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35. senhor justiça nossa
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  • 1. 1| Apostila –Senhor Justiça Nossa SENHOR JUSTIÇA NOSSAQuando intenta interpretar o significado destes quatro seresviventes é bom lembrar que na profecia simbólica o profeta vê arepresentação e não a realidade. Estas interpretações podem parecerrealidade, ainda que muitas vezes não é assim. Com freqüência osatores de um drama profético têm uma aparência sumamente diferentedos seres ou movimentos que representam. Assim anjos podemdesempenhar papel que mais tarde deveriam realizar os homens.Um anjo fez o papel do povo adventista em uma visão de João no (Apoc10: 1-11; cf Apoc 14: 6-12). Representações de bestas e dragõesaparecem para dramatizar a atividade das nações e potestadessobrenaturais (Dan 7:; 8; Apoc. 12; 13; 17). Em alguns casos Jesusaparece simbolizado como um cordeiro morto, com sete chifres e seteolhos (Apoc 5: 6). Ninguém ousaria pensar nem por um momento, quese intentaria representar a aparência de Jesus. Em sua visão da suasegunda vinda, Jesus aparece cavalgando em um cavalo branco.Vestido de vestimenta manchada de sangue e com uma espada em suaboca. Outra vez; o propósito desta visão não é representar a aparênciareal de Jesus no momento deste grande acontecimento, que seria oponto final da historia. (Apoc 19: 11-15). Deve ter o cuidado de nãoentender literalmente o que diz um profeta bíblico quando não estáfalando em forma literal. Em certa ocasião quando os críticoscriticaram de Ellen G. White ela, escreveu o seguinte: Meusopositores criticaram desta débil e simples expressão de gloriosas uvasque crescem em fios de prata que estão unidos as varas de ouro. Eunão afirmei que as uvas cresciam em fios de prata. O que eucontemplei, esta descreveu assim como me pareceu ver. Não devesupor que as uvas estavam unidas a fios de prata ou a vara de ouro,porém esta foi a aparência que se me apresentou. (EGW MS, 4, 1883).Mesmo os profetas que eram favorecidos com iluminação especialdo Espírito, não compreendiam plenamente a significação dasrevelações a eles confiadas. O sentido deveria ser desvendado deséculo em século á medida que o povo de Deus necessitasse dasinstruções nelas contidas. (I Pe 1: 12; GC pág. 344).
  • 2. A p o s t i l a – S e n h o r J u s t i ç a N o s s a |2O Messias devia provir de linhagem real; pois na profecia feita por Jacóo Senhor disse: "O cetro não se arredará de Judá, nem o legisladordentre seus pés, até que venha Siló; e a Ele se congregarão os povos."Gên. 49:10.Isaías profetizou: "Porque brotará um rebento do tronco de Jessé, edas suas raízes um renovo frutificará." Isa. 11:1. "Inclinai os vossosouvidos, e vinde a Mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convoscofarei um concerto perpétuo, dando-vos as firmes beneficências de Davi.Eis que Eu O dei como testemunha aos povos, como príncipe egovernador dos povos. Eis que chamarás a uma nação que nãoconheces, e uma nação que nunca te conheceu correrá para ti, poramor do Senhor teu Deus, e do Santo de Israel; porque Ele te glorificou."Isa. 55:3-5.Jeremias também testificou da vinda do Redentor como um príncipe dacasa de Davi: "Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que levantarei aDavi um Renovo justo; e, sendo Rei, reinará, e prosperará, epraticará o juízo e a justiça na Terra. Nos seus dias Judá será salvo, eIsrael habitará seguro; e este será o Seu nome, com que O nomearão:O SENHOR JUSTIÇA NOSSA." Jer. 23:5 e 6. E outra vez: "Assim diz oSenhor: Nunca faltará a Davi varão que se assente sobre o trono dacasa de Israel; nem aos sacerdotes levíticos faltará varão diante de Mim,para que ofereça holocausto, e queime ofertas de manjares, e façasacrifício todos os dias." Jer. 33:17 e 18.(AA, 223)"Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em Mimtambém fará as obras que Eu faço, e as fará maiores do que estas;porque Eu vou para Meu Pai." João 14:12. Não queria Cristo dizercom isto que os discípulos fariam maiores esforços do que os queEle havia feito, mas que sua obra teria maior amplitude. Ele não Sereferiu meramente à operação de milagres, mas a tudo quantoiria acontecer sob a influência do Espírito Santo. "Mas, quandovier o Consolador", disse Ele, "que Eu da parte do Pai vos hei deenviar, aquele Espírito de verdade que procede do Pai, Ele testificaráde Mim. E vós também testificareis, pois estivestes comigo desde oprincípio." João 15:26 e 27. (AA, 22)Esta vinda é também predita pelo profeta Malaquias: "De repentevirá ao Seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o Anjo doconcerto, a quem vós desejais; eis que vem, diz o Senhor dos
  • 3. 3| Apostila –Senhor Justiça Nossaexércitos." Mal. 3:1. A vinda do Senhor a Seu templo foi súbita,inesperada, para Seu povo. Não O buscaram ali. Esperavam que viesseà Terra, "como labareda de fogo, tomando vingança dos que nãoconhecem a Deus e dos que não obedecem ao evangelho". II Tess. 1:8.O povo, porém, ainda não estava preparado para encontrar-se com oSenhor. Havia ainda uma obra de preparo a ser por eles cumprida. Ser-lhes-ia proporcionada luz, dirigindo-lhes a mente ao templo de Deus, noCéu; e, ao seguirem eles, pela fé, ao Sumo Sacerdote em Seuministério ali, novos deveres seriam revelados. Outra mensagem deadvertência e instrução deveria dar-se à igreja.Quando ela se houver realizado, os seguidores de Cristo estarãoprontos para o Seu aparecimento. "E a oferta de Judá e de Jerusalémserá suave ao Senhor, como nos dias antigos, e como nos primeirosanos." Mal. 3:4. Então a igreja que nosso Senhor deve receber paraSi, à Sua vinda, será "igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nemcoisa semelhante". Efés. 5:27. Então ela aparecerá "como a alva dodia, formosa como a Lua, brilhante como o Sol, formidável comoum exército com bandeiras". Cant. 6:10.Diz o profeta: "Quem suportará o dia da Sua vinda? E quem subsistiráquando Ele aparecer? Porque Ele será como o fogo dos ourives e comoo sabão dos lavandeiros. E assentar-Se-á, afinando e purificando aprata; e purificará os filhos de Levi, e os afinará como ouro e como prata:então ao Senhor trarão ofertas em justiça." Mal. 3:2 e 3. Os queestiverem vivendo sobre a Terra quando a intercessão de Cristo cessarno santuário celestial, deverão, sem mediador, estar em pé na presençado Deus santo. Suas vestes devem estar imaculadas, o caráter libertode pecado, pelo sangue da aspersão. Mediante a graça de Deus e seupróprio esforço diligente, devem eles ser vencedores na batalha contra omal. Enquanto o juízo investigativo prosseguir no Céu, enquanto ospecados dos crentes arrependidos estão sendo removidos dosantuário, deve haver uma obra especial de purificação, ou deafastamento de pecado, entre o povo de Deus na Terra. Esta obra émais claramente apresentada nas mensagens do capítulo 14 deApocalipse.Além da vinda do Senhor a Seu templo, Malaquias também prediz osegundo advento, Sua vinda para a execução do juízo, nestaspalavras: "E chegar-Me-ei a vós para juízo, serei uma testemunha
  • 4. A p o s t i l a – S e n h o r J u s t i ç a N o s s a |4veloz contra os feiticeiros e contra os adúlteros, e contra os quejuram falsamente, e contra os que defraudam o jornaleiro, e pervertem odireito da viúva, e do órfão, e do estrangeiro, e não Me temem, diz oSenhor dos exércitos." Mal. 3:5. À mesma cena se refere Judas quandodiz: "Eis que é vindo o Senhor com milhares de Seus santos; parafazer juízo contra todos, e condenar dentre eles todos os ímpiospor todas as suas obras de impiedade." Jud. 14 e 15. Esta vinda, e avinda do Senhor ao Seu templo, são acontecimentos distintos eseparados. (GC, 424 – 426; Apoc 11: 19)A vinda de Cristo ao lugar santíssimo como nosso SumoSacerdote, para a purificação do santuário, a que se faz referênciaem Daniel 8:14; a vinda do Filho do homem ao Ancião de Dias,conforme se acha apresentada em Daniel 7:13; e a vinda do Senhor aSeu templo, predita por Malaquias, são descrições do mesmoacontecimento; e isso é também representado pela vinda do esposoao casamento, descrita por Cristo na parábola das dez virgens, deMateus 25. (GC, 426)A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém foi um imperfeitosímbolo da Sua vinda nas nuvens do céu com poder e glória, porentre as aclamações dos anjos e o regozijo dos santos. Então,cumprir-se-ão as palavras de Cristo aos fariseus: "Desde agora Me nãovereis mais, até que digais: Bendito o que vem em nome do Senhor."Mat. 23:39. Em visão profética, foi mostrado a Zacarias aquele dia detriunfo final; e ele viu também a condenação dos que, no primeiroadvento, rejeitaram a Cristo: "E olharão para Mim, a quemtraspassaram; e O prantearão como quem pranteia por um unigênito; echorarão amargamente por Ele, como se chora amargamente peloprimogênito." Zac. 12:10. Esta cena anteviu Cristo quando contemplou acidade e chorou sobre ela. Na ruína temporal de Jerusalém viu Ele afinal destruição daquele povo que era culpado do sangue do Filho deDeus. (DTN, 580)Os discípulos de Cristo esperavam a vinda imediata do reino deSua glória; mas ao dar-lhes esta oração Jesus ensinou que o reinonão devia ser então estabelecido. Deviam orar por sua vinda comoacontecimento ainda no futuro. Mas essa petição era-lhes também umacerteza. Conquanto não devessem esperar a vinda do reino em seusdias, o fato de haver Jesus recomendado que por ela orassem, constitui
  • 5. 5| Apostila –Senhor Justiça Nossaprova de que certamente virá no tempo designado por Deus. (MM,Maravilhosa Graça, 345)Disse Jesus: "Este evangelho do reino será pregado em todo o mundo,em testemunho a todas as gentes." Mat. 24:14. Seu reino não viráenquanto as boas novas de Sua graça não houverem sido levadasa toda a Terra. Assim, quando nos entregamos a Deus, e ganhamosoutras almas para Ele, apressamos a vinda de Seu reino. Unicamenteaqueles que se consagram a Seu serviço ... oram com sinceridade:"Venha o Teu reino." Mat. 6:10. ...A petição: "Seja feita a Tua vontade, tanto na Terra como no Céu" (Mat.6:10), é uma oração para que o reino do mal termine na Terra, o pecadoseja para sempre destruído, e o reino da justiça se venha a estabelecer.Então, na Terra como no Céu se cumprirá "todo o desejo da Suabondade". II Tess. 1:11. (O Caminho a Cristo, págs. 108-111)Cristo não Se manifestará enquanto a vitória não for completa, eEle vir "o trabalho de Sua alma". Isa. 53:11. Todas as nações daTerra ouvirão o evangelho de Sua graça. Nem todos a receberão; mas"uma semente O servirá; falará do Senhor de geração em geração". Sal.22:30. "E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo detodo o Céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo" (Dan.7:27), e "a Terra se encherá do conhecimento do Senhor, como aságuas cobrem o mar". Isa. 11:9. "Então temerão o nome do Senhordesde o poente, e a Sua glória desde o nascente do Sol." Isa. 59:19."Quão suaves são sobre os montes os pés do que anuncia as boasnovas, que faz ouvir a paz, que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação,que diz a Sião: O teu Deus reina! ... exultai juntamente, desertos ...porque o Senhor consolou o Seu povo. ... O Senhor desnudou o Seusanto braço perante os olhos de todas as nações; e todos os confins daTerra verão a salvação do nosso Deus." Isa. 52:7-10. O Desejado deTodas as Nações, pág. 828. (MM, Maravilhosa graça, 346)Sua Igreja deve ser um templo construído segundo asemelhança divina, e o anjo arquiteto trouxe do Céu a sua vara deouro para medir, a fim de que cada pedra seja lavrada e ajustadapela medida divina, e polida para brilhar como um emblema do Céuirradiando em todas as direções os refulgentes e luminosos raios doSol da Justiça. A Igreja há de ser alimentada com o maná do Céu
  • 6. A p o s t i l a – S e n h o r J u s t i ç a N o s s a |6e guardada unicamente sob a proteção de Sua graça. Vestida com acompleta armadura de luz e justiça ela entra em seu conflito final. Aescória, material imprestável, será consumida, e a influência daverdade testifica ao mundo de seu caráter santificador eenobrecedor. (Igreja Remanescente, 14) (Apoc 11: 19.)A obra do Santo Espírito é incomensuravelmente grande. É dessa fonteque vêm poder e eficiência ao obreiro de Deus; e o Espírito Santo é oConsolador, como a presença pessoal de Cristo no ser. Toda pessoaque olha para Cristo com fé singela e infantil é feito participante danatureza divina mediante a atuação do Espírito Santo. Quando guiadospelo Espírito de Deus, os cristãos podem saber que são feitoscompletos nAquele que é o cabeça de todas as coisas. Assim comoCristo foi glorificado no dia de Pentecostes, assim será novamenteglorificado no encerramento da obra do evangelho, quando Elepreparar um povo para suportar a prova final na última batalha dogrande conflito. ... (MM, CT, 364; Gal 4: 19, 20)Seja onde for que eles tenham sido fracos, a ponto mesmo decair, o Israel de Deus hoje, os representantes do Céu queconstituem a verdadeira igreja de Cristo, devem ser fortes, poispara eles é transferido o encargo de concluir a obra confiada aohomem, e de anunciar o dia do ajuste final. Contudo, as mesmasinfluências que prevaleceram contra Israel no tempo do reinado deSalomão ainda se lhes antepõem. As forças do inimigo de toda ajustiça estão fortemente entrincheiradas; e a vitória só pode ser ganhamediante o poder de Deus. O conflito que temos diante de nós exigeespírito de abnegação, desconfiança própria, confiança em Deussomente, e sábio uso de toda oportunidade para a salvação de almas.A bênção do Senhor será concedida a Sua igreja, à medida queesta avance unida, revelando a um mundo que jaz nas trevas doerro a beleza da santidade manifesta num espírito de abnegaçãosemelhante ao de Cristo, na exaltação do divino em vez dohumano, e no amoroso e incansável serviço pelos que tantoprecisam das bênçãos do evangelho. (PR, 74; Zac 1: 7, 8; 3: 7)Á voz de Deus e os santos serão poderosos e terríveis como umexércitos com bandeiras, mas eles não executarão o juízoescrito. (PE, 52)
  • 7. 7| Apostila –Senhor Justiça Nossa"Quando já o fruto se mostra, mete-lhe logo a foice, porque estáchegada a ceifa." Mar. 4:29. Cristo aguarda com fremente desejo amanifestação de Si mesmo em Sua igreja. Quando o caráter deCristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então virá parareclamá-los como Seus. (Parábolas de Jesus, págs. 68 e 69)Com anelante desejo, Cristo aguarda ver-Se manifestado em Suaigreja. Quando o caráter do Salvador for perfeitamente reproduzido emSeu povo, então Ele virá a requerer os Seus. É o privilégio de todocristão, não somente aguardar, mas apressar a vinda de nosso Senhor.Estivessem todos quantos Lhe professam o nome dando frutos paraSua glória, e quão pronto o mundo inteiro estaria semeado com oevangelho! Pronto estaria amadurecida a última grande colheita, e Cristohavia de vir. (CPPE, 324)Jesus respondeu: "O reino de Deus não vem com aparência exterior.Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Ei-lo ali! Porque eis que o reino de Deusestá dentro de vós." Luc. 17:20 e 21. O reino de Deus começa nocoração. Não busqueis, aqui e ali, manifestações de poder terrestre paraassinalar-lhe a vinda. (O Desejado de Todas as Nações, pág. 506)As obras de Cristo não somente atestavam ser Ele o Messias, comoindicavam a maneira por que se havia de estabelecer Seu reino. ... Oreino de Deus não vem com aparência exterior. Vem mediante asuavidade da inspiração de Sua Palavra, pela operação interior deSeu Espírito, a comunhão da alma com Ele que é sua vida. A maiormanifestação de Seu poder se observa na natureza humana levada àperfeição do caráter de Cristo. ... (MM, Cuidado de Deus, 227)A graça de Deus precisa ser recebida pelo pecador antes de ele sertornado apto para o reino da glória. Toda cultura e educação que omundo pode oferecer, fracassarão em fazer de um degradado filho dopecado, um filho do Céu. A energia renovadora precisa vir de Deus. ...Como o fermento, misturado à farinha, opera do interior para o exterior,assim é pela renovação do coração, que a graça de Deus atua paratransformar a vida. ... (Idem, 228)Aí se declara a mesma verdade que Jesus expusera a Nicodemos,quando disse: "Aquele que não nascer de novo [de cima, diz outraversão], não pode ver o reino de Deus." João 3:3. Não por procurarum monte santo ou um templo sagrado, são os homens postos em
  • 8. A p o s t i l a – S e n h o r J u s t i ç a N o s s a |8comunhão com o Céu. Religião não é limitar-se a formas ecerimônias exteriores. A religião que vem de Deus é a única que levaa Ele. Para O servirmos devidamente, é mister nascermos do divinoEspírito. Isso purificará o coração e renovará a mente, dando-nos novacapacidade para conhecer e amar a Deus. Comunicar-nos-á voluntáriaobediência a todos os Seus reclamos. Esse é o verdadeiro culto. É ofruto da operação do Espírito Santo. É pelo Espírito que toda precesincera é ditada, e tal prece é aceitável a Deus. Onde quer que a almase dilate em busca de Deus, aí é manifesta a obra do Espírito, e DeusSe revelará a essa alma. A tais adoradores ele busca. Espera recebê-los, e torná-los Seus filhos e filhas. (DTN, 189)Para Jesus este foi um penhor da obra que o evangelho havia derealizar entre os gentios. Com alegria, antecipou a reunião de almasde todas as nações ao Seu Reino. Com profunda tristeza,descreveu aos Judeus o resultado de seu rejeição de Sua graçapor parte deles: "Eu vos digo que muitos virão do Oriente e doOcidente, e assentar-se-ão à mesa com Abraão, e Isaque, e Jacó, noreino dos Céus; e os filhos do reino serão lançados nas trevasexteriores: ali haverá pranto e ranger de dentes." Ai! quantos ainda seestão preparando para a mesma fatal decepção! Enquanto almasmergulhadas nas trevas do paganismo Lhe aceitam a graça,quantos há em terras cristãs, sobre os quais a luz resplandeceapenas para ser rejeitada! (DTN, 318)Os homens honrados neste mundo, os chamados grandes esábios, com toda a sua alardeada sabedoria, não podiamcompreender o caráter de Cristo. Julgavam-nO segundo asaparências exteriores, segundo a humilhação que Lhe sobreveio comocriatura humana. Mas a pescadores e publicanos fora concedido ver oInvisível. Os próprios discípulos deixaram de compreender tudo quantoJesus lhes desejava revelar; mas de quando em quando, aoentregarem-se ao poder do Espírito Santo, sua mente era iluminada.Percebiam que o poderoso Deus, revestido da humanidade, Se achavaentre eles. Jesus regozijava-Se de que, embora os sábios einteligentes não possuíssem esse conhecimento, houvesse elesido revelado a esses humildes homens. Freqüentemente, aoapresentar as Escrituras do Antigo Testamento e mostrar sua aplicaçãoa Ele próprio e a Sua obra de expiação, haviam sido despertados porSeu Espírito e erguidos à atmosfera celestial. Tinham, das verdades
  • 9. 9| Apostila –Senhor Justiça Nossaespirituais de que falavam os profetas, uma compreensão maisclara do que possuíam os próprios que originalmente asescreveram. Daí em diante, poderiam ler as Escrituras do AntigoTestamento não segundo as doutrinas dos escribas e fariseus, nãocomo declarações de sábios já mortos, mas como uma nova revelaçãovinda de Deus. Contemplavam Aquele "que o mundo não pode receber,porque não O vê nem O conhece; mas vós O conheceis porque habitaconvosco, e estará em vós". João 14:17. (DTN, 494)O reino de Deus não vem com aparência exterior. O evangelho dagraça de Deus, com seu espírito de abnegação, não se pode nuncaharmonizar com o do mundo. Os dois princípios são antagônicos. "Ohomem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porquelhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernemespiritualmente." I Cor. 2:14. (DTN, 509)Cristo estava seguindo o costume judaico nas entradas reais. O animalque montava era o mesmo cavalgado pelos reis de Israel, e aprofecia predissera que assim viria o Messias a Seu reino. Logo queEle Se sentou no jumentinho, um grande grito de triunfo atroou nos ares.A multidão aclamou-O como o Messias, seu Rei. Jesus aceitou agora ahomenagem que nunca dantes permitira, e os discípulos consideraramisso como prova de que suas alegres esperanças se realizariam, vendo-O estabelecido no trono. O povo ficou convencido de aproximar-se ahora de sua emancipação. Em pensamento viram os exércitos romanosexpulsos de Jerusalém, e Israel mais uma vez nação independente.Todos estavam contentes e despertos; disputavam entre si o render-Lhehonras. Não podiam exibir pompas e esplendores, mas prestaram-Lhe oculto de corações felizes. Não lhes era possível presenteá-Lo comdádivas custosas, mas estendiam as vestes exteriores à guisa de tapeteem Seu caminho, e também espalharam ramos de oliveira e palmas poronde devia passar. Não podiam abrir o cortejo triunfal com bandeirasreais, mas cortavam ramos de palmeira, os emblemas de vitória danatureza, e os agitavam no ar com altas aclamações e hosanas. (DTN,570; Zac 9: 9; Isa 62: 10-12; Mq. 4: 8; Isa 9: 7; 43: 3-11; Jer 23: 5, 6: Sof3: 14, 15; Zac 2: 10; João 12: 15.)O Redentor do mundo não veio com exibições exteriores, nem commanifestações de sabedoria humana. Os homens não podiam ver,sob a aparência de humanidade, a glória do Filho de Deus. Ele foi
  • 10. A p o s t i l a – S e n h o r J u s t i ç a N o s s a | 10"desprezado e o mais indigno entre os homens, homem de dores, eexperimentado nos trabalhos". Isa. 53:3. Era aos olhos deles "como raizde uma terra seca", sem "parecer nem formosura" (Isa. 53:2) para que Odesejassem. Mas Ele declarou: "O Espírito do Senhor Jeová está sobreMim, porque o Senhor Me ungiu para pregar boas novas aos mansos;enviou-Me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdadeaos cativos e a abertura de prisão aos presos." Isa. 61:1. (ObreirosEvangélicos, 49)Por meio da natureza, de figuras e símbolos, de patriarcas eprofetas, Deus falara ao mundo. As lições deviam ser dadas àhumanidade na linguagem da própria humanidade. O Mensageiro doconcerto devia falar. Sua voz devia ser ouvida em Seu próprio templo.Cristo tinha de vir para proferir palavras que fossem clara epositivamente compreendidas. Ele, o autor da verdade, devia separá-lada palha das expressões humanas, que a haviam tornado de nenhumefeito. Os princípios do governo de Deus e o plano da redenção, deviamficar claramente definidos. As lições do Antigo Testamento precisavamser plenamente apresentadas aos homens.Os anjos maravilharam-se ante o glorioso plano da redenção.Observavam a ver de que maneira o povo de Deus receberia Seu Filho,revestido da humanidade. Anjos foram à terra do povo escolhido. Outrasnações estavam embebidas com fábulas, e adorando falsos deuses. Àterra onde se revelara a glória de Deus, e brilhara a luz da profecia,foram os anjos. Dirigiram-se invisíveis a Jerusalém, aos designadosexpositores dos Sagrados depósitos (DTN, 43).Outro principio importante em interpretação profética, e que foidestacado por nosso Senhor, é que somente quando a profeciaestiver encontrando o seu cumprimento pode ser plenamentecompreendida.EGW diz: A luz que recebemos sobre a terceira mensagem angélica é alegitima. O sinal da besta é exatamente o que tem sido proclamado.Nem tudo que se refere a este assunto é compreendido; nemcompreendido será até que tenha sido completamente aberto o rolo dolivro. II TS pág. 371.As vidas relatadas na Bíblia são histórias autênticas de pessoasreais. Desde Adão, passando pelas sucessivas gerações, até ao
  • 11. 11 | Apostila –Senhor Justiça Nossatempo dos apóstolos, temos uma narração clara, ao natural, do querealmente ocorreu, e a genuína experiência de personagensverídicos... (MM, Vidas que Falam, 7)Quando assim descobertas e reunidas, notar-se-á que se adaptamperfeitamente umas às outras. Cada evangelho é um suplemento dosoutros, cada profecia uma explicação de outra, cada verdade umdesenvolvimento de alguma outra. Os símbolos da economia judaicasão esclarecidos pelo evangelho. Cada princípio tem na Palavra deDeus seu lugar, cada fato sua significação. E a estrutura completa, emseu plano e execução, dá testemunho do seu Autor. Mente algumapoderia conceber ou moldar tal estrutura, a não ser a que possui o Enteinfinito. (MM, Refletindo a Cristo, 154, 28 de Maio)A Escola Sabatina proporciona a pais e filhos uma oportunidade parao estudo da Palavra de Deus. Mas, a fim de que adquiram obenefício que deveriam alcançar na Escola Sabatina, cumpre tanto apais como a filhos dedicar tempo ao estudo da lição, procurandoobter completo conhecimento dos fatos apresentados, etambém das verdades espirituais que esses fatos se destinam aensinar. Devemos especialmente impressionar o espírito dos jovenscom a importância de procurar o amplo significado da passagem emconsideração. (Orientação da Criança, 511)Pesquisa atenta e estudo aplicado e esforçado são necessários paraque essa Palavra seja compreendida. Há na Palavra verdades que,qual veios de ouro precioso, estão ocultos sob a superfície. Otesouro escondido é descoberto ao ser buscado, assim como omineiro busca o ouro e a prata. A prova da verdade da Palavra deDeus é encontrada nela própria. As Escrituras são a chave que abre asEscrituras. O significado profundo das verdades da Palavra de Deus é-nos desvendado à mente por Seu Espírito. (III TS, 236)À medida que nos aproximamos do final da história deste mundo, asprofecias referentes aos últimos dias exigem nosso estudo especial. Oúltimo dos escritos do Novo Testamento está cheio de verdadescuja compreensão nos é necessária. (MM, Exaltai-o, 379)Sempre haverá movimentos falsos e fanáticos feitos na igreja porpessoas que pretendem ser dirigidas por Deus - pessoas que correrãoantes de ser enviadas, e darão dia e data para o cumprimento da
  • 12. A p o s t i l a – S e n h o r J u s t i ç a N o s s a | 12profecia não cumprida. O inimigo se agrada de que assim procedam,pois seus sucessivos fracassos e direção em sentido falso,causam confusão e incredulidade. Carta 28, 1897. (II ME, 84)Pontos difíceis da verdade presente têm sido compreendidos através defervorosos esforços de uns poucos que eram dedicados à obra. Jejum efervente oração a Deus têm levado o Senhor a abrir-lhes Seustesouros de verdade ao entendimento. Testimonies, vol. 2, págs. 650e 651.“Apocalipse 6 e 7 são muito significativos. Terríveis são os juízos deDeus revelados. Os sete anjos estavam em pé diante de Deus parareceber sua incumbência. Foram-lhes dadas sete trombetas. OSenhor saía do Seu lugar, para castigar os habitantes da Terra porcausa da sua iniqüidade. ...” (Maranata O Senhor Logo Vem, 282)Que é o sétuplo de (Apoc 1: 4.; Apoc 13: 1-2; Dan 7: 3,7; Apoc 17: 3, 7-12). Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz as igrejas. As coisasespirituais se discerne espiritualmente (I Cor 2: 13)CHIFRES – autoridade e poder religioso 9 Apoc 17: 12; Dan 7: 24.O livro é chamado “a Revelação de Jesus Cristo”, ou “a Revelaçãoprovinda de Jesus Cristo”, para mostrar as coisas que deveriamacontecer. Mas em outro sentido é a revelação sobre Jesus Cristo. OVelho Testamento revela Cristo na profecia; os evangelhos revelam-nOem Sua vida terrestre, ministério, sofrimento, morte, ressurreição eascensão. Os Atos e as epistolas mostram os triunfos terrestres daigreja sob o ministério do Espírito Santo. No Apocalipse Cristo éretratado em glória, estando á direita de Deus como Sumo Sacerdote eMinistro do Santuário Celestial. Ele é apresentado também como oSupremo Juiz, diante de quem todas as nações deverãocomparecer. As cenas finais descrevem o Salvador como Rei dos reise Senhor dos senhores, para sempre reinando sobre os santos noParaíso restaurado.Na estrutura profética do livro, o foco está em Cristo, que é o centro detoda a profecia – “a fulgurante estrela da manhã”. “As profecias deDaniel e Apocalipse devem ser cuidadosamente estudadas e, emligação com elas, às palavras: “Eis o Cordeiro de Deus que tira opecado do mundo (Obreiro Evangélico pág. 148).
  • 13. 13 | Apostila –Senhor Justiça NossaA Tônica do Livro é o segundo Advento de Cristo, embora estarevelação tenha sido de muita ajuda para os santos perseguidos dotempo de João, e tenha falado a cada século de então para frente, eletem uma mensagem especial para os que estivessem vivendo justoantes da volta do Senhor. (Apoc.. 22: 6, 7, 10; I Tes 5: 19 – 22; Mat. 4:17; Dan 2: 44)Essas sete igrejasRepresentam sete fases ou períodos na historia da igreja, estendendo-se desde o tempo dos apóstolos até a vinda de Cristo pela segunda vez,historia cujas características são parcialmente indicadas nos nomesdessas igrejas, porem mais plenamente nas cartas a elas dirigidas.As cartas às sete igrejas, além de descrever o que éindubitavelmente histórico, têm tantas alusões ao que éevidentemente figurativo e místico que há a mais forte razão paraaceitar a opinião de que essas sete igrejas, devem profeticamenteservir de amostra ou revelar-nos um sétuplo temperamento econstituição da igreja toda, segundo suas diferentes eras,respondendo ao padrão da igreja então mencionada. (Apoc 1: 4).Os nomes das sete igrejas são símbolos da igreja nos diferentesperíodos da era cristã. O numero sete indica plenitude, e simboliza ofato de que as mensagens se estendem até o fim do tempo, enquantoos símbolos usados revelam o estado da igreja nos diversos períodosda história do mundo. (AA, 585)Sete Espíritos(Apoc 1: 4) é um sétuplo espiritual das setes igrejas nos sete período daera cristã. Quanto ao significado do numero sete no Apocalipse ver comverso 11 estes sete espíritos também se descrevem como setelâmpadas de fogo cap. 4: 5. e como os sete olhos do Cordeiro cap. 5: 6.A relação dos sete espíritos, com o Pai e com Cristo como que tambémforam à fonte da graça e paz do cristianismo, implica que representa oEspírito Santo. O nome de sete, talvez, represente uma expressãosimbólica de sua perfeição e também pode ser a variedade de dons pormeio do qual obra entre os homens. (I Cor 12: 4-11; Apoc. 3; 1)
  • 14. A p o s t i l a – S e n h o r J u s t i ç a N o s s a | 14Diante do tronoÉ dizer diante do trono do que era, que é, que há de vir. Esta posiçãotalvez signifique disposição para um serviço imediato. Ver com cap. 2: 5.(Apoc 4: 2; 1: 10; 9: 10; I Reis 22: 19. Isa 6: 1; Ez 1: 26-28; Dan 7: 9;Apoc 4: 4; 20: 11).Como o trono estar armado no céu é necessário saber de que céu oprofeta estar falando. E também entender por quer dizer assentar notrono. (João 14: 23; Sl 132: 5; Isa 11: 10; Sl 11: 4; Mat 25: 31; 16: 27; 19:28; Luc. 22: 29-30; Jer 3: 17; 17: 12; 43: 10.)(Mat. 5: 34, 35;Tiag 5: 12; Isa 66: 1; Sl 48: 2; Atos 7: 48-51; I Cor 3: 16; ICor 5: 3,4;)“Diante do trono”. Quer dizer um período, quando todos os símbolos deApoc. Estiver se cumprindo literalmente, ou seja “O Espírito Santotomando posse do coração humano novamente.” ( Ez 1: ) pois o tronode Deus é primeiramente no coração humano.Jesus CristoOutros nome da divindade não foram mencionados, a não ser o deCristo, como o único ser pelo qual se possa fazer mediação entre Deuse o homem.Testemunha fielCristo é testemunha fiel, porque é representante perfeito de caráter, amente e a vontade de Deus diante da humanidade, Sua vida sempecado na terra e sua morte como sacrifício testifica da santidade do Paie do seu amor (Ver João 1: 1, 14; 14: 10; Apoc. 3: 16)PrimogênitoJesus não é cronologicamente o primeiro que ressuscitou dentre osmortos, porém, pode considerar-se como o primeiro incentivo de quetodos os que ressuscitaram antes e depois dele foram libertos dasataduras da morte, só em virtude do triunfo de Cristo sobre o sepulcro.Seu poder para dar a sua vida e para tomar, o coloca em uma posiçãosuperior a todos os outros homens, que tenham saído alguma vez datumba e o caracteriza como a origem de toda a vida, este titulo como
  • 15. 15 | Apostila –Senhor Justiça Nossasegue reflete o pensamento do Salmo 89: 27; (cf. com os vers.seguintes, Mat. 1: 25; Rom 8: 29; João 1: 14; 10: 8; Rom 14: 9; I Cor 15:12-23; João 1: 4, 7-9)Soberano“O governante”. Este mundo pertence legitimamente a Cristo. Cristotriunfou sobre o pecado e recuperou a herança que perdeu de Adão. Égovernante legitimo da humanidade. No dia final todos os sereshumanos o reconhecerão como tal, porém, no que se diz respeito a nósCristo tem tomado o domínio dos assuntos terrenos para o cumprimentode seu propósito eterno. O plano da redenção, que se tem convertidoem uma verdade histórica mediante a sua vida e morte e ressurreição.Tem avançado passo a passo para o grande dia do triunfo final. (Cf. Col2: 15; 1: 20; Apoc. 11: 15; 5: 13; Dan. 4: 17)Reis e Sacerdotes“um reino” sacerdotes, quem sabe uma alusão a Ex. 19:6; Apoc. 5: 10Cristo tem constituído a sua igreja um reino e seus membrosindividualmente em sacerdotes. Ser membro do reino e ser sacerdote,compara com o real sacerdócio de I Pedro 2: 9, os que tem aceitado osalvador ou salvação em Cristo Jesus, constituem um reino cujo Cristo éo rei. É uma referencia ao reino da graça divina nos corações dos sereshumanos. Um sacerdote podo ser considerado como um que apresentaoferta a Deus. É neste sentido todo cristão tem o privilegio de apresentarsacrifício espiritual a Deus, como cada cristão é um sacerdote, podechegar a Deus pessoalmente sem mediação de outro ser humano, etambém chegar para interceder por outros. Cristo é nosso mediador,nosso grande Sumo Sacerdote e por meio dEle temos o privilegio dechegarmos confiantemente ao trono da graça em momento de oportunosocorro. (Cf. Mat. 4: 17; Heb. 5: 1; 8: 3; I Ped 2: 5, 9; I Tim 2: 5;Heb. 4:5-16).No que se refere á interpretação da profecia simbólica é importantepermitir que o mesmo espírito que o deu a visão identifique ossímbolos. Quando não aparece tal identificação, o expositor fica naliberdade para conjecturar quanto a explicação. Por isso deve evitar odogmatismo. Ademais como ocorre nas parábolas, os diversoselementos da apresentação simbólica têm diversos graus de significadoe de importância. Uma parábola não necessita explicar-se em todos os
  • 16. A p o s t i l a – S e n h o r J u s t i ç a N o s s a | 16detalhes. O mesmo ocorre com a profecia simbólica. Não dar-lhes amesma importância a cada detalhe de um quadro profético. É possívelque alguns alinhamento se introduzam só para arredondar aapresentação. Ou, um inicio de fundo adequado. Assim como deve sercom as parábolas, é necessário determinar qual é o motivo central davisão e que traços de apresentação pitoresca têm o propósito de ensinaruma verdade divina. (Comentário Bíblica de Ezequiel 1)A fim de avaliar em forma adequada, é necessário conhecer bem opropósito básico e dos métodos e o alcance da profecia.O problema estar em encontrar a forma de distinguir bem entre osque têm aplicação local e imediata, e a que tem aplicação maisremota. Quem sabe a era cristã, ou o fim do tempo. Os estudiososda Bíblia que aplicam certas profecias do AT a era cristã advertem comfreqüência que estas profecias têm aqui e ali predições que sãoevidentemente de aplicação local e imediata. Alguns procuraramexplicar esta aparente mistura do imediato com o futuro supondo que oprofeta, quando dava uma mensagem, aos povos de seus dias, fazia detempo em tempo predições proféticas e projetava suas profecias para ofuturo distante.Ainda que esta permissão parecesse resolver parcialmente o problema,não proporciona critério para distinguir em forma adequada o que éimediato e o que é futuro remoto.A resposta á este problema esta na formulação de um principio, cujométodo aparece na Bíblia, e também nos escritos de Ellen G. White.Poderia pronunciar este principio da seguinte maneira: As profecias quetem que ver com a gloria futura de Israel e de Jerusalém estavamcondicionadas pela a obediência (Jer 18; 7-10; PR, 519-520), teriam secumprido em forma literal nos séculos seguintes se os Israelitashouvesse aceitado plenamente os propósitos divinos para com eles. Ofracasso de Israel impossibilitou o cumprimento destas profecias em suaintenção original. Sem duvida isto não implica necessariamente que elesnão tiveram importância. Paulo proporciona uma resposta com asseguintes: porque nem todos que descende de Israel são israelitas(Rom 9: 6). Por isto estas promessas se cumprirão de certo modo aoIsrael espiritual. Porém até que ponto? Este deve ser determinado pormeio da inspiração. Tenhamos no NT e nos escritos do espírito deprofecia numerosas citações dos autores do AT que mostra como estas
  • 17. 17 | Apostila –Senhor Justiça Nossaantigas predições – que deveriam ter achado glorioso cumprimento noIsrael literal – se cumpriram finalmente no Israel espiritual.Sem duvida, o ponto ressalta que nem todos os detalhes daprofecia original poderiam cumprir-se com precisão, já que temvariado muito as condições e o meio ambiente. Na verdade é umaregra segura de exegese aplicar unicamente ao futuro aquelas profeciasque a revelação que assim aplica. Corresponde notar também aslimitações que se impõem. O que vai mais além desses limites, nãopode ser mais que especulações – no melhor dos casos – e nuncadeveria constituir a base de um dogma. Nem a permissão sobre a qualse levante toda uma estrutura de razoamento teológico.O tono nitidamente local que tem estas antigas profecias se explicaporque Deus originalmente quis que estas predições secumprissem na forma indicada. Ademais o que se tem designadocomo predições que chega a um futuro distante – em boa medida emrelação com apresentação geral da passagem – aparecem tambémapresentar no marco dos primeiro propósitos de Deus. Em vista de queesses primeiros propósitos não se cumpriram, escritores inspiradosposteriores apresentam os cumprimentos progressivos dessaspredições dentro do marco da igreja cristã (pp 27-30). (ComentárioBíblica de Ezequiel 38)O importante futuro está diante de nós. Para enfrentar suas provas etentações, e executar-lhe os deveres, requerer-se-á grande fé eperseverança. Mas podemos triunfar gloriosamente, pois nenhumapessoa que creia, vigie e ore cairá presa dos ardis do inimigo. Todo oCéu está interessado em nosso bem-estar e aguarda nosso pedidode sabedoria e força. No tempo de prova justamente diante denós, o divino penhor de segurança será colocado sobre aquelesque têm guardado a palavra de Sua paciência. Manuscrito 100,1893. (MM, CT, 315)A Bíblia toda é uma revelação, pois toda revelação aos seres humanosvem por intermédio de Cristo e nEle se centraliza. Deus tem falado anós por meio de Seu Filho, a quem pertencemos pela criação eredenção. Cristo foi até João, exilado na ilha de Patmos, a fim de dar-lhea verdade para estes últimos dias, para mostrar-lhe aquilo que em brevehá de suceder. Jesus Cristo é o grande penhor da divina revelação.
  • 18. A p o s t i l a – S e n h o r J u s t i ç a N o s s a | 18É por meio dEle que temos conhecimento daquilo que devemos esperarnas cenas finais da história terrestre. ...(MM, CT, 366)Que promessa fez nosso Senhor Jesus Cristo a Seus discípulos,para conceder-lhes consolo em vista de Sua partida? Foi apromessa do Espírito Santo de Deus. A divina influência doEspírito Santo devia cooperar com a mente humana e trazer-lhe àlembrança tudo o que Cristo havia falado. A grande necessidadedeste tempo de perigo é o Espírito Santo, pois ele trará ao recebedor,em seu séquito, todas as outras bênçãos. A verdade, recebida comfé, transformará o caráter. (MM, CT, 370)Cristo morreu por eles para que pudessem ter vida. Abriu diante deles ocaminho por meio do qual pudessem, pelos Seus méritos, guardar a leide Deus. Cristo diz: "Eu sei as tuas obras; eis que diante de ti pus umaporta aberta, e ninguém a pode fechar." Apoc. 3:8. Quanto oshomens se esforçam para fechar essa porta; mas não conseguem fazê-lo! Eis o testemunho de João: "E abriu-se no Céu o templo de Deus, e aarca do Seu concerto foi vista no Seu templo." Apoc. 11:19. Sob opropiciatório, dentro da arca, estavam as duas tábuas de pedra,contendo a lei de Jeová. Os fiéis de Deus viram a luz procedente da leique incidiu sobre eles, para que fosse dada ao mundo. E agora aintensa atividade de Satanás é fechar essa porta de luz; mas Jesusdeclara que ninguém pode fechá-la. Homens se desviarão da luz e irãodenunciá-la e desprezá-la, mas ela ainda brilha em raios claros edistintos, para animar e abençoar a todos os que queiram vê-la. (Fé eObras, 46)Muitos e tenazes foram os esforços feitos para subverter-lhes a fé.Ninguém poderia deixar de ver que, se o santuário terrestre era umafigura ou modelo do celestial, a lei depositada na arca, na Terra, erauma transcrição exata da lei na arca, que está no Céu; e que aaceitação da verdade concernente ao santuário celeste envolvia oreconhecimento dos requisitos da lei de Deus, e da obrigatoriedade dosábado do quarto mandamento. Aí estava o segredo da oposição atroze decidida à exposição harmoniosa das Escrituras, que revelavam oministério de Cristo no santuário celestial. Os homens procuravamfechar a porta que Deus havia aberto, e abrir a que Ele fechara. Mas"O que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre", tinhadeclarado: "Eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode
  • 19. 19 | Apostila –Senhor Justiça Nossafechar." Apoc. 3:7 e 8. Cristo abrira a porta, ou o ministério, do lugarsantíssimo; resplandecia a luz por aquela porta aberta do santuáriocelestial, e demonstrou-se estar o quarto mandamento incluído na leique ali se acha encerrada; o que Deus estabeleceu ninguém podederribar. (GC, 435)Foi em minha primeira viagem ao leste para relatar minhas visões queme foi apresentada a preciosa luz relativa ao santuário celeste e foram-me mostradas as portas aberta e fechada. Acreditávamos que oSenhor viria em breve nas nuvens do céu. Foi-me mostrado que haviauma grande obra a ser feita no mundo por aqueles que não haviam tidoa luz e rejeitado. Nossos irmãos não podiam compreender isto em faceda fé que tínhamos no imediato aparecimento de Cristo. Alguns meacusaram de dizer que meu Senhor retardava Sua vinda, especialmenteos fanáticos. Vi que em 1844, Deus abrira uma porta e ninguém apodia fechar, e fechara uma porta e ninguém a podia abrir. Os querejeitaram a luz que fora trazida ao mundo pela mensagem do segundoanjo, entraram em trevas, e quão grande era a treva! (I ME, pág. 74)Vivemos no tempo em que a última mensagem da graça, o convite final,está sendo enviado aos homens. A ordem "sai pelos caminhos eatalhos" (Luc. 14:23), está atingindo seu cumprimento final. A todapessoa será apresentado o convite de Cristo. Os mensageiros estãodizendo: "Vinde, que já tudo está preparado." Luc. 14:17. Os anjoscelestes ainda cooperam com os agentes humanos. O Espírito Santoapresenta todo o estímulo para vos constranger a ir. Cristo aguardaalgum sinal que demonstre que o ferrolho está sendo puxado, e aporta de vosso coração Lhe está sendo aberta. Os anjos esperamlevar para o Céu a boa nova de que outro pecador perdido foi achado.Os exércitos celestiais aguardam, prontos para tocar suas harpas ecantar um hino de alegria, porque mais um pecador aceitou o convitepara a ceia do evangelho. (PJ, 237)"Depois destas coisas, olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguémpodia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, queestavam diante do trono e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas ecom palmas nas suas mãos; e clamavam com grande voz, dizendo:Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e aoCordeiro." Apoc. 7:9 e 10.
  • 20. A p o s t i l a – S e n h o r J u s t i ç a N o s s a | 20"Estes são os que vieram de grande tribulação, e lavaram os seusvestidos e os branquearam no sangue do Cordeiro. Por isso estãodiante do trono de Deus, e O servem de dia e de noite no Seu templo; eAquele que está assentado sobre o trono os cobrirá com a Suasombra. Nunca mais terão fome, nunca mais terão sede; nem sol nemcalma alguma cairá sobre eles. Porque o Cordeiro que está no meio dotrono os apascentará, e lhes servirá de guia para a fontes das águas davida; e Deus limpará de seus olhos toda a lágrima." Apoc. 7:14-17. "Enão haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já asprimeiras coisas são passadas." Apoc. 21:4. (AA, 602)Uma grande multidão com a mente de Cristo.Afeições formadas em tenra idade têm muitas vezes resultado emuniões infelizes, ou em vergonhosas separações. As uniões precoces,formadas sem o consentimento dos pais, raramente são felizes. ...Depois de se haver tornado o juízo deles mais assentado,consideram-se ligados um ao outro por toda a vida, e talvez incapazesde se tornar mutuamente felizes. (C,J Namorados, 51)"A terra de Zebulom e a terra de Naftali,Junto ao caminho do mar, além do Jordão,A Galiléia das nações,O povo que estava assentado em trevasViu uma grande luz;E aos que estavam assentados na região e sombra da morteA luz raiou." Mat. 4:15 e 16. (CBV, 20)Ou desde o princípio se vos não notificou isso mesmo?Ou não atentastes para os fundamentos da Terra?Ele é o que está assentado sobre o globo da Terra,Cujos moradores são para Ele como gafanhotos;Ele é o que estende os céus como cortina
  • 21. 21 | Apostila –Senhor Justiça NossaE os desenrola como tenda para neles habitar;A quem pois Me fareis semelhante? ... (CBV, 432)ATENÇÃOMais uma vez, ao repousar o Espírito Santo sobre o profeta, ele vêuma porta aberta no Céu e ouve uma voz que o convida a olhar ascoisas que hão de acontecer no futuro. Ele diz: "Eis armado no Céu umtrono, e, no trono, Alguém sentado; e esse que Se acha assentado ésemelhante, no aspecto, a pedra de jaspe e de sardônio." Apoc. 4:2e 3. Anjos ministradores O rodeavam, esperando ansiosos cumprir-Lhea vontade, enquanto o arco-íris da promessa de Deus, que era sinalde Seu concerto com Noé, foi visto por João encimando o trono -um penhor da misericórdia de Deus para com cada pessoa crente earrependida. É um testemunho perpétuo de que "Deus amou ao mundode tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nElecrê não pereça, mas tenha a vida eterna". João 3:16. Declara ao mundotodo que Deus jamais Se esquecerá de Seu povo na luta contra o mal.Manuscrito 100, 1893. (MM, CT 313)Diante do tronoÉ dizer diante do trono do que era que é que há de vir. (Apoc 4: 2; 1: 10;9: 10; I Reis 22: 19. Isa 6: 1; Ez 1: 26-28; Dan 7: 9; Apoc 4: 4; 20: 11).Ficaria melhor dizer: Que o trono de Deus no coração humano seránovamente restabelecido.Como o trono estar armado no céu é necessário saber de que céu oprofeta estar falando. E também entender o quer dizer assentar notrono. (João 14: 23; Sl 132: 5; Isa 11: 10; Sl 11: 4; Mat 25: 31; 16: 27; 19:28; Luc. 22: 29-30; Jer 3: 17; 17: 12; 43: 10.)(Mat. 5: 34, 35; Tiag 5: 12; Isa 66: 1; Sl 48: 2; Atos 7: 48-51; I Cor 3: 16; ICor 5: 3,4)Uma porta aberta tanto para o derramamento do Espírito Santo, eentendimento da luz provinda da Palavra de Deus. (Mat. 3: 16; Apoc1: 10; 11: 12; 1: 19; 22: 6)
  • 22. A p o s t i l a – S e n h o r J u s t i ç a N o s s a | 22DEPOIS DESTAS.É dizer, depois que João contemplou a visão das sete igrejas(cap.1:10 a 3:22). Depois disto não especifica o tempo transcorridoentre as duas visões.OLHEI.Ou “vi”, expressão que João usa repetidas vezes para introduzir novascenas ou importantes símbolos novos (ver. com. cap. 1:2). Apoc 1: 19.UMA PORTA no céu.João tinha visto no cap 3: 8 uma porta aberta, na qual ninguém podiafechar. Deus estava dizendo ao povo de Filadelfia que daqueletempo em diante teria uma porta aberta para o entendimento de todaa verdade e as ultimas mensagem de misericórdia para oamadurecimento da ceara, para que Cristo pudesse voltar. Exo 19:16; Eze. 1: 13.“NO CÉU” (Gen 1: 8; 2: 1; Apoc 11: 19) e chamou Deus ofirmamento céus. Esta expressão é a mesma que se pode dizer “vium anjo voando pelo meio do céu”Depois de considerar o estado da igreja na terra (cap.1 –3), aatenção de João se dirige agora a uma visão simbólica do trono deDeus no céu Que a descrição do trono de Deus e a sena que orodeia nos capítulos 4 e 5 devem entender-se simbolicamente e nãoliteralmente, é claro, por exemplo no cap.5:6, onde descreve a Cristocomo um Cordeiro morto, que tinha sete chifres, e sete olhos, e, semduvida estava vivo e podia tomar o livro da mão de Deus. Posto queisto é uma linguagem evidentemente simbólica, é lógico que toda acena profética deve interpretar-se da mesma maneira. Nos símboloso profeta pode voar sobre os objetos terrenos e materiais atéalcançar os níveis mais elevados da mente e o coração, recebendoimpressões celestes que sobrepujam a expressão de linguagemterrena (ver. Eze.1:10).Usando o exemplo do Cap. 5: 6. Onde diz: “Vi um cordeiro comomorto com sete chifres, bem como sete olhos, que são os setesEspíritos de Deus enviados por toda terra.” (Isa 53: 7; Zac 4: 10)
  • 23. 23 | Apostila –Senhor Justiça NossaO Cordeiro é Cristo, os chifres são os sete poderes religiosos dossete períodos da era cristã, ou seja, os sete anjos, que tem o sétuplodo Espírito Santo.Enquanto no deserto, Cristo jejuou, mas não sentiu fome. ... Gastou otempo em oração fervorosa, estando em plena comunhão com Deus.Era como se estivesse na presença do Pai. ... O pensamento dabatalha que tinha diante de Si, fazia-O esquecer-Se de tudo o mais, eSua alma era alimentada pelo Pão da Vida. ... Contemplou o quebrar-se do poder de Satanás sobre a vida de caídos e tentados. Viu a Sipróprio curando os enfermos, confortando os desesperados,animando os angustiados e pregando o evangelho aos pobres -fazendo, enfim, a obra que Deus esboçara para Ele. E assim nãopercebeu qualquer sensação de fome até o final dos quarentadias de jejum. (V.S. Anjos, 171)TEXTOS ESPECIAISToda forma de mal há de lançar-se em intensa atividade. Anjos mausunem seus poderes com homens maus, e, como têm estado emconstante conflito e obtido uma experiência nos melhores métodosde engano e combate, tendo-se fortalecido durante séculos, eles nãocapitularão na última grande contenda sem uma furiosa luta. Omundo inteiro estará de um lado ou do outro da questão. Serátravada a batalha do Armagedom, e esse dia não deverá encontrarnenhum de nós adormecido. Devemos estar bem despertos, como asvirgens prudentes, tendo azeite em nossas vasilhas e em nossaslâmpadas. ...Quatro poderosos anjos seguram os poderes da Terra até que osservos de Deus sejam assinalados na fronte. As nações do mundosão ávidas de conflito; mas elas são detidas pelos anjos. Quando forremovido esse poder repressor, haverá um tempo de aflição eangústia. Serão inventados mortíferos instrumentos de guerra.Navios, com sua carga viva, serão sepultados nas profundezasdo mar. Todos os que não possuem o espírito da verdade unir-se-ãosob a liderança de agentes satânicos. Mas devem ser mantidos sobcontrole até chegar o tempo para a grande batalha do Armagedom.Carta 79, 1900. (Idem, 255)
  • 24. A p o s t i l a – S e n h o r J u s t i ç a N o s s a | 24Deus "tem prazer na benignidade". Miq. 7:18. "Vivo Eu, diz o SenhorJeová, que não tomo prazer na morte do ímpio." Ezeq. 33:11. ParaEle a obra de destruição e acusação é uma "estranha obra". Isa.28:21, Versão de Figueiredo. Mas é em misericórdia e amor queergue o véu do futuro, e revela aos homens os resultados de umcaminho de pecado. (DTN, 582)A LUZ É CRESCENTE

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