pantanal

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Pantanal Pantanal Presentation Transcript

  • Ecologia de Populações
  • O Pantanal Prof. Dr. Harold Fowler popecologia@hotmail.com
  • O que é o Pantanal? O Pantanal é uma extensa planície inundável, a maior do Brasil, que sofre com as épocas de cheias e secas. Por fazer parte da baixa bacia do Rio Paraguai e depositar muitos sedimentos que impermeabilizam o solo (argila), apresenta o lençol freático muito próximo da superfície. Na época seguinte de seca, as terras submersas surgem bastante férteis. Os índios locais denominavam o Pantanal como mar dos Xaraés, a figura de um imenso lago cheio de ilhas, possivelmente associando essa imagem às grandes enchentes. View slide
  • Mato Grosso do Sul View slide
  • Pantanal: Economia PESCA • Principal fonte de sustento – numerosas espécies de peixes. O Pantanal atrai cerca de 700 mil turistas por ano, 65% dos quais são pescadores. • Com o passar do tempo, indústrias pesqueiras se instalaram – falta de orientação e planejamento fazem com que afetem o desenvolvimento natural de muitas espécies. • Diminuição do tamanho médio de peixes: uso de redes muito finas, que aprisionam peixes ainda pequenos.
  • Pantanal: Economia PECUÁRIA • 200 anos • Época das chuvas – gado no cerrado se alimentado de aguapé. Após a descida das águas – renovação. • Pastoreio seletivo: consumo exclusivo por parte do animal das espécies de melhor sabor – desenvolvimento exagerado de certas espécies, até mesmo tóxicas para o gado (algodãodo-pantanal). • Imensas áreas de terra. Fazendeiros constroem diques: comprometimento da qualidade do solo e da vegetação, antes formada naturalmente através da fertilização pelos rios.
  • Pantanal: Agropecuario Búfalo (Bubalus bubalis) Mais recente espécie de mamífero introduzida: não superam os 100 anos. Cerca de 5100 búfalos Criação mais nas bordas da planície. Boi (Bos taurus indicus)- grupo indiano + recente e freqüente Encontrado em todas as regiões
  • Pantanal: Economia AGRICULTURA • Terras mais altas – desmatamento de matas e cerrados e erosão nos terrenos. • Defensivos agrícolas • Terrenos inundáveis – construção de diques. • Desenvolvimento, porém teve um aumento exagerado. MINERAÇÃO Garimpagem de ouro Cascalhos dos rios • Processo de purificação tóxico – mercúrio • Depósitos de ferro, magnésio e calcário USINAS DE ÁLCOOL • Plantações de cana-de-açúcar • Uso de herbicidas e resíduos prejudiciais das usinas.
  • MT Brasil Bolívia MS Paraguai
  • Bolívia Pantanal Paragua i O bioma do Pantanal foi reconhecido em 2000 como Reserva da Biosfera. Essas reservas, declaradas pela Unesco, são instrumentos de gestão e manejo sustentável integrados que permanecem sob a jurisdição dos países nos quais estão localizadas.
  • Sistema altamente produtivo
  • O PANTANAL – planalto e planície Planaltos 350.000 km2 Planície pantaneira 144.294 km² 61,9% dos quais (89.318 km2) no Mato Grosso do Sul, e 38,1% (54.976 km2) em Mato Grosso Bacia do Alto Paraguai no Brasil 490.000 km² O Pantanal equivale à soma das áreas de quatro países europeus – Bélgica, Suíça, Portugal e Holanda.
  • Caminho Rio Claro - Aquidauna
  • Aquidauana - Miranda
  • Distancias • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • RIO CLARO – SP 310 > 4 KM SP310 – TREVO SP 225 > 33 KM SP225 – TREVO BAURO SP300 > 180 KM SP300 - DIVISA MS-SP > 322 KM DIVISA MS-SP – TRÊS LAGOAS > 12 KM BR262 - ÁGUA CLARA > 139 KM ÁGUA CLARA – RIBAS DO RIO PARDO > 101 KM RIBAS DE RIO PARDO – CAMPO GRANDE > 90 KM CAMPO GRANDE – AQUIDUANA > 130 KM AQUIDUANA – POUSADA PIONEIRA – 33 KM POUSADA PIONEIRA – SERRA DE SANTA BARBARA – 56 KM POUSADA PIONEIRA – PIRAPUTANGA – 66 KM POUSADA PIONEIRA – PANTANAL DE AQUIDUANA – 80 KM POUSADA PIONEIRA – JARDIM > 175 KM POUSADA PIONEIRA – PARQUE NACIONAL DA BODOQUENA > 249 KM POUSADA PIONEIRA – MORRO DO AZEITE > 142 KM MORRO DO AZEITE – PASSO DO LONTRA > 8 KM PASSO DA LONTRA – CURVA DO LEQUE > 38 KM CURVA DO LEQUE - PORTO DA MANGA > 19 KM PORTO DA MANGA – BR 262 - 57 KM POUSADA PIONEIRA – FAZENDA SÃO FRANCISCO > 58 KM AQUIDUANA – RIO CLARO > 1392 KM
  • Recomendações • • • • • • • Deverão ser feitas anotações de todos os dados coletados no caderno de campo. No caderno de campo, devem contar os nomes científicos de todos os animais observados. Ao final de cada dia, serão recolhidos os cadernos para vistoria da equipe, sendo estes devolvidos no dia seguinte. Cada grupo terá o acompanhamento de um membro da equipe que terá total autoridade para resolver problemas e dúvidas. Os horários serão rigorosamente cumpridos. Se você se atrase, você fica. As refeições serão pagos pelo próprio aluno. Se você tem necessidades individuais (os seja vegetariano ou outro) leva comida com você. A equipe organizadora não se responsabilizara pela perda de bagagens não se comprometendo a voltar ao local, ou danos ocasionados a equipamento.
  • Modelo Conceitual Mamíferos + Paisagem Motorista
  • Levantamentos visuais de pássaros no Pantanal – transectos a pé
  • Levantamentos visuais de pássaros no Pantanal – transecto motorizado
  • Levantamentos visuais de pássaros no Pantanal – transecto motorizado
  • Levantamentos visuais de pássaros no Pantanal – Pontos fixos
  • Acidentes potenciais
  • Pantanal: Relevo
  • Pantanal: Relevo Plano, com altitudes que variam de 100 a 300m. O reduzido desnível da região (35 cm / 1 km) produz a inundação periódica do Pantanal. Além disso, o relevo faz com que o Rio Paraguai ande bem devagar. Uma canoa à deriva no rio demoraria cerca de seis meses para atravessar o Pantanal. A planície do Pantanal é rodeada de montanhas antigas, com a Serra da Bodoquena ao Sul e a Chapada dos Guimarães ao Norte. A placa tectônica sobre a qual está o Brasil está sofrendo subducção, que é o mergulho da placa em direção ao magma. Isso mostra que a planície do Pantanal não é resultado de erosão.
  • Pantanal: Relevo Com o soerguimento da Cordilheira dos Andes e do Planalto Brasileiro surgiu, no local, uma vasta depressão, com início de sua formação a mais de 60 milhões de anos; Os sedimentos de regiões adjacentes e mais elevadas foram trazidos pelas águas e espalhados, aterrando e compactando lentamente a depressão;
  • Pantanal: Relevo Cortado por densa rede hidrográfica “meandrante”, com formações de baías, corixos, vazantes, etc; Contrastando com o nome, o Pantanal não é um pântano, pois quase não se encontra lodaçais perigosos e charcos estagnados, típicos de regiões pantanosas; Considerado uma planície inundável, única com tais dimensões e características;
  • Pantanal: Rio Paraguai Nasce na Serra das Araras, ao norte do MS, e tem 2.621 km de extensão (1.400 km no Brasil); O Pantanal faz parte da bacia do Rio Paraguai, que possui cerca de 175 afluentes na região pantaneira. Os principais afluentes do Rio Paraguai são: Taquari (850 km) São Lourenço (560 km) e Miranda (264 km). Em território brasileiro seu curso é dividido em: Superior: nascente até Cáceres Médio: Cáceres até Corumbá Inferior: Corumbá até Porto Murtinho A cada 24 horas, cerca de 178 bilhões de litros de água entram na planície pantaneira.
  • Baías e Vazantes Nas partes mais baixas formam-se ‘baías” (lagoas), perenes ou temporárias. Podem atingir até 10 km de diâmetro. Muitas apresentam água salobra e salgada; Drenando a região sem acumular água são os vazantes que encaminham as águas para as partes mais baixas
  • Corixos e Salinas Interligando as baías aos rios existem pequenos cursos permanentes de água que na época seca perdem a ligação com o ro. No Pantanal esses são conhecidos como corixos. No cheio, reestabelecem a ligação e funcionam como berçários para peixes. Como são meandros, durante a estação seca podem se reduzir a filetes d´água, enquanto que na cheia ficam tão volumosos que se confundem com os rios principais. Em locais onde existe contacto menos frequente com os rios, os corixos podem se transformar em salinas, devido a evapotranspiração e concentração elevados de sodio.
  • Pantanal: ciclo das águas - Os alagamentos no Pantanal são periódicos e, á medida em que se verifica uma mudança na topografia, percebe-se uma diferenciação idêntica nos períodos de tempo em que cada çporção permanece inundada durante o ano - As cheias anuais dos rios da região atingem cerca de 80% do Pantanal e transformam a região em um impressionante lençol d'água, afastando parte da população rural que migra temporariamente para as cidades ou vilas. - Geralmente, a partir de maio, inicia-se a “vazante”, e as águas começam a baixar lentamente;
  • Pantanal: Relevo - Com o soerguimento da Cordilheira dos Andes e do Planalto Brasileiro surgiu, no local, uma vasta depressão, com início de sua formação a mais de 60 milhões de anos; - Sedimentos de regiões adjacentes e mais elevadas foram trazidos pelas águas e espalhados, aterrando e compactando lentamente a depressão;
  • Pantanal: Relevo Plano, com altitudes que variam de 100 a 300m. A planície do Pantanal é rodeada de montanhas antigas, com a Serra da Bodoquena ao Sul e a Chapada dos Guimarães ao Norte. A placa tectônica sobre a qual está o Brasil está sofrendo subducção, que é o mergulho da placa em direção ao magma. Isso mostra que a planície do Pantanal não é resultado de erosão.
  • Pantanal: Relevo - Cortado por densa rede hidrográfica, com formações de baías, corixos, vazantes, etc; - Contrastando com o nome, o Pantanal não é um pântano, pois quase não se encontra lodaçais perigosos e charcos estagnados, típicos de regiões pantanosas; - Considerado uma planície inundável, única com tais dimensões e características;
  • • Tem um clima tropical com características de continentalidade; e com diferenças bem marcantes entre as estações seca e chuvosa; Possui quatro estações: seca (julho-setembro), enchente (outubro-dezembro), cheia (janeiromarço) e vazante (abril-junho). É exposta à invasão de massas frias provenientes das porções mais meridionais, com penetração rápida pelas planícies dos pampas e do Chaco; Ocorrem ocasionais geadas em julho e agosto, devido a frentes frias provenientes do Atlântico Sul;
  • • A temperatura, usualmente alta, pode baixar rapidamente (ficando as mínimas próximas a 0ºC e as máximas a 40ºC) e até haver ocorrências de geadas. As médias anuais registradas no verão chuvoso e inverno seco são em torno de 32ºC e 21ºC respectivamente, com mínimas 15ºC e máxima 34ºC.
  • Pantanal: Pluviosidade - Não é muito alta, entre 1.100 e 1.500 mm anuais; - Chuvas de novembro a abril, sendo o período mais intenso de fevereiro a abril, quando os rios invadem os terrenos baixos, subindo até 4 m do solo; - Quanto mais elevadas as altitudes, maiores os índices pluviométricos;
  • Sazonalidade
  • Pantanal: as enchentes -Durante as enchentes, quando os rios estão mais volumosos, a grande maioria dos peixes se reproduz e muitas plantas aquáticas têm sua fase de floração. Nas baías temporárias, ressurge a fauna e a flora; - Na vazante, grande quantidade de sedimentos, nutrientes e material orgânico em decomposição são arrastados e depositados nos solos, o que contribui para formação dos solos e sua fertilização;
  • Pantanal: as enchentes As cheias chegam a cobrir 2/3 da área pantaneira;
  • O PANTANAL – estação úmida e seca Seca Úmida
  • Pantanal: as enchentes - Caracterizadas pela subida do nível das águas do Paraguai e seus afluentes; - Rio Paraguai é típico de planície, raso e com barrancas de pequena altura-> transborda e represa -> água vai se espalhando e cobrindo várias extensões, continuamente; - Águas provenientes das enchentes tem comportamento ondular;
  • O PANTANAL – sub-regiões
  • Os Onze Pantanais De acordo com as diferenças dos sedimentos depositados, o Pantanal é dividido em 11 sub-unidades: 1 Cáceres 2 Poconé 3 Barão de Melgaço 4 Paiaguás 5 Aquiduana 6 Nhecolândia 7 Abobral 8 Rio Negro 9 Miranda 10 Nabileque 11 Porto Murtinho
  • Os Onze pantanais Porcentagem em área dos dez diferentes tipos de pantanais. Nº PANTANAIS ÁREA EM % 1. CÁCERES 11,9% 2. POCONÉ 12,9% 3. BARÃO DE MELGAÇO 13,3% 4. PARAGUAI 5,3% 5. PAIAGUÁS 18,3% 6. NHECOLÂNDIA 17,8% 7. ABOBRAL 1,6% 8. AQUIDAUANA 4,9% 9. MIRANDA 4,6% 10. NABILEQUE 9,4% 11. PORTO MURTINHO 2,8%
  • O PANTANAL – biodiversidade 3.500 espécies de plantas 325 espécies de peixes 476 espécies de aves (117 ameaçadas) * 124 espécies de mamíferos (10 ameaçadas)* 177 espécies de répteis 41 espécies de anfíbios * Nenhuma espécie endêmica Cervo-do-Pantanal Maior área inundável do planeta Alta densidade de várias espécies de vertebrados, algumas ameaçadas de extinção Uma das 35 Grandes Regiões Naturais do planeta (Wilderness) Ariranha
  • Pantanal: Vegetação • O chamado Complexo Pantanal é formado por vegetações de cerrado, fragmentos florestais, campos, mas devido à ação antrópica, grande parte de sua área é dominada por pastagens, subsídio para economia agropecuária.
  • Pantanal: Vegetação Possui uma cobertura vegetal que, por sua peculiaridade e pelas dificuldades que apresenta para uma classificação estrita, tem sido chamada de “complexo do Pantanal”. Não apenas pela beleza e pela grande diversidade de espécies que apresenta mas também pela distribuição das suas formações. Essa distribuição é influenciadas pelas condições do clima, do solo e, principalmente, do regime das águas. Por causa dos às alternâncias de longos períodos secos e fases de inundações, deve a vegetação adaptar-se, mas, não sem formar, às vezes, grandes aglomerações de indivíduos da mesma espécie, edificando paisagens locais características.
  • Pantanal: Vegetação O Cerrado é a formação mais representativa (36%) da vegetação do Pantanal. Sua distribuição ocorre mais intensamente no leste e centro da planície, sobre solos arenosos, nas sub-regiões de Cáceres, Barão de Melgaço, Nhecolândia, Aquidauana e Miranda. Na fisionomia pantaneira, o cerradão ocupa áreas mais elevadas e o cerrado sensu stricto, áreas mais baixas, tendendo para campo à medida que aumenta o grau de inundação.
  • Pantanal: Vegetação A Floresta semidecídua também está associada a solos mais férteis com melhor drenagem e mais aeração. Ocorre em maior porcentagem nas áreas com solos argilosos das sub-regiões de Poconé e Miranda. As áreas de floresta semidecídua totalizam 4% da vegetação.
  • Pantanal: Vegetação A mata de galeria está presente principalmente ao longo do rio Paraguai, nas sub-regiões do Paraguai (6,7%) e Poconé (4,3%), e do rio São Lourenço, na sub-região de Barão de Melgaço (5,2%), totalizando 2,4% da vegetação do Pantanal. As matas de galeria do Pantanal são menos atingidas pelo transbordamento dos rios, pois situam-se em área ligeiramente mais elevadas que a da planície.
  • Pantanal: Vegetação Os campos naturais representam 31% da vegetação no Pantanal, sendo uma das principais fitofisionomias nas sub-regiões do Paiaguás, Nhecolândia, Abobral e Nabileque. O campo inundado restringiu-se à porção oeste do Pantanal, próximo ao rio Paraguai. As proporções entre campo seco e campo inundado alternam-se em função da precipitação local e/ou do Aporte de água (por rios intermitentes ou não) e época do ano.
  • Pantanal: Vegetação Em áreas que permanecem com água na maior parte do ano, ocorre a formação de brejos. Estes representaram 7,4% da vegetação do Pantanal, distribuídos ao longo dos rios na porção oeste, nas subregiões do Paraguai (35,5%), Abobral (16,5%) e Poconé (14,8%).
  • Pantanal: Vegetação No Pantanal, ocorrem áreas com grande concentração de diversas espécies de palmeiras. O babaçual (domínio de Orbignya oleifera Bur.) ocorre desde o extremo norte da sub-região de Cáceres até a Nhecolândia, representando 0,3% da vegetação do Pantanal. Igualmente os buritizais aparecem em pequena proporção,distribuídos na borda do Pantanal, notadamente na sub-região de Barão de Melgaço. É uma espécie freqüente nas baixadas úmidas (veredas) do cerrado do Brasil Central.
  • • A fauna do pantanal apresenta baixa taxa de endemismo, predominando espécies de ampla distribuição. • Dentre os mamíferos,se destacam gambás, cuícas,morcegos, Bugio, Macaco-prego, Tamanduábandeira, Tatu-canastra, Cachorro-do-mato, Guaxinim, Quati, Furão, Lontra-comum, Ariranha, Onça-pintada, Anta, porco-do-mato,veados, ouriço, cutia, paca e capivara (maior roedor do mundo). • Estão na lista de extinção: TamanduáBandeira,Tatu-Canastra,Lobo-Guará, CachorroVinagre, Gato-do-Mato-comum, gato-maracajá, Jaguatirica, Onça-Parda,Cervo-do-pantanal, Veadocampeiro.
  • Dos 113 tipos de répteis que ocorrem no Pantanal, 85 ocorrem somente lá!!! Caiman crocodilus yacare Atualmente tem-se uma população mínima estimada em cerca de 3,7 milhões de jacarés, com maiores densidades nas proximidades do rio Taquari e rio Negro.
  • • Dentre os répteis do pantanal, destacam-se sinimbú, jacarédo-pantanal, víbora e sucuris. Dracaena paraguayensis Eunectes noctaeus
  • O Pantanal possui a maior diversidade de vida aquática do mundo!!!
  • • Outubro: Piracema – viagem dos peixes rio acima para desova e procriação. A seguir, os reprodutores e seus filhotes efetuam a descida de retorno até atingir as áreas alagadas e as lagoas. • Espécies que preferem águas paradas: áreas alagadas para procriação – luminosidade e abundância de alimento para os filhotes.
  • • Águas baixam – “lufada” : retorno dos peixes aos rios. • Enorme quantidade de peixes retidos nas lagoas. • Aparecem os jacarés, lontras, ariranhas. • Centenas de aves assentadas na água rasa – “banquete” – cada ave chega a consumir cerca de 150 peixinhos um dia. • Corimbatá, piauçu, traíra, jaú, pacu, pintado, dourado. Piranhas podem devorar bois inteiros em minutos quando isoladas numa baía, sem alimento suficiente.
  • Anfíbios PERERECAS
  • Pantanal: Fauna Existem mais espécies de aves no Pantanal do que nos Estados Unidos e Canadá JUNTOS!!!
  • Pantanal: Fauna AVES • Características relacionadas à vida em ambiente aquático: pernaltas, longos dedos nas patas, para facilitar a locomoção sobre a vegetação flutuante, possuem membranas interdigitais que lhe facilitam o nado.
  • Jabiru mycteria Pantanal: Fauna Mycteria americana Gallinula chloropus Phalacrocorax brasilianus Platalea ajaja) Ardea alba
  • Pantanal: Fauna • Dentre as aves, destacam-se a araras,tucano, urubú, tuiuiú (ave símbolo do pantanal), garças, ema, pica-paus, e seriema. Megaceryle torquata Anodorhynchus hyacinthinus Ramphastos toco
  • Pantanal: Fauna
  • Pantanal: Fauna Rhea americana Cariama cristata Guira guira
  • Pantanal: Fauna Sarcoramphus papa Cathartes aura) Coragyps atratus)
  • Pantanal: Fauna Caracara plancus Heterospizias meridionalis
  • Hydrochoerus hydrochaeris Muito abundantes: na ordem de 76500 grupos, com maiores densidades registradas ao longo do rio Negro e rio Taquari. Tapirus terrestris
  • Pantanal: Fauna A maior parte dos mamíferos do Pantanal vive em beira de rios! ONÇA PINTADA ONÇA PARDA
  • Pantanal: animais ameaçados • Principal causa: destruição de habitats – desmatamento sofreu um grande incremento no final da década de 90. • Áreas mais elevadas – “cordilheiras” livres de inundações. São áreas de florestas ou cerrados – refúgios para muitas espécies de animais silvestres em períodos de enchente e/ou reprodução.
  • Pantanal: animais ameaçados Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla) Tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla)
  • Pantanal: animais ameaçados Anodorhynchus hyacinthinus: foi muito comercializada devido sua beleza e tamanho. • Maior psitacídeo do mundo. • Ainda comércio clandestino para xerimbabo.
  • Pantanal: animais ameaçados Panthera onca chega a pesar 150 quilos, alimentando-se de aproximadamente 85 espécies de animais que vivem na região. Panthera onca teve sua área de distribuição bastante reduzida, porém ainda é possível encontrar populações vigorosas em algumas sub-regiões do Pantanal.
  • Pantanal: animais ameaçados Pteronura brasiliensis: • Foi muito perseguida devido à alta qualidade de sua pele. • Devido às leis de proteção à fauna e presença de fiscalização, as populações dessa espécie se recuperaram e atualmente podem ser vistos grupos de ariranhas em todo o Pantanal.
  • Pantanal: animais ameaçados Ozotocerus bezoarticus: • Espécie vulnerável devido ao hábitat que ocupa: campos. • Com a utilização massiva das terras do cerrado para atividades agropecuárias, essa espécie se tornou rara. • Parque Nacional das Emas. Blastocerus dichotomus: população na ordem de 36000 animais.
  • O PANTANAL – ameaças Agricultura intensiva – planalto Soja, algodão, arroz, milho, etc.
  • O PANTANAL – ameaças Pecuária – planície Substituição por pastagens e queimadas
  • O PANTANAL – ameaças Desmatamento Ampliação de áreas para diferentes finalidades 63% 17%
  • O PANTANAL – ameaças Atropelhamentos
  • O PANTANAL – ameaças Carvoejamento Impactos ambientais e sociais
  • O PANTANAL – ameaças Projetos de desenvolvimento Hidrovia, IIRSA, pólo de Corumbá, hidrelétricas IIRSA
  • O PANTANAL – ameaças Caça e Comercio Houve uma redução de muitas espécies que antes eram abundantes: A onça pintada que por seu (suposto) ataque ao gado sempre foi muito perseguida pelo homem. Os jacarés, cuja diminuição causa o aumento descontrolado das populações de piranha. As aves para serem comercializadas no Brasil ou no exterior, além de outros animais.
  • O PANTANAL – ameaças Introdução de espécies exóticas invasoras Mexilhão-dourado, braquiária, caramujo-africano, búfalo, porco-monteiro Braquiári a Mexilhão dourado Caramujo africano
  • Pantanal: Conclusão O Pantanal é um ambiente complexo, formado por diferentes formações vegetais, que juntas abrigam inúmeras espécies da fauna brasileira; porém, boa parte dela encontra-se já reduzida e ameaçada por atividades como a caça, o desmatamento, a pesca e diversas outras de interesse humano. Se o homem não se conscientizar do desequilíbrio que causa ao ambiente pantaneiro, a situação pode se tornar irreversível. As leis ambientais devem ser mais rígidas e o governo precisa criar mais áreas de preservação, que sejam significativas dentro do Pantanal, uma vez que hoje elas preservam muito pouco desse bioma brasileiro.
  • Referências Bibliográficas  Almeida, F. F. M.; Lima, M. A. Planalto Centro-Ocidental e Pantanal MatoGrossense. Rio de Janeiro: Conselho Nacional de Geografia, 1959. 159 p. • Assis, C; ilustrações Paulo Ferreira, Ricardo José Nogueira da Silva, Rigoberto de Rosário Jr.; Pantanal; São Paulo : FTD, Coleção nossas plantas;1994. • Mauro, R. de A. Estudos faunísticos na Embrapa Pantanal. Archivos de Zootecnia da Universidade de Córdoba, Córdoba (España), v. 51, n. 193-194, p. 175-185, 2002. Disponível em: <http://www.uco.es/organiza/servicios/publica/az/articulos/2002/19394/p df/20mauro.pdf> • Pantanal. Ministério do Meio Ambiente, 2006. Disponível em: <http://www.mma.gov.br>. Acesso em: 10 out. 2006.  Silva, J. S. V.; Abdon, M. M. Delimitação do pantanal brasileiro e suas sub-regiões. Pesquisa Agropecuária Brasileira, 1988. Disponível em: < http://atlas.sct.embrapa.br>. Acesso em: 08 out. 2006 • Silva, M. P. et al. Distribuição e quantificação de classes de vegetação do Pantanal através de levantamento aéreo. São Paulo: Revista Brasileira de Botânica v.23 n.2, jun. 2000. Disponível em: < http://www.scielo.br>. Acesso em: 9 out.2006.
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